Top PDF Perfil de vento em áreas de floresta e pastagem na Amazônia.

Perfil de vento em áreas de floresta e pastagem na Amazônia.

Perfil de vento em áreas de floresta e pastagem na Amazônia.

Estimativa Regional de Fluxos de Calor Sensível e Latente em Areas de Floresta e Pastagem na Amazônia. Journal of Applied Meteorology,[r]

15 Ler mais

Lagartos (Squamata: Lacertilia) em áreas de floresta e de pastagem em Espigão do Oeste, Rondônia, sudoeste da Amazônia, Brasil.

Lagartos (Squamata: Lacertilia) em áreas de floresta e de pastagem em Espigão do Oeste, Rondônia, sudoeste da Amazônia, Brasil.

Resumo: O presente estudo apresenta dados sobre riqueza e freqüência de captura de lagartos em áreas de floresta e pastagem em uma localidade em Rondônia (sudoeste da Amazônia) utilizando três métodos de amostragem: armadilhas de interceptação e queda, procura noturna limitada por tempo (encontro de espécimes dormindo sobre a vegetação) e encontros ocasionais. Foram encontradas 29 espécies distribuídas em nove famílias. A maioria das espécies (28) foi encontrada em floresta, enquanto que na pastagem foram encontradas oito. A maioria das espécies foi registrada pelas armadilhas de interceptação e queda (22), seguido pelos encontros ocasionais (16) e procura noturna (9). A curva do coletor apresentando dados de todos os métodos mostra que a partir do oitavo mês de amostragem não houve mais nenhum acréscimo de nova espécie nessa comunidade, evidenciando que a mesma foi bem amostrada. O fato de algumas espécies terem sido coletadas exclusivamente em apenas um dos métodos, demonstra a importância de se usar dois ou mais métodos de amostragem em estudos sobre comunidades. Essa redução de espécies se deve a retirada da cobertura vegetal e, possivelmente, às suas conseqüências: aumento das taxa de predação e de competição, dificuldades para a termo-regulação, perda de locais para abrigos e reprodução, diminuição dos recursos alimentares e perda de serapilheira.
Mostrar mais

7 Ler mais

Calibração do "simplified simple biosphere model - SSiB" para áreas de pastagem e floresta na Amazônia com dados do LBA.

Calibração do "simplified simple biosphere model - SSiB" para áreas de pastagem e floresta na Amazônia com dados do LBA.

Com os parâmetros não calibrados o modelo simulou bem o saldo de radiação (R n ), tanto na pastagem quanto na floresta. O fluxo de calor latente (hE) foi superestimado nos dois sítios para todos os períodos de simulação, o que deve estar relacionado aos parâmetros utilizados no cálculo dessa variável (os coeficientes de resistência estomática para a radiação fotossinteticamente ativa, a fração de cobertura vegetal e a fração de folha verde), os quais necessitam, portanto, de ajustes. O modelo subestimou o fluxo de calor sensível (H) na pastagem e na floresta, principalmente no período noturno; porém, para a floresta os valores foram mais próximos daqueles observados. Como o valor do fluxo de calor no solo (G) em ambos os sítios foi obtido como resíduo do balanço de energia, resíduo este que nono caso da floresta inclui a taxa de armazenamento na biomassa, não se conseguiu estimá-lo satisfatoriamente utilizando o modelo. O novo conjunto de parâmetros ajustados do modelo SSiB produziu melhores resultados na determinação dos fluxos de calor latente e de calor sensível e, conseqüentemente, representou melhor a partição de energia na floresta e na pastagem. Isso pode ser observado na diminuição do desvio médio quadrático e nos erros médios destes fluxos, apesar de alguns parâmetros, tais como o comprimento de rugosidade e o deslocamento do plano zero na pastagem, terem-se modificado pouco na otimização. Isso deve estar relacionado aos próprios parâmetros, possivelmente já ajustados para o sítio. Uma simulação adicional foi realizada considerando o mesmo período do ano de 2002, com o propósito de verificar se os parâmetros calibrados com dados do ano anterior também apresentavam resultados satisfatórios. Observou-se que os desvios entre os fluxos Figura 7 – Fluxos calibrados de calor latente (a) e de calor sensível (b) versus os observados
Mostrar mais

16 Ler mais

Estimativa da radiação de onda longa atmosférica em áreas de floresta e de pastagem no sudoeste da Amazônia.

Estimativa da radiação de onda longa atmosférica em áreas de floresta e de pastagem no sudoeste da Amazônia.

pastagem e 15,31 hPa na loresta (Figura 3). Nos meses mais secos, o déicit de pressão de vapor se manteve menor na região de loresta, o que indica haver uma maior disponibilidade de água para ser evapotranspirada na loresta, visto que as árvores possuem raízes mais profundas, atingindo o lençol freático nas camadas inferiores do solo (Silva Dias et al., 2005). Von Randow et al. (2004) relatam que mesmo após um longo período de seca, a loresta pode manter uma grande retirada de água do solo. Por outro lado, as gramíneas sofrem mais com grandes períodos sem precipitação, uma vez que seu sistema radicular é mais curto.
Mostrar mais

10 Ler mais

Obtenção do saldo de radiação em áreas de pastagem e floresta na amazônia (estação seca) através do sensor MODIS.

Obtenção do saldo de radiação em áreas de pastagem e floresta na amazônia (estação seca) através do sensor MODIS.

calor latente para valor diário da evapotranspiração baseado em combinações de relações empíricas e parametrizações físicas (Bastiaanssen et al., 1998; Bastiaanssen, 2000; Allen et al., 2002). Os vários testes com o SEBAL em diferentes ecossistemas e em diferentes condições climáticas, durante as últimas décadas, mostram que a técnica tem sido cientiicamente consistente. Ahmad et al. (2009) aplicaram esse algoritmo para realizar um diagnóstico do desempenho da irrigação e produtividade da água através de dados de satélites no Paquistão. Zhang et al. (2008) demonstraram a eicácia do algoritmo SEBAL após aplicá-lo no comparativo das estimativas dos luxos de calor, através de imagens do sensores MODIS/Aqua (1 km) e TM/Landsat-5 (30 m). No entanto, Mendonça et al. (2009) aplicaram o algoritmo SEBAL e imagens MODIS para estimar o luxo de calor no solo (G) na região Norte Fluminense-RJ, Brasil e observaram que o algoritmo superestimou os valores medidos sobre as áreas ocupadas com cana-de-açúcar e subestimou os valores medidos nas áreas ocupadas com coqueiro anão verde. Ferreira e Meirelles (2011) na tentativa de implementar o SEBAL para estimativas da evapotranspiração na Mesorregião do Sul Goiano, observaram que o algoritmo requer a associação de dados detalhados de uso do solo para melhorias das referidas estimativas. Assim, são observadas as limitações do algoritmo em alguns estudos desenvolvidos no Brasil, carecendo assim, de mais investigações cientíicas.
Mostrar mais

13 Ler mais

Validação do balanço de radiação obtido a partir de dados MODIS/TERRA na Amazônia com medidas de superfície do LBA.

Validação do balanço de radiação obtido a partir de dados MODIS/TERRA na Amazônia com medidas de superfície do LBA.

A região da RBJ compreende parte dos municípios de Ariquemes, Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Theobroma e Vale do Paraíso, e é composta principalmente por floresta ombrófila aberta, que ocupa 66% da região. Os demais tipos de uso e cobertura da terra dizem respeito a áreas de pastagem (22%), sucessão secundária (10%) e corpos de água (2%) (Oliveira 2012). O sítio da RBJ é caracterizado pela presença de floresta tropical úmida, cuja altura média do dossel é de 30 m (Wright et al. 1996). A torre micrometeorológica possui 64 m de altura e está situada nas coordenadas 10º 11’ 11’’ S e 61º 52’ 20’’ W, a 120 m de altitude. Informações adicionais com relação a este sítio podem ser encontradas em Von Randow et al. (2004). Dados micrometeorológicos
Mostrar mais

12 Ler mais

Balanço de radiação em áreas de floresta e de pastagem em Rondônia

Balanço de radiação em áreas de floresta e de pastagem em Rondônia

A importância do albedo no balanço de radiação de ecossistemas e, consequentemente na energia disponível para evaporação, aquecimento do ar e do solo é bem estabelecida. A maioria dos estudos experimentais sobre albedo na Região Amazônica refere-se à irradiância solar global, sendo escassos estudos sobre albedos relativos à radiação solar infravermelha e radiação fotossinteticamente ativa. Leitão et al, (2002) estimou albedos relativos à irradiância solar global, radiação solar infravermelha e radiação fotossinteticamente ativa, em três ecossistemas da floresta Amazônica (campina, campinarana e mata densa) encontrando valores entre 10,4% e 11,3% para o albedo da irradiância solar global, de 1,4% a 2% para a refletividade da radiação fotossinteticamente ativa, e de 20,2% a 22% para a refletividade da radiação solar infravermelha. Hassika e Berbigier (1998) estudando o ciclo anual da radiação PAR acima e dentro do dossel, encontraram uma refletividade da radiação PAR acima do dossel variando de 3,5% a 7% ao longo do ano. Pesquisas sobre o albedo da irradiância solar global em áreas de pastagem na Amazônia foram feitos por Bastable et al. (1993), Fisch et al. (1994), Culf et al. (1996) e Moura et al. (1999) que obtiveram variação de 16% a 20%. Segundo Ribeiro (1994), os valores médios do albedo em área de floresta e de pastagem em Marabá foram de 14% e 18%, respectivamente, na estação seca. Na estação chuvosa o mesmo autor constatou o valor médio do albedo de 13,4% na floresta e de 17,4% na pastagem. Resultados encontrados por Culf et al. (1996) em três sítios de floresta (Ji-Paraná, Manaus e Marabá) mostram uma variação do albedo entre 12% e 19%.
Mostrar mais

91 Ler mais

Partição do saldo de radiação em áreas de floresta amazônica e floresta de transição Amazônia - cerrado.

Partição do saldo de radiação em áreas de floresta amazônica e floresta de transição Amazônia - cerrado.

Na Rebio Jaru foi instalada uma torre micrometeorológica com altura de 62 m para a medição de luxos com o emprego de sensores de resposta rápida (Bosveld e Beljaars, 2001). Este sistema estava composto por um anemômetro sônico tridimensional (Solent 1012R2, Gill Instruments, Lymington, UK), que mede as três componentes do vento e a temperatura do ar e um analisador de gás infravermelho de caminho aberto (LI-7500, LICOR Inc, Lincon USA), que mede as concentrações de vapor de água. Esses sensores foram conectados a um microcomputador tipo “palmtop” que fazia a leitura dos sensores com uma freqüência de 10,4 Hz e armazenava os dados brutos em arquivos a cada 30 minutos. Após coleta semanal, os dados foram processados com a rotina computacional Alteddy (Elbers, 1998). Na F. Maracaí foi instalada uma torre micrometeorológica com um sistema de correlação de vórtices turbulentos a 42 m em uma torre base (12-14 m acima do dossel da loresta), que efetuava as médias e lutuações de vapor d’água medidos em 10Hz usando um analisador de gás infravermelho de caminho aberto (NOAA-ATDD, Oak Ridge, TN, USA; Modelo LI- 7500, LI-COR, Inc. Lincoln, NE, USA). Esses sensores foram conectados a um microcomputador tipo “palmtop” que fazia a leitura dos sensores com uma freqüência de 10,4 Hz e armazenava os dados brutos em arquivos a cada 30 minutos.
Mostrar mais

10 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA

Tota e Fisch (1998) aplicaram um modelo de estimativa de fluxo regional a áreas de floresta e pastagem na Amazônia, apresentando uma análise comparativa entre fluxos turbulentos de calor sensível medidos pontualmente e estimados em escala regional por um modelo simples, sobre uma área de floresta e outra de pastagem, na região de Ji- Paraná-RO, usando dados do experimento RBLE-3. Os resultados mostraram que, em uma média diária, o modelo superestima os valores medidos em superfície. Isto sugere que, apesar das limitações do modelo (sensibilidade dos parâmetros de entrada, inversão de grande escala e advecção dentre outros processos não considerados pelo modelo), as medidas feitas em um único ponto talvez não sejam representativas da contribuição da superfície em uma escala regional, mesmo aquelas realizadas sobre uma área homogênea (floresta) como sobre uma área heterogênea (pastagem). Essas diferentes características entre áreas de floresta e de pastagem são oriunda do desflorestamento, onde a mudança, principalmente do albedo da superfície, dentre outras, alteram as trocas de energia entre a superfície e a Camada Limite Planetária, e consequentemente, os balanços de energia e radiação.
Mostrar mais

122 Ler mais

Variabilidade diária da precipitação em regiões de floresta e pastagem na Amazônia.

Variabilidade diária da precipitação em regiões de floresta e pastagem na Amazônia.

RESUMO — As estações automáticas do Projeto ABRACOS instaladas na Amazônia Ocidental forneceram os dados horários de precipitação em áreas de pastagem e floresta, durante o trimestre mai[r]

14 Ler mais

Impacto do desmatamento de uma área de mangue no albedo superficial.

Impacto do desmatamento de uma área de mangue no albedo superficial.

Manguezais são ecossistemas peculiares encontrados nas regiões tropicais. A degradação dos manguezais altera o balanço supericial de radiação, e por consequência o albedo. Para avaliar e comparar o albedo, nesse ambiente foram instaladas duas plataformas de coletas de dados micrometeorológicos no município de Marechal Deodoro, Alagoas, Brasil, no período de outubro de 2004 a outubro de 2005. No mangue nativo (9 o 42’ 18”S; 35 o 48’ 32” W) foram instalados dois piranômetros acima da copa das árvores, e em outubro de 2005, um terceiro dentro do mangue. Na área degradada (9° 36’ 38’’ S; 35° 46’ 03’’ W), os sensores foram posicionados a uma altura de dois metros em relação ao solo. Observou-se que o albedo sobre a loresta de mangue, em geral, é maior em média, 5 pontos percentuais superior em relação à outras lorestas tropicais, como por exemplo, a Amazônia. Internamente notou-se que o mesmo não ultrapassou os 13% e seu valor máximo ocorre no horário de menor albedo da copa ≈ 20%, evidenciando a inluência da maré. Já na área degradada, o albedo médio foi de 35%, o que implica em uma elevação aproximada de 49% quando substituída a cobertura de loresta natural.
Mostrar mais

8 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ARQUITETURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL (PROPUR)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ARQUITETURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL (PROPUR)

Rapidamente, a casa/escritório se tornou um ponto de encontro de pessoas que queriam se envolver, discutir ou simplesmente se informar. As pessoas apareciam para visitar e para ver o que acontecia naquele espaço. As conversas informais que eram travadas ali traziam informações muito ricas acerca do cotidiano da comunidade e da relação de seus antepassados com o território, relação constantemente enfatizada nas histórias. Descreviam a forma como seus antepassados viviam em cima dos morros, deixando as áreas de várzea para plantação e criação de gado. Contavam os percursos que faziam na mata para o deslocamento entre as localidades, onde estavam espalhadas as famílias. Explicavam que boa parte do território foi sendo perdida ou vendida e que os negros acabaram ficando apenas com as encostas para cultivar. Contavam dos bailes em que havia uma corda separando negros de brancos. Enfim, narravam suas histórias em divertidas rodas de chimarrão.
Mostrar mais

144 Ler mais

PRAZER E SOFRIMENTO: Um estudo de caso com pós-graduandos no curso de Mestrado Acadêmico em Administração na cidade de Belo Horizonte - MG

PRAZER E SOFRIMENTO: Um estudo de caso com pós-graduandos no curso de Mestrado Acadêmico em Administração na cidade de Belo Horizonte - MG

O estudo buscou também contribuir para o desenvolvimento científico, disponibilizando para a sociedade os impactos acerca da saúde mental, social e corporal dos al[r]

116 Ler mais

Crianças e Jovens em Risco – Projecto de Intervenção nos Serviços de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Crianças e Jovens em Risco – Projecto de Intervenção nos Serviços de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Seja no âmbito geral da Saúde Pública e da Medicina Familiar, seja no das actividades em Saúde Infantil e Juvenil, da Saúde Escolar ou doutras áreas, existe um vasto leque de oportunidades para que a questão dos maus tratos nestas idades – a qual deve ser enquadrada, em larga medida, no fenómeno da violência doméstica – constitua um foco de especial atenção no domínio das boas práticas.

20 Ler mais

Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

A elaboração do programa deverá ter como ponto de partida o diagnóstico das situações de risco e respectiva análise a fim de que possam ser tomadas e planeadas as medidas adequadas (de engenharia, organizacionais ou individuais). Para este efeito deve ser levado a cabo um trabalho de conjunto dos elementos da equipa, devendo a recolha de informação ser planeada com antecedência. Para o estabelecimento do diagnóstico é essencial que a Administração forneça todos os elementos pertinentes no que se refere, entre outros, às instalações (plantas e memórias descritivas), a equipamentos (características técnicas e operativas), procedimentos técnicos e de risco, actividades de risco elevado e áreas sujeitas a subcontratação (contratos ou cláusulas referentes a formação dos profissionais ou outros elementos pertinentes) e lista das substancias perigosas existentes habitualmente em armazém.
Mostrar mais

39 Ler mais

O PROCESSO DE ESCOLHA DE GESTORES ESCOLARES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS: PROBLEMATIZAÇÕES E POSSIBILIDADES

O PROCESSO DE ESCOLHA DE GESTORES ESCOLARES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS: PROBLEMATIZAÇÕES E POSSIBILIDADES

No entendimento de que eventos, como as Conferências, têm por finalidade a integração de ideias e propostas relevantes ao desenvolvimento de determinadas áreas sociais, como a educação, por exemplo, cabe ao poder público conhecer e analisar essas propostas e, baseando-se nelas, planejar e implementar políticas públicas voltadas para a melhoria dos serviços oferecidos à sociedade. É sabido que as Conferências Nacionais de Educação foram espaços de reflexão e diálogo acerca do Plano Nacional de Educação (PNE). Diante disso, o PNE aprovado no dia 24 de junho de 2014, através da Lei n° 13.005, e, por ser decenal, deve vigorar até 2024, período em que as metas e estratégias descritas nessa Lei deverão ser cumpridas e em regime de colaboração entre as esferas Federal, Distrital, Estadual e Municipal, sendo que os Estados, Distrito Federal e Municípios devem também ter elaborado seus Planos articulados ao Plano Nacional.
Mostrar mais

132 Ler mais

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA EM DUAS ESCOLAS ESTADUAIS DE JUIZ DE FORA: SUCESSOS E ENTRAVES

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA EM DUAS ESCOLAS ESTADUAIS DE JUIZ DE FORA: SUCESSOS E ENTRAVES

Quanto ao Plano de Intervenção Pedagógica e ao Projeto Político Pedagógico enviados pelas escolas, foi preciso utilizar os referentes ao ano de 2012, apesar de me referir aos resultados do PROALFA de 2011, pois não tive acesso ao PIP deste ano, uma vez que os mesmos não ficam arquivados na SRE, representando uma falha do sistema. O PIP elaborado pela escola é encaminhado ao Analista Educacional que acompanha a instituição no ano de seu desenvolvimento. O documento, normalmente, é analisado por esse profissional e devolvido à escola, que o arquiva ou não em anos posteriores. Como os documentos referentes a 2011 não foram mais localizados, optei por utilizar os elaborados em 2012, mesmo sabendo que as análises resultantes desses documentos precisam ser encaradas com alguma ressalva, já que as ações pensadas pelas escolas para a intervenção em 2012 podem apresentar diferenças em relação àquelas pensadas no ano dos resultados em questão (2011). No entanto, pensando que as escolas não costumam mudar radicalmente suas estratégias de um ano para o outro, procurei inferir o tipo de intervenção da escola em 2011 como próximo ao previsto para 2012. Como esse é um estudo de caso, com o propósito de pensar sugestões de melhorias para as escolas e não de julgá-las ou classificá-las, assumirei a partir de agora que as ações pensadas pelas escolas no início de 2012 mantêm o perfil das ações que as escolas vinham implementando no ano anterior.
Mostrar mais

105 Ler mais

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Nesse sentido, vale ainda apontar que, de acordo com Saquet (2003 e 2007), o território efetiva-se, necessariamente, em rede, envolvendo áreas e manchas, linhas e pontos no espaço. As redes, portanto, estão presentes tanto na desterritorialização como na reterritorialização, movimento no qual ocorrem, simultaneamente, processos de enraizamento e fluidez, materialidade e imaterialidade. Assim, o território é multiescalar e multitemporal, isto é, relacional (reticular) e histórico, acontecendo uma constante interligação entre os próprios migrantes e entre migrantes e não-migrantes, conectando diversos lugares e tempos, ritmos rápidos e lentos. E, para o autor, “cada indivíduo age, ao mesmo tempo, em diversas redes, participando com objetivos, formas, intensidades e significados distintos, no mesmo ou entre diferentes lugares” (SAQUET, 2007, p.159). Há, pois, construção de territórios em rede no interior das relações sociais produzidas pelos migrantes e não-migrantes, entre os territórios de origem e destino, na mobilidade espacial.
Mostrar mais

10 Ler mais

FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES: COMPOSIÇÃO, COMPRIMENTO DE MICÉLIO EXTRARRADICULAR E GLOMALINA EM ÁREAS DE MATA ATLÂNTICA, RIO DE JANEIRO.

FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES: COMPOSIÇÃO, COMPRIMENTO DE MICÉLIO EXTRARRADICULAR E GLOMALINA EM ÁREAS DE MATA ATLÂNTICA, RIO DE JANEIRO.

Para identificação indireta dos FMAs, foram instalados dois experimentos (cultivo armadilha com Brachiaria decumbens Stapf) em casa de vegetação com o objetivo de recuperação das espécies de fungos, que no momento das coletas realizadas no período chuvoso (verão) e seco (inverno), não estavam esporulando. Foram utilizados vasos de 700 mL de capacidade, sendo que os vasos receberam em seu fundo, uma camada de areia autoclavada, e sob essa camada, foram adicionados 50 g da camada superficial (0-5 cm) de cada uma das áreas, no qual foi colocada novamente outra camada de areia autoclavada. O uso de areia autoclavada teve como objetivo isolar o solo de possíveis contaminações externas. Posteriormente, os vasos foram semeados
Mostrar mais

15 Ler mais

Resumen La interdependencia entre estado y MST en la constitución de un asentamiento de reforma agraria

Resumen La interdependencia entre estado y MST en la constitución de un asentamiento de reforma agraria

95 Desse modo, por meio desse conjunto de aspectos sociais e ambientais contidos nesse espaço, evidenciou-se que a rede de interdependência que configura a constituição do [r]

16 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados