Top PDF INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

Foram obtidos os seguintes resultados: a) com relação aos períodos, verificou-se que a altura foi maior quando a s mudas foram retiradas com 9 0 dias; para os demais parâmetros[r]

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Efeito da calagem e da correção dos teores de Ca e Mg do solo sobre o crescimento de mudas de angelim-pedra (Dinizia excelsa Ducke).

Efeito da calagem e da correção dos teores de Ca e Mg do solo sobre o crescimento de mudas de angelim-pedra (Dinizia excelsa Ducke).

foram observados quando a relação Ca:Mg aplicada ao solo foi de 9:1 (T 2 e T 5 ). O conteúdo de N nas mudas produzidas com calcário calcítico (T 3 ) foi diferente do encontrado nas mudas produzidas com a adição de Ca:Mg na relação 15:1 (T 6 ), mostrando a importância de uma adequada relação Ca:Mg no substrato de cultivo. Semelhantemente, Silva (2004), estudando o efeito da calagem na produção de mudas de sumaúma (Ceoba penqandra L. Gaertn), verificou que o conteúdo de N na parte aérea e raiz foi afetado positivamente pela calagem, possivelmente devido à elevação do pH do solo que provoca aumento na decomposição da matéria orgânica e, conseqüentemente, a maior mineralização do nitrogênio, após a calagem.
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Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Houve diferenças significativas entre os tratamen- tos para todos os parâmetros avaliados (Tabela 2). De modo geral, as médias obtidas sob 30% de sombreamento foram superiores. A maior massa de matéria seca das folhas foi obtida com as mudas cul- tivadas sob 30% de sombreamento. Os valores obti- dos sob 30% de sombra foram estatisticamente su- periores aos obtidos com 50 e 70%. Em relação à massa de matéria seca do caule, o sombreamento de 30% foi estatisticamente superior ao dos demais. A massa de matéria seca do sistema radicular foi pre- judicada pelo sombreamento de 50 e 70%. O melhor resultado foi obtido nas mudas cultivadas sob sombreamento de 0% e 30% (T1 e T3, respectivamen- te). Mudas de D. excelsa produziram maior massa de matéria seca da parte aérea e do sistema radicular, quando produzidas com 30 e 50% de sombreamento (Varela & Santos, 1992). O sombreamento de 50% favoreceu a produção de matéria seca das mudas de L. canella, em comparação com 0% (Pinto et al., 1993). Houve tendência ao acúmulo de matéria seca nas mudas menos sombreadas, apesar de o crescimento em altura ter sido menor nestas condições (Tabe- la 2). Isto confirma o aspecto da má qualidade das mudas de O.  lagopus cultivadas sob maiores sombreamentos.
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Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

A árvore é ornamental, exuberante, útil para o paisagismo em geral (Lorenzi 2002). A espécie apresenta alto potencial para a produção madeireira e recuperação de áreas degradadas, justificando estudos visando à otimização das técnicas de produção de mudas da espécie (Souza e Lorenzi, 2008). No entanto, estudos revelam que o comportamento de algumas espécies apresenta diferenças significativas no seu crescimento quando em diferentes ambientes, demonstrando estratégias diferentes das plantas na utilização dos recursos disponíveis (Campos e Uchida 2002). Por isso, a importância de avaliar o comportamento de cada espécie frente a condições específicas de níveis de sombreamento, dentre outros.
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA QUALIDADE DE MUDAS FLORESTAIS COM POTENCIAL USO EM PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA QUALIDADE DE MUDAS FLORESTAIS COM POTENCIAL USO EM PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS

sombreamento no período do dia de maior intensidade luminosa, e em pleno sol todo o período. O delineamento foi o inteiramente casualizado, com duas repetições de quinze mudas por repetição. Os parâmetros sobrevivência, altura das plantas, diâmetro do colo, razão altura/diâmetro do colo (H/DC) e número de folhas foram analisados aos 30 e 60 dias. Tanto para o jatobá como para a pitangueira, o tratamento com sombreamento no período do dia de alta intensidade luminosa resultou em mudas com maior qualidade para o plantio com 60 dias de rustificação. Para o jatobá, pode ser considerada também a rustificação a pleno sol, sem a necessidade do sombreamento. Palavras-chaves: Hymenaea stigonocarpa. Eugenia uniflora. Rustificação.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

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O fortalecimento da escola pública requer a criação de uma cultura de participação para todos os seus segmentos, e a melhoria das condições efetivas para que essa [r]

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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

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- Identificar os fatores dificultadores da Certificação ISO 9001:2008 na Escola Estadual Eduardo Ribeiro, a partir da percepção de funcionários administrativos, professores, [r]

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ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

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É preciso considerar que as instituições públicas e privadas, independente do nível de burocracia ou de modernidade nos procedimentos, são sistemas abertos que necessitam d[r]

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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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A proposta do Plano de Ação Educacional indicou ações que poderão ser executadas, no sentido de favorecer as escolas inseridas na referida região através de um treinamento que sirv[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

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O caso de gestão investiga o que tem proporcionado a baixa participação e o baixo desempenho dos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental nas avaliações externas do Sistema[r]

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DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

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Com isso, a SEDUC-AM em seu DGP, com o propósito de aumentar a eficácia da aplicação da legislação voltada para os profissionais da educação, requereu do direto[r]

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3 RESULTS AND DISCUSSION 3.1 Price behavior

3 RESULTS AND DISCUSSION 3.1 Price behavior

Starting from Pará State, on going prices of native species wood board, a historical monthly price series were generated for the species Ipê, Jatobá, Maçaranduba, Angelim Pedra, Angelim Vermelho and Cumaru tree species. The wood price series were corrected by IPA (Wholesale Price Index), for the period of January 2003 to December 2007. The wood price are available in the Center of Advanced Studies in Applied Economy - CEPEA (2008), and the IPA is available in Institute of Applied Economical Research - IPEA (2008). The original IPA price series (base

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POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

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É feita também uma descrição da rede estadual de educação de Minas Gerais, explicando como é a organização das Superintendências Regionais de Ensino (SREs), mais especifi[r]

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Manual de Contagem de Hidratos de Carbono na Diabetes Mellitus para profissionais de saúde – Normas de Orientação Clínica

Manual de Contagem de Hidratos de Carbono na Diabetes Mellitus para profissionais de saúde – Normas de Orientação Clínica

As fibras pertencem ao grupo dos HC, mas não são digeridas e absorvidas (pelo menos na sua estrutura original e na totalidade), não sendo, por isso, consideradas na contagem de HC. Na TCA, bem como na rotulagem dos alimentos comercializados em Portugal, as fibras são consideradas separadamente, não estando incluídas no total de HC, ao contrário de algumas publicações internacionais em que o teor de fibras é considerado no total de HC do alimento. Nestas situações, a literatura aponta para descontar metade da quantidade de fibras no total dos HC dos respetivos alimentos. Estudos referem uma influência das fibras na diminuição da resposta glicémica apenas em consumos diários superiores a 50 g. No entanto, existem evidências dos seus benefícios na melhoria do risco cardiovascular, pelo que a ingestão de fibras deverá ir no mínimo ao encontro das recomendações para a população em geral.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

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Durante a pesquisa, foram entrevistados dois Agentes de Acompanhamento de Gestão Escolar que orientam as escolas objeto da pesquisa para verificar quais são as percepções dos [r]

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A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

A PRODUÇÃO DA SAÚDE E A POPULAÇÃO DO CAMPO: UMA EXPERIÊNCIA NO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA EM PERNAMBUCO – BRASIL

Outro aspecto relevante ao cotidiano foi a alimentação, pois as atividades realizadas aos fins de semana intensificava as vivências, onde os residentes dormiam na casa dos assentados, a fim de trocar experiências fora da realização das atividades e também presenciar o modo de vida, ser e estar no mundo como camponês. Foi possível observar “alimentação pouco variada, sem consumo de frutas, verduras, legumes naturais, mesmo que o acesso aconteça pelas feiras do município e outros próximos dali, para produção, compra e comercialização ”. (Relatoria nº 10) 12 . Em algumas casas, havia muita utilização de temperos prontos, miojo e carnes com gordura, frango e peixes fritos no café-da-manhã, no discurso de que a comida tem que ser forte e ter sustento, se não, não consegue trabalhar (Relatorias nº 20, 21, Diário de campo nº 22 e 26) 12 .
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Sombreamento de cafeeiros durante o desenvolvimento das gemas florais e seus efeitos sobre a frutificação e produção.

Sombreamento de cafeeiros durante o desenvolvimento das gemas florais e seus efeitos sobre a frutificação e produção.

CARELLI et al. (2001) observaram redução na produção acumulada de dois anos em condições moderadas de sombreamento (50% e 30%). Em condições de sombreamento natural, LUNZ (2006) encontrou maiores produtividades de café consorciados com seringueiras em Piracicaba, SP, até um limite de 70% de irradiância. No México, SOTO-PINTO et al. (2000) não observaram redução na produtividade de café por planta até um limite de 50% de sombreamento. Sistemas de cultivos arborizados e consorciados com atenuações de, aproximadamente, 20% de radiação solar global não produziram efeitos negativos na produção de café (PEETERS et al., 2002; PEZZOPANE, 2004). Por outro lado, MORAIS et al. (2006) comprovaram que o sombreamento excessivo em períodos prolongados, reduz significativamente a produção.
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COLAGEM DE JUNTA DE MADEIRA COM ADESIVO EPÓXI

COLAGEM DE JUNTA DE MADEIRA COM ADESIVO EPÓXI

umidade da madeira a ser trabalhada é importante, uma vez que esse material varia suas dimensões em função da quantidade de água de saturação presente nas fibras da madeira. Properzi et al. (2003) estudaram os efeitos da umidade da Madeira Beech (Fagus sylvatica) colada com os adesivos à base de poliuretanos, de fenol-resorcinol-formaldeído e melanina-uréia-formaldeído, nos teores de umidade de 12% e 22%. Para 12% de umidade todos os adesivos alcançaram à resistência padrão em poucas horas de prensagem; para a colagem com teor de umidade de 22%, a resistência aumentou de acordo com o tempo de prensagem e, o adesivo a base de poliuretanos chegou à resistência padrão mais rápido seguido pelo fenol-resorcinol e depois pela melanina-uréia-formaldeído. A norma brasileira, NBR 7190 (1997), específica à umidade de 12% como referência para a realização de ensaios e valores de resistência nos cálculos. Vale destacar que a umidade apresenta grande influência na densidade da madeira.
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE LOURO PIRARUCU (Licaria canella (Meissn.) Kosterm.).

- Lauraceae), conduziu-se um ensaio em viveiro na Reserva Florestal Adolfo Ducke. As sementes foram colocadas para germinar em caixas de madeira contendo areia lavada como substrato e [r]

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Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

Transmissão de informação: comunicação entre profissionais de saúde e entre instituições prestadoras de cuidados, sobre identificação e informações do estado de saúde do doente, sempre[r]

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