Top PDF Constituintes voláteis dos frutos de Licania tomentosa Benth.

Constituintes voláteis dos frutos de Licania tomentosa Benth.

Constituintes voláteis dos frutos de Licania tomentosa Benth.

Alcoois e ésteres alifáticos, além de terpenos, são constituintes importantes e de ocorrência comum em aromas de frutos (Van Straten et ai, 1983-1988). Do óleo das sementes de oitici[r]

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Caracterização morfológica de frutos, de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.

Caracterização morfológica de frutos, de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.

Os frutos foram coletados de dez árvores matrizes de Licania tomentosa (Benth.) Fritsch., localizadas no Campus da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias/FCAV - Universidade Estadual Paulista/UNESP/Campus de Jaboticabal, SP - Brasil. No Laboratório de Morfologia e Anatomia Vegetal - DBAA - e no Laboratório de Microscopia Eletrônica, foram efetuadas as análises morfológicas dos frutos, sementes e das fases do desenvolvimento pós-seminal. Para a descrição biométrica dos frutos e sementes frescas, foram determinadas medidas de comprimento e largura de 150 frutos e número igual de sementes com auxílio de paquímetro digital (0,1mm) e régua milimetrada (1mm). Posteriormente, determinou- se a massa fresca e seca dos frutos e das sementes, sendo a massa seca obtida por meio da secagem em estufa a 70ºC durante 72 horas (BENINCASA, 2003).
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CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL, ATIVIDADE ANTIOXIDANTEE SEGURANÇA DE USO DE FRUTOS DE OITI [Licania tomentosa (Benth.) Fritsch] JACKELINE LIMA DE MEDEIROS

CARACTERIZAÇÃO NUTRICIONAL, ATIVIDADE ANTIOXIDANTEE SEGURANÇA DE USO DE FRUTOS DE OITI [Licania tomentosa (Benth.) Fritsch] JACKELINE LIMA DE MEDEIROS

Brazil has a great biological diversity to be explored for both nutritional and therapeutic purposes. The Brazilian native fruits are among the most tasty and nutritious in the world, however many of them are known only by the local population. Licania tomentosa, popularly known in Brazil as ‘oiti’ or ‘oitizeiro’, is native to the Atlantic Forest, a tree species, fruitful, perennial, little studied nutritionally. However, preliminary studies have indicated its antioxidant action. In addition, there are reports in the literature that species of the genus Licania have several medicinal uses, such as in the treatment of diabetes, malaria and against herpes virus. In order to add value to underexploited species in Brazil, the objective of this work was to perform the nutritional characterization of L. Tomentosa pulp (LTP1 and LTP2) and L. Tomentosa seeds (LTS1 and LTS2) collected in 2015 and 2016 as well as to identify the chemical compounds, to evaluate the antioxidant capacity and the safe use of the ethanolic extracts of the respective flours (EELTP1, EELTP2, EELTS1, EELTS2). Both pulps and seeds proved to be good sources of dietary fiber, have moderate mineral contents and lack of antinutritional factors. Eleven compounds were identified in EELTS1 and EELTS2 with predominance of flavonoids. EELTS1 and EELTS2 showed remarkable antioxidant activity in the DPPH assay (SC 50 of 15.87 ± 0.88 and 10.30 ± 0.15 μg / mL, respectively), and were able
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Licanol, a new flavanol, and other constituents from the Licania macrophylla Benth.

Licanol, a new flavanol, and other constituents from the Licania macrophylla Benth.

Dentre as principais atividades biológicas comprovadas dessas es- pécies destaca-se a citotóxica atribuída principalmente aos ácidos betulínico, oleanólico e pomólico. Esses triterpenos pentacíclicos foram isolados das folhas e frutos de Licania tomentosa Benth. e das folhas de Chrysobalanus icaco L., sendo capazes de inibir o cresci- mento e induzir apoptose de células K562. 3 Os principais metabólitos

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Constituintes voláteis do fruto do pajeuzeiro (Triplaris sp.).

Constituintes voláteis do fruto do pajeuzeiro (Triplaris sp.).

Em algumas localidades do Estado do Piauí, os frutos são utilizados como comestíveis. Com o in- teresse de agregar valor a esses frutos, Pessoa (2007) avaliou o potencial industrial dos frutos do pajeuzeiro (Triplaris sp.), realizando a caracterização química e físico-química da polpa dos frutos e concluiu que seu aproveitamento é viável, pois apresenta potencial industrial para a elaboração de licores e geleias, ne- cessitando, entretanto, de estudos botânicos, agronô-

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Open Novos diterpenos dos frutos de Xylopia

Open Novos diterpenos dos frutos de Xylopia

O óleo essencial dos frutos de Xylopia langsdorffiana foi obtido por hidrodestilação com rendimento de 0,03 % em relação ao peso do material fresco utilizado. Pela análise em CG-EM e CG-FID foi possível identificar nove componentes Figura 62 (Pág. 108), correspondendo a 100% do total do óleo em uma mistura de monoterpenos (66,6%), sesquiterpenos (22,2%) e diterpeno (11,2%). α-pineno (37,73%) e limoneno (31,42%) foram os constituintes majoritários. Foi detectata a presença de espatulenol (1,59%) que é considerado um marcador de óleos essenciais do gênero Xylopia (MAIA,. 2005). Os demais componentes estão listados na Tabela 11 (Pág. 107). Essa composição química é compatível com dados da literatura para constituintes voláteis de espécies de Xylopia (MAIA,. 2005) bem como, com a composição química dos voláteis das suas folhas que é caracteristicamente de monoterpenos e sesquiterpenos (TAVARES et al., 2007). A presença do diterpeno esclareol no óleos essencial corrobora com a biogênese da espécie em estudo, pois uma serie de diterpenos ent-labdanos foram isolados como componentes fixos dos seus frutos.
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Capacidade antioxidante in vitro e avaliação da toxicidade aguda in vivo de extratos de folhas de Licania rígida Benth., Licania tomentosa (Benth.) Fritsch e Couepia impressa Prance (Chrysobalanaceae)

Capacidade antioxidante in vitro e avaliação da toxicidade aguda in vivo de extratos de folhas de Licania rígida Benth., Licania tomentosa (Benth.) Fritsch e Couepia impressa Prance (Chrysobalanaceae)

com duas glândulas, canaliculadas pouco profundas. Suas estípulas são caducas, lineares, membranosas e intrapeciolares, de inflorescência pouco ramificada, racemosa (racemos ou panículas), predominantemente axilares, a raque escassamente tomentosa-cinza. Suas flores (Figura 5A) são brancas, com 3 mm de comprimento, solitárias, mas densamente povoadas ao longo da raque, cujo receptáculo é campanulado, escassamente tomentoso-cinza no exterior, tomentoso por dentro; pedicelo com 1 a 2 mm de comprimento. O cálice possui lobos agudos, tomentosos no exterior e pelos muito finos por dentro. As flores apresentam 5 pétalas, quase glabras, com margens ciliadas e 30 estames inseridos em um círculo completo; filamentos muito superiores aos lobos do cálice, conatos ligeiramente na base. Seu ovário está inserido na base do receptáculo, lanoso. O hirsuto do estilete é maior que o seu comprimento, igualando ou excedendo os filamentos (PRANCE, 1972). Seus frutos (Figura 5B) são drupáceos oblongos; epicarpo liso, seco e marrom, amarelo quando maduro; pericarpo espesso, frágil, fibroso, glabro por dentro, de cheiro desagradável e com semente grande (PIO CORREA, 1974).
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Chemical constituents of Licania tomentosa Benth. (Chrysobalanaceae).

Chemical constituents of Licania tomentosa Benth. (Chrysobalanaceae).

O extrato hexânico dos frutos (8 g) foi cromatografado em co- luna de gel de sílica, utilizando-se misturas de n-hexano, acetato de etila e metanol, além dos solventes puros, como eluente. A fra- ção eluída em Hex/AcOEt 20% (100 mg) foi purificada por recristalização com pentano, éter de petróleo e diclorometano, ob- tendo-se três substâncias puras: ácido betulínico (57 mg) (1), licanolídeo (13 mg) (2) e ácido palmitoléico (30 mg). A fração em AcOEt resultante da partição do extrato metanólico dos frutos de

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Screening of minerals, proximate composition and physico-chemical characteristics in the discrimination of Oiti (Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.) using Kohonen self-organizing maps, PCA and HCA / Triagem de minerais, composição centesimal e caracterís

Screening of minerals, proximate composition and physico-chemical characteristics in the discrimination of Oiti (Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.) using Kohonen self-organizing maps, PCA and HCA / Triagem de minerais, composição centesimal e características físico-químicas na discriminação de Oiti (Licania tomentosa (Benth.) Fritsch.) usando mapas auto-organizados de Kohonen, PCA e HCA

múltiplos de Ca, Cu, K, Mg, Mn, P e Zn por Espectrometria de Emissão Óptica por Plasma Acoplada Indutivamente (ICP OES). O teor de carbono residual foi determinado para avaliar à eficiência do processo de digestão ácida. A exatidão do método foi confirmada pela análise do material de referência certificado das folhas de espinafre (1570a) e maçã (1515) do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST). Os resultados obtidos para composição centesimal e análise de caracterização físico-química foram de: 33,2 a 42,2% para umidade; 0,73 a 1,63% para cinzas; 1,66 a 4,59% para lipídios totais; 1,89 a 3,07% para proteínas totais; 50,6 a 60,6% para carboidratos; 0,04 a 0,06% para acidez titulável; 6,14 a 6,76 para pH; 0,88 a 5,69 mg 100g -1 para vitamina C; 10 a 14% para teor de sólidos solúveis (ºBrix); 179 a 323 para ratio; 3,93 a 12,4% para açúcares redutores; 0,89 a 4,52% para açúcares não redutores; 5,99 a 15,1% para açúcares totais e 248 a 279 Kcal em 100g para o valor total de calorias. Os valores de concentração obtidos para os elementos nas amostras de oiti em mg 100g -1 estavam na faixa de: 121 a 259 para Ca; 10,0 a 12,6 para Cu; 394 a 775 para K; 32,9 a 62,7 para Mg; 10,5 a 12,3 para Mn; 48,6 a 70,4 para P e 0,335 a 1,66 para Zn. Os resultados indicam que os frutos de oiti têm um valor nutricional e podem ser utilizados como uma potencial fonte alternativa de nutrientes para a dieta humana e para o desenvolvimento de novos produtos alimentares. Palavras-chave: Fruto Oiti; composição centesimal; características físico-químicas; composição mineral; mapas auto-organizados de Kohonen; PCA e HCA.
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Estudo fitoquímico e biológico de espécies amazônicas: Pradosia huberi (Ducke) Ducke (Sapotaceae) e Licania macrophylla Bent. (Chrysobalanaceae)

Estudo fitoquímico e biológico de espécies amazônicas: Pradosia huberi (Ducke) Ducke (Sapotaceae) e Licania macrophylla Bent. (Chrysobalanaceae)

folhas e frutos de Licania tomentosa Bench e das folhas de Chrysobalanus icaco L., sendo capazes de inibir o crescimento e induzir apoptose de uma linhagem de células eritroleucêmica K-562. Ainda mais importante, inibiu a proliferação de Lucena 1, uma linhagem de células derivadas de K-562 resistente a vincristina, que desenvolve características multidrogas resistente (FERNANDES et al., 2003). Outro efeito citotóxico importância foi observado no extrato metanólico das raízes de Licania michauxii Prance que mostrou um potente efeito cititóxico contra culturas de hepatoma humano (HepG2) e em carcinoma de cólon humano (Caco-2) (BADISA et al., 2000). Um estudo fitoquímico das raízes de Licania michauxii Prance biomonitorado para atividade citotóxica levou ao isolamento de dois diterpenos do tipo ent-cauranos, ácidos licamichauxioico A e B, caracterizando a atividade citotóxica dos dois diterpenos (CHAUDHURI et al., 2002). Outros dois diterpenos ent-caurano, 3-metoxi-15-oxozoapatlina e 13-hidroxi-l5- oxozoapatlina isolados da casca da raiz Parinari curatellifolia Benth também mostrou efeito citotóxico em linhagens de células de câncer humano de mama (LEE et al., 1996). Além das atividades citotócicas pode-se relatar outras atividades farmacológicas como antiviral para vírus da herpes simples resistentes a aciclovir (MIRANDA et al., 2002), atividade antioxidante de flavonóides de espécies de Licania (BRACA et al., 2002a), atividade moluscicida e piscicida de espécies de Licania, bem como de compostos isolados deste gênero, entre outras (BILIA et al., 2000).
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Estudo de espécies de Chrysobalanaceae com ação citotóxica: análise metabolômica visando ao entendimento de associações sinérgicas e da complexidade micromolecular

Estudo de espécies de Chrysobalanaceae com ação citotóxica: análise metabolômica visando ao entendimento de associações sinérgicas e da complexidade micromolecular

The reductionist approach for the search of bioactive compounds in natural products is not always being able to understand the complete dynamics involved in the pharmacological responses of complex matrices such as plant extracts. Based on this paradigm, this study aimed to develop rational methods approaches to runderstand the molecular relationships present in bioactive natural products. Chrysobalanaceae plant species with cytotoxic potential, deposited NuBBE`s bank of extracts, were the objects of study in the application of methodologies for defining the metabolic composition and evaluate their cytotoxic potential. Couepia grandiflora , Hirtella hebeclada, Licania hoehnei, Licania kunthiana, Licania huminis and Parinari excelsa ethanol extracts were analyzed by GC-MS, HPLC-DAD- MS/MS and HPLC-autoMS/MS for in situ metabolic identification based on spectral comparison with a high resolution mass spectra and UV spectral database developed using previously reported data for Chrysobalanaceae. The use of multivariate analysis tools, the empirical deconvolution software AMDIS and the spectral extraction algorithms RAMSY and MCR-ALS assisted the dereplication by extracting spectral data for "pure" compounds even at low chromatographic resolution. The dereplication of Chrysobalanaceae species allowed the in situ detection of primary metabolites (amino acids, and sugars) and secondary (O- glycosylated-flavonoids and proanthocyanidins polymers). In addition to the metabolic determination of Chrysobalanaceae extracts, were performed cytotoxicity bioassays. Preliminary results of cytotoxicity against Saccharomyces cereviceae, carried out during the construction of the bank of extracts, indicated cytotoxic potential, especially for Hirtella hebeclada and Parinari excelsa. However, the cytotoxic assay against different tumor cell lines showed that the extracts were not active, which may be related to which may be related to the extraction of citoprotective phenolic compounds, such as glycosilated flavonoids.
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Caracterização química, atividade antioxidante e segurança de uso de sementes de Licania rigida Benth

Caracterização química, atividade antioxidante e segurança de uso de sementes de Licania rigida Benth

frascos âmbar à temperatura ambiente. Depois, o mesmo pó foi submetido a mais duas extrações consecutivas nas mesmas condições, resultando num volume final de extrato de aproximadamente 4,5 L. Os filtrados das três extrações distintas foram misturados e concentrados sob pressão reduzida em rotaevaporador (Tecnal, Piracicaba, Brasil) até a completa eliminação do solvente, e armazenado num congelador a - 4 ºC. O material obtido foi denominado de Extrato Etanólico de sementes de Licania rigida (EELr) e teve um rendimento de 46,6%. Parte desse extrato foi usado para o fracionamento como descrito a seguir: primeiro, 25 g do EELr foi misturado com sílica até obter uma farinha fina. Depois, usando um filtro de papel e funil de Büchner, a mistura foi eluída com solventes em ordem crescente de polaridade (hexano, clorofórmio, acetato de etila, metanol e água). A mudança para o próximo solvente somente ocorria quando o eluato estava totalmente transparente. Finalmente, os solventes foram destilados no rotaevaporador produzindo cinco frações a partir do extrato etanólico de sementes de L. rigida : Fração Hexânica de L. rigida (FHLr, rendimento de 0,84%) ; Fração Clorofórmica de L. rigida (FCLr, rendimento de 10,68%) ; Fração Acetato de Etila de L. rigida (FAELr, rendimento de 37,04%) ; Fração Metanólica de L. rigida (FMLr, rendimento de 17,28%) e Fração Aquosa de L. rigida (FALr, rendimento de 1,04%). O EELr e demais frações foram armazenados a - 4 ºC até o momento das análises (SOUZA et al., 2013).
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Variabilidade sazonal dos constituintes da própolis vermelha e bioatividade em Artermia salina.

Variabilidade sazonal dos constituintes da própolis vermelha e bioatividade em Artermia salina.

Cada uma das amostras de própolis (7,5 g) foram submetidos à técnica de headspace dinâmico por duas horas, utilizando-se como armadilha para a captura dos voláteis o Porapak-Q® (divinilbenzeno/etilvinilbenzeno). Os constituintes voláteis foram dessorvidos do polímero pela adição de diclorometano, que em seguida foi eliminado por um jato de nitrogênio. Posteriormente, a análise dos constituintes foi realizada num cromatógrafo Shimadzu GC-17A acoplado a um espectômetro de massas GCMS- QP5050A equipado com uma coluna capilar de sílica fundida DB-5 (95% polidimetilsiloxano e 5% difenil, 30 m de comprimento, 0,25 mm de diâmetro externo, 0,25 µm de diâmetro interno). A programação utilizada para injeção e corrida das amostras foi a seguinte: injetor: 220
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Constituintes químicos fixos e voláteis dos talos e frutos de Piper tuberculatum Jacq. e das raízes de P. hispidum H. B. K..

Constituintes químicos fixos e voláteis dos talos e frutos de Piper tuberculatum Jacq. e das raízes de P. hispidum H. B. K..

Os frutos (1,0 kg) e talos finos (1,8 kg) frescos de P. tuberculatum, e raízes (2,7 kg) frescas de P. hispidum, devidamente triturados foram submetidos a hidrodestilação por 4 horas, utilizando-se extratores de vidro tipo Clevenger modificado. Após a obtenção dos óleos essenciais dos frutos (1,4 mL), talos finos (1,2 mL) de P. tuberculatum e das raízes (1,0 mL) de P. hispidum, foram tratados com sulfato de sódio anidrido para a eliminação de água.

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Eclet. Quím.  vol.36 número1

Eclet. Quím. vol.36 número1

“Aspectos químicos e biológicos do gênero Lippia enfatizando Lippia gracilis Schauer”. Esta revisão apresenta um estudo sobre os principais constituintes químicos e aspectos biológicos de espécies do gênero Lippia enfatizando a Lippia gracilis Schauer. O gênero Lippia (Verbenaceae) possui aproximadamente 200 espécies de ervas, arbustos e pequenas árvores, cujos maiores centros de dispersão se encontram em países das Américas do Sul e Central, como também em territórios da África tropical. Inúmeras espécies de Lippia são usadas na medicina popular para o tratamento de resfriados, gripes, bronquites e tosse. As pesquisas referentes à composição química das espécies de Lippia evidenciam, principalmente, os constituintes voláteis. Entretanto, outras substâncias como alcalóides, taninos, flavonóides, iridóides e naftoquinonas também são citados. Sobre a espécie Lippia gracilis Schauer, existem vários estudos dos constituintes voláteis, apresentando como principais compostos o timol e carvacrol, que tem forte atividade antimicrobiana contra fungos e bactérias. No entanto, as pesquisas sobre os constituintes fixos são poucos, evidenciando a grande necessidade de trabalhos que enfoquem outras classes de compostos.
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Outros constituintes químicos de Diplotropis ferruginea Benth. (Fabaceae).

Outros constituintes químicos de Diplotropis ferruginea Benth. (Fabaceae).

A família Fabaceae tem distribuição cosmopolita, apresentando entre 400 e 500 gêneros e mais de 10000 espécies. Dentre tais gêneros, encontra-se o gênero Diplotropis. Este gênero é constituído por aproximadamente 22 espécies, entre as quais se encontra Diplotropis ferruginea Benth 1 . O gênero é muito pouco

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Determination of As in environmental organic samples by atomic absorption spectrometry with electrothermal atomization after O2 bomb combustion.

Determination of As in environmental organic samples by atomic absorption spectrometry with electrothermal atomization after O2 bomb combustion.

Este trabalho propõe a determinação de As em amostras orgâni- cas de interesse ambiental por ET AAS, depois de queima em bomba de O 2 e recolhimento dos produtos voláteis, definindo um procedi- mento simples, rápido e largamente aplicável. A bomba de O 2 é uti- lizada diretamente, sem qualquer tipo de revestimento. Para resguar- dar a amostra, evitando projeção no momento da queima, ela é pren- sada antes de ser introduzida no cadinho da bomba. A quantificação do As na solução resultante, feita por ET AAS, exige menor manipu- lação da amostra, em relação à HG-AAS. A exatidão e precisão do procedimento é verificada com o auxílio de materiais certificados de referência, representando diferentes tipos de amostra. Uma investi- gação sobre o comportamento de elementos menos voláteis do que As é também realizada. Finalmente, o método é aplicado a amostras de uma planta utilizada como indicadora de poluição ambiental, co- letada no Rio Grande do Sul.
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Constituintes voláteis das folhas e dos galhos de Cinnamomum zeylanicum Blume (Lauraceae).

Constituintes voláteis das folhas e dos galhos de Cinnamomum zeylanicum Blume (Lauraceae).

A extração das folhas e dos galhos de C. zeylanicum, forneceram os rendimentos de 0,4% e 0,3%, respectivamente. Nos óleos essenciais foram identificados 23 constituintes químicos nas folhas e 36 nos galhos. O componente principal do óleo das folhas foi o eugenol (60,0 %), seguido de b- cariofileno (8,3%), cânfora (7,0%) e linalol (7,0%). Nos galhos, os principais componentes foram linalol (10,6%), a-pineno (9,9%), acetato de (E)-cinamila (9,7%), a-felandreno (9,2%), (E)- cinamaldeído (7,8%), limoneno (7,9%) e b-cariofileno (6,7%).

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ESTERÓIS E CONSTITUINTES VOLÁTEIS DA ESPONJA DULCÍCOLA Trochospongilla paulula (BOWERBANK).

ESTERÓIS E CONSTITUINTES VOLÁTEIS DA ESPONJA DULCÍCOLA Trochospongilla paulula (BOWERBANK).

Os perfis relatados neste trabalho para os compostos voláteis e esteróis da esponja T. paulula contribuem grandemente para a qui- miotaxonomia das esponjas, que embora se encontre muito distante de substituir as técnicas clássicas de taxonomia e morfologia pode fornecer valiosas informações, inclusive já tendo sido usadas para sugerir revisões em algumas classificações. 27

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Contribuição ao conhecimento químico de plantas do nordeste do Brasil: Bauhinia ungulata L. (Leguminoseae)

Contribuição ao conhecimento químico de plantas do nordeste do Brasil: Bauhinia ungulata L. (Leguminoseae)

O óleo essencial de B. ungulata mostrou-se exclusivamente constituído de sesquiterpenos. Destes apenas 2 eram oxigenados (óxido de cariofileno e E-bisabol-11- ol) em OEBU-1 (5,2 %) e 9 (óxido de cariofileno, viridiflorol, epóxido de humuleno II, 1-epi-cubenol, -eudesmol, -cadinol e E-bisabol-11-ol) em OEBU-2 (20,77%). Os principais constituintes encontrados nos óleos de B. ungulata foram: (E)- -Cariofileno, -Humuleno, Germacreno D, Óxido de Cariofileno, -Copaeno, Germacreno B, - Cadimeno e Biciclogermacreno. Nas duas coletas foram observados os mesmos constituintes principais, porém ocorreram algumas variações nos teores dos mesmos em função do horário. No horário de 9:00 Hs os constituintes majoritários, em ordem decrescente de teor no óleo, foram (E)- -Cariofileno (25,65%), Germacreno D (14,08%), -Humuleno (12,49%), -Copaeno (8,2%), Germacreno B (6,41%) e - Cadimeno (5,57%). No horário de 12:00 Hs observou-se um incremento de 4,16% no teor de Óxido de Cariofileno, além do surgimento de vários sesquiterpenos oxigenados presentes exclusivamente neste horário com considerável redução nos teores dos demais constituintes. O (E)- -Cariofileno manteve-se como constituinte majoritário nas duas coletas, tendo seu teor pouco variado (Tabela 4).
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