Top PDF Dietas com diferentes fontes de fibra para genótipos ovinos

Dietas com diferentes fontes de fibra para genótipos ovinos

Dietas com diferentes fontes de fibra para genótipos ovinos

O objetivo deste trabalho foi avaliar o rendimento de cortes e componentes não carcaça, de quatro cruzamentos de ovinos, alimentados com dietas de terminação peletizadas com quatro diferentes fontes de fibra em sua composição. Foram utilizados 80 cordeiros machos, pesando 20 ± 5 kg, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial (4x4), quatro genótipos (½ Dorper x ½ Santa Inês- DSI, ½ Texel x ½ Santa Inês- TSI, ½ Somalis x ½ Santa Inês-SSI e Santa Inês-SI) e quatro dietas com diferentes fontes de fibra forrageiras (bagaço de cana in natura- BC e feno de alfafa- FA) e não forrageira (polpa cítrica- PC e casca de soja- CS). Entre cruzamentos o SSI obteve os menores valores de peso vivo (PV), peso do corpo vazio (PCVZ), e peso das seguintes vísceras: intestinos, fígado, baço, pulmão, cabeça e patas. No entanto, tal cruzamento demonstrou pesos superiores para os depósitos de gordura. Entre as medidas dos compartimentos do estômago, apenas o abomaso apresentou diferença (p<0,05), mostrando-se maior nos TSI e na dieta BC. Entre os cortes, os TSI tiveram os maiores pesos de pernil e paleta e o DSI maior peso de fralda. Concluiu-se que as dietas não apresentaram efeito sobre os pesos dos componentes não carcaça, e sobre os pesos e rendimentos dos cortes.
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Diferentes fontes de fibra em dietas a base de palma forrageira na alimentação de ovinos.

Diferentes fontes de fibra em dietas a base de palma forrageira na alimentação de ovinos.

O objetivo deste trabalho foi avaliar dietas a base de palma forrageira (aproximadamente 54 %) associada a diferentes fontes de fibra sobre o consumo, digestibilidade, comportamento alimentar e balanço de nitrogênio de cinco ovinos machos, com peso inicial entre 34kg. As fontes de fibra avaliadas foram: feno de tifton, casca de soja, caroço de algodão, feno de tifton + casca de soja e feno de tifton + caroço de algodão. Utilizou-se o delineamento quadrado latino 5x5. Não houve diferença para o consumo de matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta, fibra em detergente neutro e nutrientes digestíveis totais. A palma associada ao caroço de algodão apresentou maior coeficiente de digestibilidade de extrato etéreo. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca e fibra em detergente neutro do tratamento com casca de soja foram superiores ao feno de tifton + caroço de algodão. O tratamento feno de tifton e feno de tifton + casca de soja apresentaram maior digestibilidade da proteína bruta em relação ao caroço de algodão. O tratamento com palma associada à casca de soja apresentou média de excreção de nitrogênio nas fezes superior aos demais. O maior valor de excreção de nitrogênio na urina correspondeu ao tratamento feno de tifton + o caroço de algodão. A palma associada à casca de soja proporcionou menor tempo em ruminação e mastigação total. É recomendado o uso da palma forrageira associada com feno de capim tifton e casca de soja como fontes de fibra na alimentação de ovinos.
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Comportamento ingestivo de cordeiros e digestibilidade dos nutrientes de dietas contendo alta proporção de concentrado e diferentes fontes de fibra em detergente neutro.

Comportamento ingestivo de cordeiros e digestibilidade dos nutrientes de dietas contendo alta proporção de concentrado e diferentes fontes de fibra em detergente neutro.

Os resultados obtidos para digestibilidade aparente da MS (87,2%) e da FDN (61,1%) com a dieta sem fonte adicional de fibra (100C) pode ser atribuído à característica física do milho utilizado. Segundo Vance et al. (1972), o milho pouco processado (grão inteiro ou moído grosseira- mente) exerce efeito de forragem no rúmen em comparação ao milho moído fino. A proporção de partículas maiores que 1,18 mm da dieta contendo 100% de concentrado (Tabela 1) teria sido menor se o milho utilizado neste trabalho fosse finamente moído. O milho utilizado aumentou a proporção de partículas maiores que 1,18 mm, estimulando a atividade de mastigação nos animais e, possivelmente, a produção de saliva (Allen, 1997), criando ambiente ruminal mais estável para a fermentação microbiana e favorecendo a digestibilidade da MS, MO e FDN.
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Comparação da glicemia de ratos feitos diabéticos por estreptozotocina e de ratos normais a partir da ingestão de dietas experimentais ricas em fibra alimentar de diferentes fontes

Comparação da glicemia de ratos feitos diabéticos por estreptozotocina e de ratos normais a partir da ingestão de dietas experimentais ricas em fibra alimentar de diferentes fontes

do-brasil, apresenta alto teor de fibras alimentares, em média 26,22%, desses, 5,22% são fibras alimentares solúveis e 21,00% são fibras alimentares insolúveis, incluindo β- glucanas, quitina, hemicelulose e pectina, para as quais têm sido atribuídos inúmeros efeitos fisiológicos. Boa parte da fibra alimentar dos macrofungos é devida a síntese maior por esses cogumelos de quitina, que ocorre na parede celular dos cogumelos a medida que vão alcançando um estágio maior de maturação. Este aumento de quitina durante o processo de maturação, é descrito por Beelman et al. (2004) (10) como um efeito
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Variáveis nutricionais e nictemerais de dietas com diferentes fontes de lipídeos em ovinos Santa Inês

Variáveis nutricionais e nictemerais de dietas com diferentes fontes de lipídeos em ovinos Santa Inês

A adição de lipídeos à dieta de ruminantes tem sido uma estratégia importante para aumentar a densidade energética da dieta, sem que ocorram riscos de distúrbios nutricionais, decorrentes do aumento da proporção de concentrados. Adicionalmente, a utilização de lipídeos tem sido bem vista pelo fato de aumentar a eficiência energética da dieta, pela redução da metanogênese e do incremento calórico. Entretanto, por interferir negativamente na digestão da fibra, o NRC (2001) recomenda que o teor máximo de lipídeos na matéria seca total da dieta seja de 6 a 7%. Valores elevados de lipídeos em rações influencia nos padrões de fermentação ruminal (CENKVÁRI et al., 2005). Os principais mecanismos envolvidos neste processo incluem o recobrimento físico da fibra, os efeitos tensoativos sobre as membranas microbianas e a diminuição na disponibilidade de cátions pela formação de sabões, que pode influenciar o pH ruminal, limitando o crescimento microbiano (BYERS & SCHELLING, 1988).
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Efeito da fibra de coprodutos agroindustriais e sua avaliação nutricional para coelhos.

Efeito da fibra de coprodutos agroindustriais e sua avaliação nutricional para coelhos.

Estudou-se a influência da fibra oriunda de diferentes fontes – feno de alfafa, polpa de cítrus e casca de soja – sobre o desempenho, coeficientes de digestibilidade, parâmetros sanguíneos e características da carne de coelhos submetidos às dietas experimentais. Os animais foram distribuídos em três tratamentos, que consistiram de: FA – ração-controle, com feno de alfafa; PC – substituição total do feno de alfafa por polpa de cítrus; e CS – substituição total do feno de alfafa por casca de soja. As diferentes frações da fibra advindas da polpa de cítrus e da casca de soja não influenciaram o desempenho dos animais aos 89 dias e mostram que esses ingredientes podem ser utilizados como substitutos do feno de alfafa na dieta de coelhos. A qualidade de fibra da polpa de cítrus reduziu os níveis séricos de triacilglicerol, colesterol e hemoglobina dos animais. A baixa quantidade de lignina em relação à celulose e à hemicelulose da casca de soja propiciou melhor coeficiente de digestibilidade dos nutrientes e maior maciez da carne, porém menor deposição proteica quando comparada com a dieta com polpa de cítrus.
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Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com diferentes fontes de fibra.

Comportamento ingestivo de ovinos alimentados com diferentes fontes de fibra.

Souza et al. (2009), ao avaliarem o consumo, a digestibilidade aparente, a produção e a composição de leite e o comportamento ingestivo de vacas em lactação, em dietas contendo cana- de-açúcar e caroço de algodão, observaram aumento na ingestão de matéria seca, com o aumento de caroço de algodão às dietas, resultado também observado neste trabalho, para dieta com 15% de caroço de algodão. Segundo Grant (1997), o menor tamanho de partícula e a alta gravidade específica das fontes de fibra não forragem aumentam a taxa de passagem ruminal e o consumo. A fibra da cana-de-açúcar é de baixa digestibilidade, o que leva a um maior tempo de retenção no rúmen e em todo trato digestório (Preston, 1982; Rodriguez, 1995; Correa et al., 2003).
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Fontes de fibra em dietas para cabras leiteiras

Fontes de fibra em dietas para cabras leiteiras

O uso de fibra na dieta de ruminantes é muito importante, d o ponto de vista nutricional , visto que, na fração fibrosa dos alimentos, encontra-se parte significativa de carboidratos que podem ser utilizados por aqueles animais em função da simbiose com os microrganismos ruminais, consistindo a mais vasta e econômica fonte de energia para os ruminantes. Entretanto, em rações para animais de elevada exigência energética, como cabras leiteiras de alta produção, há uma tendência de diminuição do teor de fibra e aumento da utilização de alimentos concentrados na dieta, visando atender os requisitos desses animais, mantendo-se níveis adequados de energia, permitindo crescimento de microrganismos. Mas, pelo menos o mínimo de fibra deve ser requerido na dieta para uma ótima produção e saúde de animais produtores de leite (NRC, 2001), por isso, no presente trabalho, estudam-se as diferentes fontes de fibra na alimentação de cabras leiteiras.
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Desempenho produtivo de ovinos em confinamento alimentados com diferentes dietas.

Desempenho produtivo de ovinos em confinamento alimentados com diferentes dietas.

Foram utilizadas quatro dietas experimentais e 20 animais, com cinco repetições por tratamento, em delineamento inteiramente ao acaso, sendo que cada animal correspondeu a uma repetição. Os tratamentos foram: milho em grão moído + soja + feno de Tifton 85 (DR), milho em grão moído + soja + caju + feno de Tifton 85 (DC), milho em grão moído + soja + maracujá + feno de Tifton 85 (DM), milho desintegrado com palha e sabugo + feno de leucena + feno de Tifton 85 (DL). Os níveis de inclusão dos resíduos de caju e maracujá nas dietas foram de 19%, com base no preconizado por Rogério (2005). Do resíduo de caju foi utilizado o bagaço (pseudofruto) e do resíduo de maracujá foram utilizadas casca e semente em proporção de 50% cada. O NDT das dietas foi estimado segundo a equação sugerida pelo NRC (Nutrient..., 2001). Durante o período de adaptação, as dietas foram ajustadas de modo a ter uma sobra de 20%. Os animais foram vermifugados e identificados e, após sorteio, foram distribuídos nos tratamentos. As pesagens foram realizadas semanalmente, no início da manhã, antes da primeira refeição, após 16 horas de jejum para sólidos. Foram avaliados os consumos em g/dia e porcentagem de peso vivo (%PV), de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e ganho de peso.
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Consumo e digestibilidade dos nutrientes dietéticos em cordeiros de diferentes grupos genéticos alimentados com farelo de castanha de caju.

Consumo e digestibilidade dos nutrientes dietéticos em cordeiros de diferentes grupos genéticos alimentados com farelo de castanha de caju.

do consumo em ruminantes. Nesse contexto, as demandas necessárias ao potencial de desempenho dos animais ½ sangue Santa Inês podem ter sido alcançadas mais facilmente em relação aos animais ½ sangue Dorper x SRD. Essa condição fisiológica é alcançada quando a absorção de nutrientes proteicos e energéticos atendem os requisitos nutricionais da categoria. No presente estudo, as rações formuladas para os diferentes genótipos estudados tiveram 59,35% (sem o FCC) e 59,57% (com o FCC) da fração concentrada, o que pode ter contribuido para limitar o consumo de matéria orgânica, especialmente em cordeiros mestiços Santa Inês x SPRD. No estudo conduzido por Barros et al. (2003) com animais ½ sangue Somalis e ½ sangue Santa Inês com peso vivo médio de 14,65kg alimentados com níveis crescentes de concentrado composto de milho, farelo de soja e sal mineral, os autores verificaram que quantidades de concentrado maiores do que 35,3% de matéria seca diminuíram o consumo de matéria orgânica nas dietas fornecidas para os cordeiros mestiços Somalis x SPRD e Santa Inês x SPRD. Os resultados para CMS (g/UTM), foram superiores aos obtidos por Rodrigues et al. (2003), que obtiveram consumos médios de MS 70,54g/UTM, quando avaliaram a inclusão de FCC em níveis de inclusão na fração concentrada de 0, 12, 24 e 36% em dietas para ovinos. Ao estudar o consumo de nutrientes e aspectos quantitativos da carcaça de cordeiros em terminação recebendo dietas contendo farelo de castanha de caju, Nascimento et al. (2012) observaram valores médios de consumo de MS de 74,3g/UTM e consumo de MO de 64,36g/UTM, semelhantes aos obtidos nesta pesquisa.
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Desempenho produtivo de ovinos confinados submetidos a diferentes dietas

Desempenho produtivo de ovinos confinados submetidos a diferentes dietas

de tifton 85). Observou-se efeito (P<0,05) para consumo de matéria seca (CMS), consumo de proteína bruta (CPB) e consumo de fibra em detergente neutro (CFDN) em gramas/dia e percentagem de peso vivo (%PV), bem como houve efeito (P<0,05) para ganho médio diário de peso. Registrou-se menores consumos desses nutrientes naquela na dieta contendo MDPS e feno de leucena (T 4 ). O ganho médio diário de peso, em gramas, foi 171,60 b , 218,80 a , 217,20 a ,

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Desempenho de cordeiros e estimativa da digestibilidade do amido de dietas com diferentes fontes protéicas.

Desempenho de cordeiros e estimativa da digestibilidade do amido de dietas com diferentes fontes protéicas.

Na Figura 1, está representado o valor da digestibilidade do amido no trato digestório total e a estimativa da digestibilidade desse nutriente determinado pela equação. Contudo, somente o teor de amido nas fezes pode ser utilizado como único marcador na estimativa da digestibilidade do amido de rações de ovinos com alta proporção de grãos. Essa forte relação entre o teor de amido fecal e a digestibilidade do amido foi confirmada por Corona et al. (2005), que obtiveram, aproximadamente, 97% do valor observado em ensaios metabólicos e o valor predito pela análise de regressão em bovinos confinados. O teor de amido nas fezes pode ser utilizado para se estimar a digestibilidade do amido em ovinos, reduzir o custo de análises laboratoriais e ser utilizado como ferramenta para avaliar o manejo nutricional ou o processamento de grãos.
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Digestibilidade aparente da energia e da fibra de dietas para ovinos contendo uréia, amiréia ou farelo de algodão

Digestibilidade aparente da energia e da fibra de dietas para ovinos contendo uréia, amiréia ou farelo de algodão

A fonte protéica utilizada em uma dieta poderá proporcionar diferentes desempenhos aos animais, havendo, assim, o interesse em estudar fontes de proteína verdadeira e de nitrogênio não-protéico (NNP), como a uréia e a amiréia, esta resultante da extrusão da uréia com uma ou mais fontes de amido. Entre as fontes de NNP, a uréia é a mais comum e de custo mais acessível. Segundo CAMPLING et al. (1960) e RUSSELL et al. ( 1992), esta fonte é prontamente utilizada para a síntese de proteína microbiana no rúmen e atua no crescimento das bactérias digestoras de fibra. Um dos fatores que limita a utilização da uréia é a aceitação pelos animais e sua total solubilidade no ambiente ruminal, o que motivou STILES et al. (1970) e HELMER e BARTLEY (1971) a estudarem processos que
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Desempenho de ovinos mantidos com dietas com capim-elefante ensilado com diferentes aditivos.

Desempenho de ovinos mantidos com dietas com capim-elefante ensilado com diferentes aditivos.

As análises de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), nitrogênio total (NT), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA); e a determinação dos teores de nitrogênio insolúvel em detergente neutro (NIDN) e nitrogênio insolúvel em deter- gente ácido (NIDA), expressos em porcentagem do nitrogênio total, foram realizadas segundo procedimentos descritos por Silva & Queiroz (2002). O teor de proteína bruta (PB) foi obtido multiplicando-se o nitrogênio total pelo fator 6,25. O teor de carboidratos totais (CT) foi calculado segundo equações propostas por Sniffen et al. (1992), em que CT = 100 - (%PB + %EE + %Cinzas), enquanto os teores de carboidratos não-fibrosos (CNF) foram obtidos pela fórmula CNF = CT – FDN cp .
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Fontes de carboidratos e porcentagem de volumosos em dietas para ovinos: balanço de nitrogênio, digestibilidade e fluxo portal de nutrientes.

Fontes de carboidratos e porcentagem de volumosos em dietas para ovinos: balanço de nitrogênio, digestibilidade e fluxo portal de nutrientes.

Batajoo & Shaver (1994) verificaram que a menor con- centração de CNF na dieta de vacas em lactação produz diminuição linear da concentração total de ácidos graxos voláteis (AGVs) e do ácido propiônico, principal precursor da glicose em ruminantes. Neste experimento, as concentra- ções plasmáticas de glicose foram menores justamente nos tratamentos que resultaram em menores ingestões de CNF. López & Stumpf Jr. (2000), avaliando quatro níveis de sorgo em dietas para ovinos contendo de 38 a 82% de feno, observaram que a concentração de glicose para o nível de 0% de inclusão de sorgo (60,4 mg/dL) foi inferior aos demais tratamentos com 15, 30 e 45% de sorgo (72,3; 81,0; 80,5 mg/dL, respectivamente), indicando que a quantidade de CNF da dieta pode afetar a concentração sérica de glicose. A produção de ácidos graxos voláteis no rúmen é um fator importante quando se comparam diferentes fontes de carboidratos e proporções diferentes de volumoso e con- centrado por influenciar os níveis plasmáticos de glicose. A concentração AGVs totais aumentou e a de ácido propiônico diminuiu no fluido ruminal com o aumento na proporção de casca de soja em substituição ao milho na dieta de vacas em lactação (Ipharraguerre et al., 2002).
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Comportamento alimentar de cabras alimentadas com diferentes teores de fibra em detergente neutro.

Comportamento alimentar de cabras alimentadas com diferentes teores de fibra em detergente neutro.

Avaliou-se o comportamento alimentar de cabras alimentadas com dietas que continham diferentes teores de fibra em detergente neutro (FDN) − 49, 54, 59, 64 e 69% −, em função de diferentes teores de inclusão de resíduo úmido de cervejaria (RUC), em substituição ao concentrado da dieta − 0, 25, 50, 75 e 100%. Foram utilizadas cinco cabras mestiças Boer x Saanen e cinco cabras Saanen distribuídas em dois quadrados latinos 5x5. O volumoso utilizado foi feno de tifton, com relação volumoso: concentrado de 40:60. As observações foram feitas em períodos de 20 minutos até o tempo total de 24 horas. Os animais dos diferentes genótipos não apresentaram diferenças no comportamento alimentar. Os tempos gastos com alimentação e com ociosidade não diferiram quanto aos teores de FDN na dieta, no entanto resposta linear crescente foi observada para os tempos despendidos com ruminação e com a mastigação total com o aumento dos teores de FDN e RUC na dieta. As dietas com os teores de 49 e 64% apresentaram menor tempo de ruminação quando comparadas com a dieta com teor de 69% de FDN, com resultados respectivos de 218, 268 e 366 minutos de ruminação. Isso contribuiu para diminuir a eficiência (min/kg MS e FDN) de alimentação, ruminação e mastigação. Conclui-se que o resíduo úmido de cervejaria pode ser usado como fonte de fibra efetiva na dieta de cabras.
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Cinética do fósforo em tecidos de ovinos em crescimento alimentados com diferentes fontes de cálcio.

Cinética do fósforo em tecidos de ovinos em crescimento alimentados com diferentes fontes de cálcio.

As principais fontes de P das dietas eram de origem orgânica (milho e farelo de soja) e proveniente de grãos, que possuem grande proporção de P na forma de fitato, que, mesmo sendo uma fonte de P disponível para ruminantes, pode ter tido sua disponibilidade afetada por alguma característica da dieta que tenha alterado o ambiente ruminal. No entanto,

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Características quantitativas da carcaça de cordeiros de diferentes genótipos submetidos a duas dietas.

Características quantitativas da carcaça de cordeiros de diferentes genótipos submetidos a duas dietas.

Para relação músculo:gordura, os cordeiros Santa Inês com 14,33% foram superiores (P<0,05) aos Dorper × Santa Inês, cujo valor foi de 7,47%, e aos Santa Inês × Sem Raça Definida, 9,32%. O menor percentual de gordura, a menor medida GR e maior relação músculo:gordura nos Santa Inês evidencia que, nestes cordeiros a carne apresentou menos gordura em relação à dos demais genótipos. Isso está de acordo com relatos de Furusho-Garcia et al. (2006) sobre o elevado potencial para produção de carne magra da raça Santa Inês no Brasil e com os resultados obtidos por Rodrigues et al. (2006), que, ao compararam cordeiros Churra Galega Bragançana e Suffolk, encontraram diferenças entre genótipo. O percentual de gordura interna foi maior (P<0,05) nos cordeiros alimentados com dieta mais energética, cujo valor foi de 3,48%. Há uma tendência natural nos cordeiros deslanados de depositar grandes quantidades de gordura interna e, neste estudo, ficou evidenciado que, com o aumento da densidade energética, houve também incremento no acúmulo dessas gorduras. Segundo Cezar & Sousa (2006), o tecido adiposo subcutâneo nos ovinos deslanados tropicais é pouco desenvolvido e quase totalmente depositado nas cavidades corporais.
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Amido e fibra solúvel em detergente neutro em dietas para ovinos

Amido e fibra solúvel em detergente neutro em dietas para ovinos

RESUMO – Foi realizado um experimento de digestibilidade aparente com o objetivo de se avaliar três dietas experimentais contendo diferentes concentrações de carboidratos solúveis (CS), em relação ao valor médio de 34% de fibra em detergente neutro (FDN) em ovinos. Foram utilizados 15 ovinos machos não castrados, mantidos em gaiolas para estudos de metabolismo dotadas de separadores de fezes e urina, e distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado com cinco repetições. Foram avaliadas três dietas que continham, em média, 25% de amido; 25% de fibra solúvel em detergente neutro (FSDN) e 18% de cada um destes CS, as quais eram fornecidas aos animais em duas refeições diárias. A relação volumoso:concentrado utilizada foi 30:70, tendo sido utilizado como volumoso a silagem de milho. O milho e a polpa cítrica foram os principais ingredientes dos concentrados, os quais conferiram as concentrações de amido e FSDN, respectivamente. A dieta FSDN propiciou consumo de matéria seca (MS) de 1,075 kg, inferior ao da dieta AMIDO (1,614 kg). Os consumos de proteína bruta (PB), das fibras em detergente neutro (FDN) e ácido (FDA) e de energia bruta (EB), para a dieta FSDN, foram influenciados negativamente (P<0,05) pelos reduzidos consumos de MS e apresentaram os valores de 0,134; 0,382; 0,231 kg/dia e 4,730 Mcal/dia, respectivamente. Foram obtidos elevados coeficientes de digestibilidade (p>0,05) para a MS (82,66%), e FDN (71,16%). Para PB, o valor da dieta FSDN (77,54%) foi semelhante (P>0,05) ao da dieta AMIDO (77,06%). O maior balanço de nitrogênio foi verificado para a dieta AMIDO (19,71 g/dia) e o valor biológico das dietas apresentou valor médio de 83,41% (P>0,05). Os mais baixos valores de digestibilidades do amido, balanço de N e de valor biológico e os mais altos para energia e proteína encontrados para a dieta FSDN devem ser atribuídos ao menor consumo.
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Farinha de penas hidrolisada em dietas de ovinos.

Farinha de penas hidrolisada em dietas de ovinos.

Em relação à digestibilidade aparente da PB, houve decréscimo linear (P<0,05), à medida que os níveis de substituição foram aumentados, ou seja, a baixa degradabilidade no rúmen (Branco et al., 2001) não foi compensada quanto à digestão intestinal (Tabela 2). Esses resultados diferem do trabalho feito por Cozzi et al. (1995), que, trabalhando com dietas contendo 56% de farelo de soja, 22% de farinha de sangue e 22% de farinha de penas, como fontes alternativas de proteína de escape para ovinos, observaram aumento na digestibilidade da matéria seca e da matéria orgânica em relação às dietas contendo farelo de soja como fonte protéica. Observaram também maior digestibilidade da proteína bruta, assim como da fibra da dieta.
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