Top PDF Maculopatia solar - Relato de seis casos

Maculopatia solar - Relato de seis casos

Maculopatia solar - Relato de seis casos

Atualmente acredita-se que a ma­ culopatia solar é causada por lesão fotoquímica, como efeito direto da estimulação eletromagnética nas es­ truturas oculares. A Física de Partícu­ las explica que quanto menor o com­ primento de onda, maior a energia do fóton inerente a esta onda. A radiação torna-se lesiva quando sua energia so­ brepuja as defesas oculares. Normal­ mente a córnea filtra comprimentos de onda menores que 300nm e o cristali­ no, de 300 a 400nm. A melanina e substâncias anti-oxidantes do epitélio pigmentado retiniano protegem-no dos defeitos lesivos dos radicais livres liberados durante a exposição solar.
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Prurido do traje de banho: relato de seis casos no Sul do Brasil.

Prurido do traje de banho: relato de seis casos no Sul do Brasil.

Apesar de não ter sido identificado nos locais dos acidentes o agente mais provável da dermatite (larvas plânulas), uma colônia viva de L. unguiculata foi observada na Reserva do Arvoredo (Florianópolis, SC) em 2001. O local dista cerca de 80 km da região onde foram observados os casos descritos e o ano de 2001 foi o da observação do maior número de casos deste trabalho. A colônia observada em Florianópolis ainda está em cultivo no Instituto de Biociências da USP-SP (AC Morandini: comunicação pessoal, 2004). Os casos apresentados neste relato são típicos, em bases epidemiológicas e clínicas: todos os casos iniciaram no momento dos banhos de mar; a maioria dos casos ocorreu em crianças, possivelmente por permaneceram um período de exposição maior dentro da água que os adultos e a dermatite se manifestou por pápulas eritematosas extremamente pruriginosas sob as vestes de banho. Estes são os primeiros seis casos relatados na Região Sul do Brasil, mostrando dessa forma, a presença da dermatite, e evidenciando com isso implicações clínicas e terapêuticas para os médicos que atuam nas áreas litorâneas do país.
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Tratamento de hepatite C crônica em pacientes não respondedores, com a associação interferon peguilado, ribavirina e talidomida: Relato de seis casos

Tratamento de hepatite C crônica em pacientes não respondedores, com a associação interferon peguilado, ribavirina e talidomida: Relato de seis casos

A infecção pelo vírus da Hepatite C (HCV) representa um importante problema de saúde pública no mundo, estima-se que mais de 170 milhões de pessoas estejam infectadas. Relatamos o encontro de 6 pacientes não respondedores à associação de Interferon Peguilado e Ribavirina que negativaram seu PCR–RNA após a associação com talidomida. Trata-se do primeiro relato desta associação no tratamento da hepatite C encontrado na literatura.

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Dieta cetogênica para epilepsia intratável em crianças e adolescentes: relato de seis casos.

Dieta cetogênica para epilepsia intratável em crianças e adolescentes: relato de seis casos.

A introdução da DC exigia uma inter- nação de no mínimo cinco dias, realizada após a verificação dos resultados dos exa- mes de triagem. Os autores adotaram o recurso de manter o paciente em jejum até o aparecimento de cetose plena (detectada através de cetonúria no grau 4+). Durante o jejum, o paciente foi mantido com hidra- tação intravenosa sem glicose em dois ter- ços da taxa hídrica plena e monitorado com aferição dos sinais vitais e medição da glicemia capilar e cetonúria a cada seis ho- ras. Uma vez ao dia, enviavam-se ao labora- tório amostras para a glicemia, eletrólitos, ácido úrico, uréia e creatinina, amino- transferases hepáticas e exame de urina. Uma vez instalada a cetose plena, a DC era iniciada. As refeições foram introduzidas em volumes progressivos, 1/3 do volume no primeiro dia, 2/3 no segundo dia e volume total no terceiro dia. Para facilitar a prepara- ção da dieta no hospital, os autores optaram por fornecer apenas a gemada (contendo creme de leite com teor de lipídios de 35%, ovo e triglicerídios de cadeia média) nas três refeições diárias 17 . Durante a internação, a
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Polineuropatia associada a hipotireoidismo em cães: Relato de seis casos

Polineuropatia associada a hipotireoidismo em cães: Relato de seis casos

Seis Dobermans Pinscher, entre seis e oito anos de idade, foram encaminhados ao Hospital Veterinário da Faculdade de Ciências Veterinárias da Universidade de Buenos Aires. O exame neurológico revelou tetraparesia com incapacidade para andar, diminuição do tono muscular e de reflexos miotáticos em todos os cães. Os níveis de colesterol, creatina quinase e fosfatase alcalina encontravam-se de moderada a acentuadamente elevados. As velocidades de condução nervosa do nervo tibial estavam diminuídas em todos os cães. Os níveis séricos basais de T4 livre e TSH foram determinados por radioimunoensaio e, embora os valores de T4 livre estivessem dentro dos limites de normalidade, em todos os cães o TSH estava elevado.
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Automutilação ocular: relato de seis casos de enucleação ocular.

Automutilação ocular: relato de seis casos de enucleação ocular.

o relato de Bergman, cerca de 85 casos de automutilação ocular grave foram relatados na literatura médica. Desse total, 55 (64%) eram tentativas de auto-enucleação, sendo que 46 delas (83%) foram completadas. Destas 46, quinze (32%) referiam-se a auto- enucleações bilaterais e quatro das tentativas referiam-se a auto- enucleações bilaterais que resultaram na perda de apenas um dos olhos. Em 64 do total de 85 casos revisados havia referência ao sexo do paciente: 38 (59%) homens e 26 (41%) mulheres. Em relação aos diagnósticos, 37 (43%) dos 85 casos não traziam referências quanto ao diagnóstico psiquiátrico subjacente. Dos outros 58 casos restantes, 29 (50%) eram diagnosticados como esquizofrênicos, 13 casos (22%) envolviam abuso de drogas (des- ses 13 casos, 12 apresentavam co-morbidade com esquizofre- nia), 6 (10%) referiam-se a casos de retardo mental, além de 2 (3%) pacientes em fase maníaca e 3 casos (5%) com diagnóstico de intoxicação aguda por álcool. Os casos restantes apresentavam uma grande variedade de diagnósticos, a maioria dos quais não
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UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES MATERIAIS DE RECONSTRUÇÃO EM FRATURAS DO ASSOALHO DE ÓRBITA: RELATO DE SEIS CASOS

UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES MATERIAIS DE RECONSTRUÇÃO EM FRATURAS DO ASSOALHO DE ÓRBITA: RELATO DE SEIS CASOS

Casos de fraturas de soalho de órbita, bilaterais, sem o envolvimento de outras injúrias faciais, são considerados raros e muito incomuns. Swinson et al. (2004) relatam três casos, em que destacam a atenção para a avaliação e a reconstrução desse tipo de fratura, pois há dificuldades no correto diagnóstico de enoftalmia, diplopia e simetria e, conseqüentemente, na conduta cirúrgica adotada, visto que não há referencial do lado contralateral. Vários autores concordam que, em fraturas orbitárias com grande deslocamento, blowout ou que existam pequenos fragmentos, com sinais clínicos presentes, os recursos imaginológicos obtidos pela TC são favoráveis para o correto diagnóstico e plano de tratamento ( FREUND et al., 2002; MCCANN et al., 2000; OLIVEIRA, 1998; TANAKA et al., 2003; TANRIKULU; EROL, 2001).
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Aspectos clínicos e epidemiológicos das neoplasias e hiperplasias mamárias em cadelas e gatas – relato de seis casos

Aspectos clínicos e epidemiológicos das neoplasias e hiperplasias mamárias em cadelas e gatas – relato de seis casos

A Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais (CCPA) localiza-se no Hospital de Medicina Veterinária Prof. Renato Rodemburg de Medeiros Neto, na cidade de Salvador, Bahia. Esta dispõe de dois consultórios com modelo padrão (Figura 6), contendo mesa, cadeiras, mesa de atendimento de inox, armários, bancada com lavatório e instrumentos médicos veterinários, para realização de consultas, bandagens, retirada de pontos e algumas coletas de material biológico; uma sala de pré e pós-operatório (Figura 7), dispondo de seis mesas de atendimento de inox, maca, mesas de madeira, cadeiras, computadores e instrumentos médicos veterinários , onde era possível colocar o acesso venoso no paciente antes de entrar no centro cirúrgico, e monitoramento dos pacientes no pós-cirúrgico ; dois vestiários, sendo um masculino e um feminino (Figura 8), com armários, prateleiras e banheiros; corredor de acesso ao centro cirúrgico, onde contém um lavatório de mãos e prateleiras com material cirúrgico disponível (Figura 9); e três salas cirúrgicas com modelo padrão (Figura 10), onde as cirurgias eram agendadas e realizadas na sala que tivesse disponível no momento. Esta continha todo o material necessário para os procedimentos cirúrgicos e para anestesia do paciente.
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Prevalência das manifestações clínicas iniciais da granulomatose de Wegener no Brasil: relato de seis casos e revisão da literatura.

Prevalência das manifestações clínicas iniciais da granulomatose de Wegener no Brasil: relato de seis casos e revisão da literatura.

Objetivos: Descrever as manifestações clínicas iniciais da Granulomatose de Wegener (GW) diagnosticada no Brasil. Pacientes e Métodos: Análise retrospectiva de seis prontuários do Serviço de Reumatologia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), assim como a realização de um levantamento bibliográico dos casos de GW descritos no Brasil obtidos dos bancos de dados LILACS, SciELO e MEDLINE. Resultados: O estudo identiicou 49 pacientes; 15 (31%) do sexo masculino e 34 (69%) do sexo feminino. A forma sistêmica ocorreu em 35 pacientes (73%): 28 adultos, cinco crianças e dois adolescentes. A doença limitada ocorreu em 13 adultos e uma criança. A média da idade adulta no início da doença foi de 42,2 anos (18 a 65 anos). O quadro clínico agudo, com sintomas há menos de três meses do diagnóstico, ocorreu em 41% (20/49) da casuística e a forma insidiosa, em 59% (29/49) dos pacientes. A prevalência das manifestações clínicas iniciais nos adultos com doença sistêmica (n = 28) foi 64% (18/28) das vias aéreas superiores (VAS), 36% (10/28) pulmonares, 18% (5/28) renais, 25% (7/28) oculares, 11% (3/28) cutâneas, 25% (7/28) musculoesqueléticas e 7% (2/28) neurológicas. Na forma limitada do adulto (n = 13), os sintomas prevalentes foram 84% (11/13) VAS, 23% (3/13) oculares e 15% (2/13) pulmonares. Conclusão: No Brasil, a prevalência das manifestações clínicas iniciais da GW foi semelhante aos resultados da literatura. A falta de especiicidade dos sintomas pode retardar o diagnóstico na forma insidiosa da doença e aumentar a morbimortalidade das formas agudas.
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Trombose séptica do seio cavernoso: relato de seis casos.

Trombose séptica do seio cavernoso: relato de seis casos.

seio cavernoso possui conexões avalvulares com várias estruturas do encéfalo, facilitando a propagação da hipertensão venosa, trombose e infecção. Portanto, a terapia adjuvante deve incluir: 1- medidas gerais no controle da PIC; 2- uso de manitol; 3- entubação e ventilação mecânica na busca de níveis ideais de PaCO2; 4- anticonvulsivantes; 5- dexametasona, especialmente recomendada em casos severos ou sem resposta à antibioticoterapia, podendo ainda reduzir a incidência de insuficiência adrenal aguda e reduzir a congestão orbitária 22,30,31 .

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Paraqueratose granular: relato de seis casos em crianças.

Paraqueratose granular: relato de seis casos em crianças.

destacadas, deixando diminutas áreas de depressão na base das lesões, visíveis a olho nu, facilitando o diagnóstico clínico. Cinco dos casos aqui apresenta- dos foram tratados com ácido salicílico, em concen- trações que variaram de três a 5%, havendo desapa- recimento total das lesões em alguns dias. O uso de queratolíticos clássicos, como o ácido salicílico, parece ser suficiente para o desaparecimento com-

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Crises glaucomatociclíticas. Relato de seis casos

Crises glaucomatociclíticas. Relato de seis casos

Um paciente de 38 anos, masc uli­ no, branco, procurou a clínica priva­ da de um dos autores (RFSM) em ja­ neiro de 1 985 com hiperemia, dor e diminuição da acuidade visual (A V) do olho direito (OD) há 24 horas. Não tinha antecedente de episódios semelhantes. Referia hipertensão ar­ terial crônica. Apresentava A V cor­ rigida no OD de 20/40 e no olho es­ querdo (OE) de 20/20. À biomicros­ copia observava-se no OD uma hipe­ remia conjuntival com discreta inje­ ção ciliar, na face posterior da cór­ nea havia um fuso de Krukenberg e cerca de dez precipitados brancona­ carados de bordas crenadas no terço inferior da face posterior da córnea. A câmera anterior era profunda, com "fiare" importante e sem células. A pupila era fotorreagente, a ms apre­ sentava arquitetura normal e o cris­ talino estava transparente. O OE apresentava fuso de Krukenberg na face posterior da córnea, sem outras anormalidades. Foram medidas pres­ sões intra-oculares (PIO) de 55mmHg no OD e 15mmHg no OE. A fundoscopia era normal. Foi medi­ cado com colmos de esteróide, ci­ cloplégico e maleato de timolol no OD e inibidor da anidrase carbônica sistêmico. Em dois dias o paciente estava assintomático, com AV corri­ gida de 20/25 e PIO de 18mmHg no OD e l lmmHg no OE. Cinco dias após o início da crise s6 havia seis precipitados na face posterior da córnea do OD e um "fiare" e "Tyndall" muito discretos na câmara anterior (CA). A PIO era de 20mmHg no OD e l lmmHg no OE. Foram mantidos apenas colmos de esteróide e midriático. Em doze dias desapareceram os precipitados ceráticos e a medicação foi suspensa. A partir de então as pressões se mantiveram abaixo de 2 1 mmHg e simétricas em ambos os olhos (AO). A gonioscopia mostrou ângulo mdo­ corneano aberto em 3602 com bas­ tante pigmento em AO. O disco óp­ tico apresentava escavação de
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Alopecia frontal fibrosante: relato de seis casos.

Alopecia frontal fibrosante: relato de seis casos.

Paciente do sexo feminino, fototipo IV, de 56 anos, com queda de cabelos há três anos. Referia ini- cialmente rarefação mais pronunciada em região tem- poral, mas há um ano havia piorado na região frontal, poupando pequena faixa onde costumava ser sua linha frontal. Relatava menopausa há cinco anos, sem reposição hormonal. Já havia realizado duas biópsias em outro serviço com laudo de alopecia cicatricial, tendo sido tratada como foliculite com antibióticos sistêmicos sem melhora e com progressão do quadro. Referia ter notado rarefação de sobrancelhas há seis anos, quando foi realizada tatuagem com o objetivo de maquiagem definitiva na região. Na investigação complementar apresentava hemograma e TSH nor- mais, e FAN positivo 1/80. Ao exame observaram-se rarefação da pilificação marginal temporofrontal (Figura 4A), com progressão discreta para região occi- pital, e rarefação bilateral de pêlos nas sobrancelhas. Foi iniciada cloroquina 250mg/dia via oral e solução alcoólica de minoxidil a 5%; após cinco meses de seguimento o quadro pareceu estável em compara- ções fotográficas, e a paciente estava satisfeita com a evolução.
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Paraqueratose granular: relato de seis casos em crianças

Paraqueratose granular: relato de seis casos em crianças

tos, caracterizada por pápulas e placas hiperqueratósicas nas áreas intertriginosas. Os autores descrevem seis casos de paraqueratose granular em crianças. Um paciente apresentava lesões nas regiões glúteas, dois em ambas as axilas e região cervical (apresentações inéditas na literatura). Três pacientes apresentavam lesões em pregas inguinais. Realizam também revisão da literatura e dis- cutem a possível etiologia dessa rara dermatose.

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Tinea nigra: relato de seis casos no Estado do Paraná.

Tinea nigra: relato de seis casos no Estado do Paraná.

Considerada doença de climas tropicais, a TN foi primeiramente observada no Brasil, no Estado da Bahia, por Alexandre Cerqueira em 1891. Castro Pinto Cerqueira relata casos em 1916. Em 1921, Parreira Horta isola o fungo, denominando-o Cladosporium werneckii em home- nagem a Werneckii Machado, dermatologista brasileiro. Em 1970 Von Arx, com base em estudos de conidogênese, modifica o nome do fungo para Exophiala wernekii. Mc Ginnis e cols., em 1985, propuseram um novo gênero para o fungo, denominando-o Phaeoannellomyces wernekii. 1,2,3

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Meningoencefalite na fase aguda do sarampo : relato de seis casos.

Meningoencefalite na fase aguda do sarampo : relato de seis casos.

Em 1997, uma epidemia de sarampo eclodiu no Estado de São Paulo com 57 625 casos suspeitos notificados dos quais 20 950 confirmados com sorologia específica para sarampo. Neste período, 697 casos suspeitos foram atendidos no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, dos quais 467 confirmados.

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Ameloblastoma: uma análise clínica e terapêutica de seis casos.

Ameloblastoma: uma análise clínica e terapêutica de seis casos.

dos demonstram que quando o tumor é percebido pela própria pessoa ou pelo profissional, já se apresenta um volume con- siderável. Outro grande empecilho é que, em muitos casos, os pacientes percebem a tumorac¸ão de consistência óssea, mas acabam por procurar atendimento médico depois de algum tempo de evoluc¸ão, que pode chegar a anos depois. Nessa série de casos todos os pacientes eram pessoas de baixa classe social e com dificuldades de acesso aos servic¸os de saúde. Por isso, eram tumores com maior tempo de evoluc¸ão e, por- tanto, de grandes dimensões. Houve relato de infiltrac¸ão de tecidos moles adjacentes, que pode ocorrer em tumores mais volumosos. 1 Um desses casos até teve um tempo de evoluc¸ão
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Maculopatia tóxica por antimaláricos: detecção pela tomografia óptica espectral de alta resolução: relato de casos.

Maculopatia tóxica por antimaláricos: detecção pela tomografia óptica espectral de alta resolução: relato de casos.

Paciente 1 - M.P.C., 57 anos de idade, portadora de artrite reumatóide, usou cloroquina por seis anos. Interrompera o uso da medicação havia dois meses por baixa visual impor- tante e insidiosa em cada olho, principalmente à esquerda. A dose acumulada estimada total de cloroquina excedia 600 g. Ao exame, acuidade visual corrigida de 20/60 e 2/200 no olho direito (OD) e no olho esquerdo (OE), respectivamente. A fun- doscopia mostrava mobilização do EPR macular, mas o típico aspecto em “olho de boi” foi visto somente à angiofluorescei- nografia. Campimetria visual computadorizada Humphrey 24-2 e 10-2 revelava importante perda difusa da sensibilidade e escotoma central profundo no olho direito (exame não con- fiável no olho esquerdo pela fixação ruim). “Scans” transver- sais da região macular mostravam diminuição difusa da espes- sura macular, principalmente por hipotrofia da retina externa.
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Coriorretinite esclopetária: relato de casos.

Coriorretinite esclopetária: relato de casos.

Neste relato, os três casos foram vítimas de projétil de arma de fogo atingindo a órbita. No primeiro, houve transecção total do nervo óptico; nos demais, os fragmentos ósseos comprimiram o canal óptico, contribuindo para a baixa de visão. Foi tentada pulsoterapia com corticóide, no intuito de melhorar a acuidade visual nos olhos que apresentaram com- pressão do nervo, no entanto sem bom sucesso.

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