Top PDF Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em remanescente florestal impactado (Parque Cinqüentenário - Maringá, Paraná, Brasil) .

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em remanescente florestal impactado (Parque Cinqüentenário - Maringá, Paraná, Brasil) .

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em remanescente florestal impactado (Parque Cinqüentenário - Maringá, Paraná, Brasil) .

(Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em remanescente fl orestal impactado -Parque Cinqüentenário, Maringá, Paraná, Brasil). As micorrizas são consideradas importante componente na recuperação e restabeleci- mento da vegetação em áreas frágeis ou degradadas, bem como na manutenção da biodiversidade de plantas e das funções dos ecossistemas. O conhecimento da diversidade e dinâmica dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) em áreas impactadas pela ação humana é importante para seu manejo e como indicador de sua qualidade. O Parque Cinqüentenário, localizado no município de Maringá, PR, pertence à formação original do conjunto Mata Atlântica, do domínio da fl oresta Estacional semi-decidual, é um dos poucos remanescentes fl orestais existentes na cidade de Maringá, PR, e encontra-se em estádio acelerado de degradação. O objetivo deste trabalho foi avaliar a diversidade de FMA nativos no solo e o grau de micorrização das plantas neste ecossistema. Amostras de solo e raízes foram coletadas em 65 pontos diferentes, na profundidade de 0-20 cm. A determinação da porcentagem de colonização micorrízica arbuscular foi feita sob microscópio estereoscópico, pelo método da interseção de quadrantes. A identifi cação das espécies de FMA foi realizada de acordo com a análise morfológica dos esporos. Foram estimados índices de diversidade, calculados com base no número de esporos em cada amostra. Foi veri- fi cada a ocorrência de 50 espécies de FMA, distribuídas em cinco gêneros: Glomus (31 espécies), Acaulospora (10 espécies), Scutellospora (6 espécies), Gigaspora (duas espécies) e Paraglomus (uma espécie). Glomus foi o gênero mais abundante, com várias espécies esporocárpicas.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em áreas restauradas de Mata Atlântica,...

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em áreas restauradas de Mata Atlântica,...

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) são muito importantes para a nutrição mineral das plantas e para a recuperação de áreas degradadas, pois possibilitam um melhor desenvolvimento das espécies arbóreas usadas na revegetação. Entretanto, para um melhor desempenho dos FMA, as condições ambientais devem ser favoráveis, pois tanto a ocorrência quanto a diversidade desses fungos são bastante influenciados por diversos fatores como os químicos, físico e microbiológico do solo. Diferentes profundidades do solo devem ser consideradas para um levantamento mais detalhado. Avaliaram-se os atributos químicos, físicos e microbiológicos e, entre estes, a glomalina e a ocorrência e diversidade de FMA em diferentes profundidades (0-15 cm, 15-30 cm e 30-45 cm). As áreas selecionadas para estudo foram: nativa (NT) e em gradiente de recuperação ambiental: 5 anos (R05), 10 anos (R10) e 20 anos (R20), todas localizadas no Bioma Mata Atlântica, Estado de São Paulo, Brasil. As coletas de solo e raízes foram realizadas em dois períodos: janeiro (chuvoso) e junho (seco). A colonização radicular foi avaliada em três pontos de amostragem sendo: (A) na base do tronco, (B) distanciadas em 1m e (C) de plantas no entorno das árvores. Os esporos foram identificados e posteriormente foram calculados a abundância relativa, e os índices de riqueza (R), diversidade de Shannon (H) e dominância de Simpson (Is) das espécies de FMA. Os dados foram submetidos à análise de variância ANOVA, teste t, análise canônica discriminante (ACD) e análise de redundância (RDA). A colonização radicular foi maior para as áreas em estádios mais avançados de recuperação, nas raízes coletadas no ponto C e na época seca. A densidade de esporos de FMA, na época chuvosa, foi maior em R05 em todas as profundidades, enquanto que na época seca
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Avaliação da diversidade genética de fungos micorrízicos arbusculares em três estádios de estabilização de dunas.

Avaliação da diversidade genética de fungos micorrízicos arbusculares em três estádios de estabilização de dunas.

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) estabelecem simbiose com cerca de 80 % das espécies de plantas terrestres (Smith & Read, 1997). Esses fungos beneficiam as plantas, de forma direta, melhorando a sua nutrição e, indiretamente, promovendo a sua tolerância a condições restritivas de origem biótica e, ou, abiótica. Em ecossistemas naturais, influenciam o estabelecimento de plantas pioneiras e o rumo da sucessão vegetal, sendo a diversidade desses fungos um fator primordial na manutenção da diversidade vegetal e no funcionamento do ecossistema (van der Heijden et. al., 1998). Embora todas as espécies de FMA se integrem no mesmo grupo funcional, as suas comunidades variam na estrutura, número e composição de espécies.
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Diversidade e função de fungos micorrízicos arbusculares em sucessão de espécies hospedeiras.

Diversidade e função de fungos micorrízicos arbusculares em sucessão de espécies hospedeiras.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do pré-cultivo de diferentes espécies vegetais e de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) na esporulação, colonização e crescimento da braquiária cultivada em sucessão, em casa de vegetação. As plantas cresceram em vasos com uma mistura esterilizada de Latossolo Vermelho distrófico muito argiloso e areia de rio lavada, na proporção de 2:1 (v/v). Inicialmente, foram testados nove tratamentos: seis espécies vegetais micotróficas, uma espécie não micotrófica (nabo‑forrageiro), um tratamento com Urochloa decumbens e um controle sem planta. Todos receberam uma mistura de oito espécies de FMA. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com dez repetições. Foram avaliadas a esporulação e a colonização micorrízica da Urochloa decumbens, a partir de propágulos de FMA remanescentes dos cultivos das seis espécies micotróficas e da espécie não microtrófica. Houve diferença entre as plantas hospedeiras quanto à percentagem de colonização micorrízica e produção total de esporos, tendo sido identificados cinco dos oito isolados estudados. Glomus clarum foi o FMA dominante na maioria dos tratamentos, seguido de Scutellospora heterogama e G. etunicatum. A espécie vegetal em pré-cultivo da braquiária não teve efeito na diversidade de FMA, tendo sido a espécie de fungo o fator efetivo para a composição de isolados fúngicos.
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Atividade microbiana e diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em espécies arbóreas

Atividade microbiana e diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em espécies arbóreas

liberado), fertilidade e a diversidade de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) de espécies arbóreas de cerrado, crescendo em áreas de cerrado degradadas. O experimento foi conduzido na Fazenda de Ensino, Pesquisa e Extensão (FEPE), da UNESP- Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, localizada no município de Selvíria-MS, Brasil. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em fatorial 2 x 11, ou seja, duas áreas (pastagem degradada e subsolo exposto) e 11 espécies arbóreas, com quatro repetições, composta cada uma pela média de cinco plantas por espécie arbórea, por repetição. Nas covas foram depositados adubos orgânicos (1 1/2 composto) e químico (baseado no resultado da análise química), além de 50 mL de solo proveniente de uma área preservada de cerrado, como fonte de inóculo de microrganismos. Após dois anos de implantação do experimento, o solo e subsolo foram coletados, na profundidade 0 - 0,10 m) e usados na avaliação das características químicas e microbiológicas, como: quantificação do carbono do CO 2 (C-CO 2 ) liberado, número de esporos de
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

(Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil). O objetivo deste trabalho foi o de determinar a infectividade, a riqueza de FMA e a condição micorrízica da vegetação em área de Caatinga não antropizada. Coleta de solo e raízes foi realizada em Triunfo/PE. Raízes foram examinadas para determinação da colonização micorrízica. O número mais provável (NMP) de propágulos infectivos de FMA foi estimado por dilui- ções sucessivas do solo e a utilização de milho (Zea mays L.) como planta isca. Glomerosporos foram quantificados e preparados em lâminas, para identificação das espécies. As plantas apresentaram-se pouco colonizadas (média < 10%) e o número de glomerosporos foi baixo (< 1 glomerosporo g -1 de solo), como registrado em outras áreas de Caatinga.
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Comunidade de fungos micorrízicos arbusculares: diversidade, composição e glomalina em área revegetada com sesbânia.

Comunidade de fungos micorrízicos arbusculares: diversidade, composição e glomalina em área revegetada com sesbânia.

A composição de comunidades e diversidade de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) pode ser influenciada por diversos fatores como o clima, a biota do solo e as plantas hospedeiras. Este estudo objetivou avaliar a influência da revegetação de uma cava de extração de argila com Sesbania virgata (SV) em plantios puro e consorciado com Eucalyptus camaldulensis (EC) e Acacia mangium (AM), na composição e diversidade de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs), bem como na quantidade da proteína do solo relacionada à glomalina (PSRG). O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados com quatro tratamentos (plantio puro de SV - 100SV; consórcio de SV + EC - 50SV:50EC; consórcio de SV + AM - 50SV:50AM; e área degradada com vegetação espontânea - ADVE), com três repetições. A revegetação da cava de extração de argila com SV, em plantios puro ou consorciado, reduziu a abundância de esporos e a dominância de espécies (Índice de Simpson - IDS) e aumentou a riqueza de espécies de FMAs e o índice de diversidade de Shannon e Wiener. Além disso, aumentou a quantidade de proteína do solo relacionada à glomalina, quando comparada a área degradada com vegetação espontânea.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em pomar orgânico no semiárido cearense.

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em pomar orgânico no semiárido cearense.

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) são microrganismos chave na manutenção da biodiversidade de plantas em agroecossistemas e há o interesse no conhecimento sobre alterações nas propriedades microbiológicas do solo rizosférico pela sua relevância do ponto de vista prático e ecológico. Neste trabalho, objetivou-se avaliar a ocorrência de FMA na rizosfera de fruteiras em formação, sob o manejo orgânico, e compará-la com área de vegetação nativa no semiárido cearense. Amostras de solo foram coletadas da camada de 0-10cm em junho, setembro e dezembro de 2010 em áreas distintas nas linhas de plantio de fruteiras irrigadas. As amostras de solo foram submetidas a análises, em que quantificou-se o número de esporos e diversidade de FMA. A dominância de esporos do gênero Glomus foi confirmada na rizosfera das fruteiras e no solo sem interferência de plantas ou sob vegetação natural.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de cerrado degradado em processo de revegetação

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de cerrado degradado em processo de revegetação

Ao final do quarto ano de revegetação, a área de subsolo, além das gramíneas típicas do cerrado, apresentou espécies de diferentes portes estádios serais, algumas inclusive que haviam sido implantadas no início do programa, mas que não obtiveram sucesso na fase inicial de implantação (Astromium fraxinifolium Schott, Copaifera langsdorfii Desf, Cybistax antisyphylitica Mart. e Schinus terebinthifolia Raddi). Aparentemente, estas espécies só encontraram condições adequadas ao seu crescimento após a colonização inicial do solo. Uma vez que a diversidade de plantas e a diversidade de FMA estão intimamente relacionadas, à medida que a sucessão avança, acredita-se que com a somatória de feedbacks positivos e negativos, as comunidades de ambos os grupos de simbiontes tendem a se proliferar. Desta forma, a maior diversidade de FMA observada na área de subsolo pode ter contribuído e, ao mesmo tempo, ter sido proporcionada pela maior diversificação florística.
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Riqueza e frequência de espécies de fungos micorrízicos arbusculares em genótipos de amendoim forrageiro no Acre, Norte do Brasil.

Riqueza e frequência de espécies de fungos micorrízicos arbusculares em genótipos de amendoim forrageiro no Acre, Norte do Brasil.

A identificação das espécies de FMAs foi realizada observando as lâminas em microsópio óptico (Megafuge 1.0, Heraeus Separatech, Osterode am Harz, Alemanha Oriental) segundo Schenck e Pérez (1988) e comparando com as descrições originais das espécies e as descrições morfológicas disponíveis na página da International Culture Collection of Arbuscular Mycorrhizal Fungi - INVAM (http://invam.caf. wvu.edu). Os esporos foram identificados de acordo com a análise morfológica clássica descrito por Morton et al. (1995). Os caracteres taxonômicos incluíram número e tipo de camadas das paredes dos esporos e sua reação ao reagente de Melzer, características das paredes germinativas, quando presentes, morfologia da hifa de sustentação no ponto de fixação do esporo e variação da cor e tamanho dos esporos. Foram usadas as seguintes medidas de diversidade para descrever as comunidades de fungos encontrados:
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Fungos micorrízicos arbusculares em áreas de plantio de leucena e sábia no estado de Pernambuco.

Fungos micorrízicos arbusculares em áreas de plantio de leucena e sábia no estado de Pernambuco.

A simbiose micorrízica contribui para a sobrevivência e crescimento das espécies, principalmente em ambientes estressantes (SIQUEIRA e SAGGIN-JUNIOR, 1995), onde os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) exercem grande influência na estruturação das comunidades vegetais (SIQUEIRA et al., 1994), com o aumento na absorção de nutrientes de baixa mobilidade no solo (MARSCHNER e DELL, 1994) e na tolerância das plantas a doenças radiculares (MUNYANZIZA et al., 1997); melhoram a estrutura do solo, favorecendo a sua retenção de umidade, a agregação e estabilidade (AUGÉ et al., 2001); e influenciam a diversidade e a produtividade vegetal (MILLER e KLING, 2000).
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AVALIAO DA FANA 
            EDFICA E DESENVOLVIMENTO DO CACAU INOCULADO COM FUNGOS MICORRZICOS

AVALIAO DA FANA EDFICA E DESENVOLVIMENTO DO CACAU INOCULADO COM FUNGOS MICORRZICOS

Os solos da região Amazônica são representados em sua maioria por Latossolos e Argissolos de alta acidez e baixa fertilidade. Nesse sentido busca-se nesta região alternativas de manejo eficientes na utilização dos recursos naturais. Este trabalho, teve o objetivo de avaliar a qualidade biológica do solo e o desenvolvimento do cacau inoculado com fungos micorrízicos a campo, bem como parâmetros de crescimento do cacau. Foram coletadas amostras em cada área de plantio do cacau para identificação dos organismos edáficos do solo. Em seguida, foram plantadas as mudas de cacau inoculadas e não inoculadas com Fungos Micorrízicos Arbusculares (FMAs) do gênero Glomus. Aos 19 meses após o plantio as mudas foram avaliadas quanto a taxa de sobrevivência, diâmetro do colo, altura da planta e número de folhas. Os organismos identificados foram as aranhas, nematóides e colêmbolos na área não inoculada e na área de cacau inoculado foi encontrada maior diversidade de organismos, como: nematóides, acaros, FMAs, ascosporos e colembolos. As mudas de cacau inoculadas tiverem melhor desempenho em todos os parâmetros avaliados. A introdução de insumos biológicos (FMAs) nas áreas de cacau contribuiu para a melhoria da qualidade biológica do solo e adaptação das mudas em condições de estresse.
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CONDICIONADORES DO SOLO E SUA INFLUÊNCIA NA COLONIZAÇÃO MICORRÍZICA ARBUSCULAR E NA FERTILIDADE DO SOLO EM REFLORESTAMENTO NO SEMIÁRIDO

CONDICIONADORES DO SOLO E SUA INFLUÊNCIA NA COLONIZAÇÃO MICORRÍZICA ARBUSCULAR E NA FERTILIDADE DO SOLO EM REFLORESTAMENTO NO SEMIÁRIDO

Para Caravaca et al. (2002) os resíduos compostados, provindos de material vegetal, quando incorporados aos substratos de mudas, aumentam os teores de fósforo, nitrogênio e potássio, além de favorecerem a microbiota e atividade enzimática do solo. A presença de MOS pode, não somente, estimular o crescimento da biomassa de fungos micorrízicos arbusculares, mas também proporcionar acréscimo na diversidade de espécies desses micro-organismos do solo. Além disso, a presença da MOS melhora as condições do solo no quesito água, auxiliando na infiltração e retenção desta (VAIDYA et al. 2008; FRANÇA et al. 2007). Em contrapartida, a presença de MOS abundante pode ser prejudicial devido o aumento do P no solo. Desta forma, há um comprometimento da simbiose dos FMA, reduzindo a taxa de colonização (BRECHELT, 1989; GRYNDLER et al. 2008; CARRENHO et al. 2007).
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Interações entre fungos micorrízicos arbusculares e a microbiota de solos

Interações entre fungos micorrízicos arbusculares e a microbiota de solos

A cana-de-açúcar é uma das culturas de destaque no Brasil e elevadas produtividades são alcançadas devido às práticas culturais e doses crescentes de fertilizantes, que podem afetar a microbiota dos solos e reduzir a sua biodiversidade. A comunidade microbiana do solo é importante para manutenção dos cultivos de cana-de-açúcar, pois dentre várias de suas funções está a transformação e ciclagem de nutrientes. Fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) se associam a comunidade microbiana e com a maioria das plantas cultivadas, sendo que o desenvolvimento e manutenção desta associação são influenciados pelo manejo do ecossistema e pelas interações dos FMAs com outros microrganismos do solo. Neste trabalho foram avaliadas as interações de três espécies de FMAs (Dentiscutata heterogama, Rhizophagus clarus e Gigaspora rosea) inoculadas em solo com diferentes composições de comunidades microbianas. Estas comunidades constituíram um gradiente de diversidade formado pela metodologia de ‘diluição para extinção’, que gerou diluições microbianas seriadas (10 -1 , 10 -3 , 10 -6 e 10 -9 ) a partir da microbiota natural do solo. Nestes tratamentos, foram inoculados esporos de cada FMA de interesse em sistemas separados e foram avaliadas as taxas de colonização micorrízica (%CM) de raízes de cana-de-açúcar, além das comunidades de fungos e bactérias do solo, amostradas aos 30, 60 e 120 dias de cultivo. As taxas de %CM obtidas com inoculação de R. clarus e Gi. rosea apresentaram variações quanto ao período de amostragem e gradiente de comunidades microbianas. No entanto, R. clarus apresentou-se mais responsivo as variações na composição das comunidades microbianas encontradas nas diluições, com maiores taxas de %CM na presença de maior biodiversidade microbiana (menores diluições). Em contrapartida, as taxas
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Fungos micorrízicos arbusculares em rizosfera de pinhão-manso

Fungos micorrízicos arbusculares em rizosfera de pinhão-manso

O gênero Glomus foi o que mais se destacou na avaliação morfológica, enquanto que os gêneros Gigaspora e Scutellospora prevaleceram na identificação pela análise molecular. Tal predominância de esporos de Glomus pode estar ligada à sua versátil propagação e estratégias de sobrevivência (LIANG et al, 2008). Além destes, foram encontrados os gêneros Acaulospora, Archaeospora, Pacispora e Paraglomus na rizosfera desta planta. A diversidade de FMAs é um fator chave para melhorar a sustentabilidade em diversos ecossistemas, principalmente aqueles relacionados a baixas condições de fertilidade (MA et al., 2005). Somando-se esta característica à dependência desta planta pela associação micorrízica (CARVALHO, 2008), favorece para que o pinhão- manso possa ser cultivado no mais diversos habitats.
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Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares associados ao amendoim forrageiro em pastagens consorciadas no Estado do Acre, Brasil.

Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares associados ao amendoim forrageiro em pastagens consorciadas no Estado do Acre, Brasil.

O objetivo deste trabalho foi identificar e estimar a diversidade de comunidades de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) autóctones associados ao amendoim forrageiro (Arachis pintoi), em monocultivo e consorciado com outras forrageiras. A amostragem foi realizada em sete áreas, em Rio Branco, AC, sendo coletadas quatro amostras de solo em cada área, na profundidade de 0-10 cm, nas estações seca (junho de 2004) e chuvosa (janeiro de 2005). As áreas cultivadas com A. pintoi foram: monocultivo, consórcio com pastagens de gramíneas e outras leguminosas e como cobertura do solo em cafeeiro, além de capoeira e mata adjacentes como testemunhas. Foi verificada a ocorrência de 21 espécies de FMAs nas duas estações, sendo 18 espécies no período seco e 16 no chuvoso. As espécies foram distribuídas em cinco gêneros: Acaulospora, Entrophospora, Gigaspora, Glomus e Scutellospora. A densidade de esporos foi maior no consórcio A. pintoi x Brachiaria brizantha x Pueraria phaseoloides e a menor nas áreas de A. pintoi x cafeeiro, capoeira e mata. As colonizações radiculares foram maiores na estação chuvosa (15 a 63%) do que na estação seca (5 a 37%). Os índices de diversidade no monocultivo foram semelhantes aos das demais áreas avaliadas, indicando que o amendoim serve como hospedeiro de diferentes espécies de FMAs e que o seu cultivo pode aumentar a presença desses organismos nos sistemas produtivos, melhorando a qualidade biológica do solo.
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Colonização micorrízica em plantios de eucalipto.

Colonização micorrízica em plantios de eucalipto.

Levantamentos realizados em florestas de Eucalyptus têm levado à constatação de que a idade da planta tem influência sobre o tipo de associação micorrízica predominante e, consequentemente, sobre a diversidade de micorrizas formadas. Inicialmente, há colonização por fungos micorrízicos arbusculares (FMA), substituída progressivamente pelas associações por fungos ectomicorrízicos (FECM) com o avanço da idade (BELLEI et al., 1992; YINGLONG et al., 1999; SANTOS et al., 2001). A colonização por fungos micorrízicos pode ser influenciada também pela espécie de eucalipto. A inoculação concomitante dos dois tipos de fungos micorrízicos pode, inclusive, levar à competição e reduzir a colonização (YINGLONG et al., 1999).
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Fungos micorrízicos arbusculares em sistema de aléias no Estado do Maranhão, Brasil.

Fungos micorrízicos arbusculares em sistema de aléias no Estado do Maranhão, Brasil.

Acaulospora ocorrer com maior frequência em solos com pH menor que 6,5 enquanto Gigaspora eram menos frequentes. Espécies de Glomus mostraram-se pouco tolerantes à acidez elevada e baixo teor de fósforo. Contudo, esses resultados devem ser analisados com cuidado já que foram montadas lâminas apenas da estação chuvosa, onde pode haver maior influencia das mudanças sazonais e estádio de desenvolvimento da planta hospedeira nas espécies que estão esporulando no momento da coleta (Giovannetti 1985; Gould et al. 1996; Guadarrama e Alvarez-Sânchez 1999, Caproni et al.2007). Amostragens sazonais e utilização de culturas armadilhas devem ser realizadas para melhor estimativa da diversidade de FMA. Além disso, o uso de técnicas moleculares pode ser ferramenta interessante para tal quantificação.
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Fungos micorrízicos arbusculares em diferentes coberturas florestais em Vitória da Conquista, Bahia.

Fungos micorrízicos arbusculares em diferentes coberturas florestais em Vitória da Conquista, Bahia.

O índice de diversidade ‘α’ nas áreas de estudo mostrou maior valor no fragmento de mata nativa (5,1), seguido do plantio de eucalipto (3,3) e do plantio de madeira-nova (3,2), o que corrobora com o maior número de espécies encontradas no primeiro local citado. Segundo Brower & Zar (1984), uma comunidade com alta diversidade terá baixa dominância. O número de espécies em uma única comunidade é normalmente descrito como diversidade ‘alfa’. Este índice chega perto do conceito popular de riqueza das espécies e pode ser usado para comparar o número de espécies em tipos diferentes de ecossistemas (Primack & Rodrigues, 2001). Melloni  et  al. (2006) destacam ainda que uma medida de diversidade tem o objetivo de expressar a complexidade estrutural das interações bióticas e abióticas. Carneiro et al. (2012), aplicando diversos índices de diversidade (Shannon-Wiener, Equitabilidade de Pielou, Dominância de Simpson, Diversidade de Simpson, Margalef) para comparar comunidades de FMAs em áreas com diferentes graus de degradação em Gilbués (PI), constataram que estes índices apresentaram tendências semelhantes e que são sensíveis às mudanças que ocorrem no ambiente.
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Fungos micorrízicos arbusculares em rizosferas de três espécies de fitobiontes instaladas em área de mata ciliar revegetada.

Fungos micorrízicos arbusculares em rizosferas de três espécies de fitobiontes instaladas em área de mata ciliar revegetada.

RESUMO – RESUMO – (Fungos micorrízicos arbusculares em rizosferas de três espécies de fitobiontes instaladas em área de mata ciliar revegetada) Com o objetivo de avaliar o comportamento das espécies de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) estabelecidas em áreas revegetadas de mata ciliar, foram coletadas amostras de solo rizosférico de Croton urucurana Baill., Inga striata Willd. e Genipa americana L. Estas plantas são indígenas em matas ciliares, sendo a primeira considerada pioneira, a segunda, secundária inicial e a terceira, espécie clímax. Vinte e duas espécies de FMA foram identificadas. O maior número de espécies foi observado em rizosferas de C. urucurana e I. striata (15 espécies), enquanto o maior número de esporos foi observado em rizosferas de G. americana (511 esporos/100g solo). Glomus apresentou o maior número de espécies (10), seguindo-se de Acaulospora (6), Scutellospora (4), Gigaspora e Entrophospora (cada com uma espécie). Quanto à freqüência das espécies, G. macrocarpum Tul. & Tul. ocorreu em maior número de amostras em Croton; G. claroideum Schenck & Smith, G. etunicatum Becker & Gerd., G. macrocarpum e G. occultum Walker predominaram em Genipa, e E. kentinensis Wu & Liu, G. etunicatum e G. macrocarpum, em Inga. Concluiu-se que o número de esporos de FMA tende a aumentar com o estádio sucessional, enquanto os índices diversidade, riqueza e equabilidade de espécies de Glomales tendem a diminuir nas comunidades estabelecidas nas rizosferas da espécie clímax.
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