Top PDF Durabilidade de concretos produzidos com adição de resíduos provenientes de rochas ornamentais frente à ação de íons cloreto

Durabilidade de concretos produzidos com adição de resíduos provenientes de rochas ornamentais frente à ação de íons cloreto

Durabilidade de concretos produzidos com adição de resíduos provenientes de rochas ornamentais frente à ação de íons cloreto

Os íons cloreto são considerados responsáveis por iniciar o processo de corrosão do aço e ainda por acelerar as reações de oxirredução envolvidas. A durabilidade das estruturas de concreto armado frente ao ataque químico depende da espessura e da qualidade do concreto de cobrimento. Neste trabalho é avaliado o processo de corrosão das armaduras induzido pela ação de íons cloreto, em concretos produzidos com adição do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO), resíduo abundante no Espírito Santo. Foram produzidos concretos com três níveis de relação água/cimento - 0,45; 0,55 e 0,65 – e quatro níveis de adição de RBRO - 0%, 5%, 10% e 15%- em relação à massa de cimento. Foram avaliados no estado fresco os índices de consistência e as massas específicas dos concretos. No estado endurecido foram avaliadas resistência à compressão axial, absorção de água por imersão e capilar. 216 corpos de prova cilíndricos de concreto foram moldados. Foram produzidos 36 prismas de concreto, com 2 corpos de prova de aço CA-50 cada, submetidos a ciclos de imersão parcial em solução com 5% de NaCl, por 48 horas, e secagem em estufa ventilada, a 50ºC, por 5 dias. O potencial de corrosão das armaduras foi medido após imersão e após secagem dos corpos de prova, até a despassivação das armaduras. Por último, foi feito o ensaio colorimétrico por aspersão do indicador AgNO 3 a 0,1 mol/L para exame da altura de
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Contribuição ao estudo do comportamento de concretos produzidos com resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente em relação aos aspectos mecânicos e de durabilidade.

Contribuição ao estudo do comportamento de concretos produzidos com resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente em relação aos aspectos mecânicos e de durabilidade.

O Brasil é um grande produtor de rochas ornamentais, tendo como principal estado produtor o Espírito Santo. No processo de beneficiamento das rochas cerca de 30% do volume total do bloco se transforma em resíduo. Muitos trabalhos já utilizaram esse resíduo em matrizes cimentícias, aplicando-o como um material capaz de preencher parcialmente os poros da matriz cimentícia (efeito fíler). Porém, esses estudos vêm sendo desenvolvidos há duas décadas e até o presente momento a indústria da construção civil não absorveu o resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO), que continua a ser um passivo ambiental. Visando melhorar as propriedades desse material, o presente estudo tratou-o termicamente a 1200°C. O resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT) foi submetido a diversos ensaios de caracterização, dentre eles foram realizados ensaios para determinação da atividade pozolânica segundo a NBR 12653 (ABNT, 2015). Foram confeccionados concretos com 0%, 5% e 10% de adição do RBROTT com o objetivo de avaliar a influência dessa adição sobre a resistência mecânica dos concretos e também avaliar a durabilidade dos mesmos, tendo como foco a penetração de íons cloreto.
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Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos produzidos com a incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos produzidos com a incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

A construção civil é uma indústria que consome volume significativo de recursos naturais, no entanto, possui potencial expressivo de aproveitamento de resíduos para a produção de materiais de construção. A utilização de subprodutos industriais apresenta-se como uma contribuição para a otimização de insumos e consequentemente para o desenvolvimento sustentável. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de rochas ornamentais, sendo o Espírito Santo o estado brasileiro com maior representatividade no setor. Para produzir as chapas, os blocos de rocha são serrados em teares, transformando aproximadamente 25% do bloco em resíduo. Este consiste em uma lama que passa por filtros e precisa ser descartada. Devido ao montante de resíduo gerado e aos custos e dificuldades para destinação, este material tem sido alvo de estudos para sua utilização na construção civil há vários anos. Diante disso, este trabalho teve como objetivo investigar a influência da incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) sobre propriedades ligadas à durabilidade do concreto, em especial aquelas relacionadas com a resistência à agentes agressivos externos do tipo íons sulfato. Para isso, os concretos foram produzidos com três diferentes relações água/cimento (0,45; 0,55 e 0,65) e adição do RBRO em relação à massa de cimento em teores de 5%, 10% e 15%, além do concreto de referência. Foram analisadas propriedades no estado fresco, trabalhabilidade e massa específica, e no estado endurecido, resistência à compressão axial, absorção de água por capilaridade e por imersão além das análises microestrutural. Para o ensaio de degradação acelerada foi utilizado o sulfato de magnésio. Os concretos foram submetidos a ciclos de imersão e secagem e, ao final, sua resistência à compressão foi medida. Os concretos com 5% de resíduo apresentaram os melhores resultados quanto ao desempenho mecânico, com valores acima dos concretos de referência, para todas as relações a/c. Nos concretos agredidos verificou-se uma microfissuração superficial típica do ataque por sulfatos, além da constatação do consumo de hidróxido de cálcio e possível presença de etringita, através do EDS. No entanto, os resultados indicam o efeito positivo do uso do RBRO na resistência ao ataque de sulfatos em teores de 5% de adição.
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Durabilidade de betões auto-compactáveis produzidos com agregados reciclados provenientes de demolição de estruturas de betão

Durabilidade de betões auto-compactáveis produzidos com agregados reciclados provenientes de demolição de estruturas de betão

Segundo Swamy (2003), a existência deste tipo de reacção não é tão dependente da condição de exposição, mas sim do tipo de reacções químicas que vão ocorrendo entre os componentes do cimento e os agregados. Assim, deve ser dada uma atenção especial à reactividade das partículas. A reactividade está relacionada com a temperatura e com o tamanho dos agregados, desta forma, o uso de materiais finos, aumenta o risco de expansão do betão. Pode também, para tentar-se diminuir a ocorrência deste tipo de reacções, usar diferentes tipos de agregados, como uso de pozolanas e cinzas volantes,que são um tipo de adição não reactiva (Lima et al,s.d).
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Estudo da influência da adição de resíduos de óleo em concretos para aplicação em pavimentos

Estudo da influência da adição de resíduos de óleo em concretos para aplicação em pavimentos

Finalmente, este trabalho concluiu que a possibilidade de destinação de resíduos de óleo, ROC e ROL, como adição de concretos para aplicação em pavimentos é viável, pois: apresentou po[r]

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Avaliação da durabilidade de concretos contendo agregados reciclados de resíduos de construção civil (RCC)

Avaliação da durabilidade de concretos contendo agregados reciclados de resíduos de construção civil (RCC)

Nas últimas duas décadas, a problemática da destinação dos resíduos de construção civil (RCC) vem recebendo destacada atenção devido à expressiva geração deste resíduo e à sua gestão ineficaz quanto à destinação final. Com isso, os RCC vêm ganhando espaço e destaque dentre os resíduos com possibilidades de aplicação em materiais cimentícios, de modo a reduzir os impactos ambientais, apresentando uma destinação final adequada a esses resíduos, que atualmente são depositados em aterros e bota-foras. O presente trabalho propôs a utilização do agregado reciclado de RCC, proveniente da Unidade de Valoração de Resíduos da Odebrecht Ambiental (UVR Grajaú), com o objetivo de avaliar as características desse resíduo e a sua influência na durabilidade do concreto. Para isso, foi realizada uma extensa caracterização física e química dos resíduos, procedido da análise das propriedades mecânicas e da durabilidade do concreto reciclado, por meio das técnicas de migração de cloretos, carbonatação, resistividade elétrica e ciclagem térmica gelo-degelo. Esse agregado reciclado foi empregado no concreto em substituição ao agregado natural. Deste modo, o presente trabalho buscou contribuir para a minimização de dois graves problemas da sociedade: a geração e a destinação inadequada dos resíduos de construção civil e a degradação em estruturas de concreto armado, além de colaborar com os estudos acerca da durabilidade de concretos com a utilização de agregados reciclados. Os resultados indicam que tanto os aumentos do teor de agregado reciclado, quanto da relação água/cimento apresentam efeitos significativos sobre as propriedades dos concretos, reduzindo a durabilidade das misturas. No entanto, para a ciclagem gelo-degelo o emprego do agregado reciclado fez com que as misturas se tornassem mais duráveis que o concreto de referência.
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Avaliação da durabilidade de concretos produzidos com agregados de resíduo de concreto utilizando a abordagem de mistura dois estágios

Avaliação da durabilidade de concretos produzidos com agregados de resíduo de concreto utilizando a abordagem de mistura dois estágios

O ensaio de migração de cloretos no estado não estacionário foi realizado de acordo com a NT BUILD 492:2011[36]. Para este ensaio foram confeccionados corpos de prova cilíndricos com dimensões de 100 x 200 mm, os quais foram posteriormente cortados em quatro partes iguais de 100 x 50 mm, utilizando-se para o ensaio as duas amostras centrais. Antes da realização do ensaio, as amostras passaram por um pré- condicionamento de acordo com as recomendações da norma. Posteriormente, as amostras foram fixadas em aparatos, os quais foram posicionados em um recipiente plástico contendo solução catódica de 10 % de clore- to de sódio em massa de água (100g de NaCl para cada 900g de água), e cada aparato contendo a amostra foi preenchido com uma solução anódica de hidróxido de sódio em água destilada (1,2g de NaOH para cada 100g de água). Em seguida ocorreu a conexão em paralelo de todos os aparatos, ou seja, os cátodos foram ligados ao polo negativo e os ânodos ao polo positivo da fonte de corrente contínua, a qual foi ajustada inici- almente para 30 V. Com o uso de um multímetro, foi medida a corrente inicial em cada amostra, e, em fun- ção dessa corrente inicial, o valor da tensão foi ajustado, conforme as recomendações normativas. Após o processo de migração de cloretos (período de ensaio conforme a norma), as amostras foram rompidas à tra- ção por compressão diametral e foi aspergida na superfície fraturada de uma das metades da amostra, uma solução de nitrato de prata (AgNO 3 ) 0,1 molar, o qual permite a medição a frente de penetração de cloretos
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INFLUÊNCIA DA ADIÇÃO DE ÁGUA PARA CORREÇÃO DO ABATIMENTO NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE CONCRETOS PRODUZIDOS EM SINOPMT

INFLUÊNCIA DA ADIÇÃO DE ÁGUA PARA CORREÇÃO DO ABATIMENTO NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE CONCRETOS PRODUZIDOS EM SINOPMT

Conforme Bauer (2005, p. 42) “a caracterização da pega dos cimentos é feita pela determinação de dois tempos distintos – o tempo de início e o tempo de fim de pega”. O início da pega e fim de pega do cimento é determinado por de ensaios de penetração através do aparelho de Vicat, ilustrado na Figura 3. O ensaio consiste em penetrar verticalmente uma sonda com 1 mm² de seção na pasta de cimento por ação de um peso total de 300 gramas. A amostra é ensaiada periodicamente, determinando-se o tempo de início de pega quando a agulha fica estacionada a 1 milímetro do fundo do recipiente, os ensaios são repetidos até que a agulha não penetra mais a amostra, deixando uma marca superficial imperceptível, tal fato caracteriza o fim da pega.
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Avaliação da durabilidade de betões auto-compactáveis produzidos com agregados reciclados provenientes da indústria de préfabricação

Avaliação da durabilidade de betões auto-compactáveis produzidos com agregados reciclados provenientes da indústria de préfabricação

No que respeita à absorção de água por imersão e capilaridade, verificou-se uma diminuição de desempenho nestas propriedades devido à introdução de AFR no betão, devido à maior porosidade do betão provocada pela argamassa antiga aderida aos AR. Os BAC com 100% AGR apresentaram melhor desempenho do que os com 50% AR, o que se deve ao facto de os AGR possuírem valores de absorção de água muito inferiores aos dos AFR. Verifica-se que o aumento da taxa de substituição de AN por AR faz aumentar a penetração de iões cloreto, o que é explicado pela degradação da qualidade da pasta do BAC (devido à substituição de areia por AFR), uma vez que o transporte de iões é feito preferencialmente nessa zona, o que explica que as amassaduras com 100% AGR registem o melhor desempenho dos BAC com AR, uma vez que não se efectua substituição de AN por AR ao nível da pasta. A profundidade de carbonatação aumenta com a substituição de AFN por AFR, pelo que se conclui que a alteração da pasta condiciona esta propriedade. Apesar das elevadas variações em relação ao BAC de referência, verificou-se que a profundidade de carbonatação é inferior a 3 mm e 24 mm, respectivamente, para as famílias PF 65 e PF 45, aos 91 dias.
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Contribuição ao estudo reológico de pastas cimentícias com adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Contribuição ao estudo reológico de pastas cimentícias com adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Os ensaios foram realizados em regime permanente, isto é, as propriedades em uma dada seção do escoamento não se alteram com o decorrer do tempo. Como o cimento está em constante hidratação e liberação de calor, foi escolhido um estágio em que é observada uma baixa taxa de liberação de calor denominado período de indução ou dormência com duração aproximada de 30 minutos a 3 horas. Esse período de indução é observado após os primeiros 20 minutos de hidratação do cimento. Por essa razão foi escolhido o tempo de hidratação de 20 minutos contados a partir do contato do cimento com a água para a realização dos ensaios. Logo, em todos os ensaios foram feitas três amostras de cada relação água/cimento (0,45; 0,55; 0,65) para o tempo de hidratação (20 minutos) em quatro porcentagens distintas de adição do resíduo (0%, 5%, 10% e 15%), sendo o valor médio utilizado para análise.
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Durabilidade de concretos produzidos com agregados de resíduo de concreto submetidos a tratamentos com cimento portland e moagem

Durabilidade de concretos produzidos com agregados de resíduo de concreto submetidos a tratamentos com cimento portland e moagem

A reciclagem da fração mineral de resíduos da construção civil é vista como uma potencial fonte de geração de agregados. Os Agregados de Resíduos de Concreto (ARC) são geralmente indicados para se utilizar na produção de novos concretos. No entanto, devido à argamassa antiga aderida aos ARC, estes possuem qualidade inferior ao agregado natural. Na busca de melhorar as características dos ARC, várias técnicas vêm sendo desenvolvidas, sendo uma das alternativas através da modificação da superfície. Esta pesquisa tem como objetivo geral avaliar a durabilidade de concretos contendo agregados de resíduo de concreto, submetidos a tratamentos com cimento Portland e moagem, em substituição parcial ao agregado graúdo natural nos teores de 20% e 50%. Para avaliar o comportamento dos concretos foram realizados os ensaios de massa específica no estado fresco, consistência pelo abatimento do tronco de cone, resistência à compressão simples, resistência à tração por compressão diametral, módulo estático de elasticidade à compressão, absorção de água por imersão, absorção de água por capilaridade, resistividade elétrica volumétrica e superficial, carbonatação acelerada, migração de cloretos no estado não estacionário, efeito combinado de carbonatação acelerada seguida da migração de cloretos no estado não estacionário e microscopia eletrônica de varredura. Ficou evidente que a utilização de ARC na produção de um novo concreto produz efeitos negativos nas propriedades deste quando comparado ao convencional. No entanto, foi verificado que a adoção de tratamentos como a moagem dos agregados de resíduo de concreto e a abordagem de mistura dois estágios com 25% de cimento Portland, mostraram-se como alternativas viáveis para proporcionar melhorias nos agregados de resíduos de concreto. Além de resultar em um concreto com boas características de propriedades mecânicas e durabilidade, também viabiliza a utilização de agregados reciclados e não gera custo adicional no processo de produção do concreto.
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Uso de geotêxteis não tecidos para o dessecamento de resíduos da operação de corte de rochas ornamentais

Uso de geotêxteis não tecidos para o dessecamento de resíduos da operação de corte de rochas ornamentais

Nos últimos anos a produção de rochas ornamentais vem sendo intensificada no Brasil, com o crescimento da demanda na confecção de peças ornamentais, houveram preocupações quanto a quantidade de resíduos produzidos e sua correta condução, tendo em vista que durante o processo de corte e polimento da rocha é utilizado água para o resfriamento do disco diamantado. Com isso, a água utilizada carreia consigo partículas sólidas da rocha, resultando em uma lama abrasiva que são conduzidas, no Brasil, para sistemas de fossas sépticas e esgotos causando assoreamento dos cursos d´água devido a deposição dos sólidos ou são submetidas a processos de decantação com o reuso da água, porem esse procedimento além de possuir pouca efetividade demora um certo tempo para a conclusão do dessecamento tendo em vista a fina gramatura apresentada pelo material sólido contido na lama. Mediante tal fato, tendo ciência da eficiência comprovada pelo uso de geotêxteis no dessecamento de materiais com pequenas granulometrias, o presente estudo buscou avaliar o dessecamento do lama produzida nas marmorarias com o uso de três diferentes tipos de geotêxteis, para isso, foi desenvolvido um protótipo com pequenas dimensões no qual foi inserido o geotêxtil em seu interior e em seguida foram realizados sucessivos enchimentos que simbolizaram os enchimentos realizados entre as etapas de corte de uma marmoraria, observando o comportamento da vazão e a redução do teor de sólidos passantes pelo protótipo desenvolvido em cada enchimento e para cada geotêxtil em estudo. Com o experimento realizado observou que os geotêxteis possuíam um comportamento típico na vazão escoada ao longo do tempo, independente do geotêxtil utilizado, além de uma redução significativa no teor de sólidos passantes pelo protótipo mostrando a eficiência do uso do geotêxtil para o dessecamento deste tipo de lama abrasiva. Por fim, foi observado que o GTX300 obteve a melhor resposta na redução do teor de sólidos passantes e uma melhor distribuição da vazão ao longo do tempo.
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A UTILIZAÇÃO DE AGREGADOS PROVENIENTES DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO EM CONCRETOS SEM FINS ESTRUTURAIS

A UTILIZAÇÃO DE AGREGADOS PROVENIENTES DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO EM CONCRETOS SEM FINS ESTRUTURAIS

Os agregados reciclados de colorações acinzentadas acabam tento maior pre- sença de cimento, sílica, granito, basalto, maior densidade e observa-se, ainda, maior resistência mecânica dos concretos confeccionados com os mesmos (CARRIJO, 2005). Os concretos produzidos com agregado reciclado apresentam maiores retra- ções por secagem, fato ligado diretamente a maior porosidade do agregado recicla- do, o que acaba aumenta a relação a/c e reduz a resistência à compressão (CABRAL, 2007). A pré-saturação dos agregados reciclados de RCD com água melhora o de- sempenho dos concretos, sendo mais adequado, segundo a NBR 15116 (2004), o uso de um valor próximo dos 80% de saturação do agregado.
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Adição de cal aos concretos com ar incorporado visando a redução da frente de carbonatação

Adição de cal aos concretos com ar incorporado visando a redução da frente de carbonatação

Todos os concretos foram confeccionados na mesma betoneira de eixo inclinado, com capacidade de 250 litros, seguindo o mesmo padrão de mistura: 1º) foram colocados parte de água e o cimento, misturados até a formação de uma pasta homogênea; 2º) foram adicionados o agregado graúdo e miúdo, e o restante da água, e 3º) procedeu- se a homogeneização total do concreto. No caso dos concretos que receberam adição de cal, esta foi adicionada somente após a mistura completa de todos os outros elementos, ou seja, a cal foi adicionada sobre o concreto de referência, em todos os casos. Uma vez obtidas as amostras de concreto acima, adicionou-se o aditivo Iar e procedeu-se uma nova homogeneização em betoneira por 2 minutos. Destaque-se o controle de tempo de homogeneização após a adição do Iar é um fator determinante para limitar a quantidade de ar incorporado e a coalescência entre as bolhas incorporadas.
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Métodos de lavra de rochas ornamentais.

Métodos de lavra de rochas ornamentais.

Uma classificação detalhada das rochas ornamentais, considerando a ge- ologia, a orientação e a estética das mes- mas, foi feita por Costa (2001). Nesse tra- balho, o termo rocha ornamental refere- se a apenas granitos e mármores, segun- do a classificação simplificada largamente utilizada pela indústria. Dessa forma, como granitos são considerados, não apenas os granitos propriamente ditos, mas também gnaisses, migmatitos e sie- nitos. Como mármores são considera- das as rochas carbonáticas (Destro, 2000).

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Caracterização tecnológica de rochas ornamentais

Caracterização tecnológica de rochas ornamentais

Com base nos dados apresentados na Tabela 3, pode-se concluir que, do ponto de vista mercadológico, as rochas ornamentais brasileiras seguem um caminho promissor, que está sendo bem fundado tanto nacionalmente como internacionalmente. Entretanto, outro aspecto fundamental para o sucesso alcançado nas transações de rochas ornamentais, é a caracterização físico-mecânica dos materiais comercializados. Este aspecto torna-se cada vez mais importante à medida que o mercado consumidor se torna mais exigente, pois uma correta aplicação de qualquer material na construção civil só pode ser alcançada com os conhecimentos prévios do comportamento do material mediante as adversidades do local no qual ele será utilizado.
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Estudo de concretos com adição de nanosílica submetidos à ação combinada de cloretos e CO2

Estudo de concretos com adição de nanosílica submetidos à ação combinada de cloretos e CO2

A corrosão de armaduras é uma das manifestações patológicas mais graves que podem afetar as estruturas de concreto armado, sendo os principais agentes agressivos iniciadores da corrosão os íons cloreto e o CO 2 . Os íons cloreto são capazes de ocasionar a corrosão mesmo em situações nas quais o concreto encontra-se alcalino e a ação do CO 2 resulta na carbonatação, que é a responsável pela despassivação das armaduras. O estudo desses agentes agressivos de modo isolado é amplamente explorado, existindo consenso nos resultados obtidos nas pesquisas experimentais. Porém, o estudo da ação combinada é algo mais recente e ainda não existe concordância nos resultados verificados, quanto a influência da ação conjunta desses agentes agressivos na durabilidade das estruturas de concreto armado. Paralelamente a esta questão, existe a necessidade de se obter estruturas de concreto mais duráveis e, para isso, uma das alternativas é a utilização de materiais suplementares ao concreto, entre as mais utilizadas pode-se citar a sílica ativa e mais recentemente, com o avanço da nanotecnologia, a nanosílica. Essas adições minerais promovem o efeito fíler e pozolânico na matriz cimentícia, resultando assim em uma maior durabilidade da estrutura de concreto. Esta pesquisa foi desenvolvida com o objetivo principal de se avaliar o comportamento de concretos com a adição de nanosílica, quando submetidos à ação combinada dos íons cloreto e do CO 2 . Para isso, foram moldados corpos de prova cilíndricos de concreto, com traço 1:m=3,2 e em duas relações água/aglomerante, 0,40 e 0,56. Foram estudados concretos com a incorporação de 0%, 1%, 5% e 10% de nanosílica coloidal e 10% de sílica ativa. Utilizou-se aditivo superplastificante apenas nos concretos de relação água/aglomerante igual a 0,40 e o teor a ser utilizado foi determinado por meio de ensaio
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Geoambiente e indústria das rochas ornamentais

Geoambiente e indústria das rochas ornamentais

Como critérios prioritários que devem aplicar-se para a identificação dos factores do meio susceptíveis de receber impactos, podem citar-se:A representatividade da extensão do terreno af[r]

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Análise experimental da durabilidade de concretos de alto desempenho com adição de resíduo de borracha de pneu e cinza da casca de arroz

Análise experimental da durabilidade de concretos de alto desempenho com adição de resíduo de borracha de pneu e cinza da casca de arroz

Segundo o Arroz (2008), o país possui uma das maiores safras mundiais de arroz, sendo que a safra de 2007/8 atingiu mais de 11 milhões de toneladas de grãos em casca produzidos. Somente com a safra dos dez maiores produtores de arroz no mundo são mais de 600 milhões de toneladas por ano. Para ressaltar a importância da utilização deste resíduo, a cinza da casca de arroz (CCA) corres- ponde a 4 % do peso do arroz em casca, aparentemente um valor não expressi- vo, mas em relação à produção mundial nota-se a sua grandeza e potencialidade. Os pneus quando descartados a céu aberto, representam danos à natureza sendo que o tempo para sua decomposição é por volta de 600 anos, além do a- cúmulo de água gerando doenças (COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTO DO CEA- RÁ - CAGECE, 2007). O Brasil ainda encontra um grande desafio para conseguir dar finalidade adequada aos pneus em seu território, pois são mais de 40 milhões produzidos a cada ano e quase a metade acaba sendo descartado (AMBIENTE BRASIL, 2007).
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Rochas Ornamentais de Timor Leste

Rochas Ornamentais de Timor Leste

Relativamente aos mármores, estes ocorrem em lentículas e intercalados em rochas básicas, apresentam-se dobrados e estirados e com espessuras muito variáveis ao longo dos afloramentos. Até agora foi possível identificar duas sequências principais, uma textural e cromaticamente mais homogénea, a mais interessante como rocha ornamental, corresponde a mármores claros, por vezes brancos, com textura fina. A outra sequência corresponde uma fácies bandada com intercalações finas de filossilicatados, epidoto, vesuvianite e granadas (mármores impuros), de um modo geral são mais escuros e apresentam texturas mais grosseiras. As variações laterais de fácies são frequentes e embora alguns façam lembrar, por exemplo, os mármores de Viana do Alentejo. A reduzida possança destes níveis torna difícil, no imediato, a sua exploração para fins ornamentais.
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