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gestão escolar democrática: uma perspectiva cidadã

gestão escolar democrática: uma perspectiva cidadã

Entre as preocupações sociais corrente no mundo atual, encontra-se a transformação social via práxis educativa. A educação é hoje uma prioridade requisitada no mundo inteiro. Diferentes países de acordo com suas características históricas promovem reformas em seus sistemas educacionais a fim de torna-los mais eficiente e mais equitativo no preparo de uma nova cidadania, capaz de enfrentar a reeducação tecnológica que está ocorrendo no processo produtivo e seus desdobramentos políticos, sociais e éticos. Diante desse cenário a educação é convocada, talvez prioritariamente, para expressar uma nova realização entre desenvolvimento e democracia. O presente estudo teve o propósito maior de verificar como a gestão da escola contribui para a construção da cidadania através da pesquisa realizada foi possível mostrar as possibilidades de construção de uma escola cidadã, em que a sala de aula poderá ser vista como um espaço valioso para discutir a relação de trabalho e que os gestores conforme os teóricos da educação que embasaram esse trabalho quando fortalecidos e prestigiados em função de uma nova educação poderão desempenhar com competência seus objetivos.
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Gestão democrática e participação cidadã entre os funcionários do Centro Educacional Unificado - CEU Jaguaré

Gestão democrática e participação cidadã entre os funcionários do Centro Educacional Unificado - CEU Jaguaré

Na atualidade a administração tradicional tem se mostrado incapaz de abranger todas as facetas que envolvem a gestão pública, sobretudo por conta de sua insuficiência explicativa acerca dos processos administrativos (SANTOS; SALES, 2012). No entanto, mais importante do que considerá-la esgotada nas suas atuais possibilidades é analisar o seu desenvolvimento teórico-conceitual, buscando compreender nesse desenvolvimento como se deu a mudança do paradigma de administração para o de gestão (SANTOS; SALES, 2012). Assim, na primeira parte deste capítulo, apresentaremos as ideias centrais daquelas que consideramos as principais escolas da administração, a saber, a Escola Clássica da administração em geral e a Escola das Relações Humana; posteriormente, mostraremos como se deu a mudança terminológica de administração para gestão, e a consequente mudança paradigmática. Em seguida, analisaremos a gestão no âmbito mais especificamente escolar, buscando captar as possibilidades de uma concepção democrática de gestão. Por fim, trataremos das questões relacionadas à cultura de participação nos Centros Educacionais Unificados (CEUs) da cidade de São Paulo.
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A GESTÃO DA POLÍTICA EDUCACIONAL NO COTIDIANO DA ESCOLA:
perspectiva democrática da atuação do conselho escolar no município de São Luís-MA

A GESTÃO DA POLÍTICA EDUCACIONAL NO COTIDIANO DA ESCOLA: perspectiva democrática da atuação do conselho escolar no município de São Luís-MA

A presente dissertação de mestrado intitulada A Gestão da Política Educacional no Cotidiano da escola: perspectiva democrática da atuação do conselho escolar na rede municipal de ensino de São Luís-MA, se inscreve na linha de Pesquisa Estado e Gestão Educacional, e no Grupo de Pesquisa Políticas de Educação Básica do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Maranhão. O objetivo geral do presente estudo consiste na análise da concepção de (des)centralização da gestão da política educacional e dos princípios de democratização da gestão da escola. Investiga-se o cenário educacional brasileiro a partir dos anos de 1990, centrando o foco da análise na reforma de Estado e suas implicações na gestão da política educacional, em um contexto de implantação da ideologia neoliberal. Analisou-se a política que orientou a implantação e funcionamento dos conselhos escolares na rede municipal de São Luís-MA, período 2002-2008, a partir da visão dos gestores tanto da Secretaria Municipal de Educação como dos gestores da escola e dos membros do Conselho Escolar Quanto à metodologia aplicada o presente estudo caracteriza- se como pesquisa qualitativa, cuja proposta metodológica desenvolveu-se articulando pesquisa bibliográfica e documental e de campo. Nesse sentido buscou-se o aporte teórico das contribuições de Ghedin, 2008; Bardin, 1977; Marconi & Lakatos, 1985; Ezpeleta, 1992; Bordignon e Gracindo, 2001; Paro, 2002; Gohn, 2001;Cury, 2004; Barroso, 2003; Ferreira, 2000; Werle, 2003; Focault, 1981; dentre outros acerca das concepções de gestão e exercício de poder e sobre como historicamente foi configurada a substituição da concepção de administração escolar pela gestão democrática. Na coleta de dados utilizou-se roteiro de entrevista semi-estruturada aplicado com 03 gestores da Secretaria Municipal de Educação de São Luis, e 01 gestora da escola pesquisada, 04 membros do Conselho Escolar representantes dos segmentos pais, alunos
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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O PLANEJAMENTO ESCOLAR E A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

O PLANEJAMENTO ESCOLAR E A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Thamyris Mariana Camarote Mandú Universidade Federal da Paraíba thamyrismandu@yahoo.com Resumo: O presente trabalho discute sobre o planejamento escolar e tem como objetivo geral compreender como se dá esse processo através da gestão escolar para uma efetiva organização do trabalho pedagógico na Educação de Jovens e Adultos. Consideramos que o planejamento constitui ferramenta transformadora frente às demandas da educação, pautada nos fazeres pedagógicos e nas próprias ações administrativas que dizem respeito à instituição. Para embasar teoricamente a pesquisa, apoiamo-nos nas concepções de Gandin (1997, 2001), Padilha (2001), Luck (2000, 2009), Bordignon (2011), Bordignon e Gracindo (2004), Nery (2007), entre outros. A pesquisa caracteriza-se por ser qualitativa e de campo, realizada em uma escola municipal de Ensino Fundamental de João Pessoa-PB. A coleta de dados foi realizada através da entrevista semiestruturada feita com a gestora e 4 professores e a análise documental do projeto político- pedagógico da instituição. Foi possível concluir que o PPP da escola representa o planejamento escolar e traz concepções teóricas e práticas que traçam perspectivas de mudanças positivas que corroboram para a ressignificação da EJA. Também foi possível observar que os discursos dos professores e da gestora estão em consonância na perspectiva de assumir o compromisso de construção das ações de caráter reflexivo que atenda as particularidades da EJA, isto é, um planejamento que tenha a ver com um pensar organizado, estratégico e democrático que leve em consideração o dinamismo e a interação do contexto entre a sociedade atual e a escola, a fim de alcançar objetivos expressivos para o envolvimento de todos no processo de aprendizagem.
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Avaliação e planejamento em educação (escolar) no contexto do projeto político pedagógico : a perspectiva da gestão democrática e a escola eficaz

Avaliação e planejamento em educação (escolar) no contexto do projeto político pedagógico : a perspectiva da gestão democrática e a escola eficaz

Segundo o autor, a participação de todos os envolvidos no dia-a-dia da escola nas decisões sobre os seus rumos, garante a produção de um planejamento no qual estejam contemplados os diferentes "olhares" da realidade escolar, possibilitando assim, a criação de vínculos entre pais, alunos, professores, funcionários e especialistas. Cândido (1987) ainda relata que a presença do debate democrático possibilita a produção de critérios coletivos na orientação do processo de planejamento, que por sua vez, incorpora significados comuns aos diferentes agentes educacionais, colaborando com a identificação desses com o trabalho desenvolvido na escola. Favorece a execução de ações através de compromissos construídos entre aqueles diretamente atingidos pelo planejamento educacional.
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A GESTÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA
Elementos Teóricos e Instrumentos Institucionais
de Gestão a Partir da Constituição Federal de 1988

A GESTÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA Elementos Teóricos e Instrumentos Institucionais de Gestão a Partir da Constituição Federal de 1988

Estudo dos avanços observáveis no debate conceitual da Gestão Escolar Democrática, bem como dos instrumentos institucionais de sua implementação criados pela Constituição Federal de 1988. O enfoque desses instrumentos institucionais de gestão se atém à análise bibliográfica de algumas formulações teóricas de Conselho Escolar e de Projeto Político-Pedagógico. Concebe-se a Gestão Escolar Democrática como uma construção histórica, portanto, processo e produto político, técnico e cultural da dialética social que, ao desmistificar a realidade, explicita as contradições a ela inerentes. Também se reconhece sua intrínseca vinculação a uma totalidade social bem mais abrangente, que compreende e interliga o local e o global. O trabalho se pauta pela preocupação em tentar estabelecer o máximo de coerência entre o referencial teórico-metodológico anunciado e o efetivo trabalho de análise do objeto da presente pesquisa. Desse modo, valorizou-se a historicização das categorias constituintes do núcleo conceitual da temática Gestão Escolar Democrática. Optou-se por ressaltar os condicionantes econômicos, políticos e culturais, as contradições inerentes à realidade social e escolar e também os conflitos resultantes do choque entre as diferentes concepções que disputam o controle da sociedade em todos os espaços e instâncias sociopolíticas, particularmente o conflito entre a Razão Instrumental e a Razão Dialética.
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O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: INSTRUMENTO PARA UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: INSTRUMENTO PARA UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

Esta pesquisa tem como objetivo geral investigar o processo de elaboração e execução do Projeto Político Pedagógico (PPP) em duas escolas da rede estadual da Superintendência Regional de Ensino de Caratinga (MG), destacando o papel do gestor na coordenação desse processo. Numa perspectiva de gestão democrática, o processo de elaboração e execução do PPP possibilita à escola organizar seu processo pedagógico de forma participativa, envolvendo todos os atores do processo educacional, na busca de soluções para os problemas inerentes à gestão pedagógica. Para tanto, buscou-se conhecer, através da percepção dos diversos atores do contexto escolar, como o gestor exerce sua liderança no decorrer desse processo. Para o desenvolvimento da pesquisa foram utilizados dois instrumentos da pesquisa qualitativa: a análise documental e a entrevista semiestruturada, articulados com um quadro teórico disponível sobre o tema. Os dados encontrados demonstram que o PPP quando efetivamente elaborado e executado no coletivo, funciona como um acordo entre os diversos atores, o que acaba por repercutir positivamente no contexto escolar; sua implementação permite à escola a formação de uma cultura própria, propiciando aos novos professores que nela ingressam, a percepção de um trabalho de conjunto e de padrões de comportamento desejáveis para a instituição e por fim, liderança do gestor frente a esse processo é de vital importância, considerando a dimensão pedagógica da gestão, bem como a participação da comunidade escolar. Como resultado da pesquisa, apresenta-se o Plano de Ação Educacional de modo a orientar a tomada de decisões referentes à melhoria do processo de elaboração e execução do PPP no âmbito das escolas estaduais da SRE de Caratinga.
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A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR

RESUMO: A presente pesquisa tematiza o papel da gestão democrática nas atividades de planejamento escolar. O objetivo principal é analisar, mediante revisão de literatura, a importância desta perspectiva gerencial no contexto pedagógico durante as práticas de planejamento das ações a serem desempenhadas. De início, contextualiza-se o processo de gestão democrática enquanto condição para a qualidade educacional. Em seguida, apontam-se os tipos de planejamento com suas respectivas vantagens para as atividades pedagógicas. Por fim, investigam-se as contribuições e os desafios do viés democrático no contexto de planejamento das ações na escola. Como resultados, verificou-se que as principais contribuições residem na efetividade da participação coletiva, tanto da comunidade acadêmica, quanto das pessoas externas à escola, porém também envolvidas pelo processo educacional. Diagnosticou-se, ainda, os principais desafios a serem enfrentados pelo viés democrático na gestão do planejamento escolar, como a conciliação de opiniões e sugestões divergentes. Todavia, conclui-se que será justamente a ação gestora democraticamente engajada que saberá reconhecer o papel substancial de cada sujeito, espaço e segmento social envolvido no processo educativo.
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A gestão democrática sob a ótica do dirigente escolar

A gestão democrática sob a ótica do dirigente escolar

A história desta escola explicita um dinamismo das pessoas na busca de oferecer sempre um ensino melhor e mesmo sendo uma escola pública, não se contentam com uma condição material e humana deficitária. No ano de 1996, em meio à implantação do Projeto Político Pedagógico da Escola Plural na escola, uma nova luta se iniciou junto à comunidade escolar, com várias idas à Câmara Municipal, no intuito de pressionar os vereadores a aprovar a compra de um imóvel para instalação da escola. Nesse processo, participaram a direção e os(as) professores(as), juntamente com o grêmio estudantil, sendo, esse último, um segmento fundamental para a mobilização dos(as) demais alunos(as) e dos pais, na reivindicação por melhores condições de ensino. No final do ano, se mudaram para o prédio da Avenida Assis Chateaubriand. As análises das entrevistas e das observações afirmam a importância desta trajetória de luta e mobilização da escola Vermelha, presente nas falas dos(as) professores(as), diretora e funcionários(as), adquirindo um significado para seus sujeitos, na medida em que se tornou parte da história deste grupo, contribuindo para a formação de uma cultura política. A objetivação dessa realidade, para Berger (1974), produz um tipo específico de pessoa, interiorizando-se, assim, como realidade subjetiva. Por sua vez, essa realidade forma um arcabouço de conhecimentos que são validados e reconhecidos como verdadeiros por seus membros. Esta perspectiva é confirmada pela fala da diretora, ao caracterizar a gestão democrática como sendo parte de uma cultura de participação construída pelos sujeitos da instituição na vivência e nas relações estabelecidas no cotidiano do grupo. Assim caracterizado:
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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Relações interpessoais: desafio para uma gestão escolar democrática

Relações interpessoais: desafio para uma gestão escolar democrática

A produção deste trabalho bibliográfico e de campo tem como objetivo evidenciar as ações da comunidade escolar que possam melhorar o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho. Foi realizado na Escola Municipal Deputado Petrônio Figueiredo, situada no bairro do Pedregal, na cidade de Campina Grande – PB. E uma vez que a escola foi analisada, foi percebida a necessidade de ser feito um projeto de intervenção no tocante a relações interpessoais. E na ocasião para a escolha do tema foi ouvido uma amostra representativa do corpo discente, docente e funcionários da escola. Pois, a gestão é democrática e sendo assim tem o desejo de atender as expectativas de todos os envolvidos na comunidade escolar. Nesta perspectiva, Paro explana que:
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Planos de gestão escolar em Santa Catarina: a gestão democrática em questão

Planos de gestão escolar em Santa Catarina: a gestão democrática em questão

à 1ª Gerência Regional de Educação (GERED) da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de São Miguel do Oeste (SC), com vigência para os anos de 2016 a 2019 e de documentos que influenciaram e orientaram a implementação da nova política, permite afirmar que apesar de a legislação que instituiu os PGEs anunciar a gestão democrática como princípio a ser implementado e de os planos assumirem nos textos essa perspectiva, há indícios da presença de outra concepção, sendo que a origem do “novo” modelo pode ter possíveis relações com as recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem suas ações pautadas na gestão gerencial. Por fim, os resultados evidenciam que a participação na escola pode assumir sentidos distintos, sentidos em disputa, que denotam diferentes projetos de sociedade, educação, escola e gestão. A participação, princípio tão caro à educação pública e à gestão democrática, está sendo transformada e reconfigurada. Diante desse contexto, no âmbito de escolas públicas da rede estadual de ensino, ainda há limitações para a materialização da gestão democrática e participativa, sendo esse um ideal que precisa continuar no horizonte das aspirações de educadores e educadoras que acreditam nessa perspectiva de gestão como possibilitadora de uma escola pública de qualidade.
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A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

RESUMO: A educação no campo emerge no movimento por uma educação pública do/no campo. Sendo assim, o movimento é constituído por famílias camponesas que lutam por direitos humanos básicos, inalienáveis e indivisíveis, como a educação, a moradia, a terra, a segurança, o trabalho, a saúde e outros direitos. Nesta perspectiva a família é essencial neste processo viabilizando assim processos de participação democrática. A problemática que suscita este estudo é como que se dá a participação das famílias nas escolas do campo? A finalidade desta pesquisa é compreender como que se dá a participação das famílias nas escolas do campo do município de Canhotinho-PE, e mais especificamente, identificar o comportamento das famílias na participação escolar dos filhos e conhecer os momentos que as famílias participam dos processos educativos de seus filhos. Metodologicamente é uma pesquisa qualitativa que se desenvolveu por meio da observação e da entrevista com os professores sobre a participação da família, a gestão democrática e os processos educativos. O marco teórico desta pesquisa subsidia-se a luz de autores como: Paro (2000); Maldonado (1997); Tiba (2002) e outros. Este estudo teve como resultado a limitação da participação da família nos processos formativos dos seus filhos, inviabilizando assim a essência da gestão democrática, o que acarreta um trabalho pedagógico solitário do educador atuante nas escolas campo de pesquisa deste trabalho.
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As concepções de gestão e a vivência da prática escolar democrática

As concepções de gestão e a vivência da prática escolar democrática

Na década de 1990, Singer (1996) e Sanches (1997) explicitaram possíveis funções sociais para a escola, evidenciando, sobretudo, duas visões dicotômicas de qualidade de ensino. Para o primeiro, apesar de existirem possibilidades intermediárias, o contexto que se inicia na década de 1990 é marcado por duas visões opostas de educação: a civil democrática e a produtivista. A primeira pode ser chamada de civil democrática porque “[...] encara a educação em geral e a escola em particular como processo de formação cidadã, tendo em vista o exercício de direitos e obrigações típicas da democracia [...]”. O objetivo principal da educação seria “[...] proporcionar aos ilhos das classes trabalhadoras a consciência, por tanto a motivação (além de instrumentos intelectuais), que lhe permita o engajamento em movimentos coletivos visando tornar a sociedade mais livre e igualitária [...]”. Já a segunda visão, segundo o autor, pode ser denominada de produtivista, pois “[...] concebe a educação, sobretudo a escolar, como preparação dos indivíduos para o ingresso, da melhor forma possível, na divisão social do trabalho [...]”. Assim, educar teria como objetivo aumentar a “produtividade, que seria o fator mais importante para elevar o produto social e dessa maneira eliminar a pobreza” (SINGER, 1996, p.06).
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Explorando e construindo um conceito de gestão escolar democrática.

Explorando e construindo um conceito de gestão escolar democrática.

pode ser entendida pretensamente como um processo democrático, no qual a democracia é compreendida como princípio, posto que se tem em conta que essa é a escola financiada por todos e para atender ao interesse que é de todos; e também como método, como um processo democratizante, uma vez que a democracia é também uma ação educativa, no sentido da conformação de práticas coletivas na educação política dos sujeitos. É certo que essas ideias não expressam a realidade da gestão das escolas públicas, mas, se tomamos o conceito como hipótese ou como matriz a ser cotejada com a realidade, sua amplitude democrática pode nos ser bastante útil na observação do fenômeno. Isto é, a gestão democrática, nessa perspectiva, talvez se assemelhe a um tipo ideal (WEBER, 1992, p. 137), que pode ser utilizado como referência para a melhor compreensão da realidade empírica 3
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Projeto político-pedagógico: uma prática democrática e cidadã

Projeto político-pedagógico: uma prática democrática e cidadã

Nas últimas décadas surgiram novas metodologias na tentativa de qualificar o ensino. Com base nisto, o presente artigo tem por finalidade abordar o Projeto Político-Pedagógico, um tema de muita atualidade em organização do ensino, a fim de construir uma forma mais envolvente de realizar a prática pedagógica. Uma das perspectivas democráticas já consideradas é a necessidade de a escola repensar sua organização, sua gestão, sua maneira de definir os tempos, ou seja, o seu “jeito de fazer escola”. Sua função social permanece em preparar os indivíduos para exercer a cidadania e o trabalho no contexto de uma sociedade complexa. A escola como espaço de formação do sujeito precisa estar preparada para oferecer aos alunos condições que lhes permitam serem interventores no futuro que cada um pode construir. Nesse caminho, o PPP deve ser instrumento norteador de toda essa construção. Ele deve ser a síntese de todo o projeto de formação, da concepção política a ser adotada e das opções pedagógicas e metodológicas que permitirão a efetivação da formação dos sujeitos educativos. Nessa perspectiva, o presente trabalho busca compreender o processo de construção do PPP e a importância desse documento para a transformação da realidade da escola com vistas à democratização da gestão escolar e da melhoria da qualidade de ensino. Palavras-chave: Educação. Participação. Cidadania.
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OS DESAFIOS DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

OS DESAFIOS DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

Este texto apresenta uma discussão sobre os desafios de uma gestão escolar dentro de uma perspectiva democrática e participativa. Para tanto, fundamenta-se em autores referenciais em gestão escolar, como Libâneo (2008) e Luck (2009) no intuito de estabelecer reflexões sobre organização, gestão e cultura organizacional. Analisa as condições, os meios e os recursos necessários ao bom funcionamento da escola e do trabalho em sala de aula que verberam na melhoria do processo ensino-aprendizagem dos estudantes. Este trabalho traz um relato de experiência sobre uma atividade realizada durante a disciplina de Organização e Gestão do Trabalho Pedagógico ministrada em um curso de Pedagogia de Goiás, em 2018. Constata-se que ainda há instituições em que prevalece uma gestão fundamentada na hierarquia de cargos e funções. No entanto, há escolas que primam por uma gestão participativa e democrática. Além, considera-se que é imprescindível o papel dos gestores na melhoria do processo ensino-aprendizagem dos estudantes.
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A VISÃO DO GESTOR ESCOLAR NUMA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA

A VISÃO DO GESTOR ESCOLAR NUMA PERSPECTIVA DEMOCRÁTICA

O espaço escolar deve oferecer oportunidade para que os alunos se desenvolvam como cidadãos conscientes de sua prática dentro de um ambiente democrático. Uma gestão democrática conta com a colaboração de todos envolvidos nas tomadas de decisões, pois se busca uma sociedade mais justa e humana. Sendo a escola um ambiente em que exerce uma grande influência na sociedade, esta deveria apresentar uma concepção que fortaleça os saberes e a visão crítica dos alunos para que compreendam o mundo no sentido da socialização.

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REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA A FAVOR DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA A FAVOR DE UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

Na atual sociedade caracterizada por permanentes transformações, a utilização das novas tecnologias está presente nos mais diversos setores. Na educação as tecnologias da informação e comunicação, além de proporcionar inovações nas metodologias de ensino- -aprendizagem, estimulam novas formas de gestão escolar. Diante desta perspectiva, este estudo aborda práticas de gestão escolar que ocorrem no meio digital, especificamente por intermédio das redes sociais. A pesquisa teve como objetivo principal investigar as contri- buições proporcionadas pelo uso de uma rede social para a promoção da gestão democrática e participativa de qualidade em uma escola pública de Ensino Fundamental do município de Novo Hamburgo – RS. A metodologia teve como base um estudo de caso com abordagem qualitativa em que os dados foram produzidos por meio da aplicação de um questionário aos alunos, professores e gestores da escola municipal, a qual possui um perfil na rede social e análise dos registros de utilização deste perfil. A análise dos dados indicou a viabilidade do uso de redes sociais para aproximar a escola do cotidiano dos alunos, uma vez que eles permanecem conectados à internet durante um grande período do seu dia.
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