Top PDF Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o Estado da Bahia, Brasil). Na Serra da Jibóia, foram registradas 13 espécies de novas ocorrências, sendo oito para a região Nordeste: Bazzania aurescens Spruce, Calypogeia peruviana Nees & Mont., Cephalozia crassifolia (Lindenb. & Gottsche) Fulford, Lepidozia cupressina (Sw.) Lindenb., Pallavicinia lyellii (Hook.) S.F. Gray, Plagiochilla diversifolia Lindenb. & Gottsche, Radula kegelli Gottsche ex Steph. e Riccardia fucoidea (Sw.) Schiffin., e cinco espécies referidas pela primeira vez para o Estado: Metzgeria albinea Spruce, Plagiochila gymnocalycina (Lehm. & Lindenb.) Mont., P. simplex (Sw.) Lindenb., Riccardia amazonica (Spruce) S.W. Arnell e Symphyogyna aspera Steph. Para cada espécie são fornecidos comentários taxonômicos, ecológicos e distribuição geográfica mundial e no Brasil, além de indicação de literatura contendo descrição e ilustração. Foram realizadas ilustrações para algumas espécies.
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Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil). Foram identificados 22 táxons de antóceros e hepáticas que são novas ocorrências para o Estado do Rio Grande do Sul (1 antócero e 21 hepáticas). Oito famílias e 15 gêneros pertencem à Marchantiophyta e um gênero e uma família à Anthocerotophyta. As famílias mais bem representadas são Lejeuneaceae, Aneuraceae e Metzgeriaceae. Neesioscyphus argillaceus (Nees) Grolle e Lejeunea cancellata Nees & Mont. tiveram sua distribuição geográfica ampliada. Estão sendo apresentadas ilustrações e distribuição geográfica para todos os táxons.
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Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Embora a abrangência territorial dos estudos já realizados, novas áreas estão sendo contempladas em projeto em andamento que objetiva tanto os aspectos florístico-taxonômicos, como biogeográficos, a exemplo da ARIE Serra do Orobó, em área adjacente à Chapada Diamantina. Assim, o presente artigo objetiva ampliar o conhecimento da biodiversidade dos ambientes serranos do Domínio Caatinga e, consequentemente, do estado da Bahia, através do registro de duas novas ocorrências de hepáticas folhosas, das quais uma está sendo registrada pela primeira vez para o Brasil.
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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Durante o inventário das hepáticas da Serra dos Carajás, foram identificadas quatro novas ocorrências para o estado do Pará: Frullania beyrichiana (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Frullania kunzei (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Symphyogyna aspera Steph. e Lophocolea leptantha (Hook. & Tayl.) Tayl. Esta última espécie, antes somente relacionada para as regiões Sudeste e Sul do Brasil, é nova ocorrência para o eixo Norte-Nordeste brasileiro. Cada espécie é acompanhada de comentários morfológicos, taxonômicos e ecológicos.
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Novas ocorrências de desmídias filamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de desmídias filamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) para o estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de desmídias fi lamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) do estado da Bahia, Brasil). As desmídias de hábito fi la- mentos são constituídas por fi lamentos de células relativamente curtos, que se dissociam com certa facilidade. O conhecimento destas algas no estado da Bahia é bastante escasso, até o momento, estando restrito a 13 táxons. O presente trabalho teve por objetivo realizar o inventário taxonômico dos gêneros fi lamentosos da família Desmidiaceae (Zygnematophyceae), de duas áreas de proteção ambiental, APA Rio Capivara e APA Lagoas de Guarajuba, município de Camaçari, a fi m de ampliar o conhecimento destes na Bahia. Foram analisadas 33 amostras coletadas de acordo com os métodos usuais empregados nos estudos de taxonomia de microalgas continentais. Foram identifi cados 15 táxons distribuídos em sete gêneros (Bambusina Kütz. ex Kütz, Desmidium C.Agardh ex Ralfs, Groenbladia Teiling, Hyalotheca Ehrenb. ex Ralfs, Onychonema Wallich, Spondylosium Bréb. ex Kütz. e Teilingia Bourr.), dos quais nove táxons constituem-se adições à fl ora de algas continentais da Bahia, aumentando o total de espécies conhecidas para 22.
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Novas referências de hepáticas (Marchantiophyta) da Floresta Nacional de Caxiuanã para o Estado do Pará, Brasil.

Novas referências de hepáticas (Marchantiophyta) da Floresta Nacional de Caxiuanã para o Estado do Pará, Brasil.

Mesmo com todos os extensivos levantamentos, a riqueza e diversidade da Amazônia têm se mostrado inesgotável. A exemplo, Lisboa & Ilkiu-Borges (1997) referiram 11 novas espécies para os estado do Pará e duas novas para o Brasil, e Ilkiu-Borges & Lisboa (2004), referiram três para o Pará e três para o Brasil. Este último trabalho é parte da dissertação de mestrado da primeira autora na qual, além das mencionadas, são referidas duas novas ocorrências para o estado do Pará e quatro para o Brasil, sendo uma nova para a América do Sul e uma nova para a ciência. É oportuno salientar que a autora analisou apenas uma família de briófitas, Lejeuneaceae, que é a mais importante e bem representada nos ecossistemas tropicais (Gradstein & Pócs 1989; Gradstein et al. 2001). Naturalmente, estudos incluindo todos os grupos podem revelar ainda muitas novidades.
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Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de briófitas para Pernambuco, Brasil). Levantamentos da flora de briófitas em duas áreas remanescentes de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica (RE) Gurjaú (08°10’00’’S e 35°02’30’’O; 50-150 m n.a.m.) e a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Frei Caneca (08º42’37’’S e 35º50’01’’O; 500-750 m n.a.m.), resultaram no registro de 15 novas ocorrências para o Estado de Pernambuco. São elas 11 hepáticas das famílias Cephaloziaceae, Jubulaceae, Herbertaceae, Lejeuneaceae, Lepidoziaceae, Metzgeriaceae e quatro musgos das famílias Calymperaceae, Pterobryaceae, Sematophyllaceae e Thuidiaceae. Sete destas espécies são também novas referências para a região Nordeste. As espécies são ilustradas e comentadas quanto aos caracteres taxonômicos mais relevantes.
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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Chenia leptophylla (Müll. Hal.) R. H. Zander, Ctenidium malacodes Mitt., Fissidens lagenarius var. muriculatus (Mitt.) Pursell, F. pellucidus Hornsch., F. scariosus Mitt., Gemmabryum acuminatum (Harv.) J. R. Spence & H. P. Ramsay, Groutiella apiculata (Hook.) H. A. Crum e Uleastrum palmicola (Müll. Hal.) R. H. Zander são táxons conhecidos para os Estados de Santa Catarina e-ou Paraná, portanto, a identifi cação destes táxons no Rio Grande do Sul completa uma importante lacuna na distribuição geográfi ca dos mesmos. Isto demonstra a necessidade de intensifi car as coletas no Estado pois, provavelmente, diversas espécies estão na mesma situação, não sendo conhecidas por falta de coletas.
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Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

saria wulfenioides De Lesd., Phaeographis punctiformis (Eschw.) Müll. Arg. e Pyrenula pyrenuloides (Mont.) R. C. Harris. Na tabela 1 se encontra a relação das espécies, as novas ocorrência para o país e/ou Estado, a distribuição ge- ográfi ca, assim como o local onde o espécime foi registrado. O maior número de espécies (13) pertence à família Graphidaceae, seguida dos exemplares de Lecanoraceae, Pertusariaceae e Pyrenulaceae com dois representantes cada. Os forófi tos onde os liquens foram coletados per- tencem às espécies: Brachychyton populneum (Schott & Endl.) R. Br., Enterolobium contortiisiliquum (Vell.) Morong, Hovenia dulcis Thunb., Ligustrum japonicum Thunb., Melia azedarach L., Myrsine umbellata Mart., Peltotphorum dubium (Spreng.) Taub. e Tabebuia hepta- phylla (Vell.) Toledo.
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Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Cento e dezesseis espécies de briófitas são relatadas como novas ocorrências em vários estados do Brasil, sendo 62 de musgos, 53 de hepáticas e uma de antóceros. Estas espécies pertencem a 67 gêneros e 36 famílias. Para cada uma das espécies são apresentados dados quanto à distribuição geográfica no Brasil, localidade-tipo, basiônimo, bem como comentários sobre o substrato e as associações com outras espécies, quando pertinente. As espécies Acrolejeunea heterophylla (Evans) Grolle & Gradst., Brachymenium wrightii var. mnioides (Besch.) Florsch., Cheilolejeunea myriantha (Nees & Mont.) Schust., Cololejeunea nigerica (E.W. Jones) Schust., Lejeunea filipes Spruce, Leucodon julaceus (Hedw.) Sull., Macromitrium clavatum Grout, Plagiochila asplenioides (L.) Dumort., Polytrichum brachymitrium C. Muell. e Pylaisiadelpha tenuirostris (Bruch & Schimp. ex Sull.) Buck estão sendo referidas pela primeira vez para o Brasil.
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Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

ABSTRACT. Ophiur Ophiur Ophiuroidea (Echinoder Ophiur Ophiur oidea (Echinoder oidea (Echinoder oidea (Echinodermata): oidea (Echinoder mata): mata): mata): mata): f f f f four new r our new recor our new r our new r our new r ecor ecor ecor ecords f ds f ds for Br ds f ds f or Br or Br or Br or Brazil. azil. azil. azil. azil. The ophiuroids were collected dur- ing the Programs “Biodiversidade Bêntica Marinha no Estado de São Paulo” – BIOTA/FAPESP-Marine Benthos, “Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva” – REVIZEE/Score South – Benthos and “Utilização Racional dos Ecossistemas Costeiros da Região Tropical Brasileira: Estado de São Paulo” – INTEGRADO/Subproject Benthos. Samples were obtained from the continental shelf and slope off southeast and south Brazil, between 10 and 800 m. Four species of the Ophiuroidea are described and they are new records for Brazil. Two species belong to the family Ophiuridae, and the others belong to Amphiuridae and Ophiochitonidae. The family Ophiochitonidae is recorded for the first time in Brazil. Amphiodia trychna (Amphiuridae) was sampled in the inner continental shelf (depth < 50 m). The other three species were collected deeper (between 314 and 808 m).
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CHECKLIST DE PLANTAS AQUÁTICAS EM TRECHOS DE CAATINGA DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL

CHECKLIST DE PLANTAS AQUÁTICAS EM TRECHOS DE CAATINGA DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL

Das espécies identificadas, 10 são endêmicas do Bioma Caatinga, 15 representam novas ocorrências para este bioma e 29 são registros de novas ocorrências para o estado da Paraíba de acordo com consulta feita à lista de espécies da Flora do Brasil (Forzza et al. 2013). (Figura 4). Os novos registros para esse Estado são: Eclipta prostrata (L.) L., Erechtites hieraciifolius (L.) Raf. ex DC. (Asteraceae), Ipomoea wrightii A. Gray, Jacquemontia gracilima (Choisy) Hallier f. (Convolvulaceae), Euphorbia hirta L. (Euphorbiaceae), Mimosa sensitiva L. (Fabaceae), Spigelia anthelmia L. (Loganiaceae), Byttneria filipes Mart. ex K.Schum., Malachra fasciata Jacq., Sidastrum micranthum (A.St.-Hil.) Fryxell (Malvaceae), Nymphoides indica (L.) Kuntze (Menyanthaceae), Boerhavia diffusa L. (Nyctaginaceae), Nymphaea amazonum Mart. & Zucc., Nymphaea pulchella DC. (Nymphaeaceae), Ludwigia helminthorrhiza (Mart.) H. Hara (Onagraceae), Chloris barbata Sw., Dactyloctenium aegyptium (L.) Willd., Digitaria sanguinalis (L.) Scop., Echinochloa colona (L.) Link, Echinochloa crus-pavonis (Kunth) Schult., Echinochloa polystachya (Kunth) Hitchc., Hymenachne amplexicaulis (Rudge) Nees, Luziola bahiensis (Steud.) Hitchc., Sorghum halepense (L.) Pers. (Poaceae), Polygonum ferrugineum Wedd. (Polygonaceae), Eichhornia crassipes (Mart.) Solms, Heteranthera rotundifolia (Kunth) Griseb. (Pontederiaceae), Portulaca pilosa L. (Portulacaceae) e Typha angustifolia L. (Typhaceae).
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Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Rapatea é um gênero com 23 espécies (Berry 2004) exclusi- vamente sul-americanas. No Brasil, o gênero está representado por cerca de sete espécies, principalmente na região amazônica (Maguire, 1965, 1979). Rapatea fanshawei possui afi nidades morfológicas com R. chimantensis Steyerm. e R. steyermarkii Maguire (Maguire 1965; Steyermark 1988a; Berry 2004), caracterizando-se por apresentar bractéolas marcadamente diferentes em tamanho, lâminas foliares de 8- 11 c m larg., pedúnculos de 20-50 cm compr. e brácteas involucrais mais longas do que largas. No Monte Caburaí, a espécie ocorre em áreas de vegetação aberta, em solos inundáveis, a cerca de 1.300 m de altitude. Rapatea fanshawei ocorre também na Venezuela (Estado Bolívar) e Guiana (Pakaraima Mountains).
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Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Foram realizados estudos na região entremarés de recifes da Praia de Boa Viagem, Recife, nordeste do Brasil, em dezembro de 2009 (período seco) e abril de 2010 (período chuvoso), para analisar a estrutura da comunidade das macroalgas epífitas em outras macroalgas. O material foi coletado em dois trechos recifais, cada um com aproximadamente 30 m de extensão, em diferentes compartimentos favoráveis ao crescimento de macroalgas. Todo o material coletado permaneceu congelado até o procedimento de análise. Os exemplares estão depositados no Herbário do Instituto de Botânica, São Paulo, Brasil (SP). Foram encontradas nove novas ocorrências para a costa pernambucana: Boodlea composita (Harv.) F. Brand, Ceramium corniculatum Mont., Chaetomorpha clavata Kütz., C. nodosa Kütz., Chondracanthus cf. saundersii C.W. Schneid. & C.E. Lane, Cladophora laetevirens (Dillwyn) Kütz., Neosiphonia sphaerocarpa (Børgesen) M.-S. Kim & I.K. Lee, Ulva linza L. e U. prolifera O.F. Müll. Destas, quatro tiveram sua distribuição consideravelmente ampliada ao longo do litoral brasileiro. Palavras-chave: Chlorophyta, epífitas, costa nordeste do Brasil, Rhodophyta.
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Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

principalmente na região Amazônica e, no Brasil, nos estados do Pará, Amazonas, Acre, Amapá e Mato Grosso. Algumas espécies apresentam algumas extensões de distribuição geográfica para a região Nordeste do Brasil, como são os casos de Campylosiphon purpurascens Benth., Hirtella bicornis Mart. & Zucc., Miconia serialis DC. e Garcinia madruno (Kunth) Hammel (BFG 2015). Por outro lado, Andira inermis (W.Wright) DC. possui a maior amplitude de distribuição entre os táxons aqui reportados, sendo encontrada em quase toda a região Neotropical (Pennington 2003). Por sua vez, uma espécie é endêmica no Brasil, Naucleopsis stipularis Ducke (Moraceae) (Berg 2001; BFG 2015).
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NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

Brid., Bryol. Basiônimo: Bartramia uncinata Schwaegr., Spec. Tipo: Guadalupe e Martinica, col. Material examinado: Brasil, estado do Pará, município de Belém: Parque Zoobotânico do M[r]

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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

O Parque Estadual da Ilha Anchieta (PEIA), localiza-se no litoral norte do Estado de São Paulo (23º31’-23º34’ S e 45º02’-45º05’ W), na costa do Município de Ubatuba. O parque tem 828 ha e sua topografia é montanhosa e bastante acidentada. A vegetação encontrada é floresta Atlântica, possui também uma pequena área de Manguezal e regiões de transição onde predominam gramíneas e melastomatáceas. O Parque apresenta características geográficas e ecológicas favoráveis para a ocorrência de musgos.

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Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG).

Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG).

A.A.; Peixoto, A.L.; Walter, B.M.T.; Bicudo, C.; Zappi, D.; Costa, D.P.; Lleras, E.; Martinelli, G.; Lima, H.C.; Prado, J.; Stehmann, J.R.; Baumgratz, J.F.A.; Pirani, J.R.; Sylvestre, L.; Maia, L.C.; Lohmann, L.G.; Queiroz, L.P.; Silveira, M.; Coelho, M.N.; Mamede, M.C.; Bastos, M.N.C., Morim, M.P.; Barbosa, M.R.; Menezes, M., Hopkins, M.; Secco, R.; Cavalcanti, T.B. & Souza, V.C. 2010. Introdução. In : Lista de espécies da lora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 1700p. Gentry, A.H. 1988. Changes in plant community diversity and loristic composition on environmental and geographical gradients. Annals of the Missouri Botanical Garden 75: 1-34.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Sou aluna do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora. O objetivo desta pesquisa é analisar quatro escolas da Regional Serrana II no contexto da implementação do Planejamento Estratégico da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro a partir de janeiro de 2011 até dezembro de 2012. Os dados coletados com este instrumento poderão colaborar para a análise da implementação do Programa de Educação na Regional Serrana II, oferecendo instrumentos para análise e possibilidades de mudanças e proposições de novas ações no âmbito da gestão que proporcionem um trabalho diferenciado que leve as escolas pesquisadas a melhorarem o desempenho dos alunos e, assim, alcançarem suas metas. Solicito assim, a sua colaboração, preenchendo o questionário abaixo. .
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A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

Entendemos que estes seriam alguns temas que esta CMPI deveria investigar, contribuindo para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, apoiando as iniciativas populares, inclusive das organizações e movimentos que, na conquista de um pedaço de chão, produzem alimentos para a população brasileira. A restrição dos trabalhos dessa CMPI à investigação apenas de convênios de entidades parceiras dos movimentos sociais no campo representará, unicamente, mais uma iniciativa parlamentar de criminalização dos movimentos sociais e não uma contribuição ao desenvolvimento e democratização do campo brasileiro. Queremos manifestar aos senhores, nossa total solidariedade ao MST e a todos os movimentos sociais e entidades que colocam seus esforços na luta por uma reforma agrária justa e necessária. O Brasil nunca será uma sociedade democrática nem justa se não resolver essa vergonhosa concentração da propriedade da terra, em que apenas 15 mil fazendeiros são donos de 98 milhões de hectares, como denunicou o último censo, e que menos de 2% do total dos estabelecimentos controlam mais de 45% de todas as terras. E quem luta pela democratização da propriedade não poder ser criminalizado justamente por aqueles que querem manter o monopólio da propriedade da terra.
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