Top PDF O desenvolvimento de coleções em bibliotecas digitais: uma análise histórico-metodológica

O desenvolvimento de coleções em bibliotecas digitais: uma análise histórico-metodológica

O desenvolvimento de coleções em bibliotecas digitais: uma análise histórico-metodológica

dos critérios que norteiam esse processo, ou seja, a política de desenvolvimento de coleções, que objetiva a formação de coleções de acordo com os objetivos institucionais e a manutenção constante dos acervos, nem sempre é realizada dentro das instituições, e isso parece ser mais visível ainda no contexto das coleções digitais. Nessa perspectiva, uma pesquisa realizada por Traw (2000 apud LEROUX, 2007, p. 5) junto a 163 bibliotecas colegiais e universitárias americanas revelou que somente 21% desses estabelecimentos possuem uma política de desenvolvimento de suas coleções eletrônicas. Desse número, apenas 33% tornavam acessíveis tais políticas aos usuários. Apesar de englobar um universo menor (por ter como objeto de análise somente bibliotecas digitais de língua portuguesa), uma pesquisa realizada por Andrade e Araújo (2012), portanto doze anos depois da pesquisa de Traw, “[...] reafirmou que a maioria das bibliotecas não possuem políticas de acervo e que apenas uma 4 está em fase de elaboração”.
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Política de Desenvolvimento de Coleções  em Bibliotecas Digitais: relato de experiência

Política de Desenvolvimento de Coleções em Bibliotecas Digitais: relato de experiência

Apresenta o relato de pesquisa que teve como objetivo de analisar Políticas de Desenvolvimento de Coleções em Bibliotecas Digitais de Língua Portuguesa para verificar um padrão ou modelo adotado. A amostra foi composta de dezoito bibliotecas. A pesquisa utilizou uma abordagem metodológica qualitativa, sendo que, a coleta de dados foi realizada por meio de questionário enviado por e-mail. Verificou-se que não é possível identificar um modelo para a política nos sites analisados. Conclui-se que os gestores dessas bibliotecas devem escrever suas políticas de maneira a observar os seguintes itens: se adequar a missão, as metas e objetivos da biblioteca, bem como as necessidades informacionais de seus usuários. Por fim, o estudo sugere um exemplo de uma política para formação e desenvolvimento de coleções em uma Biblioteca Digital, observando os itens acima.
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O contexto do desenvolvimento de coleções em coleções digitais jurídicas

O contexto do desenvolvimento de coleções em coleções digitais jurídicas

Este trabalho analisa o desenvolvimento de coleções em bibliotecas digitais jurídicas do Distrito Federal e busca identificar os elementos potenciais para o estabelecimento de uma política de desenvolvimento de coleções comum nessas unidades de informação. Para isso, discorre sobre o conceito de coleção e sobre o desenvolvimento de coleções, incluindo os processos de estudo da comunidade, política de desenvolvimento de coleções, seleção, aquisição, doações, desbastamento e descarte, avaliação e competências e habilidades do bibliotecário. Em seguida, examina os aspectos específicos do desenvolvimento de coleções em suportes eletrônicos, como a viabilidade técnica, funcionalidade, confiabilidade, suporte do fornecedor, fornecimento, licenciamento, preservação, acessibilidade e usabilidade. No contexto do desenvolvimento da pesquisa, trata sobre a informação jurídica, indicando posteriormente quais são as particularidades do desenvolvimento de coleções jurídicas. Relaciona as informações obtidas por meio de entrevistas com as bibliotecas jurídicas do Distrito Federal com a revisão de literatura. O texto finaliza apresentando o processo de desenvolvimento de coleções em bibliotecas digitais jurídicas a partir da identificação das instituições que possuem essas coleções, da análise de suas trajetórias e do reconhecimento dos pontos convergentes dentre as práticas já adotadas. Além disso, conclui com a indicação de alguns desafios identificados, sugestão de estudos futuros e apresentação de elementos potenciais para a política de desenvolvimento de coleções digitais.
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DILIFRAME: Um Framework para o Desenvolvimento de Bibliotecas Digitais

DILIFRAME: Um Framework para o Desenvolvimento de Bibliotecas Digitais

O registro de metadados será considerado válido se responder de forma afirmativa a todas estas questões e, ainda, aos preceitos de obrigatoriedade de determinados elementos de metadados (determinados na seção 3.3.1). A obtenção de respostas para estas questões é feita através de consultas às entidades persistentes adequadas. As informações sobre o repositório são obtidas a partir do módulo funcional Repository. Ele informa todos os repositórios que foram cadastrados na Dilib através do acesso à lista de repositórios. As informações sobre as coleções podem ser obtidas através do EJB Metadata. As coleções cadastradas na Dilib constam no repositório centralizado de metadados. As diferenças entre um registro de recurso e um registro de coleção estão nos elementos: identifier – na descrição de uma coleção, o valor deste elemento não possui a terceira parte da string – e no relation – este elemento não apresenta valor. Com base nesta última característica, é possível, facilmente, identificar um registro de coleção e, conseqüentemente, validar a coleção informada. Para validar se a coleção refere-se ao repositório informado, basta verificar o valor do elemento identifier. Para assegurar-se que o recurso realmente é acessível através das informações passadas, o módulo Validate tenta fazer a recuperação do recurso através dos componentes constituintes do módulo Retriever. Se a recuperação for bem sucedida o identifier foi considerado válido.
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FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DIGITAIS: UMA BREVE REVISÃO DA LITERATURA

FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DIGITAIS: UMA BREVE REVISÃO DA LITERATURA

Na formação e desenvolvimento de um acervo físico são levadas em consideração essas seis etapas, mas e se o acervo for digital? O que deve ser levado em consideração? Andrade e Araújo (2013, p. 2) destacam que “ o papel das bibliotecas digitais é disponibilizar objetos digitais aos seus usuários, como o objetivo de atender as necessidades informacionais destes, permitindo uma melhor recuperação, acesso e uso da informação”. Antes o bibliotecário teria de planejar um acervo físico, agora as barreiras são outras: como planejar o acervo se ele está em meio digital? Como armazenar esse tipo de informação?
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Uma proposta metodológica para avaliação de bibliotecas digitais: usabilidade e comportamento de busca por informação na Biblioteca Digital da PUC-Minas

Uma proposta metodológica para avaliação de bibliotecas digitais: usabilidade e comportamento de busca por informação na Biblioteca Digital da PUC-Minas

A escolha do método para se avaliar a usabilidade da BDP se deu após a análise de vários tipos de teste. A participação de representantes dos usuários fi nais foi o primeiro ponto que se julgou obrigatório, pois o objetivo proposto é justamente a avaliação de sua interação com a BDP. Como também seria importante entender a causa destes problemas, escolheu-se aplicar o teste de usabilidade em laboratório com a técnica do “pensar em voz alta”. Além disso, foram consultados alguns artigos sobre estudos de usabilidade realizados em bibliotecas digitais de universidades que utilizaram o teste em laboratório com a técnica do “pensar em voz alta”. São eles: Cockrell e Jayne (2002), Battleson, Booth e Weintrop (2001), Dickstein e Mills (2000), Bishop et alii (2000), Veldof, Prasse e Mills (1999) e Payette e Rieger (1998). Estas pesquisas nortearam o desenvolvimento do teste de usabilidade da BDP.
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O desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias na perspectiva dos desafios da pós-modernidade: diretrizes sob o olhar da teoria da complexidade e da análise do domínio

O desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias na perspectiva dos desafios da pós-modernidade: diretrizes sob o olhar da teoria da complexidade e da análise do domínio

usuários da biblioteca, assim, novas tarefas reunindo novas equipes de trabalho foram formadas, as quais provavelmente mudarão novamente no futuro. O trabalho dos bibliotecários do setor de referência e bibliotecários do desenvolvimento de coleção se fundiu, eliminando uma linha organizacional anteriormente rígida entre os dois. As rubricas orçamentárias de aquisição foram racionalizadas e agrupadas em cinco grupos de fundos que representaram áreas disciplinares alargadas, tais como ciências sociais, ciências humanas, etc. Uma equipe de bibliotecários representantes de vários assuntos agora gerencia cada fundo. À medida que os limites entre fundos ficaram difusos, a visão interdisciplinar das coleções ficou favorecida. Nessa nova organização, todos podem ver todos os fundos e, com menos linhas divisórias entre os fundos, as equipes trabalham de maneira colaborativa e interdisciplinar para a alocação dos recursos existentes. Nessa reorganização foi adotado um modelo dinâmico de desenvolvimento de coleções voltado para o ambiente externo, considerando que o uso das coleções sofreu transformação, professores e alunos passaram a ter acesso remoto às obras digitais ou passaram a consultar e solicitar empréstimos dos recursos de suas casas, laboratórios e salas de aula e recebê- los no próximo dia. Nessa visão de organização, ficou acentuada a colaboração e o crescente ethos de flexibilidade e adaptabilidade, possibilitando à biblioteca antecipar-se aos ambientes em transformação, às novas necessidades dos usuários e às flutuações do financiamento, assim, as mudanças e ajustes eficazes ocasionaram uma nova forma para o funcionamento da biblioteca.
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Desenvolvimento de coleções de livros digitais em bibliotecas universitárias: orientações para construção de política para as bibliotecas da UFC

Desenvolvimento de coleções de livros digitais em bibliotecas universitárias: orientações para construção de política para as bibliotecas da UFC

Discorre brevemente acerca do histórico do livro, de seus suportes e finalidades através dos séculos. Aborda o estabelecimento das Tecnologias da Informação e da Comuni-cação e sua influência sobre o livro e a leitura. Trata do livro digital e analisa o seu papel como suporte de escrita e fonte de informação, além dos benefícios para as bibliotecas que o utili-zam. Têm como objetivo geral propor uma política de formação e desenvolvimento de cole-ções de livros digitais para as bibliotecas universitárias. Explora, a partir da literatura, o proces-so de formação e desenvolvimento de coleções digitais e suas especificidades. Investiga os critérios utilizados pelos bibliotecários para a formação e o desenvolvimento do acervo de li-vros digitais da Universidade Federal do Ceará (UFC). Como ferramenta de coleta de dados, utiliza um questionário online semiestruturado aplicado junto aos bibliotecários da universida-de. Como resultados, constata-se que o acervo de livros impressos das bibliotecas da UFC é notadamente maior que o acervo de livros digitais, que as bibliotecas da universidade ainda não possuem um documento específico de orientação para a formação e desenvolvimento de coleções digitais, que os bibliotecários da UFC se preocupam em divulgar as coleções digitais, porém se utilizam pouco de ferramentas de monitoramento de uso e avaliação da satisfação dos usuários. Conclui que a Biblioteca Universitária da UFC necessita de uma política de for-mação e desenvolvimento de acervos digitais que contribua para a manutenção de um acervo atualizado e adequado às necessidades de seus usuários.
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Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônica em bibliotecas universárias

Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônica em bibliotecas universárias

O contexto hodierno caracteriza-se como um panorama de uso contínuo de informação nas mais variadas esferas da sociedade. A informação é usada em diversos contextos sob vários formatos e isso se torna possível com a evolução tecnológica realizada em ritmo acelerado, sobretudo nos últimos dois séculos. Essa evolução trouxe consigo a possibilidade ampliada de acesso à informação, mas por outro lado, impôs desafios circunstanciais no seu tratamento e difusão. Nos diversos tipos de unidades de informação, faz-se necessária a adoção de estratégias para a melhoria do gerenciamento e desenvolvimento das coleções, sobretudo as coleções digitais. De tal modo, o trabalho visa a traçar um panorama ligado às questões relacionadas à comunicação cientifica com a bibliotecas universitárias, com vistas a ampliar o debate sobre o desenvolvimento digital de coleções de periódicos em bibliotecas universitárias, bem como aspectos relacionados à adoção de critérios de seleção e avaliação destes itens de informação. Aborda os casos específicos, como o do Portal Capes e o SciELO como coleções digitais de periódicos sujeitos a estratégias de desenvolvimento das coleções. Aponta opções para a melhoria da gestão da coleção digital em bibliotecas universitárias. A metodologia empregada foi a de pesquisa bibliográfica em uso de fontes eletrônicas e convencionais, bem como análise de critérios utilizados na Avaliação e Coleções para Bibliotecas Universitárias e o Indicadores Qualis pela Condenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Ensino Superior (CAPES).
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Coleções especiais em bibliotecas universitárias: desafios para a nossa geração

Coleções especiais em bibliotecas universitárias: desafios para a nossa geração

Verifica-se, também, que a grande maioria dos repositórios digitais existentes pertence a instituições de Ensino Superior (28 repositórios), entre os quais um respeitante a um Hospital com valências universitárias e um do Ensino Superior Particular/Cooperativo (RAM@IP). Os demais repositórios pertencem a instituições da Administração Local, de que é exemplo o Repositório de Informação do Município de Ponte de Lima (RIMPL), que evoluiu do Arquivo Municipal de Ponte de Lima (Arquivo Digital), e da Administração Central de que é exemplo o Repositório de Objetos Digitais Autênticos (RODA), Arquivo Digital da Direção Geral do Livro (DGLAB), dos Arquivos e das Bibliotecas, entidade que tutela, em Portugal, parte das instituições de memória: os arquivos e as bibliotecas, estando os museus sob a alçada da Direção-Geral do Patrimônio Cultural. Acrescente-se, ainda no âmbito da Administração Central, O Depósito de Teses e Dissertações Digitais da Biblioteca Nacional (DITED), e o Repositório de vídeos educativos da Fundação para a Computação Científica Nacional (EDUCAST). Para além desses, os Repositórios de Recursos Educativos, identificados em trabalhos na pesquisa de 2015, pertencem ao Ministério da Educação (Portal das Escolas), à Fundação Calouste Gulbenkian (Casa das Ciências) e ao INESC-ID (BOA). Desse modo, os estudos do RCAAP identificavam como repositórios digitais existentes (QUADRO 1, na coluna Tipo de Repositório) apenas duas bibliotecas digitais (a Biblioteca Digital do Instituto Politécnico de Bragança e o BDArt Digital Library), 27 repositórios institucionais, 1 (2?) Arquivo(s) Digital(is) (o RODA e, eventualmente, o Repositório digital de fontes de Português como Língua Estrangeira). Os trabalhos acerca de Repositórios digitais de recursos educativos (repositórios temáticos) não se centram num só repositório, sendo apresentados três exemplos de repositórios com estas funções, acrescendo outros dois repositórios temáticos. Por último, destaque-se um projeto de repositório do setor empresarial privado, o Repositório Digital seguro da Multicert, incluído nos Repositórios institucionais.
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Agrupamento de faces em coleções de fotografias digitais.

Agrupamento de faces em coleções de fotografias digitais.

Os resultados numéricos obtidos da abordagem Histograma para as sete métricas de avaliação de agrupamento são sumarizados na Tabela C.2.. Tabela C.2 - Resultados numéricos da abordagem [r]

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LIVROS DIGITAIS EM BIBLIOTECAS

LIVROS DIGITAIS EM BIBLIOTECAS

país. Evidentemente as bibliotecas brasileiras devem incluir os livros digitais em seus acervos. Apesar de ainda existirem poucos títulos em português e baixa oferta de fornecedores, a demanda de usuários é identificada. As bibliotecas brasileiras, certamente, utilizarão as experiências internacionais como um parâmetro, porém ajustes à cultura local deverão ser identificados e empregados. Atualmente são oferecidas no país apenas as modalidades de Aquisição perpétua e Assinatura. A possibilidade de realização de licenciamentos transitórios é nova ao bibliotecário brasileiro, assim como o próprio livro digital. As formas de contratação, com a seleção e aquisição de um item sendo definidos por usuários e ocorrendo de forma automática a partir de uma quantidade de acessos realizados são completamente novos às bibliotecas do Brasil e, em decorrência da necessidade de processos licitatórios, não se mostram como uma opção aplicável à área pública.
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Acesso e compreensão de conteúdos em português por estrangeiros em bibliotecas digitais científicas : uma proposta metodológica e sua implementação

Acesso e compreensão de conteúdos em português por estrangeiros em bibliotecas digitais científicas : uma proposta metodológica e sua implementação

Nesse mesmo tópico, merecem ainda destaque as pesquisas de POTET (2009) cujo foco se concentra na otimização do texto traduzido a partir da uma “escolha ótima” das sentenças traduzidas por diversos motores de tradução. O artigo “Méta-moteur de traduction automatique: proposition d´une métrique pour le classement de traduction” descreve em detalhe o procedimento e os critérios utilizados no software de seleção das sentenças para compor o texto alvo otimizado. No entanto, apesar dos avanços recentes, restam ainda diversos problemas a serem resolvidos no campo da TA, como constatam diversos autores. Na citada publicação do NILC, considera-se que “(…) restam importantes questões de cunho lingüístico a resolver (semântico e pragmático-discursivo, principalmente), tais como ambigüidades, referências anafóricas, etc. Como consequência, o desenvolvimento de sistemas completamente automatizados, que consideram questões linguísticas e extralinguísticas de forma profunda, principalmente em domínios abertos ou línguas naturais irrestritas, após mais de 50 anos de pesquisa, ainda é um desafio para a área de TA.” 11
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Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias: a realidade da Biblioteca Mário Henrique Simonsen - FGV

Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias: a realidade da Biblioteca Mário Henrique Simonsen - FGV

As doações oferecidas à BMHS são avaliadas pelo SRC e posteriormente encaminhas ao SDC. Neste tipo de doação é recomendável que o site da biblioteca seja consultado, assim terá ciência dos requisitos para recebimento de doações. Dentro da aba que consta, inclusive, a Política de Desenvolvimento de Coleções, está disponível aos usuários um documento intitulado: “REQUISITOS PARA RECEBIMENTO DE DOAÇÕES (FGV-SB/BMHS)”. Neste registro constam os critérios de doação, setor responsável pela seleção, solicitação de listagem prévia em caso de número representativo de doações e destino de material não selecionado pela FGV.
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Desenvolvimento e utilização de ontologias em bibliotecas digitais: uma proposta de aplicação

Desenvolvimento e utilização de ontologias em bibliotecas digitais: uma proposta de aplicação

O capítulo 4 contextualiza a aplicação de ontologias em bibliotecas digitais, a partir da sistematização de um método para o desenvolvimento de ontologias no âmbito da área de Cência[r]

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Conspectus : um método para o gerenciamento de coleções em bibliotecas

Conspectus : um método para o gerenciamento de coleções em bibliotecas

As coleções nesse nível devem conter as principais fontes necessárias para o desenvolvimento de programas de doutorado e pesquisa independente. Deve incluir uma coleção muito extensa de monografias e obras de referência gerais e especializadas, uma coleção extensa de periódicos gerais e especializados, coleções extensas de materiais apropriados em outros idiomas além da língua predominante do país ou da coleção, e uma coleção extensa de trabalhos de autores muito e pouco conhecidos. Os acessos aos recursos eletrônicos devem ser definidos para uma extensa coleção, desde os recursos de propriedade da unidade de informação quanto os de acesso remoto, incluindo ferramentas bibliográficas, textos, bancos de dados, periódicos etc. O material antigo deve ser mantido no acervo, preservado e conservado, sistematicamente, para atender às necessidades de pesquisa histórica.
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de coleções em Bibliotecas Unisitárias: o caso dos repositórios

de coleções em Bibliotecas Unisitárias: o caso dos repositórios

Este item foi elaborado com a intenção de contribuir um pouco com a função dos gestores de bibliotecas universitárias, profissionais da informação, bibliotecários que atuam na elaboração de políticas de gestão da informação. Mais uma vez as tecnologias de informação e comunicação (TIC) surgem para solucionar questões que até então estavam buscando ser solucionadas. Neste caso o progresso da divulgação científica, que por motivos já citados neste trabalho, estavam sob a ameaça de se tornarem cada vez mais restritos a quem realmente deveria ter acesso livre: os pesquisadores, a comunidade acadêmica e a sociedade, para esta última como forma de estabelecer uma comunicação com o que está sendo pesquisado pela comunidade científica.
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FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO Política de Desenvolvimento de Coleções das Bibliotecas

FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO Política de Desenvolvimento de Coleções das Bibliotecas

A avaliação sistemática da coleção deve ser entendida como o processo utilizado para se determinar o valor e a adequação da coleção, em função dos objetivos das Bibliotecas e da própria FESPSP, possibilitando traçar diretrizes quanto à aquisição, à acessibilidade e ao descarte.

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Bibliotecas digitais

Bibliotecas digitais

As bibliotecas, nos dias de hoje, comportam uma grande variedade de documentações, livros, revistas e bibliografias, exigindo cada vez mais a necessidade de espaço físico. O armazenamento deste volume intenso de material tem-se tornado um problema para as bibliotecas. O objetivo deste trabalho foi construir um sistema encarregado de armazenar as monografias dos cursos de Sistemas de Informação e Ciências da Computação da Universidade do Sul de Santa Catarina. Também objetivou fornecer recursos como o cadastramento de arquivos das monografias (com os seus respectivos autores e membros da banca avaliadora) e a busca das mesmas por palavras-chave. Existiu a necessidade da implementação deste trabalho, na medida em que proliferou o surgimento de inúmeras publicações anuais de projetos e, como conseqüência, passou a faltar espaço físico para o armazenamento desses trabalhos, na biblioteca da Universidade. A disponibilidade de recursos da Biblioteca Digital trará vantagens significativas para as pessoas que procuram conhecimentos na área relacionada. O desenvolvimento da interface da Biblioteca Digital, similar ao portal da UNISUL, manterá a familiaridade e a usabilidade na navegação do sistema. Proporcionará a busca simplificada dos trabalhos publicados no ambiente digital, facilitando a localização dos mesmos. O uso de um computador de alta performance, configurado com ferramentas baseadas em software livre, como o MySQL, o PHP, o Apache e o DBDesign, possibilitará a publicação ilimitada de trabalhos de conclusão de curso. Será reduzida a necessidade de espaço físico e serão minimizados os altos investimentos relacionados com a infra-estrutura, proporcionando uma melhor relação de custo-benefício. Além disso, a aplicação deste projeto permitirá acessos simultâneos ao sistema da Biblioteca Digital.
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POLITICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

POLITICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

A Coleção deverá ser avaliada periodicamente, detectando lacunas, possibilidades de substituição, duplicações, obsolescência, etc., com a finalidade de manter a mesma atualizada e equilibrada de acordo com as necessidades da comunidade que atende. Recomenda-se a avaliação anual de parcelas do acervo e, de forma global, a cada cinco anos. Dentre as várias atividades da biblioteca, uma das mais importantes é a avaliação da coleção. Através do confronto entre o solicitado e o existente desenvolve- se a formação e manutenção de um acervo atualizado, completo e adequado às necessidades de seus usuários, o que faz com que a avaliação seja elemento essencial para o desenvolvimento da coleção.
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