Top PDF Potencial de criação de Pirarucu, Arapaima gigas,em cativeiro.

Potencial de criação de Pirarucu, Arapaima gigas,em cativeiro.

Potencial de criação de Pirarucu, Arapaima gigas,em cativeiro.

Imbiriba, E.P. 1991 Produção e manejo de  alevinos de pirarucu, Arapaima gigas (Cuvier). Belém: EMBRAPA­CPATU.  (EMBRAPA­CPATU.. Belém EMBRAPA­CPATU. (EMBRAPA­ CPATU.[r]

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Respostas de estresse em pirarucu (Arapaima gigas) durante práticas de rotina em piscicultura.

Respostas de estresse em pirarucu (Arapaima gigas) durante práticas de rotina em piscicultura.

O pirarucu é um peixe nativo da bacia Amazônica com respiração aérea obrigatória. Em condições de criação, atinge até 10 kg em um ano, sendo um dos peixes com maior potencial para criação na Amazônia. O objetivo deste estudo foi avaliar as respostas de estresse em pirarucu quando submetido a práticas comuns em sistema de criação. Para isso, foram realizados três diferentes experimentos: 1) transporte; 2) adensamento; e 3) exposição à amônia. Foram analisados parâmetros do metabolismo energético (glicose e lactato), hormonal (cortisol), e de hematologia (hematócrito). Em todos os protocolos testados foram observadas alterações nos parâmetros fisiológicos do pirarucu. As respostas de estresse durante o transporte foram similares às do adensamento, porém, a magnitude das repostas ao adensamento foi maior. A exposição à amônia não causou alteração imediata nos parâmetros fisiológicos, havendo latência nas respostas de estresse. Com os resultados obtidos, pode-se concluir que as alterações nos parâmetros metabólicos ocorrem no momento de maior intensidade de manejo, e provavelmente podem ser reduzidas com adoção de boas práticas na criação.
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Aspectos reprodutivos e perfil hormonal dos esteróides sexuais do pirarucu, Arapaima gigas (SCHINZ,1822), em condições de cativeiro.

Aspectos reprodutivos e perfil hormonal dos esteróides sexuais do pirarucu, Arapaima gigas (SCHINZ,1822), em condições de cativeiro.

No entanto a principal dificuldade da criação desta espécie é a produção de alevinos, visto que não existe o controle da reprodução além da alta mortalidade das larvas. A reduzida produção os torna altamente valorizados, inviabilizando a criação com fins econômicos. Neste elo da cadeia produtiva, algumas tecnologias estão sendo desenvolvidas, principalmente no que concerne à sobrevivência e tolerância às condições adversas (Cavero et al., 2004), treinamento alimentar (Crescêncio, 2001) e exigências protéicas dos peixes nessa fase de vida (Ituassú, 2002).
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Elaboração e caracterização de almôndegas de tilápia do nilo (Oreochromis niloticus) e pirarucu (Arapaima gigas) cultivados: aplicação na merenda escolar.

Elaboração e caracterização de almôndegas de tilápia do nilo (Oreochromis niloticus) e pirarucu (Arapaima gigas) cultivados: aplicação na merenda escolar.

De acordo com a CODEVASF (2013) a criação de tilápias pode ser classificada em três sistemas quanto ao número de fases de cultivo: sistema monofásico, sistema bifásico e sistema trifásico. No sistema monofásico os peixes são estocados com peso unitário médio entre 30 a 50 g em tanques-rede com malha de 15 a 19 mm e despescados quando atingirem o peso de mercado, que no Brasil é acima de 600 g; sendo desta forma cultivados em um único tanque- rede durante todo o ciclo produtivo. No sistema bifásico existem duas fases: a de cria e a de recria. Na fase de recria, os alevinos de 1 g são estocados durante 30 a 60 dias nos chamados berçário de 4 m³, com malha entre 5 a 8 mm com densidade inicial de 5.000 alevinos e quando atingem peso médio entre 30 a 50 g, são repicados para quatro tanques-rede onde ficam até atingirem o peso comercial. A repicagem é um processo de separação em que os peixes são separados em grupos com peso e tamanho semelhantes. Por último, no sistema trifásico há uma separação completa do ciclo de produção: cria, recria e terminação. A cria é semelhante as condições do sistema bifásico, entretanto ao término desta fase os peixes são repicados para outros dois tanques-rede e permanecerão neles até um peso médio de 200g, quando são transferidos para quatro outros tanques-rede de terminação onde serão despescados quando atingirem o peso comercial. Em todos os tipos de sistema de cultivo a densidade final gira em torno de 250 peixes/m³.
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Períodos de condicionamento alimentar de juvenis de pirarucu na transição da alimentação de ração úmida para seca.

Períodos de condicionamento alimentar de juvenis de pirarucu na transição da alimentação de ração úmida para seca.

Há hoje, no Brasil, espécies nativas adequadas para piscicultura e pacotes tecnológicos disponíveis para sua produção (Pereira-Filho & Roubach, 2010; Fracalossi & Cyrino, 2012). O pirarucu, Arapaima gigas (Schinz, 1822), é uma espécie nativa promissora, pela qualidade da carne e pela adaptação e rápido crescimento em ambiente de cativeiro, que possibilita a obtenção de até 10 kg por peixe, por ano de cultivo (Ono et al., 2004; Pereira-Filho & Roubach, 2010; Nuñez et al., 2011).

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PROSPECÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES SEXO-ESPECÍFICOS E ANÁLISE DE ESTRUTURA POPULACIONAL DE PIRARUCU (Arapaima gigas) NA REGIÃO DE SANTARÉM, PARÁ IASSUDARA GARCIA DE ALMEIDA

PROSPECÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES SEXO-ESPECÍFICOS E ANÁLISE DE ESTRUTURA POPULACIONAL DE PIRARUCU (Arapaima gigas) NA REGIÃO DE SANTARÉM, PARÁ IASSUDARA GARCIA DE ALMEIDA

Outros trabalhos buscaram identificar e descrever características moleculares com potencial para distinguir o sexo de indivíduos da espécie. Lima (2009) construiu quatro bibliotecas de EST’s (Expressed Sequence Tags) a partir da hipófise de indivíduos machos e fêmeas, adultos e jovens a fim de identificar diferenças gênicas entre jovens e adultos, bem como entre machos e fêmeas. No entanto, as diferenças observadas por meio da ontologia dos genes encontrados nessas bibliotecas permitiram afirmar que a expressão gênica ocorre de forma diferenciada em adultos e jovens, porém de forma muito semelhante em machos e fêmeas. Chu-Koo et al (2009) buscaram determinar o sexo de Arapaima gigas por meio de detecção da proteína vitelogenina (Vtg) e mensuração dos níveis de esteróides sexuais (17β – estradiol e 11 – Ketotesterona) em amostras de sangue. Os resultados mostram que é possível distinguir machos de fêmeas com seis anos de idade por meio da concentração de Vtg (100% de eficácia) e da proporção dos hormônios 11KT/E2 (95% de eficácia). O autor ainda afirma que essa metodologia também se aplica em peixes com três anos de idade. No entanto, ainda não existe uma metodologia que permita distinguir machos e fêmeas pré-púberes.
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CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DE PIRARUCU, Arapaima gigas, SOB DIFERENTES DENSIDADES DE ESTOCAGEM EM ASSOCIACAO COM BÚFALAS LEITEIRAS

CRESCIMENTO E PRODUÇÃO DE PIRARUCU, Arapaima gigas, SOB DIFERENTES DENSIDADES DE ESTOCAGEM EM ASSOCIACAO COM BÚFALAS LEITEIRAS

A densidade é o principal fator que afeta a taxa de crescimento dos peixes (Hepher & Puzinin, 1981), fato comprovado por Imbiriba et al.(1985), em condições semelhantes a da presente pesquisa, nas densidades de seis, onze, quinze e 20 pirarucus por 100 m² de área inundada. De acordo com os resultados do presente trabalho, observou-se que a espécie foi afetada pela densidade de estocagem. A média de peso de 7.635 9 com um ano de idade, na densidade de cinco peixes/100 m² de área inundada, evidência a excelente taxa de crescimento em peso do pirarucu em cativeiro, embora, considerando-se a biomassa máxima estimada, a densidade de dez peixes/100 m² é a que teve melhor desempenho. Pesos médios de até 10 kg podem ser alcançados em apenas um ano de cultivo (Imbiriba, 2001). Menezes (1951), em ambiente natural, menciona que o crescimento do pirarucu, durante o primeiro ano de vida, é muito acentuado, chegando a alcançar, também, 10 kg de peso fresco.
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Uso de sal durante o transporte de juvenis (1kg) de pirarucu (Arapaima gigas).

Uso de sal durante o transporte de juvenis (1kg) de pirarucu (Arapaima gigas).

O pirarucu é um peixe nativo da bacia Amazônica cuja criação vem sendo estudada em algumas partes do Brasil. O objetivo desse trabalho foi testar o sal de cozinha como mitigador de estresse durante o transporte de juvenis de pirarucu (1 kg). Para isso, os peixes foram transportados em dois diferentes sistemas: caixas sem adição de oxigênio (transporte aberto) e sacos plásticos com injeção de oxigênio e lacrado (transporte fechado). Nos dois sistemas os peixes foram transportados em três diferentes tratamentos: controle e duas concentrações de sal na água (3 e 6 g.L -1 ). Após o transporte os peixes foram colocados
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Competitividade da cadeia produtiva do Arapaima gigas, o pirarucu da Amazônia br...

Competitividade da cadeia produtiva do Arapaima gigas, o pirarucu da Amazônia br...

c) Ciência: o terceiro elemento trata da construção de uma ciência articulada entre diferentes atores para favorecer o compartilhamento das descobertas e o encaminhamento de estudos futuros para o adensamento do conhecimento. O desafio reside na criação do canal de comunicação e numa mudança de comportamento que passe a favorecer a troca e a complementariedade. O sistema atual de medição de desempenho da comunidade acadêmica reconhece a classificação do periódico no qual a pesquisa foi publicada, mas não valoriza a relevância ou aplicabilidade do resultado do estudo. A comunicação entre os atores que desenvolvem pesquisas também seria útil para elevar a eficiência dos recursos alocados pelas instituições e pelo governo, de modo que seriam evitadas as sobreposições e descartada qualquer possibilidade de não cobertura a algum elo da cadeia. No caso do Brasil, tão carente de soluções para seus problemas internos, a ciência deve ser o direcionador de políticas públicas e práticas capazes de elevar os nossos níveis de competitividade.
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Morphology and expression of genes related to skeletal muscle growth in juveniles of pirarucu (Arapaima gigas, Arapaimatidae, Teleostei)

Morphology and expression of genes related to skeletal muscle growth in juveniles of pirarucu (Arapaima gigas, Arapaimatidae, Teleostei)

RESUMO. A caracterização do crescimento muscular no pirarucu (Arapaima gigas) é de elevado interesse para os piscicultores, pois fornece informações de extrema importância sobre como esse mecanismo é regulado e permite o rápido aumento na massa muscular característico da espécie. O pirarucu possui um crescimento muscular típico, o que destaca sua importância e seu valor comercial. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a morfologia e a expressão de genes relacionados ao crescimento da musculatura esquelética vermelha e branca do pirarucu. As amostras de músculo vermelho e branco foram obtidas da região lateral anterior superficial e profunda, respectivamente, e estas foram congeladas em nitrogênio líquido. Para análise morfológica, cortes histológicos obtidos em criostato foram submetidos à coloração com HE. A expressão dos genes MyoD, miogenina e miostatina foi feita por PCR em tempo real após transcrição reversa (RT-qPCR). Em relação à expressão de MyoD e miogenina, não houve diferença estatística na comparação entre os músculos; por outro lado, a expressão da miostatina foi significativamente maior no músculo branco, em comparação com o músculo vermelho. Estes resultados refletem as características de crescimento muscular do pirarucu e podem ser úteis na tentativa de melhorar as condições de criação e a sobrevivência da espécie.
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Características bioquímicas e hematológicas do pirarucu Arapaima gigas Schinz, 1822 (Arapaimidae) de cultivo semi-intensivo na Amazônia.

Características bioquímicas e hematológicas do pirarucu Arapaima gigas Schinz, 1822 (Arapaimidae) de cultivo semi-intensivo na Amazônia.

Dentre as espécies de peixes amazônicos de importância econômica, encontra-se o Arapaima gigas (pirarucu), pertencente à ordem Osteoglossiformes, Arapaimidae. Este peixe carnívoro, que é uma das cinco espécies mais cultivadas e comercializadas na Amazônia, tem características propícias para cultivo, tais como: a alta taxa de crescimento (até 10 kg no primeiro ano), elevada rusticidade ao manuseio (Crescêncio 2001; Cavero et al. 2003a,b; Cavero et al. 2004; Ono et al. 2004; Souza et al. 2006), adaptabilidade à alimentação artificial (Crescêncio 2001; Cavero et al. 2003a,b; Tavares-Dias et al. 2007) e elevado aproveitamento da carcaça (51-57%) (Crescêncio 2001; Souza et al. 2006). O A. gigas é uma espécie de respiração aérea obrigatória, sendo que tal característica facilita sua criação (Crescêncio 2001; Cavero et al. 2003a,b; Ono et al. 2004) em elevadas densidades de estocagem (Scorvo Filho et al. 2004), bem como em baixas concentrações de oxigênio dissolvido na água.
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First record of larvae of Hysterothylacium (Nematoda: Anisakidae) with zoonotic potential in the pirarucu Arapaima gigas (Osteichthyes: Arapaimidae) from South America

First record of larvae of Hysterothylacium (Nematoda: Anisakidae) with zoonotic potential in the pirarucu Arapaima gigas (Osteichthyes: Arapaimidae) from South America

Larvas de terceiro estágio (L3) de Hysterothylacium sp. foram coletadas pela primeira vez em juvenis de pirarucu Arapaima gigas cultivados no Rio Preto da Eva, Estado do Amazonas. Noventa e oito (98) dos 100 peixes examinados estavam parasitados. Quinhentos e noventa larvas de Hysterothylaciumsp.foram coletados no intestino, estômago e cecos pilóricos. O índice parasitário de intensidade média foi de 6,02 (±5,75) variando de 1 a 40 larvas por hospedeiro e o de abundância média foi de 5,9 (±5,76). A. Gigas é um novo registro de hospedeiro para larvas de Hysterothylacium sp. no Brasil, também sendo, o primeiro registro de larvas de Hysterothylacium sp. com potencial zoonótico em pirarucu da América do Sul.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA CURSO DE ZOOTECNIA ROBERTO AUGUSTO MAIA LUZ

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA CURSO DE ZOOTECNIA ROBERTO AUGUSTO MAIA LUZ

O presente trabalho tem como objetivo analisar aspectos e pontos relevantes no cultivo do Pirarucu, Arapaima gigas em cativeiro como seu manejo, reprodução e as técnicas de seleção e acasalamento, muito empregadas em programas de melhoramento genético. O estágio supervisionado obrigatório foi realizado no Centro de Pesquisas Ictiológicas Rodolpho von Ihering, DNOCS Pentecoste – CE, no período de Agosto a Novembro de 2016. Durante o período de estágio foram desenvolvidas várias atividades como monitoramento e controle de parâmetros físico-químicos da água, calagem de viveiros, preparo das bolotas de ração e seu fornecimento, arraçoamento de reprodutores e solteiros do plantel, identificação sexual: por meio da coloração e contagem de escamas, bem como a visualização dos órgãos sexuais na parte ventral dos animais. Foi feito também a seleção de reprodutores e troca de casais. Em relação a parte reprodutiva, não foi possível acompanhar todas as fases, principalmente a dinâmica comportamental de cortejo e preparo dos ninhos para a desova já que o pirarucu se reproduz na época das chuvas, que no Ceará vai de janeiro a junho aproximadamente. Com a dependência da estação chuvosa para a sua reprodução, também não foi possível acompanhar a fase de alevinagem. O Treinamento alimentar foi uma das técnicas criadas para a alimentação do Pirarucu e de outras espécies carnívoras com ração comercial, visto que na natureza sua dieta é a base de peixes e outros organismos aquáticos, com isso os custos para manter esse padrão alimentar por um piscicultor inviabilizariam economicamente o cultivo da espécie. O treinamento se inicia com alevinos a partir de 7-8 cm de comprimento, embora já se tenha obtido sucesso com o treinamento de animais de tamanhos inferiores, 4-6 cm. Pode ser feito com a retirada dos alevinos e utilização gradual de alimento vivo ou deixando-os sob cuidado parental dentro dos viveiros de reprodução. Todas as atividades desenvolvidas e parte do conteúdo teórico presente neste trabalho, foram sobretudo fruto de cursos ofertados pelo próprio Centro de Pesquisas antes mesmo do início do estágio, trabalho esse que o DNOCS desenvolve no intuito de capacitar estudantes e empreendedores que decidem montar seu próprio negócio ou se especializarem, além de desenvolver pesquisas que melhorem a produtividade e ajudem a difundir mais ainda a piscicultura no Ceará.
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Avaliação sensorial, físico-química e microbiológica do pirarucu (Arapaima gigas, Schinz 1822) durante estocagem em gelo.

Avaliação sensorial, físico-química e microbiológica do pirarucu (Arapaima gigas, Schinz 1822) durante estocagem em gelo.

Assim, tendo em vista o potencial de crescimento na exploração comercial do pirarucu, é necessária a realização de estudos concernentes à qualidade sensorial, físico-química e microbiológica após sua despesca e abate. O presente estudo foi proposto para avaliar a qualidade do pirarucu procedente de piscicultura, estocado em gelo por 36 dias, utilizando-se de determinações físico-químicas, contagens bacterianas e da avaliação sensorial, com o propósito de contribuir para a elaboração, a longo prazo, de uma tabela de avaliação de MIQ para a determinação da vida útil do pirarucu fresco.
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O incentivo à pesca comercial de Arapaima gigas (pirarucu) do rio Araguaia (Brasil central) na revista “A Informação Goyana” (1917-1935) Incentives for commercial fishing of Arapaima gigas (arapaima) on the Araguaia River (central Brazil) in the magazine

O incentivo à pesca comercial de Arapaima gigas (pirarucu) do rio Araguaia (Brasil central) na revista “A Informação Goyana” (1917-1935) Incentives for commercial fishing of Arapaima gigas (arapaima) on the Araguaia River (central Brazil) in the magazine

Os espécimes de pirarucus capturados estão na parte central e inferior da fotografia, enquanto o índio Karajá (povo indígena do grupo linguístico Macro-Jê, que ocupa atualmente a ilha do Bananal e parte do município de Aruanã, Goiás) está na extrema direita da foto, segurando o que parece ser uma corda, presa aos dois peixes, como se os ‘apresentasse’. Na descrição, o índio é um personagem importante, pois é ele quem pesca o pirarucu: atividade que os Karajás executam tradicionalmente utilizando arco e flecha (Silva; Ummus, 2017) ou redes de pesca denominadas rèru, as quais são armadas na barra das lagoas (Nunes, 2012), podendo incluir outros apetrechos de pesca, como a ‘fisga’ (arpão). As árvores, o rio e a embarcação com os dois homens ao fundo emergem como cenário que coloca em primeiro plano os dois pirarucus e o índio Karajá. O ângulo de noventa graus formado pelos dois peixes em relação ao índio não é ingênuo: é uma construção imagética das dimensões dos animais, ressaltando o tamanho do pirarucu do Araguaia. A descrição do costume dos Karajá em utilizar a língua do peixe como ferramenta nada tem a ver com uma curiosidade sobre a cultura desse povo; trata-se de um apontamento sobre a possibilidade de captura do pirarucu para além dos fins de alimentação. O índio e os dois espécimes capturados da foto servem, assim, para sugerir as possíveis vantagens da exploração pesqueira no rio Araguaia pelo homem branco. Embora a foto presente na Figura 1 fosse a primeira imagem do pirarucu publicada nas páginas de “A Informação Goyana”, esse peixe já vinha sendo mencionado desde o primeiro número da revista, em 15 de agosto de 1917. Na oitava página do seu primeiro número, o periódico exaltava a singularidade da fauna e da flora do estado de
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Helmintos parasitos do pirarucu, Arapaima gigas (Schinz, 1822) (Osteoglossiformes: Arapaimidae), no rio Araguaia, estado de Mato Grosso, Brasil.

Helmintos parasitos do pirarucu, Arapaima gigas (Schinz, 1822) (Osteoglossiformes: Arapaimidae), no rio Araguaia, estado de Mato Grosso, Brasil.

ram observados no interior de cistos na mucosa do estôma- go de A. gigas, com uma amplitude de variação de um a dois cistos por hospedeiro, alterando notoriamente o tecido e su- gerindo possibilidade de patogenia nesses peixes. Freitas e Lent (1946) citaram esse parasito em alevinos de apaiarís e pirarucus no Posto de Piscicultura do Estado do Ceará, le- vantando a suspeita que esse parasito seria responsável por não ter se conseguido criar essas espécies de peixes.

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Helminthes and protozoan of farmed pirarucu (Arapaima gigas) in eastern Amazon and host-parasite relationship

Helminthes and protozoan of farmed pirarucu (Arapaima gigas) in eastern Amazon and host-parasite relationship

Investigou-se a parasitofauna no gigante da bacia amazônica, pirarucu (Arapaima gigas Schinz, 1822), cultivado em pisciculturas do estado do Amapá, na Amazônia oriental, Brasil. Dos peixes examinados, 90,0% estavam parasitados por Ichthyophthirius multifiliis (Ciliophora), Dawestrema cycloancistrium, D. cycloancistrioides (Monogenoidea) e Polyacanthorhynchus macrorhynchus (Acanthocephala), os quais tiveram um padrão de distribuição agregado. As maiores taxas de infecção foram causadas por I. multifiliis, e as menores por P. macrorhynchus. As pisciculturas examinadas apresentaram diferentes taxas de infecção devido às diferentes características de qualidade de água e de manejo. Houve correlação negativa entre a intensidade de monogenoideas e o fator de condição relativo (Kn), mas a saúde dos peixes não foi afetada pelo parasitismo. A intensidade de I. multifiliis foi positivamente correlacionada com o peso e o comprimento, enquanto a intensidade de monogenoideas D. cycloancistrium e D. cycloancistrioides mostrou correlação negativa com o peso e o comprimento total dos hospedeiros. Este estudo foi o primeiro registro da ocorrência de P. macrorhynchus em A. gigas cultivados na Amazônia.
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Expression of growth-related factors in skeletal muscle of Pirarucu (Arapaima gigas) during growth

Expression of growth-related factors in skeletal muscle of Pirarucu (Arapaima gigas) during growth

he present work is the irst to describe the mechanisms regulating skeletal muscle growth in pirarucu (Arapaima gigas), which is a very important ish regarding economy of Amazon people. he organization of muscle ibers in pirarucu is quite similar to other ish species; red and white muscle ibers showed similar morphological patterns, presenting polygonal or round shapes with peripheral nuclei. Connective tissues of extracellular matrix are distributed in the endomysium, surrounding each muscle iber, and in the perimysium, where muscle ibers are clustered [7,49-55]. he thick connective tissue found in dorsal muscle can be seen as a support structure for the whole body, allowing the transmission of contraction forces from muscle ibers to the axial skeleton and caudal in. In all studied groups, analysis of white muscle iber morphometry showed many small-diameter ibers surrounding larger ibers. his pattern is observed in most ish species during muscle growth and is characteristic of hypertrophy and hyperplasia [12,17,55,56]. In the majority of ish species, these mechanisms are employed throughout their life cycle and have been well documented in a variety of species, particularly in species with a large potential for aquaculture [15,17,55,57]. In the present work, we observed that early juvenile stage pirarucu (Group A) had many immature ibers, demonstrating that hyperplasia is probably the main muscle growth mechanism at that stage. his mechanism is responsible for the new ibers formation in ish species, once proliferative satellite cells aggregate to the mature ibers surface and generate new myotubes [15,58]. Post-juvenile ishes (groups B, C and D) also presented hyperplasia, identiied by the occurrence of mosaic groups of ibers. However, they presented predominately larger ibers, what suggests hypertrophy as the main mechanism of muscle growth in these life stages. During this process, satellite cells fuse to pre-existing 313 ibers
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Population Dynamics Modeling of Arapaima gigas

Population Dynamics Modeling of Arapaima gigas

The types of stability for the three equilibrium points for α ≤ 100 are unchanged. As α increases, the number of Arapaima reaching maturity decreases as a consequence of lack of proper care in the earlier stages. The number of fishes at the saddle point P2 on the contrary increases. Far from being a favorable scenario a large number of fishes at the neighborhood of an unstable point of equilibrium may disguise an unaware observer who could think that a relatively high number of individuals would avoid a quick collapse towards extinction. In other words the attraction basin induced by P3 shrinks. The size of this attraction basin is determinant for the global stability of the system rather then the number of fishes.
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Hematological and biochemical responses of pirarucu (Arapaima gigas, Arapaimidae) fed with diets containing a glucomannan product derived from yeast and algae

Hematological and biochemical responses of pirarucu (Arapaima gigas, Arapaimidae) fed with diets containing a glucomannan product derived from yeast and algae

This is the first study providing hematological-biochemical analyses on pirarucu that were fed with diets supplemented with MycosorbA+®. At the two lowest concentrations tested (0.1% and 0.2%) the product contributed towards increasing some defense cell counts and the albumin levels, without changes to hematological parameters, condition factor, and plasma cholesterol or triglyceride levels. Our results indicate that diets containing MycosorbA+® in concentrations that are in accordance with the manufacturer’s technical specification (0.5 to 2 kg of product per ton of feed) may be appropriate for diet supplementation of Arapaima gigas fingerlings. Additional studies are needed to assess the effectiveness of the product for eliminating mycotoxins from the diet of pirarucus.
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