Top PDF Fisionomia e composição da vegetação florestal na Serra do Cipó, MG, Brasil.

Fisionomia e composição da vegetação florestal na Serra do Cipó, MG, Brasil.

Fisionomia e composição da vegetação florestal na Serra do Cipó, MG, Brasil.

(Fisionomia e composição da vegetação fl orestal na Serra do Cipó, MG, Brasil). A fl ora da Serra do Cipó tem sido extensamente pesquisada, especialmente a partir do início do projeto “Flora da Serra do Cipó”, coordenada pelo Departamento de Botânica da Universidade de São Paulo. Entretanto, até o momento as coletas concentraram-se à oeste da Serra. Os objetivos deste trabalho são discutir os padrões de fi tofi sionomia e composição da fl ora arbórea da Serra do Cipó, analisar a contribuição da fl ora da porção leste ao corpo de conhecimento fl orístico da Serra do Cipó e discutir a classifi cação da porção leste com relação aos domínios fi togeográfi cos da Mata Atlântica e do Cerrado. Foram computadas as espécies levantadas por um estudo anterior na porção leste da Serra, bem como aquelas levantadas pelo projeto “Flora da Serra do Cipó”, predominantemente à oeste da Serra. Foram encontradas 530 espécies arbó- reas, sendo 88 espécies em comum, 250 espécies exclusivas do oeste e 192 espécies exclusivas do leste. Os resultados mostram a heterogeneidade fl orística das fl orestas da Serra do Cipó, que é correlacionada com sua heterogeneidade ambiental, principalmente a litologia e a altitude. A porção leste da Serra do Cipó, incluída no domínio da Mata Atlântica, apresenta transições relativamente abruptas para o campo rupestre, muitas vezes intermeadas por candeais.
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Composição, diversidade e estrutura da vegetação lenhosa em fitofisionomias savânicas do cerrado e seus reflexos no estoque de carbono na Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil

Composição, diversidade e estrutura da vegetação lenhosa em fitofisionomias savânicas do cerrado e seus reflexos no estoque de carbono na Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil

In recent decades, the Brazilian Cerrado Biome has gone through a process of conversion into crop-and pasture lands and there has been little investigation towards increasing the knowledge on the ecological functions and environmental services of the native vegetation cover. The aim of this work was to review the studies on carbon storage in phytophysiognomies of the Brazilian Cerrado, with main focus in the methodologies used and their applicability to questions related to mitigating the greenhouse effect and conservation issues. We found that 94% of total carbon of this biome maybe stored underground, with values ranging from 26.45 to 360 Mg C ha -1 , according to the particular vegetation type. For Cerrado stricto sensu, we found an average value of 305.83 Mg C ha -1 , of which 88% are underground, with 7.31% in roots, and the remainder in the litter and aboveground biomass. Values of aboveground biomass varied from 2.10 Mg ha -1 , in a Gallery Forest, to11.831 Mg ha -1 , in a Cerradão (forested savanna). However, different studies have produced quite different figures for the same vegetation type. We confirmed that the number of studies aiming at promoting the expansion of agriculture into the Cerrado surpasses considerably those focused in conservation, although there has been an increasing interest on the study of the aboveground biomass of the woody vegetation and some data about root biomass of native vegetation have also been produced. We concluded that there is an urgent need of methodological improvement toward assessing carbon storage by the various vegetation types, as well as the storage by their different strata and growth-forms.
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Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG).

Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG).

A.A.; Peixoto, A.L.; Walter, B.M.T.; Bicudo, C.; Zappi, D.; Costa, D.P.; Lleras, E.; Martinelli, G.; Lima, H.C.; Prado, J.; Stehmann, J.R.; Baumgratz, J.F.A.; Pirani, J.R.; Sylvestre, L.; Maia, L.C.; Lohmann, L.G.; Queiroz, L.P.; Silveira, M.; Coelho, M.N.; Mamede, M.C.; Bastos, M.N.C., Morim, M.P.; Barbosa, M.R.; Menezes, M., Hopkins, M.; Secco, R.; Cavalcanti, T.B. & Souza, V.C. 2010. Introdução. In : Lista de espécies da lora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 1700p. Gentry, A.H. 1988. Changes in plant community diversity and loristic composition on environmental and geographical gradients. Annals of the Missouri Botanical Garden 75: 1-34.
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Relações solo-vegetação no Parque Nacional da Serra do Cipó, Espinhaço Meridional, Minas Gerais

Relações solo-vegetação no Parque Nacional da Serra do Cipó, Espinhaço Meridional, Minas Gerais

Este perfil de solo foi aberto na média encosta voltada para o sul, sob floresta. Foi classificado como Cambissolo Háplico Tb Distrófico Úmbrico, classe textural franco-argilo- arenosa a franco-arenosa, com 54 a 77 dag.kg -1 de areia total, 7 a 18 dag.kg -1 de silte e 9 a 32 dag.kg -1 de argila. O solo é derivado de rocha Metapelítica aluminosa. Apesar do teor de argila um pouco mais elevado que os solos anteriores, trata-se de um solo igualmente muito pobre em nutrientes. No horizonte B, o extrator não detectou cálcio (Ca) e magnésio (Mg) e os valores de fósforo (P) disponível são negligíveis, indicando uma alta dependência da vegetação à ciclagem biogeoquímica. É um solo ácido, com valores elevados de saturação por alumínio (81,7% a 95,6%) e baixos índices de saturação por bases (2,9% ou menor). Apresenta concreções ferruginosas e fragmentos de Quartzo na superfície do solo e ao longo do perfil, conforme descrito no ítem 3.2. A vegetação é florestal (Floresta Ombrófila), com elementos que caracterizam a Mata Nebular. Apresenta-se em estágio bastante desenvolvido de sucessão natural, embora apresente evidências da ação antrópica, como corte seletivo, queima e presença de rastros de gado. Nesta seção da floresta encontram-se indivíduos com até 16 metros de altura estimada e CAP entre 15 e 60,9 cm. A composição florística é bastante diversificada. Apresenta indivíduos dos gêneros Tibouchina, Aspidosperma, Aegiphila, Piptocarpha, Guatteria, Sapium, Senna e Inga, entre outras. Registrou-se a ocorrência de Trembleya parviflora e Eremanthus erythropappus, bem como a presença de vários gêneros de epífitos.
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Relação entre vegetação e solo em um gradiente florestal na Estação Ecológica do Panga, Uberlândia (MG).

Relação entre vegetação e solo em um gradiente florestal na Estação Ecológica do Panga, Uberlândia (MG).

A mata de galeria é uma formação florestal que acompanha os rios de pequeno porte e córregos dos planaltos do Brasil Central, formando corredores fechados (galerias) sobre o curso d’água. As espécies são perenifólias, não apresentando caducifolia na estação seca. Apresenta altura média arbórea de 20 a 30 m, com sobreposição das copas, oferecendo cobertura de 70 a 95%. Mesmo na época mais seca do ano apresenta alto teor de umidade em seu interior (Schiavini 1997, Ribeiro & Walter 1998). Na área de estudo, foram encontradas 61 espécies arbóreas na mata de galeria. A mata mesófila de encosta, denominada mata seca por Ribeiro & Walter (1998), caracteriza-se por apresentar diversos níveis de caducifolia durante o período de seca, fator este que contribui para o aumento da matéria orgânica no solo. Esta caducifolia é determinada em função do tipo de solo que a sustenta e da composição florística, sendo representada por três subtipos: mata seca sempre-verde, mata seca semidecídua e mata seca decídua (Ribeiro & Walter 1998). A cobertura do estrato arbóreo pode chegar a 100% no período chuvoso e a altura máxima a 25 m, na área de estudo. A riqueza florística, nesta área, foi de 116 espécies arbóreas. O cerradão caracteriza- se pela presença de espécies do cerrado sentido restrito e por espécies da mata, com riqueza total de 98 espécies arbóreas, na área estudada. O estrato arbóreo apresenta altura média de 8 a 15 metros, com dossel predominantemente contínuo e cobertura de 50 e 90%, o que proporciona condições de luminosidade que favorecem a formação de estratos arbustivos e herbáceos diferenciados. A fisionomia do cerradão é perenifólia, apesar de algumas espécies apresentarem caducifolia em curtos e não coincidentes períodos durante a estação seca (Ribeiro & Walter 1998).
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Efeito da luz e da temperatura na germinação de sementes de quatro espécies de Xyris L. (Xyridaceae) ocorrentes na Serra do Cipó, MG, Brasil.

Efeito da luz e da temperatura na germinação de sementes de quatro espécies de Xyris L. (Xyridaceae) ocorrentes na Serra do Cipó, MG, Brasil.

das regiões tropicais e subtropicais (Smith & Downs 1968). O gênero Xyris L. encontra-se amplamente distribuído nos campos rupestres do Brasil, sendo bastante freqüente na Cadeia do Espinhaço e Serra Geral de Goiás (Giulietti et al. 1988). Nos campos rupestres da Serra do Cipó ocorrem 42 espécies de Xyris, além de 4 variedades e 1 subespécie, sendo 14 endêmicas (M.G.L. Wanderley, comunic. pessoal). Em Minas Gerais, 16 espécies de Xyris estão listadas como ameaçadas e presumivelmente ameaçadas de extinção (Mendonça & Lins 2000). Entre estas estão Xyris cipoensis e X. platystachia, devido à coleta indiscriminada das inflorescências, que são comercializadas como sempre vivas, e por ocorrerem em pequenas populações de distribuição restrita (Giulietti et al. 1996; Mendonça & Lins 2000). A coleta é sempre feita antes do desenvolvimento dos frutos, o que afeta sensivelmente a reprodução sexuada e compromete o recrutamento natural das espécies (Giulietti et al. 1988; Kraus et al. 1994; Giulietti et al. 1996).
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Darcley Soares Menezes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Darcley Soares Menezes

Introduzido no cenário acadêmico com maior ênfase por Campos (1990), o termo accountability é de conceituação complexa (AKUTSU e PINHO, 2001; ROCHA, 2009) sendo o[r]

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Variações da fisionomia, diversidade e composição de guildas da comunidade arbórea em um fragmento de floresta semidecidual em Lavras, MG.

Variações da fisionomia, diversidade e composição de guildas da comunidade arbórea em um fragmento de floresta semidecidual em Lavras, MG.

Composição das guildas - A distribuição da freqüência de indivíduos arbóreos nas guildas de regeneração não foi independente dos setores da floresta (Tab. 2), sugerindo que o passado de distúrbios e a posição relativa às bordas pode ter interferido na proporção de espécies pioneiras, clímax exigentes de luz e clímax tolerantes à sombra. Árvores de espécies tolerantes à sombra foram mais freqüentes que o esperado nos dois setores Altos, e menos freqüentes que o esperado nos dois setores Baixos. O oposto ocorreu com as árvores de espécies exigentes de luz, mais freqüentes que o esperado nos setores Baixos e menos freqüentes que o esperado nos setores Altos. Já as árvores de espécies pioneiras foram mais abundantes que o esperado nos dois setores de Borda e menos abundantes que o esperado nos dois setores de Interior. Estes resultados sugerem que os setores Altos da mata possuem maior número de espécies características de floresta madura, que podem se desenvolver em condições de maior sombreamento e competição, principalmente no setor Interior Alto. Por outro lado, as proporções significativamente maiores de árvores de espécies exigentes de luz nos dois setores Baixos reforçam as características de fases mais iniciais de regeneração. Quanto às árvores de espécies pioneiras, seu estabelecimento parece ter sido mais favorecido pela maior intensidade luminosa das bordas, conforme já observado por outros autores em outras bordas de florestas tropicais (Williams-Linera 1990b; Williams-Linera et al.
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Notas sinonímicas em Lepturini sul-americanos (Coleoptera, Cerambycidae, Lepturinae).

Notas sinonímicas em Lepturini sul-americanos (Coleoptera, Cerambycidae, Lepturinae).

Material examinado. BRASIL. Minas Gerais: Virginia, fêmea (holótipo de O. rustica Melzer, 1926) (MZSP). Espírito Santo: macho (síntipo de O. fulvicornis Bates, 1872) (MNHN). Rio de Janeiro: Parque Nacional Itatiaia, macho. São Paulo: Peruibe, macho, fêmea (MNRJ); Santos, macho (holótipo de Ophistomis variabilis Melzer, 1926) (MZSP). São José Barreiro (Serra da Bocaina), 18 machos, fêmea; São Paulo (Cantareira), 4 fêmeas; (Jabaquara), 4 fêmeas; (Santo Amaro), fêmea; Teodoro Sampaio, 7 machos, 6 fêmeas (MNRJ). Paraná: Curitiba, 2 machos; Rio Negro, fêmea (holótipo de O. flavovittata Melzer, 1926) (MZSP). Santa Catarina: Corupá, 2 machos, 10 fêmeas; (Rio Vermelho), 8 machos, 7 fêmeas; Joinville, 2 fêmeas; Mafra, 46 machos, 28 fêmeas; Nova Teutonia, 68 machos, 11 fêmeas; Pinhal, 5 machos; Rio Natal, macho; São Bento do Sul, macho, fêmea (MNRJ). Rio Grande do Sul: Porto Alegre, macho; Santo Augusto, macho, 3 fêmeas; São Francisco de Paula, macho, fêmea (MNRJ). PARAGUAI. Itapuá: Itapuá, macho. Hohenau, fêmea (MNRJ). ARGENTINA. Misiones: Alto Paraná, macho, fêmea; Iguazú, macho. Leandro Alén, fêmea; Loreto, 5 machos, 2 fêmeas; San Pedro, macho (MNRJ). URUGUAI. Artigas: Sepulturas (Picada del Negro Muerto), 3 machos, 3 fêmeas (MNRJ).
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Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em uma área de cerrado rupestre no parque estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás.

Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em uma área de cerrado rupestre no parque estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás.

A maioria das espécies registradas no presente estudo é comum às áreas de cerrado sentido restrito sobre solos profundos e bem drenados localizadas no Brasil Central (Nunes et al. 2002, Ratter et al. 2003, Felfili et al. 2007). Além do mais, os maiores valores de similaridade de Czekanowski, foram registrados entre o cerrado rupestre do PESCAN e duas outras áreas de cerrado sobre solo profundo (Tabela 2). Desse modo, os resultados florísticos encontrados corroboram com as observações feitas por Eiten (1978), de que a vegetação existente nas encostas com afloramentos rochosos do PESCAN é composta por uma flora predominantemente acessória, caracterizada por elementos típicos do cerrado sentido restrito. No entanto, o cerrado rupestre do PESCAN apresentou espécies restritas a ambientes rupestres, como Schwartzia adamantium e Wunderlichia mirabilis (Mendonça et al. 2008, Ratter et al. 2000), bem como espécies pouco comuns no Cerrado, como Peltogyne confertiflora, Myrcia canescens e Myrcia variabilis (Ratter et al. 2003).
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AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

AGROECOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS NA AMÉRICA LATINA: O CASO DO BRASIL

A experiência brasileira na constituição e organização do movimento agroecológico, apresenta algumas carac- terísticas que merecem ser sublinhadas. Em primeiro lu- gar, o fato de que esse movimento foi se instituindo e se consolidando no decorrer das últimas décadas a partir de variados formatos e ênfases, mas sempre tendo como fundamento uma crítica objetiva aos padrões socialmente excludentes e ambientalmente predatórios que caracte- rizam a agricultura e o desenvolvimento rural no Brasil. A partir dessa leitura crítica sobre a natureza e das relações subjacentes ao modelo hegemônico de desenvolvimento rural, o campo agroecológico brasileiro, reunido na ANA e na ABA-Agroecologia, assume a compreensão de que o enfrentamento desse modelo é, antes de tudo, um desafio no plano político (Petersen 2008). Sob essa perspectiva, a proposta agroecológica emergiu e tem feito seu caminho num campo de disputa na sociedade, no qual a produção familiar assume uma franca oposição aos privilégios de uma elite econômica predatória e parasitária. Essa disputa política não poderá se resolver sem a efetivação de uma estratégia de ocupação massiva dos territórios pelas expe- riências da Agroecologia como força material de produ- ção e fonte de inspiração de políticas (Gomes de Almeida 2009).
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Parque Nacional da Serra da Canastra - Criado em 3 de abril de 1972, pelo

Parque Nacional da Serra da Canastra - Criado em 3 de abril de 1972, pelo

As rochas da Serra do Mar foram formadas em épocas geológicas muito antigas, tendo sofrido movimentos mais recentes, o que resultou no imenso paredão que acompanha a planície costeira em direção à cidade do Rio de Janeiro. No alto desse paredão está o conhecido pico do Dedo de Deus, um bloco rochoso de 1.692 metros de altura em forma de mão fechada, com o indicador erguido, de onde pode ser avistada a cidade do Rio de Janeiro em dias de céu claro. Outros monumentos geológicos desse complexo de montanhas incluem o Garrafão, com 1.980 metros de altura, a Pedra da Cruz, com 2.130 metros, São Pedro, com 2.234 metros, São João, com 2.100 metros e Cara de Cão, com 2.180 metros de altitude.
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Composição florística da vegetação arbórea de um remanescente de cerração, paraopeba, MG.

Composição florística da vegetação arbórea de um remanescente de cerração, paraopeba, MG.

A vegetação da FLONA, em termos de semelhança florística, apresenta correlações com os cerradões de São Paulo e Minas Gerais. As espécies comuns nas áreas comparadas são Tapirira guianensis, Copaifera langsdorffii e Pera glabrata Meira Neto (1991); (DURIGAN et al., 1997; 1999; COSTA e ARAÚJO, 2001). Deve-se ressaltar que tais espécies além de estarem presentes nos cerradões analisados, são também encontradas em matas mesófilas semidecíduas. De acordo com (RIZZINI, 1979; ARAÚJO e HARIDASAN, 1997a; ARAÚJO et al., 1997b; SOUZA et al., 2003) muitas espécies que ocorrem no cerradão são comuns em florestas mesófilas semidecíduas.
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Comunidades epifítica e arbórea em matas de galeria no Distrito Federal, Brasil

Comunidades epifítica e arbórea em matas de galeria no Distrito Federal, Brasil

The vascular epiphytic community from the Cerrado biome lacks studies, in particular the Gallery Forests for having favourable characteristics for epiphyte development. Seeking to investigate community differences, a comparison of two environments – non-floodable and floodable – has been carried out in two different areas, in a total of 4 stretches. The first area studied was Fazenda Sucupira/FS (15º 52’ to 15º 56’ S, 48º 00’ to 48º 02’) and the second area was Fazenda Água Limpa/FAL (15° 56’to 15° 59’ S, 47° 55’ to 47° 58’ W), both at the southeast portion of the Federal District, Brasil. Regarding sampling, for every stretch, five 100 x 5 m transects were randomly allocated, each one subdivided in five 20 x 5 m parcels. The tree community (DAP ≥ 5 cm) has shown distinct forms in the two environments, both in flower and structural issues (Chapter 2). In the total sampling, 1.923 arboreal individuals were identified, and among them 607 (31.6%) behaved as phorophyte. Among the epiphytes (Chapter 3), Orchidaceae, with 21 species, was the most representative family, followed by Polypodiaceae (4), Bromeliaceae (3), Araceae (2) and Piperaceae (2). The floodable environment is richer (34 species) than the non-floodable one (24). The Campylocentrum neglectum, Campyloneurum angustifolium and Epidendrum avicola were found in the four stretches. Only Serpocaulon fraxinifolium and Vanilla chamissonis were present in both floodable stretches. The most frequent ecological category found in both environments was the true holoepiphytes. The floodable environment presents higher density of epiphytes and phorophytes, but richness and density in only one phorophyte was superior in the non-floodable environment. The epiphytes displayed preference for colonizing the canopy of the non-floodable environment. As for the floodable one, in the FS stretch, most epiphytes set up in the low shaft of the phorophytes, and in the FAL stretch, most epiphytes occupied the canopy and the high shaft of the phorophytes, probably due to the occurrence of fire. The most important epiphyte of this data gathering was Tillandsia tenuifolia, mainly for its capacity of colonizing dead individuals. The relationship between the importance value of the arboreal species and its respective number of phorophytes showed strong positive correlation, considering that factors such as high trunk diameter and kinds of bark may influence the species probability of hosting epiphytes. The results point to flower and structural specificity both in the epiphytic community and in the arboreal one, corroborating flower and environmental differences of the arboreal component between both woodland environments.
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Melastomataceae do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil.

Melastomataceae do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil.

O levantamento florístico foi realizado de fevereiro de 1994 a janeiro de 1998 totalizando 24 expedições de uma semana, em intervalos de dois meses, cobrindo todos os tipos fisionômicos de vegetação. Foram percorridas a estrada principal que atravessa o Parque, as de acesso à cachoeira Casca d’Anta e Cachoeira dos Rolinhos, bem como estradas abandonadas. Áreas mais distantes da estrada foram visitadas através de caminhadas aleatórias. Durante o levantamento florístico realizado no Parque Nacional da Serra da Canastra, várias áreas foram visitadas periodicamente. No entanto, devido às dificuldades de acesso, não foram realizadas coletas em alguns locais como, por exemplo, a Serra do Cemitério. Também as áreas próximas ao Riacho dos Currais, o Vale dos Cândidos e parte da Serra das Sete Voltas foram visitadas apenas uma ou duas vezes.
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Vriesea piscatrix (Bromeliaceae): uma nova epífita da Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil.

Vriesea piscatrix (Bromeliaceae): uma nova epífita da Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil.

O gênero Vriesea Lindl. é o mais rico em espécies entre as Bromeliaceae de Minas Gerais (Versieux & Wendt 2006, 2007), com diversas adições recentes para áreas de campos rupestres (e.g. Versieux 2008; Versieux & Wanderley 2008). Trabalhos de campo, visando à conclusão da monografia das Tillandsioideae (Bromeliaceae) da Serra do Cipó, Minas Gerais, permitiram o reconhecimento de uma nova espécie, que é descrita a seguir.

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Uma nova espécie de Crossodactylus da Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil (Amphibia, Leptodactylidae).

Uma nova espécie de Crossodactylus da Serra do Cipó, Minas Gerais, Brasil (Amphibia, Leptodactylidae).

Tímpano evidente, aproximadamente circular; diâmetro timpânico (1,8 mm) cabendo pouco mais que duas vezes no diâmetro ocular; prega dérmica supratimpânica evidente, [r]

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Quím. Nova  vol.33 número5

Quím. Nova vol.33 número5

A culture of P. brasilianum, isolated from soil collected at the Serra do Cipó National Park, in Minas Gerais State (Brazil), was grown for 25 days on a dextrose-peptone-salts medium. The corresponding ethylacetate extract was column chromatographed and four compounds were isolated: austin, dehydroaustin, D-mannitol and penicillic acid. This is, in the best of our knowledge, the irst time that the meroterpenes austin and dehydroaustin have been isolated from this species. Activity of the extract and isolated compounds was tested against six bacteria and for acetylcholinesterase inhibition. Penicillic acid showed high activity in both tests.
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Aves do Parque Nacional da Serra do Cipó: o Vale do Rio Cipó, Minas Gerais, Brasil.

Aves do Parque Nacional da Serra do Cipó: o Vale do Rio Cipó, Minas Gerais, Brasil.

anteriores não mostraram o esforço de coleta empregado, o que dificulta comparações. A curva do coletor, como mostrada neste estudo, é uma ferramenta indispensável para que se possa saber o número de espécies real (pelo menos aproximado) que ocorre numa determinada área. A riqueza de espécies é geralmente con- fundida com ‘número de espécies amostrado’ na maioria dos le- vantamentos de aves feitos no Brasil. Métodos de rarefação, que estimam riqueza de espécies, permitem que comparações entre áreas e/ou diferentes levantamentos na mesma área, tenham sen- tido biológico e estatístico (veja G OTELLI & C OLWELL 2001). Possi-
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Diego Carvalhar Belo Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e-mail: carvalharbelogmail.com Marcos Antônio Pedlowski PhD em Environmental Design and Planning (Virgínia Tech) Professor da Universidade Estadual do N

Diego Carvalhar Belo Mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e-mail: carvalharbelogmail.com Marcos Antônio Pedlowski PhD em Environmental Design and Planning (Virgínia Tech) Professor da Universidade Estadual do N

Em função das características do MST, apresentamos o argumento de que os movimentos podem ser compreendidos como pertencendo a uma categoria de novos movimentos sociais que, utilizando as contribuições teóricas de Touraine (2002), Melucci (1989) e Offe (1988) teriam como propósito principal a construção de uma nova sociabilidade. Tal forma de sociabilidade teria como objetivo enfrentar os mecanismos de controle social implementados pelo capitalismo globalizado. De acordo com os teóricos dos Novos Movimentos Sociais, estes movimentos não visariam à tomada do poder pela conquista do Estado, mas a constituição de espaços não institucionais, a partir dos quais procuram afetar hábitos e valores como forma de interferir coletivamente nas orientações políticas do mesmo. O fato é que como forma de se opor ao controle social promovido pelos agentes do capitalismo no Brasil, o MST desenvolveu uma forma particular na educação de seus militantes, que extrapola a mera conquista da terra (LEWIN ET. AL., 2005). Além disso, o MST atua no sentido da criação de uma identidade própria, a de Sem-terra, que é iniciada a partir da consciência comum da condição de excluídos (GRZYBOWSKI, 1990). Este processo de reconstituição identitária demanda um processo de aprendizado, que tem como objetivo a transmissão de valores, ancorados no princípio de solidariedade. A identidade “Sem-terra” se manifesta por meio de símbolos, como as bandeiras, as lonas pretas das barracas e os hinos e poesias. Tais formas permitem a valorização da identidade rural e propiciam empoderamento aos Sem-terra (SIGAUD, 2004; WOLFORD, 2010).
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