Top PDF O gênero histórias em quadrinhos: uma alternativa para o ensino de língua portuguesa

O gênero histórias em quadrinhos: uma alternativa para o ensino de língua portuguesa

O gênero histórias em quadrinhos: uma alternativa para o ensino de língua portuguesa

O ensino de língua portuguesa é caracterizado, pela tradição escolar, como um ensino que se volta para o trabalho com a normatividade da língua. Mas, esse trabalho não pode ser unívoco, por isso, novas práticas metodológicas são necessárias para que esse ensino seja concebido e aceito por parte dos docentes e discentes sem barreiras e preconceito. Com isso, essa pesquisa vem fazer uma abordagem do gênero textual Histórias em Quadrinhos e as suas implicações na leitura e produção textual, levando em consideração o quanto esse gênero pode dispor de subsídios cabíveis ao ensino de língua materna. Indagamos, então, partindo de quesitos a serem avaliados como: o ensino de língua necessita buscar um trabalho baseado nas novas práticas discursivas da linguagem; é preciso operar de acordo com o contexto em que estão inseridos os discentes; o trabalho desenvolvido com as histórias em quadrinhos dá possibilidades aos educandos de ler e produzir novos exemplares do gênero. Desse modo, tomou-se como fundamentação teórica, autores como, Bakhtin (2003), Marcuschi (2011), Dolz e Schneuwly (2004), Calazans (2004), entre outros, que serviram de aportes para a conceituação do gênero em questão e suas implicações no ensino de língua. A partir daí, foi desenvolvida uma pesquisa conceitual dos gêneros textuais e seus aspectos mais característicos, uma apresentação breve do histórico dos quadrinhos, em seguida, discutiu-se a relação do referido gênero com o ensino de língua portuguesa, finalizando com a análise de uma proposta didática aplicada em uma sala de aula do 7º ano do ensino fundamental. Dessa maneira, evidenciou-se que a aplicação do gênero história em quadrinhos pode ser um forte instrumento pedagógico para o ensino de língua, realizando assim um despertar favorável à prática da leitura e da produção textual em sala de aula.
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HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE FRANCÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA (FLE): UMA PROPOSTA COMPLEMENTAR DE ENSINO

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE FRANCÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA (FLE): UMA PROPOSTA COMPLEMENTAR DE ENSINO

RESUMO: O presente trabalho aborda o gênero textual História em Qua- drinhos como um suporte a ser adotado em sala de aula pelo professor de Francês Língua Estrangeira (FLE), de maneira que possa contribuir no desenvolvimento da prática pedagógica. Discute-se como esse gênero pode ser inserido no ensino-aprendizagem da língua francesa, trabalhan- do-se as quatro competências linguísticas (compreensão oral, compreen- são escrita, produção oral e produção escrita). Tendo como base a pesqui- sa qualitativa, de cunho bibliográfico e exploratório, propomos neste traba- lho, modelo de ficha pedagógica como pistas de atividades que podem ser adotadas a partir do uso de Histórias em Quadrinhos. Por meio desta pes- quisa buscou-se mostrar que se faz imperativo inserir gêneros como a His- tória em Quadrinho nas práticas de sala de aula. Desse modo, o professor de FLE pode adotar esta proposta complementar com a função de media- dor na aprendizagem do aluno, por meio desse gênero.
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Interdisciplinaridade e histórias em quadrinhos: contribuições para o ensino de Geografia

Interdisciplinaridade e histórias em quadrinhos: contribuições para o ensino de Geografia

construtivo com questionamentos, dúvidas, emfim, oportunizando aos discentes construírem a sistematização do tema abordado, tendo os professores como mediadores desta dinâmica. Posteriormente, foi exposto o projeto Interdisciplinar entre Geografia e Língua Portuguesa, por meio do recurso didático das Histórias em Quadrinhos (HQ’s), tendo em vista a necessidade de buscar novas metodologias que busquem uma sistematização mais global do conhecimento.Portanto, foi sugerido aos discentes produzirem HQ’s analisando o espaço geográfico e da paisagem dos referidos Biomas, tendo em vista a ampla possibilidade que esse gênero apresenta de decodificar as múltiplas mensagens nele presente, considerando o que afirma Vergueiro et al. (2004, p.128) “ Além de questões dissertativas e outras envolvendo a leitura, interpretação e discussão dos quadrinhos, o professor pode também estimular a produção de quadrinhos pelos próprios discentes.”
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GÊNERO NOTÍCIA E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA: PROPOSTAS NO ENSINO MÉDIO

GÊNERO NOTÍCIA E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA: PROPOSTAS NO ENSINO MÉDIO

de enseñanza y aprendizaje de los estudiantes. En este sentido, se realizará un estudio a lacerca del género textual noticia, teniendo como presupuesto el perfeccionamiento y la comprensión de ese género como posibilidades de diferentes usos del lenguaje, influenciando en la comprensión del mundo y en la formación del alumno para el ejercicio de su ciudadanía. La investigación es de cuño bibliográfico y cualitativo, basada en autores de renombre como MARCUSCHI (2010) y (2008), DOLZ y SCHNEUWLY (2004), BRONCKART (2009), KOCH (2014), MIRANDA E SILVA (2019), TRAVAGLIA (2009), PCN (1998), entre otros. Por lo tanto, la noticia es un género cuyos principios de enseñanza, las numerosas formas de expresión de los pensamientos y emociones a través de mecanismos simbólicos básica, puede mejorar la práctica de la enseñanza de la profesora de portugués, através de la secuencia didáctica, así como encontrar en ella una óptima alternativa para hacer el proceso de enseñanza más crítico y reflexivo en la Enseñanza Media.
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Open História em quadrinhos: uma proposta de ensino da língua portuguesa para surdo

Open História em quadrinhos: uma proposta de ensino da língua portuguesa para surdo

Esta pesquisa de natureza qualitativa tem como objetivo construir uma proposta de intervenção para o desenvolvimento das habilidades de escrita com aluno surdo. Dessa forma realizamos um estudo sobre o processo de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa, trazendo algumas reflexões sobre a metodologia adequada para tal com alguns temas que circundam a aprendizagem de uma segunda língua por aluno surdo no contexto escolar. Acreditamos que a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS deve nortear o aprendizado da Língua Portuguesa como segunda língua na modalidade escrita para o surdo. Portanto, o trabalho fundamentou-se em estudos de autores sobre a aprendizagem da escrita como segunda língua para os surdos (Lodi, 2013; Fernandes, 1999; Faria, 2012; Skliar, 1997; Quadros, 1997,1999, 2011, 2012; Quadros; Schimedt, 2006; Brochado, 2003; e outros), gênero textual (Bakhtin, 1986, 1997; Marcushi, 2002; 2008; Elias; Koch, 2012, 2014; Dolz; Noverraz;Schineuwly,2004), gênero textual História em Quadrinhos (Mendonça, 2010; Rama, 2014; Ramos, 2014, Vilela, 2014; Vergueiro, 2014) e a Sequência Didática (Dolz; Noverraz; Schineuwly,2004).Como metodologia aplicamos uma Sequência Didática como proposta de intervenção, onde desenvolvemos atividades de escrita com o gênero textual História em Quadrinhos da Turma da Mônica. Atividades estas que foram realizadas em cinco momentos: apresentação da situação, a produção inicial, o desenvolvimento dos módulos, a reescrita da produção inicial e uma produção de uma história em quadrinhos. A metodologia foi desenvolvida na escola de Ensino Fundamental da cidade do Paulista/PE, em uma turma do 5º ano com um aluno surdo incluído. Para coleta de dados selecionamos a produção inicial, a reescrita dessa produção inicial e uma produção escrita de uma história em quadrinhos com os elementos que constituem o gênero. Reconhecemos ao final desta pesquisa que mediante a narrativa dos HQs é possível construir estratégias de ensino adequadas para aprendizagem da Língua Portuguesa como segunda língua para surdo.
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A importância do gênero textual fábula no ensino da língua portuguesa

A importância do gênero textual fábula no ensino da língua portuguesa

Originalmente, a fábula é um gênero proveniente da tradição oral. As narrativas orais partiam de experiências do cotidiano e tinham a finalidade de entretenimento ou admoestação. Não tinham um autor específico e eram criações do imaginário coletivo (Machado, 1994). De cunho popular, circulavam entre o povo e tratavam de assuntos pertinentes a esse universo contado por pessoas no dia a dia, o que justifica sua denominação advinda etimologicamente do latim “fari”= falar e do “phaó” = contar algo, dizer (COELHO, 1984). No século VIII a.C. já se tinham notícias de que as fábulas eram histórias muito antigas, vindas do Oriente, que foram difundidas na Grécia, há 2600 anos, mas foi individualmente desenvolvida por um escravo chamado Esopo, quem a consagrou. Apesar de gago, corcunda, feio e miúdo, como diziam alguns, era inteligente, esperto e de muito bom senso, por esse motivo, conquistou a liberdade e viajou por muitas terras dando conselhos através das fábulas. Os assírios e os babilônios a aperfeiçoaram.
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Histórias em Quadrinhos na Educação Infantil: possibilidades pedagógicas para o ensino da língua materna

Histórias em Quadrinhos na Educação Infantil: possibilidades pedagógicas para o ensino da língua materna

Esta pesquisa teve como objetivo analisar as contribuições das Histórias em Quadrinhos na formação leitora das crianças da Educação Infantil; examina-se, dessa forma, como essas contribuições dialogam com a perspectiva do letramento. Como metodologia, optamos pela pesquisa bibliográfica, ao discutir, à luz das ideias de autores mais contemporâneos, a história das HQs (PAIVA, 2016; NETTO; VERGUEIRO, 2018; VERGUEIRO, 2006; RAMOS, 2017; SILVA, 2012; BARI, 2008). Investigou-se, também, o uso de HQs no processo de ensino e aprendizagem da leitura, nessa etapa escolar (BRANDÃO; ROSA, 2010; SOLÉ, 1998; ROMAN; STEYER, 2001; SOARES, 1998). Ainda nessa direção, fizemos uma análise de artigos, que tratavam dessa temática, em sites como Anped e Scielo. O resultado da investigação sobre esse gênero textual apontou que as histórias em quadrinhos, por fazerem parte do cotidiano das crianças, podem contribuir para ampliar as possibilidades de letramento na Educação Infantil, de maneira lúdica e prazerosa.
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As histórias em quadrinhos como ferramenta para a abordagem da variação linguística nas aulas de língua portuguesa

As histórias em quadrinhos como ferramenta para a abordagem da variação linguística nas aulas de língua portuguesa

No que tange ao ensino do léxico, nosso foco neste capítulo, nos cumpre dizer que cabe à escola “a tarefa de ensinar o uso das variações da linguagem, sem condenar nenhuma, inclusive a gíria, porque todas cumprem algum papel na interação dos falantes nas muitas situações em que se envolvem.” (PRETI, 2006, p. 69). Tendo em vista a adoção de um paradigma de ensino que vise dar ao aluno condições de plena participação social, consideramos que não só as formas prestigiadas da língua devem ter espaço no ensino do léxico, mas também as gírias do grupo social no qual a comunidade escolar esteja inserida, para que o aluno possa variar a língua livremente, como queira e como o momento exigir, porque mesmo as variedades mais populares devem fazer parte do repertório linguístico de um falante proficiente em sua língua materna. (PRETI, 2006). Nesse sentido, por que não propor aos nossos alunos atividades em que eles analisem, por exemplo, qual é o processo de formação da gíria? Ou qual é o significado que a gíria tem em um determinado contexto de uso? Com tudo isso, o que queremos dizer é que não é preciso desvalorizar a norma popular para que se ensine a norma de prestígio, as normas são coexistentes na sociedade, portanto, devem ter espaço na sala de aula.
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As histórias em quadrinhos nas provas de língua inglesa do Exame Nacional do Ensino Médio

As histórias em quadrinhos nas provas de língua inglesa do Exame Nacional do Ensino Médio

Quando o professor tiver trabalhado com todos os aspectos que norteiam cada um desses gêneros, que são muitos, ele deve fazer com que os alunos produzam cada gênero, dessa maneira os alunos não estarão decorando uma fórmula de como identificar um texto, mas estarão reconhecendo devido ao fato de saberem qual a sua função social e seus objetivos, pois de acordo com Marcuschi (2002) os educadores podem e devem “levar os alunos a produzirem ou analisarem eventos linguísticos os mais diversos, tanto escritos como orais, e identificarem as características de cada um”.
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Gênero música: uma alternativa para o ensino de língua portuguesa

Gênero música: uma alternativa para o ensino de língua portuguesa

Encontrar alguém no mundo que não aprecie uma canção, um estilo musical, a melodia ou a letra de uma música é algo bastante raro. A música inspira, transforma e tem diversos efeitos em quem ouve e aprecia. A partir dessa premissa, a presente pesquisa propõe comprovar que a utilização do gênero textual música pode ser uma alternativa capaz de potencializar as aulas de língua portuguesa, a fim de torná-las muito mais interessantes e produtivas, como também estimular nos educandos o interesse e a motivação para o estudo da língua materna. Nesse contexto, utilizar o gênero música como recurso didático vem a ser de grande valia, uma vez que seu caráter lúdico e humanizador desperta nos educandos o estímulo para o estudo e a participação nas aulas. Para que fosse desenvolvido este trabalho, realizamos uma pesquisa bibliográfica de cunho qualitativo e interpretativista, com base nos estudos de Marcuschi (2008), Bahktin (1997-2006) entre outros, os quais discutem sobre os conceitos de gêneros textuais e defendem a importância do uso deles para o ensino de língua, além de Ferreira (2010), que defende a utilização da música e aponta formas de como utilizá-la em sala de aula. Realizamos também uma proposta intervencionista a partir de uma sequência de atividades, aplicada na turma do 9° ano de uma escola da rede estadual de Alagoa Grande-PB. As análises feitas com base na sequência de atividades aplicadas puderam comprovar, o quão eficaz vem a ser a utilização de um gênero tão presente no nosso dia a dia, tornando as aulas de língua portuguesa muito mais produtivas.
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O multiletramento no ensino de Língua Portuguesa: o gênero HQ como possibilidade no ciclo interdisciplinar

O multiletramento no ensino de Língua Portuguesa: o gênero HQ como possibilidade no ciclo interdisciplinar

A próxima fase foi a construção manual das histórias de autoria própria, disponibilizamos aos grupos storyboads com apenas três quadros, com a temática livre, contemplando assim o módulo 3 12 (M3), era perceptível a empolgação e envolvimento dos alunos e professores regentes na possibilidade de uso dos programas off-line e online para criação das HQs deles, tornando-os autores e co-colaboradores entre eles, pois, o trabalho, mesmo com o uso dos computadores e programas, foi feito de forma coletiva. Durante a realização das atividades, reservou-se aos professores o papel da mediação. Os alunos demostraram habilidade para trabalhar com a ferramenta tecnológica, e o professor mediou o uso da linguagem (ortografia, cores, balões, onomatopeias, etc.), fazendo sugestões devolvidas aos alunos, e intencionalmente era deixado a eles a decisão final, podendo ou não aceitar as intervenções feitas pelos professores.
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HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO RECURSO COMPUTACIONAL DE ENSINO

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS COMO RECURSO COMPUTACIONAL DE ENSINO

tura de Letras e de Pedagogia. Exerceu a função de téc- nica em assuntos educacionais na Secretaria de Edu- cação Superior do Ministério da Educação e hoje atua no Instituto Federal de Brasília na formação de profes- sores e como docente de Língua Portuguesa. É também docente do Programa de Mestrado Profissional em Edu- cação Profissional da Rede Federal de Educação Profis- sional, Científica e Tecnológica, atuando na linha Práti- cas Educativas em Educação Profissional e Tecnológica. Atualmente se dedica à investigação das seguintes te- máticas: i) concepções de leitura subjacentes a ava- liações de larga escala, ii) estratégias pedagógicas e pro- cessos avaliativos desenvolvidos na educação profissio- nal técnica de nível médio, iii) (multi)letramento(s) e a formação de professores.
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O GÊNERO MULTIMODAL CHARGE E SUA ARTICULAÇÃO COM O ENSINO  DE LÍNGUA PORTUGUESA: PROPOSIÇÕES DIDÁTICAS

O GÊNERO MULTIMODAL CHARGE E SUA ARTICULAÇÃO COM O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: PROPOSIÇÕES DIDÁTICAS

Ao configurarmos o gênero charge, descobrimos sua potencialidade enquanto texto. A teoria sistêmico-funcional de análise de gêneros (Cf. HASAN, 1989; 2005), por si só, já indica ao professor o que ensinar do gênero (seus estágios obrigatórios) e como ensinar (apresentando a Estrutura Potencial do Gênero aos alunos), desde, é claro, que sejam explicados para os alunos, de forma simples e breve, alguns conceitos-chave para o entendimento da teoria sistêmica e/ou de gêneros. No que se refere à multimodalidade, descobrimos ainda que a teorização de Hasan (1989; 2005), embora idealizada para a análise de textos verbais, também é capaz de analisar textos não verbais, ao menos textos não verbais já codificados pelos estudos da linguagem, como é o caso da linguagem dos quadrinhos (Cf. RAMOS, 2007; 2009; 2011). Apesar disso, acreditamos que outras linguagens ainda necessitem ser investigadas, a fim de viabilizar sua possível articulação com a teoria potencial de Hasan. Seria, por exemplo, a linguagem publicitária (a não verbal), significativa o suficiente para a teoria sistêmico-funcional de Hasan (1989; 2005) analisar? Seria ela, com sua plasticidade característica, objeto de configuração da Estrutura Potencial do Gênero? Ao que nos parece, os gêneros dos quadrinhos, como textos multimodais, possuem natureza mais visual do que verbal. Isso reflete a natureza da Estrutura Potencial do Gênero Charge (EPG) que configuramos. Sendo assim, podemos inferir que todo texto, embora multimodal, tem a sua natureza mais focada em um modo semiótico do que em outro. Esse fato, como acreditamos, deve ser levando em consideração ao escolher esse tipo de texto para atividades em sala de aula.
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Histórias em quadrinhos no ensino de ciências: uma experiência para o ensino do sistema nervoso

Histórias em quadrinhos no ensino de ciências: uma experiência para o ensino do sistema nervoso

Para que haja certo grau de plausibilidade no uso de Histórias em Quadrinhos com conceitos científicos, neste caso com o estudo do Sistema Nervoso torna-se necessário, além do conhecimento de sua linguagem específica enquanto documento, o confronto com outras fontes, como: relatos, livros, jornais impressos, internet, entre outros. Pois, se faz necessário um planejamento das aulas, o envolvimento da professora/pesquisadora com a escola e com os alunos, pois esses são fatores essenciais para discutir práticas pedagógicas para a utilização e construção das HQs e que essas tornassem instrumentos pedagógicos, estimulando a manifestação e aprimoramento dos diferentes conteúdos, sejam esses de ciências ou de outras disciplinas.
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Canção popular e ensino da língua materna: o gênero canção nos parâmetros curriculares de língua portuguesa

Canção popular e ensino da língua materna: o gênero canção nos parâmetros curriculares de língua portuguesa

Essa dimensão escrita da canção a coloca em uma situação contraditória em relação à literatura. A canção é, por um lado, atraída para seu campo gravitacional, por conta dessa interface escrita; por outro, é repelida em virtude de sua dimensão não-escrita. Assim, dado o prestígio da prática discursiva literária no mundo ocidental, forjado por séculos de grande influência na educação e na cultura, o discurso literário tende a tentar anexar o discurso literomusical, situando- o porém nas extremidades de sua esfera, e, através dessa própria anexação excludente, proteger a identidade do gênero poético, ao qual atribui valor em si. Advém daí a eterna controvérsia nos meios literários sobre se a chamada «letra de música» é ou não poesia, o que equivale à questão de se ela tem ou não status
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A entomologia nas histórias em quadrinhos: uma proposta de ensino e passatempo

A entomologia nas histórias em quadrinhos: uma proposta de ensino e passatempo

Por ser uma das ramificações dos recursos didáticos, o livro paradidático é uma ferramenta utilizada como proposta de ensino. São considerados livros paradidáticos, quaisquer livros que possam servir como apoio didático durante atividades em sala de aula (MELO, 2004, p.4). Estima-se que os livros paradidáticos surgiram na década de 60 a 70, mas apenas começaram a circular nas escolas do Brasil com maior veemência, há vinte anos (SOUZA, 2013, p.3). Após sancionada a LDB em 1996, os livros paradidáticos tornaram-se mais presentes nas escolas, pois esta lei passou a designar os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s), que recomendam uma abordagem de temas transversais correlacionados com o desenvolvimento da cidadania, o que gerou um aumento na produção de paradidáticos. No entanto, pouco se sabe sobre este gênero de livro, em termos de estudos científicos, para caracterizar ou até mesmo compreender seus primórdios e funções pedagógicas (SOUZA, 2013, p.3).
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Ensino de física com histórias em quadrinhos: o astronauta em magnetar

Ensino de física com histórias em quadrinhos: o astronauta em magnetar

Começamos nosso minicurso de acordo com o que fora estipulado por Azambuja e Souza (1996), que foi a fase da motivação por parte do professor. Começamos então, com um momento de apresentação dos participantes, onde eles tinham de responder a seguinte pergunta “Qual seu nome? Qual seu ano e sua turma? Você é um leitor de Quadrinhos? O que motivou você a participar deste minicurso sobre física e Quadrinhos? Quais suas perspectivas sobre ele?”. A partir das respostas dos alunos, conseguimos traçar um perfil deles, e observamos que a maioria dos alunos estavam participando porque gostavam de Histórias em Quadrinhos. Interessante mencionar que, foram poucos que responderam que o motivo deles estarem ali era por causa da Física, de modo que o fato deles aprenderem Física seria uma consequência do minicurso, e não o objetivo principal buscado por eles. Esse foi um momento de socialização entre eles, uma vez que tínhamos alunos de diferentes turmas e séries.
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Histórias em quadrinhos como elemento de flexibilização do ensino de química

Histórias em quadrinhos como elemento de flexibilização do ensino de química

O estudo da química deve-se principalmente ao fato de possibilitar ao homem o desenvolvimento de uma visão crítica do mundo que o cerca, podendo analisar, compreender e utilizar este conhecimento no cotidiano, tendo condições de perceber e interferir em situações que contribuem para a deterioração de sua qualidade de vida. Cabe assinalar que o entendimento das razões e objetivos que justificam e motivam o ensino desta disciplina, poderá ser alcançado abandonando-se as aulas baseadas na simples memorização de nomes de fórmulas, tornando-as vinculadas aos conhecimentos e conceitos do dia-a-dia do alunado (CARDOSO; COLINVAUX, 2000, p. 401).
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O ensino do gênero dissertativo – argumentativo no livro didático de língua portuguesa

O ensino do gênero dissertativo – argumentativo no livro didático de língua portuguesa

Aprender a argumentar é a pedagogia mais profunda da vida do estudante, porque constitui-se, ao mesmo tempo, pesquisador e cidadão. Enquanto constrói seu espaço e sua chance científica, o estudante constrói principalmente sua autonomia, como sujeito capaz de história própria. Assim, diante do exposto, é dever dos professores oportunizar o contato dos alunos com os gêneros da ordem do argumentar, ensinando-os a reconhecer as características linguísticas, textuais e, sobretudo, discursivas dos gêneros argumentativos e a produzi-los de modo eficiente. De acordo com Silva (2002, p. 8), o ensino de Língua Portuguesa precisa estimular o pensar crítico, por parte dos discentes, sobre a realidade, principalmente, a partir dos gêneros “que estimulam e levam o aluno mais próximo da sociedade em que está inserido”, ajudando-o a se tornar sujeito de sua própria aprendizagem e não apenas um receptor passivo dos conhecimentos ministrados pelo professor. Quanto a esse aspecto, vejamos as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais + Ensino Médio - PCN + EM (2002, p. 61):
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Histórias em Quadrinhos: Desenvolvimento Cognitivo no Ensino Fundamental

Histórias em Quadrinhos: Desenvolvimento Cognitivo no Ensino Fundamental

Mesmo atualmente há notícias de pais que proíbem seus filhos de lerem quadrinhos sempre que as crianças não se saem bem nos estudos ou apresentam problemas de comportamento, ligando o distúrbio comportamental à leitura de gibi. Portanto, há duas vertentes opostas em relação à credibilidade educativa das histórias em quadrinhos. Pelas palavras de Vergueiro (2005), podemos perceber o pensamento ainda existente em relação a esse recurso didático. Histórica e culturalmente, temos uma sociedade criticada pela ausência de práticas de leitura, todavia, lembramos a capacidade da leitura no desvelamento do mundo. Freire (2005) chama atenção à relação de opressão a que somos submetidos, sendo necessário quebrar mitos, buscar a própria libertação. Nesse sentido, a leitura seria um meio de captar a realidade, conhecer e transformar, na constante condição de sujeitos históricos, com condições críticas para desmascarar a materialidade escrita.
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