Top PDF MODELO DE INCREMENTO PARA ÁRVORES SINGULARES – Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez

MODELO DE INCREMENTO PARA ÁRVORES SINGULARES –  Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez

MODELO DE INCREMENTO PARA ÁRVORES SINGULARES – Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez

No setor florestal, os modelos de crescimento e incremento são utilizados para predizer o crescimento de uma árvore, de um povoamento ou de uma floresta. Nas florestas heterogêneas e de várias idades do Rio Grande do Sul, modelos de árvores individuais são apropriados. O presente trabalho foi estabelecido para contribuir para a formulação de um modelo de incremento de uma espécie da Floresta Estacional Decidual do Rio Grande do Sul: a Nectandra megapotamica. A coleta de dados foi realizada no distrito de Vale Vêneto, próximo a Santa Maria, nos anos de 1994 e 1997. A vegetação foi classificada em diferentes estágios sucessionais e nesses estágios, instaladas unidades amostrais permanentes (uap). Em cada uap, todas as árvores com DAP ≥ 5 cm foram identificadas, numeradas e medidas. Adicionalmente, a posição sociológica e variáveis do sítio foram estimadas. Em cada uap, calcularam-se a área basal individual, área basal por ha e área basal das árvores maiores que a concorrida (BAL). Em seguida, estabeleceram-se funções de crescimento utilizando o procedimento stepwise. A fórmula geral do modelo é: Incremento (g/ano) = f (Dimensões, Concorrência, Sítio). O melhor modelo para Nectandra megapotamica é: ICA = 0,002084 + 0,000001039 x DAP² – 0,0003498 x Degradação – 0,000375 x P.S. – 0,00000904 x Pedregosidade – 0,0000103 x BAL. Palavras-chave: modelo de incremento para árvores singulares; Nectandra megapotamica.
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RELAÇÃO ENTRE ALONGAMENTO ANUAL DA COPA E O INCREMENTO DIAMÉTRICO DE ÁRVORES SINGULARES DE Cedrela fissilis (Vell).

RELAÇÃO ENTRE ALONGAMENTO ANUAL DA COPA E O INCREMENTO DIAMÉTRICO DE ÁRVORES SINGULARES DE Cedrela fissilis (Vell).

O crescimento da copa é uma variável pouco conhecida no campo florestal. Esta estrutura fotossintética tão importante para o crescimento da árvore encontra-se em um nível de difícil acesso para o manejador florestal e, portanto, pouco se conhece sobre seu desenvolvimento. Assim, o objetivo dessa pesquisa foi modelar o alongamento anual da copa utilizando como variável independente o incremento corrente anual em diâmetro do tronco de Cedrela fissilis. Utilizando 22 árvores singulares determinou-se o alongamento anual da copa e o incremento corrente anual em diâmetro no período de oito anos. Demonstrou-se que o desenvolvimento da copa esta relacionado com o incremento diamétrico (r=0,53; p<0,0001), entretanto, para estimar o alongamento anual da copa com maior precisão, o modelo linear misto também incluiu o diâmetro a altura do peito e a altura comercial, que explicou 70% da variação total do alongamento do galho por classe de altura total.
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Competição assimétrica e o incremento diamétrico de árvores individuais de Cedrela odorata L. na Amazônia ocidental.

Competição assimétrica e o incremento diamétrico de árvores individuais de Cedrela odorata L. na Amazônia ocidental.

Uma das possibilidades de modelar o incremento em diâmetro de uma árvore é utilizando um modelo composto ou a abordagem de modelagem potencial/modificado (Hasenauer 2006). O modelo composto descreve o incremento em função de variáveis de atributo da árvore como a morfometria da copa, espaço de crescimento e disponibilidade de luz solar. Essas variáveis são consideradas ponto de partida para a descrição matemática do crescimento de árvores (Wykoff 1990; Choi et al. 2001). Por outro lado, o modelo potencial/ modificado considera que o crescimento de uma árvore é o resultado do produto de seu crescimento potencial com uma porção reduzida do crescimento denominada de função modificada (Holdaway 1984). A função modificada representa o crescimento das árvores sob o efeito da competição que reduz o crescimento potencial (máximo) para o crescimento esperado (Leary e Holdaway 1979; Quicke et al. 1994). A interação entre árvores (aqui referida como competição ou concorrência) é um fator importante no campo florestal; entretanto, definir
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O crescimento da Nectandra megapotamica Mez., em floresta nativa na depressão central do Estado do Rio Grande do Sul.

O crescimento da Nectandra megapotamica Mez., em floresta nativa na depressão central do Estado do Rio Grande do Sul.

Este trabalho foi realizado com o objetivo de estudar o crescimento em diâmetro, volume comercial, fator de forma comercial e incremento corrente anual do volume comercial em porcentagem (ICA%) para duas árvores dominantes de canela- preta (Nectandra megapotamica), em uma Floresta Estacional Decidual, localizada no município de Santa Maria na depressão central do Estado do Rio Grande do Sul. Os dados foram obtidos mediante análise de tronco e as tendências de crescimento em diâmetro, volume comercial, fator de forma e ICA%, foram ajustados com a utilização dos modelos de Mitscherlich & Sontag (1982), Backman (1943), Richards (1959), e um modelo parabólico do segundo grau. O ajuste dos modelos indicou que, para as variáveis diâmetro e volume comercial, o melhor modelo foi o de Mitscherlich & Sontag, para a árvore 1,sendo que, para a árvore 2, o modelo de Richards apresentou melhor ajuste. Para o incremento corrente anual do volume comercial em porcentagem, o melhor modelo foi o de Backmam, sendo o modelo parabólico, o de melhor ajuste para o fator de forma comercial.
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RESULTADOS E DISCUSSÃO Análise dos fatores climáticos

RESULTADOS E DISCUSSÃO Análise dos fatores climáticos

Esse fato foi também relatado por Maria (2002), em estudo da periodicidade de crescimento em que foi verificado que a redução da taxa do incremento ocorria geralmente a partir de março a abril, particularmente para Cedrela fissilis, Copaifera langsdorffii, Centrolibium tomentosum, Tabebuia serratifolia, Balfourodendrum riedelianum e Cariniana estrellensis. Inferindo esses resultados, ao efeito da diminuição e/ou cessação da atividade cambial decorrente do início de déficit hídrico, da precipitação pluviométrica e das temperaturas mais baixas que antecediam o início do inverno.
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CRESCIMENTO DE Pinus elliottii ENGELM SOB DIFERENTES INTENSIDADES DE DESBASTE GROWTH OF Pinus elliottii ENGELM UNDER DIFFERENT THINNING INTENSITY

CRESCIMENTO DE Pinus elliottii ENGELM SOB DIFERENTES INTENSIDADES DE DESBASTE GROWTH OF Pinus elliottii ENGELM UNDER DIFFERENT THINNING INTENSITY

Alguns autores que estudaram o comportamento da curva de crescimento da área basal mediante várias densidades populacionais, como Pienaar que, em 1965, demonstrou a assíntota do crescimento em área basal como uma constante para uma larga faixa de altas densidades. Entretanto, segundo REINSTORF (1970), outros experimentos não forneceram claras indicações de que os resultados obtidos por Pienaar possam ser aplicados a outros projetos. Neste sentido, cita o projeto Border que apresentou um crescimento em área basal, para povoamento com 3.000 árv/ha, 14% superior ao de um povoamento com 1.000 árv/ha e, não houve demonstração de que as curvas tendessem para o mesmo valor de assíntota. O mesmo autor, com base em experimentos de desbaste em Pinus, concluiu que o incremento em área basal relacionou-se estreitamente com a densidade, sendo maior nos povoamentos com alta densidade, e que a idade do ponto de máximo incremento em área basal aumentou com a diminuição da densidade. Da mesma forma, observou que o diâmetro médio no momento do culmínio do incremento em área basal era inversamente proporcional a densidade, ou seja, quanto maior a densidade, menor o diâmetro médio.
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Efeito da silvicultura pós-colheita na população de Lecythis lurida (Miers) Mori em uma floresta de terra firme na Amazônia brasileira.

Efeito da silvicultura pós-colheita na população de Lecythis lurida (Miers) Mori em uma floresta de terra firme na Amazônia brasileira.

Foram estabelecidos sete tratamentos, cujo delineamento foi inteiramente ao acaso. Cada tratamento teve quatro repetições. Entretanto, na análise do presente estudo foram utilizadas apenas três repetições do Tratamento 6 (T6), pois em uma das repetições deste tratamento só havia duas árvores da espécie e uma delas morreu em 2009, por isso a repetição foi retirada das análises. Dos sete tratamentos, seis sofreram exploração de impacto reduzido, o que já é considerado um tratamento, pois a exploração por si só causa aberturas e modificações nos dosséis. A área total do experimento é de 700 ha, distribuídos em 6 UT (Unidade de Trabalho) na UPA 07 (Unidade Produção Anual) e 8 UT na UPA 08, da Área de Manejo Florestal - AMF da Fazenda Rio Capim. Cada UT foi dividida em quadrantes (quatro parcelas quadradas de 25 ha), que constituem as repetições dos tratamentos, onde foram realizados os tratos silviculturais. Cada repetição de 25 ha tem uma bordadura de 4,75 ha (25 m para cada lado). A área efetiva no centro da repetição tem, desta forma, 20,25 ha (450 m x 450 m). Portanto, a área experimental efetiva é de 567 ha.
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Um modelo alternativo para a quantificação de multiprodutos em árvores individuais.

Um modelo alternativo para a quantificação de multiprodutos em árvores individuais.

Para ajuste dos modelos de taper foram cubadas 84 árvores na idade de 9 anos. A cubagem foi realizada pelo método de Smalian, medindo-se nas alturas 0,1; 0,5; 1,0; 2,0; 4,0; 6,0 m, e assim sucessivamente até cerca de 4 cm de diâmetro do fuste com casca. A distribuição de freqüência das árvores empregadas na cubagem é apresentada no Quadro 1.

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Morfologia do fruto, da semente e morfo-anatomia da plântula de Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke (Lamiaceae).

Morfologia do fruto, da semente e morfo-anatomia da plântula de Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke (Lamiaceae).

O fruto, seguindo a classificação de Barroso et al. (1999), enquadra-se no tipo nuculânio, por apresentar pericarpo de consistência carnosa (Fig. 2A) e endocarpo lenhoso (pirênio) (Fig. 2B). Porém, considerando a revisão dos tipos de frutos realizada por Spjut (1994), nota-se que o termo nuculânio pode gerar confusão por ter sido utilizado por vários autores com diferentes definições. Portanto, prefere-se utilizar para o fruto de V. megapotamica o termo drupa, definido por Spjut (1994) como fruto com pericarpo carnoso com um ou mais de um pirênio.

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Carlos Mario Tadeu Jean R Ávore

Carlos Mario Tadeu Jean R Ávore

O período de máximo crescimento do tronco das árvores, à exceção de maio de 2006, pode ser relacionado aos altos níveis de precipitação e temperatura e ao baixo déficit de pressão de vapor (Tabela 1; Figura 4), ao estádio fenológico das árvores (copa formada, folhas maduras com limbo expandido) e à disponibilidade de água no solo (Figura 3) e de horas de luz/dia, com o aumento da taxa de fotossíntese. Nesse período, os hormônios e carboidratos, ao deslocarem-se no sentido descendente do tronco pelo floema, induziram maior taxa de divisão das células cambiais, com o consequente aumento do crescimento do tronco.
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INCREMENTO EM ÁREA BASAL DE ÁRVORES DE UMA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL, EM TRÊS FASES SUCESSIONAIS, NO MUNICÍPIO DE SANTA TEREZA, RS

INCREMENTO EM ÁREA BASAL DE ÁRVORES DE UMA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL, EM TRÊS FASES SUCESSIONAIS, NO MUNICÍPIO DE SANTA TEREZA, RS

IPAg ,703 ,625 ,560 ,036 ,320 -,466 -,595 -,587 -,037 -,465 -,200 1,000 Analisando-se a correlação para a floresta como um todo, descrita na Tabela 4, verificou-se que a melhor correlação com a variável resposta foi a variável cap96. As variáveis %copa, GES, SAN e ES obtiveram correlações simples não-significativas a 99,9% de probabilidade. Convém ressaltar a fraca correlação existente entre IPAg e GES, indicando que, na Floresta Estacional Decidual da área de estudo, o padrão de crescimento das árvores, em termos de área basal, independe diretamente do estágio sucessional em que se encontram.
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UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA NÍVEL MESTRADO BRUNA TREVISO CENCI

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS UNIDADE ACADÊMICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA NÍVEL MESTRADO BRUNA TREVISO CENCI

A área selecionada para a coleta de amostras ocorreu numa área de FOM madura, na porção central da FLONA – SFP (Figura 6). As árvores amostradas estavam distribuídas numa área de aproximadamente 0,33 hectares, com coordenada central SIRGAS 2000 29°25'51.71"S e 50°23'35.22"O. Nesta área foram amostradas 25 árvores adultas de A. angustifolia selecionadas com base nos seguintes critérios: árvores que foram amostradas num estudo dendrocronológico prévio (OLIVEIRA, ROIG; PILLAR, 2010) e outras de menor diâmetro, para representar árvores mais jovens que as consideradas naquele estudo. De cada indivíduo registrou-se a coordenada geográfica com receptor GPS, mediu-se a altura total e a circunferência à altura do peito, e obteve-se duas amostras de secções transversais de tronco com uma sonda de Pressler (figura 7) (ROSS; BRASHAW; PELLERIN; 1998; LEDB, 2005). Os orifícios das sondagens foram vedados superficialmente com cera de abelha, a fim de reduzir a chance de infecção por patógenos e artrópodes.
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DINÂMICA DO ESTOQUE DE CARBONO EM FUSTE DE ÁRVORES DE UMA FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL.

DINÂMICA DO ESTOQUE DE CARBONO EM FUSTE DE ÁRVORES DE UMA FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL.

Souza et al. (2011), em estudo realizado em dois fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, no período de 2002 a 2007, encontrou no fragmento em estágio médio de regeneração crescimento periódico médio igual a 0,14 toneladas por hectare por ano de carbono no fuste das árvores, valor bem inferior ao encontrado neste trabalho. Para o fragmento em estágio avançado, o crescimento periódico médio foi igual a 0,92 toneladas por hectare por ano de carbono no fuste das árvores.

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Problemas elípticos semilineares com potenciais singulares e ou não singulares

Problemas elípticos semilineares com potenciais singulares e ou não singulares

2 Problema el´ıptico semilinear sem potenciais singulares 3 2.1 Considera¸c˜oes iniciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 2.2 Resultado principal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 2.3 Identidade de Pohoˇzaev . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 2.3.1 Algumas consequˆencias da identidade de Pohoˇzaev . . . 11 2.4 M´etodo de minimiza¸c˜ao com v´ınculo . . . . . . . . . . . . . . . 14 2.5 Conclus˜ao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

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ESTIMAÇÃO DE UM MODELO DISCRIMINANTE PARA DIAGNÓSTICO DO ESTADO DE SAÚDE DE ÁRVORES

ESTIMAÇÃO DE UM MODELO DISCRIMINANTE PARA DIAGNÓSTICO DO ESTADO DE SAÚDE DE ÁRVORES

A necessidade de remoção de árvores, poda ou tra- tamentos fitossanitários pode ser detectada e quantificada ao avaliar-se a condição das árvores. Desta forma, a condi- ção é um fator importante na metodologia de avaliação mo- netária de árvores que segue diversas variáveis, como o fa- tor condição, agrupadas em uma equação matemática, e avaliação de árvores de risco que leva em consideração a condição da árvore e possíveis alvos do patrimônio público a privado que podem ser atingidos quando houver a queda da árvore ou de galhos (ARAUJO; ARAUJO, 2002).
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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

 Caminho simples que contém todas as arestas do grafo (e,. consequentemente, todos os seus vértices)[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

função recursiva, mais recursos de memória são necessários para executar o programa, o que pode torná-lo lento ou. computacionalmente inviável[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

 São TADs representados através de listas sequenciais.. (fixas) ou encadeadas (dinâmicas), em que a seguinte regra deve ser obedecida:.[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

duplamente encadeada com este valor caso o mesmo ainda não exista na lista, em ordem CRESCENTE, ou seja, sempre entre um nó contendo um valor menor e outro contendo um valor maior que[r]

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Estrutura de Dados para Tecnologia

Estrutura de Dados para Tecnologia

int *pi // variável “pi” é ponteiro para inteiro float *pc // variável “pc” é ponteiro para float char *xy // variável “xy” é ponteiro para caracter. unsigned long int *de [r]

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