Top PDF Anatomia do caule de Serjania corrugata Radlk. (Sapindaceae).

Anatomia do caule de Serjania corrugata Radlk. (Sapindaceae).

Anatomia do caule de Serjania corrugata Radlk. (Sapindaceae).

Figura 1. Caule adulto de Serjania corrugata Radlk., onde se observam cinco cilindros vasculares (CV) dispostos radialmente em torno da medula (M), separados por regiões intermediárias (RI). Figura 2. Seção transversal do caule, detalhando a região intermediária (RI) entre dois cilindros vasculares (CV), composta por células de parênquima e esclerênquima. Figura 3. Seção transversal do lenho, evidenciando ocorrência de elementos de vaso largos (VL) e intermediários (VI) preferencialmente solitários, elementos de vaso estreitos (VE) em cadeias radiais, e presença de faixas de parênquima não-lignificado (PNL). Figura 4. Seção longitudinal radial do lenho, onde se notam placas de perfuração (PS) simples e oblíquas dos elementos de vaso estreitos. Figuras 5-7. Elementos de vaso dissociados, estreitos e com paredes irregulares. Figura 8. Seção longitudinal radial do lenho, onde se observam pontoações intervasculares alternas (PT), de contorno poligonal (Barras figuras: 1 = 2 mm; 2 = 200 µm; 3 = 100 µm; 4 = 25 µm; 5-7 = 50 µm; 8 = 50 µm).
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Anatomia comparada do lenho em raiz e caule de Lippia salviifolia Cham. (Verbenaceae)

Anatomia comparada do lenho em raiz e caule de Lippia salviifolia Cham. (Verbenaceae)

RESUMO – (Anatomia comparada do lenho em raiz e caule de Lippia salviifolia Cham. (Verbenaceae)). O presente trabalho vem contribuir com informações sobre a anatomia estrutural da madeira de raiz e caule de L. salviifolia Cham. (Verbenaceae). O estudo foi conduzido em área de cerrado, no Município de Pratânia, Estado de São Paulo (23°02’55,5” S e 48°31’26,1” W). Três espécimes de Lippia salviifolia foram coletados. Amostras do caule foram coletadas à altura do peito (AP), isto é, a 1,30 m do solo e as amostras de raiz foram coletadas de 30 a 40 cm da base do tronco. Houve variação qualitativa e quantitativa entre o lenho de raiz e de caule. As características quantitativas mais relevantes que diferenciam o lenho da raiz do de caule em L. salviifolia foram comprimento e freqüência de vasos, comprimento, diâmetro e espessura da parede das fibras e largura e altura de raios. Camadas de crescimento bem definidas foram observadas no lenho de caule e raiz. Placas de perfuração simples e múltiplas foram observadas nos elementos de vaso tanto no lenho de caule quanto no de raiz, entretanto placas radiadas foram encontradas apenas no lenho de raiz. Foram observadas fibras septadas e raios mais largos no lenho de raiz.
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RELAÇÕES HÍDRICAS E MORFO-ANATOMIA DO CAULE EM PARES CONGENÉRICOS DO CERRADO E MATA DE GALERIA: UM ESTUDO COMPARATIVO

RELAÇÕES HÍDRICAS E MORFO-ANATOMIA DO CAULE EM PARES CONGENÉRICOS DO CERRADO E MATA DE GALERIA: UM ESTUDO COMPARATIVO

hídrica e nem no ponto de perda de turgor, indicando que as espécies de mata possuem capacidade semelhante às do cerrado em minimizar os efeitos dos déficits hídricos. O estudo da anatomia da madeira (xilema) e sua relação ao armazenamento de água neste tecido no caule também foi analisado. Para o conjunto de espécies, quanto maior a porcentagem de área transversal ocupada por parênquima, maior foi a capacitância do xilema. Apesar dos valores semelhantes de capacitância entre os dois grupos funcionais, as espécies de cerrado possuem uma maior área ocupada por parênquima do que as espécies de mata, provavelmente devido à diferente elasticidade deste tecido entre os dois grupos funcionais. Em termos estruturais, quanto maior a porcentagem de área ocupada pela parede das fibras, maior a densidade da madeira. A porcentagem de área transversal ocupada pelos vasos foi igual para os dois grupos funcionais. As características anatômicas foram em grande parte conservadas dentro do gênero. Portanto, a maioria das características relacionadas ao estoque hídrico de caule não diferem entre os dois grupos funcionais. As variações podem ser atribuídas a diferenças entre os gêneros, com pouca convergência nos atributos relacionados à capacidade de armazenamento de água no caule em nível de grupo funcional.
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Anatomia de folha e caule e quantificação espectrofotométrica de fenóis totais e taninos da erva-de-bicho (Polygonum acre Kunth var. aquatile Meisn.).

Anatomia de folha e caule e quantificação espectrofotométrica de fenóis totais e taninos da erva-de-bicho (Polygonum acre Kunth var. aquatile Meisn.).

RESUMO – (Anatomia de folha e caule e quantificação espectrofotométrica de fenóis totais e taninos da erva-de-bicho – Polygonum acre Kunth var. aquatile Meisn.). Com o objetivo de selecionar caracteres úteis na identificação de Polygonum acre Kunth var. aquatile Meisn., erva medicinal geralmente comercializada sob a forma de planta fragmentada, e para contribuir para o conhecimento botânico da espécie, descreveu-se sua anatomia e quantificaram-se os fenóis totais, taninos gálicos e condensados. O material foi processado segundo técnicas usuais de anatomia vegetal. Na análise anatômica, a comparação dos resultados com a bibliografia permitiu selecionar os seguintes caracteres como auxiliares à determinação de P. acre: 1) ausência de endoderme bem definida com estrias de Caspary conforme descrito para outras espécies do gênero Polygonum; 2) ócrea com numerosos tricomas pluricelulares e cavidades secretoras localizadas apenas na face abaxial da epiderme; 3) fibras presentes internamente ao xilema do caule; 4) feixe invertido na nervura principal; e 5) presença de pêlos lignificados no bordo da folha. As dosagens de fenóis totais e taninos demonstraram que a planta apresenta quantidade significativa de taninos condensados e que a princípio, os taninos gálicos não estão presentes na espécie.
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Anatomia do caule de Lycopersicon Esculentum Mill., submetido a diferentes tratamentos com reguladores vegetais.

Anatomia do caule de Lycopersicon Esculentum Mill., submetido a diferentes tratamentos com reguladores vegetais.

Utilizaram-se no presente trabalho, tomateiros (Lycopersicon esculentum Mill. cv. Ângela Gigante), planta com hábito de crescimento indeterminado, excelente uniformidade e alta produtividade. Para se estudar a ação de reguladores vegetais na anatomia do caule, na região mediana e na região a 5 cm do solo, o experimento foi instalado e conduzido em casa de vegetação no Horto Experimental do Departamento de Botânica, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, ESALQ-USP, Piracicaba (SP).

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Anatomia comparada do lenho de raiz e caule de Aegiphila sellowiana cham. (Verbenaceae).

Anatomia comparada do lenho de raiz e caule de Aegiphila sellowiana cham. (Verbenaceae).

RESUMO: O trabalho vem contribuir com informações sobre a anatomia estrutural da madeira de raiz e caule de Aegiphila sellowiana Cham. (Verbenaceae). O estudo foi conduzido em área de cerrado, no município de Pratânia, estado de São Paulo. Três espécimes de A. sellowiana foram coletados. Amostras do caule foram coletadas à altura do peito (AP), a 1,30 m do solo, amostras de raízes foram coletadas de 30 a 40 cm da base do tronco. Houve variação qualitativa e quantitativa entre o lenho de caule e raiz. Camadas de crescimento distintas foram observadas no lenho de caule e raiz. Foram observados placas de perfuração simples nos elementos de vaso no lenho de caule e raiz. Fibras bifurcadas, com cavidades e interrupções da parede, e fibras septadas no lenho dos dois órgãos. Raios uni e multisseriados foram observados em caule e raiz, com uma a três células de largura em caules, com uma a quatro células de largura em raiz. As características quantitativas relevantes entre o lenho da raiz e caule em A. sellowiana foram comprimento, diâmetro e freqüência de vaso; diâmetro e espessura da parede da fibra; largura, altura e frequência de raio; diâmetro da pontoação intervascular. Palavras-chave: Fibra, madeira, cerrado.
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Anatomia e histoquímica das estruturas secretoras do caule de Spondias dulcis Forst. F. (Anacardiaceae).

Anatomia e histoquímica das estruturas secretoras do caule de Spondias dulcis Forst. F. (Anacardiaceae).

RESUMO – Spondias dulcis Forst. F. vem recebendo atenção especial por secretar uma goma que possui ação medicinal. Em outras espécies de Anacardiaceae, a maioria dos estudos sobre as estruturas secretoras refere- se à ultra-estrutura e desenvolvimento dos ductos, existindo poucas informações quanto à natureza química do secretado. O objetivo do presente trabalho foi caracterizar estrutural e histoquimicamente o sistema secretor do caule de S. dulcis. Amostras do caule jovem de plantas com 45 dias de idade foram submetidas às técnicas usuais em anatomia vegetal e a testes histoquímicos. O sistema secretor de S. dulcis apresenta ductos e idioblastos. Os ductos, muito longos, encontram-se associados ao floema e na medula, enquanto os idioblastos ocorrem no córtex e, também, associados ao floema. Os ductos apresentam um epitélio secretor unisseriado, formado por células cuneiformes a tabulares, de paredes delgadas, citoplasma denso e núcleo volumoso com nucléolo proeminente. Nos ductos associados ao floema, observam-se, externamente ao epitélio, duas a três camadas de células parenquimáticas, achatadas e dispostas radialmente, formando uma bainha. Os testes histoquímicos evidenciaram a presença de taninos nos idioblastos corticais. A secreção dos ductos é constituída, em sua maioria, por óleos essenciais, polissacarídeos e compostos fenólicos (provavelmente agliconas flavonóicas), o que permite caracterizá-la como uma gomorresina.
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Anatomia, histoquímica e prospecção fitoquímica do caule de Tynanthus fasciculatus Miers (Bignoniaceae)

Anatomia, histoquímica e prospecção fitoquímica do caule de Tynanthus fasciculatus Miers (Bignoniaceae)

foram observados e fotografados em estereomicroscópio (Stemi 2000-C, Zeiss) com câmera digital (D-535, Olympus). O seccionamento do caule foi realizado à mão-livre, com navalha descartável para cortes histológicos (modelo 818, Leica) e também em micrótomo de deslize (SM 2000R, Leica). Amostras de caules em diferentes estádios de desenvolvimento, com aproximadamente 25 µm 2 , foram desidratadas em série etílica crescente e incluídas em metacrilato (Historesin-Leica), conforme as recomendações do fabricante e, quando necessário, previamente amolecidas em etilenodiamina (Carlquist, 1982) 10%, por dez dias. Secções transversais, longitudinais tangenciais e radiais foram obtidas em micrótomo rotativo de avanço automático (modelo RM 2155, Leica), com 5 µm de espessura. A coloração foi feita com azul de toluidina a 0,05% (O’Brien et al., 1964) e algumas lâminas foram seqüencialmente coradas com lugol (Johansen, 1940) diluído (1:3), para a detecção de amido. Seções transversais da casca fresca, obtidas em micrótomo de mesa, foram submetidas ao cloreto de ferro III (Johansen, 1940) para detecção de compostos fenólicos, sudan escarlate (Brundrett et al., 1991) para lipídios e reagente de Nadi (David & Carde, 1964) para terpenos. As amostras do caule também foram maceradas em solução de Jeffrey (ácido nítrico 10%: ácido crômico 10%), lavadas em água corrente, coradas com violeta cristal e desidratadas em série etílica-xilólica. A montagem das lâminas foi feita em resina sintética (Permount).
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Anatomia do lenho de caule e raiz de plantas jovens de Enterolobium contortisiliquum (VELL.) Morong (Fabaceae-mimosoideae) crescendo em diferentes condições edáficas

Anatomia do lenho de caule e raiz de plantas jovens de Enterolobium contortisiliquum (VELL.) Morong (Fabaceae-mimosoideae) crescendo em diferentes condições edáficas

52 Dez vasos com cada um dos solos (Nitossolo Vermelho – NV e Latossolo Vermelho Amarelo – LVA), e seis vasos com substrato comercial contendo vermiculita e casca de pinus (testemunha) foram montados no Viveiro de Produção de Mudas Florestais do Departamento de Recursos Naturais – Ciências Florestais, Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP, Campus de Botucatu, SP. Após a quebra de dormência por escarificação mecânica com lixa seca, as sementes coletadas em campo foram colocadas para germinar. A data de plantio foi 13 de julho de 2006. Em cada vaso foram plantadas três sementes e após a germinação realizou-se o desbaste, permanecendo no vaso a muda mais vigorosa. Vinte e seis plantas foram mantidas no viveiro, sendo 10 repetições para NV, 10 repetições para LVA e 6 para substrato comercial. Estas plantas cresceram no viveiro a pleno sol, e receberam a mesma quantidade de água por irrigação, sendo três irrigações diárias nos dias quentes e duas nos dias frios. O crescimento em altura e diâmetro das 26 plantas no viveiro foi acompanhado mensalmente até o momento da coleta de amostras lenhosas de caule e raiz das plantas, ou seja, de outubro de 2006 até agosto de 2008, quando as plantas estavam com dois anos de idade. O diâmetro das plantas foi obtido na região do colo com o auxílio de um paquímetro digital. A altura da parte aérea foi obtida utilizando fita métrica.
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Caracterização anatômica das madeiras de lianas de Sapindaceae utilizadas comercialmente em São Paulo - SP.

Caracterização anatômica das madeiras de lianas de Sapindaceae utilizadas comercialmente em São Paulo - SP.

Na Tabela 3, reúnem-se os principais dados microscópicos obtidos com potencial diagnóstico. Acevedo-Rodrígues (1993) afirma que a anatomia da madeira para as lianas de Sapindaceae é pouco informativa, sendo que o arranjo estrutural do caule é mais importante para esse grupo. Os resultados aqui apresentados não corroboram essa afirmação. Qualitativamente, o lenho das espécies analisadas é homogêneo, no entanto, foram encontradas diferenças significativas para as variáveis: diâmetro tangencial dos vasos e vasos por mm 2 . Com relação ao diâmetro tangencial dos vasos,
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Anatomia do caule (casca e lenho), da folha e coléter de Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. (RUBIACEAE)

Anatomia do caule (casca e lenho), da folha e coléter de Bathysa cuspidata (St. Hil.) Hook. f. (RUBIACEAE)

Bathysa possui 15 espécies de árvores, arvoretas e arbustos exclusivamente neotropicais, ocorrendo sempre em formações florestais em altitudes entre 600- 800(1100) metros (Germano-Filho 1999). Pertence à tribo Rondeletieae, subfamília Cinchonoideae, a mesma subfamília das tradicionais “quinas” historicamente usadas contra malária. No Brasil, existe registro de sete espécies: B. australis (A. St.-Hil.) Benth. & Hook. f., B. cuspidata (St. Hil.) Hook. f., B. gymnocarpa K. Schum., B. mendonçaei K. Schum., B. nicholsonii K. Schum., B. stipulata (Vell.) J. Presl e B. sylvestrae Germano-Filho & M. Gomes, todas exclusivamente de Floresta Atlântica das regiões sudeste e sul do país. B. cuspidata, uma das espécies conhecida popularmente como “quina”, “quina-do-mato” e “quina-cinzenta”, tem a casca do caule usada na medicina popular como tônica, febrífuga, para doenças do estômago e fígado (Germano-Filho 1999, Botsaris 2007) e como cicatrizante pela população do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB) e seu entorno (Leite et al. 2008).
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Decifrando raízes e caules de lianas de Sapindaceae: diversidade macroscópica e conexões...

Decifrando raízes e caules de lianas de Sapindaceae: diversidade macroscópica e conexões...

Enquanto a maioria das árvores exibe um modelo padrão de crescimento secundário em seus caules, com um único câmbio produzindo floema para o exterior e xilema para o interior, as lianas apresentam várias configurações vasculares alternativas. Tais configurações, reportadas inicialmente como "anomalias", despertaram o interesse dos estudiosos desde os trabalhos de Radlkofer (datados de 1874, apud Acevedo-Rodríguez, 1993b), que foi o primeiro taxonomista a empregar caracteres anatômicos do caule nas classificações taxonômicas (Gregory & Bass, 1989). A anatomia das lianas brasileiras é, no entanto, estudada em detalhe na obra de Schenck (1893), que prestou imensa contribuição aos estudos histológicos de espécies lianescentes que lhe sucederam. Os trabalhos de Pfeiffer (1926) sobre crescimento em espessura “anômalo” em caules de lianas de diversas famílias, e o de Obaton (1960) sobre estruturas “anômalas” no lenho de lianas das florestas africanas também merecem destaque. Carlquist sugere a adoção do termo “variação cambial” em substituição ao termo “caule anômalo” (e.g. Carlquist, 2001a), indicando que estas estruturas não são o resultado de uma ação desorganizada no caule, como o termo anterior sugere.
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Anatomia das Plantas de ESAU - Editora Blucher

Anatomia das Plantas de ESAU - Editora Blucher

Dentro do corpo da planta, os vários tecidos estão distribuídos em padrões característicos, de- pendendo da região, do táxon, ou de ambos. Basi- camente, os padrões são semelhantes pelo fato de que o tecido vascular está imerso no tecido funda- mental e o tecido de revestimento forma a cober- tura externa. As principais diferenças na estrutura da raiz, do caule e da folha residem na distribuição relativa dos tecidos vascular e fundamental (Fig. 1.3). Nos caules das eudicotiledôneas, por exem- plo, o tecido vascular forma um cilindro “oco”, com tecido fundamental circundado por este (a medu- la), e também localizado entre os tecidos vascu- lar e o de revestimento (o córtex) (Figs. 1.3B, C e 1.4A). Os tecidos vasculares primários podem se apresentar como um cilindro mais ou menos con- tínuo dentro do tecido fundamental, ou como um cilindro formado por cordões discretos, ou feixes vasculares, separados uns dos outros por tecido fundamental. Nos caules das monocotiledôneas, os feixes vasculares ocorrem em mais de um anel, ou se distribuem espalhados pelo tecido fundamental (Fig. 1.4B). No último caso, o tecido fundamental não pode ser distinguido como córtex e medula. Na folha, o tecido vascular forma um sistema anas- tomosado de veias, permeando o mesofilo em toda a sua extensão; este é o tecido fundamental da folha, especializado na fotossíntese (Fig. 1.3G).
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DISTRIBUTIONAL PATTERNS IN BRAZILIAN SERJANIA (SAPINDACEAE)

DISTRIBUTIONAL PATTERNS IN BRAZILIAN SERJANIA (SAPINDACEAE)

The Atlantic coast region has the highest percent (70%) of species endemic to the area, and shares many species with the planalto region. The planalto region shares most of [r]

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Sapindaceae em um remanescente de Floresta Estacional Semidecidual no município de Engenheiro Paulo de Frontin, RJ, Brasil.

Sapindaceae em um remanescente de Floresta Estacional Semidecidual no município de Engenheiro Paulo de Frontin, RJ, Brasil.

Lianas não lactescentes. Caule subcilíndrico, glabrescente, em seção transversal com apenas um cilindro vascular. Folhas biternadas ou pinadas, 11 ou 13-foliolada, folíolos basais 3-foliolulados; pecíolos canaliculados, alados; estípulas 0,8-1,3 × 0,5-2,5 mm, falciformes, com escarsos tricomas, ciliadas; folíolos 2-14,5 × 0,8-4cm, cartáceos, elípticos, oblongos, lanceolados ou ovado-romboidais; ápice agudo ou acuminado; base atenuada ou assimétrica; margem denteado-serreada; concolores, face adaxial pubescente apenas na nervura principal, face abaxial pubescente nas nervuras, com domácias pilosas. Tirso racemiforme, 12,5-21,4 cm compr., indumento esbranquiçado, viloso; cincinos 3-6 -floros; pedicelo 2-3,5 mm compr.; brácteas 2-3 mm compr., linear-subuladas, bracteolas 0.5-1 mm compr., subuladas. Flores com sépalas 5, membranáceas, externas 2,2-3,5 mm compr., internas ca. 3,5 mm compr., oblongas, glabras a hirsutas e com tricomas glandulares alaranjados na margem; pétalas 4, brancas, 2,3-4 × 1,1-2 mm, obovadas, apêndices das pétalas posteriores com crista emarginada ou biauriculiforme, vilosa; lobos nectaríferos posteriores ovoides, laterais orbiculares reduzidos; androginóforo presente; estames 8, 2-3,5 mm compr., pilosos no terço basal; anteras amarelas, glabras; ovário trígono-elipsoide ou trígono-globoso, 3-carpelar, pubescente somente nos ângulos; estilete ca. 1,4 mm compr.; estigma trilobado. Cápsula septrífraga avermelhada, subcoriácea, 1,5-1,8 × 1,2-1,7 cm, obovóide, trialada, epicarpo glabro, endocarpo denso-lanoso; sementes trígono- obovoides, sarcotesta branca recobrindo metade da semente; embrião com cotilédones subretos.
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estudo dirigido 1 _ introduação planos e nomenclatura

estudo dirigido 1 _ introduação planos e nomenclatura

Após exames pré-operatórios o lactente foi submetido à correção cirúrgica (Figura 1.2.1). Figura 1.2.1 Imagem pré-operatória de lactente, já anestesiado e em decúbito dorsal, para corr[r]

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Cinética de secagem de folhas de timbó (Serjania marginata Casar).

Cinética de secagem de folhas de timbó (Serjania marginata Casar).

Propôs-se, neste trabalho, avaliar a cinética de secagem de folhas de timbó (Serjania marginata Casar) e ajustar diferentes modelos matemáticos aos valores experimentais de razão de umidade. As folhas de timbó foram colhidas com teor de água inicial de 2,03 ± 0,10 decimal b.s., sendo submetidas à secagem sob condições controladas de temperatura (40, 50, 60 e 70 °C), até o teor de água de 0,08 ± 0,02 decimal b.s. Aos dados experimentais foram ajustados dez modelos matemáticos utilizados para representação da secagem de produtos agrícolas. Com base nos resultados obtidos o modelo matemático de Midilli é o que melhor representa a cinética de secagem para as folhas de timbó. O aumento da temperatura promove: uma taxa maior de remoção de água nas folhas de timbó durante a secagem; aumento do coeiciente de difusão efetivo sendo que esta relação pode ser descrita pela equação de Arrhenius que apresenta uma energia de ativação para a difusão líquida durante a secagem de 81,39 kJ mol -1 para as folhas de timbó; aumento da energia livre de
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

de 2011 – quando seus representantes entregaram aos membros do COI uma notificação elaborada pela defensoria pública com base em argumentos das associações de moradores (Gismondi, 2010[r]

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IRRIGAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis e Eucalyptus grandis x Eucalyptus camaldulensis1 IRRIGATION IN INITIAL DEVELOPMENT OF Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis AND Eucalyptus grandis x Eucalyptus camaldule

IRRIGAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DE Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis e Eucalyptus grandis x Eucalyptus camaldulensis1 IRRIGATION IN INITIAL DEVELOPMENT OF Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis AND Eucalyptus grandis x Eucalyptus camaldule

O objetivo deste trabalho foi avaliar o desenvolvimento inicial de dois híbridos de eucalipto (Grancam e Urograndis), irrigados por gotejamento e microaspersão e sem irrigação dos 7 aos 17 meses após o plantio (MAP). O experimento foi instalado na área experimental de irrigação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, no município de Aquidauana - MS. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, em parcelas subdivididas, com quatro blocos e duas replicações dentro de cada bloco, sendo as parcelas compostas pelos tratamentos de irrigação (gotejamento, microaspersão e sequeiro) e as subparcelas pelos híbridos (Grancam e Urograndis). Foi avaliada a altura de plantas, o diâmetro de caule, a área basal de caule, a relação entre altura e diâmetro de caule, volume de caule por hectare e incremento médio mensal das variáveis analisadas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey em nível de 5% de probabilidade de erro. Em todos os meses os sistemas de irrigação por gotejamento e microaspersão propiciaram maior altura de plantas, diâmetro do caule, área basal do caule e volume de caule por hectare. O híbrido Grancam apresenta parâmetros dendrométricos superiores ao Urograndis.
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