Top PDF A Ilustração Atual para uma consciência social na Educação Pré-escolar

A Ilustração Atual para uma consciência social na Educação Pré-escolar

A Ilustração Atual para uma consciência social na Educação Pré-escolar

Daí que a ilustração atual, na Educação Pré-escolar, deva ser entendida como uma ferramenta educativa, um meio facilitador de aquisição de competências psicossociais, artísticas, potenciadora da consciência social da criança para a mudança. Impregnada de possibilidades educativas através dos seus temas e da sua linguagem plástica, permite às crianças em idade pré-escolar (re) inventar soluções, produzir alternativas, gerar respostas divergentes e plurais, olhar de maneira diferenciada para questões que enquadram o mundo onde se inserem com maior objetividade, aprendendo a ler a realidade para, seguidamente, poderem reescreve-la, transformando-a. Perante os outros e a diversidade do mundo, a mudança e a incerteza, importa criar condições de equilíbrio entre o conhecimento, a compreensão, a criatividade e o sentido crítico. Trata-se de formar cidadãos capazes de estabelecer uma relação responsável e ética com o seu contexto social e o seu tempo histórico (Fernandes & Almeida, 2013).
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A ilustração atual para uma consciência social na educação pré-escolar

A ilustração atual para uma consciência social na educação pré-escolar

O livro de ilustração atual dirigido a crianças, profusamente ilustrado, com recursos gráficos variados, materiais distintos e estilos diversificados, portadores de histórias, é capaz de prender a atenção do pequeno leitor e abrir portas a múltiplos universos, podendo converter-se numa ferramenta educativa para a transformação da consciência social. De salientar a importância que tem na Educação Pré-escolar, sendo objeto de trabalho quotidiano dos educadores e das crianças. Tendo o livro de ilustração uma enorme aceitação por parte das mesmas, é fundamental que ele possibilite uma educação que conduza ao desenvolvimento de competências indispensáveis ao exercício de uma cidadania interventiva e crítica e à adaptação à constante mutação da sociedade, capaz de problematizar as suas relações com o mundo. Compreender a ilustração atual para uma transformação social, pressupõe desde logo compreender a sua linguagem artística, através dos seus temas e da forma como estes se expressam formalmente, e perceber como esta área artística pode converter-se numa ferramenta pedagógica na aprendizagem das crianças.
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Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

22 Tendo em conta a Lei-Quadro, “a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário” (Ministério da Educação, 1997, p. 15). Consegue perceber-se que a educação pré-escolar é importante para as crianças e para a sociedade, pois todo o trabalho que o educador desenvolve é para ajudar a criança em vários aspetos, incluindo a inserção na sociedade; promover o desenvolvimento pessoal e social da criança, visto que é de pequenos que começam a conviver com outras crianças, pessoas e com a comunidade envolvente. É fundamental que a educadora tenha em conta o meio social que envolve o jardim de infância, a sua própria inserção geográfica e certas características dessas localidades, tais como, tipos de população, possibilidades de empregos, sistemas políticos, educativos, etc.
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Materiais didáticos de português na educação pré-escolar: consciência fonológica

Materiais didáticos de português na educação pré-escolar: consciência fonológica

Esta prioridade que foi dada à promoção do trabalho em grupo nas atividades propostas deveu-se ao facto de considerar que, confrontando a sociedade atual, é fundamental que os Educadores de Infância/ Professores tenham especial atenção à transmissão de valores morais, respeito pelo e necessidade de cooperação com os colegas. É sabido que a sociedade está cada vez mais individualizada e nas escolas isso tem que ser contrariado para que cada criança cresça saudável, feliz e preparada para o seu futuro.

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Desenvolver a consciência fonológica na educação pré-escolar : potencialidades da exploração da diversidade linguística

Desenvolver a consciência fonológica na educação pré-escolar : potencialidades da exploração da diversidade linguística

O surgimento de novas línguas no contexto escolar ou fora dele aparece associado a contextos linguísticos, culturais e políticos que perpassam as sociedades atuais. Nas últimas décadas, temos assistido a alterações profundas nas paisagens sociais e linguísticas das sociedades, fruto da globalização e das migrações (Araújo, 2008; Giddens, 2000). Encontramos frequentemente indivíduos que vestem roupas diferentes das nossas, que falam línguas que não conseguimos entender ou que têm tradições e hábitos culturais radicalmente diferentes dos nossos. Estas realidades estão cada vez mais presentes no território português, nomeadamente através dos meios de comunicação social, provocando novos desafios às instituições escolares: por um lado, a necessidade de lidar com crianças falantes de outras línguas, garantindo a sua inserção no meio escolar e a igualdade de oportunidades; por outro lado, a urgência de preparar todas as crianças para viverem num mundo marcado pela diversidade e por permanentes transformações (Andrade, Lourenço, & Sá, 2010; Lourenço, 2013).
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A criatividade matemática na Educação Pré-Escolar

A criatividade matemática na Educação Pré-Escolar

Um dos fatores potenciadores da aprendizagem reside no indivíduo estar motivado. Huertas (2001) classifica a motivação como um processo psicológico, dependendo de componentes afetivos e emocionais. Existem dois tipos de motivação: a intrínseca e a extrínseca. Para Carvalho e Neves (2006), a motivação intrínseca refere-se à que provém do próprio indivíduo, estando sob o seu controle. Este tipo de motivação acontece quando temos consciência que somos capazes de executar, com entusiasmo, determinada tarefa, querendo sempre alcançar mais e melhores resultados. Quanto à extrínseca, provém de fatores externos ao indíviduo, que podem passar por prémios ou reconhecimento social.
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Da Educação Física à formação pessoal e social de um grupo de crianças em educação pré-escolar

Da Educação Física à formação pessoal e social de um grupo de crianças em educação pré-escolar

Criou-se ainda espaço para descrever o comportamento das crianças em situações concretas de formação pessoal e social para deste modo sustentar a atribuição das capacidades a cada componente, assim foi criada uma grelha de cruzes inclui diferentes conteúdos da formação pessoal e social considerados das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Silva et al, 2016), sendo os mesmos a autonomia, cidadania e a consciência de si como aprendente, dentro destas foram tidas em conta as motivações e interesses, a capacidade de comunicação e ainda as preferências da criança, que possibilitaram uma melhor compreensão da informação obtida. Tendo estes aspetos em conta esta grelha foi utilizada em dois momentos, num primeiro momento anterior à implementação do plano de ação, e num momento posterior à implementação do plano de ação.
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Educação pré-escolar

Educação pré-escolar

A construção deste relatório irá certamente permitir a tomada de consciência das minhas ações educativas e análise de práticas educativas impulsionadas pela educadora e a professora cooperante, consistindo modelos de referência para mim. Procurei ter em conta, nas minhas práticas educativas a Dimensão Profissional, Social e Ética, onde a postura e coerência fizeram parte da minha ética moral e futuramente profissional. Revelei sempre respeito pelas crianças, educadoras, professoras e auxiliares de ambas as instituições, para além das noções de dimensão de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem; a dimensão de participação na escola e de relação com a comunidade e a dimensão de desenvolvimento profissional ao longo da vida (Perfis específicos de desempenho profissional do educador de infância e do professor do 1.º ciclo do ensino básico: Decreto-Lei n.º 241/2001 de 30 de Agosto). Também tive como suporte as Orientações Curriculares, as Metas de Aprendizagem, o Currículo Nacional do Ensino Básico, o Programa da Língua Portuguesa, da Matemática e das restantes áreas curriculares.
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Consciência corporal e educação física escolar: possibilidades de intervenção

Consciência corporal e educação física escolar: possibilidades de intervenção

A investigação sobre a consciência corporal na Educação Física escolar teve como objetivo principal relatar uma possibilidade de intervenção desta, relacionando-a diretamente aos conteúdos da Educação Física e considerando-a como um tema transversal nesta pesquisa. Neste escopo, especificamente trabalhamos com dois conteúdos da Educação Física - o conhecimento sobre o corpo e as lutas. No decorrer do estudo, discutiremos as estratégias pedagógicas para a tematização da consciência corporal. Para o desenvolvimento deste trabalho, utilizamos as seguintes questões de estudo: como é tratada a consciência corporal na Educação Física e como tem sido abordada nas intervenções pedagógicas? Quais as dificuldades encontradas para a tematização da consciência corporal nos diferentes assuntos da Educação Física escolar? Como a consciência corporal tematizada nos conteúdos da Educação Física escolar é recebida pelos alunos e quais as atitudes demonstradas por estes no desenvolvimento das aulas? Partindo das questões de estudo, recorremos aos seguintes recursos metodológicos: observação participante, entrevistas, registros fotográficos, debates, exibição de filmes, dramatizações e dinâmicas, os quais foram realizados para estimular a reflexão crítica dos alunos a respeito do seu corpo e do corpo das outras crianças. A pesquisa com características etnográficas foi desenvolvida em duas escolas públicas: uma de ensino fundamental I, no município de Natal e outra do ensino fundamental II, realizada no município de João Câmara, no interior do estado do Rio Grande do Norte. Desenvolvemos uma estrutura para que as três dimensões dos conteúdos conceitual, procedimental e atitudinal fossem vivenciadas pelos alunos. O trabalho foi estruturado em cinco capítulos. No primeiro, fizemos uma introdução para justificar as motivações
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“Pré-cientistas: A ciência na educação pré-escolar”

“Pré-cientistas: A ciência na educação pré-escolar”

Em conclusão e procurando responder às duas questões com as quais iniciei esta temática, considero que a ciência é uma excelente veículo para desenvolver diversas capacidades e competências nas crianças, as quais excedem largamente o facto, já por si muito importante, da aquisição de novos conhecimentos. Efetivamente, a Ciência não é tão difícil, complexa ou inalcançável, que não possa ser apresentada e explicada às crianças. Antes pelo contrário a apresentação de conceitos científicos e a utilização do método científico deve ser realizado com enorme rigor e exigência, ou seja, a ciência igual a si própria. A ciência serve igualmente como modelo de rigor e exigência e é um veículo que permite demonstrar a capacidade de cada um individualmente, e em grupo, tem para exceder as espectativas e os limites que consciente ou inconscientemente impõe a si próprio. As crianças são naturalmente curiosas, tornam-se, facilmente “pré- cientistas” ou “os cientistas de amanhã”. O individuo e a sociedade onde nos inserimos necessitam do conhecimento científico e do progresso tecnológico a que conduz. Para isso é necessário preparar os Homens de amanhã para a importância da ciência e da investigação, e quem sabe despertar o cientista que há em cada um de nós. Ainda assim, a análise desta problemática e tendo em conta as experiencias vivenciadas ao longo da PPS, trabalhar a Ciência na educação pré-escolar não se trata de educar para formar cientistas, mas sim, educar para a procura do conhecimento.
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Educação para os media em contexto de educação pré-escolar

Educação para os media em contexto de educação pré-escolar

Surge a necessidade de combater esta influência e dotar as crianças de uma base protetora, para a existência de um convívio saudável entre as crianças e os media, em geral. É necessário dotar as crianças de capacidades avaliativas e críticas em relação ao que visualizam, e que retirem das mensagens audiovisuais, aquilo que lhes é mais profícuo. É imprescindível que as crianças “aprendam a ver” e que realizem um trabalho de descodificação de imagens, de forma a transformar momentos puros de entretenimento em frente ao ecrã, em momentos produtivos de adquirição de aprendizagens. A Educação para os Media surge como uma potenciadora “arma” de forma a combater os malefícios maiores que os media exercem na sociedade em geral, incindindo particular importância, nas crianças, há que ensinar as crianças a entenderem e a participarem na cultura dos media (Buckingham, 2011). Quanto mais precocemente se exercer uma Educação para os Media nas crianças, mais repercussões elas irão ter, para que evolutivamente a consciência e a autonomia critica surjam e que a sua aplicabilidade seja mais eficaz. Jaques Gonnet (1997) evidencia-nos que tal como aprendemos a ler, a escrever e a contar para obtermos uma vida autónoma, é necessário também efetuarmos aprendizagens ao nível dos media “pois para além de serem fontes de saber, são também fontes de manipulação (p.121) e é necessário que adquiram aprendizagens para a “combater”. É essencial que Educadores e Professores, em geral, apostem em formações e em estudos nesta área, para que possam realizar uma Educação consciente e actualizada dos factos ao seu redor e para que as suas práticas letivas sejam mais profícuas, aproveitando factos atuais e aliciante para os alunos em geral.
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A avaliação na educação pré-escolar

A avaliação na educação pré-escolar

9 4. As áreas de conteúdo seguintes pertencem às Orientações Curriculares para a Educação Pré- Escolar. Indique, por favor, a sua apreciação sobre a importância concedida no Jardim de Infância a cada uma delas, colocando um x na coluna correspondente.

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As Ciências na Educação Pré-Escolar

As Ciências na Educação Pré-Escolar

da mãe e o poema sobre a Páscoa. Realizámos ainda um conto redondo sobre os animais em que cada criança tinha de dizer, pelo menos, uma frase para construir o conto. Através do Domínio da Matemática abordámos o cálculo mental e os sólidos geométrico. Realizámos várias atividades para os sólidos geométricos que nos ocupou algumas semanas. Por fim para o Domínio da Educação Artística realizamos várias pinturas, de um ovo da Páscoa, de uma camisola para o dia mundial da criança e de sólidos geométricos, realizamos ainda um desenho sobre o corpo humano e sobre o animal favorito do conto redondo, construímos um esqueleto com cotonetes e um Sol e um Planeta Terra em pasta de papel, isto atividades relacionadas com Subdomínio das Artes Visuais. As atividades realizadas relacionadas com o Subdomínio da Música foram: a música dos bons dias, uma música sobre o corpo humano e os instrumentos musicais.
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A importância do desenvolvimento da Consciência Fonológica na Educação Pré-Escolar e no Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico

A importância do desenvolvimento da Consciência Fonológica na Educação Pré-Escolar e no Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico

Os educadores de infância e professores têm ainda uma missão desafiante que consiste, de certa forma, em criar momentos favoráveis ao desenvolvimento das crianças, tendo em atenção que nem todas têm os mesmos ambientes familiares, pois umas são mais estimuladas nesse sentido do que outras e é necessário ter essa sensibilidade para equilibrar o desenvolvimento de todas as crianças. Estes devem ter também bem ciente que as crianças aprendem por imitação, portanto, como Sim-Sim et al. (2008: 27) referem, “é muito importante que o educador tenha consciência de que é um modelo, de que há muitas palavras que são ouvidas pela primeira vez ditas pelo educador, que há regras de estrutura e uso da língua que são sedimentadas na sala de jardim-de-infância”. Neste sentido, o educador deve dialogar bastante de forma correta com as crianças e estimular o desenvolvimento da sua linguagem. O ambiente educativo deve ainda ser estimulante e apelativo, de forma a que as crianças aprendam de forma lúdica e informal.
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A educação vocal na educação pré-escolar

A educação vocal na educação pré-escolar

Segundo Cohen & Manion (1990), o método pressupõe um conjunto de técnicas e procedimentos usados para a obtenção de dados que serão usados como base para a inferência, a interpretação, a explanação e a perdição. Uma vez que o objectivo central deste estudo era conhecer, analisar e compreender em contexto real o trabalho vocal desenvolvido na Educação Pré-Escolar, optou-se por um paradigma Interpretativo/Construtivista. Por se pretender dados ricos em pormenores relativos a pessoas e locais, o modelo descritivo de investigação - estudo de caso, assume-se como o mais adequado nesta pesquisa. Este tipo de abordagem qualitativa apresenta, segundo Bogdan & Biklen (1994), várias características: a fonte de dados é o ambiente natural; o investigador é o instrumento principal; é descritiva; o processo é mais importante que os resultados; os dados são analisados de forma indutiva e o objectivo é a compreensão sobre os sujeitos do estudo. A maioria destes estudos baseia-se no trabalho de campo, apoia-se no raciocínio indutivo e procura produzir conhecimento sobre o objecto de estudo. De acordo com Sampiere, Collado, & Lúcio (2006), a abordagem qualitativa é usada para descobrir e refinar as questões da pesquisa procurando compreender e interpretar o fenómeno em estudo no seu contexto real, sem o controlar. A recolha de dados em contacto com os indivíduos estudados no seu habitat foi fundamental para compreender o comportamento e as motivações das Educadoras e das crianças relativamente à Educação Vocal. Procurou-se uma observação detalhada do contexto e do local onde decorrem as actividades. Assim, através desta abordagem, foi possível compreender o significado conferido pelos sujeitos às suas acções. Segundo Cohen e Manion (1990, p.69), a meta da investigação científica para o investigador interpretativo é entender como o trabalho sobre a realidade em estudo é feito num momento e num lugar e compará-lo com outras realidades noutros locais.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a expressão plástica na educação pré-escolar

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a expressão plástica na educação pré-escolar

Ao longo do Mestrado de Educação Pré-Escolar desenvolvi a minha aprendizagem enquanto educadora, uma vez que consegui mobilizar conhecimentos acerca da ecologia da educação no ensino pré-escolar, como as caraterísticas das crianças, das suas famílias e do meio que as envolve. Desenvolvi assim a capacidade de elaborar um diálogo interdisciplinar baseado nas práticas educativas da educação pré- escolar, o que até então era um pouco difícil de realizar da minha parte. Foi também ao longo deste mestrado que conheci, aprofundei e coloquei em prática conteúdos curriculares essenciais para trabalhar em Educação de Infância, assim como estratégias fundamentais e adequadas para o desenvolvimento de aprendizagens significativas das crianças. Desenvolvi competências de observação, registo sistemático e significante, análise dos sujeitos e das situações educativas, de comportamentos, de forma a desenvolver processos educativos fundamentais e significantes na aprendizagem das crianças. Desta forma ao longo deste percurso fui desenvolvendo uma atitude reflexiva, tendo por base a pesquisa, seleção, organização e tratamento de informação relevante, que me permitiu encontrar soluções para determinados problemas. Todos estes fatores permitiram com que ao longo deste mestrado desenvolvesse uma linguagem científica e descritiva relacionada com fenómenos educacionais, assim como desenvolvi competências a nível da escrita, argumentação e discussão. Não foi um processo fácil. Mas foi sem dúvida em processo que me valorizou muito enquanto pessoa e profissional.
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A educação em ciências e a educação ambiental na educação pré-escolar

A educação em ciências e a educação ambiental na educação pré-escolar

piquenique e tinha deixado o lixo no chão. Eles disseram logo: porque não tinham estado na nossa escola e não aprenderam a ser uma Eco-Escolas e a não mandar o lixo para o chão.” (UR0139) Ou seja, esta escola para eles, pelo facto de ter ali a bandeira, quer dizer que sabem muitas coisas e sabem sobretudo a atitude que devem ter para com o ambiente. “Outra coisa que tem grande importância para eles é o reciclar.” (UR0140) “Cada vez que lá ia à sala a equipa Eco-Escolas e os papéis dos guardanapos e outros, não estavam no sítio certo, as mais crescidas, eram quase polícias, atrás dos outros a chamar a atenção que aquele papel não se podia colocar ali.” (UR0141) Estas pequeninas coisas foram um dos aspetos que mais ficou lá dentro, que mais eles falam diariamente. Depois outros aspetos é por exemplo a história do mar… A biodiversidade na minha sala a biodiversidade foi um bocadinho a correr, se fizermos um balanço na minha sala é natural que a biodiversidade fique assim para último. Mas “o tema mar foi muito significativo para eles.” (UR0142) “Ficaram com aqueles conhecimentos: do não deitar lixo, o cuidar da costa … porque eles vivem num sítio ao pé do mar.” (UR0143) É engraçado que quando eles falam que não podemos sujar as praias é sempre, não podemos sujar as praias da E... Mas têm consciência que não é só nesta zona que há mar, que “há mar em todo o lado, porque já viram no globo já viram em montes de sítios e perceberam que não é só aqui que devemos ter essas atitudes mas no mundo inteiro” (UR0144). Por isso eu “acho que a história do reciclar, o mar e a bandeira foram as coisas que os marcaram mais.” (UR0145) A bandeira para eles tem muita importância mesmo!
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Alimentação do pré-escolar e escolar e as estratégias de educação nutricional

Alimentação do pré-escolar e escolar e as estratégias de educação nutricional

Uma alimentação mais saudável e nutritiva para as crianças, com a introdução de novos hábitos alimentares, educação e proteção ambiental, valorização da produção regional e resgate da cultura do meio rural são algumas das vantagens de programas que priorizam o alimento orgânico na merenda escolar. Alguns estados do sul do Brasil já apresentam experiências que mostram que introduzir a alimentação orgânica na merenda escolar pode ser uma excelente alternativa de mercado institucional, fortalecendo a economia local, com aumento de arrecadação, maior quantidade de dinheiro circulando na comunidade, criação de novos empregos e viabilização da produção familiar. O lanche escolar preparado com alimentos orgânicos pode partir de uma iniciativa da própria escola, que pode incluir em suas atividades, a construção de uma horta dentro dos seus limites. Deste modo ela estará ensinando ao aluno, não só a como se alimentar melhor, mas também, produzir o seu próprio alimento (TAGLIARI, 2002).
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Educação pré-escolar em contexto hospitalar

Educação pré-escolar em contexto hospitalar

Este relatório cumpre a obrigatoriedade expressa no Decreto-Lei 74/2006, no seu artigo 20º, nº1, alínea b) onde, para a conclusão de um mestrado em ensino, é exigido um “estágio de natureza profissional objeto de relatório final”, que o regulamento do Mestrado em Educação Pré-Escolar considera como parte integrante da Prática de Ensino Supervisionada II do plano de estudos desse mesmo curso. O regulamento referido considera que esse relatório final é constituído por duas partes de igual rigor científico e ponderação idêntica para a atribuição da nota pelo júri constituído de acordo com o já enunciado Decreto-Lei: a primeira parte centra-se na análise e crítica das práticas do estágio profissional, de acordo com um guião aprovado pelos órgãos da Esev; a segunda parte traduz-se pela realização de um trabalho de investigação sobre uma problemática que, explorada, investigada e analisada, procure possíveis respostas para um problema posto, refletindo nele interesses específicos dos formandos, na preparação adequada para a futura profissão.
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A leitura no contexto da educação pré-escolar

A leitura no contexto da educação pré-escolar

fância cooperante como orientador do estagiário na promoção de hábitos de leitura em contexto pré-escolar - percebemos que as três educadoras de infância cooperantes esta- beleceram uma relação de confiança com as estagiárias, partilhando com elas estratégias e orientações que lhes permitiram melhorar o seu desempenho perante situações impre- vistas ou dificuldades sentidas. No geral, as estagiárias indicaram que foi criada uma inte- ração muito positiva com as educadoras de infância cooperantes, pois estas valorizavam o trabalho realizado, faziam diversas sugestões, ajudavam na resolução de problemas, pla- nificavam conjuntamente as atividades e fundamentavam as suas opções quanto à escolha do material e das propostas de atividades de promoção de leitura, discutindo os objetivos que pretendiam alcançar com as crianças.
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