Top PDF Determinação geoestatística do índice de sustentabilidade ambiental

Determinação geoestatística do índice de sustentabilidade ambiental

Determinação geoestatística do índice de sustentabilidade ambiental

altamente degradados. Diante disso, visando atingir o desenvolvimento sustentável, são construídos diversos índices e indicadores para determinar o nível de sustentabilidade ambiental. Portanto, o presente estudo teve como objetivo determinar o índice de sustentabilidade ambiental de bacias hidrográficas por intermédio de analise geoestatística através da ferramenta de geoprocessamento e sensoriamento remoto. A área de aplicação, escolhida para determinar o índice de sustentabilidade ambiental foi a bacia hidrográfica do rio Goioerê e para isso foram definidos três fatores: o fator que caracteriza o uso e ocupação da terra (fator uso do solo), a situação morfométrica do terreno (fator fragilidade potencial) e as condições socioeconômicas da população (fator de desenvolvimento humano), fatores estes que são recomendados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (ODCE) que refletem o modelo de avaliação Pressão – Estado – Impacto. O resultado obtido através do índice de sustentabilidade ambiental foi expresso na forma numérica variam entre zero e um, no qual, quanto mais próximo de um for o valor obtido, maior é a sustentabilidade ambiental. Ao analisar a bacia hidrográfica do rio Goioerê, no fator de uso do solo, constatou que cerca de 80,72% da bacia apresentavam áreas agrícolas. Em relação ao fator fragilidade a bacia apresentou mais de 90% de baixos índices de rugosidade, o que reflete em um bom índice de fragilidade potencial, evidenciando baixo potencial erosivo ao longo da bacia. Já para o fator de desenvolvimento humano, que constituiu dados de educação, saneamento, longevidade e renda, cerca de 97,47% da bacia está na faixa de baixo e muito baixo desenvolvimento humano quando analisadas com as cinco faixas recomendo pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2013). O cruzamento deste três fatores resultou no índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio Goioerê, apontando que aproximadamente 87% desta, possui um alto índice de sustentabilidade ambiental.
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Índice de sustentabilidade ambiental na produção leiteira

Índice de sustentabilidade ambiental na produção leiteira

O objetivo com este estudo foi identificar o índice de sustentabilidade ambiental da atividade de produção leiteira em uma propriedade rural do Oeste de Santa Catarina. Para tanto, utilizou- se o procedimento metodológico de um estudo de caso descritivo, com abordagem de cunho qualitativo. Os resultados da pesquisa evidenciam que entre os nove parâmetros do constructo utilizado, em oito deles a entidade rural pesquisada atende em 100% aos critérios estabelecidos. A exceção ocorreu quanto aos indicadores de destinação dos dejetos (armazenagem e destinação) e à diversidade de coberturas, em que não houve o atendimento das medidas. De forma geral, dos 100 pontos possíveis pelo modelo utilizado, a entidade rural atingiu 91% dos critérios estabelecidos pela análise. Observou-se a necessidade de adequações no tratamento e destino final dos dejetos gerados pela produção leiteira, visando garantir, no longo prazo, melhorias para o meio ambiente. De modo geral, destaca-se a importância do controle e acompanhamento das práticas ambientais relacionadas à exploração econômica, visando à minimização do dano ambiental causado pela bovinocultura leiteira, permitindo que a atividade seja economicamente viável e ambientalmente correta.
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Sustentabilidade Ambiental como Nova Dimensão do Índice de Desenvolvimento Humano dos Países

Sustentabilidade Ambiental como Nova Dimensão do Índice de Desenvolvimento Humano dos Países

O conceito de desenvolvimento sustentável necessita de constantes aprimo- ramentos por causa de sua característica intrínseca de versatilidade, em que várias dimensões compartilham o mesmo grau de importância, em especial quando o meio ambiente, entendido em sua acepção ecológica e humana, é considerado elemento integrante do sistema do qual o homem faz parte. O Índice de Desenvolvimento Humano, apesar de amplamente conhecido e muito utilizado como parâmetro de comparação, ainda não tem em suas variáveis uma dimensão que reflita melhor as questões ambientais que fazem parte do cotidiano do debate político. Quando foi criado, o IDH tinha como um de seus propósitos provar que crescimento econômico não bastava. Era necessário que, de alguma forma, a população sentisse as melhorias advindas do aumento da renda, ou seja, o IDH é um dos pilares de sus- tentação da diferença entre crescimento e desenvolvimento econômico. Tentativas de se encontrar um índice que reflita as questões ambientais estão sendo feitas, como é o caso da publicação do Índice de Sustentabilidade Ambiental (ISA).
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Aspectos metodológicos do índice de sustentabilidade ambiental do uso da água. - Portal Embrapa

Aspectos metodológicos do índice de sustentabilidade ambiental do uso da água. - Portal Embrapa

A proposta metodológica do Índice de Sustentabilidade Ambiental do Uso da Água, aqui descrita, trata de uma nova visão sobre gestão dos recursos hídricos, com foco em dois tópicos principais. O primeiro sugere a incorporação do conceito de gestão ambiental, amparado pela norma ISO 14.001, no processo de gestão dos recursos hídricos. O segundo desloca o foco, hoje preponderante, da utilização quantitativa e qualitativa da água de usos múltiplos, para uma dimensão de sustentabilidade ambiental do recurso por bacia, sub-bacia ou microbacia hidrográfica, criando-se instrumentos de mensuração, tais como indicadores de sustentabilidade ambiental dos municípios situados na região avaliada.
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Mensurando a sustentabilidade ambiental: uma proposta de índice para o Mato Grosso do Sul.

Mensurando a sustentabilidade ambiental: uma proposta de índice para o Mato Grosso do Sul.

O Environmental Sustainability Index (Índice de Sustentabilidade Ambiental) é o predecessor do EPI, tendo o mesmo objetivo, sendo, entretanto, um índice menos abran- gente em suas dimensões analíticas. Ressalta- se que este índice abrangeu 146 países em sua última edição (2005). Os autores afi rmam não ser possível fazer comparações com a edição anterior (2002), pois a metodologia foi altera- da, sendo este outro ponto que colaborou para tornar mais oportuna a criação de um novo índice (o EPI). Todavia é importante a análise deste índice, que denota o que era considera- do importante no início do século XXI.
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Análise multicritério como apoio à elaboração de índice de sustentabilidade ambiental no município de Araras, SP.

Análise multicritério como apoio à elaboração de índice de sustentabilidade ambiental no município de Araras, SP.

A partir das interpretações geradas pelo modelo para definir o índice de sustentabilidade ambiental para a cana-de-açúcar queimada, verificou-se que o índice de sustentabilidade ambiental total foi abaixo da média e alcançou o valor de 41,8 em uma escala de 0 a 100, conforme ilustrado na Tabela 1. Observou-se que os critérios conservação de solo e uso de fertilizantes tiveram índices abaixo da média e os critérios legislação ambiental e uso de produtos fitossanitários tiveram índices ligeiramente superiores aos da média. O pior índice foi o do critério conservação de solos, pois práticas importantes para o manejo e a conservação dos solos, como a adoção do uso de leguminosas, não são seguidas pelos produtores. Segundo os extensionistas rurais do município, o uso de fertilizantes nem sempre é baseado em análise de solo, o que acarreta sobreuso e contribui para uma possível contaminação de solo e água, penalizando o índice parcial de sustentabilidade. O índice parcial de sustentabilidade relativamente baixo para o respeito à legislação vigente corresponde a uma taxa de ocupação de matas ciliares por cultura da cana-de-açúcar queimada que, no município, é da ordem de 50% (TÔSTO, 2010).
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ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DOS ESTADOS BRASILEIROS, 2010 E 2014

ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DOS ESTADOS BRASILEIROS, 2010 E 2014

Os indicadores de sustentabilidade ambiental se configuram como instrumentos fundamentais para avaliar o impacto do desenvolvimento humano sobre o meio ambiente e auxiliar os governantes na gestão e conservação dos recursos naturais. Nesse contexto, este trabalho objetiva mensurar o índice de sustentabilidade ambiental dos estados brasileiros para 2010 e 2014. Para isso, empregou-se o modelo de análise fatorial exploratória, pelos componentes principais. Os resultados mostraram que os estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Pará e São Paulo registraram um nível de sustentabilidade ambiental aceitável, conforme os parâmetros estabelecidos, nos dois anos analisados. Além desses, em 2014, o Rio Grande do Sul também passou a ter essa classificação. Por outro lado, em ambos os anos, nove unidades federativas, pertencentes às regiões Norte e Nordeste, obtiveram um nível de sustentabilidade ambiental considerado crítico. Assim, concluiu-se que a existência de uma parceria entre a sociedade, os agentes privados e o setor público, em prol da conservação da natureza, é fundamental, a fim de reverter a situação do meio ambiente.
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Índice de sustentabilidade ambiental do uso da água (ISA_ÁGUA): municípios da região do entorno do rio Poxim, SE. - Portal Embrapa

Índice de sustentabilidade ambiental do uso da água (ISA_ÁGUA): municípios da região do entorno do rio Poxim, SE. - Portal Embrapa

Os recursos hídricos são cada vez mais vulneráveis à degradação provocada pelo desenvolvimento acelerado das cidades brasileiras, observando-se uma redução da qualidade e da quantidade dos mananciais disponíveis e o conflito no uso da água. Tal fato, também ocorre na região do Rio Poxim (SE), importante mananci- al para um grande número de propriedades rurais, tanto para consumo humano e animal quanto para irrigação, e mais recentemente, para uso industrial; abastece também a capital, Aracaju, de fundamental importância econômica em Sergipe. O Índice de Sustentabilidade Ambiental do Uso da Água (ISA_ÁGUA), representa uma proposta metodológica inovadora de suporte à implementação de um processo de gestão dos recursos hídricos para os municípios do entorno da região do Rio Poxim, já que se diferencia dos demais métodos pela análise integrada dos Perfis Social, Econômico e Ecológico de uma região. Considerou- se as características demográficas da população residente, dos domicílios, das atividades econômicas predominantes, juntamente com importantes aspectos ecológicos, permitindo uma avaliação do seu estado de conservação. Os dados secundários componentes dos Perfis Social e Econômico municipal, provieram
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Determinação do índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do Campo, PR

Determinação do índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do Campo, PR

A busca pelo equilíbrio entre o crescimento econômico, a preservação ambiental e a justiça social, tem fortalecido o paradigma do desenvolvimento sustentável. Com isso, os indicadores exercem função importante na geração de dados para a avaliação da sustentabilidade, descrevendo a dinâmica dos problemas existentes na área de interesse, indicando a direção, a prioridade das mudanças e transformando dados em informações relevantes para a construção de estratégias políticas e de planejamento, que contribuam com um desenvolvimento sustentável. Portanto, o presente estudo teve como objetivo determinar o índice de sustentabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio do Campo – PR, por meio de indicadores representativos das condições ambientais, sociais e econômicas predominantes na área de estudo, empregando técnicas de geoprocessamento. O índice de sustentabilidade (IS) utilizado neste estudo consiste em uma adaptação da proposta de Couto (2007), sendo constituído de três dimensões que caracterizam o uso e ocupação do solo (fator de uso do solo), a condição física da área (fator de fragilidade potencial) e a condição de desenvolvimento humano (fator de desenvolvimento humano), refletindo os aspectos propostos no modelo de avaliação Pressão - Estado - Impacto – Resposta (PEIR), recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O IS foi calculado em nove sub-bacias e para a bacia do rio do Campo como um todo, sendo expresso na forma de um número entre zero e um, onde quanto mais próximo da unidade melhor a condição de sustentabilidade da bacia. Assim, a bacia do rio do Campo apresentou, para fator de uso do solo, áreas predominantemente agrícolas, correspondendo a este fator o peso 0,55. Para o fator de fragilidade potencial, os indicadores aplicados indicaram áreas predominantemente planas
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Índice de sustentabilidade ambiental do uso da água: estudo de caso do projeto sertão de Pernambuco - ISA_PSP. - Portal Embrapa

Índice de sustentabilidade ambiental do uso da água: estudo de caso do projeto sertão de Pernambuco - ISA_PSP. - Portal Embrapa

A pesquisa divulga com este trabalho a construção do Índice de Sustentabilidade Ambiental do Uso da Água para o Gerenciamento do Projeto do Sertão de Pernambuco (ISA PSP), com a finalidade de preencher a lacuna de conhecimento básico existente, em âmbito regional. O ISA_PSP é o método que permite integrar três dimensões da análise ambiental ecológico, econômico e social a partir de dados coletados a campo e de estatísticas de fontes secundárias. Participaram do processo 830 famílias, representando 181 localidades existentes em 19 municípios avaliados: Afrânio, Araripina, Bodocó, Cedro, Dormentes, Exú, Granito, Ipubi, Lagoa Grande, Moreilândia, Ouricuri, Parnamirim, Petrolina, Salgueiro, Santa Cruz, Santa Filomena, Serrita e Trindade, no Estado de Pernambuco e o município de Casa Nova, no Estado da Bahia. Não há restrição quanto aos recursos edafoambientais, uma vez que foi estimada a existência de um potencial para áreas irrigáveis ao redor de 876,2 mil hectares, dos quais 300 mil hectares podem ser efetivamente irrigados.
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Construção de um índice de sustentabilidade ambiental para a agroindústria paulista da cana-de-açúcar (ISAAC)

Construção de um índice de sustentabilidade ambiental para a agroindústria paulista da cana-de-açúcar (ISAAC)

Nas Tabelas 19 e 20, encontram-se os dados acerca dos 22 municípios dessa UGRHI, classificada como ―em industrialização‖. Batatais, com uma usina, possui a maior área com cana [45.175 ha (53,9%)], da qual [24.770 ha (60,0%)] são de cc (cana crua). Apenas no município de Itirapuã não ocorre plantio econômico de cana. A taxa média de ocupação do solo é a quarta mais elevada do Estado [349.789 ha (34,9%)] e a de Aramina é a maior, na UGRHI [14.815 ha (74.4%)]. Guaíra apresentava a maior quantidade de pivôs de irrigação da América Latina, com frequentes conflitos pelo uso da água; atualmente tem três usinas e acusa intensa substituição de pastagens e grãos por cana-de-açúcar [44.773 ha (36,1%)]. Nesse município, a moagem (9.106.926 tc) e a área de cc [29.184 ha (70,3%)] são a terceira e a segunda maiores do Estado, respectivamente. Na UGRHI 8 o Índice médio de mecanização da colheita, na safra 2007/2008, foi de 54,2%. As águas do rio Grande são utilizadas para o abastecimento de usinas situadas nos Estados de São Paulo e de Minas Gerais, (a região do triângulo mineiro – Uberaba principalmente) responde pela maior parte da produção mineira de cana.
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Índice de sustentabilidade ambiental com base em análise multicritério de apoio à decisão. - Portal Embrapa

Índice de sustentabilidade ambiental com base em análise multicritério de apoio à decisão. - Portal Embrapa

A seguir foi realizado o levantamento de dados e informações quantitativas referentes a cada subcritério. Para a estimativa do subcritério da taxa de erosão do solo foi utilizado o modelo USLE – Universal Soil Loss Equation (WISCHMEIER e SMITH, 1978), também conhecido por Equação Universal de Perda de Solo (EUPS), adaptada para uso nas condições brasileiras por BERTONI e LOMBARDI (1978). Para os demais critérios (produtos fitossanitários; fertilizantes/corretivos e legislação ambiental) foram realizadas entrevistas junto à extensionistas rurais da Coordenadoria de Assistência Técnica de São Paulo - CATI, dois gerentes de Usina, contato direto com quatro produtores rurais, dois pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente e consulta à legislação ambiental vigente.
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Índice de sustentabilidade ambiental do uso da água (ISA_ÁGUA). - Portal Embrapa

Índice de sustentabilidade ambiental do uso da água (ISA_ÁGUA). - Portal Embrapa

Como resultado preponderante da aplicação dessa nova metodologia (o índice ISA_ÁGUA), observou-se o aumento significativo da demanda e alteração das águas superficiais, devido às atividades agroindustriais e urbanas ribeirinhas ao longo do rio São Francisco, trecho Pilão Arcado - Paulo Afonso, cerca de 700 km ao longo da calha do rio. É consenso a degradação da qualidade das águas pelas atividades agrícolas e urbanas na região em estudo, mas o grau de impacto dessas atividades pode ser reduzido pela implementação de práticas de manejo e conservação dos recursos naturais, bem como a aplicação e cumprimento de legislação existente.
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Sustentabilidade ambiental e reabilitação arquitetónica

Sustentabilidade ambiental e reabilitação arquitetónica

O primeiro ponto relativo a métodos passivos é sempre a orientação solar do edifício. No entanto e já que o foco deste trabalho é a reabilitação arquitetónica aqui é impossível escolher as melhores orien- tações solares, mas deve ser realizado um estudo sobre as orientações existentes no edifício a reabilitar. Após este estudo e tendo presente que a radiação solar deve ser aproveitada no Inverno para aquec- imento dos espaços, mas bloqueada no Inverno de forma a impedir o sobreaquecimento da construção é necessário optar por uma estratégia que controle a incidência solar no Verão. Para tal existem dois métodos possíveis: o primeiro é através de um sistema de sistemas de sombreamento que poderão ser fixos ou móveis (tomem-se como exemplo palas, lamelas, estores ou persianas), enquanto o segundo recaí sobre a escolha de um material com um maior índice de refletância para a cobertura já que quanto maior for a taxa de refletância menor será a taxa de absortância (a absortância somada à refletância dá sempre 1). No entanto se por um lado aumentar a reflexão da cobertura de um edifício de 0,1 ou 0,2 para 0,6 pode reduzir em 20% os consumos de refrigeração, esta mesma medida poderá trazer problemas de ofuscamento a nível urbano.
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A avaliação da sustentabilidade na construção : aplicação do índice LiderA

A avaliação da sustentabilidade na construção : aplicação do índice LiderA

A construção sustentável consiste num conjunto de boas práticas ambientais aplicáveis às diversas fases da construção civil. Essas boas práticas visam reduzir o consumo de recursos e diminuir conflitos com o ambiente envolvente, mantendo uma dada qualidade funcional do espaço construído. Os sistemas de avaliação de sustentabilidade permitem quantificar essas boas práticas. Os critérios mais influentes no LiderA estão associados aos consumos energéticos (ao longo da vida útil do edifício). O índice LiderA aplicado neste trabalho atribuiu ao edifício em estudo a classificação B, o que traduz um bom desempenho ambiental.
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Análise do Índice Brasileiro de Sustentabilidade Empresarial em uma perspectiva de...

Análise do Índice Brasileiro de Sustentabilidade Empresarial em uma perspectiva de...

Este trabalho investigou o comportamento dos retornos e risco das ações quando da divulgação das carteiras teóricas do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). Este índice foi implementado em 2005 pela Bolsa de Valores São Paulo e é considerado referência de boas práticas de sustentabilidade e responsabilidade corporativa no Brasil. No entanto, a inclusão de uma empresa em indicadores de sustentabilidade não garante, necessariamente, um melhor desempenho de suas ações. Neste contexto foram utilizadas as metodologias de estudo de eventos, análise de repetições, backtesting, regressão logit e análise envoltória de dados para analisar a reação dos retornos das ações do ISE e verificar se fatores ligados ao desempenho econômico, impacto ambiental e níveis de governança corporativa são fatores que influenciam esses retornos. Foram analisadas as ações pertencentes à carteira teórica do ISE no período de 2005 a 2010. Os resultados sugerem que os retornos das ações que integram o ISE foram influenciados pela divulgação das carteiras teóricas do ISE, uma vez que foi constatado: i) retornos anormais ao mercado; ii) não aleatoriedade dos retornos anormais ao mercado; iii) concentração dos retornos anormais ao mercado após a divulgação das carteiras teóricas e; iv) retornos anormais ao Value at RisK (VaR). Os resultados constataram que, em média, houve valorização positiva das ações na divulgação das carteiras teóricas, porém, apenas os fatores ligados à dimensão econômica puderam explicar o fenômeno estudado. A pesquisa concluiu que a reação dos retornos das ações do ISE, parece não estar associada, no período analisado, à integração das dimensões ambientais, sociais e econômicas, mas sim ao desempenho dessas dimensões. Assim, no que se refere à reação dos retornos das ações, o índice de sustentabilidade empresarial brasileiro parece não captar para todas as empresas que o integram a dinâmica das dimensões sociais, ambientais e econômicas, privilegiando esta última, o que não corresponde às premissas de sustentabilidade corporativa.
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Sustentabilidade Ambiental da Alimentação Humana

Sustentabilidade Ambiental da Alimentação Humana

Em teoria, os consumidores podem exercer a sua escolha de produtos e serviços de forma sustentável. (2) Contudo, na sua maioria, estão “presos” a convenções, a hábitos, normas e infraestruturas da sociedade moderna que compactuam com atividades com elevadas emissões de GEEs, que, na prática, limitam muito as escolhas do consumidor. Assim, deve-se investir em mudanças nos comportamentos de consumo, sendo a melhor forma através de instrumentos e campanhas que permitam ao consumidor compreender o impacte ambiental das suas atividades e escolhas quotidianas e quais as respetivas consequências. Para que tais mudanças de comportamento possam
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UM DESAFIO À SUSTENTABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UM DESAFIO À SUSTENTABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL

A dimensão ambiental configura-se crescentemente como uma questão que envolve um conjunto de atores do universo educativo, potencializando o engajamento dos diversos sistemas de conhecimento, a capacitação de profissionais e a comunidade universitária numa perspectiva interdisciplinar. Nesse sentido, a produção de conhecimento deve necessariamente contemplar as inter-relações do meio natural com o social, incluindo a análise dos determinantes do processo, o papel dos diversos atores envolvidos e as formas de organização social que aumentam o poder das ações alternativas de um novo desenvolvimento, numa perspectiva que priorize novo perfil de desenvolvimento, com ênfase na sustentabilidade socioambiental.
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Análise da qualidade ambiental no estuário do rio Botafogo: determinação do índice trófico e componentes do fósforo na coluna da água

Análise da qualidade ambiental no estuário do rio Botafogo: determinação do índice trófico e componentes do fósforo na coluna da água

O projeto financiado pelo CNPq "Análise da Qualidade Ambiental na Região Estuarina do Canal de Santa Cruz - PE: Determinação do Nível de Poluição e Índice Trófico" estudou o estuário do rio Botafogo e do rio Carrapicho, na área de influência do Canal de Santa Cruz e teve como objetivo principal analisar a qualidade ambiental das águas estuarinas, no (rio Botafogo), considerado poluído e outro controle (rio Carrapicho), na área de influência do Canal de Santa Cruz –PE. Foi determinado as condições hidrológicas nos estuários referidos, registrando a variação da salinidade, temperatura, transparência da água, o nível de poluição, realizando a quantificação de metais pesados em ostras e peixes, a demanda bioquímica de oxigênio (DBO), nível de saturação de oxigênio dissolvido, pH e material em suspensão. O índice trófico, através da determinação dos principais nutrientes dissolvidos (amônia, nitrato, fósforo, silicato, fósforo total, nitrogênio total), da relação N: P, das populações do fito e zooplâncton, do teor de clorofila a, da matéria orgânica e carbonatos em sedimentos.
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Índice de Sustentabilidade Empresarial: ISE 10 anos

Índice de Sustentabilidade Empresarial: ISE 10 anos

Fortemente associada à avaliação e à gestão de riscos e oportunidades, a capacidade das empresas para detectar as tendências e demandas do ambiente em que operam foi uma questão destacada pelos participantes do Fórum. Melhorar essa capacidade é uma necessidade para os pró- ximos anos, e o engajamento e as parcerias com stakehol- ders, assim como o desenvolvimento de uma cultura de empatia e respeito às diversidades, são apontados como caminhos promissores para isso. De outro lado – enfocan- do as empresas como emissoras de mensagens para a sociedade por meio dos preços que praticam e, também, por suas atividades de comunicação e marketing – foi enfatizado que a educação e a comunicação informada e transparente ao consumidor, de uma forma rápida e concisa, são uma exigência da sociedade a ser trabalha- da no campo da sustentabilidade nos próximos 10 anos. Selos e rotulagens foram lembrados como possíveis ins- trumentos nesse processo, porém foi enfatizado que o passo mais relevante será o avanço na precificação dos ativos intangíveis e das externalidades, considerando, in- clusive, a análise do custo de vida de produtos e serviços.
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