Top PDF Gestão da sala de aula: desafios e possibilidades

Gestão da sala de aula: desafios e possibilidades

Gestão da sala de aula: desafios e possibilidades

As práticas do professor e a forma como se relaciona e conduz às aulas têm sido fatores preponderantes para que haja uma boa gestão no âmbito da sala de aula. Tendo em vista que quanto mais o docente consegue gerir as aulas com eficácia, maior importância relativiza ao olhar dos alunos. Assim, pensar em gestão é muito mais abrangente do que assumir uma postura de representação: é ser líder de uma equipe. Portanto, não basta apenas ser um professor à frente de uma sala de aula. Hoje, a perspectiva voltada para o docente é que ele seja um gestor do ambiente educativo. Nesse sentido, procuramos desenvolver este trabalho tendo como objetivo discutir sobre o papel do professor como gestor com o intuito de possibilitar um ensino aprendizagem qualitativo. Desenvolvemos nossa investigação em uma escola da rede privada de ensino na cidade de Campina Grande, PB, junto a uma professora de Língua Espanhola e seus alunos da turma do 6º ano do Ensino Fundamental- Anos Finais, de ambos os sexos. Como metodologia, realizamos observações in lócus, anotações de diário de campo, leituras teóricas sobre o tema com estudos que subsidiassem nossa investigação através das contribuições de estudiosos que focam na temática. Além disso, realizamos conversas informais. O artigo nos revelou que é imprescindível que o professor tenha um posicionamento de gestor para que grandes e consideráveis avanços sejam alcançados na aprendizagem dos alunos. Mas ressalta-se que para esse “novo” modelo de professor há novas formações para que esse profissional saiba desenvolver suas funções com êxito. Assim, compete à escola promover também o aperfeiçoamento das práticas pedagógicas.
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Inclusão da pessoa surda na sala de aula do ensino regular: possibilidades e desafios

Inclusão da pessoa surda na sala de aula do ensino regular: possibilidades e desafios

Como tema concernente a “Inclusão da pessoa Surda na sala de aula do ensino regular: possibilidades e desafios” procuramos um campo de estudo para realizar a pesquisa. Como foi dito no item anterior, nos direcionamos à Secretaria de Educação do Município de Campina Grande – SEDUC, onde nos foi repassado o nome de algumas escolas, nas quais se encontrava no quadro discente alunos Surdos. A primeira escola que procuramos ficava no bairro do Catolé e foi escolhida dentre as cinco que nos repassaram, porque esta era mais acessível à pesquisadora em decorrência da localização. Para a qual fomos durante cinco dias consecutivos e não tivemos sucesso. Os segmentos daquela instituição afirmaram ter em seu quadro discente uma pessoa Surda, no entanto, quando perguntávamos se podíamos realizar a pesquisa naquele estabelecimento, os sujeitos nos diziam que deveríamos falar com a direção da escola. Ao falar com a direção, esta solicitava que esperássemos um pouco, já que estava ocupada com uns eventos da escola e não podia atender naquele momento, assim fazíamos. Todavia, ao conseguirmos conversar com a mesma, esta convocou a coordenadora e juntas decidiram que a pesquisadora deveria entrar em contato com a diretora adjunta, que somente se encontrava na escola no turno da tarde, sendo este também o horário em que estudava a aluna Surda.
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A gestão da sala de aula no contexto das avaliações externas: os desafios dos professores de Matemática

A gestão da sala de aula no contexto das avaliações externas: os desafios dos professores de Matemática

Na observação de sala, pude denotar a intencionalidade do professor e sua tentativa de despertar a atenção dos alunos. Dentro do desenvolvimento da estratégia didática, o professor corrige o rumo da explicação atendendo à relação com os estu- dantes. Entretanto, os conteúdos apresentados baseiam-se na ideia da construção do algoritmo generalizado, dissociado da noção quantitativa, tão necessária, segundo Nunes (et al., 2011). A matemática apresentada é, parafraseando esta autora, “[…] destituída de significação prática, não interessando ao professor o esforço da resolução de um problema por um aluno, mas a apli- cação de uma fórmula, um algoritmo, de uma operação, prede- terminados por um capítulo em que o problema se insere ou pela série escolar.” (NUNES at al., 2011, p. 38.).
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Desafios e possibilidades da implantação da metodologia sala de aula invertida: Estudo de caso em uma Instituição de Ensino Superior privada

Desafios e possibilidades da implantação da metodologia sala de aula invertida: Estudo de caso em uma Instituição de Ensino Superior privada

Com relação ao treinamento para os professores, coordenadores e demais colaboradores da instituição, este foi realizado por meio de vídeos disponibilizados pelo grupo. Estes vídeos foram exibidos no início do semestre, antes do período letivo dos alunos. Para os alunos, não existiu um treinamento formal realizado pela instituição, sendo o professor responsável por repassar as informações a eles. Apesar de inicialmente alguns professores não participarem do projeto (já que ele foi implementado, inicialmente, apenas em algumas disciplinas) o treinamento foi aplicado a todos. Desta forma todos os colaboradores ficaram cientes do projeto. É importante destacar que o projeto KLS não se resume apenas à metodologia sala de aula invertida, sendo esta apenas uma parte do projeto. No entanto, esta é a parte que interessa ao presente estudo. Desta forma, não foram levadas em considerações outras facetas do projeto. Neste caso, a sala de aula invertida no projeto se resume em disponibilizar o material no ambiente on-line, atividades de fixação e alinhamento dos alunos e a prova unificada.
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Gestão e os Desafios da Liderança no Ambiente de Sala de Aula

Gestão e os Desafios da Liderança no Ambiente de Sala de Aula

Este artigo teve como objetivo verificar, junto aos profissionais da educação e alunos, a percepção sobre a liderança em sala de aula. Para percorrer este caminho, recorreu-se ao quadro epistemológico proposto por Robbins (2007), Griffin (2007), Robbins e Decenzo (2004), Lowmanm (2004), dentre outros. Tais pressupostos permitiram mapear quais são os desafios da liderança do professor em sala de aula, na atualidade. Utilizou-se como metodologia a pesquisa qualitativa-exploratória com o uso da ferramenta questionário. Foram selecionados representantes das três vertentes envolvidas no processo de ensino: coordenador, professor e aluno. A análise das enunciações dos sujeitos expressou a existência de diferentes percepções sobre liderança, possibilitando o levantamento de novos olhares sobre o papel do professor na sala de aula e como pode ser exercida a liderança na era digital.
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Sala de aula invertida para o ensino da matemática na escola básica: abordagens e possibilidades

Sala de aula invertida para o ensino da matemática na escola básica: abordagens e possibilidades

Esta pesquisa investigou como a metodologia de Sala de Aula Invertida (SAI) pode contribuir para o ensino de Matemática em uma Turma do 9° Ano de uma escola da rede pública estadual no município de Monteiro – PB. O principal objetivo foi colaborar com as discussões e possibilidades para o ensino de Matemática. Para tanto, no desenvolvimento da pesquisa com a turma, foi usando como conteúdo específico os números reais e suas operações, com o propósito de investigar a partir da proposta de SAI o desenvolvimento de competências individuais, de colaboração e autoestudo, organização de autoaprendizagem e desenvolvimento do pensamento crítico com auxílio de mídias tecnológicas. Dessa forma, previamente ao desenvolvimento da pesquisa, utilizamos um questionário com a Turma para compreender as possibilidades de trabalhar segundo nossa proposta e, após as análises, foi elaborada uma sequência didática e uma produção de videoaulas para o estudo prévio do conjunto dos números reais e atividades complementares a serem exploradas no momento presente em sala de aula. Os resultados apontam que a SAI é uma metodologia ativa de grande importância que possibilita a autonomia, criticidade, reflexão e desenvolvimento, entretanto, por ser uma proposta relativamente recente em nossa realidade escolar, ainda há desafios, pois alguns alunos não têm o hábito de estudar fora da sala de aula e alguns ainda carecem de recursos tecnológicos necessários para subsidiar os estudos
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O desenvolvimento do raciocínio geográfico na aula de geografia : desafios e possibilidades do professor

O desenvolvimento do raciocínio geográfico na aula de geografia : desafios e possibilidades do professor

As conversas paralelas, sem fins pedagógicos, também foram motivos de conflitos e prejuízos para as aulas, com destaque, para a mediação nos conteúdos a serem trabalhados conjuntamente. No entanto, o professor 2, com maior experiência, era mais respeitado pelos alunos, pois seu tempo na escola era de 23 anos, o que lhe foi favorável. Além disso, quando os professores chegam ao estágio de diversificação na carreira, conseguem mobilizar mais instrumentos pedagógicos e terem maior segurança do que os do estágio probatório. Assim, constatou-se que ele exerceu em boa parte das aulas autoridade e não autoritarismo. Por outro lado, o professor 1 teve muitos problemas de manter a autoridade; a isso, atribui-se a um conjunto de fatores já enumerados e também ao fato de estar no estágio probatório na carreira. Ademais, as conversas entre os pares em contextos de aprendizagens são importantes. Portanto, uma sala de aula barulhenta, por onde os alunos discutem, interagem, questionam, propõem, pode ser plena de oportunidades de aprendizagens. Porém, entende-se que isso precisa ser planejado intencionalmente pelo docente. Caso contrário, tais conversas atrapalhariam o processo de ensinar e de aprender.
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Tive aula de violoncelo. E agora? : A consciência dos desafios do estudo do instrumento fora da sala de aula

Tive aula de violoncelo. E agora? : A consciência dos desafios do estudo do instrumento fora da sala de aula

A concretização de objetivos depende da capacidade em determinar e saber executar as estratégias mais adequadas, tendo em conta as especificidades do objetivo e, também, do executante, nomeadamente devido à sua maior ou menor facilidade em executar as especificidades da tarefa (Hallam, 2001). Em 2002, Chaffin, Imreh e Crawford, constatam que essa capacidade é uma característica comum em músicos de excelência, cujo leque de estratégias responde a objetivos de várias índoles (nomeadamente ao nível do planeamento do tempo de estudo, da gestão da frustração, da escolha de dedilhações, ou até ao nível da memorização). Encontramos exemplos em Nielsen (1999), onde o processo de estudo de dois alunos avançados de órgão é analisado, constatando a concretização de estratégias, tais como a execução de partes da peça a uma velocidade muito reduzida, como etapas preparatórias necessárias para a execução da peça no tempo metronómico próprio. Do mesmo modo, em 2004, Lisboa, Chaffin, Schiaroli e Barrera monitorizam o estudo de uma violoncelista profissional e registam o estruturamento do estudo (do prelúdio da 6.ª Suite de Bach) em 5 estágios distintos, que cumprem objetivos próprios (leitura e divisão da peça em partes mais pequenas; escolha de dedilhações e arcadas; estudo técnico das partes; junção das partes em frases; ensaios gerais).
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Os novos desafios do tutor a distância : o regresso ao paradigma da sala de aula

Os novos desafios do tutor a distância : o regresso ao paradigma da sala de aula

ensino a distância exige mudanças muito grandes, assim como a construção e reelaboração de teorias e modelos, distanciando-se afinal de algumas das coordenadas que foram dominantes e colocando alguns desafios consideráveis. Ela exige, desde logo, uma alteração no papel tradicionalmente atribuído ao tutor, requerendo novas competências necessárias à gestão de um grupo de aprendizagem, e na forma como se perspectiva a distância, questão sempre central que se reveste agora de uma dinâmica e características diferentes.

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A GESTÃO PEDAGÓGICA NO HORÁRIO COLETIVO E OS DESDOBRAMENTOS NA SALA DE AULA

A GESTÃO PEDAGÓGICA NO HORÁRIO COLETIVO E OS DESDOBRAMENTOS NA SALA DE AULA

Para isso, estabeleceu-se um recorte específico no conteúdo leitura, em uma perspectiva sócio-histórico-cultural por considerar absolutamente necessário contemplar as demandas apontadas nos indicadores citados na Prova São Paulo 2 e, especialmente, porque o ensino da leitura está previsto no currículo oficial do Ensino Fundamental na Rede Municipal de Ensino 3 . A receptividade dos profissionais da escola também contribuiu para a escolha, pois viabilizaram o acesso dos alunos aos jornais adquiridos pela escola ou pelos próprios professores e coordenadora Pedagógica (CP). É importante ressaltar que o gênero notícia, encontrado nas atividades escolares trouxe uma temática atual, agregada a um contexto mais facilmente conhecido, o que amplia as possibilidades de participação dos alunos com seus conhecimentos prévios dos fatos.
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Práticas de leitura e de escrita na disidade de sala de aula: Desafios e

Práticas de leitura e de escrita na disidade de sala de aula: Desafios e

A grande variação na utilização das estratégias (distribuídas nas quatro variáveis da escala) que caracterizam o ensino diferenciado indica que a atenção da professora Paula a esse tipo de ensino ainda se encontra em desequilíbrio, visto que algumas dessas estratégias a professora emprega freqüentemente, enquanto outras praticamente não são utilizadas. No entanto, no cotidiano dessa sala de aula, percebemos algumas mudanças da professora em relação à gestão e organização da sala e de práticas onde a aceitação e o acolhimento dos alunos (especialmente aqueles com necessidades de atenção) tornam-se prioridade em sua vida profissional. Observamos também que nos mais diversos momentos, seja na sala de aula, no recreio ou mesmo durante os nossos planejamentos, a professora identificava, na maioria das vezes, essas mudanças de forma positiva, quando constatava a participação, a interação e os progressos dos alunos. No entanto, ouvíamos ainda muitas queixas em relação a algumas dificuldades enfrentadas por ela, tais como: trabalhar numa perspectiva inclusiva sem apoio pedagógico ou sem recursos e materiais didáticos. A escola deve lembrar que o aluno não é apenas responsabilidade do professor, e sim de toda a comunidade escolar, ou seja, o educando não é apenas aluno do professor, ele é também aluno da escola. A professora ressaltava ainda que esses aspectos interferiam diretamente na criação de uma cultura escolar acolhedora num contexto escolar inclusivo. Concluímos, transcrevendo aqui os pensamentos de Delacours-Lins:
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(IN) disciplina na sala de aula e desafios do cotidiano escolar na contemporaneidade: um olhar sobre o universo da sala de aula

(IN) disciplina na sala de aula e desafios do cotidiano escolar na contemporaneidade: um olhar sobre o universo da sala de aula

A escola onde realizei este trabalho de pesquisa foi a E. E. E. F. Gonçalves Dias, a qual está localizada na rua Humberto Paiva de Carvalho, no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa/PB. A escola atende uma clientela de 322 alunos distribuídos nos três turnos, funcionando manhã e tarde com o Ensino Fundamental I e II, e à noite, com a Educação de Jovens e Adultos (EJA). O quadro institucional é formado por 63 funcionários, dos quais, 33 são professores; todos estes, tem nível superior nas suas áreas de ensino, em que atuam, e alguns tem especialização. A gestão é formada por um diretor geral e uma diretora adjunta, os quais, se revezam nos três turnos. A escola conta com alguns projetos como: O Programa Mais Educação, que atende os alunos com déficit de aprendizagem e problemas comportamentais, em regime integral, ou seja, se o aluno frequenta a escola no horário da manhã ele vem participar deste programa no horário oposto ou vice-versa; a unidade de ensino também está interligada ao Programa Escola Aberta, que atende alunos e a comunidade, do entorno da escola, através de diversificadas oficinas (aos sábados). Esta unidade de ensino também possui uma turma de correção de fluxo, para atender aos alunos com distorção entre idade e série.
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O trabalho com o léxico em sala de aula: desafios para o ensino de uma língua materna

O trabalho com o léxico em sala de aula: desafios para o ensino de uma língua materna

metas quantitativas arbitrariamente fixadas (ILARI,1997). Para Oliveira e Albino, uma das possibilidades da limitação vocabular do aluno decorre de uma imagem que ele possa ter adquirido na escola de que um bom desempenho na escrita apresenta, necessariamente, uma grande variedade lexical ou vocabular. Nesse caso, para responder a essa imagem, ele poderia ser levado a utilizar algumas palavras cujo emprego realmente não conhece, em prejuízo do sentido da oração ou da construção linguística, onde essas palavras aparecem. Além disso, o aluno tem a consciência da desvalorização da sua variante linguística, assim faz uso desse recurso numa tentativa de superação desses obstáculos e desprestígios. (1993 apud TELES, 2000, p. 23).
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Indisciplina em sala de aula: desafios à prática docente

Indisciplina em sala de aula: desafios à prática docente

Nesse contexto da indisciplina escolar não podemos deixar de ressaltar a importância de a escola ter o seu Projeto Pedagógico e no qual conter questões referentes à indisciplina, como por exemplo, regras e procedimentos disciplinares. É sabido que para sua elaboração a escola deverá convocar as famílias, os alunos, os professores, ou seja, toda comunidade escolar e com isso estará criando possibilidades de debates sobre tais regras e procedimento desde que estes estejam ancoradas em valores necessários à boa convivência entre professores, alunos, direção, coordenação, família, pessoal de apoio, enfim, ao bom convívio e harmonia entre todos os envolvidos na promoção da educação e inserção do indivíduo na sociedade, para que como diz Vasconcelos (2013) citado por Robison Sá (s/a) "O sucesso da educação depende, também, da mediação de conflitos‖.
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A importância da literatura infantil na sala de aula: desafios para a formação de leitores

A importância da literatura infantil na sala de aula: desafios para a formação de leitores

A presente pesquisa, que se configura como um estudo de caráter bibliográfico, objetiva discutir a importância da literatura infantil, especialmente os contos de fada, para a formação de leitores. Consideramos que a escola é um espaço privilegiado para o estudo da literatura e onde devem ser lançadas as bases para a formação do indivíduo e é nesse espaço que a leitura precisa ser privilegiada para estimular o exercício da criatividade e do senso crítico. Nesta pesquisa, baseados em estudos teóricos desenvolvidos por autores como Cosson (2010), Costa (2007), Coelho (2000) Maia (2007), dentre outros, problematizamos o espaço da literatura em sala de aula, discutimos a importância da literatura infantil nas séries iniciais do Ensino Fundamental, fizemos um pequeno panorama da literatura infantil desde suas origens até a atualidade, abordando a literatura infantil no contexto educacional, a literatura infantil e a formação do leitor e apresentamos os contos de fadas enquanto possibilidades para o ensino, de forma a destacar as suas contribuições para a formação do leitor e para a construção de valores éticos. Consideramos a literatura infantil, incluindo aqui os contos de fada, uma atividade necessária não só ao projeto educacional do indivíduo, mas, também, ao projeto existencial; pois, a leitura literária além de ser um ato que se realiza no âmbito da cognição, apresenta caráter social, histórico e político.
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Os desafios da sala de aula e a promoção da aprendizagem

Os desafios da sala de aula e a promoção da aprendizagem

O desempenho cognitivo descortinado pelas ava- liações externas é fruto de um conjunto de fatores que inclui: aspectos socioeconômicos; o capital social e cultural das famílias; as estratégias e compromissos das políticas educacionais; a gestão do ensino; o tra- balho pedagógico realizado pelas escolas; os recursos necessários para a realização desse trabalho; a quali- ficação profissional e técnica dos envolvidos com os processos educacionais; e também a clareza em rela- ção ao currículo para o acesso dos alunos a experiên- cias qualificadas de aprendizagem, dentro e fora da escola.
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AGISA : ambiente de gestão integrado da sala de aula

AGISA : ambiente de gestão integrado da sala de aula

O NetSupport School foi desenvolvido para os sistemas operativos MSWindows (95/8, NT, ME, 2000 e XP). Não requer grandes capacidades de hardware podendo ser executado em computadores com processador superior ao 486 com mais de 15Mb de espaço livre em disco. A aplicação encontra-se disponível em várias línguas incluindo o Português e permite um grande grupo de possibilidades que incluem: a visualização do ecrã dos alunos, a criação e apresentação de testes e o controlo de aplicações e sites. As desvantagens no uso deste software prendem-se com a restrição do sistema operativo, a impossibilidade de acesso aos exercícios via WWW (impossibilitando assim que os alunos possam responder aos exercícios em casa), o custo do software (USD$452 para 10 utilizadores) e a impossibilidade de adequação do software às necessidades específicas dos utilizadores. A aplicação tem um curto período de teste (um mês) e necessita que seja feita uma instalação por cada aluno.
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RECURSOS TECNOLÓGICOS E MIDIÁTICOS: OS DESAFIOS EM SALA DE AULA

RECURSOS TECNOLÓGICOS E MIDIÁTICOS: OS DESAFIOS EM SALA DE AULA

Vive-se atualmente a globalização de informações, visto que, inúmeros são os meios de comunicação a que hoje a população tem acesso. Estar permanentemente conectado, no cotidiano da sociedade, promove uma transformação constante. A educação e o ambiente escolar também passam por este momento inovador. Pesquisa bibliográfica descritiva, realizada na intenção de compreender a percepção dos docentes quanto à necessidade de se trabalhar com recursos midiáticos em sala de aula e, identificar os obstáculos e desafios que permeiam esta utilização, através de aplicação de questionário feita com dezoito professores do ensino fundamental I de uma escola pública do município de Uberaba/Mg. Evidencia que há uma conscientização da importância de utilização de recursos tendo em vista o processo de ensino aprendizado dos discentes, aponta aqueles considerados mais relevantes, e os obstáculos enfrentados ao se optar por metodologias que os incorpore. Os recursos tecnológicos e midiáticos na sala de aula podem ser vantajosos, tendo em vista as inúmeras possibilidades, sem deixar de considerar a necessidade de investimento em políticas públicas que garantam acesso, manutenção, e melhor formação docente para esta finalidade.
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DIVERSIDADE CULTURAL: desafios de trabalho em sala de aula

DIVERSIDADE CULTURAL: desafios de trabalho em sala de aula

Deste modo, a expressão diversidade cultural pode virar um assunto atual e proeminente, desde que a escola comece a ampliar e buscar um ensino de forma a ensinar a respeitar e acolher a variedade de culturas da sociedade escolar, sem reserva dos mais compassivos aos mais determinados, dos mais concorrentes aos mais participativos, dos mais vagarosos aos mais acelerados, dos surgidos de famílias estruturadas e aos de casas desestruturadas. Conforme a história, a instituição educacional tem problemas para superar a diversidade. As distinções constituem dificuldades ao oposto de possibilidades para produzir conhecimentos em diversos graus de aprendizagens. O ambiente educacional é a esfera em que os alunos precisam desfrutar das mesmas oportunidades, contudo com táticas de aprendizagens distintas.
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A LITERATURA EM INTERFACE COM AS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: POSSIBILIDADES E VIVÊNCIAS NA SALA DE AULA

A LITERATURA EM INTERFACE COM AS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: POSSIBILIDADES E VIVÊNCIAS NA SALA DE AULA

Notamos que os alunos tinham a mesma dúvida e também não conseguiram responder ao personagem sobre a manifestação de suas características físicas, pois não conseguiram fazer relação com o parentesco e, portanto, a herança genética dos avós. Sendo assim, iniciamos a explicação sobre a genética, dentro dos limites de compreensão da faixa etária das crianças. Fizemos isso os lembrando da história da aula passada em que a menina “puxou” a sua mãe e por isso nós somos assim porque nos parecemos com nossos pais, com nossos avós e devemos ter orgulho de carregarmos essas características. Dessa forma, abordamos conceitos sobre parentesco, ancestralidade que são fundamentais para a compreensão do texto. A ancestralidade é um princípio que norteia a visão de mundo das populações africanas e afro-brasileiras foi uma forma de fortalecer a identidade da criança negra.
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