Top PDF Fatores relacionados à autopercepção da necessidade de tratamento odontológico entre idosos.

Fatores relacionados à autopercepção da necessidade de tratamento odontológico entre idosos.

Fatores relacionados à autopercepção da necessidade de tratamento odontológico entre idosos.

Concluindo, o presente trabalho evidenciou que a auto- percepção da necessidade de tratamento odontológico entre os idosos é infl uenciada preponderantemente pela autopercepção negativa de diversos aspectos da saúde bucal. As associações com as questões normativas fo- ram menos evidentes do que o verifi cado na literatura. A falta da associação com a presença da cárie dentária, da doença periodontal, e da alteração na mucosa, e a associação positiva entre informações preventivas e autopercepção da necessidade de tratamento odonto- lógico sugerem que deva ser incentivada a educação em saúde. Dessa forma, será possível melhorar a ca- pacidade dos indivíduos de realizarem o auto-exame bucal e identifi car precocemente sinais e sintomas não dolorosos das doenças bucais, assim como associá-los à necessidade de tratamento odontológico.
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Validade e utilidade da autopercepção de necessidade de tratamento odontológico por adultos e idosos.

Validade e utilidade da autopercepção de necessidade de tratamento odontológico por adultos e idosos.

Essa consideração também deve ser observa- da com relação à autopercepção da necessidade de tratamento dentário, em especial no caso dos idosos, dada a baixa sensibilidade encontrada. Como a pergunta do questionário foi abrangente e não especificou o tipo de tratamento de interes- se, para a análise dos dados optou-se por com- parar as respostas a essa pergunta com qualquer tipo de necessidade normativa existente. Dessa forma, é possível, por exemplo, que parte dos en- trevistados tenha considerado que o termo “tra- tamento dentário” se referia apenas à necessida- de de intervenções nos dentes em decorrência de lesões cariosas, desconsiderando a presença de restaurações defeituosas, agravos periodontais ou as necessidades de substituições protéticas unitárias ou múltiplas.
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Fatores associados à necessidade subjetiva de tratamento odontológico em idosos brasileiros.

Fatores associados à necessidade subjetiva de tratamento odontológico em idosos brasileiros.

Em um estudo conduzido no Município de São Paulo, Brasil, conhecido como Projeto SABE – Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento, Narvai & Antunes 8 constataram que, apesar de apenas 1% dos idosos ter todos os dentes, eles não apresentaram uma autopercepção negativa. Apenas 12% declararam-se insatisfeitos com a imagem de seus dentes no espelho e 92% afirma- ram que nunca deixaram de sair à rua ou conver- sar por causa de suas condições dentárias. Além disso, o fato de usar algum tipo de prótese estar associado a uma boa percepção da saúde bucal, o que aparentemente representa um paradoxo, pois revela uma satisfação com a mutilação den- tária, parece ser mais considerado como um re- conhecimento da Odontologia em prover algum bem-estar para os idosos nessa situação de in- capacidades bucais. Vale ressaltar que, apesar de 99% terem perdido um ou mais dentes, os idosos não se perceberam como mutilados dentários. Possivelmente, o falso pensamento de que a per- da dentária é um evento natural do processo de envelhecimento esteja influenciando os idosos a terem essa percepção.
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Utilização de serviços odontológicos, autopercepção da necessidade de tratamento e da condição de saúde bucal dos idosos brasileiros, 2002/2003: Projeto SB Brasil

Utilização de serviços odontológicos, autopercepção da necessidade de tratamento e da condição de saúde bucal dos idosos brasileiros, 2002/2003: Projeto SB Brasil

relataram uma autopercepção negativa da saúde bucal. A prevalência de autopercepção da saúde bucal como péssima, ruim ou regular foi menor entre aqueles com 1-9 dentes e entre os edentados, quando comparados àqueles com mais de 10 dentes. Tal percepção foi maior entre os autodeclarados pardos, negros e índios, os que nunca usaram serviços odontológicos, os que apresentaram alterações de tecidos moles, os que relataram dor nos dentes ou gengivas nos últimos seis meses, os que autoperceberam a aparência e a mastigação como regular ou ruim e péssima, os que relataram perceber seu relacionamento social afetado pelas condições bucais e entre os que perceberam necessitar de tratamento odontológico. Conclusão: A saúde bucal dos idosos brasileiros é precária e o uso de serviços odontológicos foi menor entre os que mais necessitavam. Diferentes fatores estiveram associados ao uso de tais serviços entre dentados e edentados. Apenas a escolaridade, o acesso a informações sobre saúde bucal e a dor de dente ou gengiva nos últimos seis meses foram comuns aos dois estratos. O acesso à informação, bem como algumas condições de saúde bucal e questões subjetivas identificadas neste estudo, estiveram associadas à autopercepção da necessidade de tratamento odontológico, reforçando a necessidade de capacitar os indivíduos para realizarem o auto- exame bucal e identificar precocemente os sinais e sintomas não dolorosos das lesões de mucosa, da cárie e da doença periodontal como condições associadas à necessidade de tratamento. Já a análise da autopercepção da saúde bucal mostrou que as condições subjetivas estão mais fortemente associadas à mesma do que as condições objetivas de saúde bucal. A associação entre uso de serviços odontológicos e autopercepção da saúde bucal sugerem que o atendimento de forma regular possivelmente manteria o idoso com maior conhecimento para perceber a necessidade de tratamento, o que poderia influenciar o seu comportamento e qualidade de vida. São necessários investimentos públicos em saúde bucal para minimizar as iniqüidades constatadas e para reverter a precária condição de saúde dos idosos. A disponibilidade de serviços odontológicos e considerações sobre a percepção dos idosos a respeito das suas condições de saúde bucal poderiam melhorar sua qualidade de vida.
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Abstract The scope of this study was to identify

Abstract The scope of this study was to identify

Resumo Este estudo teve como objetivo identi- ficar fatores individuais e contextuais associados à autopercepção da necessidade de tratamento odontológico e de prótese em idosos brasileiros. Foram utilizados dados secundários de 7.619 indi- víduos idosos do levantamento epidemiológico SB Brasil 2010. As associações entre as variáveis de- pendentes e os fatores individuais e contextuais fo- ram estimadas através da razão de chances (odds ratio – OR) e intervalo de confiança de 95%, ob- tidas por regressão logística multinível. Dos ido- sos avaliados pelo SB Brasil 2010, 3.848 (50,5%) afirmaram necessitar de tratamento odontológico e 4.236 (55,6%) acreditavam necessitar de próte- se. Os resultados da regressão logística multinível mostraram que sexo, cor da pele autorreferida, renda e cobertura pelas equipes de saúde bucal na Estratégia de Saúde da Família estiveram asso- ciados à autopercepção. O presente trabalho evi- denciou maior influência de fatores individuais na autopercepção da necessidade de tratamento odontológico e de prótese entre idosos brasileiros. Essas informações podem auxiliar na identifica- ção de desigualdades que afetam essa parcela da população e na definição de prioridades para o planejamento dos serviços de saúde.
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Fatores associados à concordância entre autopercepção e avaliação clínica da necessidade de tratamento dentário em adultos do Brasil e de Minas Gerais.

Fatores associados à concordância entre autopercepção e avaliação clínica da necessidade de tratamento dentário em adultos do Brasil e de Minas Gerais.

Quanto aos fatores associados à concordân- cia, a literatura é escassa e se restringe à avaliação da necessidade de próteses odontológicas. Co- lussi et al. 19 identificaram concordância de 64% para a necessidade de uso de próteses por idosos, e constataram que a subestimação por idosos em relação à avaliação profissional, situação em que os indivíduos pesquisados não perceberam a presença da necessidade relatada pelo cirurgião- dentista, esteve associada a variáveis sociodemo- gráficas (sexo masculino, residir em área rural e ter mais de 70 anos) e de uso de serviço (não ser participante de grupos da terceira idade e relatar não ter procurado um serviço odontológico na maior parte da vida).
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Autopercepção de pessoas acometidas pela hanseníase sobre sua saúde bucal e necessidade de tratamento.

Autopercepção de pessoas acometidas pela hanseníase sobre sua saúde bucal e necessidade de tratamento.

A autopercepção é a interpretação que uma pessoa faz do seu estado de saúde, contribuindo para isso os mais diversos fatores, sejam eles di- reta ou indiretamente relacionados, sendo con- siderada uma variável multidimensional. Uma complexidade de fatores influencia nesse julga- mento, dentre eles as características demográfi- cas, como idade, sexo, raça e fatores de predis- posição, como escolaridade e acesso a informa- ções sobre cuidados preventivos, que podem in- fluenciar na predisposição para o uso de serviços odontológicos e, consequentemente, na autoper- cepção da saúde bucal 26-30 .
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AUTOPERCEPÇÃO DA SAÚDE BUCAL E CIÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA CÂNCER ORAL EM IDOSOS

AUTOPERCEPÇÃO DA SAÚDE BUCAL E CIÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA CÂNCER ORAL EM IDOSOS

Introdução: O diagnóstico do câncer bucal em estágios iniciais e a busca por tratamento adequado são importantes para um prog- nóstico favorável e melhor qualidade de vida da população idosa. A dificuldade de acesso aos serviços de saúde e às informações sobre os fatores de risco podem comprometer a detecção precoce da doença. Objetivos: Avaliar as condições e a autopercepção da saúde bucal e o nível de informação sobre o câncer de boca e dos fatores de risco referidos pelos idosos. Casuística e Métodos: Estudo transversal, descritivo e observacional. A amostra foi selecionada por conveniência, composta por 121 idosos de 60 anos ou mais, atendida no Centro de Especialidades Odontológicas no município de Mirassol-SP, no período de Agosto a Dezembro de 2014. Foram aplicados dois questionários com perguntas referentes ao perfil sócio demográfico, autopercepção da saúde bucal e conhecimentos relacionados ao câncer oral. Os dados obtidos foram analisados por meio de frequência estatística descritiva e percentual. Resultados: Observou-se que dos 121 entrevistados, 65,28% relataram nada saber sobre a doença, 25,28% relataram saber alguma coisa, e apenas 11% disseram saber o que pode provocar o câncer de boca. Dentre os fatores de risco, 48,76% re- lataram “nunca ter fumado cigarro”, 33,05% disseram ser “ex-fumantes de tabaco”, e o restante (19,19%) relatou ser “fumante de cigarro”. Quanto ao uso do álcool, dos 20,66%, 11,56% relataram consumir de duas a 10 doses/dia com frequência. Quanto à escolaridade, 85,12% relataram ter ≤ de quatro anos de estudo, 14,04% de cinco a oito anos, e 1% mais de nove anos de estudo. Destes idosos, 76,86% consideraram a saúde bucal ótima/boa, 21,49% regular, e 1,65% ruim/péssima. Conclusão: O conhecimento necessário sobre o câncer bucal referido pelos idosos mostrou-se inconsistente no tocante ao reconhecimento dos fatores de risco, e do acesso aos serviços de saúde, que podem implicar numa deficiência nas ações de prevenção e detecção precoce da doença. Descritores: Saúde Bucal; Idoso; Neoplasias Bucais; Fatores de Risco; Autoimagem.
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Entre o bem-estar espiritual e a angústia espiritual: possíveis fatores relacionados a idosos com cancro.

Entre o bem-estar espiritual e a angústia espiritual: possíveis fatores relacionados a idosos com cancro.

Objetivos: este artigo descreve a avaliação do bem-estar espiritual de idosos com cancro, submetidos à quimioterapia, e de possíveis fatores preditivos do diagnóstico angústia espiritual. Método: trata-se de estudo metodológico, de validação clínica de diagnósticos de enfermagem, com entrevista para o preenchimento de formulário. Resultados: foram participantes 45 idosos, católicos, maioritariamente do sexo feminino, com cancro da mama, média de idade de 70,3 anos. A prevalência de angústia espiritual foi de 42%, e 24,4% dos idosos estavam medicados com antidepressivos. Observou- se associação significativa entre a presença de angústia espiritual, medicação antidepressiva e escolaridade; verificou-se aumento da referida angústia (diferença não significativa) no início do tratamento. Conclusão: esses resultados enfatizam a necessidade de clarificar esse diagnóstico e a responsabilidade dos enfermeiros na assistência espiritual aos pacientes. As intervenções deverão ser adequadas sempre que identificado um diagnóstico de enfermagem que constitui uma resposta complexa e que não se reduz ao tratamento farmacológico.
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Prevalência de adesão à terapêutica medicamentosa em idosos e fatores relacionados.

Prevalência de adesão à terapêutica medicamentosa em idosos e fatores relacionados.

Objetivo: verifi car a prevalência de adesão à terapêutica medicamentosa entre idosos em atendimento ambulatorial e se há associação entre tal adesão e fatores demográfi cos, socioeconômicos e condições de saúde. Método: estudo exploratório, descritivo, transversal, quantitativo, realizado nos ambulatórios de um hospital universitário no Rio Grande do Sul, Brasil. Participaram 107 idosos, selecionados por conveniência, que responderam a três instrumentos de coleta de dados. Realizou-se análise estatística descritiva e inferencial. Resultados: a prevalência de adesão foi de 86,9%. Houve associação estatisticamente signifi cante entre a variável adesão e receber orientações do médico sobre como fazer uso dos medicamentos e apresentar reação adversa. Conclusão: é importante que os enfermeiros conheçam a prevalência de adesão aos medicamentos e os fatores a ela relacionados para melhor planejamento de intervenções que promovam o sucesso terapêutico.
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Fatores relacionados à senescência e à senilidade cerebral em indivíduos muito idosos:...

Fatores relacionados à senescência e à senilidade cerebral em indivíduos muito idosos:...

Outros autores encontraram indivíduos com cognição normal e lesões cerebrais de DA em estágio avançado numa porcentagem bem superior àquela descrita por Knopman et al. Em dois estudos, Bennett et al. (2006), avaliaram idosos livres de demência e comprometimento cognitivo leve (CCL), descrito por Petersen et al. (1999) e encontraram 36 a 46% de prevalência de indivíduos com achados cerebrais de DA em estágio avançado, dependendo do critério neuropatológico utilizado. Os autores concluíram que, dada a elevada porcentagem de indivíduos portadores de DA pré-clínica, não seria possível determinar um limiar máximo de achados neuropatológicos relacionados com a normalidade. Os autores formularam uma hipótese alternativa à de Knopman et al. para explicar os mecanismos relacionados à senescência e senilidade cerebrais. Os idosos portadores de DA pré- clínica estariam protegidos contra o surgimento de demência e seriam possuidores de uma maior reserva cognitiva que os permitiria tolerar a agressão causada pelas lesões cerebrais, sem desenvolver sintomas.
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A relação entre fatores biopsicossociais e os desfechos clínicos de hospitalização, institucionalização e mortalidade segundo o paradigma de desenvolvimento lifespan / The relationship between biopsychosocial factors and clinical outcomes of hospitalizati

A relação entre fatores biopsicossociais e os desfechos clínicos de hospitalização, institucionalização e mortalidade segundo o paradigma de desenvolvimento lifespan / The relationship between biopsychosocial factors and clinical outcomes of hospitalization, institutionalization and mortality according to the lifespan development paradigma

Quando se trata de fatores sociais, o isolamento social, evento que pode ser comum entre os idosos devido às perdas vivenciadas, parece aumentar o risco de eventos de saúde relacionados com a mortalidade. Viver sozinho, uma variável comum e objetiva do isolamento, está associado à mortalidade em uma ampla variedade de populações clínicas e coortes populacionais (PIMOUGUET et al., 2017). Em um outro estudo realizado por Pimouguet et al. (2015) com idosos suecos, foi constatado que durante um período de 6 anos, viver sozinho esteve associado à elevada mortalidade e encurtou a sobrevivência dos idosos estudados em 0,6 anos. Uma hipótese para o resultado encontrado por esses estudos é que a falta de uma rede social consistente pode estar relacionada com o aumento dos quadros de depressão, de incapacidades diversas e com a diminuição de parâmetros sociais e de saúde que constituem-se como fatores protetivos para a busca por maior bem estar e prevenção a outros desfechos negativos na velhice como os que foram descritos anteriormente (GUEDES, LIMA, CALDAS & VERAS, 2017).
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Cárie dentária e necessidade de tratamento odontológico entre os índios Baniwa do Alto Rio Negro, Amazonas.

Cárie dentária e necessidade de tratamento odontológico entre os índios Baniwa do Alto Rio Negro, Amazonas.

Resumo Pesquisas epidemiológicas em comuni- dades indígenas no Brasil têm evidenciado forte relação entre a deterioração da saúde bucal e o consumo de itens industrializados (e do açúcar refinado em particular), aliados à precariedade da atenção odontológica. Este estudo abordou a po- pulação Baniwa do pólo-base de Tunuí-Cachoei- ra, São Gabriel da Cachoeira, Amazonas, Brasil. Foi realizado inquérito transversal sobre as con- dições de saúde bucal, de acordo com critérios da OMS. Foram observadas as condições dentárias e a necessidade de tratamento, examinando-se 590 indivíduos (49,2% da população > 2 anos). A mé- dia de dentes atacados pela doença cárie foi 6,0, 8,2 e 22,1 nas faixas etárias 12-14, 15-19 e mais de 50 anos, respectivamente. O maior valor de ceo-d (5,3) foi encontrado na idade de 5 anos. Do total de pessoas examinadas, 73,6% apresentaram alguma necessidade de tratamento cirúrgico-restaurador. Os indivíduos entre 15-19 anos apresentam as mais elevadas freqüências de restaurações. O CPO-D da população Baniwa é elevado, o que deve estar rela- cionado a processos recentes de mudanças socioe- conômicas, particularmente na dieta. Enfatiza-se a necessidade de ampliação da atenção à saúde bucal, considerando-se a complexidade da questão sociocultural dos povos indígenas.
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Fatores associados à autopercepção negativa da saúde entre idosos não institucionalizados de Montes Claros, Brasil.

Fatores associados à autopercepção negativa da saúde entre idosos não institucionalizados de Montes Claros, Brasil.

Resumo Objetivou-se conhecer a autopercepção de saúde entre idosos comunitários no norte de Minas Gerais, identificando fatores associados à autopercepção negativa da saúde. Trata-se de es- tudo transversal, de base populacional, com amos- tragem probabilística em dois estágios. Os dados foram coletados nos domicílios por equipe trei- nada com questionários já validados. Para iden- tificar variáveis associadas à autopercepção ne- gativa da saúde, foram feitas análises bivariadas, seguidas de regressão de Poisson. Participaram do estudo 686 idosos (idade média = 70,9 anos; DP = 8,08), sendo 445 (64,9%) do sexo feminino. A maioria era parda (57,1%) e com escolarida- de de até 4 anos (76,3%). Sobre a autopercepção de saúde, 291 idosos (42,4%) apresentaram uma percepção positiva de sua própria saúde (Muito boa ou Boa); 302 idosos descreveram uma saúde “Regular” (44,0%) e 93 (13,5%) referiram-se à própria saúde como “Ruim” ou “Muito ruim”. As variáveis associadas com uma autopercepção ne- gativa da saúde foram: dificuldade de acesso aos serviços de saúde, queda no último ano, hiperten- são arterial, problema cardíaco, asma/bronquite e algum grau de fragilidade. Os resultados reforçam o fato de que múltiplos fatores se mostram asso- ciados à autopercepção negativa entre os idosos, com ênfase para aqueles vinculados à morbidade. Palavras-chave Saúde do idoso, Autoavaliação (saúde), Estudos transversais.
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Absence of functional dentition influences self-perception need of dental treatment in adults: population-based study in Brazil

Absence of functional dentition influences self-perception need of dental treatment in adults: population-based study in Brazil

As médias da idade e da escolaridade foram de 39,3 anos (IC95% 39,2-39,5) e de 8,6 anos (IC95% 8,2-9,0), respectivamente. O sexo feminino (62,3%) predominou na amostra avaliada. Aproximadamente 20% dos indivíduos possuíam menos de 20 dentes na boca (falta de dentição funcional). Diferenças acentuadas foram observadas com relação à autopercepção da necessidade de tratamento odontológico, sendo que a maioria (77%) acreditava necessitar de tratamento. Além disso, para a maioria dos entrevistados, a renda familiar passava dos 500 reais (86,2%). Com relação ao desfecho em saúde, maioria dos adultos não tinha dentes cariados (53,8%), estava insatisfeita com seus
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Ansiedade frente ao tratamento odontológico: prevalência e fatores predictores em brasileiros.

Ansiedade frente ao tratamento odontológico: prevalência e fatores predictores em brasileiros.

torial) e 188 pacientes foram excluídos segundo os critérios de exclusão (Paciente portador de al- teração sistêmica e/ou necessidades especiais que inviabilize o tratamento odontológico ambulato- rial; Paciente na faixa etária abaixo dos 10 anos de idade; Mulheres em período de gestação/lactação/ menstruação; Paciente na faixa etária dos 10-18 anos, sem presença do responsável legal; Pacien- tes com impossibilidade de compreensão do ob- jetivo do estudo e/ou não aceitação da metodolo- gia; Questionário preenchido incompletamente). Na fase pré-atendimento, todos pacientes assinaram um termo de consentimento, estando aprovado pelo comitê de ética, sendo pesquisa- das variáveis socioeconômicas, demográficas, comportamentais, de saúde bucal e do serviço odontológico, através de questionário objetivo.
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Fatores relacionados à flebite em idosos com infusão intravenosa de amiodarona.

Fatores relacionados à flebite em idosos com infusão intravenosa de amiodarona.

Nas punções intravenosas periféricas que re- ceberam amiodarona em infusão rápida seguida de contínua, a administração do fármaco foi feita com doses de amiodarona em períodos de tempo que também variaram, sendo que a exposição da veia ao fármaco foi superior ao do grupo com infusões rápidas exclusivas. O tempo superior de exposição do vaso a amiodarona pode ter fa- vorecido a progressão do processo inflamatório, ocasionando a flebite. Nas punções intravenosas periféricas com infusão contínua, as doses e con- centrações de amiodarona foram únicas por um período de exposição da veia de no mínimo duas horas, ou seja, um elevado tempo de exposição do vaso. A literatura evidencia uma maior fre- quência de flebites ocorrendo nas primeiras 24 horas de tratamento. (4)
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Autopercepção da perda de dentes em idosos.

Autopercepção da perda de dentes em idosos.

As m an if est ações dos idosos n est e est u do r ef let em os r esu lt ados dos est u dos epidem iológicos n a popu lação adu lt a e idosa, eviden cian do a alt a pr evalên cia de cár ie den t ár ia, doen ças per iodon t ais e eden t u lism o. A pr even ção em odon t ologia t eve su a im plem en t ação in iciada n a década de 1 9 7 0 , m as com ên f ase par a a popu lação escolar . At é o m om en t o, os cu idados par a os idosos n ão t êm sido con t em plados devidam en t e n os pr ogr am as de saú de bu cal.

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SIMBOLOGIA REPRESENTATIVA DOS IDOSOS: NECESSIDADE DE ADEQUAÇÃO PARA EFICÁCIA AO TRATAMENTO DIGNO

SIMBOLOGIA REPRESENTATIVA DOS IDOSOS: NECESSIDADE DE ADEQUAÇÃO PARA EFICÁCIA AO TRATAMENTO DIGNO

Segundo Beauvoir (1970/1990, p. 243-244), a burguesia se fortaleceu e suplantou a aristocracia do ponto de vista econômico, tornando-se mais influente e poderosa que a última. Os mais influentes representantes da classe produtiva eram também os mais velhos, os que tinham acumulado experiência e fortuna ao longo dos anos, estabelecendo- se assim uma ―gerontocracia‖. Embora os ideais capitalistas valorizassem a atitude empreendedora, personificada na figura do jovem inventivo, a sociedade ainda prezava muito a estabilidade e confiança dos anos de sucesso e da sabedoria atribuída aos homens mais velhos. No seio da família o papel dos idosos transformou-se, uma vez que, aumentadas as possibilidades de escolhas para os jovens, os filhos adquiriram maior autonomia em relação aos pais. O papel dos avós mudou e estabeleceu-se uma relação de amizade e brincadeira entre estes e os netos. Na literatura da época, idosos e crianças formaram duplas carismáticas que sensibilizaram a sociedade pela docilidade de suas relações e que ainda hoje o fazem.
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O idoso com comprometimento cognitivo apresenta pior condição de saúde bucal?.

O idoso com comprometimento cognitivo apresenta pior condição de saúde bucal?.

Foi utilizado o programa PASW versão 17.0 para Windows®. Inicialmente, foi obtido o escore total do MEEM. Em seguida, a condição de saúde bucal dos idosos foi descrita para cada um dos grupos. Para as variáveis nominais, foram estimadas as frequências absolutas e relativas. Além dessas frequências, a média populacional (µ) e seu erro padrão (EP) foram obtidos para as variáveis numéricas. Toda a análise foi realizada considerando-se a correção pelo efeito do desenho. A comparação do CPOD e de seus componentes, do número de sextantes com e sem placa, com e sem cálculo, do número de sextantes segundo os escores do CPI e do PIP entre os idosos com e sem comprometimento cognitivo foi realizada pelo teste Mann Whitney, pois tais variáveis não apresentaram distribuição normal, testada pelo teste Kolmogorov-Smirnov (p < 0,001). A comparação das variáveis nominais entre os idosos com e sem comprometimento cognitivo foi realizada pelo teste qui-quadrado de Pearson.
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