Top PDF A gestão dos resíduos sólidos no município de Alagoa Nova – PB

A gestão dos resíduos sólidos no município de Alagoa Nova – PB

A gestão dos resíduos sólidos no município de Alagoa Nova – PB

Estamos vivenciando uma crise ambiental, e um dos problemas que se destaca é a falta de gestão de resíduos sólidos, decorrente principalmente da ausência de preocupação com a problemática ambiental. Então, para diminuir os problemas relacionados à disposição inadequada dos resíduos sólidos, a solução mais indicada é a gestão integrada de resíduos sólidos que propõe como alternativa a coleta seletiva e a compostagem aliados ao processo de Educação Ambiental. O município de Alagoa Nova foi pioneiro na elaboração do projeto voltado à Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. Logo, o presente trabalho tem como objetivo principal avaliar a gestão de Resíduos Sólidos no município de Alagoa Nova-PB, observando desde a coleta, a forma de acondicionamento até sua destinação final . O trabalho aconteceu de Dezembro de 2012 à Agosto de 2013 tendo por base a pesquisa participante. No primeiro momento foram colhidos os dados secundários a partir de relatórios que exibem a situação dos Resíduos sólidos no município. No segundo momento, foram coletados os dados primários através de entrevistas semiestruturada aplicadas aos representantes de diferentes segmentos sociais locais. No terceiro momento foram realizadas visitas ao aterro sanitário da cidade, bem como a outros locais onde são depositados os resíduos . As variáveis averiguadas, tanto nos relatórios, quanto através das entrevistas semi- estruturada foram: quantidade de resíduos produzida; leis municipais e projetos em execução ou em elaboração voltados para os resíduos sólidos, dentre outros. Percebeu- se através dos resultados que a opinião dos diferentes atores sociais quanto à gestão de resíduos sólidos do município, contradizia com os dados que estavam expostos no relatórios oficiais do município em estudo, como por exemplo, o local
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Gestão Ambiental dos Resíduos Sólidos: análise do financiamento para o setor de resíduos sólidos do município de Macapá/AP

Gestão Ambiental dos Resíduos Sólidos: análise do financiamento para o setor de resíduos sólidos do município de Macapá/AP

Art. 156. (...) § 1o O Plano Municipal de Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos deverá ser compatível com o planejamento e gestão dos programas e projetos de desenvolvimento urbano e ambiental municipais, devendo ser periodicamente revisado e devidamente compatibilizado. § 2o O Plano Municipal de Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos deverá fixar os critérios básicos para o gerenciamento municipal dos resíduos sólidos, contendo, entre outros aspectos: I - sistema municipal de gestão integrada dos resíduos sólidos; II - procedimentos ou instruções a serem adotados nas diversas etapas da remoção dos resíduos sólidos, incluindo: a) formas de remover os resíduos sólidos nas comunidades acessíveis apenas pela rede hidroviária, como Carapanatuba e Bailique; b) formas de acondicionar os resíduos sólidos nas comunidades distritais acessíveis pela rede rodoviária. III - ações preventivas e corretivas a serem praticadas no caso das situações de manuseio incorreto ou acidentes; IV - definição e descrição de medidas direcionadas à minimização da quantidade de resíduos e ao controle da poluição ambiental causada por resíduos, incluindo a coleta seletiva intradoméstica para reciclagem; V - ações voltadas à educação ambiental que estimulem: a) gerador a eliminar desperdícios e a realizar a triagem e a coleta seletiva de resíduos; b) cidadão a adotar práticas ambientalmente saudáveis de consumo; c) gerador e o consumidor a aproveitarem o resíduo gerado; d) sociedade a se responsabilizar pelo consumo de produtos e a disposição adequada de resíduos. VI - ações integradas envolvendo diferentes setores governamentais; VII - ações a serem desenvolvidas em conjunto com o municípios vizinhos, especialmente o Município de Santana; VIII - descentralização dos serviços de coleta do lixo doméstico e de varredura dos logradouros, em parceria com representantes da população local para execução dos serviços, especialmente nas áreas urbanas dos distritos, garantindo a adequada periodicidade na realização dos serviços. Art. 157. O Município deverá buscar articulação com o órgão ou entidade estadual responsável pelo meio ambiente na elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. (MACAPÀ, 2004)
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O processo de gestão pública dos resíduos sólidos urbanos e seus impactos no município de Taperoá-PB

O processo de gestão pública dos resíduos sólidos urbanos e seus impactos no município de Taperoá-PB

A problemática da gestão de resíduos sólidos, no Município de Taperoá-PB, conota-se ao acondicionamento nas portas, coleta convencional, transporte e a disposição final, além do sistema de limpeza urbana (varrição, capinagem, pintura de meio fio, poda de árvores entre outros) já que o município não possui uma coleta seletiva ou usina de triagem para os resíduos sólidos urbanos fazerem parte do processo de reciclagem. A destinação final é realizada no lixão do município, não precedida de uma engenharia que evite seu impacto ambiental, agindo negativamente no meio ambiente, provocando emissão de gás, mau odor, degradação da água do Rio Taperoá e do solo. Sendo que o município possui um aterro sanitário desativo, que deveria funcionar com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos – Lei Nº 12.305/2010. Este trabalho teve como objetivo geral analisar o processo de gestão pública dos resíduos sólidos urbanos e seus impactos no Município de Taperoá-PB, por meio de uma investigação quali-quantitativa. A metodologia empregada foi a quali-quantitativa. Para obter as informações foi elaborado um questionário estruturado (Informações Sobre a Limpeza Pública Urbana, Coleta, Tratamento e o Destino Final do Lixo por Parte da Administração Pública de Taperoá-PB), no qual fizeram parte para responder os questionamentos os Secretários de Infraestrutura e Agropecuária e Meio Ambiente da administração pública de Taperoá, os quais respondem pela pasta do sistema de limpeza urbana. Também foi realizada uma entrevista com os moradores da cidade num universo de 20 pessoas, cuja temática investigativa versou-se sobre as Informações da População Quanto ao Sistema de Limpeza Urbana. A entrevista foi do tipo aleatório, na qual fez parte a população do centro e dos Bairros Terra Nova, São José, Alto Alto da Conceição, Do Alto e Maria Alice. Os resultados e a discussões demonstram com clareza o panorama da coleta, transporte e destinação final dos resíduos sólidos no município são bastante preocupantes, devido à inexistência de uma lei municipal que regulamente, de forma mais efetiva, as normas de gerenciamento, monitoramento e controle dos resíduos sólidos, tanto no âmbito da cidade como no lixão, já que o aterro sanitário encontra-se desativado, que poderia contribuir para mitigar os problemas ocasionados pelo lixo, principalmente, concernente ao Rio Taperoá. Conclui-se que é por meio das políticas públicas eficientes e objetivas com metas traçadas que o Município pode exercer seu papel gestor/regulador/monitorador em relação aos impactos ambientais provocados pelos resíduos sólidos.
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A EDUCAÇAO AMBIENTAL E A GESTÃO INTEGRADA DO TRATAMENTO E DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO MUNICÍPIO DE SEDE NOVA/RS

A EDUCAÇAO AMBIENTAL E A GESTÃO INTEGRADA DO TRATAMENTO E DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO MUNICÍPIO DE SEDE NOVA/RS

Dessa maneira, este projeto foi argumentado e elaborado levando em consideração a necessidade de um trabalho interdisciplinar entre as Secretarias que compõem a Administração Municipal de Sede Nova/RS, município de porte pequeno, situado a Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Com a finalidade de obter-se melhores resultados na Campanha de conscientização/sensibilização e divulgação que está em andamento desde 1999 para a Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos através do Consórcio Intermunicipal de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos – CITRESU (Frizzo, 1999).
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A gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de João Pessoa/PB - à luz das rotas tecnológicas de tratamento

A gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de João Pessoa/PB - à luz das rotas tecnológicas de tratamento

da coleta convencional, isso é uma das justificativas para o pouco investimento no setor. Diante dos resultados, buscou- se fazer proposituras de rotas tecnológicas que pudessem ser, posteriormente, avaliadas e aproveitadas para a otimização dos fluxos dos resíduos e dos custos, além do cumprimento ao estabelecido pelas Política Nacional dos Resíduos Sólidos - PNRS e Política Municipal dos Resíduos Sólidos, de maneira a permitir o equilíbrio e a responsabilidade também por parte da população na gestão dos resíduos. Além disso foram apresentadas rotas que consideraram a possibilidade de incremento de tratamento biológico à massa orgânica, que também pode ser associada a parte inorgânica por meio de um tratamento mecânico-biológico, além de opções com aproveitamento energético dos resíduos e do biogás do aterro sanitário. Após esses estudos com rotas tecnológicas, pode-se concluir que a gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de João Pessoa/PB possuem rotas tecnológicas que permitem o envio de uma mínima quantidade de resíduos para reciclagem, apenas 0,48% dos resíduos gerados. A rota que promove o tratamento físico dos resíduos tem um custo final de R$ 39.135,11 enquanto que a rota sem tratamento tem um custo de R$ 3.149.753,19, o que sugere que o modelo de gestão do município reveja seus processos.
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Gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de Peabiru – PR

Gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de Peabiru – PR

Em Janeiro/2013, o município optou pelo encerramento da antiga área para disposição de resíduos sólidos, havendo dessa forma a necessidade de implantar e executar novas diretrizes com o propósito de se adequar ambientalmente buscando assim uma melhor gestão dos Resíduos sólidos urbanos. Levantou-se que nesse mesmo período o município chegou a elaborar um projeto para construção de um Aterro Sanitário dentro das normas técnicas e legislações ambientais. Porém, em detrimento da falta de recursos financeiros para execução do mesmo, o município acabou adotando uma solução imediata para adequar a gestão dos resíduos sólidos urbanos e assim resolver o passivo ambiental frente às legislações ambientais. Assim, a gestão do município optou pela estratégia que alguns municípios do Estado do Paraná já vinham adotando, a construção e operação das Estações de Transbordo de Resíduos sólidos urbanos.
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ANÁLISE DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) NO MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ/PB

ANÁLISE DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) NO MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ/PB

A princípio será realizada uma leitura dos principais trabalhos, leis e diretrizes de gestão de resíduos sólidos do Brasil, a fim de possibilitar um melhor embasamento e realizar um comparativo entre o que vem sendo aplicado no município e o que a legislação requer. Posteriormente ocorrerá a análise da disposição dos resíduos sólidos nas principais ruas da cidade de Santa Cruz-PB por meio de visitas técnicas e relatórios fotográficos, objetivando a investigação do gerenciamento desses resíduos no município. Será analisado também a disposição final dada aos resíduos gerados nessa cidade.
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Gestão dos resíduos sólidos  na sede do Município de Tauá - Ceará

Gestão dos resíduos sólidos na sede do Município de Tauá - Ceará

A técnica para coleta de dados se configurou através de análise a documentação direta e por meio de questionários padronizados aplicados primeiro para com o governo (secretários e cargos de alto nível), segundo pesquisa e observação com pessoas que são catadoras no aterro sanitário da cidade de Tauá e terceiro entrevista com a população (pessoas comuns) cuja intensão é analisar o processo de Gestão dos Resíduos Sólidos no Município a fim de obter dados que revelassem as concepções e reflexões dos sujeitos da pesquisa acerca do problema.
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A GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE PARNAMIRIM – RN

A GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE PARNAMIRIM – RN

Este estudo apresenta um diagnóstico dos resíduos sólidos do município de Parnamirim - RN, abarcando sua gestão, suas características, suas quantidades e suas formas de destinação e disposição finais. O objetivo, considerando aspectos ambientais, econômicos e sociais, é propor uma reflexão a respeito de possibilidades mais sustentáveis de gestão. A metodologia contou com pesquisa bibliográfica; consulta aos sítios oficiais do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria de Recursos Hídricos do Estado Rio Grande do Norte (SEMARH); e entrevista nos órgãos gestores da Prefeitura de Parnamirim. A elaboração do diagnóstico foi baseada na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Foi verificado que a administração pública municipal encaminha a gestão dos RSU para uma ação tradicional, centrada na coleta convencional, no transporte e na destinação para o aterro sanitário. Essa prática, embora atenda à demanda, não está de acordo com o que preconiza a PNRS, que aponta como princípios a não geração, a redução, a reutilização e a reciclagem como fatores de sustentabilidade na gestão dos resíduos sólidos. Foram observadas, por fim, potencialidades quantitativas em relação aos resíduos domiciliares recicláveis gerados no município. Contudo, na gestão, o poder público municipal não protagoniza ações que oportunizem a implantação de um programa de captação e de comercialização desses materiais, revelando uma baixa sustentabilidade.
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A Gestão dos Resíduos Sólidos no Município de Bauru – SP

A Gestão dos Resíduos Sólidos no Município de Bauru – SP

A destinação dos resíduos sólidos urbanos tem se tornado um tema de grande relevância, com o crescimen- to acelerado das cidades. Bauru, município estrategicamente localizado, necessita soluções apropriadas para esse problema. Este trabalho objetiva retratar a gestão dos resíduos sólidos no município de Bauru, realizando um levantamento de dados sobre os atuais programas de coleta regular ou seletiva, tratamento e disposição final. Para tanto, foi aplicado um questionário, com 85 questões, referentes à gestão de resídu- os do município, como também o agendamento de visitas às instalações de coleta e descarte dos resíduos sólidos. Bauru possui um deficiente programa de coleta seletiva e deposições clandestinas de RCC bastante representativas, além de não tratar os RSS e possuir um aterro para disposição final dos resíduos, com gra- ves deficiências operacionais.
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Gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos domiciliares no município de FortalezaCE.

Gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos domiciliares no município de FortalezaCE.

Algumas formas significativas de agressão ao meio ambiente são a grande geração e a disposição inadequada dos resíduos sólidos, cujos efeitos negativos são percebidos com mais intensidade em longo prazo. A solução desse problema constitui-se em desafio para o poder público e para a sociedade, pois envolvem questões econômicas, sociais, ambientais e sobretudo, a conscientização da população de modo geral. Em face dessa questão, o presente estudo teve como objetivo avaliar o sistema de gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos domiciliares do município de Fortaleza com base nas normas e legislações pertinentes. No levantamento realizado, verificou-se que inexiste um Plano de Gestão e Gerenciamento Integrado desses resíduos, embora isto seja uma exigência da legislação estadual. As responsabilidades sobre esses serviços ficam a cargo de algumas secretarias que em geral, não possuem comunicação entre si, além de não haver controle e acompanhamento sistematizado das ações que são desenvolvidas por uma empresa terceirizada. O município, por meio dos órgãos competentes, necessita acompanhar o conjunto de ações e procedimentos que configuram a realidade local, para assim definir os seus planos de ações e as iniciativas prioritárias, visando corrigir distorções, preservar os recursos naturais e atender as premissas do desenvolvimento local sustentável.
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Análise da gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de Igarapé (MG) : subsídios para a gestão de resíduos sólidos orgânicos.

Análise da gestão dos resíduos sólidos urbanos no município de Igarapé (MG) : subsídios para a gestão de resíduos sólidos orgânicos.

A gestão dos resíduos sólidos urbanos (RSU) representa, hoje, um dos maiores desafios para os municípios brasileiros. Em massa, cerca de 50% dos RSU gerados no País são de resíduos sólidos orgânicos (RSO), advindos, sobretudo dos domicílios e dos serviços de limpeza urbana; entretanto, menos de 1% é conduzido para sistemas de compostagem. A Lei nº 12.305/2010 exibe diretrizes, objetivos e responsabilidades para toda a sociedade, apontando obrigações aos detentores dos serviços de limpeza urbana e de RSU com destaque para a compostagem e articulação com os agentes econômicos e sociais para formas de utilização do composto produzido. No Brasil, a gestão dos RSU considera, em geral, o modelo ―centralizado‖, valendo-se do ―velho paradigma‖ de coletar e aterrar resíduos, desprezando o potencial de valorização dos RSO. Em Igarapé, o panorama não é diferente de grande parte dos municípios do País, sendo os RSO um de seus maiores desafios. Neste sentido, o estudo teve por objetivo analisar a gestão dos RSU em Igarapé, com ênfase nos RSO, exibindo subsídios para sua gestão. Para alcançar tais desígnios, foram realizadas três linhas de desenvolvimento, executadas simultaneamente: 1) análise gravimétrica dos RSU, que contou ainda com a análise de peso específico e geração per capita estimada. Os estudos corroboram como instrumentos que auxiliam na gestão dos RSU, permitindo conhecer as composições, características dos RSU e direcionamentos das melhores estratégias e alternativas para sua gestão. A metodologia adotada foi baseada na ABNT NBR 10.007:2004 seguindo roteiro da Cartilha de Orientações da FEAM-MG (2019); 2) análise do panorama da gestão dos RSU; e 3) a exposição dos subsídios para a gestão dos RSO. Os resultados da pesquisa indicam que os maiores percentuais em massa dos RSU em Igarapé são os RSO, com 53,51%; os recicláveis secos, a saber: papel, papelão, plásticos, etc. 28,60%; e os rejeitos 17,89%. Os resultados gravimétricos apresentam-se similares ao panorama nacional e estudos anteriores realizados no próprio município. Os dados mostram ainda que o comparativo entre as médias das frações nas rotas propostas indicam que, apesar de percentuais distintos, os RSO tiveram ascendência em todas as seções. O peso específico entre as rotas amostrais apresentam valores similares aos demonstrados na literatura: Em ordem das Rotas: (1) 203,5 kg/m³; (2) 228,5 kg/m³; (3) 218,5 kg/m³; (4) 222,0 kg/m³ e (5) 215,5 kg/m³. Os resultados da geração dos RSU
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Diagnóstico do plano de gestão de resíduos sólidos do município de Osasco (SP)

Diagnóstico do plano de gestão de resíduos sólidos do município de Osasco (SP)

A gestão de resíduos sólidos tem se mostrado com um grande desafio para gestores públicos diante do alto custo operacional e a crescente geração de resíduos. A gestão inadequada de resíduos, além de danos ao ambiente e a saúde pública, traz grandes gastos para sua mitigação. É necessário buscar soluções que concentre, entre outros temas, a eficiência econômica a um ambiente salutar. Isto pode ser alcançado a partir do desenvolvimento sustentável, que tem se mostrado como um modelo alternativo de desenvolvimento em relação ao vigente. Para garantir que a sustentabilidade seja o objetivo de alguma atividade é preciso estabelecer metas e avaliar o sistema para rastrear oportunidades e corrigir possíveis erros, ou seja, é necessário elaborar um Plano de Gestão de Resíduos. Contudo para se estabelecer metas é necessária uma boa descrição do sistema de gestão de resíduos sólidos, nesse sentido o diagnóstico é parte fundamental na construção dessa lei, pois possibilitará o conhecimento do real estado da coleta de resíduos sólidos da cidade de Osasco, mostrando o que houve de avanço nos últimos anos, identificando problemas atuais e gerando as bases para construção de futuras projeções na área. O presente trabalho buscou elaborar um diagnóstico sobre a gestão de resíduos no município de Osasco apresentando os locais para consulta e analisando o atendimento a legislação vigente, possibilitando que sirva de modelo para elaboração de diagnósticos em outros municípios brasileiros.
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A GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ

A GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ

Este estudo teve como objetivo analisar a atual situação da gestão dos resíduos só- lidos na prefeitura do município de Guaratinguetá, identificando os aspectos principais que devem ser considerados para uma gestão adequada dos resíduos sólidos, procu- rando seguir as diretrizes da Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Re- síduos Sólidos (PNRS). Os principais estudos e parâmetros utilizados para a elabo- ração deste trabalho foram os diagnósticos dos serviços prestados e a forma de sua execução, a tipificação dos resíduos sólidos. Este trabalho contou com a colaboração da Prefeitura Municipal de Guaratinguetá, Cooperativa “Amigos do Lixo”, Serviços Au- tônomos de Água de Guaratinguetá, entre outros profissionais da área. Este estudo gerou conhecimentos sobre a situação atual da gestão de resíduos sólidos urbanos no município de Guaratinguetá, por meio do diagnóstico situacional e da avaliação das oportunidades de melhoria. Verificou-se que para atender a política nacional de resíduos sólidos o município precisa adotar a prática da compostagem, que além da viabilidade econômica é vantajosa por agregar valor aos resíduos, gerar novos em- pregos e, principalmente, por aumentar a vida útil dos aterros e melhorar as condições ambientais.
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Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de São Bonifácio - SC

Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de São Bonifácio - SC

Este trabalho aborda a Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (GIRS), de forma a estabelecer e aprimorar a gestão de resíduos sólidos. A GIRS envolve a integração dos diversos atores, englobando todas as condicionantes envolvidas no processo, para atingir objetivos propostos de acordo com as necessidades e características de cada comunidade. O trabalho tem por objetivo a elaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do município de São Bonifácio, levando-se em consideração aspectos sociais, ambientais, administrativos, técnicos, econômicos, legais e educacionais. São Bonifácio é um município rural de pequeno porte, localizado na mesorregião da Grande Florianópolis, Santa Catarina. O Plano consiste em duas etapas, uma de diagnóstico e outra de propostas. No diagnóstico foi realizada a caracterização do município, a caracterização quantitativa e qualitativa dos resíduos sólidos domiciliares gerados, e o levantamento de informações a respeito de aspectos legais, infraestrutura, estruturas administrativa, operacional e financeira dos serviços de limpeza urbana, execução dos serviços, educação ambiental e aspectos sociais. Apesar de o município possuir um sistema de gerenciamento de resíduos sólidos adequado à sua realidade, conseguindo minimizar de forma expressiva a quantidade de resíduos destinada ao aterro sanitário, verificou- se a necessidade de melhorias em alguns aspectos, principalmente nas estruturas administrativa e financeira do sistema, na legislação municipal, no gerenciamento de resíduos especiais e na educação ambiental. Para todos os aspectos foram sugeridas alternativas considerando a realidade local e buscando embasamento na legislação vigente. O Plano deve ser apresentado no município e posteriormente discutido e revisado para que seja definido e validado de forma participativa.
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Análise do sistema de gestão de resíduos sólidos no município de Esperança - PB

Análise do sistema de gestão de resíduos sólidos no município de Esperança - PB

Este artigo apresenta uma análise do sistema de gestão de resíduos sólidos no município de Esperança – PB, visto que o tratamento e a disposição final dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são atividades que representam um dos maiores desafios das cidades brasileiras na atualidade e diante do interesse em aprimorar e conhecer o gerenciamento e a disposição final oferecida aos resíduos sólidos gerados pela população esperancense surgiu o interesse de construir este trabalho, tendo como objetivos levantar informações sobre os Resíduos Sólidos Urbanos, seus impactos ambientais, econômicos e sociais e sua gestão no município de Esperança; analisar o funcionamento da “usina de lixo” de Esperança e entender como está acontecendo atualmente à disposição e o tratamento dos Resíduos Sólidos Urbanos gerados pela população. Para desenvolvê-lo fez-se um levantamento bibliográfico de autores que trabalham com esta temática, visitas in loco, registro fotográfico, entrevista e por fim fez-se uma análise e discussão dos dados levantados. Os resultados apontam que o poder público ainda deixa a desejar no que diz respeito à disposição dos resíduos sólidos urbanos, mesmo em cidades pequenas, como é o caso de Esperança.
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Efetividade do controle social na elaboração do plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos do município de Campina Grande/PB – PMGIRS-CG/PB

Efetividade do controle social na elaboração do plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos do município de Campina Grande/PB – PMGIRS-CG/PB

Ante a preocupação com a crescente geração dos resíduos sólidos e diante do contexto em que as formas de controle social têm evoluído e a participação popular na gestão ambiental tem tomado posição de destaque, faz-se necessário que os municípios detenham conhecimento dos anseios dos diferentes grupos sociais e para isso é imprescindível fazer uso de mecanismos de controle social como consultas e audiência públicas. Nesse sentido, este estudo tem o escopo de realizar uma investigação com o público alvo dos processos de participação na elaboração do PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE/PB- PMGIRS – CG objetivando descobrir se realmente houve participação e controle social e se o resultado do exercício destes foi efetivamente considerado quando da aprovação da Lei Complementar 087/2014 responsável pela aprovação da versão final do PMGIRS-CG. Para tanto, utilizou-se como método de abordagem a hermenêutica jurídica e como métodos de procedimento o descritivo e o comparativo. A técnica para coleta de dados foi a observação direta extensiva, por meio da aplicação de um questionário estruturado. O estudo também foi alicerçado na pesquisa bibliográfica e documental. A pesquisa revelou que, apesar da existência de meios para o exercício do controle social ainda há muito a ser feito para garantir verdadeiramente a efetividade do controle social na gestão ambiental no âmbito do município de Campina Grande.
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Gestão dos resíduos sólidos no município de Curral Velho-PB

Gestão dos resíduos sólidos no município de Curral Velho-PB

O presente estudo objetiva analisar a gestão dos resíduos sólidos produzidos no município de Curral Velho/PB, investigando se o descarte do lixo está apropriado em local ambientalmente seguro, dentro das normas, evitando assim impacto ao meio ambiente e a saúde pública. Através de entrevistas, relatos e experiências de gestores, observações com servidores da área de limpeza pública, foi possível identificar diversos fatores que apontam para circunstâncias difíceis em que se dá o processo adequado de destinação final dos resíduos sólidos urbanos. Foram realizadas pesquisas de campo e registro por meio de fotografias buscando conhecer a forma que se procede ao descarte do lixo urbano produzido, que provocam contaminação de grandes áreas. Observou-se que uma pequena parcela da população possui rede de coleta de lixo e de saneamento básico e que há necessidade de acompanhamento pelos gestores municipais para o descarte devidamente apropriado ao meio ambiente, sem qualquer dano especifico. Após análises dos resultados, que representa diferentes níveis de reflexão evidenciou-se uma necessidade da implementação de políticas publicas especificas, voltadas para a questão do saneamento básico, coleta e destino dos resíduos sólidos, bem como criação das modalidades de coleta seletiva do lixo pela própria comunidade.
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Análise sobre a problemática da gestão dos resíduos sólidos no município de Logradouro/PB

Análise sobre a problemática da gestão dos resíduos sólidos no município de Logradouro/PB

Para o sucesso de qualquer programa de gerenciamento de resíduos é fundamental, portanto, conhecer detalhadamente o que se gera para planejar todo o sistema de gestão. Este planejamento deve considerar os conceitos indispensáveis de não geração e redução da geração de resíduos, e não somente a coleta, o transporte, a reciclagem e a destinação final. A implementação de um programa para o gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos de um município representa um grande desafio, necessitando, para a sua efetivação, a participação e responsabilidade compartilhada entre o Poder Público, a população e o setor produtivo. A efetivação do planejamento será positiva se forem classificados e quantificados os resíduos sólidos gerados em uma cidade, já que esta é a etapa inicial do processo de gestão municipal dos resíduos urbanos, e determina as ações e modelos a serem adotados.(REZENDE et al,2013,p.2)
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Análise da problemática dos resíduos sólidos do município de Pirpirituba-PB

Análise da problemática dos resíduos sólidos do município de Pirpirituba-PB

Um dos grandes problemas do mundo contemporâneo é dar destinação correta aos resíduos gerados no consumo domiciliar e nos processos de produção industrial. Um cidadão ocidental produz, aproximadamente, a cada ano, 500 quilos de lixo urbano – o brasileiro produz 352 quilos anuais. De acordo com esse contexto um passo importante foi dado em 2010, com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a Lei n.º 12.305, estabelece instrumentos e diretrizes para a gestão integrada e o gerenciamento dos resíduos sólidos e traz a ideia de responsabilidade compartilhada. Isso indica que indústria, comércio, poder público e consumidores – devem assumir sua parcela de responsabilidade na solução do problema (Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas, 2012).
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