Top PDF Pteridófitas do Parque Estadual do Jacupiranga, SP, Brasil.

Pteridófitas do Parque Estadual do Jacupiranga, SP, Brasil.

Pteridófitas do Parque Estadual do Jacupiranga, SP, Brasil.

RESUMO – (Pteridófitas do Parque Estadual do Jacupiranga, SP, Brasil). Este trabalho refere-se ao levantamento da flora pteridofítica do Parque Estadual do Jacupiranga, localizado nos municípios de Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iporanga e Jacupiranga, na região sul do Estado de São Paulo. As coletas foram realizadas em março e abril/2005 e os espécimes testemunho encontram-se depositados nos herbários BHCB, ESA, SPSF e UEC. Foram encontrados 212 táxons (207 espécies, uma subespécie e quatro variedades) distribuídas em 24 famílias e 65 gêneros. As famílias mais representativas foram Thelypteridaceae com 23 espécies e três variedades e Polypodiaceae com 23 espécies. Os gêneros mais ricos foram: Thelypteris com 22 espécies e três variedades e Asplenium com 18 espécies e uma variedade. Com relação à forma de vida, dos 212 táxons, 122 são terrestres, 65 epífitas, 17 rupícolas, três trepadeiras e cinco com mais de um hábitat. As espécies Diplazium rieddelianum Kunze, Stigmatopteris ulei (Christ) Sehnem e Thelypteris paranaensis Salino são aqui registradas pela primeira vez para o Estado de São Paulo.
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Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Família: 21-Tectariaceae.

Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Família: 21-Tectariaceae.

J. Prado & G.B. Silva 1617 : P = 25,5 ± 1,6; EM = 39,2 ± 2,0; Em = 25,6 ± 3,6; L = 20,4 ± 2,7. Observação: o material, F.C. Hoehne s.n. (SP35630), citado por Prado (2010), não foi estudado por apresentar esporos em quantidade insuficiente para análise. Material examinado: 10-VIII-1948, W. Hoehne 2647 (SPF); 4-XI-1971, O. Handro 2179 (SPF); 2-VI-1972, O. Handro 2208 (SPF); 30-IV-1974, J.A. Corrêa 15 (SP); 2-VI-1976, J.A. Corrêa 137 (SP); 6-X-2003, J. Prado & D.M. Vital 1442 (SP); 20-XII-2005, J. Prado & G.B. Silva 1617 (SP).

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Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil) Família: 2-Blechnaceae.

Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil) Família: 2-Blechnaceae.

O material utilizado para o estudo da morfologia dos esporos foi obtido de plantas herborizadas depositadas no Herbário Científico do Estado “Maria Eneyda P. Kaulfmann Fidalgo” (SP) (sigla segundo Holmgren et al. 1990). Quando os espécimes apresentavam-se inférteis, ou com quantidade insuficiente de esporos, optou-se por coletas a partir de exsicatas provenientes de outras localidades.

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Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 5-Dennstaedtiaceae.

Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 5-Dennstaedtiaceae.

Observações: os materiais G. Eiten et al.2058, 2079 (SP, US); J.A. Corrêa 13, 58 (SP); J. Prado 1458 (SP), O. Handro 181 (SPF), citados por Prado (2004a), não foram estudados por apresentarem esporos em quantidade insuficiente para a análise. Material examinado: 7-V-1974, J.A. Corrêa 50 (SP). 4. Lindsaea quadrangularis Raddi ssp. terminalis

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Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil)Famílias: 6-Dicksoniaceae, 12-Lophosoriaceae, 14-Ophioglossaceae.

Morfologia de esporos de pteridófitas do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil)Famílias: 6-Dicksoniaceae, 12-Lophosoriaceae, 14-Ophioglossaceae.

A família Ophioglossaceae apresenta plantas terrestres ou epífitas de distribuição cosmopolita (Prado 2004c). Apesar de possuir quatro gêneros e cerca de 80 espécies (Smith et al. 2006), são de ocorrência rara e anual. Na área do PEFI somente há coletas de Ophioglossum palmatum L.. Hoehne et al. (1941) registraram a presença de O. ellipticum (= O. nudicaule L.), porém esta não foi coletada recentemente na área e o material não foi localizado nos herbários SP e SPF (Prado 2004c).

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Cianoliquens dos gêneros Coccocarpia, Collema e Leptogium do Parque Estadual da Cantareira, SP, Brasil, depositados no herbário SP.

Cianoliquens dos gêneros Coccocarpia, Collema e Leptogium do Parque Estadual da Cantareira, SP, Brasil, depositados no herbário SP.

ABSTRACT - (Cyanolichens of genera Coccocarpia, Collema, and Leptogium from Parque Estadual da Cantareira, São Paulo State, Brazil, deposited in the SP herbarium). The survey of the foliose lichen specimens of the Parque Estadual da Cantareira and vicinities, deposited at the SP herbarium, revealed 14 cyanolichen specimens, belonging to seven species of the genera Coccocarpia, Collema, and Leptogium. This is the first record of these species for the area, and includes an identification key, descriptions, comments, and illustrations. Collema fuscovirens is recorded for the first time to South America, Leptogium coralloideum is recorded for the first time to São Paulo State, and a lectotype is selected for L. austroamericanum. Key words: Ascomycota, lichenized fungi, Serra da Mantiqueira
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Polyporus Fr. (Polyporaceae) no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil.

Polyporus Fr. (Polyporaceae) no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil.

É espécie comum na América tropical, facilmente reconhecida pelo basidioma centralmente estipitado, margem ciliada e poros pequenos (Gugliotta & Bononi 1999). No Brasil é citada para os Estados do Acre (Bononi 1992), Amazonas (Hennings 1904a, Teixeira & Fidalgo 1983, Corner 1984), Maranhão (Teixeira & Fidalgo 1983), Mato Grosso (Hennings 1900), Pará (Sotão et al. 2002), Paraná (Teixeira & Fidalgo 1983, Rajchenberg & Meijer 1990, Ryvarden & Meijer 2002), Rio de Janeiro (Teixeira & Fidalgo 1983), Rio Grande do Sul (Rick 1960, como Polyporus arcularius var. tricholoma, Teixeira & Fidalgo 1983, Silveira & Guerrero 1991), Rondônia (Capelari & Maziero 1988), Santa Catarina (Loguercio-Leite 1992, Gonçalves & Loguercio-Leite 2001) e São Paulo (Teixeira & Fidalgo 1983, Fonsêca 1999, Gugliotta & Bononi 1999, Xavier-Santos 2003). Sua ocorrência no PEFI já havia sido relatada por Teixeira & Fidalgo (1983).
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Novas citações de Chytridiomycota e Oomycota para o Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), SP, Brasil.

Novas citações de Chytridiomycota e Oomycota para o Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), SP, Brasil.

RESUMO – (Novas citações de Chytridiomycota e Oomycota para o Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), SP, Brasil). Levantamento de fungos zoospóricos realizado em lagos artificiais do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), situado na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Brasil, resultou no isolamento de 41 táxons, sendo 36 identificados em nível específico. Vinte e três táxons pertencem ao Reino Fungi, filo Chytridiomycota, ordens Chytridiales, Monoblepharidales e Spizellomicetales e, 18 ao Reino Straminipila, filo Oomycota, ordens Saprolegniales e Peronosporales. Dentre os fungos isolados, 14 são mencionados pela primeira vez para o PEFI: Aphanomyces helicoides von Minden, Catenochytridium kevorkianii Sparrow, Catenochytridium sp., Chytriomyces appendiculatus Karling, C. aureus Karling, C. hyalinus Karling, C. spinosus Fay, Diplophlyctis asteroidea Dogma, D. complicata (Willoughby) Dogma, Karlingia dubia Karling, Nowakowskiella hemisphaerospora Shanor, Saprolegnia australis Elliott, Septochytrium variabile Berdan e Truittella sp., os quais são descritos, comentados e ilustrados. O gênero Truitella é mencionado pela primeira vez para o Brasil.
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Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) no Parque Estadual da Cantareira, Estado de São Paulo, Brasil, II: as espécies emaculadas ou com máculas irregulares.

Espécies de Parmotrema (Parmeliaceae, Ascomycota) no Parque Estadual da Cantareira, Estado de São Paulo, Brasil, II: as espécies emaculadas ou com máculas irregulares.

ramificação irregular, 1,5-11,5 mm larg., adnatos a sutilmente elevados, pouco aderidos, contíguos a sobrepostos lateralmente, de ápices arredondados a subarredondados, a margem sinuosa a crenada sem linha negra distinta, as axilas ovais, a superfície contínua e lisa com raras quebras irregulares em partes velhas. lacínulas ou lóbulos adventícios ausentes a ocasionais, simples, curtos . Cílios negros, simples, 0,30-1,50 × ca. 0,03 mm, frequentes, surgindo nas crenas, espaçados e intercalares aos sorais. Máculas ausentes. Sorédios farinhosos a subgranulares, originados de sorais marginais labriformes a lineares interrompidos, surgindo ocasionalmente nos ápices de lacínulas ou capitados laminais, frequentemente escurecidos. Pústulas e Isídios ausentes. Medula branca, sem manchas de pigmentos K+ púrpura. Lado de baixo negro, lustroso, rugoso a venado, zona marginal marrom clara, atenuada, ebúrnea ou variegada em lobos sorediados, nítida, lustrosa, lisa a subrugosa ou pouco venada, pouco papilada, tornando-se rizinada na transição para o centro. Rizinas 0,10-1,20 × ca. 0,05 mm, negras, simples, irregularmente agrupadas, poucas ou frequentes a abundantes. Apotécios e picnídios não encontrados. Substâncias de importância taxonômica: atranorina, cloroatranorina (córtex superior, K+ amarelo, UV−), ácido liquesterínico (presente em todas as amostras), protoliquesterínico, turingiona, e algumas substâncias desconhecidas, com possível concentração de pequenas quantidades de atranorina em trechos aleatórios (medula K−, C−, KC−, P−, sendo K+ amarelo e P+ amarelo, em sorais e lobos jovens, UV−). Distribuição: América do Sul. No Brasil é citada para o Estado de SP (Benatti et al. 2013b).
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Diversidade de Blastocladiomycota e Chytridiomycota do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP, Brasil.

Diversidade de Blastocladiomycota e Chytridiomycota do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP, Brasil.

RESUMO - (Diversidade de Blastocladiomycota e Chytridiomycota do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP, Brasil). Foram analisadas a riqueza e a diversidade de Blastocladiomycota e Chytridiomycota de 120 amostras coletadas no Parque Estadual da Ilha do Cardoso (PEIC). Destas amostras foram realizados 256 isolamentos, 112 da água e 144 do solo, com a identificação de 34 táxons, todos primeiras citações para o PEIC. Chytriomyces lucidus Karling é citado pela primeira vez para o Brasil e Entophlycis lobata Willoughby & Townley e Phlyctochytrium mucronatum Canter para o Estado de São Paulo. Os valores dos índices de diversidade de Shannon (H’), dominância de Simpson (D) e equitatividade (E), bem como o índice de similaridade de Sørensen (61,2%), indicaram uma micota diversa, com poucos táxons dominantes, a maioria presente tanto nas amostras de água como nas de solo. Aproximadamente 24% do total de táxons identificados cresceram em meio de cultura e foram caracterizados com base nos dados morfológicos e moleculares (regiões 18S, ITS e 28S do rDNA), com as sequências gênicas disponibilizadas no GenBank.
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Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 3. Cyatheaceae.

Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 3. Cyatheaceae.

RESUMO - (Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 3. Cyatheaceae). Neste trabalho são apresentados os dados referentes ao levantamento florístico da família Cyatheaceae no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI). A família está representada na área por dois gêneros (Alsophila e Cyathea) e cinco espécies: Alsophila setosa Kaulf., A. sternbergii (Sternb.) D.S. Conant, Cyathea atrovirens (Langsd. & Fisch.) Domin, C. corcovadensis (Raddi) Domin e C. delgadii Sternb. São apresentadas chaves para identificação dos gêneros e espécies, bem como descrições, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para algumas espécies estudadas.
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ESTUDO ESPACIAL DO GRADIENTE DE VEGETAÇÃO DO PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, SP, BRASIL

ESTUDO ESPACIAL DO GRADIENTE DE VEGETAÇÃO DO PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, SP, BRASIL

Os dados florísticos disponíveis para a Ilha do Cardoso são bastante escassos, ainda hoje, apesar do número relativamente grande de trabalhos que vêm sendo desenvolvidos em locais específicos, próximos a Base do Parque Estadual. No entanto, é importante salientar, a valiosa contribuição do grupo de pesquisadores do Instituto de Botânica e do Instituto Florestal, pelos estudos efetuados das famílias vegetais fanerogâmicas, que ocorrem nas diversas formações vegetais presentes na Ilha. As listas de espécies publicadas pelos dois Institutos contribuíram para a identificação das fisiografias da vegetação e de sua distribuição, durante a confecção do mapa temático dos tipos de vegetação realizado no presente estudo.
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Aves do Parque Estadual Carlos Botelho – SP.

Aves do Parque Estadual Carlos Botelho – SP.

As fitofisionomias antropogênicas, que ocupam áreas restritas no interior do parque, apresentaram espécies registradas exclusivamente em seus habitats e que em geral foram pouco contatadas. Além de espécies residentes que provavelmente apresentam populações pequenas, nesse conjunto estão incluídas vagantes e ocasionais. De maneira similar ao observado em outras localidades do sudeste do Brasil (Willlis & Oniki 2002), as aves que ocupam essas fitofisionomias são em geral de menor preocupação conservacionista. Na região serrana do Espírito Santo onde os remanescentes florestais avaliados estão numa matriz agrícola, os percentuais de espécies
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Urticaceae Juss. do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil.

Urticaceae Juss. do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil.

O Parque Estadual das Fontes do Ipiranga - PEFI (23º38’08’’S e 23º40’18’’S - 46º36’48’’W e 46º38’00’’W) está situado no município de São Paulo, a cerca de 10,2 km sul e 0,8 km leste do centro da cidade (Melhem et al. 1981), com área total de 549,31 ha e altitude média de 798 m (Bicudo et al. 2002). O Instituto de Botânica é responsável por 164,45 ha da área total, que são subdivididos em reserva biológica - 116 ha, área com as instalações administrativas e seções técnicas do Instituto - 11,94 ha e área de visitação pública do Jardim Botânico - 36,30 ha (Rocha & Cavalheiro 2001). A reserva biológica, embora esteja sob forte pressão urbana da região metropolitana de São Paulo, possui remanescentes da vegetação nativa e pode ser caracterizada como sendo uma extensão da fl oresta ombrófi la densa com infl uência da fl oresta estacional semidecidual.
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Bambus nativos (Poaceae, Bambusoideae) no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil.

Bambus nativos (Poaceae, Bambusoideae) no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil.

livres, onduladas e castanho-douradas no ápice, base eretas e esbranquiçadas; lâmina 5-12 × 0,9-1,8 cm, face adaxial híspida, abaxial glabra, margem escabra. Complemento de ramo 12-130 ramos, 15-65 cm compr., 4-7 lâminas por ramo, eretos, ligeiramente geniculados; nós salientes, glabros, castanho-escuros. Folhas dos complementos de ramos: bainha glabra, estriada, margem lisa a pouco ciliolada; fímbrias apicais 3-10 mm compr., persistentes, cilíndrico-achatadas, livres, base eretas e antrorso-escabras, ápice crespo e liso, castanho- douradas; lígula externa com pequena margem saliente, ciliolada; lígula interna 0,2-0,5 mm compr., membrano-ciliolada; pseudopecíolo 4-5 mm compr., ambas as faces glabras a esparsamente híspidas, verde-vináceos; lâmina 8-17 × 1,5-2 cm, glabras a subglabras em ambas as faces, sem um tufo de tricomas na base da face abaxial, exceto em uma das margens, adaxial, basal com 2-8 fileiras de tricomas escabros, margem escabra. Racemo 6-18 cm compr., aberto com as espiguetas expandidas, 36-40 espiguetas por racemo, pectinadas, alternas. Espiguetas 11-14 mm compr., lanceoladas, estrigosas, antécio fértil 1; gluma I 3-3,5 mm compr., 1-nervada, triangular, maculada, curtamente estrigosa, vinácea; gluma II 5,5-7,5 mm compr., 9-nervada, lanceolada, maculada, curtamente estrigosa; estípite ca. 2,5 mm compr., finamente estrigoso, tricomas esbranquiçados; lema 10-11,5 mm compr., 14-15-nervado, oblongo- lanceolado, maculado, finamente estrigoso, margem ciliada; pálea 10,5-12,5 mm compr., menor que o lema, 8-12-nervada, maculada, curvada, 2-quilhada, o dorso das quilhas branco, formando duas linhas brancas longitudinais e paralelas, curtamente ciliadas; extensão de ráquila 10-11 mm compr., pequeno rudimento apical; lodículas ca. 3,3 mm compr., finamente ciliolada no ápice com 2-3 nervuras fracas; anteras ca. 9 mm compr., castanho-claras. Cariopse 6-7 mm compr., rostrada, brilhante, castanho-clara. Material examinado: BRASIL. S ão P aulo : São Paulo,
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Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil: Fungos, 10: Ganodermataceae.

Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil: Fungos, 10: Ganodermataceae.

Estudos morfológicos e moleculares vêm demonstrando que o complexo Ganoderma applanatum‑australe é composto por várias espécies crípticas, cujas características morfológicas são insuficientes para separá-las. Moncalvo & Buchanan (2008) realizaram um estudo molecular obtendo sequências da região ITS de rDNA de 98 espécimes, os quais agruparam em oito clados distintos, fortemente relacionados à origem geográfica: um clado proveniente do Hemisfério Norte, dois clados do Hemisfério Sul, um clado com espécies da região do Hemisfério Sul e Ásia oriental, três clados Asiáticos e um clado Neotropical. Neste estudo apenas um espécime proveniente do Brasil foi analisado, o qual aparece incluído no clado Neotropical. De acordo com
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Estudo taxonômico e ecológico dos Ichneumonidae (Hymenoptera, Ichneumonoidea) em área de mata atlântica em diferentes estágios sucessionais, no Parque Estadual da Serra Do Mar, São Luiz do Paraitinga, SP, Brasil

Estudo taxonômico e ecológico dos Ichneumonidae (Hymenoptera, Ichneumonoidea) em área de mata atlântica em diferentes estágios sucessionais, no Parque Estadual da Serra Do Mar, São Luiz do Paraitinga, SP, Brasil

A subfamília Rhyssinae é um grupo relativamente pequeno e cosmopolita, com oito gêneros em todo o mundo. Após os trabalhos de revisão realizados, principalmente, por Charles Porter e Ian D. Gauld, a subfamília está entre os Ichneumonidae mais conhecidos na Região Neotropical (PORTER, 1975; 1978; 1982; GAULD, 1991; GAULD, 1997). Epirhyssa é o gênero mais rico em espécies dentro de Rhyssinae, com 128 espécies descritas em todo o mundo e 55 delas ocorrendo na Região Neotropical (PORTER, 1978; GAULD, 1997; GRAF & KUMAGAI, 2004; YU et al., 2012; ROUSSE & VAN NOORT 2014; GOMEZ et. al.,2015). O presente estudo acrescenta um novo registro da espécie Epirhyssa corralesi para o Brasil, que já apresentava a ocorrência de 21 outras espécies de Epirhyssa. São elas: Epirhyssa alternata Cresson, 1865; Epirhyssa amazonica Mocsáry, 1905; Epirhyssa araucariae Porter, 1978; Epirhyssa braconoides Porter, 1978; Epirhyssa celaena Porter, 1975; Epirhyssa chlora Porter, 1978; Epirhyssa chrysitis Porter, 1975; Epirhyssa diatropis Porter, 1978; Epirhyssa fulva Porter, 1978; Epirhyssa leuceres Porter, 1978; Epirhyssa mexicana Cresson, 1874; Epirhyssa nigrithorax Graf & Kumagai, 2004; Epirhyssa oranensis Porter, 1975; Epirhyssa pacheia Porter, 1978; Epirhyssa peruana Enderlein, 1919; Epirhyssa phoenix Porter, 1975; Epirhyssa porteri Gauld, 1991; Epirhyssa pyrrha Porter, 1978; Epirhyssa tristis (Kriechbaumer, 1890); Epirhyssa tylota Porter, 1975; Epirhyssa xanthostigma Porter, 1978.
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Fernanda Ayumi Teshima ECOLOGIA DAS ASSEMBLEIAS DE PEIXES DO PARQUE ESTADUAL DO JURUPARÁ (PEJU, SP)

Fernanda Ayumi Teshima ECOLOGIA DAS ASSEMBLEIAS DE PEIXES DO PARQUE ESTADUAL DO JURUPARÁ (PEJU, SP)

A fauna de peixes neotropicais representa 13% do total de espécies conhecidas de vertebrados, embora ocorra em menos de 0,003% (por volume) dos ecossistemas aquáticos do mundo (Vari & Malabarba, 1998). O aumento das demandas urbana, agrícola e industrial nas últimas décadas vem ocasionando alterações físicas e biológicas nos ecossistemas aquáticos naturais, resultando na diminuição da riqueza taxonômica e da diversidade funcional das assembleias biológicas (Walsh et al., 2005). No Brasil, as ameaças aos ecossistemas de água doce e à sua biota variam em número e importância de acordo com as regiões do país, devido à densidade populacional humana, ao uso do solo e às características sociais e econômicas predominantes em cada região. No sudeste, as principais ameaças para a biodiversidade aquática estão relacionadas às atividades de expansão das áreas urbanas, da indústria e da agricultura (Agostinho et al., 2005). Ainda que a preocupação com a perda da biodiversidade tenha aumentado nas últimas décadas, as unidades de conservação existentes raramente consideram dados referentes à biota aquática. Nesse cenário, é provável que muitas espécies de peixes desapareçam ou estejam ameaçadas de extinção antes mesmo de serem descritas e analisadas quanto às características básicas de sua história natural (Nogueira et al., 2010).
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Imaturos de Simuliidae (Diptera, Nematocera) e caracterização de seus criadouros no Parque Estadual Intervales, SP, Brasil.

Imaturos de Simuliidae (Diptera, Nematocera) e caracterização de seus criadouros no Parque Estadual Intervales, SP, Brasil.

Os imaturos de S. lutzianum Pinto foram coletados sobre ramos e folhas de vegetação tombados nas margens do Rio das Mortes, que apresenta águas mais turbulentas do que os demais córregos. O único exemplar de S. (Psaroniocompsa) sp. (fêmea) foi obtido em atividade de hematofagia, em um dos coletores, próximo desse rio e, provavelmente pertença ao complexo S. oyapockense, do grupo amazonicum (Crosskey & Howard 1997).

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Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil: Pteridophyta: 10. Hymenophyllaceae.

Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil: Pteridophyta: 10. Hymenophyllaceae.

RESUMO - (Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Pteridophyta: 10. Hymenophyllaceae). O levantamento florístico da família Hymenophyllaceae foi realizado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI). Foram registrados seis gêneros (Abrodictyum, Didymoglossum, Hymenophyllum, Polyphlebium, Trichomanes e Vandenboschia) e nove espécies (quatro spp. de Hymenophyllum: Hymenophyllum caudiculatum Mart., Hymenophyllum hirsutum (L.) Sw., Hymenophyllum microcarpum Desv., Hymenophyllum polyanthos (Sw.) Sw., e os demais gêneros uma espécie cada: Abrodictyum rigidum (Sw.) Ebihara & Dubuisson, Didymoglossum reptans (Sw.) C. Presl, Polyphlebium angustatum (Carmich.) Ebihara & Dubuisson, Trichomanes polypodioides Raddi e Vandenboschia radicans (Sw.) Copel.). São apresentadas chaves para identificação para os gêneros e espécies, bem como descrições, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para alguns dos táxons estudados.
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