Top PDF Florística, fitossociologia e diversidade da vegetação arbórea nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), Piauí, Brasil.

Florística, fitossociologia e diversidade da vegetação arbórea nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), Piauí, Brasil.

Florística, fitossociologia e diversidade da vegetação arbórea nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), Piauí, Brasil.

RESUMO – (Florística, fi tossociologia e diversidade da vegetação arbórea nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), Piauí, Brasil). O presente estudo foi realizado nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), área prioritária para conservação do Cerrado. Teve como objetivos estudar a composição fl orística, fi tossociologia e diversidade das matas de galeria que se distribuem ao longo dos cursos d’água localizados no PNSC e avaliar a similaridade fl orística destas com outras matas em diversas localidades do Cerrado. A vegetação arbórea (DAP > 5 cm) foi amostrada em quatro trechos de mata ao longo do Parque, cada um subdividido em transectos (equidistantes em 50 m e perpendiculares ao leito do córrego principal), onde sistematicamente foram alocadas 56 parcelas de 10 x 10 m (0,01 ha). Foram encontradas 75 espécies arbóreas pertencentes a 64 gêneros e 30 famílias. A família de maior riqueza na amostragem foi Fabaceae (14 espécies). Virola surinamensis foi a espécie de maior valor de importância (VI) na amostragem. Estimou-se uma densidade absoluta de 1.146,43 ind ha -1 e área basal de 26,55 m² ha -1 . A diversidade alfa, obtida por meio do Índice de Shannon (H’), foi
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL MATAS DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DE SETE

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL MATAS DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DE SETE

O presente trabalho foi realizado no Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), localizado na porção nordeste do Piauí, região onde ainda existem lacunas de conhecimento. O Parque, considerado área prioritária para conservação do bioma Cerrado (BRASIL 1999), contém um mosaico de fisionomias e ocorre em área de transição ecológica. Este estudo faz parte da 2ª etapa da excursão científica do projeto Biodiversidade e Fragmentação de Ecossistemas nos Cerrados Marginais do Nordeste (Sítio 10 do PELD), com apoio do CNPQ/BIOTEN e execução conjunta pela equipe da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo foi estudar a composição florística, fitossociologia, diversidade, regeneração natural e relação com variáveis ambientais da vegetação arbórea das matas de galeria que se distribuem ao longo dos cursos d’água localizados no PNSC e também avaliar a similaridade florística entre essas matas e outras em diversas localidades do bioma Cerrado. A vegetação arbórea (DAP > 5 cm) foi amostrada de forma sistemática em 56 parcelas permanentes de 100 m² (10 x 10 m) em quatro trechos de mata de galeria ao longo do Parque. As parcelas foram subdivididas em subparcelas de 5 x 5 m e 2 x 2 m, para amostragem da regeneração natural da vegetação arbórea (DAP < 5 cm) (arvoretas e mudas não estabelecidas, respectivamente). Em cada parcela foram coletadas amostras de solo superficial (0 – 20 cm) (propriedades físicas e químicas) e foi realizada uma descrição subjetiva quanto à situação inundável ou não – inundável da parcela, sendo estas as variáveis ambientais. Para avaliar a hipótese de heterogeneidade espacial da biota nas matas de galeria do Parque Nacional de Sete Cidades (PNSC), Piauí, e seus fatores condicionantes, foram verificadas as correlações entre distribuição das espécies arbóreas e variáveis ambientais, por meio de uma ordenação por CCA (Canonical Correspondence Analysis) e classificação por TWINSPAN (Two-Way
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RELAÇÃO FATORES AMBIENTAIS, COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E ESTRUTURA EM MATA DE GALERIA, PARQUE NACIONAL DE BRASÍLIA, BRASIL

RELAÇÃO FATORES AMBIENTAIS, COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E ESTRUTURA EM MATA DE GALERIA, PARQUE NACIONAL DE BRASÍLIA, BRASIL

Por ser um hotspot para a conservação da biodiversidade mundial (Mittermeier et al. 2011), a preservação dos remanescente naturais desse bioma deveria ser prioridade. Entretanto, políticas brasileiras parecem não refletir essa preocupação ambiental. Em um estudo sobre o código florestal, Silva Júnior (2001) concluiu que a legislação brasileira vigente na época não era efetiva na proteção da diversidade arbórea de matas de galeria. Mudanças no novo código florestal, aprovadas em 2012, como a redução pela metade das faixas mínimas de vegetação responsável pela proteção de ambientes sensíveis como as Áreas de Preservação Permanente ( APP’s), aumentam ainda mais as pressões sobre a vegetação nativa, principalmente sobre as florestas ripárias, como as matas ciliares e as matas de galeria.
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AS AÇÕES DO MST NAS GRANDES CIDADES E A NACIONALIZA- ÇÃO DA LUTA PELA TERRA

AS AÇÕES DO MST NAS GRANDES CIDADES E A NACIONALIZA- ÇÃO DA LUTA PELA TERRA

Este trabalho versa sobre as ações urbanas desenvolvidas pelo MST entre os anos 1997-2000, e que ilustram a clara intenção da escolha das grandes cidades como palco privilegiado para a obtenção de resultados políticos perseguidos por este movimento social. Para desenvolver o tema que nos ocupa, isto é, as ações do MST nas grandes cidades, privilegiamos o período compreendido entre 1997 e 2000 devido à consideração de dois aconteci- mentos principais que se deram na esteira da repercussão do Massacre de Eldorado dos Carajás (1996), e colocaram o MST como ator central: a Marcha pelo Brasil (1997) e a série de ocupações combina- das de prédios públicos (2000).Tal esco- lha está relacionada ao fato de que, neste período, a questão agrária voltou a ocupar espaço privilegiado nos mais variados debates ocorridos no país após décadas de recolhimento. A chamada Marcha pelo
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Estrutura fitossocióloga de um trecho de vegetação arbórea no Parque Estadual do Rio Doce - Minas Gerais , Brasil.

Estrutura fitossocióloga de um trecho de vegetação arbórea no Parque Estadual do Rio Doce - Minas Gerais , Brasil.

resultados demonstram que, apesar dos valores relativamente altos de Diversidade e Equabilidade encontrados, existe um número reduzido de espécies (em torno de 8%) que apresentam dominância no ambiente, fato que é comum na maioria das florestas tropicais. Dentre essas espécies, as três primeiras contribuíram de modo mais expressivo (Bixa arborea, Guatteria schomburgkiana e Joannesia princeps), somando 32,7% do VI e 34,9% do VC. Para as duas primeiras, os parâmetros que compõem o VI participaram de maneira semelhante na sua composição. Com relação à posição ocupada por Joannesia princeps, o porte de seus representantes foi decisivo, refletindo em valores elevados de Dominância. Esse padrão também foi observado na população de Pseudopiptadenia contorta, quinta colocada em VI e quarta em VC.
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O PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR: UMA ANÁLISE DE SUA IMPLEMENTAÇÃO NAS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE MANAUS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR: UMA ANÁLISE DE SUA IMPLEMENTAÇÃO NAS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE MANAUS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente trabalho pretende analisar a implementação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) nas escolas da rede estadual de ensino do Amazonas, em Manaus, na tentativa de contribuir para seu aperfeiçoamento quanto ao cumprimento das normativas legais e para a diminuição de possíveis lacunas em sua execução, inerentes às ações e atribuições dos atores envolvidos. Utilizando como base a regulamentação do PNAE, foram analisadas as principais dimensões intercomplementares do programa em âmbito local: a gestão administrativa da Entidade Executora (EEx), o controle social e participativo, a eficiência alimentar e nutricional dos cardápios, a gestão financeira pela EEx, a autonomia administrativa da EEx, a participação quanto ao estímulo do desenvolvimento regional pela EEX e as competências dos atores envolvidos em sua execução. Os objetivos com a realização deste trabalho foram: analisar a implementação do PNAE nas escolas estaduais em Manaus, apontando suas potencialidades e fragilidades; descrever o funcionamento do PNAE e os dispositivos legais que o orientam e o disciplinam; analisar as formas de controle, a gestão do PNAE e sua repercussão em âmbito escolar; verificar as dificuldades enfrentadas pelos gestores escolares na gestão do PNAE; contribuir para a mudança e o aperfeiçoamento das práticas dos atores educacionais, fundamentando sua compreensão e atuação, de forma eficiente e eficaz, na execução, no acompanhamento e no controle social do programa. De forma direta, participaram deste estudo os gestores escolares, os manipuladores de alimentos e o presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE). E associadamente, de forma indireta, foram focalizados no contexto da pesquisa os nutricionistas, os supervisores de alimentação escolar, os professores e os alunos. A realização do presente trabalho foi embasada na metodologia de estudo de caso e, para a sua execução, foram aplicados como instrumentos metodológicos a observação direta, as análises documentais, as entrevistas individuais com roteiros semiestruturados e um questionário eletrônico. A partir da observação e da análise da percepção dos diferentes atores acerca do PNAE, foi possível a proposição de intervenções que visam subsidiar a consolidação de uma gestão pública democrática, dialógica e participativa. Neste contexto, visando potencializar a operacionalização do programa, apresentou-se um Plano de Ação Educacional, envolvendo a instituição de um Núcleo de Alimentação Escolar, a formação de uma Equipe de Trabalho responsável pela construção e execução de um Processo Integrado de Planejamento direcionado ao programa, a adequação da estrutura das escolas (física e humana) e a qualificação permanente dos atores envolvidos com o programa.
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Reitor João Luiz Martins Vice-Reitor Antenor Barbosa Júnior Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação André de Barros Cota ESCOLA DE MINAS Diretor José Geraldo Arantes de Azevedo Brito Vice-Diretor Wilson Trigueiro de Souza DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA Chefe Iss

Reitor João Luiz Martins Vice-Reitor Antenor Barbosa Júnior Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação André de Barros Cota ESCOLA DE MINAS Diretor José Geraldo Arantes de Azevedo Brito Vice-Diretor Wilson Trigueiro de Souza DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA Chefe Iss

mais elevados de similaridade são encontrados entre locais mais próximos, como os diversos levantamentos realizados na Serra do Rola Moça (Jacobi et al. 2007; Vincent 2004) e serras próximas como Serra da Calçada (Viana & Lombardi 2007; Vincent 2004), Mutuca (Vincent 2004) e Moeda (Jacobi et al. 2007). O mesmo se observa com relação aos campos quartzíticos, onde se notou maior similaridade entre os levantamentos da Serra de Ouro Branco (Lemes 2009) e Itacolomi (Lemes 2009; Peron 1989) do que comparando estes com aqueles da Serra da Calçada (Vincent 2004) ou Morro do Chapéu (Andrade et al. 1986). Comparando os campos ferruginosos do presente estudo com os demais, observou-se maior similaridade com aquele estudado por Mourão & Stehmann (2007) e Roschel (2000) (ISj=0,16 e ISj=0,18, respectivamente), do que com os outros a oeste do QF. Isto sugere que a distância geográfica também seja um forte determinante da similaridade florística, juntamente com a litologia. Nos quatro levantamentos florísticos sobre campos ferruginosos analisados por Jacobi & Carmo (2008) menos de 5% das espécies foram comuns a todas as áreas e algumas delas não ocorreram no presente estudo. Nenhuma espécie ocorreu em todos os levantamentos florísticos de campos rupestres do Quadrilátero Ferrífero. As espécies Vellozia compacta, Lychnophora pinaster, Byrsonima variabilis e Periandra mediterranea ocorreram em mais de 75% das localidades. No entanto, discrepâncias no esforço amostral podem levar a informações equivocadas nas relações florísticas e de falsas ausências (Gaston 1994), especialmente nos campos rupestres aonde existem muitas espécies pouco freqüentes (Rapini et al. 2008). A baixa similaridade nos campos rupestres indica uma alta diversidade beta, justificada pela ocorrência de barreiras geográficas e pela heterogeneidade do ambiente, condicionada, dentre outros fatores, pela litologia e geomorfologia. Mesmo que os campos rupestres apresentem a mesma litologia, as rochas, e consequentemente os solos dela derivados, apresentam variações químicas e físicas (Benites et al. 2007), que também contribuem para a heterogeneidade ambiental.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Dos sete gestores entrevistados, seis, em algum momento da entrevista, citam o AAGE como cogestor e não como agente de acompanhamento, como é possível constatar nas seguintes afirmativas : “[...] a reunião com o AAGE para traçar ações”; “[...] elaborando, com a equipe pedagógica do colégio, planos de ação para corrigir os desvios, orientados pela AAGE – profissional capacitada para nos orientar e acompanhar o nosso trabalho edu cacional”; "[...] As AAGEs chegam, apresentam pra gente, elas fazem reuniões conosco, a partir do momento que a escola não está alcançando, aí tem o Saerjinho, então elas chegam, vê se vai precisar fazer o Radma ou não, então a gente recebe estas orientações todas as vezes” 17 .
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Repositório Institucional da UFPA: Taxocenoses de serpentes em grupos fitofisionômicos de cerrado no Parque Nacional de Sete Cidades, Piracuruca, Piauí, Brasil

Repositório Institucional da UFPA: Taxocenoses de serpentes em grupos fitofisionômicos de cerrado no Parque Nacional de Sete Cidades, Piracuruca, Piauí, Brasil

Oxyrhopus trigeminus e Micrurus ibiboboca (10, 3%). Houve um predomínio de espécies terrestres e com períodos de atividade diurna. Como em outras taxocenoses de áreas abertas os colubrídeos mostraram-se dominantes. A fitofisionomia Cerrado Típico apresentou maior diversidade de espécies, sendo as menores diversidades registradas no Campo Limpo e Cerrado Rupestre. O método que apresentou melhor desempenho foi procura limitada por tempo, contudo, a utilização dos métodos de coleta isolados não se mostrou eficiente para inventariar a fauna de serpentes, sendo necessário o uso conjunto destes métodos para uma melhor amostragem da área. Através da análise de ACOP e da análise de agrupamento, foi possível observar que apesar de haver uma semelhança florística e fisionomicamente com Cerrado, a composição de espécies mostrou maior similaridade faunística com taxocenoses de áreas transição Cerrado/Caatinga e Caatinga.
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Fitossociologia de dois trechos inundáveis de Matas de Galeria no Distrito Federal, Brasil.

Fitossociologia de dois trechos inundáveis de Matas de Galeria no Distrito Federal, Brasil.

A comparação dos trechos estudados com as Matas de Brejo paulistas revela grande afinidade florística entre essas vegetações, havendo várias espécies em comum, além de gêneros característicos e famílias também comuns. Para ficar em alguns exemplos pode-se citar Aniba heringeri, Calophyllum brasiliense, Cecropia pachystachya, Cedrela odorata, Citronella gogongonha, Dendropanax cuneatum , Euterpe edulis, Guarea macrophylla, Talauma ovata, Tapirira guianensis e Xylopia emarginata; gêneros como Cyathea, Ficus, Geonoma, Ilex, Ocotea, Protium e Styrax, os quais estão sempre incluídos nos trabalhos publicados (Torres et al. 1994; Ivanauskas et al. 1997; Toniato et al. 1998; Paschoal & Cavassan 1999; Marques et al. 2003). Uma importante ausência, comum a todas elas, recai sobre a família Leguminosae, comentada adiante.
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Análise comparativa da florística e fitossociologia da vegetação arbórea do cerrado sensu stricto na Chapada Pratinha, DF - Brasil.

Análise comparativa da florística e fitossociologia da vegetação arbórea do cerrado sensu stricto na Chapada Pratinha, DF - Brasil.

Com o objetivo de oferecer subsídios para o planejamento de sistemas de unidades de conservação que protejam a máxima diversidade genética em cada região, o Proje[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Os resultados observados no quadro mostram a dificuldade do ensino médio de manter um ritmo crescente em suas proficiências e é esse quadro de resultados pouco expressivos que endossa [r]

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Diversidade e riqueza de orquídeas epífitas em matas de galeria da floresta nacional de Brasília-DF

Diversidade e riqueza de orquídeas epífitas em matas de galeria da floresta nacional de Brasília-DF

trabalhou enfocou a análise morfométrica das estruturas florais dessas duas espécies, além de A. limae (Porto & Brade) Pridgeon & M.W. Chase e A. modestissima (Rchb. f. & Warm.) Pridgeon & M.W. Chase, que juntas formam o “Complexo A. prolifera”. De acordo com os dois autores, A. hamosa e A. modestissima não podem ser distinguíveis por meio de caracteres florais, divergindo apenas nos habitats colonizados: A. hamosa ocorre em mata de galeria, enquanto que A. modestissima ocorre em afloramentos rochosos expostos diretamente ao sol. Ainda de acordo com o trabalho de Melo & Borba (2011), essas duas últimas espécies possuem porte e flores menores que A. limae e A. prolifera. Barros et al. (2014) acompanharam esses autores e consideraram A. prolifera e A. hamosa como espécies distintas, sendo que esta última seria a espécie que ocorre no Distrito Federal. Baseado no trabalho de Melo & Borba (2011), que analisou quatro espécies aparentemente próximas, e em algumas características citadas por eles para A. hamosa: folhas cordiformes, côncavas, refletidas formando um gancho com o ramicaule. Além da ocorrência da espécie em mata de galeria, mesmo ambiente de ocorrência nesta localidade, decidimos reconhecer A. hamosa como espécie ocorrente no Distrito Federal, mesma posição adotada por Barros et al. (2014). Por último, Barros et al. (2014) citam Epidendrum ansiferum para o Distrito Fereral. De acordo com Govaerts et al. (2010), essa espécie é um sinônimo de E. secundum Jacq. Por ser espécie bastante variável e de grande distribuição geográfica (Toscano de Brito & Cribb 2005; Pinheiro & Barros 2007; Pinheiro & Cozzolino 2013), E. secundum possui muitos sinônimos, e isso dificulta uma delimitação precisa dessa espécie. Dessa maneira, optamos por seguir a posição de Govaerts et al. (2010) e desconsiderar a ocorrência de E. ansiferum para o Distrito Federal.
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FITOSSOCIOLOGIA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

FITOSSOCIOLOGIA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

As cinco famílias mais importantes em IVI foram Leguminosae, Chrysobalanaceae, Meliaceae, Myrtaceae e Arecaceae, perfazendo 49,24% do total.. As primeiras cinco espécies em IVI foram Li[r]

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Diagnóstico florístico estrutural de caatinga em gradientes altitudinais no estado da Paraíba

Diagnóstico florístico estrutural de caatinga em gradientes altitudinais no estado da Paraíba

flavescens, Myrciaria floribunda, Eugenia stictopetala, Cordiera rigida, Pouteria reticulata e Callisthene minor (Lagoa). Para as três áreas de estudo, as espécies estruturantes do estrato adulto são Poincianella pyramidalis e Croton blanchetianus, considerando os parâmetros densidade, frequência e densidade de espécies. As áreas de Itaporanga e de Lagoa são consideradas de relevante importância para estudos florístico/fitossociológicos por abrigarem espécies ameaçadas de extinção, sendo: Astronium fraxinifolium e Schinopsis brasiliensis (Itaporanga); Amburana cearenses e Myracrodruon urundeuva (Itaporanga e Lagoa). Foram consideradas como espécies mais importantes no processo de sucessão: Croton blanchetianus, Poincianella pyramidalis, Combretum leprosum e Aspidosperma pyrifolium para São José do Bonfim; Croton blanchetianus e Amburana cearenses para Itaporanga; Croton blanchetianus, Croton nepetifolius, Aspidosperma riedelii, Myrciaria floribunda e Gymnanthes boticario para Lagoa. O padrão agregado de distribuição de espécies predomina nas três áreas de estudo. Palavras-chave: Caatinga arbóreo-arbustiva, estrutura de vegetação, semiárido.
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ELABORAÇÃO DA PROVA DO ENADE NO MODELO DO BANCO NACIONAL DE ITENS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ELABORAÇÃO DA PROVA DO ENADE NO MODELO DO BANCO NACIONAL DE ITENS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

desempenho acadêmico no Enade. É feito contato também com os membros de comissões das edições anteriores, procurando preservar o trabalho realizado e a continuidade dos processos. Outro fator importante é a preocupação com a distribuição regional e a participação de instituições públicas e privadas na composição da comissão, além da possibilidade de atender às indicações de entidades representativas das áreas avaliadas. O membro da comissão tem como perfil exigido os requisitos mínimos de: titulação de doutor (admite-se a possibilidade de mestres ou especialistas em casos específicos, como nas CSTs), a atuação docente na graduação com experiência mínima de três anos, entre outros. Para cumprimento à diversidade e representatividade do sistema, deve se ter a observância quanto à distribuição de especialistas por Unidade da Federação (UF), evitando a concentração de profissionais de determinada UF nas comissões; e conforme categoria administrativa das Instituições de Educação Superior, as quais estão vinculadas, o que assegura a participação de instituições públicas e privadas nas comissões.
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Florística e efeitos do regime de fogo no estrato herbáceo−subarbustivo no...

Florística e efeitos do regime de fogo no estrato herbáceo−subarbustivo no...

Apesar dessa grande biodiversidade, o Cerrado historicamente não recebe o mesmo valor que a Mata Atlântica ou a Floresta Amazônica, nem politicamente, nem pela sociedade, nem pela comunidade internacional (Ratter et al. 1997; Silva & Bates 2002; Klink & Machado 2005). Isso pode ser demonstrado pela legislação, exemplificada no Código Florestal Nacional, (Lei N o 12.651, de 25 de maio de 2012) o qual dispõe, para a Amazônia Legal, a necessidade de 35% da área da propriedade como reserva legal para fisionomias de cerrado em oposição a 80% para fisionomias de florestas tropicais. Também denuncia esse menor valor atribuído ao Cerrado, a pequena área protegida por Unidades de Conservação, de apenas 11% da área total do domínio (Martinelli et al. 2013), e pelo fato de aproximadamente 50% de toda a sua área já ter sido substituída (Klink & Machado 2005; Martinelli et al. 2013).
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FITOSSOCIOLOGIA E GRUPOS ECOLÓGICOS DA COMUNIDADE LENHOSA EM UM REMANESCENTE DE CERRADÃO EM UBERLÂNDIA, MG

FITOSSOCIOLOGIA E GRUPOS ECOLÓGICOS DA COMUNIDADE LENHOSA EM UM REMANESCENTE DE CERRADÃO EM UBERLÂNDIA, MG

O Cerradão é considerado um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo, principalmente pelo constante avanço agropecuário e urbano. Trata-se de uma fitofisionomia que compartilha espécies do Cerrado Sentido Restrito e de formações florestais do bioma Cerrado. Este estudo verificou a composição florística e estrutura da vegetação arbórea, bem como as síndromes de dispersão das espécies de um remanescente de Cerradão, localizado em Uberlândia, MG. Foram alocadas 25 parcelas (20 x 20 m), totalizando 1 ha amostral. Foram amostrados 1353 indivíduos, distribuídos em 74 espécies e 35 famílias. A área basal total foi de 13,63 m 2 .ha -1 . As famílias e espécies amostradas mais representativas são consideradas típicas desta fitofisionomia. A principal síndrome de dispersão de sementes foi a zoocórica, típica de florestas tropicais, porém a síndrome anemocórica, muito comum em ambientes savânicos do bioma Cerrado, também foi bastante representativa. Os resultados obtidos ressaltam a dicotomia da diversidade florística e dos traços funcionais relacionados à dispersão de sementes do Cerradão, apresentando similaridades florísticas e funcionais tanto com fisionomias florestais quanto fisionomias savânicas. Esta complexidade aumenta sua importância para a manutenção da biodiversidade do Cerrado e exalta os esforços destinados à sua conservação.
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MODELAGEM ESPACIAL E TEMPORAL NA MATA DE GALERIA DO GAMA – DF

MODELAGEM ESPACIAL E TEMPORAL NA MATA DE GALERIA DO GAMA – DF

A mata de galeria do Ribeirão do Gama é estudada desde 1985, com implementação de seu inventário contínuo em 1985 (Felfili1993). Essa longa série temporal permitiu a identificação de alguns padrões na dinâmica da comunidade. A mata de galeria encontra-se em estágio maduro. O balanço entre a mortalidade e recrutamento da comunidade para todo o período estudado (1985-2004) foi ligeiramente em favor da mortalidade, com valores de 2,87% e 2,08%, respectivamente (Oliveira e Felfili 2008). Contudo, isso não indica que a floresta esteja em processo de retração, pois desbalanços dessa ordem geram apenas flutuações que tendem a se inverter ao longo do tempo (Felfili 1995a, 2000). Em termos de estrutura diamétrica, a maior mortalidade na mata do Gama ocorre nas menores classes diamétricas (Felfili 1995a), em função da alta competição por recursos que ocorre nessas classes, já que o dossel é bastante fechado. Felfili et al. (2001) verificaram que o dossel fechado da mata do Gama filtra em média 99% da radiação fotossinteticamente ativa, reduzindo assim a qualidade do sítio e o crescimento das árvores sob tais condições. De fato, o menor incremento periódico anual (IPA) na mata do Gama ocorre nas menores classes de diâmetro e aumenta gradativamente com o aumento da classe diamétrica até determinado limite, padrão esse bastante característico de florestas tropicais (Felfili 1995a). Essa tendência está relacionada com a maior atividade fotossintética dos indivíduos maiores, que geralmente dominam o dossel da floresta. As taxas de crescimento para as espécies estiveram principalmente associadas à demanda por luz ou tolerância à sombra (Felfili 1995a). Em geral, espécies que demandam luz e as que ocupam o dossel superior tendem a apresentar maiores taxas de incremento (Felfili 1995a). As espécies co-dominantes e suprimidas têm IPA inferiores. As pioneiras possuem IPA elevado. Por outro lado, têm a mortalidade mais expressiva (Salgado 2003).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

As entrevistas com os diretores sugerem que, se houve uma apropriação dos resultados do SAERS, ela se deu de forma superficial, sem atingir mais profundamente a estrutura da escola ou que desencadeasse ações efetivas no exercício de sua autonomia. Entre essas ações efetivas, estaria identificar habilidades e competências a serem trabalhadas mais efetivamente com os alunos e revisão de planos de estudo. Ainda que o Colégio A adote uma prática há anos de ter reuniões pedagógicas semanais por área. Essa prática parece ter uma contribuição importante para a escola obter resultados melhores que as demais nos testes do SAERS e Prova Brasil. Por ser iniciativa da própria escola, não seria prática comum na realidade local. Na impossibilidade de reunir seus professores, a estratégia de reuniões em grupos menores facilita organizá-las com frequência semanal e também ampliar as trocas entre os colegas, mais difíceis de serem feitas com todo o grupo ao mesmo tempo. Com a proximidade maior entre os pares, tais reuniões também poderiam ajudar a integrar os novos professores. Efeitos positivos de reuniões pedagógicas envolvendo um trabalho cooperativo pela melhoria da aprendizagem dos alunos foi encontrado em um grupo de escolas em trabalho organizado por Neubauer, observando que as escolas pesquisadas
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