Top PDF Oligochaeta da Estação Ecológica de Maracá, Roraima, Brasil.

Oligochaeta da Estação Ecológica de Maracá, Roraima, Brasil.

Oligochaeta da Estação Ecológica de Maracá, Roraima, Brasil.

Η apresentada uma Lista das espécies de mi.nkoca da Estação Ecol .ogA .ca de Manacá {Ro/iOAjna, Mas it) e uma chave de Identi^lcaçãú baseada em caAaateA&â externos. Movas ocohAen[r]

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Pipunculidae (Diptera) da Estação Ecológica de Maracá e da localidade de Pacaraima, Roraima, Brasil.

Pipunculidae (Diptera) da Estação Ecológica de Maracá e da localidade de Pacaraima, Roraima, Brasil.

Antena com escapo e pedicelo marrons a pretos, flagelo (fig. TÓrax: escudo e escutelo pretos com pruinosidade marrom; cerdas dorsocentrais in-.. conspícuas, escutelares diminutas. Mesopl[r]

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Myxomycetes do estado de Roraima, com especial referência para a estação ecológica de Maracá (Amajari - RR, Brasil).

Myxomycetes do estado de Roraima, com especial referência para a estação ecológica de Maracá (Amajari - RR, Brasil).

sendo citados pela primeira vez como presentes na Estação Ecológica de Maracá e no estado de Roraima. Na Tabela 1 estão relacionados os gêneros e espécies encontrados no estado de Ro[r]

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BRIÓFITAS DA ILHA DE MARACÁ, RORAIMA, BRASIL.

BRIÓFITAS DA ILHA DE MARACÁ, RORAIMA, BRASIL.

Roraima, Ilha de Maracá, municipio de Alto Alegre, SEMA Estação 3°22'N, 61°20'W, primary forest of sandy soil, on fallen tree trunk, col.. Calymperes rubiginosum (Mitt).[r]

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Anuros do cerrado da Estação Ecológica e da Floresta Estadual de Assis, sudeste do Brasil

Anuros do cerrado da Estação Ecológica e da Floresta Estadual de Assis, sudeste do Brasil

Os machos vocalizam em lagoas temporárias, riachos e lagoas permanentes, podendo utilizar, como sítios de vocalização, bura- cos e depressões do chão ou até mesmo águas rasas, mantendo sempre a cabeça fora da água. O casal em amplexo deposita os ovos em ninhos de espuma conspícuos na borda de lagoas tem- porárias, quase sempre cobertos ou circundados pela vegetação (Zina & Haddad 2005). A reprodução está associada ao período mais quente e chuvoso do ano (Brasileiro et al. 2005, Vasconcelos & Rossa-Feres 2005). Amplamente distribuída no Brasil, essa espécie pode ser encontrada nos cerrados e caatingas de Roraima, Rondônia, Amapá, Pará, regiões nordeste, sudeste e central do Brasil, costa da Venezuela, parte oriental do Paraguai, Bolívia e norte da Argentina (IUCN 2006).
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Síndromes de dispersão de espécies arbustivo-arbóreas em cerrado sensu stricto do Brasil Central e savanas amazônicas.

Síndromes de dispersão de espécies arbustivo-arbóreas em cerrado sensu stricto do Brasil Central e savanas amazônicas.

As proporções das síndromes de dispersão encontradas no cerrado, em outros estudos, foram semelhantes às encontradas neste trabalho. Gottsberger Tabela 2. Similaridade florística entre as 14 áreas utilizadas para o levantamento das síndromes de dispersão. Cerrado sensu stricto do Brasil Central: 1-5. Nova Xavantina/Cachimbo (MT1 a MT5); 6. Estação Ecológica de Águas Emendadas/DF (EEAE/DF); 7. Área de Proteção Ambiental Gama-Cabeça do Veado/DF (APA/DF); 8. Parque Nacional de Brasília/DF (PNB/DF) e 9. Parque Nacional de Emas/GO (EMAS/GO). Savanas amazônicas: 10. Alter do Chão 1; 11. Alter do Chão 2; 12. Amapá; 13. Roraima e 14. Humaitá.
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Contribuição ao conhecimento dos Odonatos da Estação Ecológica de Maracá - Roraima.

Contribuição ao conhecimento dos Odonatos da Estação Ecológica de Maracá - Roraima.

ficou-se que as espécies de grande distribuição geográfica, geralmente mais comuns, pre- dominam nas áreas de savana, enquanto nas matas predominam as de distribuição geográfi- ca mats r[r]

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Unidades de conservação

Unidades de conservação

Nesse dom ínio temos: Estação Ecológica de Anavilhanças, situada no Rio Negro, a m ontante de Manaus; Estação Ecológica de Maracá-AP, ilhas ma­ rítimas situadas nas costas do Território do Amapá; Estação Ecológica do Acre, situada no Estado dó Acre, nas cabeceiras do rio de m esm o nom e; Esta­ ção Ecológica de Juam i-Japurá, abrangendo toda a bacia do Rio Juam i, afluente do Rio Japurá; Esta­ ção Ecológica do Jari, localizada ao norte do Esta­ do do Pará, próxim o a cidade de M onte Dourado; Es­ tação Ecológica de Cuniã, localizada às margens do Rio Madeira, no Estado de Rondônia; mais ao nor­ te, no Território Federal de Roraima, numa área de transição do dom ínio Am azônico com os campos de Roraima tem os as estações ecológicas de Caraca- rai e Maracá (RR); em outra área de transição com
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Ácaros plantícolas (Acari) da "Estação Ecológica do Noroeste Paulista", Estado de São Paulo, Brasil.

Ácaros plantícolas (Acari) da "Estação Ecológica do Noroeste Paulista", Estado de São Paulo, Brasil.

This study was conducted in the “Estação Ecológica do Noroeste Paulista”, located in the region of São José do Rio Preto, State of São Paulo, Brazil, to determine plant inhabiting mite species in patches of native forest. Eighty three mite species belonging to 48 genera in 20 families were collected on more than 60 plant species. Thirty eight mite species were nominally identified. The most frequent were Tetranychus ludeni (Zacher, 1913) (Tetranychidae) and Iphiseiodes zuluagai (Denmarkyv & Muma, 1972) (Phytoseiidae), collected on 15 and 14 plants species, respectively. The largest diversity was observed on Piper sp. (Piperaceae) (21 mite species), Luehea speciosa Willd. (Tiliaceae (17), Alchornea glandulosa Poepp. & Endl. (Euphorbiaceae) (16), Bauhinia rufa (Bong.) Steud (Caesalpinaceae) (14) e Olyra sp. (Poaceae)(12).
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Anurofauna da Floresta Estacional Semidecidual da Estação Ecológica dos Caetetus, Sudeste do Brasil.

Anurofauna da Floresta Estacional Semidecidual da Estação Ecológica dos Caetetus, Sudeste do Brasil.

Neótipos de L. latrans (Steffen, 1815) foram recentemente designados por Lavilla et al. (2010) e essa espécie é considerada sinônimo sênior de L. ocellatus. A associação de um espécime-tipo a uma localidade-tipo é crítica para as espécies de Leptodactylus, as quais podem representar complexos de espécies (de Sá et al. 2007). A distribuição geográfica de Leptodactylus cf. latrans (antigo L. ocellatus) é ampla em alguns países da América do Sul a leste dos Andes, como Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina (Frost 2009). Contudo, alguns autores sugeriram que existam populações de es- pécies diferentes sendo tratadas como L. ocellatus (Cei 1980, Heyer et al. 2006). Os machos vocalizam ao nível d’água em ambientes aquáticos localizados em áreas abertas ou na borda da mata (Bertoluci & Rodrigues 2002a). Os ovos são depositados em ninhos de espuma flutuantes e a fêmea permanece com os ovos e girinos, protegendo-os de predadores (Vaz-Ferreira & Gehrau 1975, Bertoluci 1991). Os girinos dessa espécie são gregários, deslocando-se em cardumes (Cei 1980). A reprodução ocorre ao longo da estação quente e chuvosa ( Bertoluci 1998, Bertoluci & Rodrigues 2002b, Conte & Rossa-Feres 2006, Canelas & Bertoluci 2007). Na EEC esta espécie só exibiu atividade reprodutiva em ambientes de áreas abertas da borda ou em clareiras, sempre em baixas abundâncias (n = 3) e com período reprodutivo associado ao início das chuvas, em outubro.
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Levantamento de Mollusca, Crustacea e Echinodermata associados a Sargassum spp. na Ilha da Queimada Pequena, Estação Ecológica dos Tupiniquins, litoral sul do Estado de São Paulo, Brasil.

Levantamento de Mollusca, Crustacea e Echinodermata associados a Sargassum spp. na Ilha da Queimada Pequena, Estação Ecológica dos Tupiniquins, litoral sul do Estado de São Paulo, Brasil.

lus são representantes da fauna associada à Sargassum comuns às duas regiões do estado de São Paulo (Montouchet 1979). No entanto, representantes do gênero Fissurela já foram relatados na região de Santos em associação à alga Amphiroa fragilissima (Masunari 1982). Merece destaque a presença do bivalve Isognomon bicolor, espécie exótica que vem ampliando sua distribuição geográfica no Brasil desde meados da década de 90, invadindo o espaços originalmente colonizados por espécies exploradas comercialmente como ostras e mexilhões (Crassostrea rhizophorae e Perna perna) na região costeira (inclusive infralitoral) em todo o Estado de São Paulo, preocupando as comunidades humanas que dependem destes recursos (Domaneschi & Martins 2002).
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Ácaros Plantícolas (Acari) da "Estação Ecológica de Paulo de Faria", Estado de São Paulo, Brasil.

Ácaros Plantícolas (Acari) da "Estação Ecológica de Paulo de Faria", Estado de São Paulo, Brasil.

Observações. Representantes dos Oripodidae são primaria ou exclusivamente plantícolas (Norton 1983, Walter & Behan-Pelletier 1999). Exemplares dos gêneros Pirnodus e, principalmente, Oripoda, estão entre os oribatídeos mais comumente encontrados em hábitats plantícolas do estado de São Paulo, com grande número de espécies morfologicamente distintas representadas. Apenas três espécies de Oripoda são conhedidas do Brasil: uma plantícola, O. araucariae, descrita por Pérez-Iñigo & Pérez- Iñigo Jr. (1993) de ramos de Araucaria angustifolia de Santa Catarina, e duas edáficas, O. brasiliensis e O. lenkoi, descritas por Pérez-Iñigo & Baggio (1980) e Balogh & Mahunka (1978), respectivamente, do estado de São Paulo.
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José Fernando Pium: Monografia apresentada à Coordenação

José Fernando Pium: Monografia apresentada à Coordenação

encontradas em fezes Chrysocyon brachyurus (Canidae), na Estação Ecológica do Panga... 24[r]

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Metodologia participativa aplicada ao manejo da zona de amortecimento das Estações Ecológica e Experimental de Itirapina, SP

Metodologia participativa aplicada ao manejo da zona de amortecimento das Estações Ecológica e Experimental de Itirapina, SP

Desta forma,o planejamento e o manejo participativo surgem como a alternativa mais adequada e viável, pois possibilita a população planejar o desenvolvimento do local em que vive e participar dos processos de tomada de decisão, de forma a usufruir dos bens e serviços prestados pelos ecossistemas e ao mesmo tempo colaborar para a continuidade doa mesmos. Os resultados obtidos evidenciam as possibilidades de envolvimento comunitário, cabendo à administração das áreasprotegidas de Itirapina dar prosseguimento ao processo. A zona de amortecimento devidamente implantada facilitará, em muito, a conservação e o manejo das Estações Ecológica e Experimental de Itirapina.
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Caracterização florística, fitossociológica e fenológica de trepadeiras de mata ciliar da Fazenda Campininha, Mogi Guaçu, SP, Brasil.

Caracterização florística, fitossociológica e fenológica de trepadeiras de mata ciliar da Fazenda Campininha, Mogi Guaçu, SP, Brasil.

ABSTRACT - (Floristic, phytosociological and phenology of climbers riparian of ''Fazenda Campininha'', Mogi Guaçu, São Paulo State, Brazil). This study aimed to inventory component of climbing plants by studying fl oristic, phytosociological and phenology on a stretch of riparian vegetation of the Estação Ecológica of Fazenda Campininha, Mogi Guaçu, São Paulo State, Brazil (22º10’43”-22º18’19”S e 47º08’05”-47º11’34” W). In a fl oristic study were collected from 89 species belonging to 54 genera within 25 families. The quantitative study sampled 43 species with the highest values of importance to Adenocalymma bracteatum, Forsteronia australis and Banisteriopsis nummifera. The woody climbers accounted for 65.1% of total species and herbaceous plants, 34.8%, both with fruit senescence in the middle of the dry season (June). Adaptation twining was the most frequent, occurring in 42.7% of the species. The choice of sample area and the inclusion diameter ≥ 0,2 cm above the soil were important to indicate that although the sample size was reduced signifi cantly to show the diversity of species (H’ = 2.72 nats ind -1 ) and can be used in the indication of disturbed or preserved areas.
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Dryinidae (Hymenoptera, Chrysidoidea) da estação ecológica de Jataí, Luiz Antônio, SP, Brasil

Dryinidae (Hymenoptera, Chrysidoidea) da estação ecológica de Jataí, Luiz Antônio, SP, Brasil

A Estação Ecológica de Jataí (EEJ), localizada no município de Luiz Antonio, SP, com cerca de nove mil hectares, é a maior unidade de conservação com vegetação de cerrado no Estado de São Paulo e seus habitats terrestres se distribuem principalmente por fitofisionomias de cerrado stricto sensu, com características savânicas, de cerradão, que ocupa aproximadamente 60% de sua área e de floresta mesófila semidecídua (mata ciliar), além de remanescentes de cultivos de Eucalyptus sp. e Pinus sp. (PIRES; SANTOS; PIRES, 2000; TOPPA et al., 2006).
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Levantamento preliminar de Sepsidae (Diptera, Schizophora) em Roraima, Projeto Maracá, com descrição de uma espécie nova.

Levantamento preliminar de Sepsidae (Diptera, Schizophora) em Roraima, Projeto Maracá, com descrição de uma espécie nova.

(*) Este trabalho foi realizado como parte do Projeto Maracá em 1987-8 (Instituto Nacio na] de Pesquisas da Amazônia - INPA, Royai Geographic Societv e Secretaria Especi- al do Meio Amb[r]

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Notas sobre alguns morcegos da ilha de Maracá, Território Federal de Roraima (Mammalia, Chiroptera)

Notas sobre alguns morcegos da ilha de Maracá, Território Federal de Roraima (Mammalia, Chiroptera)

Foram analisadas oito espécies de morcegos (Pteronotus parnellii rubiginosus, Carollia p. bilobatum, Uroderma magnirostrum, Chiroderma v. villosum, Artibeus fuliginosus, [r]

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Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Os catetos e queixadas possuem importante função ecológica participando da cadeia trófica como parte da dieta de grandes felinos (GARLA, 1998; CRAWSHAW, 1995). REDFORD & FONSECA (1986) e SILVA (1994) relatam a razoável tolerância de onças pardas às alterações antrópicas desde que tais mudanças não reduzam a disponibilidade de suas presas. Deste modo o decréscimo populacional, com possibilidade de extinção local de porcos-do-mato, pode interferir profundamente na biodiversidade local, uma vez que a presença destes animais pode garantir a existência de outras espécies. Estes animais podem ainda atuar na dinâmica das populações vegetais em função da alimentação.
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Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu (Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Ecologia e conservação de catetos, Tayassu tajacu (Linnaeus, 1758) (Artiodactyla, Tayassuidae) em áreas de Cerrado do Estado de São Paulo.

Os catetos e queixadas possuem importante função ecológica participando da cadeia trófica como parte da dieta de grandes felinos (GARLA, 1998; CRAWSHAW, 1995). REDFORD & FONSECA (1986) e SILVA (1994) relatam a razoável tolerância de onças pardas às alterações antrópicas desde que tais mudanças não reduzam a disponibilidade de suas presas. Deste modo o decréscimo populacional, com possibilidade de extinção local de porcos-do-mato, pode interferir profundamente na biodiversidade local, uma vez que a presença destes animais pode garantir a existência de outras espécies. Estes animais podem ainda atuar na dinâmica das populações vegetais em função da alimentação.
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