Top PDF Gestão de recursos do terceiro setor: estudo de caso em uma entidade sem fins lucrativos da Paraíba

Gestão de recursos do terceiro setor: estudo de caso em uma entidade sem fins lucrativos da Paraíba

Gestão de recursos do terceiro setor: estudo de caso em uma entidade sem fins lucrativos da Paraíba

O presente artigo teve como objetivo geral analisar a Gestão de recursos do Terceiro Setor, a partir da aproximação com uma Entidade Sem fins Lucrativos denominada Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste (SPM NE). Além deste, buscou caracterizar o Terceiro Setor; conhecer sua legislação e contabilidade específica, bem como compreender o funcionamento e a dinâmica de uma organização deste setor. A pesquisa foi desenvolvida a partir de uma revisão bibliográfica e exploratória, dentro de uma abordagem qualitativa, numa perspectiva participante. Se deu através de conversas informais e entrevista semiestruturada, com subsídio de materiais disponíveis na instituição. Dentre os resultados, foi evidenciado que: os recursos do SPM NE são oriundos de projetos financiados com recursos públicos e privados, responsáveis pela manutenção das atividade e constituição do patrimônio; sua gestão é baseada no cumprimento de prerrogativas internas e externas, em atendimentos às exigências dos colaboradores/investidores e a tomada de decisões não se concentra na figura de um indivíduo. Concluiu-se que o Terceiro Setor é um organismo com dinamismo próprio, constituído sem finalidade de gerar lucros, com características específicas e atuação fundamentada no atendimento aos interesses sociais e produção de bens públicos.
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A Gestão estratégica de custos nas organizações do terceiro setor: um estudo de caso no Estado da Paraíba

A Gestão estratégica de custos nas organizações do terceiro setor: um estudo de caso no Estado da Paraíba

A organização objeto de estudo situa-se na cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba, e atua na área de tecnologia, prestando serviços de pesquisas tecnológicas, desenvolvimento de novos produtos, treinamentos, cursos e assessorias nas áreas de computação e engenharia elétrica. Fundada em 2003, na forma de associação, a maioria de seus recursos provém de convênios firmados com o Governo e com empresas privadas que desejam lançar novos produtos no mercado. Não possui muitos empregados, pois, em decorrência de acordo com a universidade federal da cidade, sua principal força de trabalho é formada por estudantes e professores bolsistas. Toda a sua direção, inclusive presidência, é formada por profissionais ligados às atividades-fim da entidade, ou seja, por professores das áreas de computação e engenharia elétrica, o que ratifica a observação de Falconer (1999). Não obstante, diferindo da maioria das organizações desse setor, esta entidade investiu recentemente na contratação de um profissional de Administração, o qual é responsável por auxiliar o presidente da entidade na gestão da mesma. Nesse sentido, este administrador implantou na entidade um sistema de custos para que possa o auxiliar em suas tomadas de decisão, por meio da identificação e acompanhamento do custo de cada serviço e, análise das respectivas viabilidades econômicas.
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A captação de recursos para as instituições sem fins lucrativos utilizando as técnicas da controladoria: um estudo de caso do Instituto dos Cegos de Campina Grande

A captação de recursos para as instituições sem fins lucrativos utilizando as técnicas da controladoria: um estudo de caso do Instituto dos Cegos de Campina Grande

Este trabalho objetivou identificar as fontes de recursos captadas para a manutenção do instituto dos cegos, entidade sem fins lucrativos situada na cidade de campina grande PB, além de verificar as possibilidades de inserção no gerenciamento desta instituição de ferramentas de gestão já disponibilizadas na bibliografia da disciplina de Controladoria. Para atingir os objetivos do estudo. A partir de estudo de caso único, foi aplicado questionário estruturado com a Diretora e a Tesoureira do instituto. Constatou-se que o Instituto dos Cegos de Campina Grande já utiliza grande parte das fontes de recursos disponíveis no cenário atual como Doações, Subvenções, e convênios. Percebeu-se também que o Instituto utiliza apenas a ferramenta de gestão de controladoria Planejamento estratégico, sendo necessária a aplicação de outras ferramentas de gestão disponibilizadas na bibliografia de controladoria, a exemplo do Planejamento Tático no que diz respeito à departamentalização do Instituto que pudemos constatar que é inexistente. Sugeriu-se uma capacitação sobre as fontes de recursos disponíveis no cenário atual como também das ferramentas de gestão existente na controladoria tanto para um aprofundamento sobre esses temas como para melhorar desempenho dos gestores e colaboradores em suas funções dentro do Instituto como também buscar o auxílio de profissionais capacitados nessas áreas. Sendo assim podemos afirmar que os objetivos dessa pesquisa foram alcançados.
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O TERCEIRO SETOR: UM ESTUDO EMPÍRICO EM GESTÃO, CONTROLE E CAPTAÇÃO DE RECURSOS

O TERCEIRO SETOR: UM ESTUDO EMPÍRICO EM GESTÃO, CONTROLE E CAPTAÇÃO DE RECURSOS

significativa da doutrina questiona o termo usado pelo legislador, pois entende não tratar-se tal situação de isenção, mas sim de imunidade, tendo em vista a instituição do benefício na Constituição da República. [...] Como consequência dessa interpretação, mais adequada à situação do que meramente a leitura literal do texto legal, temos que quaisquer imposições para o exercício dessa prerrogativa pelas entidades devem estar indicadas em lei complementar, como é o caso das disposições já destacadas do artigo 14 do CTN. A Lei 8.212/91 (ordinária), entretanto, impõe, em seu artigo 554, diversos requisitos para que a entidade fique dispensada do pagamento de contribuições para a seguridade social.
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Gestão estratégica no terceiro setor: uma análise comparativa da construção de mapas estratégicos de organizações sem fins lucrativos

Gestão estratégica no terceiro setor: uma análise comparativa da construção de mapas estratégicos de organizações sem fins lucrativos

A estratégia possui um papel importante nas organizações por identificar fatores a serem enfatizados para o sucesso organizacional e contempla atualmente o mapa estratégico como uma visualização da estratégia organizacional, elaborada a partir do seu planejamento. Organizações do Terceiro Setor precisam assumir uma postura competitiva, estabelecendo uma posição sustentável e maximizando o uso de recursos em prol de seus objetivos sociais ou humanitários. Esta pesquisa tem por objetivo investigar o processo de construção de mapas estratégicos de duas instituições sem fins lucrativos, identificando e caracterizando as etapas comuns a essas organizações. A pesquisa se caracteriza como qualitativa, descritiva e de conhecimento aplicado. Desenvolvida a partir de revisão bibliográfica e observação participante reunidas em um estudo de caso, os dados foram coletados em duas organizações do Terceiro Setor e os resultados apontam que a forma de conduzir o processo pode influenciar diretamente nos seus resultados. Dentre as etapas identificadas, destaca-se a formação de uma equipe, a definição da estratégia, a definição de objetivos estratégicos, a reunião desses objetivos em perspectivas e a identificação da relação de causa e efeito que os relacionam. Destaca-se como facultativa, porém eficaz, a realização de um evento fora das instalações da empresa para se realizar o processo, ou parte dele. Contudo, destaca-se como essencial a participação ativa da alta administração no processo, como forma de dar crédito à iniciativa. Essas etapas, suas características e seus fatores são descritos a partir de comparações entre os processos adotados pelas instituições pesquisadas.
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Governança no Terceiro Setor: Estudo em Associações e Fundações Privadas Sem Fins Lucrativos do Segmento Meio Ambiente Com Atuação no Brasil

Governança no Terceiro Setor: Estudo em Associações e Fundações Privadas Sem Fins Lucrativos do Segmento Meio Ambiente Com Atuação no Brasil

O objetivo deste trabalho de doutoramento foi investigar a influência da governança corporativa no recebimento de doações, em particular, de receitas operacionais vinculadas, no contexto das entidades do terceiro setor com atuação no Brasil, sob a perspectiva analítica da teoria da agência. Observou-se essa lacuna de pesquisa, apesar da inegável contribuição dos estudos anteriores, devido ao foco das investigações residir nos possíveis efeitos dos mecanismos de governança, e não na governança como construção latente, e à carência de estudos empíricos no contexto brasileiro. As unidades de análise escolhidas foram as associações e fundações privadas sem fins lucrativos do segmento meio ambiente com atuação no Brasil. Os dados foram coletados por meio de levantamento documental, sendo a amostra composta por 108 observações. Assumindo como proxy de governança a presença de 21 mecanismos de governança na estrutura organizacional das entidades, que emergiram da revisão da literatura, foi identificada por meio de análise de correspondência múltipla a estrutura subjacente de governança, composta por seis dimensões: Conselho de Administração, Gestão, Conselho Fiscal, Auditoria, Transparência e Prestação de Contas. A partir dessa estrutura subjacente foi verificado, por meio da técnica Partial Least Squares Structural Equation Modeling, que a governança, tomada como construto de 2ª ordem refletido pelos construtos de 1ª ordem que compõe essa estrutura subjacente de governança, impactou positivamente o recebimento de recursos vinculados. Adicionalmente verificou-se que a distinção da entidade (OS, OSCIP ou CEBAS) não moderou a relação entre governança e recebimento de recursos vinculados. Os resultados deste trabalho representam um avanço nos estudos sobre governança no terceiro setor ao evidenciar que a governança contribui para que as entidades do terceiro setor tenham acesso mais fácil a mercado de doação, especialmente considerando que as organizações doadoras não responderam favoravelmente à distinção da entidade.
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Captação e Gestão de Recursos no terceiro Setor: sustentabilidade e transparência das Entidades do terceiro Setor

Captação e Gestão de Recursos no terceiro Setor: sustentabilidade e transparência das Entidades do terceiro Setor

Este artigo aborda questões relacionadas à história, evolução e definições sobre o Terceiro Setor, quais as formas de captação de recursos, e como mantém sua transparência perante seus apoiadores e sociedade. O estudo de caso foi conduzido por entrevistas há membros de uma das maiores comunidades terapêuticas da América Latina, sendo uma instituição sem fins lucrativos de cunho Religioso do Vale do Paraíba situada na cidade de Guaratinguetá/SP fundada há 35 anos com 86 filiais por todo Brasil e presente em mais 21 países com 47 filiais no exterior, no qual atua nas áreas da Saúde Social e Educação, onde puderam ser confirmadas as bases teóricas apresentadas neste artigo. O artigo baseou-se em procedimentos técnicos de pesquisa bibliográfica, pesquisa descritiva e documental que consiste na entrevista com os responsáveis pela Instituição, também a utilização de documentos como tabelas estatísticas, planilhas, documentos em arquivo eletrônico, livros, revistas, artigos e material disponível na Internet. Como resultado observou-se a grande participação e aceitação dos apoiadores financeiros e consequentemente a comprovação de que a sustentabilidade e transparência fazem parte de um conjunto de fatores que contribuem para o crescimento e desenvolvimento da missão da instituição.
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Comportamento intraempreendedor: estudo de caso numa entidade privada sem fins lucrativos

Comportamento intraempreendedor: estudo de caso numa entidade privada sem fins lucrativos

A variável que identifica se a empresa disponibiliza canais de comunicação para divulgação de ações inovadoras, demonstra que 35,9% dos entrevistados entendem que “às vezes” estes canais estão disponíveis, entretanto esta é uma ação importante para empresas que pretendem valer-se de um modelo de gestão que incentiva o intraempreendedorismo, pois o colaborar precisa, conforme apontado por Prado (2011) se sentir estimulado com a alocação de recursos a sua disposição, podendo assim transformar suas ideias em produtos ou serviços bem sucedidos.
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O Balanced Scorecard na gestão de organização sem fins lucrativos: estudo de caso no Senac/SC

O Balanced Scorecard na gestão de organização sem fins lucrativos: estudo de caso no Senac/SC

Para desenvolver a educação profissional no estado de Santa Catarina, o Senac apresenta um orçamento anual de aproximadamente R$ 20,9 milhões, sendo que a arrecadação compulsória representa apenas R$ 7,5 milhões, o equivalente a 36% dos recursos totais necessários para manter suas atividades. Devido ao fato de os Departamentos Regionais do Senac nos estados terem autonomia financeira para gerir seus recursos, existe a necessidade de se buscar, incessantemente, alternativas que os tornem competitivos no mercado, a fim de que o Senac participe com um quinhão maior na receita operacional. Os recursos devem provir do pagamento que é efetuado pelos alunos pela prestação de serviços. Com isto, é possível manter a essência da organização — ser uma entidade sem fins lucrativos — e por outro enfrentar a competitividade do mercado.
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Marketing no terceiro sector : estudo de caso em organizações sem fins lucrativos portuguesas

Marketing no terceiro sector : estudo de caso em organizações sem fins lucrativos portuguesas

Uma proporção significativa (72%) de mão-de-obra do sector não lucrativo em Portugal está envolvida em actividades de serviços (Anexo D), estando uma percentagem superior de mão-de- obra concentrada nos serviços sociais (52%) e uma proporção menos significativa nos serviços de saúde e de educação. Adicionalmente, uma proporção substancial de mão-de-obra deste sector encontra-se em actividades de expressão (cultura, artes, lazer, e participação cívica). Os fundos das organizações do Terceiro Sector provêm de uma variedade de origens: receitas próprias (pagamentos privados por bens e serviços, quotizações e rendimento de investimento); filantropia (doações individuais, de fundações e empresariais); e apoio público ou governamental (subsídios, contratos, reembolsos por serviços prestados a terceiras partes e pagamentos de sistemas de segurança social financiados pelo governo). O apoio público é a fonte dominante de recursos (41%) deste tipo de entidade em Portugal, seguido pelas receitas próprias (31%). A filantropia (10%), em contraste, ocupa um distante quarto lugar (Anexo E).
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A gestão dos recursos humanos no terceiro setor: o caso da APCC - Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra

A gestão dos recursos humanos no terceiro setor: o caso da APCC - Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra

Atualmente as OSFL submetem os seus Conselhos Diretivos a revisões de performances anuais em relação a objetivos predefinidos – algo praticamente inédito em Organizações Com Fins Lucrativos (OCFL). Adicionalmente, as OSFL sujeitam todos os colaboradores a formação contínua, sendo cada colaborador professor numa matéria e aluno noutra (Drucker, 2005). Consequentemente, pode-se afirmar que as OSFL estão a procurar obter sucesso e a acompanhar a evolução da gestão feita nas OCFL, a fim de conseguirem cumprir com a sua missão e visão, e assim, perpetuar os seus valores. Através dos colaboradores e de sua gestão, as OSFL vão tentar atingir os resultados pretendidos, sendo daí que decorre a importância da maneira como são geridos os seus recursos humanos, que, no caso das OSFL contam com a colaboração de voluntários, os quais são um recurso de valor acrescentado e de grande relevância.
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A gestão estratégica no terceiro setor: estudo de caso numa organização eclesiástica

A gestão estratégica no terceiro setor: estudo de caso numa organização eclesiástica

capitalista, caracterizada por um conjunto de diversos fenômenos sociais interligados entre si e manifestados inicialmente apenas na Europa Ocidental: (a) a ciência racional, como um modo de conhecimento universalmente “válido”; (b) o Direito racional (positivo), como ordem predominante na regulamentação das relações sociais; (c) o Estado racional, laico e estruturado segundo a lei; (d) a arte autônoma; (e) a organização racional do trabalho e sua administração; e (f) o capitalismo. Cf. WEBER (1999b:1-15). Entende Weber este conjunto de fenômenos como produtos de um longo e complexo processo histórico de crescente racionalização social que corresponde à ascensão e supremacia da forma de dominação racional-legal como tipo de autoridade predominante nas relações sociais, em detrimento das outras formas de dominação (carismática e tradicional). Neste contexto sociológico, a ação referente a fins, fundada na razão técnico-formal torna-se a força construtora central das instituições modernas (relações familiais, econômicas, legais, políticas, culturais, etc.), justificando em escala crescente as decisões e ações individuais e coletivas pela via da burocratização social, i.e., o domínio das organizações burocráticas como mediadoras das relações sociais de produção, correspondendo a um poder exercido e aceito pela sociedade com base em princípios racionais – a necessidade de cumprir metas estipuladas dados uma certa estrutura de recursos disponíveis e um conhecimento e experiência técnico-profissionais – e legais – uma estrutura jurídica que legitima e fixa as condições de exercício do poder burocrático, seja na esfera privada, seja na esfera pública. A burocratização das relações sociais tem por efeito sociológico mais profundo o auto-aprisionamento do homem em sistemas que o coisificam. Weber profetiza com indisfarçável pesar a inexorabilidade da racionalização formal nas relações sociais, pois, na esteira deste fenômeno, constata uma progressiva perda de sentido e de liberdade dos indivíduos em suas ações e relações mútuas. Vide Guerreiro Ramos (1981:4-5) e Tenório (2000a:42).
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A contabilidade do terceiro setor : um estudo sobre as associações privadas sem fins lucrativos

A contabilidade do terceiro setor : um estudo sobre as associações privadas sem fins lucrativos

Esta monografia enfoca a contabilidade do terceiro setor: um estudo sobre as associações privadas sem fins lucrativos. Devido às mudanças que estão ocorrendo no mundo empresarial, o objetivo deste trabalho é demonstrar a importância do terceiro setor para o desenvolvimento da sociedade e empresas. Com este estudo pode-se perceber que o terceiro setor é constituído por entidades privadas sem fins lucrativos com o propósito de amenizar os problemas sociais enfrentados pela sociedade. Apesar de estarem voltadas mais para o social, também servem como alternativa para empresas privadas de fins lucrativos se diferenciarem no mercado. Porém, estas entidades apresentam obrigações como qualquer outra empresa, assim a contabilidade é peça fundamental para o controle e na divulgação das informações ao usuário. Desse modo, este trabalho busca verificar através de indicadores econômicos e financeiros, como os mesmos podem contribuir na prestação de contas de uma associação privada sem fins lucrativos. Concluiu-se que a contabilidade permite facilitar a informação e a tomada de decisão por parte dos usuários, pelo fato de possuir “ferramentas” como os indicadores econômicos e financeiros. Portanto, este estudo permitiu identificar as características e os demais aspectos do terceiro setor, especialmente das associações privadas. Também, possibilitou uma melhora no processo de prestação de contas na entidade do estudo de caso, em que os usuários apresentavam dificuldades na interpretação das informações fornecidas. Aliás, servirá também as demais empresas que queiram utilizar os indicadores estudados nesta monografia em suas prestações de contas e reuniões. Certamente, esse estudo contribui em muito na redução dessa dificuldade, tanto por parte do aluno pesquisador como do usuário da informação.
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Estrutura residencial sem fins lucrativos para pessoas idosas: gestão de recursos por níveis de complexidade de cuidados

Estrutura residencial sem fins lucrativos para pessoas idosas: gestão de recursos por níveis de complexidade de cuidados

A seleção das “variáveis chave” para a análise dos indicadores psicométricos baseou- se no estudo de Kim, Jung et al. (2015), que realizaram a tradução e adaptação linguística e cultural do interRAI LTCF e a posterior análise dos indicadores psicométricos para a população coreana. É importante referir que existem outras versões do instrumento de acordo com os países que utilizam a metodologia interRAI (já referidos neste documento). No que concerne à estabilidade temporal, medida através do teste-reteste, todas as variáveis apresentam coeficientes de correlação fortes e positivos (τ> 0,90) que sugerem a existência de associação entre os dois momentos de avaliação. A medição dos coeficientes Kappa revela resultados elevados, muito próximos do valor máximo 1,000, para todas as variáveis analisadas, com exceção da “incontinência intestinal”, da “incontinência urinária” e da “frequência de queixas/sinais de dor”, cujos coeficientes se apresentam ligeiramente mais baixos (ainda assim acima de 0,80). Para Kim, Jung et al. (2015), a “incontinência urinária” e a “incontinência intestinal” revelaram igualmente os valores de Kappa mais baixos. Quanto à variável “frequência de queixas/sintomas de dor”, Hirdes, Ljunggren et al. (2008) também obtiveram um coeficiente Kappa mais baixo, a par com o “potencial para alta”, a “dor” e a “pele” (abaixo de 0,80). Os baixos valores de Kappa para a variável “dor” podem ser explicados pela influência da administração de medicamentos que potencia variações na frequência e na intensidade da mesma.
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Organizações do terceiro setor: desafios na captação de recursos para sua gestão

Organizações do terceiro setor: desafios na captação de recursos para sua gestão

Silva (2001) cita que, para identificar a existência do terceiro setor, é necessário destacar as definições utilizadas por alguns autores dos setores existentes, isto é, Estado, como primeiro, as empresas de iniciativa privada, como o segundo, e o terceiro setor como sendo aquele que apresenta características que são comuns aos dois. Dessa forma, o terceiro setor seria a relação existente entre os dois primeiros setores, com o objetivo de proporcionar um benefício coletivo, atuando nas áreas onde o governo não consegue dar atendimento adequado, e também, onde as empresas de natureza privada não expressam interesse em atuar. Vale salientar que benefícios sociais e coletivos não contemplam necessariamente o setor público, ou seja, algumas organizações atuam com o objetivo de trazer benefícios coletivos internos, dentro da própria organização, sem a intenção de buscar ações sociais externas. Partindo desse princípio, aparentemente, temos um divisor que o autor destaca como sendo uma das principais diferenças na conceituação, isto é, o terceiro setor é aquela organização que não é pública nem privada.
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"Marketing Relacional no contexto de uma entidade sem fins lucrativos - Associação Empresarial de Paços de Ferreira"

"Marketing Relacional no contexto de uma entidade sem fins lucrativos - Associação Empresarial de Paços de Ferreira"

Sob a égide do mesmo tema, torna-se incontornável falar-se e identificar-se potenciais ou eventuais dificuldades ou obstáculos que poderão influenciar direta ou indiretamente um relacionamento. Segundo Galvão et al. (2009), as organizações devem ter o foco voltado para o cliente, detetar as suas necessidades e adaptarem-se aos seus desejos, os quais estão em constante mudança. O comportamento do cliente é tema que permite compreender o processo de compra dos clientes e a maneira como se relacionam com produtos e serviços. Para além disso, para o estabelecimento de estratégias visando o relacionamento de longo prazo com os clientes, torna- se crucial que as transações sejam benéficas tanto para a organização fornecedora, como para os compradores. A oferta de um serviço deve estar fundamentada numa relação de interesse particular que uma organização mantém com o seu cliente, tornando-se este aspeto primordial para transformar o marketing de um serviço em relacionamento. Devem também as organizações, no entender dos mesmos signatários, entender como o comprador ou consumidor de serviços seleciona os seus fornecedores e quais as caraterísticas que julga imprescindíveis para alcançar os seus objetivos de compra. Alcançar-se a participação do consumidor em atividades de marketing de relacionamento apresenta potencial e argumentos para produzir benefícios importantes futuros para a organização. Os consumidores tendem a ver os programas de fidelização favoravelmente, caso estes mesmos programas sejam pautados pela facilidade de acesso. Para além disso, reforçam os mesmos autores que, se o consumidor entender ou perceber como conveniente participar num programa de relacionamento, estes serão mais recetivos aos esforços de marketing relacional da organização.
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Gestão de recursos humanos e o terceiro setor: um estudo descritivo das organizações de Belo Horizonte

Gestão de recursos humanos e o terceiro setor: um estudo descritivo das organizações de Belo Horizonte

Objetivou-se com esta dissertação descrever como ocorre a gestão de recursos humanos nas organizações do terceiro setor localizadas em Belo Horizonte. A partir da importância que este setor vem assumindo no cenário nacional, alguns desafios emergem para estas instituições, entre eles uma concorrência maior por fundos, que aumenta a necessidade de uma gestão cada vez mais eficiente e eficaz. O estudo constituiu-se de uma pesquisa descritivo-qualitativa em que foram utilizados documentos e entrevistas semi-estruturadas nas 22 organizações que compuseram a amostra. Tendo como pano de fundo a crise do Estado de Bem-Estar social e entendendo que as práticas gerenciais levam à necessidade de uma gestão de RH apropriada, entende-se que a racionalidade inerente às organizações, permite buscar uma construção teórica que reforça este vínculo mútuo entre as organizações do terceiro setor e o gerenciamento de recursos humanos. De maneira conclusiva, a análise da gestão de RH, se de um lado evidenciou a falta de relevância que esta atividade assume, apesar do forte discurso da valorização do indivíduo, de outro apresentou capacidade de inserção e agilidade suficientes, sem necessariamente depender da formalização das atividades que se procurou identificar. Ou seja, as organizações do terceiro setor, a despeito da importância do discurso que valoriza as pessoas, vêm com uma prática ainda arraigada ao que existe de mais anacrônico em termos de preocupação gerencial de pessoas e não podem e não devem somente ser analisadas sob esta perspectiva, pois sua inserção e relevância social muitas vezes está associada à capacidade de atender aos seus públicos interessados. Mas seguramente, um mínimo de racionalização e profissionalização de seus preceitos, estaria de acordo com o que apregoa a literatura, podendo auxiliar na superação de um estágio ainda pouco elucidativo em termos de práticas gerenciais de vanguarda.
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PROPOSTA DE UM SISTEMA DE CUSTOS BASEADO EM ATIVIDADES E TEMPO PARA UMA ENTIDADE HOSPITALAR SEM FINS LUCRATIVOS: UM ESTUDO DE CASO NA UNIDADE DE INFUSÃO DE UM HOSPITAL EM FLORIANÓPOLIS

PROPOSTA DE UM SISTEMA DE CUSTOS BASEADO EM ATIVIDADES E TEMPO PARA UMA ENTIDADE HOSPITALAR SEM FINS LUCRATIVOS: UM ESTUDO DE CASO NA UNIDADE DE INFUSÃO DE UM HOSPITAL EM FLORIANÓPOLIS

A presente pesquisa trata da utilização da contabilidade de custos através da proposta de um sistema de custos baseado em atividades e tempo (TDABC) para a apuração do custo de um atendimento ao paciente na Unidade de Infusão de uma entidade hospitalar sem fins lucrativos localizado em Florianópolis. A pesquisa teve por finalidade a utilização do TDABC como ferramenta de verificação do custo do atendimento, de forma que a informação do resultado obtido pudesse auxiliar os gestores desta entidade na tomada de decisão e no controle de gestão. Diante da problemática levantada e dos objetivos traçados fez-se o embasamento teórico por meio do levantamento bibliográfico sobre o assunto com a utilização de livros, sites e relatórios da entidade. Com base na fundamentação teórica, desenvolve-se o estudo de caso, onde se procurou caracterizar um hospital dando ênfase a sua atividade de prestação em serviços de saúde e sua contribuição para a sociedade juntamente com um levantamento sobre a contabilidade de custos e suas terminologias, classificações e métodos de custeio, onde o TDABC foi o tema central do estudo. Logo para a validação da proposta , fez-se a simulação de um atendimento, para se apurar o custo do atendimento ao paciente na unidade de infusão, e este foi encontrado. Por fim os resultados encontrados demonstraram que a proposta do TDABC pode ser aplicada nesta entidade, porém não se pode afirmar que este é o melhor método para a apuração de custos para esta empresa, pois cabe aos gestores verificar se as informações geradas por esta ferramenta atendem, ou não, suas necessidades na tomada de decisão.
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Terceiro setor : um estudo sobre aspectos contábeis e tributários numa entidade educacional

Terceiro setor : um estudo sobre aspectos contábeis e tributários numa entidade educacional

O grande desafio dessas e entidades tem sido a administração, pois é preciso ficar atento a todas as exigências da Lei e assim cumprir os requisitos estabelecidos para se manter como entidade beneficente. Em contra partida a Contabilidade tem um papel de suma importância para manter e demonstrar a integridade da entidade perante a sociedade, isso devido à forma com que essas entidades obtêm os recursos para financiar suas atividades, recursos estes que são obtidos através de doações e contribuições espontâneas. Outro ponto muito importante é que a Contabilidade dessas instituições, que deve ser feita conforme as Regras estabelecidas e que as demonstrações contábeis sirvam de ferramenta para a prestação de contas a sociedade.
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Sistemas de Controlo de Gestão em Instituições Sem Fins Lucrativos

Sistemas de Controlo de Gestão em Instituições Sem Fins Lucrativos

Por outro lado, autores como Kaplan (2001) sugerem que a identificação dos colaboradores com o objecto social de uma ISFL pode conduzir a problemas de falta de motivação. Na verdade, o colaborador poderá ter uma ideia preconcebida do modo como se pode ou deve alcançar a missão: sendo essa ideia não coincidente com os interesses da organização, poderá gerar-se dispersão nas actividade das instituições. No entanto, da análise dos dois estudos de caso realizados, a possível falta de alinhamento existente entre colaboradores ou voluntários com os interesses da AMI e do BACF do Porto parece não constituir um ruído no SCG destas instituições. Tanto a AMI como o BACF do Porto desenvolvem a sua actividade com alguma maturidade. Ambas as organizações têm instituído um conjunto de actividades e regras rotineiras que impede o desenvolvimento de problemas desta natureza. Por exemplo, segundo a coordenadora do Centro Porta Amiga da AMI, os voluntários que não se encontrem integrados e alinhados com os interesses da AMI tendem a sair voluntariamente da organização, havendo desta forma uma espécie de “selecção natural”.
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