Top PDF Gestão de outsourcing no desenvolvimento distribuído de software

Gestão de outsourcing no desenvolvimento distribuído de software

Gestão de outsourcing no desenvolvimento distribuído de software

A tecnologia da informação tem se tornado o coração que impulsiona o negócio da maioria das empresas modernas. Por outro lado a transformação desta mesma tecnologia em uma commodity vai de encontro ao desejo de muitos diretores na busca pela eficiência de seus custos operacionais. Desta forma tem se buscado um equilíbrio no desenvolvimento de profissionais internos com a inteligência competitiva necessária para sustentação e inovação e a utilização de mão do obra terceirizada para a execução do desenvolvimento de software. A Gestão de Outsourcing no desenvolvimento distribuído de software traz desafios ainda a serem superados para a realização dos objetivos estratégicos dos clientes, sejam eles custo, qualidade ou aproveitamento de mão de obra especializada.
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Uma Proposta de Boas Práticas Baseada Em Evidências Para a Gestão de Conflitos Em Equipes de Desenvolvimento Distribuído de Software

Uma Proposta de Boas Práticas Baseada Em Evidências Para a Gestão de Conflitos Em Equipes de Desenvolvimento Distribuído de Software

Atualmente podemos perceber a busca árdua que as empresas estão tendo para aumentar a qualidade e diminuir custos. De acordo com Herbsleb e Moitra (2001) o software tornou-se algo vital para muitas organizações, como um componente muito importante dentro do negócio das empresas, pois o sucesso dessas organizações muitas vezes depende do uso desses softwares como armas de guerra. São muitas as estratégias que vêm sendo adotadas por essas empresas de software em busca de diferenciais para manter-se no mercado. Dentre elas uma que vem adquirindo muitos adeptos e estimulando muitas pesquisas é o Desenvolvimento Distribuído de Software (DDS) (LIVIERO, 2007). Para Damian e Zowghi (2003), a engenharia de software está testemunhando uma transição dos tradicionais times colocados, ou seja, equipes que trabalham dividindo o mesmo espaço físico, para uma nova forma de desenvolvimento de software, onde as equipes trabalham de forma colaborativa atravessando suas fronteiras nacionais. Casey e Richardson (2006) afirmam que essa tendência que aquece a indústria de software nos dias de hoje só é possível devido ao desenvolvimento da internet e das ferramentas de comunicação, como o email. Além desses fatores, os autores ressaltam também o fator da viabilidade de estruturação das equipes, com a queda nos preços da infraestrutura de telecomunicações necessária, principalmente no âmbito internacional, com as equipes distribuídas globalmente.
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Vista do Importância dos aspectos socioculturais na gestão de equipes em ambientes de desenvolvimento distribuído de software
							| ForScience

Vista do Importância dos aspectos socioculturais na gestão de equipes em ambientes de desenvolvimento distribuído de software | ForScience

Desenvolvimento distribuído de software (DDS) é uma forma de envolver diversas pessoas no processo de desenvolvimento de software, o qual pode ocorrer de várias formas, seja em grupos de desenvolvimento no próprio local de trabalho, em outras cidades, ou até em outros países. No entanto, diversos fatores são considerados para que essa distribuição de tarefas seja distribuída de forma eficaz. Essa eficácia é mensurada por fatores como: redução de custos com comunicação entre os membros dispersos fisicamente, sucesso na realização do projeto, satisfação entre os membros, dentre outros. O objetivo deste artigo é analisar de forma empírica em um domínio específico, como gestores de projetos reagem quando se deparam com uma situação de formação de equipes para trabalhar em ambientes de DDS. Para tal, foi realizada uma pesquisa com 30 participantes, onde foram analisados alguns aspectos por nível de relevância, as prioridades socioculturais (língua, comportamento e formação) e dispersão geográfica usada pelos participantes para distribuição das equipes em ambientes de DDS. Como conclusão, observa-se que o principal fator considerado para a criação de uma equipe para trabalhar em ambientes de DDS é o fator sociocultural língua, cuja evidência é corroborada com um fator de 0.81 na escala de correlação de Spearman.
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			Identificação e mitigação de riscos em projetos de desenvolvimento distribuído de software

← Voltar aos Detalhes do Artigo Identificação e mitigação de riscos em projetos de desenvolvimento distribuído de software

O avanço da economia, a sofisticação dos meios de co- municação e a pressão pela redução de custos têm atraído grandes investimentos no DDS. Com a melhoria das ferra- mentas e métodos de engenharia de software, haverá uma pressão contínua para a adoção de abordagens globalizadas de criação de programas. Estas abordagens podem ter a for- ma de contratos formais de outsourcing, emergir por meio da colaboração entre diferentes divisões de organizações in- ternacionais, ou consistir de um pequeno grupo de progra- madores que trabalham em um mesmo projeto, mas vivem em cidades diferentes (Kiel, 2003).
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PLANOS DE AÇÃO PARA MELHORIA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE SOFTWARE COM DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO

PLANOS DE AÇÃO PARA MELHORIA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE SOFTWARE COM DESENVOLVIMENTO DISTRIBUÍDO

PRIKLADNICKI, Rafael; AUDY, Jorge Luis Nicolas. Uma Análise Comparativa de práticas de Desenvolvimento Distribuído de Software no Brasil e no exterior. XX Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software. Florianópolis, 2006. SAATY, T. L. The Analytic Hierarchy Process, New York: McGraw Hill. International, Translated to Russian, Portuguese, and Chinese, Revised editions, Paperback (1996, 2000), Pittsburgh: RWS Publications, 1980. SOUZA, Ana Luiza Lima de; ASSIS, Renato Paulinha Machado; NETO, Mario Santos de Oliveira; REIS, Augusto da Cunha. Linha de Envase de Cerveja Retornável – Problemas que Geram Insatisfação ao Consumidor – Aplicação do Método QC Story na Busca da Solução. Revista Eletrônica Sistema & Gestão, Volume 9, Número 4, pp. 466-478. 2014.
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Um Framework para Gerenciamento de Riscos em Projetos Ágeis de Desenvolvimento Distribuído de Software

Um Framework para Gerenciamento de Riscos em Projetos Ágeis de Desenvolvimento Distribuído de Software

A Figura 19 foi adaptada do processo do SCRUM (SCHWABER, 2004) para mostrar, de forma mais detalhada, uma iteração do framework RADS e o momento de comunicação entre a equipe global e a equipe colocalizada. Podemos observar através da figura que no início do processo (representado pelo número 1) temos a Reunião de planejamento da sprint onde serão executados os passos de identificação de stakeholders e identificação de riscos, juntamente com a análise dos riscos identificados e elaboração de um plano com as estratégias de mitigação desses riscos por parte das equipes colocalizadas. Este passo estará sendo realizado por todas as equipes colocalizadas em paralelo e de forma independente das outras equipes. O resultado da Reunião de Planejamento da sprint será enviado à equipe de gestão global de riscos para consolidação dos vários riscos identificados por cada uma das equipes colocalizadas (representado pelo número 2). Esse passo é importante como forma de sincronização das ações globais do projeto
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Estruturação de um protocolo de comunicação para ambientes de desenvolvimento distribuído de software

Estruturação de um protocolo de comunicação para ambientes de desenvolvimento distribuído de software

sobrepondo, de forma positiva, às características dos sistemas convencionais de comunicação. Este fato pode ser exemplificado por meio da possibilidade da geração, armazenamento e gestão, em tempo real, do material derivado da comunicação. Em um cenário como o DDS, no qual reuniões presenciais se tornam menos frequentes, devido a seus custos de forma geral (PERRY et al., 2002), há um aumento expressivo da necessidade de tecnologias que facilitem a comunicação entre os stakeholders e, por conseguinte, aumentem o nível de coordenação dos projetos (JIMÉNEZ; PIATTINI; VIZCAÍNO, 2009). Junior et al. (2012) afirma que esta comunicação pode ser utilizada para restabelecer a harmonia e a confiança entre os participantes no DDS, também ajuda a resolver questões das diversidades socioculturais, comuns em um ambiente que pode agregar pessoas de toda parte do mundo.
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Plano de comunicação em ambiente de desenvolvimento distribuído de software

Plano de comunicação em ambiente de desenvolvimento distribuído de software

As normas ISO/IEC 14598-1 e 9126-1 foram estudadas para determinar o processo de avaliação de produtos web a serem agrupados no ambiente DDS Project desenvolvido como canal de distribuição de informações. Dessa maneira, o trabalho contribui também na escolha de ferramentas de comunicação para apoiar o plano proposto. Foi possível traçar o plano de avaliação, o modelo de qualidade e especificar os requisitos funcionais e não funcionais relevantes para os produtos avaliados. Com a especificação da avaliação puderam ser analisados cinco tipos de software de comunicação considerados fundamentais para equipes de DDS, dentre eles: sistemas de videoconferência, de gestão de documentos/controle de versão, calendário, correio eletrônico e mensageiro instantâneo. Após aplicar as notas e calcular as médias das notas de acordo com o nível de importância de cada requisito, os produtos BigBlueButton (videoconferência), Horde (correio eletrônico), KnowledgTree (gestão de documentos), Webcalendar (calendário) e Openfire Sparweb (mensageiro instantâneo) puderam ser efetivamente escolhidos.
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MuNDDoS : um modelo de referência para desenvolvimento distribuído de software

MuNDDoS : um modelo de referência para desenvolvimento distribuído de software

Software has become a vital component of almost every business. Success increasingly depends on using software as a competitive advantage. More than a decade ago, seeking lower costs and access to skilled resources, many organizations began to experiment with remotely located software development facilities and with outsourcing. Economic forces are relentlessly turning national markets into global markets and spawning new forms of competition and cooperation that reach across national boundaries. This change is having a profound impact not only on marketing and distribution but also on the way products are conceived, designed, constructed, tested, and delivered to customers. The number of organizations distributing their software development processes worldwide aiming at heightened profit and productivity as well as cost reduction and quality improvements keeps increasing. Software development is increasingly a multi-site, multicultural, globally distributed undertaking. Engineers, managers, and executives face formidable challenges on many levels, from the technical to the social and cultural. More recently, attention has turned toward trying to understand the factors that enable multinationals and virtual corporations to operate successfully across geographic and cultural boundaries. This way, the purpose of this dissertation is to propose a reference model for distributed software development. The research method is case study and the empirical base involves two software development centers from two multinational organizations located in Brazil. The research contributions are the reference model and a model to classify the levels of dispersion in distributed projects. Moreover, empirical data is presented, systemizing part of the theory in this recent area.
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Comunicação em Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Software: Uma Revisão Sistemática da Literatura

Comunicação em Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Software: Uma Revisão Sistemática da Literatura

E196 Improving Project Communication with Virtual Team Boards Liskin, Olga ; Schneider, Kurt 2012 CE2 E198 In-Group (Us) versus Out-Group (Them) Dynamics and Effectiveness in Partially Distributed Teams Privman, Robin ; Hiltz, Starr Roxanne ; Wang, Yiran 2013 CE2 E199 Instant Messenger in Offshore Outsourced Software Development Projects: Experiences from a Case Study Wende, Erik ; Philip, Tom 2011 CE4 E200 Integration Starts on Day One in Global Software Development Projects Gotel, Olly ; Kulkarni, Vidya ; Scharff, Christelle ; Neak, Longchrea 2008 CE4 E202 Intelligent Decision Support to Assist Real-time Collaboration Phillips-wren, Gloria 2008 CE2 E204 Intercultural Communication Training in IT Outsourcing Companies in India: A Case Study Raju, Ritu 2012 CE2 E205 Interorganizational Workflow Execution Based on Process Agents and ECA Rules Lin, Donghui ; Sheng, Huanye ; Ishida, Toru 2007 CE2 E206 Interpersonal trust in cross-functional, geographically distributed work: A longitudinal study Zolin, Roxanne ; Hinds, Pamela J ; Fruchter, Renate ; Levitt, Raymond E 2004 CE2 E207 In-Time Role-Specific Notification as Formal Means to Balance Agile Practices in Global Software Development Settings Wahyudin, Dindin ; Heindl, Matthias ; Eckhard, Benedikt ; Schatten,
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Um modelo de referência para emulação de proximidade física no desenvolvimento distribuído de software

Um modelo de referência para emulação de proximidade física no desenvolvimento distribuído de software

Os avanços tecnológicos verificados nos últimos anos permitiram às organizações que realizam o desenvolvimento de software de forma distribuída desenvolver maneiras de emular a proximidade física em tempo real entre os times dispersos geograficamente. O objetivo é oferecer a percepção de que estes se encontram em um mesmo ambiente de trabalho, se comunicando, colaborando e sendo coordenados de uma forma semelhante à realizada com equipes locais. A adoção de ferramentas, métodos e tecnologias com este propósito visa minimizar os desafios impostos pelas diferenças geográficas, temporais e culturais entre os times, como por exemplo, a coordenação de pessoas e projetos, colaboração para a realização de um trabalho em equipe, comunicação entre os envolvidos, gerência de riscos e a gestão do conhecimento, entre outros. Neste sentido, esta dissertação de mestrado tem como objetivo compreender de que forma a emulação de proximidade física está sendo utilizada por equipes distribuídas de desenvolvimento de software, incluindo vantagens, desvantagens e desafios. A partir desta avaliação é proposto um modelo de referência para a emulação de proximidade física entre equipes distribuídas que possuem sobreposição (overlap) de horários de trabalho. O principal método de pesquisa utilizado foi o estudo de caso e a base empírica da pesquisa envolveu projetos de desenvolvimento de software que fazem uso da emulação de proximidade física.
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Uma arquitetura extensível para localização de especialistas em cenários de desenvolvimento distribuído de software

Uma arquitetura extensível para localização de especialistas em cenários de desenvolvimento distribuído de software

Os localizadores são objetos que utilizam referências genéricas (Generics) para valer-se de uma mesma implementação para diversos objetos evitando a duplicação de código. O uso de referências genéricas é um dos recursos apresentados pela linguagem Java para ampliar o reúso de código, uma vez que a referência <T> pode ser qualquer objeto existente no contexto do software. Os localizadores constroem sua lista de objetos baseados nas configurações lidas pelos objetos do tipo carregador de configuração (ConfigurationLoader). Os carregadores permitem que as configurações externas sejam entendidas pela aplicação web. Eles também foram construídos para operar com referências genéricas. A figura 10 apresenta a assinatura da interface que define os objetos do tipo ConfigurationLoader.
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Uma Abordagem para Recomendação de Módulos para Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Linhas de Produto de Software

Uma Abordagem para Recomendação de Módulos para Projetos de Desenvolvimento Distribuído de Linhas de Produto de Software

Diversas abordagens têm sido propostas para agrupar componentes de software. Entretanto, tais abordagens apresentam severas limitações para serem aplicadas ao propósito deste trabalho: (i) geralmente lidam com dependência em nível de código de implementação, não sendo adequadas para serem utilizadas para fins de alocação; (ii) não discutem em profundidade como deve ser feita a avaliação da dependência, seja tratando-a como uma atividade subjetiva, que deve ser realizada pelo desenvolvedor segundo seus próprios critérios, seja limitando-a a uma simples contagem, não oferecendo condições de fazer uma avaliação comparativa adequada entre os relacionamentos de dependência examinados; (iii) a maioria das abordagens não lida com LPS, cujos aspectos de opcionalidade e variabilidade requerem tratamento diferenciado; (iv) utilizam estratégias de agrupamento ineficientes, cujas deficiências já são bem conhecidas na literatura (e discutidas no Capítulo 3); e por fim, (v) as abordagens não tratam da dependência entre os módulos definidos a partir do agrupamento dos componentes, informação esta necessária para a alocação de equipes aos módulos.
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Desenvolvimento e aplicação de um software cristalográfico com protocolo de acesso a um banco de dados distribuído

Desenvolvimento e aplicação de um software cristalográfico com protocolo de acesso a um banco de dados distribuído

No outro lado do processo, o cliente, é controlado pelo algoritmo da Figura 43. Para mostrar a evolução no desenvolvimento com relação às versões anteriores estes algoritmos são apresentados na Figura 40. O processo é o inverso do que ocorre no servidor. Os eventos EV1 à EV7 são enviados seguindo a mesma lógica. A rotina não envia os arquivos recebidos ao banco de dados. Eles são gravados em uma pasta temporária e testados depois que a conexão é encerrada. Isso foi necessário por que os testes são feitos utilizando os dicionários DIC. Estes dicionários possuem milhares de campos que estão interligados, o que torna o processo de teste lento. Assim, os testes foram separados do processo de envio e recebimento de arquivos CIF.
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Máquinas de tradução aplicada à comunicação em tempo real para desenvolvimento distribuído de software

Máquinas de tradução aplicada à comunicação em tempo real para desenvolvimento distribuído de software

The globalization allows companies to seek partnership for global project development in other countries. The domain of spoken English is considered one of the main reasons for the success of countries such as Ireland and India in global software development. However, A.T Kearney consultancy estimates that Brazil has only 5,4% of population fluent in English, and this is an important challenge that makes difficult the growth of geographically distributed software development in the country. In order to reduce the barriers posed by language differences, studies have been conducted to assess how machine translation can be used in the context of global software development in order to minimize or overcome such barriers. The goal of this research was in this context and aimed to study how speech translation can be used in global software development projects. In this research we first executed studies related to speech recognition and machine translation areas and identified available technologies for translation and speech recognition. After having identified these technologies, a simulation study was planned and executed in order to evaluate one of the identified technologies. The purpose of this study was to understand the feasibility of the available technology for speech recognition and translation for Brazilian Portuguese. The findings of the simulation indicate that Google technologies for speech recognition and translation for Brazilian Portuguese have adequate accuracy and could be used to create a complete machine translation in this language.
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Um framework de continuous awareness para a melhoria da produtividade em ambientes de desenvolvimento distribuído de software

Um framework de continuous awareness para a melhoria da produtividade em ambientes de desenvolvimento distribuído de software

DAMATO, Marco A P. UM FRAMEWORK DE CONTINUOUS AWARENESS PARA A MELHORIA DA PRODUTIVIDADE EM AMBIENTES DE DESENVOLVIMENTO DISTRIBU´IDO DE SOFTWARE. 103 f. Dissertac¸˜ao de Mestrado – Programa de P´os-graduac¸˜ao em Inform´atica, Universidade Tecnol´ogica Federal do Paran´a. Corn´elio Proc´opio, 2020. O desenvolvimento distribu´ıdo de software (DDS) ´e uma pr´atica cada vez mais adotadas pelas empresas ao redor do mundo. A importˆancia do DDS foi acelerado devido a fatores como a melhoria do time-to-market por meio do desenvolvimento constante em diferentes fusos hor´arios, a r´apida formac¸˜ao de equipes virtuais e os benef´ıcios das vantagens do mercado corporativo. Por´em, junto com o benef´ıcios, vem os problemas e desafios, e eles n˜ao s˜ao poucos. Os problemas tendem a aumentar caso n˜ao se tenha um processo de desenvolvimento bem definido junto com uma gest˜ao eficiente. S˜ao diversas as categorias que devem estar em um alto n´ıvel de maturidade, sendo algumas de muita importˆancia, como o awareness (conscientizac¸˜ao coletiva) e a comunicac¸˜ao, visto que as equipes estar˜ao geograficamente separadas, ou seja, em locais f´ısicos diferentes. Estes problemas levam a um problema maior que afeta diretamente a produtividade. Para que as equipes que atuam em desenvolvimento distribu´ıdo sejam produtivas, ´e importante que elas se identifiquem e sejam facilmente percebidas. O objetivo deste trabalho ´e buscar a eficiˆencia na operac¸˜ao, maximizando a produtividade, atrav´es de uma proposta de um framework de continuous awareness que visa a melhoria da produtividade neste tipo de ambiente, que s˜ao imprescind´ıveis para o sucesso das atividades e projetos. A pesquisa foi aplicada em uma empresa real, sendo que o m´etodo adotado foi a pesquisa-ac¸˜ao. Nesta empresa haviam diversos problemas que culminavam na baixa produtividade dos seus colaboradores, e com isso, ao aplicar o m´etodo de pesquisa que envolveu algumas intervenc¸˜oes, a melhora da produtividade foi alcanc¸ada atrav´es do framework de continuous awareness que envolve trˆes elementos fundamentais, ou seja, estrutura organizacional, processos e ferramentas e m´etricas, sendo esta a principal contribuic¸˜ao desta pesquisa.
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Proposta de estrutura analítica de riscos para  projetos de desenvolvimento distribuído de software

Proposta de estrutura analítica de riscos para projetos de desenvolvimento distribuído de software

Increasingly, software projects are becoming distributed geographically, generating limited face to face interaction among its participants. These projects face particular challenges which require careful attention when managing them. Identifying risks and its factors means understanding the origins of each uncertainty. This way, it is important try to answer why uncertainties exist in the environment and what are the conditions which potentialize the completion of the event under study. This dissertation aims proposing a Risk Breakdown Structure (RBS) which catalogs the factors risks identified in Risk Management for Distributed Software Development (DSD) projects in order to allow understanding the distribution of risks in the project and support their management. In order to achieve this goal, a Systematic Mapping of published studies of Risk Factors in DSD was performed. By means of this mapping, a total of 390 studies were obtained. However, only twenty-three (23) primary studies were identified as relevant and classified according to the research question. The main contribution of this work is allowing a better understanding of the risk factors arisen from this specific type of project aiming generating information that can support companies in their structures and processes when dealing with this sort of project.
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Publicações do PESC VIEWS: Combinando Visões de Software no Desenvolvimento Distribuído

Publicações do PESC VIEWS: Combinando Visões de Software no Desenvolvimento Distribuído

O primeiro ambiente a ser descrito é o Computador do Desenvolvedor. Neste ambiente, é onde ocorrem todas as atividades de desenvolvimento por parte de uma equipe de software. Obviamente, a cada membro da equipe é atribuído um único Computador do Desenvolvedor. Este é o principal ambiente que deverá ser monitorado, a fim de obter as diversas informações referentes ao processo de desenvolvimento. No contexto deste trabalho, estas atividades de desenvolvimento ocorrem na plataforma Eclipse. Portanto, este deverá é o primeiro componente a ser instalado no Computador do Desenvolvedor. Posteriormente, já dentro do próprio Eclipse, alguns ajustes ainda deverão ser realizados para o pleno funcionamento do restante da abordagem. Estes ajustes referem-se a instalação do plug-in Subversive (Polarion, 2011). Este plug-in é responsável por toda interação com o sistema de controle de versão Subversion. Repare que esta é uma típica configuração do ambiente Eclipse para projetos de desenvolvimento de software nesta plataforma, desta forma, não representando apenas uma peculiaridade da abordagem VIEWS. Além disto, para que a infra-estrutura consiga receber dados sobre o desenvolvimento, pelo menos o componente Agente Coletor também deverá estar instalado na plataforma Eclipse. Maiores detalhes sobre este componente e sua interação com o Eclipse serão descritos posteriormente neste capítulo.
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Uma proposta de boas práticas do processo de  comunicação para projetos de desenvolvimento  distribuído de software

Uma proposta de boas práticas do processo de comunicação para projetos de desenvolvimento distribuído de software

O desenvolvimento de software sempre se apresentou de forma complexa. Existem v´arios problemas e desafios inerentes ao processo [38]. Assim como o processo de desen- volvimento de software tem se tornado cada mais complexo, a distribui¸c˜ao de processos, a distribui¸c˜ao das equipes no tempo e no espa¸co tem tornado o DDS cada vez mais co- muns. Projetos centralizados permitem uma gest˜ao atrav´es de observa¸c˜ao, tendo algumas desvantagens como por exemplo: a comunica¸c˜ao informal. Entretanto, por outro lado, a distribui¸c˜ao das equipes possui suas vantagens. Dentre elas, podemos citar a existˆencia de grupos propensos `a inova¸c˜ao e um maior formalismo em todas as tarefas e a¸c˜oes [40]. O DDS, ao acrescentar fatores como distˆancia f´ısica, fuso hor´ario e diferen¸cas cul- turais, herdou alguns dos desafios existentes e acrescentou novos desafios ao processo de desenvolvimento. Entre estes desafios podemos citar quest˜oes estrat´egicas, quest˜oes culturais, gest˜ao do conhecimento e gerˆencia de riscos. Por isso, o trabalho em ambi- entes DDS ´e mais complexo do que em ambientes centralizados. O valor da intera¸c˜ao social n˜ao deve ser tratado como irrelevante. A constru¸c˜ao de confian¸ca entre as equipes distribu´ıdas deve ser fomentada e facilitada [6], [32]. Por isso, o trabalho na preven¸c˜ao de dificuldades e problemas decorrentes tanto dos fatores t´ecnicos como dos n˜ao-t´ecnicos devem ser sempre valorizado.
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