Top PDF Crescimento inicial de Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke (Mimosaceae) e Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil (Griseb.) Altshul (Mimosaceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

Crescimento inicial de Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke (Mimosaceae) e Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil (Griseb.) Altshul (Mimosaceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

Crescimento inicial de Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke (Mimosaceae) e Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil (Griseb.) Altshul (Mimosaceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

(Crescimento inicial de Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke e Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil (Griseb.) Altshul (Fabaceae) sob diferentes níveis de sombreamento). Este trabalho teve como objetivo verifi car como as características morfofi siológicas diferem entre duas espécies da Caatinga com diferentes necessidades de luz para o crescimento inicial, apresentando a hipótese de que P. stipulacea caracteriza-se como espécie heliófi la e A. colubrina como umbrófi la, nas primeiras fases de vida. Conduziu-se um experimento em blocos ao acaso, no qual plântulas de ambas as espécies foram submetidas aos tratamentos de pleno sol, 50%, 70% e 90% de sombra durante seis meses. Foram avaliados aspectos morfológicos (altura, diâmetro, número de folhas e alocação de bio- massa) e fi siológicos (teores de clorofi la a, b e total, e razão clorofi la a/b). Os resultados mostraram que as espécies apresentam diferentes exigências de luz durante o crescimento inicial. Plântulas de P. stipulacea apresentaram maior taxa de crescimento relativo e maior diâmetro a pleno sol, menor razão raiz/parte aérea e menor conteúdo de clorofi la total quando comparadas às plântulas de A. colubrina. Os melhores resultados de P. stipulacea a pleno sol e A. colubrina em níveis intermediários de sombra corroboraram com a hipótese deste trabalho e são consistentes com a área de ocorrência de cada espécie.
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Efeito de diferentes níveis de sombreamento no crescimento inicial de Unha de gato (Uncaria tomentosa Willd.).

Efeito de diferentes níveis de sombreamento no crescimento inicial de Unha de gato (Uncaria tomentosa Willd.).

RESUMO: A unha de gato (Uncaria tomentosa Willd.) é uma das muitas espécies de plantas com propriedades medicinais utilizadas pelas comunidades nativas da Amazônia para o tratamento de diversas doenças. Suas inúmeras propriedades medicinais têm provocado nos últimos anos o aumento da demanda por essa planta, a qual vem sendo explorada de forma indiscriminada e predatória. O conhecimento agronômico disponível atualmente sobre essa espécie é escasso; dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito de diferentes níveis de sombreamento no crescimento inicial da Unha de gato. O experimento foi realizado no viveiro da área experimental da Embrapa Acre, no município de Rio Branco, AC, no período de maio de 2009 a junho de 2010. Foram avaliados quatro tratamentos, constituídos por diferentes níveis de sombreamento (30%, 50% e 70%) e pleno Sol, obtidos com tela sombrite preta, com as referidas capacidades de retenção da radiação solar. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com oito repetições, contendo duas plantas por parcela. As variáveis analisadas foram: altura da parte aérea, diâmetro do colo, biomassa do sistema radicular, biomassa aérea, biomassa total e partição de biomassa. O crescimento da Unha de gato foi modiicado pela intensidade de sombreamento. A altura das plantas e a massa seca das raízes aumentaram linearmente com a intensidade de sombreamento. Sombreamentos entre 55 a 60% proporcionaram melhores crescimentos para as variáveis: diâmetro do coleto, massa seca da parte aérea e massa seca total. Não houve variação na distribuição de massa seca entre a parte aérea e o sistema radicular das plantas em função do sombreamento. Veriicou-se que o sombreamento na faixa de 55 a 60% é o mais indicado para o seu crescimento inicial.
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Germinação e crescimento inicial de espécies ornamentais de Passiflora sob sombreamento artificial

Germinação e crescimento inicial de espécies ornamentais de Passiflora sob sombreamento artificial

RESUMO. Passiflora morifolia, P. suberosa litoralis e P. palmeri var. sublanceolata são espécies silvestres com potencial ornamental, que ocorrem no Brasil. Foram avaliadas com o objetivo de verificar os efeitos de diferentes níveis de sombreamento na germinação e no crescimento inicial de plântulas. O tratamento com 50% de sombreamento apresentou os maiores valores de percentagem de germinação e de índice de velocidade de emergência para as três espécies. Esse tratamento foi o mais indicado para a formação de plântulas de P. morifolia e P. palmeri var. sublanceolata, pois nessa condição elas apresentaram maior crescimento em altura e incremento de biomassa. Por outro lado, P. suberosa litoralis apresentou maior incremento de biomassa a pleno sol e a 25% de sombreamento, com redução a 75% de sombreamento. O incremento da área foliar e da área foliar específica foi devido às alterações na dimensão e na forma das folhas em resposta ao sombreamento. Essas observações demonstram que o crescimento inicial de plântulas reflete o desenvolvimento e a adaptação de plantas adultas à ambientes heterogêneos. Por fim, plântulas de P. morifolia e P. palmeri var. sublanceolata mostraram-se mais adaptadas às condições de sombra moderada ao passo que plântulas de P. suberosa litoralis podem ser cultivadas à pleno sol. Palavras-chave: Passifloraceae, flor-da-paixão, índice de velocidade de emergência, desenvolvimento, irradiância.
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Crescimento inicial de Dalbergia nigra (Vell.) Allemão ex. Benth. (Fabaceae) e Chorisia speciosa A.St.-Hil (Malvaceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

Crescimento inicial de Dalbergia nigra (Vell.) Allemão ex. Benth. (Fabaceae) e Chorisia speciosa A.St.-Hil (Malvaceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

O aumento da área foliar, encontrado para as mudas de jacarandá, com o aumento do sombreamento é uma das maneiras da planta aumentar sua superfície fotossintetizante, assegurando maior aproveitamento de baixas intensidades luminosas, sendo tal comportamento próprio de espécies tolerantes à sombra (LARCHER, 2006). Os resultados encontrados neste estudo corroboram com a classificação de exigência a radiação proposta por Lorenzi (2002) para a espécie Dalbergia nigra, que a considera uma espécie secundária tardia a clímax, tolerante ao sombreamento leve a moderado na fase juvenil. Assim em condições naturais a espécie apresentaria melhores chances de regeneração sob a cobertura da mata, tolerando inclusive intensidades luminosas bastante reduzidas, em decorrência de um dossel fechado.
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Crescimento inicial de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns sob condição de sombreamento.

Crescimento inicial de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns sob condição de sombreamento.

RESUMO - Este experimento foi desenvolvido com o objetivo de estudar o crescimento de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns (castanha-do-maranhão) sob diferentes intensidades luminosas. A capacidade de emergência das plântulas foi determinada pela porcentagem e pelo índice de velocidade de emergência, utilizando quatro repetições de 100 sementes (1 semente/saco). Após 40 dias, 75 mudas foram transferidas para condições de 30 e 50% de sombreamento e para pleno sol. O desenvolvimento das mudas foi conduzido em delineamento de blocos casualizados, com três repetições de cinco mudas, nas quais foram avaliados a altura do caule e o diâmetro do colo aos 61, 82, 103 e 124 dias após a emergência das plântulas; o teor de clorofila a, b, total e a razão a/b; a massa seca da planta (MS); a área foliar (AF); a taxa de crescimento relativo (TCR); a razão de área foliar (RAF); a taxa assimilatória líquida (TAL); e a sobrevivência aos 103 e 124 dias após a emergência, quando o experimento foi encerrado. As sementes apresentaram 95% de emergência e alto de índice de velocidade de emergência (1,7). As mudas apresentaram 100% de sobrevivência em todos os tratamentos. Os níveis de luz estudados não afetaram a sobrevivência das mudas, o diâmetro do caule, a área foliar, a clorofila a e b, a TCR, a TAL e a RAF, nos intervalos de tempo estudados. As mudas crescidas sob 50% de sombra apresentaram maior altura, maior clorofila total e menor relação a/b. A castanha-do-maranhão é uma espécie de fácil propagação, apresentando bom desenvolvimento das mudas sob pleno sol e tolerando o sombreamento de 30 e 50%.
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Efeito do sombreamento no crescimento inicial de Lonchocarpus muehlbergianus Hassl

Efeito do sombreamento no crescimento inicial de Lonchocarpus muehlbergianus Hassl

As coletas foram realizadas aos quatro e oito meses após a transferência das plantas para os diferentes níveis de sombreamentos, sendo as mesmas avaliadas quanto ao número de f[r]

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EFEITO DO SOMBREAMENTO NO CRESCIMENTO INICIAL DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS TROPICAIS

EFEITO DO SOMBREAMENTO NO CRESCIMENTO INICIAL DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS TROPICAIS

RESUMO-A arborização de pastagens com leguminosas fixadoras de nitrogênio representa a estratégia mais econômica e ecológica para se adicionar nitrogênio no sistema solo-planta. No ent[r]

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CRESCIMENTO INICIAL E QUALIDADE DE MUDAS DE Pterogyne nitens Tull. CONDUZIDAS SOB DIFERENTES NÍVEIS DE RESTRIÇÃO LUMINOSA ARTIFICIAL.

CRESCIMENTO INICIAL E QUALIDADE DE MUDAS DE Pterogyne nitens Tull. CONDUZIDAS SOB DIFERENTES NÍVEIS DE RESTRIÇÃO LUMINOSA ARTIFICIAL.

Para o NF foi delineada resposta quadrática da RL e linear para DAE (Figura 1c), sendo verificado comportamento crescente em função do número de dias, com valor máximo de 12,66 verificado para 46,82% de RL, aos 75 dias. O maior NF observado sob condição de sombreamento intermediário durante todo o período de estudo pode estar relacionada à otimização da fotossíntese e das condições microclimáticas resultando em maior acúmulo de carboidratos e aceleração da emissão de folhas. Cesar et al. (2010) trabalhando com mudas de cafeeiros sob níveis de restrição luminosa de 0, 30, 50 e 70%, também verificaram maior número de folhas para sombreamento intermediário (~30%). A relação entre diâmetro do colo e restrição luminosa foi homogênea e definida pelo modelo quadrático, atingindo valores máximos estimados para o nível 42% de RL durante todo o período do ensaio (Figura 1d). De acordo com Valladares et al. (2011), há um maior investimento das plantas tolerantes ao sombreamento no aumento do diâmetro do colo em relação às plantas intolerantes. Azevedo et al. (2010) verificaram comportamento semelhante para mudas de Simarouba amara, sendo observados maiores valores de D na condição de 50% de RL.
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Crescimento de Ischaemum rugosum sob três níveis de sombreamento.

Crescimento de Ischaemum rugosum sob três níveis de sombreamento.

máximo foi atingido aos 56 DAE. A menor área foliar observou-se no tratamento sob 10% de sombreamento. Esta resposta indica que a redução do sombreamento foi um fator determinante para a redução da área foliar. Verificou-se também que durante as seis primeiras semanas de crescimento da planta, os tratamentos sob 60 e 10% de sombreamento produziram quantidades de folhas semelhantes, e foram superiores àquele sob o maior nível de sombreamento (Figura 1). Significando portanto, que sob alto nível de sombreamento, o crescimento inicial da planta é lento. Logo após esse período, o tratamento sob baixo sombreamento (10%) foi superado (aproximadamente em 10%) pelo tratamento sob 60% de sombreamento, enquanto que, a partir dos 70 dias não houve diferenças entre os tratamentos sob 70 e 60% de sombreamento, mostrando assim, que na fase inicial do desenvolvimento de I. rugosum, a baixa luminosidade induz um crescimento lento na área foliar, mas após algumas semanas, a área foliar atinge valores tão altos quanto aqueles das plantas não sombreadas, o que torna esta invasora altamente competitiva com as plantas cultivadas, mesmo tendo a sua germinação após a emergência destas.
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Crescimento de mudas de pau-ferro sob diferentes níveis de sombreamento.

Crescimento de mudas de pau-ferro sob diferentes níveis de sombreamento.

3. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Chapadão do Sul, MS, Brasil. E-mail: vespasiano.neto@ufms.br. A obtenção de mudas nativas requer informações sobre a época de coleta das sementes, condições de armazenamento e luminosidade, germinação e tipos de substrato, dentre outras. Este trabalho objetivou avaliar as exigências de luminosidade no crescimento inicial de mudas de pau-ferro [Caesalpinia ferrea Mart. ex. Tul. var. leiostachya Benth (Fabaceae-Caesalpinioideae)] submetidas a diferentes níveis de sombreamento, aos 60 dias após o transplante (DAT). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3x5 (três níveis de sombreamento: 0%, 50% e 70%; e cinco épocas de avaliação: 60, 90, 120, 150 e 180 DAT), com quatro repetições de 10 mudas por unidade experimental. Plantas cultivadas sob 70% de sombreamento apresentaram maiores teores de cloroila total (38,79 μg cm -2 ),
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Crescimento inicial de Piptadenia gonoacantha (Leguminosae, Mimosoideae) sob inundação em diferentes níveis de luminosidade.

Crescimento inicial de Piptadenia gonoacantha (Leguminosae, Mimosoideae) sob inundação em diferentes níveis de luminosidade.

RESUMO - (Crescimento inicial de Piptadenia gonoacantha (Leguminosae, Mimosoideae) sob inundação em diferentes níveis de luminosidade). Este estudo aborda aspectos ecológicos da inundação em plântulas de Piptadenia gonoacantha, uma espécie ocorrente em Matas de Galeria. O crescimento de plântulas com cinco meses de idade foi avaliado em duas condições de solo (capacidade de campo e inundado) combinados com três níveis de luz solar (100%, 70% e 40%). A inundação reduziu o crescimento aéreo e radicial das plântulas. Não houve interação entre luz e inundação, exceto para massa seca foliar aos 60 dias e razão parte aérea/raiz aos 20 dias. Plântulas inundadas a pleno sol apresentaram massa seca foliar aos 60 dias cerca de 67% menor que aquelas inundadas sombreadas. A razão parte aérea/raiz de plântulas inundadas foi significativamente maior aos 60 dias. Plântulas inundadas produziram lenticelas hipertrofiadas na base do caule, a partir dos 20 dias, em todos os níveis de luz. Além disso, a inundação induziu a decomposição das raízes e raízes adventícias não foram observadas. Após 60 dias de inundação, plântulas de P. gonoacantha apresentaram 100% de sobrevivência sem sintomas significantes de injúria na parte aérea.
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Crescimento inicial de Piptadenia gonoacantha (Leguminosae, Mimosoideae) sob inundação em diferentes níveis de luminosidade

Crescimento inicial de Piptadenia gonoacantha (Leguminosae, Mimosoideae) sob inundação em diferentes níveis de luminosidade

Tabela 1. Valores médios das medidas de crescimento de Piptadenia gonoacantha que não apresentaram interação entre duas condições do solo (cc capacidade de campo e in inundado) e três níveis de luz (100%, 70% e 40%). (NF) número de folhas, (MSF) massa seca das folhas, (CC) comprimento do caule, (MSC) massa seca do caule , (CR) comprimento da raiz , (MSR) massa seca da raiz e (PAPR) razão parte aérea/raiz. Valores da mesma linha seguidos da mesma letra não diferem significativamente em P < 0,05.

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Desenvolvimento inicial e partição de biomassa de Brosimum rubescens Taub. (Moraceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

Desenvolvimento inicial e partição de biomassa de Brosimum rubescens Taub. (Moraceae) sob diferentes níveis de sombreamento.

Em condições de maior sombreamento, maiores valores de AFE contribuem para aumentar a taxa de crescimento das plântulas pois, segundo alguns autores (Chen & Klinka 1998; Poorter 1999; Fownes & Harrington 2004), esta característica confere maior interceptação de luz e ganho de carbono por unidade de massa investida nas folhas. Por outro lado, em ambientes com muita luz, valores menores de AFE seriam benéficos, pois menor biomassa por unidade de área estaria diretamente exposta, reduzindo a perda de água (Popma & Bongers 1988; 1991; Claussen 1996; Duz et al. 2004). Neste caso, o espessamento da folha (menor AFE), quando exposta à alta intensidade luminosa, geralmente resulta em aumento das camadas de parênquima fotossinteticamente ativo e isto poderia aumentar a capacidade fotossintética da folha (Poorter 1999). Entretanto, Reich et al. (1998) analisaram 257 espécies de florestas temperadas, tropicais e desertos e observaram que as mudanças que ocorrem em folhas com menor AFE, ao contrário do que seria esperado, poderiam representar uma desvantagem devido ao maior sombreamento interno da folha, em função do empilhamento dos cloroplastos causando, portanto, limitação na difusão de gases.
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Desenvolvimento inicial de mudas de copaíba sob diferentes níveis de sombreamento e substratos.

Desenvolvimento inicial de mudas de copaíba sob diferentes níveis de sombreamento e substratos.

1a). Apesar do Bioplant® apresentar os maiores teores de nutrientes (TAB. 1), nota-se que possivelmente a espécie apresenta um baixo requerimento nutricional. Corroboram com essa afirmação os resultados observados por Duboc et al. (1996), que concluíram que as mudas de copaíba apresentaram uma pequena demanda nutricional para o Mg, K, B e Zn. Segundo Resende et al. (2000), a taxa de crescimento das espécies parece ser um fator determinante de sua responsividade à fertilização, onde espécies classificadas como clímax, por apresentarem em geral uma lenta incorporação de fotoassimilados, demonstram um menor requerimento de nutrientes.
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Crescimento e acumulação de nutrientes em plantas de taro sob níveis de sombreamento artificial.

Crescimento e acumulação de nutrientes em plantas de taro sob níveis de sombreamento artificial.

Os máximos acúmulos de massa seca nos órgãos de parte aérea (folha e pecíolo) e nas raízes das plantas de taro ocorreram em torno de 120 dias após plantio; por outro lado, no rizoma central e nos rizomas filhos ocorreu, respectivamente, em torno dos 240 e 270 dias do ciclo (Figura 3). Esse compor- tamento é similar ao observado em taro por Puiatti et al. (1992) e por Gondim et al. (2007) na cultivar Japonês. Isto ilustra que o processo de alocação de fotossintatos para os diferentes órgãos vegetais dessa espécie ocorre em mo- mentos característicos, com um investi- mento preferencial inicial na parte aérea e raízes para captação de luz, água e nu- trientes. Ao final do ciclo há uma intensa translocação de assimilados para órgãos de reserva, inicialmente ao rizoma cen- tral e posteriormente aos rizomas-filho, que são caules subterrâneos usados para propagação vegetativa dessa espécie.
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DESENVOLVIMENTO INICIAL E QUALIDADE DE MUDAS DE Copaifera langsdorffii Desf. SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO.

DESENVOLVIMENTO INICIAL E QUALIDADE DE MUDAS DE Copaifera langsdorffii Desf. SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO.

As florestas de galeria vêm sendo fragmentadas, levando à perda de sua elevada diversidade, tornando-se imprescindíveis estudos que avaliem o comportamento ecológico de suas espécies arbóreas. O presente estudo teve como objetivo testar a hipótese de que a produção de mudas de Copaifera langsdorffii é influenciada pela luminosidade do ambiente, apresentando maior qualidade e desenvolvimento inicial em níveis intermediários de luz. As plantas foram testadas em pleno sol, 30%, 50%, 70% e 90% de sombreamento, avaliando-se número de folhas, altura e diâmetro aos 60, 90, 120 e 191 dias após a emergência (DAE) e massa seca aérea e radicular e, índice de qualidade de Dickson ao final do experimento (191 DAE). O efeito dos níveis de sombreamento foi analisado por meio de análise de regressão. As plantas apresentaram boa plasticidade de crescimento nos diferentes níveis de luminosidade, mas com melhor desenvolvimento e qualidade (IQD) em 50% de sombreamento, corroborando a hipótese testada. A luminosidade ou sombreamento excessivo devem ser evitados para garantir a produção de mudas mais vigorosas de Copaifera langsdorffii. Assim, recomenda-se a produção de mudas desta espécie sob 50% de sombreamento para favorecer a sua qualidade e possivelmente garantir melhor sobrevivência em campo. Palavras-chave: luminosidade; plântulas; copaíba.
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Desenvolvimento inicial de plântulas de  hymenaea stigonocarpa mart. ex. hayne, sob diferentes condições de sombreamento

Desenvolvimento inicial de plântulas de hymenaea stigonocarpa mart. ex. hayne, sob diferentes condições de sombreamento

Hymenaea stigonocarpa é uma espécie característica de formações abertas do Cerrado e Campo cerrado que ocorre desde o Piauí, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul até São Paulo. O objetivo desse trabalho foi estudar o desenvolvimento inicial dessa espécie em diferentes condições de sombreamento em viveiro. As condições de sombreamento para cada tratamento foram: 0%; 30%; 70% e 90%. Cada tratamento teve 25 repetições, onde o delinea- mento experimental foi inteiramente casualizado. Variações no regime de luz afetaram os pa- drões de crescimento e distribuição de biomassa dessa espécie. O aumento do sombreamento resultou em um maior crescimento em altura e uma maior produção de folhas. Aos 16 meses, a maior média de altura (24,26 cm) foi encontrada a 90% de sombreamento, que diferiu dos demais (Tukey a 5%). Plantas sob estas condições também apresentaram um maior número de folhas e folíolos. Por outro lado, a maior média de diâmetro do coleto (5,43 mm) foi a 30% de sombreamento, valor similar a 0% e a 70%, mas significativamente maior do que o obtido a 90% de sombreamento. O número de folhas foi significativamente maior sob a condição de 90% de sombreamento. Os maiores valores de massa seca total ocorreram sob as condições de Pleno Sol, 0%, (11,96 g) e de 30% (11,50 g). A espécie apresentou padrões distintos de alocação de massa seca nos diferentes níveis de sombreamento com maior alocação na porção radicular sob pleno sol enquanto o investimento em massa foliar foi maior sob 90% de sombreamento. H. stigonocarpa apresentou melhores respostas de crescimento sob condições de maior lumi- nosidade o que corrobora com a distribuição da espécie em ambientes mais abertos do bioma Cerrado.
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Ecofisiologia da germinação e do crescimento inicial de Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke E Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan

Ecofisiologia da germinação e do crescimento inicial de Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke E Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan

trabalhos fitossociológicos revelou que a primeira apresenta maiores valores de abundância em áreas que foram submetidas a grandes níveis de perturbação, em detrimento da segunda. Um estudo realizado na Serra do Monte, Boqueirão, PB, em uma área com focos de antropização, mostrou que P. stipulacea apresentou densidade de 52.5 ind.ha -1 e freqüência absoluta de 40%, valores superiores aos de A. colubrina com 32,5 ind.ha -1 e 15%, respectivamente. Os autores consideraram A. colubrina como uma espécie tardia e inferiram que essa vegetação poderia estar evoluindo em direção a uma condição mais avançada de desenvolvimento, passando por um processo de regeneração e sucessão (QUEIROZ et al ., 2006). Outro estudo de regeneração natural em um remanescente de caatinga, sob diferentes níveis de perturbação, constatou uma alta densidade e freqüência de P. stipulacea, principalmente na área mais antropizada, sendo considerada pelos autores como uma espécie tolerante e indicadora de elevados níveis de perturbação (PEREIRA et al ., 2001). Em uma análise da cobertura de duas fitofisionomias de caatinga, com diferentes históricos de uso, Andrade et al . (2005) verificaram que A. colubrina foi encontrada apenas na área considerada relativamente conservada, enquanto que na área em regeneração há 30 anos não houve registros da espécie.
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FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

A aroeira, nome popular mais utilizado no Centro Oeste para a Myracrodruon urundeuva é uma espécie que fornece madeira muito cobiçada no meio rural, por suas qualidades de dureza e resistência à putrefação, apresentando grande durabilidade em contato com o solo. A espécie possui grande importância medicinal. Em razão dessas características, populações naturais de M. urundeuva, distribuídas por quase todo o Brasil, vêm sendo dizimadas, o que a torna uma espécie vulnerável à extinção. A aroeira possui grande capacidade de ocupação de áreas antropizadas, sendo facilmente encontradas em beiras de estradas nas regiões endêmicas. Tem grandes potenciais para utilização na recuperação de áreas degradadas. Sua produção de frutos e sementes é abundante, tem dispersão anemocórica, ou seja, seus frutos são transportados pelo vento, crescimento rápido e sua utilização em áreas a serem recuperadas também poderá auxiliar na proteção da espécie contra sua extinção, visto que historicamente é uma espécie de exploração de seus estoques naturais, não existindo ainda a cultura de seu plantio em maior escala. Esta espécie tem como sinonímia Astronium urundeuva Engler, pertencente á família Anacardinaceae, ocorre apenas na América do Sul, no Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina, tendo uso medicinal (EIRA & NETTO, 1998; ALMEIDA et al., 1998; DORNELES et al. 2005; FREITAS et al. 2006 e BERTONI & DICKFELDT, 2007).
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Utilizaram-se as espécies: Angico (A. colubrina) (Vell.) Brenan, Jurema-branca (P. stipulacea) (Benth.) Ducke e Mulungu (E. velutina Willd.), cujas sementes foram obtidas por meio de doações oriundas da Embrapa Semiárido, do Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (NEMA) e mesmo por coletas realizadas em indivíduos presentes no em torno da área experimental. As sementes foram submetidas aos seguintes tratamentos pré-germinativos: T1- testemunha sem aplicação de tratamento para quebra de dormência, T2-escarificação mecânica em extremidade oposta ao hilo com lixa de madeira, T3-escarificação mecânica em extremidade oposta ao hilo com lixa de madeira + imersão em água a temperatura ambiente por 24 horas e T4-tratamento térmico com imersão em água a 80ºC, por 2 minutos.
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