Top PDF O Estado e a construção de Estados — Outubro Revista

Estado, capital, trabalho e organização sindical: a (re)construção das classes trabalhadoras no Brasil — Outubro Revista

Estado, capital, trabalho e organização sindical: a (re)construção das classes trabalhadoras no Brasil — Outubro Revista

ESTADO, CAPITAL, TRABALHO E ORGANIZAÇÃO SINDICAL -65 distribuição dessa "nova" taxa que será feita na proporção de 10% para as centrais sindicais, 5% para as confederações, [r]

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Alienação e Socialismo — Outubro Revista

Alienação e Socialismo — Outubro Revista

134 - outubro necessária sob o domínio do Estado burguês. Assim, a prefiguração que almeja- mos na organização revolucionária do proletariado não pode ser confundida com idéias do socialismo utópico em que se vislumbra a possibilidade de comunida- des socialistas no interior da sociedade dominada pelo capital. Por analogia, con- vém lembrar a impossibilidade de construção do socialismo em um só país ou de “um bloco socialista”, etc. O que precisamos perceber é que para que a teoria revolucionária se apodere das massas tornando-se um poder material, a prática de construção de instituições materiais, ou seja, das organizações revolucionári- as das massas, deve ser, desde seu núcleo mais diminuto, impulsionadora da auto-atividade e da auto-organização e com um programa que rompa com a alie- nação , um programa socialista. As forças produtivas e as classes sociais só são atores sociais na medida em que representam e expressam relações entre pessoas reais e seu trabalho passado e presente. Assim, também é relevante a questão da participação individual no processo de formulação do projeto socialista. Se é verdade que a forma psicológica individual da alienação não é a matriz geral de todas as suas formas histórico-sociais, mas que são as formas histórico-sociais que permitem compreender as formas psicológicas individuais, devemos consi- derar o problema de como isto se articula com a idéia de que o socialismo é projeto consciente, e portanto, levado adiante por grupos e indivíduos que vivem dentro desta formação histórico-social concreta (capitalista) com suas formas psicológicas individuais de alienação. Por conseqüência, cada militante indivi- dualmente deve e precisa desenvolver a sua autodeterminação, isto é, a sua for- mação não é apenas teórica no sentido de assimilar o programa e suas bases de forma a que possa “aplicá-lo na prática” nos movimentos sociais. Cada militante deve ter na organização o apoio e os meios coletivos para o auto desenvolvimento pessoal. É no esforço do desenvolvimento do indivíduo pela cooperação e com conteúdo pedagógico não autoritário/diretivo, não burocrático, numa prática conflitante e oposta ao que acontece na empresa, na escola, na família, na vida em geral, é assim que, na prática, se forma e se fortalece a consciência comunista necessária ao próprio desenvolvimento da organização da classe trabalhadora (e de todos os explorados e oprimidos), impulsionando o seu transcrescimento em força material para realizar a revolução social contra o Estado e a propriedade privada dos meios de produção. Mas esta orientação não é anárquica: deve ter como paradigma exatamente as bases teóricas da dialética materialista, que ao mesmo tempo em que combate o dogmatismo, busca resolutamente no movimen- to de produção e reprodução material da vida as razões últimas das formas de pensamento e consciência social. “A transformação em larga escala dos homens para a criação em massa da consciência comunista” 1 .
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A pedagogia da alternância e o debate da educação nodo campo no estado de Goiás

A pedagogia da alternância e o debate da educação nodo campo no estado de Goiás

O Plano de Estudo é a atividade de base para desencadear o processo formativo na experiência e coleta de dados do terreno. A Colocação em Comum representa a atividade de junção entre os dois espaços-tempos do processo de formação. Dela emerge um questionamento que constitui o ponto de partida para pesquisas e aprofundamentos. A visita de estudo e/ou a intervenção externa de um prático trazem um outro exemplo de prática profissional, de organização ou de outro aspecto. Elas constituem, sobretudo, para o grupo, uma referência comum sobre o qual os aportes teóricos podem se basear. Todo este conjunto forma o fundamento para os aportes e aprofundamentos teóricos de natureza diversa e variada segundo os temas tratados com um conteúdo técnico ou tecnológico e outro mais geral (mais científico para uns, mais econômicos ou culturais para outros...). Deste jeito, os conteúdos do programa encontram-se abordados e associados, de maneira cruzada e interdisciplinar. E as possibilidades de construção de sentido pelo alternante, de relação e articulação entre os saberes e as aprendizagens, se vêem otimizadas.
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Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Numa perspectiva mais ampliada, Silva (Idem, 2005) também nos ajuda a referenciar o conceito de sustentabilidade do desenvolvimento, indicando que o mesmo tem por base a transformação das relações entre as pessoas e a natureza, na busca da harmonia entre o bem-estar do ser humano e do meio ambiente. Expressa o compromisso com a manutenção de todas as formas de vida no planeta, no presente e no futuro. Essa transformação tem por base uma consciência ecológica, sistêmica, de uma realidade que é complexa ao envolver o reconhecimento da unidade da vida no planeta Terra e da importância da diversidade dos seres vivos. Entretanto, esse mesmo autor nos adverte de que a sustentabilidade envolve muito mais que a sua dimensão ambiental, expressando-se portanto, nas diversas dimensões do desenvolvimento: social (requer a vida de qualidade para todas as pessoas), cultural (respeito à diversidade e pluralismo de culturas), política (processo continuo e participativo de conquista da cidadania e do direito de transformação da realidade) e econômica (construção de novas dinâmicas de produção e de redistribuição social das riquezas).
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Avanço ou retrocesso? — Outubro Revista

Avanço ou retrocesso? — Outubro Revista

“contra” significa, além de organizar sua sobrevivência, esse aspecto constru- tivo imediato, uma negatividade liberadora da ilusão de comunidade. A necessidade de uma nova ordem mais ampla, de uma nova ordem ainda dentro da velha, a probabilidade de uma antecipação no tempo, uma estra- tégia que se constrói simultâneamente sobre a lógica da sobrevivência, sem deslocar as aspirações a um mundo de um “além” futuro, que gera elemen- tos, condições de possibilidade de uma “comunidade regulada” na terra, não no céu. O aspecto negativo das lutas contra a contaminação do meio ambi- ente contém o aspecto positivo da probabilidade de construção de um meio não contaminado; o aspecto negativo da luta contra a propriedade privada dos meios de produção fundamentais (a informação, a comunicação, os co- nhecimentos científicos) contém o aspecto positivo da probabilidade de dis- posição social, comum, desses bens; o aspecto negativo da luta contra a apro- priação privada dos meios de produção políticos de legitimidade (toda a maquinária representativa eleitoral) contém o aspecto positivo da probabili- dade de gerar formas complexas e flexíveis de organização institucional, de auto-organização, autogestão e autocontrole. A consciência prática dos li- mites históricos deste Estado-nação como “comunidade ilusória” abre a pro- babilidade de uma universalização complexa das relações humanas.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ARQUITETURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL (PROPUR)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ARQUITETURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL (PROPUR)

Após a leitura e explicação das metas pela equipe da UFRGS, os limites das ações previstas, que não incorporavam muitas de suas demandas, ficaram evidentes. O presidente retomou a palavra deixando clara a sua insatisfação frente ao Plano de Trabalho (PT). A partir daí, todas as falas que se seguiram foram no sentido de desqualificar e rejeitar as metas. Muitas das críticas não eram dirigidas exatamente ao grupo, mas ao Estado, que historicamente não cumpria os acordos com a comunidade, aos acadêmicos, que se utilizavam da comunidade para promoção pessoal e a políticos e grupos que já prometeram muitas melhorias e mudanças sem nunca apresentarem resultados. A reação da comunidade foi bastante negativa. Além das metas defasadas, poucas previam ações práticas ou aquisição de bens, como o esperado. Com exceção da construção do Centro Cultural e de investimentos específicos em infraestrutura, as metas previam diagnósticos, cursos de capacitação, articulações, palestras em escolas etc. A maior parte das metas e o Plano de Trabalho como um todo foi rejeitada com muita firmeza pela assembleia. A postura ao mesmo tempo defensiva e reativa da comunidade demonstrou o grande poder de articulação do grupo e a forte influência das lideranças sobre as ações coletivas. É o que constata um dos Relatórios produzidos pela equipe da UFRGS durante o período de campo:
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FERNANDA CAVALCANTI DE MELLO A ESCOLA SEEDUC - RJ E O MODELO DE UNIVERSIDADE CORPORATIVA: POSSIBILIDADES E APROXIMAÇÕES

FERNANDA CAVALCANTI DE MELLO A ESCOLA SEEDUC - RJ E O MODELO DE UNIVERSIDADE CORPORATIVA: POSSIBILIDADES E APROXIMAÇÕES

Para embasar a discussão engendrada nesta pesquisa, utilizou-se os estudos de Eboli (2004) e Meister (1999), uma vez que a maioria das pesquisas sobre UC baseia-se nas análises das autoras, tanto em relação à conceituação quanto à descrição, caracterização, princípios norteadores e objetivos, bem como a explicitação dos métodos de pesquisas utilizados. Este debate é o tema do segundo capítulo “Questões teóricas e metodológicas: a construção do objeto de pesquisa”. Ainda nesse capítulo, nomeado de “Análise do modelo de educação corporativa da SEEDUC- RJ” são apresentados os resultados das entrevistas, dos questionários e a análise dos documentos legais norteadores da Política de Formação do Estado do Rio de Janeiro.
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A “Questão Agrária” e a “Assimilação” de Movimentos Sociais Rurais ao Estado — Outubro Revista

A “Questão Agrária” e a “Assimilação” de Movimentos Sociais Rurais ao Estado — Outubro Revista

salário mínimo, pela expressiva criação de vagas formais de trabalho quando comparado com a década de 1990, além da construção de moradias populares pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida. Entretanto, não se pode ignorar o papel desempenhado pela tendência à submissão do MST à lógica burocrática, eleitoral e empresarial, bem como pela frustação das expectativas em relação ao desempenho das administrações federais petistas. Realmente se acreditou que a tão sonhada reforma agrária seria realizada, começando com o prometido assentamento de 1 milhão de famílias no primeiro mandato de Lula. Assim, no início desse governo, foi comum a realização de atos em praças públicas de cidades interioranas de diversos estados, nos quais dirigentes do movimento, burocratas do Incra, parlamentares e gestores municipais estimulavam os ouvintes a ocupar terras. Isso explica o recorde de acampamentos em 2003 mas também ajuda a compreender o subsequente declínio dessa forma de luta face aos recorrentes despejos e à virtual paralisação da distribuição de terras aos despossuídos, o que obrigou milhares de famílias a passarem anos acampadas em beira de estradas sob condições de extrema precariedade e vulnerabilidade.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A presente dissertação tem como objetivo apresentar as escolas da rede estadual que funcionam dentro de Unidades Prisionais no Rio de Janeiro, salientando a importância de uma seleção e formação diferenciada para os gestores que estão ou pretendem estar à frente dessas unidades escolares. Preliminarmente, foi apresentado um histórico do surgimento e organização do sistema carcerário brasileiro, destacando a Diretoria Especial das Escolas Prisionais e Socioeducativas (DIESP) como o setor da Secretaria de Estado da Educação responsável pelas escolas em ambientes prisionais. São relacionadas, ainda, as unidades já existentes no sistema prisional, apontando o papel do diretor da escola neste ambiente educacional. Também foi realizada uma reflexão acerca do conceito de cadeia, em uma discussão sobre a natureza da pena e da prisão para, em seguida, mostrar o universo prisional a partir da ótica do Estado, com suas regras positivadas e organizadas para o funcionamento da cadeia e garantia do cumprimento da pena por parte dos sujeitos. Além disso, abordada, também, a noção de cadeia pela ótica dos presos, pois suas regras e códigos, apesar de não positivados pelo ordenamento, possuem coercitividade, tal quais as emanadas pelo poder público, decidindo e determinando comportamentos e atitudes necessárias à rotina no ambiente prisional. Foram analisados, também, os modelos de ingresso à função de diretor escolar, já adotado pela administração, e feitas considerações a respeito da necessidade de uma seleção e formação diferenciada para o gestor de escolas prisionais como garantia da construção de um diretor apto e capaz de administrar essas escolas com qualidade, além de conhecedor das especificidades necessárias para o exercício desta função. Finalmente, foi elaborado um Plano de Intervenção que oferece um modelo de seleção complementar ao adotado pela Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e uma formação diferenciada voltada para a realidade e as especificidades da gestão de uma Unidade Escolar em ambiente de privação de liberdade.
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Hegemonia em tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial — Outubro Revista

Hegemonia em tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial — Outubro Revista

As possibilidades e os desafios da nova situação mundial percebidos pela política externa norte-americana resumem-se assim na criação de uma estratégia que permita expandir significativamente a ordem liberal, atingindo áreas até então vetadas, em um contexto no qual uma nova ordem de contenção ainda precisava ser criada. De um ponto de vista prático, isso significava uma política externa mais agressiva que fundisse explicitamente as duas ordens: a segurança nacional e os objetivos eco- nômicos dos Estados Unidos: “Segurança nacional e vigor econômico são indivisíveis. Nós almejamos a: promover uma economia norte-ameri- cana forte, próspera e competitiva; garantir o acesso aos mercados exter- nos, energia, recursos minerais, os oceanos e o espaço; promover uma aber- tura e expansão do sistema econômico internacional, baseado em princípios de mercado com distorções mínimas ao comércio e ao investimento, moedas
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Lincoln, Marx e a guerra civil nos Estados Unidos — Outubro Revista

Lincoln, Marx e a guerra civil nos Estados Unidos — Outubro Revista

3 Publicado no NYDT, 11 Oct. 1861. Uma “instituição particular” foi o eufemismo utilizado pelo vice-presidente da Confederação, Alexander H. Stephens para referir-se à escravidão no famoso The Corner Stone Speech, de 21 de março de 1861. Segundo Stephens: “A nova constituição [da Confederação] assentou, para sempre, todas as agitadas questões relacionadas com a nossa instituição peculiar , a escravidão Africano como existe entre nós, o estado adequado do negro em nossa forma de civilização. Esta foi a causa imediata da anterior ruptura e da revolução atual.” (Stephens, 1866, p. 721) O discurso do vice- presidente também deixava clara qual era a real causa da guerra: “Nosso novo governo está fundado (…) sobre a grande verdade, que o negro não é igual ao homem branco; que a subordinação do escravo à raça superior é a sua condição natural e normal” (idem, ibidem). 4 Explicando a John A. Gilmer suas a respeito do programa do Partido Republicano, Lincoln
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Caminhoneiros vermelhos: o sindicalismo democrático nos Estados Unidos — Outubro Revista

Caminhoneiros vermelhos: o sindicalismo democrático nos Estados Unidos — Outubro Revista

Tobin e a burocracia da IBT, confiando nos comitês de certificação de sindicatos do Estado, em contratos acordados com os empregadores para prejudicar aos trabalhadores, e em bandos de rufiões liderados por Hoffa, atacaram a Seção Local de Minneapolis nos tribunais e nas ruas. Conduzidos para fora da AFL e em direção ao CIO, e então forçados a reconhecer que não conseguiriam sustentar um sindicato contra empregadores recalcitrantes, o Estado e a burocracia oficial dos caminhoneiros, os trotskistas que haviam revigorado o sindicalismo em Minneapolis foram forçados a abdicar de suas posições de liderança em favor das forças de Tobin/Hoffa. Foi um desfecho lamentável.
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Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

siderada como um simples instrumento de sua política voltada à América Latina e o Caribe, sem dúvida que, a partir de 1991, a Casa Branca impulsionou a “atualização” de todos os órgãos e comissões desse organismo hemisférico, como também uma am- pliação constante de seus âmbitos de competência, entre elas, “a segurança” e outros assuntos (como os processos eleitorais e as cri- ses de “governabilidade”), anteriormente reservados à jurisdição interna dos seus Estados membros.

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Outubro outra vez ou as pontes de Petrogrado — Outubro Revista

Outubro outra vez ou as pontes de Petrogrado — Outubro Revista

senstein em seu filme Outubro (1927) e no ensaio “Stuttgart/A Dramaturgia da Forma”. Para Einsenstein o conflito ou a luta como princípio permanente é a base da teoria da montagem na qual esta é compreendida como uma operação articuladora de oposições. Teoria que, em Outubro (1927), o filme de Eisens- tein, vem inscrita na metáfora crucial da narrativa: repressão, corte de contatos, ponte desmontada-ponte remontada, montagem, poder operário, Revolução em andamento. Essa posição teórica e estética é paralela àquela defendia por Leon Trotsky acerca do processo histórico, a qual também privilegia a potência de confronto do “fragmento” com a “massa”.
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LABORATÓRIO DE APRENDIZAGEM: A REDUÇÃO DE DESIGUALDADES EDUCACIONAIS E O PAPEL DO GESTOR – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

LABORATÓRIO DE APRENDIZAGEM: A REDUÇÃO DE DESIGUALDADES EDUCACIONAIS E O PAPEL DO GESTOR – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Todos os profissionais que atuam na escola estão direta ou indiretamente envolvidos no processo de construção e implementação da proposta pedagógica da escola. A proposta desta escola, conforme disposto em seu Projeto Político Pedagógico 9 (anexo 5), é de exercer uma gestão colegiada onde todos os profissionais que nela atuam participam da construção de sua proposta pedagógica. Cabe à direção da escola em uma ação conjunta entre a direção e coordenação pedagógica possibilitar os meios, os recursos e as condições para que este objetivo seja efetivado. A construção da gestão colegiada está estreitamente vinculada com a dimensão da formação do professor à medida que esta formação deve ser feita no acompanhamento cotidiano do desenvolvimento das atividades pedagógicas, intercaladas com momentos mais sistematizados. Ao gestor cabe a tarefa, dividindo- a com o coordenador pedagógico, de motivar o grupo em torno dos objetivos educacionais, além de cuidar e trabalhar na intenção de promover um ambiente favorável às aprendizagens do laboratório, orientando, organizando e articulando as ações dentro da escola.
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OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

OS CONTROLES INTERNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O PROCESSO DE GESTÃO E PARA A GOVERNANÇA INSTITUCIONAL

Posteriormente, em 1964, a Lei Federal nº 4.320, que estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, traçou o fundamento do controle interno para a Administração Pública a qual, através do seu artigo 76, definiu que o Poder Executivo exerceria três tipos de controle da execução orçamentária — 1) legalidade dos atos que resultem arrecadação da receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações; 2) a fidelidade funcional dos agentes da administração responsáveis por bens e valores públicos; 3) o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de realização de obras e prestação de serviços. Este compêndio normativo legal mostrou-se inovador ao consagrar os princípios do planejamento, do orçamento e do controle. Instituiu, ainda, como objetivo das novas técnicas orçamentárias, a eficácia dos gastos públicos.
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Utopias pós-marxistas ocidentais sobre o Estado globalizado — Outubro Revista

Utopias pós-marxistas ocidentais sobre o Estado globalizado — Outubro Revista

talismo, capaz de levar a uma "destruição criadora", 22 esse movimento revo- lucionário não implica numa simples transição paradigmática no contexto da sociedade capitalista p[r]

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O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

vel. Este gap entre “vocação” e “emprego”, agra- vado no Estado, tende a gerar o esvaziamento do saber profissional. As carreiras docentes tendem a se transformar em peças burocráticas, esvazia- das de conteúdo educativo. Nesta situação, o re- sultado da escola quase não tem impacto para o professor. Ele não está ligado a uma escola, mas a uma rede. A escola, enquanto atriz institucional de fato, entra em processo de extinção. Autono- mia torna-se alienada quando a escola é mero locus. Existem professores e redes. No entanto, seus monólogos impossibilitam diálogos. A re- provação é muito cara para as redes, mas não de forma imediata para os professores. Quem re- prova (ou não) é o corpo docente, não as redes, que sentem imensamente seus impactos. Em ge- ral, encontram-se as mesmas evidências: alunos não são reprovados porque não são capazes de aprender, mas porque não atendem às expectati- vas sociais, reproduzidas pela e na docência, de forma sistêmica, incrustrada na cultura escolar. São reprovados os mais pobres, os não brancos, os diferentes do padrão ideal de aluno.
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