Top PDF Desenvolvimento pós-seminal de espécies de Poaceae (Poales).

Desenvolvimento pós-seminal de espécies de Poaceae (Poales).

Desenvolvimento pós-seminal de espécies de Poaceae (Poales).

RESUMO – (Desenvolvimento pós-seminal de espécies de Poaceae (Poales)). O presente estudo objetivou verificar a existência de um padrão do desenvolvimento pós-seminal em Poaceae. Para tanto, foram estudadas as seguintes espécies: Olyra humilis Nees (Bambusoideae); Axonopus aureus P. Beauv. e Paspalum polyphyllum Nees ex Trin. (Panicoideae); Chloris elata Nees e Eragrostis solida Desv. (Chloridoideae). Procurou-se também comparar as estruturas da plântula de Poaceae com as demais monocotiledôneas. As espécies estudadas são plantas perenes, rizomatosas, cespitosas e apresentam cariopses de tamanhos diferentes. Apresentam sementes albuminosas; embrião lateral, diferenciado, com raiz endógena (adventícia); cotilédone dividido em hiperfilo (escutelo), bainha reduzida e hipofilo (coleóptilo); coleorriza (raiz primária reduzida) e mesocótilo (eixo localizado entre o escutelo e coleóptilo). A presença de epiblasto (folha embrionária) foi observada em Olyra humilis, Chloris elata e Eragrostis solida. O desenvolvimento pós-seminal é semelhante nas espécies estudadas e forma um padrão em Poaceae. Primeiramente, observa-se a emissão da coleorriza, que cresce no sentido geotrópico positivo, seguida do coleóptilo e plúmula que crescem em sentido contrário, a partir do desenvolvimento do mesocótilo. As primeiras folhas são semelhantes às folhas definitivas (metafilos) das espécies, exceto em Olyra humilis, que são modificadas em catafilos e podem ser interpretadas como caráter basal em Bambusoideae. Raiz primária reduzida (coleorriza) e hipofilo modificado em coleóptilo são considerados caracteres derivados em Poaceae, quando comparados com as demais monocotiledôneas.
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Embriologia e desenvolvimento pós-seminal de espécies de Poaceae (Poales)

Embriologia e desenvolvimento pós-seminal de espécies de Poaceae (Poales)

RESUMO - (Desenvolvimento do óvulo, fruto e semente de espécies de Poaceae (Poales)). Olyra humilis, Sucrea monophylla (Bambusoideae); Axonopus aureus, Paspalum polyphyllum (Panicoideae); Chloris elata e Eragrostis solida (Chloridoideae) foram selecionados para o estudo do desenvolvimento de óvulo e semente visando à caracterização embriológica dessas subfamílias de Poaceae. As espécies estudadas e demais Poaceae apresentam óvulo bitegumentado; micrópila formada pelo tegumento interno; saco embrionário tipo Polygonum; endosperma nuclear e amiláceo; embrião lateral e desenvolvido. Nessas espécies, destacam-se diferenças como: óvulo hemianátropo e pseudocrassinucelado nas espécies representantes de Bambusoideae e Panicoideae, e campilótropo e tenuinucelado, nas de Chloridoideae; tegumento externo restrito à base do óvulo em Bambusoideae, estendendo até um terço do nucelo em Panicoideae, e alongado até próximo à região micropilar, em Chloridoideae. O. humilis e S. monophylla (Bambusoideae) apresentam maior desenvolvimento do nucelo, que resulta em óvulos de maior tamanho do que nas demais espécies estudadas. Cada subfamília estudada apresenta uma variação no tipo de cariopse desenvolvida. Nas espécies de Bambusoideae o fruto apresenta endocarpo fenólico, semente ategumentada e perisperma; nas de Panicoideae, o exocarpo é persistente e apresenta camadas de mesocarpo e tégmen comprimidos; Chloridoideae têm exocarpo livre e persistente, e endotégmen fenólico. Esses caracteres são considerados diagnósticos para as subfamílias de Poaceae estudadas.
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Desenvolvimento de óvulo, fruto e semente de espécies de Poaceae (Poales)

Desenvolvimento de óvulo, fruto e semente de espécies de Poaceae (Poales)

RESUMO – (Desenvolvimento do óvulo, fruto e semente de espécies de Poaceae (Poales)). O desenvolvimento de óvulo, fruto e semente de Olyra humilis Nees e Sucrea monophylla Soderstr. (Bambusoideae), Axonopus aureus P. Beauv. e Paspalum polyphyllum Nees ex Trin. (Panicoideae), Chloris elata Desv. e Eragrostis solida Nees (Chloridoideae) foram estudados visando à caracterização embriológica dessas subfamílias de Poaceae. As espécies apresentam óvulo bitegumentado, micrópila formada pelo tegumento interno, megagametófito tipo Polygonum, endosperma nuclear e amiláceo, embrião lateral e desenvolvido, caracteres comuns às demais espécies de Poaceae já estudadas. Destacam-se diferenças como: óvulo hemianátropo e pseudocrassinucelado nas espécies de Bambusoideae e Panicoideae, campilótropo e tenuinucelado, nas de Chloridoideae; tegumento externo restrito à base do óvulo em Bambusoideae, até um terço do nucelo em Panicoideae e próximo à região micropilar em Chloridoideae. O. humilis e S. monophylla (Bambusoideae) apresentam maior desenvolvimento do nucelo do que as demais espécies. A variação no tipo de cariopse separa as subfamílias de Poaceae estudadas, pois Bambusoideae apresenta endocarpo fenólico e semente ategumentada; Panicoideae apresenta pericarpo comprimido e adnato ao tégmen; e Chloridoideae apresenta exocarpo livre e endotégmen fenólico. Esses caracteres são diagnósticos para as subfamílias de Poaceae estudadas.
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Redescoberta de espécies presumivelmente extintas de Poaceae da Flora de São Paulo, Brasil.

Redescoberta de espécies presumivelmente extintas de Poaceae da Flora de São Paulo, Brasil.

Com base nos dados disponíveis sobre as Poaceae de São Paulo, uma equipe de pesquisadores brasileiros, usando sua reconhecida expertise na área e adotando critérios bem fundamentados, publicou o “Livro Vermelho das Espécies Vegetais Ameaçadas do Estado de São Paulo” (Mamede et al. 2007). Neste trabalho, são listadas 100 espécies de Poaceae ameaçadas, nas seguintes categorias: EX = Presumivelmente extinta (43 spp.), EN = Em perigo (16 spp.), VU = Vulnerável (41 spp.)

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Morfologia de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae.

Morfologia de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae.

RESUMO – (Morfologia de sementes e do desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae). O estudo teve como objetivos caracterizar as sementes, fornecendo informações sobre o tipo e o tempo médio de germinação e de formação de plântulas, além de descrever a morfologia do desenvolvimento pós-seminal de seis espécies de Bromeliaceae. Os resultados mostram germinação do tipo epígea e plântulas criptocotiledonares para todas as espécies. As porcentagens máximas de germinação obtidas, acima de 80%, indicam alta qualidade fisiológica das sementes. O tempo médio de germinação e de formação de plântulas foi de 4-15 e 8-18 dias, respectivamente. As sementes são filiformes a elípticas, lisas ou com apêndices plumosos. Os caracteres morfológicos mais relevantes para a diferenciação entre gêneros e subfamílias de Bromeliaceae referem-se à forma e ao tipo de apêndices das sementes, e na forma e tamanho da bainha cotiledonar, hipocótilo e raiz primária das plântulas, subsidiando estudos taxonômicos, ecológicos e na área de tecnologia de sementes.
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Citogenética e morfologia de espécies de Mesosetum Steud. (Poaceae, Paspaleae)

Citogenética e morfologia de espécies de Mesosetum Steud. (Poaceae, Paspaleae)

17 Tabela 2: Vouchers utilizados na descrição morfológica, local de coleta, coordenadas, herbários, número de tombo e coletor de espécies de Mesosetum. André Rodolfo de Oliveira Ribeiro- AROR; Anádria Stéphanie da Silva- ASS; Carlos Romero Martins- CRM; Cristhopher William Fagg- CWF; G. Addison- GA; G. A. Black- GAB; Gabriel Hugo Rua- GHR; Marisa Graciela Bonasora- MGB; Mayco Werllen dos Santos Sousa- MWSS; Priscila Alves dos Reis- PAR; Regina Célia de Oliveira- RCO; Roberta G. Chacon- RGC; Ronald Liesner- RL; R.L. Froes- RLF; Vandelio Cesar Mendes- VCM e Willian R. Anderson- WRA.
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Cultura de tecidos e transformação genética de espécies da família Poaceae

Cultura de tecidos e transformação genética de espécies da família Poaceae

Brachiaria is a forage grass belonging to the Poaceae family that reproduces by seeds sexually and asexually through apomixis. Apomixis presents biological and biotechnological interests with the possibility of transferring the capability of cloning through seeds to other species. B. brizantha cv. Marandu and B. decumbens cv. Basilisk are polyploid reproducing by apomixis, while sexual plants are diploid, greatly hindering genetic improvement due to sexual cross incompatibilities. Genetic transformation is a strategy that has been incorporated into genetic breeding programs. Apomictic plants may be cloned through seeds to maintain the stability of plants obtained by genetic transformation. For genetic transformation it is necessary to develop an efficient method of in vitro regeneration. B. brizantha is considered recalcitrant to in vitro methods, thus efficient methods associated with genetic transformation have not been described in the literature. Rice (Oryza sativa) is a Poaceae model species for studies of reverse genetics; however, tropical cultivars of the Japonica group are recalcitrant to genetic transformation, such as the Primavera cultivar. Biolistic is the direct genetic transformation method most widely used, and has been applied to monocot species, since these are not natural hosts of Agrobacterium tumefaciens. However, several factors have been tested aiming to promote interaction and gene transfer during coculture for obtaining transgenics in several monocots species. This study aimed to obtain in vitro regeneration and genetic transformation systems for B. brizantha and O. sativa. For B. brizantha the results show the development of systems for micropropagation, organogenesis, embryogenic units and embryogenic cell suspensions, and for O. sativa cv. Primavera embryogenic units were obtained, which was morpho-anatomically characterized and in vitro induction, proliferation and regeneration conditions were established. Methods for transient and stable gene expression have been obtained for B. brizantha via biolistic and Agrobacterium tumefaciens. The transgenic characteristics the embryogenic callus and plants regenerated was confirmed by histochemical and molecular methods such as PCR and Southern blot. The regeneration and transformation systems showed to be effective and will contribute to apomixis studies and introduction of genes of interest in B. brizantha.
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Aspectos morfo-anatômicos de três espécies de Drosera, durante o desenvolvimento pós-seminal.

Aspectos morfo-anatômicos de três espécies de Drosera, durante o desenvolvimento pós-seminal.

Nas folhas (de plântulas, plantas jovens e adultas) e cotilédones das espécies estudadas observam-se, ainda, tricomas tectores e glandulares de diferentes tipos (Fig.. El[r]

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Anatomia e desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae (Poales) da Amazônia - MT

Anatomia e desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae (Poales) da Amazônia - MT

Roots, leaves, scapes and seeds of Aechmea bromeliifolia, Aechmea castelnavii, Aechmea mertensii (Bromelioideae); Dyckia duckei, Dyckia paraensis, Dyckia racemosa (Pitcairnioideae); [r]

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Substrato, temperatura de germinação e desenvolvimento pós-seminal de sementes de Dalbergia nigra.

Substrato, temperatura de germinação e desenvolvimento pós-seminal de sementes de Dalbergia nigra.

abertura de clareiras que estimulam a germinação de espécies pioneiras. Em alguns casos, a alternância de temperaturas aumentou consideravelmente a germina- ção em determinadas espécies, como o verificado em sementes de Syzygium aromaticum (Maeda et al., 1991) e Torresia acreana (Albrecht et al., 1986). Todavia, a alternância de temperaturas pode inibir parcialmente o desenvolvimento da germinação conforme Carneiro & Pires (1983) em sementes de Ricinus communis, e Andrade & Pereira (1994) de Cedrela odorata. Neste trabalho, os resultados demonstraram que as sementes de Dalbergia nigra não possuem exigência de alternância de temperatura, para acelerar ou iniciar o processo germinativo, uma vez que tanto temperaturas constantes quanto alternadas apresentaram valores ele- vados de germinação e de velocidade de emergência de plântulas. Tais resultados demonstraram que suas se-
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OCORRÊNCIA DE PLANTAS NÃO NATIVAS E EXÓTICAS EM ÁREAS RESTAURADAS DE CAMPOS RUPESTRES.

OCORRÊNCIA DE PLANTAS NÃO NATIVAS E EXÓTICAS EM ÁREAS RESTAURADAS DE CAMPOS RUPESTRES.

de plantas nativas introduzidas no processo de restauração (principalmente: Baccharis dracunculifolia, B. platypoda, Collaea cipoensis, Coccoloba cereifera, Chamaecrista semaphora, Calliandra fasciculata , C. dysantha, Actinocephalus bongardii, Diplusoson hirsutus, Diplusodon orbicularis, Comolia sertularia, Jacaranda caroba, Mimosa foliolosa, Mimosa bombycina, Mimosa maguirey, Eremanthus erythropappus, Tibouchina grandulosa, Tibouchina candolleana, Tibouchina heteromala, Cecropia pachystachya, Marcetia taxifolia, Lavoisiera campos-portoana, L. francavilana, Dalbergia miscolobium, Kielmeyera regalis, K. petiolaris e Stryphnodendron adstringens). As famílias com maior riqueza de espécies foram Poaceae (34 spp.), Fabaceae (21 spp.) e Asteraceae (11 spp.), que, juntas (66 spp.), representaram cerca de 85% de todas as espécies encontradas (79 spp.). As espécies listadas foram reconhecidas na literatura como de origem exótica (6 espécies), invasoras (16 espécies), daninhas (7 espécies) e ruderais (10 espécies) (Tabela 1). Dessa forma, foram listadas 39 espécies de plantas com potencial invasor nas áreas restauradas, enquanto nenhum relato foi encontrado para cinco espé- cies. Diante disso, 50% ou mais das espécies encontradas neste estudo colonizando as áreas restauradas (79 spp.) oferecem algum perigo ao projeto de restauração ambiental e/ou ao campo rupestre. Em relação ao intenso inventário realizado por Giuliette et al. (1987), 49 das 79 espécies não haviam sido reportadas previamente, ou seja, 62% são registros de nova ocorrência nos últimos 25 anos apenas numa área de 3.600 m 2 .
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Pastagens Comunitárias do Distrito de Xai Xai: Análise da Composição Botânica

Pastagens Comunitárias do Distrito de Xai Xai: Análise da Composição Botânica

totalizando 140 quadrículas de amostra, onde se fez o levantamento das espécies vegetais. As frequências das espécies foram analisadas usando-se software Microsoft Excel. Os resultados mostram que ocorreram com maior frequência e abundância o Panicum maximum (14,52 %), Cynodon dactylon e Pycreus subtrigonus (9,29 %) da família Poaceae; ainda, 20% a 30% das espécies foram consideradas altamente desejáveis e desejáveis. O estudo concluiu que o pasto é desejável para o consumo pelo gado bovino.

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LEVANTAMENTO DE ESPÉCIES INVASORAS NAS PRAÇAS DE GARÇA – SP – MAGNOLIOPSIDA E LILIOPSIDAAndr Aparecido de Souza; Rodrigo de Souza Poletto

LEVANTAMENTO DE ESPÉCIES INVASORAS NAS PRAÇAS DE GARÇA – SP – MAGNOLIOPSIDA E LILIOPSIDAAndr Aparecido de Souza; Rodrigo de Souza Poletto

The present work had as objective the survey of the existing invading species in the squares of the city of Garça, state of São Paulo. For direct comments of the plants had been in such a way made, collect and identification of the units, according to system of classification of CRONQUIST (1982). The readings had been weekly, for a period of four months, 2005 spring-summer, until they did not appear new species. The results had demonstrated that the squares possess a good diversity of plants, totalizing to 54 species, distributed in 20 families, being Asteraceae the family better represented with 15 species, followed of the Poaceae with 14 species. The species with bigger evidence had been Chamaesyce prostrata, Cyperus meyenianus, Cyperus rotundus, Desmodium barbatum, Emilia sonchifolia, Oxalis cordiculata, Oxalis latifolia, Paspalum notatum, Phyllanthus tenellus, Setaria geniculat and the Synedullopsis grisebachis, amongst them
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O gênero Aulonemia Goudot ( Poaceae: Bambusoideae: Bambuseae) no Brasil

O gênero Aulonemia Goudot ( Poaceae: Bambusoideae: Bambuseae) no Brasil

Esta tese é composta por três capítulos distintos, os quais serão submetidos para publicação separadamente. O Capítulo 1 é um tratado taxonômico para o gênero Aulonemia no Brasil, incluindo chaves de identificação, descrições morfológicas detalhadas, dados de distribuição geográfica, ecologia e conservação das espécies ocorrentes no Brasil. Este capítulo conta com a inestimável colaboração do Dr. Emmet Judziewicz, que disponibilizou as condições necessárias para o estudo dos materiais tipo e herbários norte americanos. O Capítulo 2, desenvolvido no laboratório de Anatomia Vegetal da UFMG, consiste em um estudo da anatomia foliar das espécies ocorrentes no Brasil, com ênfase no uso desses caracteres para a taxonomia do grupo. E, finalmente, o Capítulo 3 é a apresentação de um novo gênero da subtribo Arthrostylidiinae e conta com a colaboração dos pesquisadores Dra. Lynn Clark e Christopher D. Tyrrell, da Iowa State University, EUA, que compartilharam as informações filogenéticas que, juntamente com caracteres morfológicos, justificam a criação do novo gênero.
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AVALIAÇÃO DE ÍNDICES FITOSSOCIOLÓGICOS DE PLANTAS DANINHAS EM SOLOS COM TRÊS DIFERENTES TEXTURAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

AVALIAÇÃO DE ÍNDICES FITOSSOCIOLÓGICOS DE PLANTAS DANINHAS EM SOLOS COM TRÊS DIFERENTES TEXTURAS NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

Este trabalho analisou parâmetros fitossociológicos das comunidades de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar, comparando três áreas de cana planta com solos de textura muito argilosa, argilosa e média. Os levantamentos foram feitos de 30 a 45 dias após o plantio. Avaliaram-se as frequências, densidades e dominâncias, absolutas e relativas, e os índices de valor de importância (IVI) e importância relativa (IR). Foram identificadas 10 espécies de plantas daninhas, distribuídas em 10 gêneros e em 7 famílias. A família mais representativa foi Poaceae, seguida por Fabaceae, Convolvulaceae, Malvaceae, Euphorbiaceae, Portulacaceae e Cyperaceae. A espécie Cyperus rotundus apresentou o maior índice de valor de importância no levantamento do solo de textura muito argilosa. No solo de textura argilosa o maior IVI foi da espécie Ricinus communis. Já no solo de textura média o maior IVI foi atingido pela espécie Merremia cissoides. A importância relativa teve a
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Caracterização morfológica do fruto, da semente e desenvolvimento pós-seminal do abacateiro

Caracterização morfológica do fruto, da semente e desenvolvimento pós-seminal do abacateiro

Segundo Oliveira & Pereira (1984), o estudo da morfologia de frutos e sementes é necessário devido à importância dessas estruturas na identiicação botânica, principalmente nos locais onde se recebem apenas frutos e sementes para as análises de rotina. Parra (1984) considera de grande importância o conhecimento dos estádios precoces do ciclo de vida das espécies, em diferentes ramos da biologia. Em estudos ecológicos, por exemplo, as plântulas constituem o potencial de perpetuação das espécies, representando um período crítico do seu ciclo de vida. No campo taxonômico, as plântulas oferecem boas características morfológicas, que permitem fazer determinações precoces e seguras das mesmas.
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Germinação e desenvolvimento pós-seminal de Tibouchina moricandiana (DC) Baill. (Melastomataceae).

Germinação e desenvolvimento pós-seminal de Tibouchina moricandiana (DC) Baill. (Melastomataceae).

Para muitas espécies, se fornecidas as condições ideais de luz e umidade, a temperatura predomi- nante do solo determina tanto a fração de sementes germinadas de uma amostra, como a s[r]

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Germinação de sementes de jenipapo: temperatura, substrato e morfologia do desenvolvimento pós-seminal.

Germinação de sementes de jenipapo: temperatura, substrato e morfologia do desenvolvimento pós-seminal.

Nos estudos relacionados à metodologia de ger- minação de espécies florestais, Oliveira et al. (1989) recomendaram o uso de temperaturas alternadas, já que essas simulariam o ambiente natural de flores- tas, onde as flutuações de temperaturas ocorrem, principalmente, pela abertura de clareiras, que esti- mula a germinação de espécies pioneiras. Em alguns casos, a alternância de temperaturas aumentou con- sideravelmente a germinação, como o verificado em sementes de Syzygium aromaticum (Maeda et al., 1991) e Torresia acreana (Albrecht et al., 1986). To- davia, a alternância de temperaturas pode inibir par- cialmente o desenvolvimento da germinação, como encontrado por Carneiro & Pires (1983) em sementes de Ricinus comunis e por Andrade & Pereira (1994) em sementes de Cedrela odorata, à semelhança dos resultados obtidos com as sementes de Genipa ame- ricana.
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Caracterização botânica e fitossociologia de uma área de cerrado, no Maranhão, sob pastejo por bovinos

Caracterização botânica e fitossociologia de uma área de cerrado, no Maranhão, sob pastejo por bovinos

As espécies vegetais selecionadas por bovinos na área de estudo, identificadas através da observação direta (visual) totalizaram 53 espécies, sendo 20 pertencentes a família Poaceae, 10 [r]

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Plantas daninhas em ilhas de vegetação em processo de regeneração natural.

Plantas daninhas em ilhas de vegetação em processo de regeneração natural.

Em trabalhos realizados nos Estados de Sergipe e Bahia, as famílias com maior nú- mero de espécies foram Poaceae e Asteraceae (Conceição & Giulietti, 2002; Ribeiro et al., 2007). Em afloramentos do Estado de São Paulo, Fabaceae, Asteraceae e Poaceae foram as famílias com maior representatividade (Oliveira & Godoy, 2007). No entanto, os estudos supracitados foram realizados em ilhas de vegetação com espécies nativas, ao contrário do inselberg do Moxuara, em que a maioria das espécies das famílias Poaceae e Asteracea registradas são plantas daninhas invasoras (Lorenzi, 2000). Essa semelhança na ocor- rência de famílias está relacionada à facilidade de alguns grupos vegetais na colonização desses ambientes rigorosos, sujeitos a elevado grau de insolação, também conhecidos como “ilhas xéricas” (Gröger & Barthlott, 1996).
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