Top PDF Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil.

Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil.

Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil.

RESUMO – (Chonecolea doellingeri (Chonecoleaceae, Hepaticae), taxonomia e distribuição geográfica no Brasil). Chonecolea doellingeri (Nees) Grolle é uma espécie urbanizada que cresce, preferencialmente, sobre estipe de palmeira ou outras árvores. Sua distribuição geográfica foi ampliada para o estado do Mato Grosso do Sul e, também, para municípios de outros estados já referidos. Algumas associações da espécie com outras briófitas são apresentadas. Dados palinológicos, baseados em observações sob microscopia de luz (ML) e microscopia eletrônica de varredura (MEV), também estão incluídos no trabalho.
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Leguminosae adans. nas florestas estacionais do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: taxonomia, preferência por habitat, distribuição geográfica e similaridade florística

Leguminosae adans. nas florestas estacionais do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: taxonomia, preferência por habitat, distribuição geográfica e similaridade florística

LIMA, Laura Cristina Pires, M.S., Universidade Federal de Viçosa, Fevereiro 2006. Leguminosae Adans. nas Florestas Estacionais do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: taxonomia, preferência por habitat, distribuição geográfica e similaridade florística. Orientadora: Flávia Cristina Pinto Garcia. Conselheiras: Ana Maria Goullart de Azevedo Tozzi e Ângela Lúcia Bagnatori Sartori.

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Ingeae Benth. (Leguminosae Mimosoideae) no estado de Minas Gerais, Brasil: taxonomia, morfoanatomia de nectários extraflorais e padrões de distribuição geográfica

Ingeae Benth. (Leguminosae Mimosoideae) no estado de Minas Gerais, Brasil: taxonomia, morfoanatomia de nectários extraflorais e padrões de distribuição geográfica

Comentários: Albizia pedicellaris é facilmente reconhecida por apresentar foliólulos peninérveos, inflorescências com unidades tipo umbela e fruto folículo lenhoso com presença de suturas transversais. Apresenta distribuição na América do Sul, com registro de ocorrência na Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela (Barneby & Grimes, 1996). No Brasil, ocorre nos Estados do Amapá, Pará, Amazonas, Rondônia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, nos domínios fitogeográficos da Floresta Amazônica, Cerrado e Floresta Atlântica (Nunes, 2003; Iganci, 2010a). Em Minas Gerais, ocorre apenas na Microrregião de Ipatinga, Vale do Rio Doce, em floresta estacional semidecidual. A espécie foi considerada como “Em Perigo (EN: B2a+C)” de extinção por ter sido encontrada apenas algumas populações no Parque Estadual do Rio Doce e por apresentar grande importância econômica, devido à sua madeira “de lei”. Acredita-se que suas populações tenham sido reduzidas devido à produção de carvão vegetal na região. Foi coletada com flor em outubro e novembro e com fruto entre setembro a abril.
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Anatomia, taxonomia e distribuição geográfica dos caracóis gigantes do "Complexo...

Anatomia, taxonomia e distribuição geográfica dos caracóis gigantes do "Complexo...

Pelo seu grande tamanho, foram utilizados por grupos humanos pré-históricos entre 10.000 e 2.000 anos atrás como alimento e suas conchas como adorno ou matéria prima para confecção de instrumentos. São encontrados em sítios arqueológicos no litoral e interior do Brasil (Leme, 1975), sendo particularmente abundantes nos sambaquis fluviais na região do vale do rio Ribeira do Iguape em São Paulo (Prous, 1992). Sua utilização cultural como alimento resurgiu na região sul do Brasil, quando eram coletados e assados pelos imigrantes italianos no início do século XX (Valduga, 1985) a semelhança do caracol Helix spp. na Europa mediterrânea. Os caiçaras que vivem em pequenas comunidades na Mata Atlântica ainda utilizam o Megalobulimus torrado e moído para fins medicinais (Hanazaki et al., 2009).
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Taxonomia e variação geográfica das espécies do gênero Alouatta Lacépède (Primates, Atelidae) no Brasil.

Taxonomia e variação geográfica das espécies do gênero Alouatta Lacépède (Primates, Atelidae) no Brasil.

nante para caracteres morfométricos e dados citogenéticos com- pilados do trabalho de L IMA & S EUÁNEZ (1989) e L IMA et al. (1990). As principais características apresentadas pelos autores para a separação dos dois grupos foram o tamanho maior e uma translocação cromossômica recíproca presente em A. macconnelli. Os autores propuseram que a característica citogenética atuaria como um fator de isolamento reprodutivo suficiente para impe- dir o fluxo gênico entre A. macconnelli e A. straminea. Contudo, as diferenças morfológicas entre as populações de Alouatta que ocorrem desde o Rio Negro até a costa do Estado do Amapá, de acordo com os dados apresentados aqui, apontam para uma ten- dência no processo de variação clinal no eixo leste-oeste da dis- tribuição (para os machos), mas podendo ser interpretada tam- bém como uma variação em mosaico. De fato, os espécimes do Amapá tendem a ter uma maior freqüência de indivíduos mais dourados e claros (como o tipo de A. macconnelli), enquanto que os animais do extremo oposto tendem a serem mais escuros, mas ambos os padrões, além de outros como anteriormente descri- tos, ocorram ao longo de toda a distribuição do táxon. Aliado a isto, os dados biométricos plotados nas tabelas XIX e XX eviden- ciam, que apesar da tendência à diminuição gradativa no tama- nho dos animais do Amapá para o Amazonas, não há uma inter- rupção evidente, e portanto, não houve diferenças morfométricas significativas entre as amostras quando relacionadas à geografia ou aos padrões de coloração da pelagem. Os resultados expressos no gráfico fornecido por B ONVICINO et al. (1995) e reproduzidos
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Distribuição geográfica e escoamento da produção de biocombustíveis da região sul do Brasil

Distribuição geográfica e escoamento da produção de biocombustíveis da região sul do Brasil

Com relação aos modais de transportes no Brasil para o ano de 2013, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) apresentou os seguintes dados: o modal rodoviário foi responsável por 61% da movimentação de cargas no Brasil, contra 21% do ferroviário; 13,6% do hidroviário; 4% do dutoviário; e somente 0,4% do modal aéreo. Caixeta Filho (1996) explica que essa discrepância pode ser explicada através da dificuldade de atender áreas mais afastadas do país que não contam com hidrovias e ferrovias.

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Rev. Saúde Pública  vol.31 número6

Rev. Saúde Pública vol.31 número6

reram nos Municípios de Itupeva (33 machos e 28 fêmeas), Socorro (um macho) e Espírito Santo do Pinhal (três machos). Tal distribuição parecia indi- car que essa espécie estaria restrita a áreas rurais situadas em terrenos montanhosos com afloramen- tos de rochas e cobertas originalmente por flores- tas estacionais semidecíduas.

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Distribuição geográfica e características demográficas da doença trofoblástica gestacional em centro de referência terciária do Estado da Bahia, Brasil

Distribuição geográfica e características demográficas da doença trofoblástica gestacional em centro de referência terciária do Estado da Bahia, Brasil

Objetivo: Traçar um padrão de distribuição geográfica da doença trofoblástica gestacional (DTG) em centro de referência do estado da Bahia, no Nordeste do Brasil e determinar as características demográficas na apresentação da doença. Desenho de estudo: Estudo observacional descritivo com dados obtidos de prontuários de 140 pacientes com DTG encaminhadas ao Centro de Doença Trofoblástica Gestacional da Maternidade Climério de Oliveira, no estado da Bahia, Brasil, de 2002 a 2007. Foi feita uma distribuição geográfica das pacientes com DTG, nas macrorregiões de saúde e foram avaliadas variáveis demográficas, fonte de referência, e tipo de gestação antecedente. Para análise estatística foi usado teste qui-quadrado (p<0,05%) Resultados: A principal procedência das pacientes foi da macrorregião de saúde Leste (77,9%). A incidência da DTG no centro de referência foi de 8,5/1.000 partos. A faixa etária foi predominante de 20 a 34 anos (65%). Uma pequena proporção de pacientes estava trabalhando (42,9%). O nível educacional foi baixo: 67,9% das pacientes cursaram apenas o ensino fundamental. Hospitais secundários foram a principal fonte de referência de pacientes (84,3%). A maioria das pacientes teve gestação de termo prévia à DTG (42,1%). Conclusão: Neste estudo, a DTG predominou na melhor faixa etária para fecundidade e em pacientes com aspectos sócio-demográficos desfavoráveis. A tendência de referência dessas pacientes foi principalmente da macrorregião de saúde Leste.
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Distribuição geográfica das pteridófitas ocorrentes no Estado de Pernambuco, Brasil.

Distribuição geográfica das pteridófitas ocorrentes no Estado de Pernambuco, Brasil.

sas florestas serranas com especies tipicas e fisionomia distinta (Andrade-Lima, 1960). As coletas de pteridofitas nessa sub zona foram mais freqiientes em cinco ma- tas de br[r]

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									PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENSINO DE CIÊNCIAS NO BRASIL: UM LEVANTAMENTO DE CURSOS E VAGAS POR MEIO DO PORTAL E-MEC

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[...] em apenas oito anos do governo Lula no plano federal: foram criadas 14 novas universidades federais, 126 novos campi, o número de vagas mais do que dobrou no período (de 109 para 222 mil), aumento em mais de 50% no número de docentes, e quase triplicaram os recursos para custeio e investimento (passando de R$ 6,7 bilhões em 2003 para R$ 19,7 bilhões em 2010), além da instituição da Universidade Aberta do Brasil (UAB) para cursos de ensino superior a distância. No mesmo período, o número de mestres e doutores titulados anualmente praticamente dobrou, com expansão igualmente significativa no número de bolsas concedidas pela CAPES e 0
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Assinalamentos de Meloidogyne enterolobii em Goiabeira e em Plantas Invasoras no Estado de São Paulo, Brasil

Assinalamentos de Meloidogyne enterolobii em Goiabeira e em Plantas Invasoras no Estado de São Paulo, Brasil

O alto grau de polifagia dessa espécie se aplica também às plantas invasoras. As análises realizadas em Jaboticabal, com base em amostras de solo e raízes de plantas daninhas encontradas vegetando espontaneamente em pomares de goiabeira infestados, possibilitaram definir algumas delas como hospedeiras de M. enterolobii. As espécies, com respectivos números médios de ovos + juvenis J2 obtidos de 10 g de raízes, foram as seguintes: picão-preto (Bidens pilosa) - 2600,0; capim-colchão (Digitaria horizontalis) - 25,0; caruru (Amaranthus retroflexus) - 42,0; erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) - 15,0; maria-pretinha (Solanum americanum) - 933,3; sojinha (Cleome affii) - 9,2; e buva (Coniza canadensis) - 32,0. Essas plantas daninhas apresentavam galhas radiculares de tamanho variável, nem sempre bem evidentes. Desses hospedeiros alternativos do nematoide para o Brasil ora relatados, há de se observar que, em alguns casos, como dos gêneros Amaranthus e Chamaesyce, outras espécies já haviam sido antes definidas como hospedeiras. Podem ser citados os exemplos de Amaranthus hybridus (caruru-branco) e Chamaesyce prostata (beldroega- pequena), consideradas hospedeiras a partir de amostras coletadas em São João da Barra, estado do Rio de Janeiro (Souza et al., 2006). No caso de Solanum americanum, aqui chamada maria-pretinha e maria- gorda por Souza et al. (2006), é bem provável que se trate da mesma espécie vegetal. Quanto ao picão-preto (B. pilosa), já havia sido relatado como hospedeiro no estado do Paraná (Carneiro et al., 2006), sendo o nematoide também encontrado nas raízes de plantas naturalmente ocorrentes em goiabal infestado.
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Estudo taxonômico de Leguminosae - "Caesalpinioideae" do Parque Nacional do Caparaó,...

Estudo taxonômico de Leguminosae - "Caesalpinioideae" do Parque Nacional do Caparaó,...

O presente trabalho refere-se ao estudo taxonômico de Leguminosae – “Caesalpinioideae” do Parque Nacional do Caparaó. O parque está localizado na divisa dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo entre as coordenadas 20º19’- 20º37’ S e 41º43’ - 41º53’ W, a 300km de Vitória, e a 340km de Belo Horizonte. O Parque Nacional do Caparaó situa-se numa região montanhosa, que compreende parte da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira. Seu ponto culminante é o Pico da Bandeira com 2890m de altitude e as áreas mais baixas variam entre 1000 e 1500 m. Quanto à vegetação, é bastante variada, formada por florestas e campos de altitude. Leguminosae possui distribuição cosmopolita, incluindo cerca de 727 gêneros e 19327 espécies. No Brasil, ocorrem aproximadamente 212 gêneros e 2729 espécies, amplamente distribuídas em todo o território nacional. As mais significativas utilizações comerciais de espécies de Leguminosae estão no fato de serem fonte de alimento, elementos florísticos em ecossistemas naturais e ornamentais. O presente estudo baseou-se no levantamento bibliográfico, consulta a herbários nacionais e observações de campo. Constam também descrições, chaves de identificação, ilustrações, e comentários. De acordo com o levantamento, o Parque Nacional do Caparaó está representado por 20 espécies e duas variedades de Leguminosae- “Caesalpinioideae”, distribuídos em 8 gêneros.
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Inventário e distribuição geográfica de Leguminosae no arquipélago de Marajó, PA, Brasil.

Inventário e distribuição geográfica de Leguminosae no arquipélago de Marajó, PA, Brasil.

RESUMO - (Inventário e distribuição geográfica de Leguminosae no arquipélago de Marajó, PA, Brasil). Leguminosae é dominante nas formações vegetacionais amazônicas; e, nesse contexto, o arquipélago de Marajó possui destaque, pois inclui várias dessas formações. Este trabalho objetiva fornecer uma listagem das espécies de Leguminosae registradas no arquipélago de Marajó e analisar a sua distribuição geográfica. Analisaram-se dados de herbários, literatura e coletas, e a partir de então foram definidos os padrões de distribuição. Foram registradas 241 espécies em 80 gêneros as quais seis são novos registros para o Estado do Pará. Os gêneros mais representativos foram Inga, Mimosa, Aeschynomene e Machaerium. A subfamília Papilionoideae apresentou maior número de gêneros e espécies. Jacqueshuberia quinquangulata é endêmica da região estudada. A análise da distribuição mostrou o predomínio de espécies amplamente distribuídas pela América do Sul. O arquipélago, por sua heterogeneidade fisionômica, é um sítio diverso de Leguminosae na Amazônia, com cerca de 30% da flora específica da família no Estado do Pará.
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Agrotóxicos Violações Socioambientais e Direitos Humanos no Brasil

Agrotóxicos Violações Socioambientais e Direitos Humanos no Brasil

Devido a importância do agronegócio na composição do PIB, a presidente do Brasil, lançou o Plano Safra do ano de 2014 em Lucas do Rio Verde, MT, dirigindo um trator em uma lavoura de soja . Lançou um plano de 90 (noventa) bilhões de reais para o Agronegócio, de 22 (vinte e dois) bilhões para a Agricultura Familiar e de somente 03 (três) bilhões para a Agroecologia e Produção Orgânica . Portanto, tem um peso bastante significativo a cadeia produtiva ligada ao Agronegócio . Aí entramos na questão da dependência, que chamamos de “químico dependen- te”, além de entrarmos na questão das sementes híbridas e transgênicas, que são produzidas, principalmente, por seis empresas transnacionais, que são as mesmas que também produzem os agrotóxicos: Bayer, Syngenta, Dupont, FMC, Dow e Monsanto . Elas dominam o mercado de sementes, de fertilizantes e de agrotóxicos .
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Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

Carla de Barros Reis Diego Resende Martins Lucas Gomes

Para avaliar a desigualdade social no acesso aos serviços de saúde foram construídos índices de concentração. O Índice de Concentração (IC) é derivado da literatura de distribuição de renda e mede a relação entre a proporção acumulada da população ordenada de forma crescente pelo nível socioeconômico contra a proporção acumulada de indivíduos de acordo com a variável de saúde de interesse 27 . Os valores do IC variam entre -1 e 1. Um valor igual a zero indica ausência de desigualdade social enquanto valor igual a 1 ou -1 indica que somente os indivíduos mais ricos ou mais pobres, respectivamente, apresentam o atributo de saúde analisado. A principal vantagem do uso do IC em relação à construção de taxas de utilização ou razões de chance entre grupos socioeconômicos é que o IC considera as diferenças na variável de interesse ao longo de toda a distribuição de renda.
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Aspectos epidemiológicos das parasitoses intestinais

Aspectos epidemiológicos das parasitoses intestinais

A notificação dessas doenças e a quantificação por meio de coeficientes de morbidade e principalmente mortalidade infantil, além de permitir comparação com outras regiões ou países, constitui indicador fidedigno do atraso sócio-econômico em que se encontra uma nação. O problema da morbi-mortalidade por parasitoses intestinais no Brasil é agravado também pelo sistema de saúde, que além de “sucateado”, insiste em assistir demanda espontânea e criar medidas educativas e de prevenção somente após a instauração de surtos, ou seja, investe-se muito em medidas curativas em detrimento a prevenção (LUDWING et al. 1999).
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ARTUR IURI ALVES DE SOUSA USO DA CARGA VIRAL E DE TÉCNICAS DE GEORREFERENCIAMENTO COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O MONITORAMENTO DA TRANSMISSÃO DE HIVAIDS NO

ARTUR IURI ALVES DE SOUSA USO DA CARGA VIRAL E DE TÉCNICAS DE GEORREFERENCIAMENTO COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O MONITORAMENTO DA TRANSMISSÃO DE HIVAIDS NO

Realizou-se a análise espacial das médias das taxas de incidência e da prevalência de aids com a busca de descrever os padrões existentes na densidade de casos. O método escolhido para a investigação do padrão de distribuição dos eventos localizados segundo quantidade/área (considerando as coordenadas do município) foi à interpolação e suavização através de um Kernel (Câmara 2004, Bailey 1995). Este método permite estimar a probabilidade de ocorrência de um evento em cada célula de uma grade regular, sendo cada célula desta grade ponderada com os pontos de forma que os mais próximos recebam maiores pesos e os distantes menores pesos, tendo o decréscimo dos pesos de forma gradual. A escolha do grau de suavização pode ser controlada mediante a escolha de um parâmetro conhecido como raio de influência, que indica a área que será considerada no cálculo, e deve refletir a escala geográfica da hipótese de interesse. O raio produz significantes alterações da estimativa final (Barcellos 1998). Nessa análise, utilizou-se o raio de influência adaptativo dentro da Grande Região (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste), que adapta o raio de modo que numa área com elevada concentração de pontos o raio é pequeno, mas nas áreas onde a concentração dos pontos é menor o raio é maior (Souza 2007).
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Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Material examinado: Amazonas, Rio Negro, Igapó do Rio Branco, encontro das águas (61º51’W, 01º38’S), sobre tronco grande, ca. 2m da água, 26-VI-1979, O. Yano 1471 (SP 150205). Distribuição: AL, DF, ES, GO, MG, MS, MT, PA, PE, RJ, RR, SP. Orthostichopsis tortipilis (C. Muell.) Broth., Denkschr. Akad. Wissensch. Wien 18: 83. 305. 1924.

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Nota Científica Short Communication Novo registro de Paphinia (Orchidaceae: Stanhopeinae) para a Região Centro-Oeste brasileira, estado de Mato Grosso

Nota Científica Short Communication Novo registro de Paphinia (Orchidaceae: Stanhopeinae) para a Região Centro-Oeste brasileira, estado de Mato Grosso

Paphinia cristata ocorre na Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Trindade e Tobago e na Venezuela (Jørgensen et al. 2015; Govaerts 2017). No Brasil é conhecida para a Região Norte, nos estados do Amazonas e Pará (BFG 2015), sendo este um novo registro de distribuição geográfica para a região Centro-Oeste, no estado do Mato Grosso (Fig. 2).

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VI há pequenas setas

VI há pequenas setas

Distribuição geográfica conhecida: Surina- me, Guiana Francesa, Uruguai, Paraguai, Argen· tina, Brasil (do Estado de Santa Catarina ao Estado do Amazonas). Taeniaptera[r]

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