Top PDF Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

O referido trabalho tem por finalidade apresentar algumas reflexões, acerca da Gestão democrática em uma escola pública na cidade de Bananeiras-PB. Visando colher dados, reflexões relevantes, no que tange ao modo de gerir da escola investigada. Inicialmente, tivemos como ponto de partida, a pesquisa bibliográfica e consequentemente a coleta de dados, com os gestores da então escola, com o objetivo de avaliar as práticas de gestão adotadas no cotidiano escolar. Nesse sentido, procuramos verificar se as práticas de gerir, vivenciadas pelos gestores estão de acordo com o que sugere a gestão democrática e mais ainda, quais suas concepções sobre gestão. Esses dados, resultaram de um questionário aplicado aos mesmos que respondem pela referida escola. Para fomentar esse estudo, acerca da gestão, a pesquisa foi fundamentada em autores como, Luck, (2005), Libâneo (2005), PARO (2007 ), Wittann (1995 ), entre outros estes, trazem elementos fundamentais, que remetem ao novo modelo educacional de conduzir uma instituição escolar na atualidade e essa forma de gerir responde como gestão democrática.
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ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

Qualquer membro da escola, assim como um familiar, pode desencadear o processo. Bas- ta, para isso, que uma questão levantada por um incidente na escola (uma festa, uma briga, a pro- posta de uma atividade), ou trazida por um fami- liar (um questionamento sobre a avaliação, por exemplo), ou resultante de algo que ocorreu nas redondezas do prédio seja posta em discussão. Não de forma rápida e superficial, como quando se parte imediatamente para respostas prontas ou para a atribuição de culpas e punições. Mas promovendo a reflexão para além do fato em si, buscando, sem preconceitos, suas possíveis causas e explicações, de modo que as decisões a respeito sejam bem fundamentadas. Na verdade, não faltam motivos para que a escola desenvol- va processos de gestão democrática coletiva, a começar por um dos mais importantes, que é a elaboração, implementação, crítica e reelabora- ção sistemática do Projeto Político-Pedagógico (PPP), questão que será abordada mais para frente.
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O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

Esta dissertação analisa o enfoque conferido pelo TV Escola, canal educativo do MEC ao tema da gestão democrática nas escolas públicas, por meio da análise do conteúdo e do discurso do programa “Fazendo Escola”, série de vídeos exibida em 2003. Esse documentário pretende mostrar ao telespectador uma amostra de casos bem-sucedidos de gestão democrática em escolas públicas de ensino médio. Do ponto de vista teórico-conceitual, a pesquisa procura revelar o significado e o alcance do documentário no contexto das relações entre mídia, democracia e educação. Nesse sentido, o estudo focaliza os modelos de democracia, a evolução da mídia educativa e a especificidade da organização escolar. Do ponto de vista histórico-conjuntural, a pesquisa procura revelar o significado e o alcance do documentário no contexto da redemocratização política do país. Nesse sentido, o estudo focaliza a herança patrimonialista da organização política nacional, os precedentes de modernização autoritária (de cima para baixo) e as experiências mais recentes visando romper com a “democracia formal”. A pergunta básica endereçada ao documentário pode ser assim resumida: “Em que medida e de que maneira a pluralidade de discursos em favor da gestão democrática da escola pública presentes no documentário indica o advento de uma cultura cívica verdadeiramente democrática?” A análise realizada sugere que o surpreendente consenso observado entre os interlocutores do documentário (especialistas, alunos, professores, pais e gestores) contém muito de jargão ideológico vazio, embora os telespectadores nem sempre se apercebam disso, em função dos emaranhados técnicos e políticos presentes na linguagem do próprio documentário.
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Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

No Brasil, o princípio da gestão democrática é assegurado na legislação, nas esferas federais, estaduais e municipais, como por exemplo na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, além dos planos educacionais. Tal princípio passa a ser replicado e ratificado na legislação federal de estados e municípios brasileiros. Durante cerca de três décadas, o princípio da gestão democrática vem sendo replicado em leis, diretrizes e documentos da educação brasileira. Neste contexto, a pergunta norteadora desta investigação é: A legislação e documentos educacionais brasileiros garantem a difusão do princípio da gestão democrática na escola? Esta questão problema encaminhou este estudo para seus objetivos. O objetivo principal busca: analisar a difusão do princípio da gestão democrática em escolas públicas municipais de Feira de Santana. E, através de três objetivos específicos, procura: discutir os mecanismos e/ou instrumentos de difusão, fomento e acompanhamento da gestão democrática nas escolas públicas municipais de Feira de Santana; analisar o alinhamento e desdobramentos da temática gestão democrática nessas escolas públicas municipais, a partir da legislação e documentos oficiais da educação; bem como compreender os sentidos atribuídos à gestão democrática pelos diversos segmentos envolvidos no processo educacional das escolas públicas municipais de Feira de Santana. Este estudo fundamenta-se nos temas: Gestão Democrática e Participação, Difusão, Memética, além da legislação educacional e diretrizes nacionais brasileiras. Para alcançar os objetivos propostos, optou-se por uma metodologia que privilegiasse ouvir os sujeitos e explorar documentos e leis. Seguindo esta dinâmica, foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa, por entender que esta pode contribuir para uma maior aproximação entre o pesquisador, os sujeitos e o objeto de investigação, seu contexto e sua complexidade. Os resultados alcançados revelaram que, o princípio da gestão democrática é bem difundido entre documentos e legislação educacional dos sistemas, porém há lacunas e dissipação das informações nos documentos no âmbito das escolas. No que se refere à difusão entre documento - pessoas e pessoas- pessoas, a dissipação é mais acentuadas. Segmentos como alunos e funcionários desconhecem a legislação educacional e são, também, os que menos participam da tomada de decisões na escola.
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Gestão democrática na escola: em busca da participação e da liderança

Gestão democrática na escola: em busca da participação e da liderança

A pesquisa, ora desenvolvida, mobilizou um referencial teórico composto de es- pecialistas e pesquisadores da área da gestão educacional, mas, em nossa experi- ência, nas escolas públicas, em cidades do interior do Sul de Minas Gerais, alguns questionamentos são aguçados ao colocar frente a frente o ideal de um gestor e o real da escola. Principalmente no caso das redes de ensino municipais, onde ainda predomina a indicação política de gestores. Em muitos casos, por trás dos escudos do poder escondem-se pessoas despreparadas para o cargo de gestão que acabam utilizando a imposição pelo medo. Isso nos leva, ao final deste estudo, muito mais a indagações sobre a gestão da escola do que a respostas. Entretanto, vale destacar a esperança depositada no atual PNE, com relação à gestão democrática, contem- plada na Meta 19 (BRASIL, 2014), uma vez que o PNE 2014-2024 é uma política de Estado.
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Conselho de escola: limites e possibilidades da gestão democrática

Conselho de escola: limites e possibilidades da gestão democrática

nifestar-se sobre o compromisso que seria assumido pela Associação de Pais e Mestres, uma instituição auxiliar criada com o objetivo de “colaborar no aprimoramento do processo educa- cional, na assistência ao escolar e na integração família – escola – comunidade” (Decreto nº. 10.623/ 77). E, ainda, mesmo contando em sua composição com representantes de todos os segmentos da unidade escolar, além de pais e alunos, foi alijado do processo de recrutamento e seleção do pessoal a ser contratado. Acreditamos que a participação do Conselho de Escola teria sido valiosa para a seleção de recursos humanos com perfil que assegurasse uma atuação compatível com os fins a que a escola se destina, as diretrizes e metas a que se propõe. A esse colegiado coube apenas, juntamente com o dirigente da unidade escolar, avaliar, anualmente, a atuação do servidor contratado, para fins de manutenção, ou não, do contrato de trabalho e referendar a proposta de substituição apresentada pelo dirigente da unidade escolar à Prefeitu- ra Municipal ou à Associação de Pais e Mestres, quando o servidor contratado não correspon- desse às suas funções (Resolução. SE nº. 265/ 87, artigo 4º, §§ 1º e 2º). Assim, nos parece inexplicável a sua exclusão do processo de seleção dos candidatos à admissão, para o qual deveriam ser coletiva e previamente fixados os critérios e um perfil adequado. Desta forma, entendemos que devido à falta de articulação entre escola e Conselho de Escola reconhecia-se a ausência de compartilhamento na tomada de decisões, de suma importância para o estabele- cimento da gestão democrática da escola pública.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

O gestor é o dirigente de suma importância, responsável pela escola, e tem a visão de um todo, articulando, assim, a unificação de vários setores existentes no processo educacional, tais como: administrativo, pedagógico, secretaria, serviços gerais e principalmente o relacionamento com a comunidade educativa. Diante disso um dos pontos mais importantes para a ocorrência da Gestão Democrática na Escola é o gestor, pois cabe a ele ser carismático, aberto a novas ideias e com iniciativa, que são características de um líder em potencial, o que nos leva a entender que o gestor ideal é aquele que possui um perfil de líder. Na sociedade contemporânea, esse modelo de gestão democrática nos faz refletir como essa gestão contribui no aspecto administrativo. Assim, o novo paradigma da administração escolar traz a ideia e a indicação de gestão compartilhada pela comunidade educativa.
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Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Portanto, é necessário que seja mostrado o que se tem de melhor na educação do Amapá, a fim de que a tão falada gestão democrática na escola pública seja visível em todos os cantos do Brasil, mas de forma relevante, nesta parte norte do país. Deve-se lembrar que pelo Estado do Amapá ser um pequeno espaço dentre os demais estados da federação brasileira, também possui uma educação que visa qualidade e destaque perante grandes centros urbanos quem sabe, fora do Brasil.

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GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA E GESTÃO DO ENSINO: A CONTRIBUIÇÃO DOCENTE À CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA.

GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA E GESTÃO DO ENSINO: A CONTRIBUIÇÃO DOCENTE À CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA.

A tendência crescente, sobretudo a partir da década de oitenta, de se falar em escola democrática, lançou para a comunidade social, escolar e acadêmica o de- safio de se pensar em projetos educativos alternativos, contrários à centralização de poder, geralmente, promovida pelas políticas públicas de cunho neoliberal capitalis- ta, através do controle dos recursos para a educação, da fiscalização das propostas pedagógicas das escolas e do trabalho docente, e também pelo boicote material das condições de trabalho dos/as profissionais da educação. Nessa perspectiva, buscar a autonomia da escola por meio da partilha de ideias, com oportunidade de deli- beração; através da construção de um Projeto Político Pedagógico autêntico, com personalidade própria; e também por meio de grupos colegiados, constituídos por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar, são caminhos pensa- dos e trilhados atualmente pelas escolas que perseguem a gestão democrática.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Nesse sentido busca-se compreender o papel desta proposta e de que forma atingem os sujeitos a quem se destina como se devem proceder mediante as exigências necessárias para que haja mudanças na esfera educacional, percebendo gestão democrática como participação coletiva da comunidade escolar frente dos “desafios e limitações de uma sociedade capitalista que por vezes camufla os interesses sociais”. (CONCEIÇÃO MARCOS VINÍCIUS et al 2006). Neste contexto, mediante as necessidades deste modelo de sociedade, e conhecendo as dificuldades, a escola deve buscar mecanismos e condições que favoreçam a realização dos objetivos pretendidos para que as transformações aconteçam. E conforme as diretrizes, seguir estes passos estabelecidos são o caminhos das possibilidades.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

A gestão democrática é aqui compreendida, então, como um processo político no qual as pessoas que atuam na/sobre a escola identificam problemas, discutem, deliberam e planejam, encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola na busca da solução daqueles problemas. Esse processo, sustentado no diálogo, na alteridade e no reconhecimento às especificidades técnicas das diversas funções presentes na escola, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito às normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões e a garantia de amplo acesso às informações aos sujeitos da escola. Isso quer dizer que a gestão da escola públicapode ser entendida pretensamente como um processo democrático, no qual a democracia é compreendida como princípio, posto que se tem em contaque essa é a escola financiada por todos e para atender ao interesse que é de todos; e também como método, como um processo democratizante, uma vez que a democracia é também uma ação educativa, no sentido da conformação de práticas coletivas na educação política dos sujeitos. É certo que essas ideias não expressam a realidade da gestão das escolas públicas, mas, se tomamos o conceito como hipótese ou como matriz a ser cotejada com a realidade, sua amplitude democrática pode nos ser bastante útil na observação do fenômeno.
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Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Esses princípios estão em consonância com Constituição Federal de 1988 no seu art. 206, a qual determina que o ensino seja ministrado com base nos princípios: I- igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II-liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; III- pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; IV-gratuidade do ensino público; V- valorização dos profissionais de ensino, garantindo na forma da lei, plano de carreira para o magistério público, com o piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos; VI- gestão democrática do ensino público, na forma da lei; VII- garantia de padrão de qualidade.
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O PDE-Escola na versão PDDE Interativo: aproximações e/ou distanciamentos da gestão democrática da escola

O PDE-Escola na versão PDDE Interativo: aproximações e/ou distanciamentos da gestão democrática da escola

O presente estudo tem como objetivo analisar a implantação do PDE-Escola na versão PDDE Interativo e as aproximações e/ou distanciamentos de suas ações na construção de espaços e instrumentos de gestão democrática da educação na esfera municipal. Em relação aos procedimentos metodológicos, utilizou-se a pesquisa bibliográfica, com fins de levantamento do referencial teórico que embasou/embasará as análises dos dados levantados. Utilizou-se também a pesquisa documental com a finalidade de analisar os documentos oficiais do MEC, com vistas a obter informações sobre a implementação do programa PDE-Escola e as versões PDE Interativo e PDDE Interativo. Optou-se ainda, em utilizar a técnica das entrevistas semiestruturadas, destinadas aos profissionais das escolas envolvidas com o PDE-Escola na versão PDDE Interativo. As análises das entrevistas foram realizadas a partir de três categorias: Fundamentos políticos do PDDE Interativo; Processo de implementação do PDE- Escola na versão PDDE Interativo e desdobramentos no planejamento das ações da gestão escolar; PDDE Interativo e gestão democrática. Os resultados, a partir da primeira categoria, evidenciaram que, embora os participantes demonstraram não conhecer os fundamentos políticos do PDE-Escola na versão PDDE Interativo, em suas concepções essa ferramenta de gestão tem se apresentado como um mecanismo vinculado no primeiro momento aos resultados do IDEB e atualmente vinculado aos recursos financeiros, a partir das ações agregadas de programas do PDDE que passaram a fazer parte do sistema. Assim, evidencia-se que o PDE/PDDE Interativo vem sendo visto mais como um mecanismo para que as escolas possam ter acesso a recursos financeiros, por meio dos programas /ações agregadas. Na segunda categoria, os resultados mostraram que o PDE/PDDE Interativo apresentou-se como uma metodologia de gestão que enxerga
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Conselho de escola: espaço de limites e possibilidades na construção da gestão democrática

Conselho de escola: espaço de limites e possibilidades na construção da gestão democrática

O Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (2003), destaca em sua carta de princípios que a educação deve ser valorizada como direito de todos e dever do Estado, devendo a gestão democrática garantir a participação e o controle social. Para o Fórum as intenções da reformas iniciadas em 1995 pela Secretaria do Estado da Educação de São Paulo têm sua inspiração neste processo de reforma do Estado. Antecipando a LDB e o FUNDEF, foram implementadas medidas visando à garantia do processo de municipalização do ensino fundamental, entre elas, redução do ensino nas escolas, algumas devendo atender apenas quatro séries iniciais; divisão do Ensino fundamental em ciclo I e ciclo II; progressão continuada e flexibilização e enxugamento dos currículos do ensino fundamental e Médio. Na prática, em nome da racionalização técnica e financeira, assistiu-se a uma desoneração de uma significativa parcela da educação básica por parte do Estado. Segundo o Fórum, ao aproveitar a conjuntura favorável: LDB E FUNDEF, a Secretaria do Estado da Educação (1997) procedeu a um enxugamento em sua rede e fechou escolas e classes, sobretudo no noturno, provocando o desemprego de cerca de 30.000 trabalhadores da educação. Os órgãos centrais estabeleceram políticas de "descentralização", e criaram a reconcentração de poder em outra esfera, a municipal, este processo não transferiu poder de decisão para a escola que ficou alijada de todo o processo.
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POLÍTICAS EDUCACIONAIS, PARTICIPAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA NA CONTEMPORANEIDADE BRASILEIRA.

POLÍTICAS EDUCACIONAIS, PARTICIPAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA NA CONTEMPORANEIDADE BRASILEIRA.

O caminho para a emancipação do Estado, das políticas educacionais na proposição e materialização de uma escola e oportunidades educacionais, inclusive na universidade, centra-se no rompimento com a lógica capitalista e na universali- zação da educação e trabalho como atividade humana auto-realizadora. Nesse en- caminhamento concluímos com Mészáros (2005, p.27) que limitar “[...] uma mu- dança educacional radical às margens corretivas interesseiras do capital significa abandonar de uma só vez, conscientemente ou não, o objetivo de uma transfor- mação social qualitativa”. De forma correlata, a gestão democrática não é nada da- quilo que pressupõe uma idealização progressiva de autonomia e poder decisório à luz que induz o sociometabolismo do capital. O que temos concretamente não tem sido uma prática emancipatória, mas uma centralização de decisões substan- tivas, enquanto o supérfluo fica para ser decididopelo que aprendemos a chamar de comunidade escolar.
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A gestão democrática da escola pública sob a égide do capitalismo neoliberal

A gestão democrática da escola pública sob a égide do capitalismo neoliberal

Dentre os aspectos importantes que dizem respeito à democratização, sem dúvida, a gestão democrática e a autonomia da educação merecem ser discutidos tendo em vista as questões elencadas acima. Cabe salientar, entretanto, que para a democracia existir de fato, seria necessária toda uma transformação não apenas da sociedade, mas a modificação da estrutura vigente, pois com a estratificação social a democracia não tem como existir. Assim, se parece evidente que a gestão democrática por si só não garante o pleno funcionamento da escola nem da sociedade, ela se apresenta como uma possibilidade de democratização da escola, pelo menos nos ambientes em que se desenvolve a prática educativa escolar.
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Gestão democrática da escola: da idealização teórica à luz da realidade refletida

Gestão democrática da escola: da idealização teórica à luz da realidade refletida

Com base nos dados das entrevistas buscamos entender até que ponto os membros conselheiros conhecem a visão gestacional da SEMED, bem como se identificam as ações em prol da gestão democrática. Na opinião dos entrevistados, o citado órgão não deixa clara qual a sua visão de Gestão Escolar. No universo de 11 entrevistados que compõe o Conselho Escolar da Escola Municipal Coeli Ribas o correspondente a33% (trinta e três por cento) dos pesquisados participaram de ações da secretaria que abordaram o tema da Gestão, inclusive sendo uma delas desenvolvida na própria escola; porém, aparentemente, o objetivo da proposta não ficou muito claro, uma vez que 77% (setenta e sete por cento) do grupo demonstrou desconhecimento em relação aos princípios da gestão desejados pelo órgão municipal. Quanto às propostas de ações desenvolvidas pela Secretaria de Educação, foi apontada a questão do excesso de projetos e programas a serem desenvolvidos, dificultando o melhor desempenho na efetivação dos mesmos por parte da escola, em função do tempo para exequibilidade, bem como dificuldade em gerar co-responsabilidade diante dos resultados. Destacam como um problema a ser superado, a rotatividade de professores na escola em função da localidade, pois a mesma encontra-se em um bairro periférico cuja realidade é marcada por questões sociais e violência. Essa visão é identificada por meio do relato de uma das entrevistadas que revela:
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GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM OLHAR SOBRE A GESTÃO ESCOLAR DE UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS – PE

GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM OLHAR SOBRE A GESTÃO ESCOLAR DE UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE GARANHUNS – PE

Resumo: Este artigo é resultado de uma pesquisa realizada no âmbito da disciplina de Estágio Curricular III em gestão escolar, do curso de licenciatura em Pedagogia da UAG/UFRPE. O objetivo da pesquisa é analisar a gestão de uma escola do município de Garanhuns-PE considerando a infraestrutura, o projeto político pedagógico, a gestão escolar democrática e a proposta curricular. Para alcançar esse objetivo, definimos os seguintes objetivos específicos: 1) identificar problemas e apontar soluções em relação à infraestrutura da escola; 2) conhecer o projeto político pedagógico da escola, apontando problemas e soluções; 3) analisar a prática da direção e da coordenação pedagógica; 4) conhecer o que as professoras pensam sobre o currículo da escola. A pesquisa é de natureza qualitativa e contou com os seguintes procedimentos metodológicos: observação, entrevista e análise documental. O campo da pesquisa é uma escola da rede de ensino de Garanhuns – PE. Para a obtenção dos dados tivemos os seguintes sujeitos da pesquisa: a direção da escola, a coordenação pedagógica e uma professora. Os resultados obtidos apontam para a importância de uma gestão democrática nas escolas, bem como para a valorização da participação da comunidade nos processos educacionais. Assim, a forma de organização do estágio curricular III, com foco na Gestão Escolar, fortaleceu a nossa formação inicial como professores/pesquisadores, proporcionando a compreensão da organização e gestão de uma escola a partir da relação entre a teoria estudada na universidade e a prática de uma escola de educação infantil do município de Garanhuns - PE.
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