Top PDF O papel interventivo do yoga na promoção da saúde e cultura de paz no ambiente escolar

O papel interventivo do yoga na promoção da saúde e cultura de paz no ambiente escolar

O papel interventivo do yoga na promoção da saúde e cultura de paz no ambiente escolar

As escolas públicas do Município de Fortaleza estão dominadas por uma onda de violência masculina sem precedentes, dificultando, tanto a aprendizagem dos alunos, como também as relações intra e interpessoais. A violência é hoje, junto ao desemprego, a maior preocupação da população brasileira (Pontes, 2002). Esta pesquisa teve como objetivo geral avaliar a contribuição do Yoga na promoção da saúde e cultura de paz no ambiente escolar, e como objetivos específicos investigar se, com a prática do Yoga, houve mudanças na vida de alunos de escola pública e examinar se houve redução da violência no ambiente escolar produzida pela inclusão do Yoga na vida dos estudantes. Este estudo quantiqualitativo caracteriza-se na sua abordagem quantitativa como um estudo quase-experimental e na abordagem qualitativa como uma pesquisa-ação. Participaram, como sujeitos na pesquisa quantitativa, nove alunos do sexo masculino e seis do sexo feminino no grupo experimental, nove alunos do sexo masculino e sete do sexo feminino no grupo controle e oito professores, totalizando 39 pessoas. Na pesquisa qualitativa, responderam à entrevista os nove estudantes do sexo masculino que participaram das aulas de Yoga. Foram utilizados cinco instrumentos de coleta de dados: 1) Questionário sobre atitudes e comportamentos dos estudantes na escola adaptado para os alunos, 2) Questionário sobre atitudes e comportamentos dos estudantes na escola adaptado para os profesores, 3) Questionário sociodemográfico, com intuito de conhecer o perfil destes adolescentes, 4) Entrevista semiestruturada sobre a percepção de mudanças de comportamento após um ano letivo com a prática do Yoga e 5) Diário de campo, no qual todas as falas e comportamentos foram registrados no decorrer do ano, após se deixar a escola. Os resultados evidenciaram mudanças
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PROMOÇÃO DE SAÚDE COM ADOLESCENTES EM AMBIENTE ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA

PROMOÇÃO DE SAÚDE COM ADOLESCENTES EM AMBIENTE ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA

La adolescencia es un período caracterizado por cambios fisiológicos y modificaciones del comportamiento. Estos aspectos motivaron la creación de un trabajo en educación y salud dirigido a adolescentes, basado en el principio de que la escuela es el espacio ideal para el desarrollo de actitudes y valores cuyo objetivo es la promoción de salud y calidad de vida. Por lo tanto, este artículo es un relato de experiencia, con abordaje cualitativo y descriptivo, basado en las actividades realizadas en el proyecto de extensión “Palabras, colores y valores: (re)significando vidas invisibles”. El público objetivo consistió en adolescentes, con edades que van de 11 a 16 años, del sexo femenino, estudiantes de escuelas públicas en Caicó, Rio Grande do Norte, Brasil. El proyecto estuvo activo entre mayo y diciembre de 2015. Cada 15 días, las estudiantes fueron al Instituto Federal de Brasil de Educación, Ciencia y Tecnología de Rio Grande do Norte (IFRN), para participar en acciones educativas relacionadas con la salud. Las experiencias se basaron en conferencias y talleres lúdicos, que involucran los temas salud de la mujer, educación, nutrición, deporte, calidad de vida y cultura, que se abordan como modos de expresión, interacción, aprendizaje, sociabilidad y protección social. Llegamos a la conclusión de que este trabajo ha jugado el papel social de proporcionar una oportunidad de promoción de salud, especialmente para un público que vive en situación de vulnerabilidad social, debido al abandono de las políticas públicas. Palabras clave: Educación en salud; Programas educativos; Adolescente.
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A promoção da cultura de paz nas escolas: a ótica das juventudes

A promoção da cultura de paz nas escolas: a ótica das juventudes

A investigação consistiu no acompanhamento de processos educativos, que tinham como objetivo o desenvolvimento da cultura de paz, iniciados por duas escolas (universo público e privado) de ensino fundamental do município de Fortaleza. A pesquisa teve como foco a fala dos jovens/educandos sobre a construção da paz no ambiente escolar. O objetivo central da investigação foi conhecer o que os jovens pensam, sentem e como avaliam as experiências vivenciadas com relação às atividades integrantes de projetos que visam promover a cultura de paz. Dentre o universo de possibilidades de pesquisa relacionadas ao enfoque qualitativo, a opção foi pelo referencial etnográfico. As técnicas de pesquisa utilizadas foram a observação participante, e a aplicação de quatro entrevistas com roteiro semi-estruturado. Acrescento que realizei também uma pesquisa documental. Analisei documentos, existentes no espaço escolar para o reforço do trabalho de contextualização do fenômeno estudado. Por último, organizei uma oficina sobre cultura de paz em cada escola pesquisada, para explorar com mais riqueza e profundidade as experiências compartilhadas através das falas dos educandos. Os jovens da primeira escola cursavam a oitava série. Na escola pública trabalhei no turno da noite com jovens de uma série equivalente à oitava série no ensino de jovens e adultos. Os dados foram organizados e interpretados de acordo com o referencial da análise de discurso. Os resultados obtidos indicam o reconhecimento por parte dos pesquisados da urgência e relevância da promoção da cultura de paz. Os aspectos da convivência, do diálogo, do cuidado e da criatividade foram enfatizados nas falas dos jovens a respeito do papel da escola na procura de promover condições concretas para que o ser humano possa se constituir realmente humano em sua plenitude; com todas as contradições possíveis que o exercício da convivência humana contempla.
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PROTAGONISMO INFANTIL E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ: UM ESTUDO SOCIOCULTURAL CONSTRUTIVISTA

PROTAGONISMO INFANTIL E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ: UM ESTUDO SOCIOCULTURAL CONSTRUTIVISTA

coletiva de espaços de expressão infantil e da influência de concepções de infância e de paz na internalização de orientações para crenças e valores que favoreçam o fortalecimento da existência de um papel ativo e protagônico por parte das crianças para a construção de uma cultura de paz. A discussão versa sobre as influências que as concepções de infância afirmativas da capacidade infantil podem operar no ambiente escolar e sobre os aspectos teóricos da dissociação entre o desejo de aplicar os princípios pedagógicos coerentes com uma visão sistêmica do desenvolvimento humano e a prática efetivamente conduzida nas escolas. Conclui-se sobre os aspectos referentes às concepções de infância e os seus desdobramentos na regulação das culturas coletiva escolar e pessoais de adultos e crianças, destacando-se a importância da existência de um espaço de expressão infantil, formalmente estabelecido pela escola para a capacitação das crianças na proposição, negociação, execução e gestão de suas propostas.
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Avaliação do papel do gestor escolar no fortalecimento da cultura de paz

Avaliação do papel do gestor escolar no fortalecimento da cultura de paz

o presente estudo propõe-se investigar como a gestão democrática participativa pode se constituir no fortalecimen- to de um ambiente escolar na promoção de uma cultura de paz na comunida[r]

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Contributo da disciplina de E.M.R.C. na construção de uma cultura escolar de paz : unidade lectiva 4 : a paz universal

Contributo da disciplina de E.M.R.C. na construção de uma cultura escolar de paz : unidade lectiva 4 : a paz universal

A promessa de paz percorre todo o Antigo Testamento e encontra o seu cumprimento na pessoa de Jesus. A paz é o bem messiânico por excelência, no qual estão comprometidos todos os outros bens salvíficos 27 . Na tradição judaica a palavra paz é expressa através do bem conhecido shalom. Segundo Carreira da Neves esta é uma daquelas palavra difíceis de traduzir ou, pelo menos, de perceber a densidade de significado que encerra. Segundo ele, shalom “é uma palavra de sentido totalizante, unitário e teológico, precisamente por ser polissémico” 28 . Ou seja, é muitas vezes, e ao mesmo tempo, uma coisa e várias coisas. É uma palavra profundamente teológica e, ao mesmo tempo, com grande carga social uma vez que aponta para dimensões importantes do relacionamento humano, nomeadamente apontando para a necessidade de relações sociais justas aos mais diversos níveis e nos diferentes âmbitos da vida humana. A paz será então duradoura, pois quando o rei governa segundo a justiça de Deus, a retidão germina e a paz abunda “duradoira como a lua” (Sl 3,13). Deus aspira a dar a paz ao seu povo: “Ele tem promessas de paz para o Seu povo e Seus amigos, que já não voltarão ao desvario” (Sl 84,9). O salmista, escutando aquilo que Deus tem a dizer ao povo sobre a paz, ouve estas palavras: “Amor e Fidelidade encontrar-se-ão, Justiça e Paz beijar-se-ão” (Sl 84,11).
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Estudos sobre a paz e cultura da paz

Estudos sobre a paz e cultura da paz

Nesta experimentação da incerteza, estamos todos convocados a reinventar a política não mais como a arte do possível mas sim como a arte do impossível. Muitos dos acontecimentos cruciais das últimas décadas – da descolonização à solução pacífica de inúmeros conflitos, passando pelo fim da guerra fria – constituem provas irrefutáveis de que resultados desejados podem ocorrer mesmo quando todos os discursos científicos e todas as formas dominantes de nacionalidade estabelecem que jamais será assim. O impossível pode acontecer. Não por passividade expectante, mas como resultado de compromissos e lutas sérios e continuados. Ao proclamar o ano 2000 como Ano Internacional da Cultura da Paz, pela sua Resolução 52/15, de 15 de Janeiro de 1998, e tendo então adoptado uma Declaração e um Programa de Acção sobre a Cultura da Paz, a Assembleia Geral das Nações Unidas associou-se a esta recusa de um olhar fatalista sobre o futuro. Ao declarar que a paz é sempre possível e que a violência é evitável, as Nações Unidas colocaram-se em oposição à inevitabilidade da força e da política de poder como vias únicas. E, mais ainda, sublinharam a necessidade de superar uma visão tecnocrática do desenvolvimento sustentável. Porque a sustentabilidade não se traduz na conservação do desenvolvimento nos seus fundamentos tradicionais adicionando-lhe um ligeiro tempero ambiental; a sustentabilidade envol- ve exigências de profundas transformações nos domínios social, econó- mico e político que dotem os indivíduos e os grupos de uma base de confiança e optimismo para olharem o futuro.
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PROTAGONISMO JUVENIL NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E PROMOÇÃO DA CULTURA DA PAZ EM UMA CIDADE DO INTERIOR DA BAHIA

PROTAGONISMO JUVENIL NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E PROMOÇÃO DA CULTURA DA PAZ EM UMA CIDADE DO INTERIOR DA BAHIA

A relevância desse projeto se apóia na iniciativa de estimular o protagonismo juvenil através da produção de tecnologias sociais que possam expressar o olhar dos jovens, seus medos, suas percepções acerca do fenômeno da violência e os caminhos possíveis para preveni-la e promover a cultura de paz. As atividades desenvolvidas até aqui têm propiciado muitas mudanças no comportamento dos alunos e na dinâmica da escola. Os alunos que estavam promovendo a depredação do patrimônio público tiveram a iniciativa de realizar mutirões de limpeza da escola e de sua área externa, arrumar a biblioteca da escola e enfeitar a escola para a comemoração da copa do mundo e também das festas juninas. Essa mesma arrumação foi feita em um dos bairros próximos à escola e onde a maioria dos estudantes reside. Temos observado melhoria na relação entre professores e alunos e a direção da escola reitera a acentuada redução das ocorrências de vandalismo e violência na escola. A escola está com um projeto de adotar a praça onde se localiza como uma extensão da escola tornando-a um espaço literário. Na nossa avaliação esse projeto é mais uma prova do sucesso da parceria estabelecida entre a universidade e a escola, pois essa praça era conhecida antes como ponto de venda de drogas. Vale destacar também a mudança de comportamento dos alunos da escola que são bolsistas do projeto atualmente. Eles estão sendo capacitados, semanalmente na universidade, por técnicos da TV Olhos D`água (TV Universitária) em edição de vídeo. Com isso, estão tendo a oportunidade de se aproximarem do ambiente universitário e vislumbrarem esse espaço como lócus da continuidade dos seus estudos futuramente.
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O papel do educador na promoção de  resiliência em crianças do pré-escolar

O papel do educador na promoção de resiliência em crianças do pré-escolar

Segundo o Projeto Pedagógico, a equipa educativa tem como intenção a promoção de um ambiente educativo inclusivo, que valorize e respeite a diversidade e que garanta a integração de todas as crianças. A equipa educativa definiu áreas na sala com as seguintes intenções subjacentes: (i) a biblioteca proporciona a exploração de livros e a manipulação de fantoches de dedo para contar histórias; (ii) o espaço do faz de conta é um espaço direcionado para a promoção do jogo simbólico, contém um lava-loiça e um fogão, um micro-ondas, uma mesa com duas cadeiras e dois bancos proporcionais às crianças, um roupeiro descoberto com diferentes roupas e acessórios (lenços, carteiras, máquinas fotográficas, telemóveis, etc.) e ainda uma cama de bonecos e caixas com acessórios para os mesmos ; (iii) o espaço de jogos de mesa, próximo da estante de prateleiras que servem de arrumação para os mesmos; (iv) o espaço de construções que contempla jogos de construções, carros grandes e pequenos e pistas para os mesmos, e vários animais da quinta e da selva, nomeadamente uma exposição de diferentes dinossauros; (v) o espaço da Natureza que contém conchas, pedras, paus e espátulas, troncos e uma planta. Como forma de compreender melhor a organização do ambiente educativo ver no anexo A, ponto 2, figura 2, p.68, a planta da sala de atividades elaborada por mim.
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A intercompreensão na promoção da cultura linguística no pré-escolar

A intercompreensão na promoção da cultura linguística no pré-escolar

Como atividade de pré-leitura e de antecipação da história, centrámo-nos em perceber as ideias prévias das crianças sobre a história a partir da exploração da capa, da contracapa e guardas do livro. Nesta exploração, procurou-se chamar a atenção das crianças para muitos dos pormenores presentes na ilustração da capa, que remetem para a personagem principal, a Handa, e o seu país e cultura. Para tal, foram feitas algumas questões às crianças, tais como: “Em que Continente viverá Handa?”, “Porquê?”, “Que pormenores vês que nos informam sobre a cultura de Handa?”. Para além disto, foi também explorado o nome do autor (Eileen Browne), tendo em conta a sua origem e biografia. Para tal e partindo da audição do nome do autor, questionaram-se as crianças: “Este nome é português?”, “É um nome comum em Portugal?”, “De que país será?”, recorrendo ao globo terrestre, para facilitar a localização geográfica do país em questão. Após esta atividade de contextualização, iniciou-se a leitura da história “A surpresa de Handa” em português, à qual acrescentámos os nomes dos diferentes animais que surgem nas imagens, uma vez que estes não se encontravam referidos no texto. Posteriormente, seguiu-se um momento de diálogo com as crianças sobre a história escutada. Procurámos trabalhar ao nível da compreensão da história, bem como da interpretação das ilustrações da mesma, colocando questões como: “Quais foram os animais que apareceram na história?”, “Qual foi o primeiro e o último?”, “O que é que os animais foram fazendo ao longo da história?”, “Todos tiraram a mesma fruta?”, “Porque é que cada animal escolheu uma determinada fruta?”, “Como é que as pessoas vivem no país de Handa?”, “Como são feitas a maioria das casas? São como as nossas, de tijolo?”.
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Estratégias de promoção do sucesso escolar no 5.º ano: o papel da Administração Escolar na promoção do sucesso escolar

Estratégias de promoção do sucesso escolar no 5.º ano: o papel da Administração Escolar na promoção do sucesso escolar

estabelecendo ligações com a vida do dia a dia, através da resolução de problemas reais (e.g.); i) chamar à atenção da importância dos temas trabalhados e das suas utilizações futuras; j) estimular a autonomia e a iniciativa nos alunos; k) definir objetivos SMART (Specific/Measurable/Attainable/Relevant/Timed); l) fazer projetos de futuro, quem querem eles ser na vida adulta, quais os sonhos que têm; m) estabelecer contactos frequentes com todos os envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem; n) não passar a imagem da escola como algo que nem todos os alunos podem usufruir e que deve ser vista como um privilégio; o) criar um ambiente motivador em cada sala de aula; p) promover a curiosidade; q) executar atividades cooperativas e variadas; r) o professor também deverá demonstrar interesse nas atividades que propõe, passando esse entusiasmo para os alunos; s) promover a discussão sobre as tarefas escolares e sobre a atratividade de umas em detrimento de outras. (p.81-88)
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Vista do A Influência da Cultura e do Clima Escolar na construção e fortalecimento da Cultura de Paz

Vista do A Influência da Cultura e do Clima Escolar na construção e fortalecimento da Cultura de Paz

NASCIMENTO e SALLES FILHO (2013) afirmam que a demanda pela ampliação na discussão sobre cultura de paz na educação é crescente. Segundo os autores, o esgotamento de modelos voltados ao enfrentamento da violência (cultura repressiva) faz com que haja a intenção de buscar aspectos preventivos e educativos, nas escolas para que a violência seja contida. Quanto mais se fala da violência, mais ela se reforça, por isso a importância de se mudar o foco, dar ênfase na questão da cultura de paz, só assim com o passar dos anos pode- se conseguir uma escola com clima escolar positivo em que as pessoas se respeitem.
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Avaliando a promoção da saúde e a prevenção do uso de drogas no ambiente escolar na perspectiva dos estudantes

Avaliando a promoção da saúde e a prevenção do uso de drogas no ambiente escolar na perspectiva dos estudantes

A partir da constatação da atual tendência de expansão do consumo de álcool e outras drogas entre adolescentes, e da iniciação precoce, torna-se necessária a realização de ações e medidas de prevenção junto aos estudantes, e que considerem a escola como ambiente educacional favorável ao seu desenvolvimento saudável. O objetivo do estudo foi avaliar as ações de promoção da saúde e prevenção do uso de drogas de um Projeto de Extensão Universitária realizadas numa escola de ensino fundamental na perspectiva dos próprios estudantes. Foi realizado estudo de caso (grupo focal) para avaliar as ações do Projeto e, complementarmente, um estudo decorte transversal para descrever o perfil escolar, familiar e comunitário dos participantes. O local foi a Escola Municipal de Ensino Fundamental Suzete Cuendet (EMEFSC), localizada em Vitória-ES, e a população estudantes do 6º ao 9º anos dos turnos matutino e vespertino, sendo os participantes incluídos entre aqueles selecionados para o projeto Prev-Escola-Multiplicadores em 2013. Para a coleta de dadosforam utilizados um questionário estruturado (questões fechadas e autopreenchimento) e grupo focal. Os dados do estudo transversal foram tabulados e analisados através do programa StatisticalPackage for the Social Science (SPSS 21.0) e, por sua vez, os dados do grupo focal (estudo de caso), foram gravados, transcritos e trabalhados pela técnica de análise temática baseada em Bardin (2000). As ações de promoção da saúde e prevenção do uso de drogas do Prev-Escola-Multiplicadores foram identificadas com fundamentos e princípios dos modelos de prevenção ao uso de álcool e outras drogas em ambiente escolar, enquanto a descrição do perfil dos participantes identificou variáveis que podem se configurar como fatores relacionados ao desenvolvimento saudávelde crianças e adolescentes. A perspectiva avaliativa dos participantes pode contribuir para um melhor planejamento e implementação de novas práticas efetivas no âmbito dessas ações no cenário da escola.
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Merenda escolar e promoção de saúde

Merenda escolar e promoção de saúde

A alimentação de uma criança reflete diretamente sobre sua saúde geral e bucal, e como tal deve ser realizada de modo adequado para a instalação e manutenção de hábitos saudáveis que perpetuarão ao longo da vida. Este estudo teve por objetivo avaliar o tipo de lanche consumido por 52 crianças de um a seis anos de idade em uma escola particular da cidade de Araraquara (SP), bem como suas medidas antropométricas e a condição de saúde bucal. Os resultados demonstraram haver alto consumo de bolachas recheadas (33,4%) e baixo consumo de frutas (3,2%). O ceo-d médio foi de 0,81 e 3,8% das crianças apresentaram-se acima do peso. Apesar dos resul- tados encontrados terem sido satisfatórios, verificou-se inadequação na distribuição dos lanches consumidos, os quais são considerados potencialmente danosos a saúde. Desta maneira, torna-se importante a realização de orientação nutricional para o esclarecimentos de hábitos de dieta saudáveis.
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Saúde e ambiente na favela: reflexões para uma promoção emancipatória da saúde.

Saúde e ambiente na favela: reflexões para uma promoção emancipatória da saúde.

Agrotóxicos, em articulação com a Campanha Nacional contra os Agrotóxicos e pela Vida (Carneiro et al., 2015); e na realização do II Simpósio Brasileiro de Saúde Ambiente (Sibsa) na cidade de Belo Horizonte (MG), entre 9 a 22 de outu‑ bro de 2014. O tema central do simpósio foi “Desenvolvimento, conlitos territo‑ riais e saúde: ciência e movimentos sociais para a justiça ambiental nas políticas públicas” com três eixos, sendo um dia dedicado a cada um deles: (1) Desenvol‑ vimento e conlitos territoriais; (2) A função social da ciência, ecologia de saberes e outras experiências de produção compartilhada de conhecimento; (3) Direitos, justiça ambiental e política públicas. Uma importante inovação do evento foi a incorporação de representantes de movimentos sociais na construção da progra‑ mação do evento e na Comissão Cientíica, com destaque para o primeiro eixo que abriu o simpósio denominado Fórum de Diálogos de Saberes, organizado por meio de oito oicinas de trabalho. Como revelam as próprias oicinas, os temas relacio‑ nados aos povos e territórios dos campos, lorestas e águas vêm assumindo maior destaque, embora os temas urbanos sejam de grande relevância demográica e epidemiológica no Brasil. Ainda que vários temas relacionados à saúde urbana, ao saneamento básico, às doenças transmissíveis (como a dengue), às doenças crôni‑ cas e às causas externas (violência e trânsito) tenham amplo destaque, poucos são os trabalhos que aprofundam a determinação social da saúde dentro de um enfoque socioambiental crítico.
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VISITA ESCOLAR UM RECURSO DO PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO NA ABORDAGEM FENOMENOLÓGICO-EXISTENCIAL

VISITA ESCOLAR UM RECURSO DO PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO NA ABORDAGEM FENOMENOLÓGICO-EXISTENCIAL

Conhecer o espaço físico, no momento da visita escolar, parece ser um ponto importante para compreender de que forma as práticas educacionais se desenvolvem. Alguns autores chegam até a descrever como seria um espaço físico adequado. Delval, por exemplo, considera importante pensar, em termos de espaço físico, principalmente, a sala de aula, pois se esta tiver as características adequadas, não serão necessários outros lugares, porque tudo poderá ser feito nela. Para ele, “é conveniente que a sala de aula seja um lugar espaçoso e bem iluminado onde possam ser realizadas tarefas muito variadas... É preciso fugir das carteiras alinhadas e fixas que só permitem aos alunos sentarem-se de uma forma determinada... deve ter cadeiras e mesas móveis que possam ser agrupadas de formas diversas conforme a atividade a ser desenvolvida. Tem que ser um laboratório a partir do qual o mundo pode ser estudado e uma base de onde se possa sair para esse mundo... A sala de aula deve dispor de uma biblioteca nos quais pode ser encontrada a informação necessária para as tarefas que estiverem sendo realizadas. É desejável dispor de água corrente e de estantes na sala, assim como de mesas longas junto ás
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Compliance e a cultura de paz

Compliance e a cultura de paz

É importante destacar que por trás de toda Constituição, em especial as democráticas, não existe apenas uma técnica legislativa, ou um formalismo estéril, mas sim um movi­ mento, uma conquista de pessoas para novos avanços políticos e sociais. Nesse sentido, surge um sentimento constitucional no país e na sociedade que deve ser efetivamente alcançado, não deixando essa discussão meramente para o plano teórico ou utópico, mas levando ­a principalmente para a atuação prática, pois o marco filosófico do “novo” cons­ titucionalismo é o pós ­Positivismo. Assim, o debate sobre sua caracterização situa ­se na confluência das duas grandes correntes de pensamento que oferecem paradigmas opostos para o Direito, mas que, por vezes, são singularmente complementares: o Jusnaturalismo e o Positivismo. Acreditamos que nessa onda democrática em que se tem novas concepções de aplicação das constituições é que se inserem a Cultura da Paz e do Compliance. Significa dizer que as novas dimensões de direitos fundamentais devem se compatibilizar com o novo movimento constitucional que aflora não somente sob o ponto de vista teórico, mas sobretudo, na aplicabilidade prática dos direitos humanos.
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Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde

Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde

Considerando que a mudança climática global é um dos maiores problemas da crise ambiental contemporânea da humanidade, por seu ritmo, amplitude e profundidade e ainda há incertezas nos seus possíveis impactos sobre a população humana, faz-se necessário realizar estudos que possibilitem avaliar a vulnerabilidade da população associada aos potenciais perigos climáticos, de modo a contribuir para o estabelecimento estratégias que mitiguem este perigo. Neste contexto, este estudo realizado para os municípios da Bahia, inseridos na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, na extensão do Bioma Caatinga, com o apoio financeiro do Ministério da Saúde, pretende ser útil para que gestores e sociedade civil brasileira possam avaliar a vulnerabilidade da população desses municípios às mudanças do clima, e identificar e localizar espacialmente as vulnerabilidades específicas presentes em diferentes estados, a aprtir de comparações entre municípios.
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A família : uma maneira de ser Igreja em Moçambique : o papel da Igreja moçambicana na promoção da paz e da justiça

A família : uma maneira de ser Igreja em Moçambique : o papel da Igreja moçambicana na promoção da paz e da justiça

c) A luta contra a pobreza. Moçambique é um país com um índice de pobreza muito elevado, o que contrasta com a grande riqueza que possui internamente e os passos significativos, a nível teórico e para uma minoria, de avanço económico. De facto, se por um lado o desenvolvimento económico do país deve-se reflectir na capacidade e possibilidade de posse, ou seja, na oportunidade de cada um possuir o necessário para a sua subsistência, por outro lado, não podemos falar de uma sociedade em paz e harmoniosa se temos uns (poucos) a acumularem mais de metade da riqueza do país e outros (que são a maioria) em condições paupérrimas e a sofrerem as consequências de endividamento externo. É preciso empreender esforços e lutar pelo auto-sustento, mediante o trabalho, mas também garantir condições de sustentabilidade e de trabalho para os mais desfavorecidos. De facto, a pobreza constitui um dos maiores inimigos e males da sociedade moçambicana e que tem dizimado muitas vidas e comprometido o futuro de muitas famílias, sobretudo dos jovens que acabam optando pela emigração e, às vezes por vidas e práticas ilícitas como drogas, prostituição, sujeição a trabalhos forçados, só para garantir o sustento diário, e até numa instabilidade social que reflete em roubos, sequestros e até assassinatos, como temos vindo a acompanhar a cada dia. d) Ecumenismo. Desde sempre Moçambique foi um país com uma pluralidade religiosa
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Saúde mental em saúde escolar: Manual para a promoção de competências socioemocionais em meio escolar

Saúde mental em saúde escolar: Manual para a promoção de competências socioemocionais em meio escolar

Inicialmente, as crianças ou os/as alunos/as encontram-se sentados/as e cada um/a recebe 2 fo- lhas de papel, uma de cada cor (ou post-it), e uma caneta. Todos/as devem escrever numa folha de uma cor um aspeto que considerem positivo em si (ex: responsável, empenhado/a) e na outra, de outra cor, um aspeto que considerem negativo (ex: preguiçoso/a, teimoso/a). Todos/as são convidados/as, com o uso de fita-cola, a colar no peito os aspetos positivos (uma cor) e, nas cos- tas, os negativos (outra cor). De seguida, o/a docente lança como desafio que todos/as circulem e observem as qualidades e as dificuldades dos/as colegas, coloquem em fila, na medida que considerem que o seu aspeto positivo solucione o aspeto negativo de algum/a colega. A ativida- de acaba com todos/as encaixados/as ou até que o grupo considere a tarefa concluída. O/A do- cente pode ir fazendo perguntas: “acham que X pode ser a solução de y?”. O grupo tende a en- contrar soluções, às vezes um pouco forçadas. Devemos ser tolerantes e levar esse facto para a reflexão.
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