[PDF] Top 20 Psicol. cienc. prof. vol.9 número1
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número1
... U m assunto que, inevitavel- mente, tem surgido nos en- contros, congressos e reu- niões de psicólogos, diz res- peito à questão da formação profis- sional, em especial ao problema do cu[r] ... See full document
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... A avaliação do exercício profissional Interessou-nos também saber co- mo os psicólogos avaliam sua profis- são quanto ao "status" que ela tem junto à comunidade; quanto às dif[r] ... See full document
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... De forma geral, o que não estamos sabendo fazer é voltar à formação (não somente a do psicólogo como também de outras profissões) para encontrar as pontes com a comunida- de mais amp[r] ... See full document
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... cas, não foram aprofundadas, em função das características e objetivos do roteiro de entrevista, e a provável heterogeneidade dos respondedores e de seus critérios introduz variações[r] ... See full document
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... muita variação, o que as torna, pratica- mente, obrigatórias. Qual tem sido, grosso modo, o perfil do estudante ou do profissional formado? Os estudantes a partir do 3 o semestre ini-[r] ... See full document
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... É nosso objetivo envolver cada vez mais a participação de alunos no processo de modificação curricular, de tal modo que, quando tivermos mudado o currículo, já tenhamos en- gajado um[r] ... See full document
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... Ao trabalhar com um grupo de supervi- são é importante que se desvende e aponte as instituições que ali estão instrumentalizadas, pois assim, ao mesmo tempo em que se discute o próp[r] ... See full document
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... aproximamos o caso do protótipo, generalizando, ou aumentamos a dis- tância, individualizando. Esta decisão não é puramente intelectual, expressa uma atitude para com a pessoa ou coi[r] ... See full document
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... A imagem ("alfa- betização corporal") corresponde exatamente ao objetivo do trabalho: a reapropriação do corpo a partir do aprendizado, reelaboração e recria- ção de seus códi[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número1
... Por um lado, seu pioneirismo, em termos de uma experiência de nossa realidade, de propor, com seu livro, uma abertu- ra essencial para que professores de Psicologia e supervisores po[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número1
... Numa perspectiva histórica, de 1962 até os nossos dias, Sylvia Leser de Mello equaciona quais são os problemas recorrentes.. Um trabalho de pesquisa sobre e com os alunos de Psicologi[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número2
... Percebemos pela Tabela que as porcentagens se distribuem em ambos os sexos de modo mais ou menos equivalente: o maior número de pes- soas se concentra na faixa do I grau e as diferen[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número2
... de formas indissociáveis. Quando se trata de estudar as relações entre psicoterapia e cultura, surgem questões que os psicanalistas não costumam considerar como pen- sáveis psicanalit[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número2
... A história a que nos referimos aconte- ceu com Claude Bernard, médico criador do princípio da homeostase, princípio este que pode ser visto como o paradigma, o próprio modelo de tod[r] ... See full document
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... Assim, o atendimento pre- ventivo da família combina dois mo- delos de assistência psicológica: um método breve, quando surge um pro- blema situacional (e cai no âmbito da prevenção se[r] ... See full document
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... Conhecendo a importân- cia da escuta analítica, do valor inegá- vel das associações livres tão destaca- das por Freud, por que não ficarmos mais atentos ao relato espontâneo do cliente[r] ... See full document
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... O grupo também não é visto como uma forma menor de psicoterapia, mas como o enquadramento indicado para certos tipos de pessoas, com cer- tas problemáticas, como é o caso dos que sof[r] ... See full document
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... tempo permanece interagindo com o psicólogo na busca de identificação e elaboração de problemas emocio- nais). Esta realidade obriga que tanto a formação do psicólogo quanto a função[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número2
... Em con- seqüência, onde o brincar não é possí- vel, o trabalho efetuado pelo terapeu- ta é dirigido então no sentido de tra- zer o paciente de um estado em que não é capaz de brincar, p[r] ... See full document
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Psicol. cienc. prof. vol.9 número2
... Nesta análise funcional o tera- peuta se comporta como um detetive formulando hipóteses a respeito da problemática, submetendo-as a verifi- cações, inicialmente através da lógica de e[r] ... See full document
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