Top PDF Durabilidade natural da madeira de pupunha (Bactris gasipaes Kunth). I. fungos.

Durabilidade natural da madeira de pupunha (Bactris gasipaes Kunth). I. fungos.

Durabilidade natural da madeira de pupunha (Bactris gasipaes Kunth). I. fungos.

gasipaes (Pupunha), os dados obtidos da durabilidade da madeira em ambiente florestal e urbano sugerem que a madeira não é recomendada para uso em ambiente externo devido à alta sus[r]

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DURABILIDADE NATURAL DA MADEIRA DE TRÊS ESPÉCIES FLORESTAIS EM ENSAIOS DE CAMPO

DURABILIDADE NATURAL DA MADEIRA DE TRÊS ESPÉCIES FLORESTAIS EM ENSAIOS DE CAMPO

Com o objetivo de avaliar a durabilidade natural da madeira, amostras de alburno e de cerne de Luehea divaricata (açoita-cavalo), Carya illinoinensis (nogueira-pecã) e Platanus x acerifolia (plátano), medindo 2,5 x 2,5 x 30,0 cm (radial x tangencial x longitudinal), foram submetidas a ensaios experimentais em um povoamento de Pinus e em campo aberto. Durante um ano, as amostras foram periodicamente pesadas e avaliadas pelo critério de notas, para determinar o percentual de perda de massa e índice de deterioração, respectivamente. Os resultados mostraram que, independente da espécie e do tipo de lenho, o ambiente dentro da floresta é mais favorável a deterioração da madeira do que fora dele. Apesar da elevada correlações entre a perda de massa e o índice de deterioração foram observadas variações na avaliação da durabilidade da madeira entre esses critérios. Para todas as espécies, a madeira proveniente do alburno foi a mais atacada. Para perda de massa não foi observada diferença entre as espécies avaliadas, entretanto, o índice de deterioração apontou o plátano como a mais atacada.
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Durabilidade natural de espécies florestais madeireiras ao ataque de cupim de madeira seca.

Durabilidade natural de espécies florestais madeireiras ao ataque de cupim de madeira seca.

Do ponto de vista comercial, madeiras de maior durabilidade natural são preferidas em relação a outras, pois haveria a necessidade de realizar um tratamento preservativo a fim de aumentar esta durabilidade (Silva  et  al., 2004). Outra opção seria o tratamento térmico da madeira, ainda inviável economicamente no Brasil. Pessoa  et  al. (2006) verificaram que madeiras submetidas a temperaturas mais elevadas sofrem menores danos causados pelos cupins. No entanto, esses pesquisadores não indicaram a temperatura e o tempo ideais de tratamento.

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OCORRÊNCIA DE TÉRMITAS SUBTERRÂNEOS (ISOPTERA: RHINOTERMITIDAE E TERMITIDAE) E DURABILIDADE NATURAL DA MADEIRA DE CINCO ESSÊNCIAS FLORESTAIS

OCORRÊNCIA DE TÉRMITAS SUBTERRÂNEOS (ISOPTERA: RHINOTERMITIDAE E TERMITIDAE) E DURABILIDADE NATURAL DA MADEIRA DE CINCO ESSÊNCIAS FLORESTAIS

Avaliou-se a durabilidade natural da madeira de cinco essências arbóreas: Eucalyptus citriodora Hook, Gliricidia sepium (Jacq.) Steud, Lophantera lactescens Ducke, Piptadenia gonoacantha (Mart.) Macbr. e Samanea saman (Jacq.) Merr. O ensaio de campo foi realizado no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, de fevereiro de 2001 a novembro de 2002. Seis amostras de cada essência, parcialmente enterradas em posição vertical, foram dispostas aleatoriamente em cinco blocos. Em laboratório, segundo um sistema de notas relacionado ao estado fitossanitário da madeira, as amostras foram classificadas com um índice de comportamento, para cada essência, conforme seu aspecto fitossanitário. Também foram observados o estado da casca das amostras, a dureza da madeira e a presença de rachaduras longitudinais no corpo da amostra. As madeiras, mais e menos duráveis dentre os parâmetros avaliados, foram Laphantera lactescens e Piptadenia gonoacantha respectivamente. Em 47% das amostras que foram atacadas, três espécies de térmitas foram identificadas: Coptotermes havilandi, Nasutitermes jaraguae e Nasutitermes minor.
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Durabilidade natural do estipe de pupunha (Bactris gasipaes Kunth, Arecaceae) II: insetos.

Durabilidade natural do estipe de pupunha (Bactris gasipaes Kunth, Arecaceae) II: insetos.

O ensaio em ambiente urbano foi realizado no campus do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia em Manaus, em uma área com incidência homogênea dos raios solares. Para este ensaio, os discos foram secionados axialmente para a retirada do tecido esponjoso, porque se pretendia estudar a utilização da parte lignificada em ambiente externo e interno e também como telha, assoalho, dentre outros. Em seguida, foram distribuídos aleatoriamente nas posições convexa e côncava, sobre três estruturas de madeira de 70cm de altura, 20cm de largura e 2m de comprimento. A cada dois meses, durante o período de setembro de 1996 a agosto de 1997, foram efetuadas coletas de insetos e realizadas inspeções, cujos critérios foram os mesmos adotados no ensaio em ambiente florestal (Jesus & Abreu, 2002).
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Caracterização das propriedades mecânicas e durabilidade biológica da madeira de Quercus faginea

Caracterização das propriedades mecânicas e durabilidade biológica da madeira de Quercus faginea

Também os resultados obtidos quanto à resistência da madeira face ao ataque de térmitas subterrâneas devem ser encarados com reserva, devido à fraca representatividade das amostras e ao facto de a norma EN 350-1 não ter sido inteiramente seguida, pois foram utilizadas apenas duas proveniências, sendo que a norma refere a utilização de três proveniências. Todavia, o facto de no ensaio ter sido encontrado um grau de ataque médio próximo de 2, classifica esta madeira como moderadamente resistente. Desta forma, encontra-se na mesma classe de resistência de outros carvalhos, classificados na norma EN 350-2, bem como o Quercus petraea, Quercus robur e Quercus alba. Contudo quando comparado com o Quercus rubra, mais conhecido por carvalho americano, e muito utilizado em Portugal, a madeira do carvalho português apresenta uma maior durabilidade natural, pois o carvalho americano é classificado como pouco resistente ao ataque de térmitas subterrâneas.
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Resistência Natural de Quatro Espécies Florestais Submetidas a Ensaio com Fungos Apodrecedores.

Resistência Natural de Quatro Espécies Florestais Submetidas a Ensaio com Fungos Apodrecedores.

Este estudo teve como objetivo avaliar a durabilidade natural das madeiras de Eucalyptus dunnii, Eucalyptus robusta, Eucalyptus tereticornis e Hovenia dulcis submetidas ao ensaio de apodrecimento acelerado em laboratório com os fungos Gloeophyllum trabeum, causador de podridão parda; e Trametes versicolor, causador de podridão branca. As amostras permaneceram durante 12 semanas em contato com os fungos e após calcularam-se as porcentagens de perda de massa, classificadas quanto ao grau de resistência natural e avaliadas quanto ao índice de susceptibilidade ao ataque. As médias dos resultados foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. A madeira de Eucalyptus robusta foi classificada como resistente e Hovenia dulcis como não resistente para ambos os fungos. O índice de susceptibilidade ao ataque indicou que as espécies estudadas apresentaram valores aceitáveis, sendo mais resistentes ao ataque dos fungos em relação às espécies de referência (Pinus sp.; Cecropia sp.).
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Identificação de Fungos Emboloradores em Madeira de Pinus spp. em Laboratório.

Identificação de Fungos Emboloradores em Madeira de Pinus spp. em Laboratório.

De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ, 2015), o gênero Pinus é o segundo mais cultivado no Rio Grande do Sul, ocupando aproximadamente 184.585 ha de área plantada. A madeira desse gênero caracteriza-se por apresentar baixa durabilidade natural, sendo necessária a aplicação de tratamento químico para aumento de sua vida útil. Entretanto, esses tratamentos apresentam algum grau de toxidez, tornando a madeira inadequada para certos usos. O material mais utilizado para embalagem de hortaliças, no Brasil, é a madeira, sendo a maior parte proveniente de áreas de reflorestamento com espécies de Pinus e, em menor escala, com Eucalyptus (Henz & Cardoso, 2005). Apesar da grande importância dos fungos emboloradores, especialmente com relação à utilização de madeira sem tratamento, poucos estudos se detêm a identificar esses agentes, quando comparados a estudos de identificação de agentes apodrecedores de madeira. Dessa forma, este estudo teve como objetivo identificar, em nível de espécie, fungos emboloradores na madeira não tratada de Pinus spp. estocada em laboratório, em Pelotas, Rio Grande do Sul.
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Efeito da vaporização na madeira de Eucalyptus grandis sobre as suas propriedades químicas e resistência natural a fungos e cupins

Efeito da vaporização na madeira de Eucalyptus grandis sobre as suas propriedades químicas e resistência natural a fungos e cupins

Há diversas classes de extrativos em cada espécie e entre espécies, e cada classe de extrativo representa um papel na durabilidade biológica. Oliveira et al. (2005a), correlacionaram classes de extrativos e a durabilidade natural das madeiras de E. gummifera e Corymbia citriodora através da inoculação por 16 semanas com o fungo xilófago Gloeophyllum trabeum. Para E. gummifera a perda de massa da madeira natural, extraída com água fria e com diclorometano foram baixas e não diferiram estatisticamente, sendo da ordem de 1,10%, 0,98% e 1,01%, respectivamente. Tais resultados diferiram da madeira livre de extrativos e aquela que passou por extração com água quente ao apresentarem perda de massa da ordem de 19,50% e 9,70% respectivamente, não diferindo entre si. Para C. citriodora as perdas de massa não diferiram na extração com água fria, água quente, diclorometano e a madeira natural, sendo da ordem de 0,63%, 0,64%, 1,12% e 1,34%, respectivamente, já a perda de massa de madeira com extração total diferiu de todos os tratamentos e foi da ordem de 38,70%.
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A durabilidade da madeira na arquitetura sob a ação dos fatores naturais : estudo de casos em Brasília

A durabilidade da madeira na arquitetura sob a ação dos fatores naturais : estudo de casos em Brasília

As obras de madeira estão sujeitas a degradação quando expostas às intempéries. Esta degradação pode ocorrer de forma geral ou particular. A degradação generalizada ocorre quando os problemas não foram sanados a tempo acumulando-se de tal forma que não se consegue detectar mais a sua causa e nem saber como iniciou o problema. No caso de considera-se a edificação destruída por inteiro deve-se usar outro método que não seja a análise sobre a obra, mas sim sobre a concepção e os detalhes do projeto arquitetônico que foi elaborado antes. Afim de prever as possíveis intervenções dos agentes naturais . Caso não haja o projeto, fotografias anteriores ajudam a saber a origem dos problemas,. A degradação quando ocorre de forma particular geralmente inicia-se por algum detalhe de arquitetura localizado em algum componente construtivo. É este direcionamento que iremos seguir nos casos a serem analisados 1 . Os detalhes arquitetônicos expostos às intempéries estão conseqüentemente sujeitos aos impactos da degradação. São considerados como os principais efeitos ou impactos os seguintes: a) contração, b) retração, c) inchamento, d) fendas longitudinais, e) água nas fendas, f) aprofundamento das fendas, g) permanência de umidade, h) desenvolvimento de fungos, i) deterioração interna, j) perda de resistência. Onde podemos definir: a) contração como sendo a deformação devido à secagem não criteriosa e(ou) ao corte
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Resistência natural da madeira de Corymbia maculata (Hook.) K.D.Hill & L.A.S. Johnson a fungos e cupins xilófagos, em condições de laboratório.

Resistência natural da madeira de Corymbia maculata (Hook.) K.D.Hill & L.A.S. Johnson a fungos e cupins xilófagos, em condições de laboratório.

A variação em resistência dentro da árvore está correlacionada à concentração dos extrativos tóxicos presentes no lenho. Isto é um dos fatores que contribui para a discrepância dos resultados obtidos nos testes de durabilidade da madeira (Lepage, 1986), pois em muitos trabalhos os pesquisadores utilizam, como indicado pela ASTM D-2017, apenas a madeira do cerne externo. Willeitner (1984) faz várias críticas ao método recomen- dado por essa norma. O autor afirma que em virtude da variação na madeira todo o cerne deve ser avalia- do.Todavia, a madeira não é constituída somente de cerne, podendo haver grande proporção de alburno em peças empregadas para vários fins.
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Constituição e mecanismos de degradação biológica de um material orgânico: a madeira

Constituição e mecanismos de degradação biológica de um material orgânico: a madeira

A fonte de alimento natural a considerar é certamente a madeira, no entanto, dependendo da sua composição química e morfológica, esta pode apresentar diferente susceptibilidade ao ataque dos microorganismos. Geralmente, a presença de concentrações mais elevadas de extractivos (ex. substâncias fenólicas, taninos, resinas, ceras, gorduras) assegura maior durabilidade. Estes com- ponentes podem ser tóxicos para os microorganismos, inibitórios do processo degradativo, exercer um efeito antioxidante e/ou reduzir a permeabilidade da madeira à água, ao ar ou às hifas. As temperaturas consideradas ideais em termos de conforto são geralmente as mais apropriadas para o crescimento de fungos da podridão. Fora do intervalo óptimo, variável entre 20º e 30º C, há um decréscimo na taxa de crescimento. Para temperaturas inferiores a 0o C e superiores a 45º C o crescimento cessa e os fungos ficam adormecidos. Acima dos 60º C prevê-se a ocorrência de morte.
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Programa Pupunha: software para avaliação econômica da irrigação da pupunha.

Programa Pupunha: software para avaliação econômica da irrigação da pupunha.

Abstract: The Pupunha program allows the combinations of the various real conditions of the producer and providing an analysis of the viability of irrigating the pejibaye (Bactris gasipaes H.B.K) crop. In order to evaluate the economics of the additional cost of irrigation; the program calculates the necessary production increment to pay for this additional cost. Several types of studies are possible by varying the principal factors that interfere in the total annual cost. The main result is a family of comparative curves for several situations, showing the necessary production increment for different levels of production of pejibaye (kg ha -1 ). This program was
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Absorção de água e proliferação de fungos em madeira de Pinus usada como embalagem para hortaliças

Absorção de água e proliferação de fungos em madeira de Pinus usada como embalagem para hortaliças

Os dois fungos predominantes na superfície da madeira de Pinus não apre- sentam uma grande ameaça do ponto de vista fitopatológico, e causam mais da- nos à aparência das caixas propriamen- te dita. Trichoderma harzianum somente é capaz de causar doença em plântulas de milho e está associado ao apodreci- mento de raízes de mandioca (Domsch et al., 1980) e Rhizopus stolonifer de- pende de ferimentos para causar doen- ças em hortaliças (Agrios, 1997). Trichoderma harzianum produz enzimas capazes de degradar celulose, um dos principais componentes da ma- deira e assim afetar negativamente sua qualidade e a possibilidade de reutilização. Este fungo também tem propriedades antagonistas contra vári- os outros fungos, como Aspergillus,
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Isolamento e identificação de fungos endofíticos da pupunha (Bactris gasípaes Kunth) e caracterização por marcadores moleculares.

Isolamento e identificação de fungos endofíticos da pupunha (Bactris gasípaes Kunth) e caracterização por marcadores moleculares.

Para as análises de seqüenciamento, dos genes mais utilizados na análise filogenética dos fungos, são os genes ribossomais. Os genes rRNA (ácido ribonucléico ribossomal) são uma família de genes repetitivos que são organizados em duas unidades transcritas distintas, ambas codificando espécies de RNA (rRNA) que formam o ribossomo. Primeiramente, os genes 18S (subunidade menor), 5,8S e 28S (subunidade maior) formam um cistron que é repetido diversas vezes em vários eucariotos (Long & Dawid, 1980). Os cistrons são organizados em uma cauda com cabeça de forma repetitiva com regiões espaçadoras internas (ITS) separando os genes em unidades e um espaço intergênico (IGS) separando as unidades adjacentes. Essas unidades repetitivas, incluindo os espaços intergênicos, são chamadas de DNA ribossomal, e podem existir diversos arranjos por genoma (Ganley & Scott, 2002).
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EFEITO DA INTENSIDADE DE DESRAMA NA PRODUÇÃO DE Pinus elliottii Engelm., IMPLANTADO EM SOLO POBRE, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL THE EFFECT OF PRUNING INTENSITY ON THE PRODUCTION OF Pinus elliottii Engelm., IN A POOR SOIL IN THE STATE OF RIO GRANDE DO SU

EFEITO DA INTENSIDADE DE DESRAMA NA PRODUÇÃO DE Pinus elliottii Engelm., IMPLANTADO EM SOLO POBRE, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL THE EFFECT OF PRUNING INTENSITY ON THE PRODUCTION OF Pinus elliottii Engelm., IN A POOR SOIL IN THE STATE OF RIO GRANDE DO SU

Segundo FISHWICK (1977) as pesquisas têm demonstrado que 30 % da copa viva pode ser removida em uma poda programada, sem redução do incremento em volume das árvores. Por outro lado, DANIEL et al. (1982) afirmam que ao podar árvores não se deve eliminar mais de 50 % da copa viva de uma só vez, porque intensidades de poda acima deste percentual afetam negativamente a taxa de crescimento potencial das árvores. A redução da proporção de copa viva mesmo inferior a 50 % põe, quase sempre, as árvores em desvantagem de competição já que o crescimento em altura e diâmetro reduz-se temporariamente. Por outro lado, segundo SCHULTZ (1977), até 66 % do valor total da árvore está localizado nos primeiros 6 metros de altura, assim sendo, a desrama em maior altura traz apenas uma valorização da madeira, sem acréscimo significativo de valor econômico.
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Degradação de madeiras por fungos: aspectos biotecnológias e de biorremediação

Degradação de madeiras por fungos: aspectos biotecnológias e de biorremediação

Por ocuparem alguns nichos peculiares os fungos possuem a habilidade de superar certas dificuldades na obtenção de seu alimento e na manutenção da vida. Os fungos que decompõem a madeira possuem um potente arsenal enzimático capaz de degradar a lignina e também a celulose,que são compostos bastante resistentes e necessitam de enzimas poderosas para sua decomposição. Enzimas produzidas por fungos, entre os quais o Phanerochaete chrysosporium, um dos mais estudados, podem ser utilizadas em processos industriais diversos. As lignina peroxidases e manganês peroxidases, entre outras, podem ser úteis para a descontaminação do solo e água, descontaminação por explosivos, óleo diesel, efluentes têxteis, além de sua utilização na alimentação animal, onde estas enzimas aumentam a digestibilidade do alimento, como demonstram vários estudos.
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Universidade Federal de São Carlos Programa de Pós-graduação em Biotecnologia Produção de Fitase por Fungos Endofíticos dos Manguezais do Estado de São Paulo

Universidade Federal de São Carlos Programa de Pós-graduação em Biotecnologia Produção de Fitase por Fungos Endofíticos dos Manguezais do Estado de São Paulo

Uma fonte de grande potencial biotecnológico para a produção de enzimas são os microrganismos endofíticos. Estes microrganismos são capazes de produzir grande variedade de enzimas, dentre elas a fitase, que é responsável pela hidrólise do fitato. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de fungos endofíticos dos manguezais do estado de São Paulo para a produção de fitase. Inicialmente foi realizada uma seleção qualitativa de 33 isolados com meio diferencial PSM (Phytase Screening Medium), e uma segunda seleção quantitativa, em que os fungos pré-selecionados foram submetidos à fermentação em estado sólido (FES) para produção de fitase. Dentre os isolados avaliados, selecionou-se o fungo Aspergillus awamori 9(4), tendo este apresentado atividade de fitase de 43,98 U/100g quando submetido a cultivo FES por 72 h com farelo de soja como substrato. A fim de melhorar a produção de fitase, avaliou-se o uso de farelo de trigo como substrato, atingindo assim atividade de 82,77 U/100g, sob as mesmas condições de cultivo. Avaliou-se também o uso de KH 2 PO 4 como indutor na produção de
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OTIMIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE CRESCIMENTO DE FUNGOS DEGRADADORES DE MADEIRA

OTIMIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE CRESCIMENTO DE FUNGOS DEGRADADORES DE MADEIRA

O interesse do homem pelos fungos vem desde a antiguidade em função da eterna busca por alimento. Logo se descobriu que eles eram uma nova fonte de alimentação, porém vários envenenamentos acidentais ocorreram e estes fungos venenosos receberam o nome de “fermentos venenoso da terra” (MORAIS et al., 2003). Muitos fungos já eram empregados desde a mais longínqua antiguidade, quando o homem descobriu a metodologia e técnica de preparo do pão, do queijo e das bebidas. Na época, ignorando o que provocava a fermentação, pelo menos o pão e as bebidas alcoólicas surgiram praticamente em todos os cantos do planeta independentemente. Durante centenas de anos, várias tribos indígenas aprenderam com a natureza que determinadas espécies de fungos eram comestíveis, e de excelente valor nutritivo. Europeus e asiáticos ainda hoje mantêm cogumelos em suas dietas, especialmente porque a ciência tem descoberto qualidades ignoradas por tanto tempo e que existem na maioria dos demais alimentos tais como: baixam o nível de colesterol no sangue, têm substâncias anticancerígenas, são fontes de aminoácidos (essenciais e não essenciais), contêm minerais como o cálcio, potássio, iodo e fósforo, contêm várias vitaminas, nutrem e não engordam (PUTZKE, 2004).
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Atividade celulolítica de fungos isolados de bagaço de cana-de-açúcar e madeira em decomposição.

Atividade celulolítica de fungos isolados de bagaço de cana-de-açúcar e madeira em decomposição.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi identificar isolados de fungos a partir de bagaço de cana‑de‑açúcar e madeira em decomposição e avaliar a sua atividade celulolítica em bagaço de cana. Cinco isolados foram avaliados, tendo-se como referências os fungos Trichoderma reesei QM9414 e T. reesei RUT C30. A atividade celulolítica foi estimada pela capacidade hidrolítica do extrato enzimático dos fungos cultivados em bagaço de cana sobre os substratos papel de filtro (atividade celulolítica total) e carboximetilcelulose sódica (atividade da endoglucanase). Os isolados foram identificados pela análise molecular da região 26S rDNA. Os gêneros Paecilomyces, Aspergillus, Acremonium/Penicillium e Trichoderma foram identificados. Embora T. reesei QM9414 tenha apresentado a mais alta atividade celulolítica total, alguns isolados também apresentaram alta atividade de endoglucanase. A biodiversidade, em nichos como bagaço de cana‑de‑açúcar, pode fornecer linhagens de fungos celulolíticos com grande potencial biotecnológico.
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