Top PDF Qualidade de vida e localização da lesão em pacientes dermatológicos.

Qualidade de vida e localização da lesão em pacientes dermatológicos.

Qualidade de vida e localização da lesão em pacientes dermatológicos.

A experiência de profissionais que atuam com pacientes dermatológicos demonstra um maior pre- juízo nos sujeitos com lesões em face e/ou mãos, pela dificuldade de deixar a lesão exposta ao olhar do outro, bem como o sofrimento do preconceito que se sente “na pele”. Os dados decorrentes deste estudo talvez se devam à exposição de outras regiões do corpo a que também ficam submetidas as pessoas que não têm lesões em face ou mãos, seja pela alta tempe- ratura e calor, seja nos relacionamentos mais íntimos, ou até mesmo pelo próprio constrangimento implica- do em saber que apresenta lesões na pele. Neste sen- tido, em estudos anteriores não foram encontradas diferenças significativas na qualidade de vida específi- ca entre pacientes com lesões localizadas ou dissemi- nadas, tendo sido mencionado que, pela doença de pele causar tamanho impacto na vida do sujeito, inde- pendente de ser localizada ou disseminada, as dificul- dades causadas serão as mesmas. 10
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Abordagem cirúrgica no cancro de cabeça e pescoço: Localização anatómica, decisão terapêutica e Qualidade de Vida

Abordagem cirúrgica no cancro de cabeça e pescoço: Localização anatómica, decisão terapêutica e Qualidade de Vida

O cancro do pavimento da boca inicialmente é assintomático. É frequente localizar-se na região anterior do pavimento da boca, junto ao canal de wharton, apresentando lesões vermelhas, na qual a mucosa se encontra ligeiramente elevada, com bordos mal definidos e um ligeiro endurecimento. Esta neoplasia é precedida por norma por lesões potencialmente malignas como é o caso da leucoplasia e da eritroplasia, daí ser bastante importante fazer o diagnóstico e tratamento deste tipo de lesões. A leucoplasia apresenta-se através de lesões brancas e são as menos prováveis de se tornarem malignas, no entanto em 10% dos casos isso acontece. O progresso do carcinoma no pavimento da boca apresenta sinais primários como a sensação de uma espécie de “caroço” no pavimento da boca com a ponta da língua, sensação de dor leve aquando da ingestão de bebidas ou alimentos e deficiência no encaixe da prótese dentária. Como sintomas de lesão mais avançada são descritas dores, sangramento, halitose, perda de peças dentárias, alterações na fala devido à extensão tumoral na raiz da língua e região submandibular. Quanto maior a lesão, mais esta se apresentará elevada, “laminada”, com margens distintas, ulcerada na região central e endurecida (DeVitta et al., 2005).
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Dor neuropática: implicações na qualidade de vida de pessoas com lesão medular

Dor neuropática: implicações na qualidade de vida de pessoas com lesão medular

Atualmente, o mecanismo mais plausível e cientificamente aceito para explicar a dor neuropática é a geração ectópica de impulsos nervosos às fibras de pequeno calibre do tipo C e AP. Após a lesão do nervo, alguns pacientes desenvolvem alteração na distribuição e conformação de canais iônicos (especialmente canais de sódio) que promovem aumento da excitabilidade axonal das fibras finas nociceptivas. Tal excitabilidade é, muitas vezes, gerada longe do foco da lesão inicial (por isso chamada de descargas ectópicas), mas capaz de acarretar o surgimento de sintomas de características neuropáticas. Não é por acaso que um dos tratamentos mais eficazes para a dor neuropática é o uso dos anticonvulsivantes que agem sobre os canais de sódio, tais como a carbamazepina e gabapentina. Para alguns estudiosos, inclusive, a “ nervo ou da via no ” (9, 47) .
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EFEITOS DA ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA E DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL NA QUALIDADE DE VIDA E INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE PACIENTES COM LESÃO MEDULAR

EFEITOS DA ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA E DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL NA QUALIDADE DE VIDA E INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL DE PACIENTES COM LESÃO MEDULAR

O Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (CRER), local onde o estudo foi realizado, é um hospital de referência no estado de Goiás, que oferece atendimento especializado em reabilitação às pessoas com deficiência física e/ou auditiva, exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e vem investindo em pacientes de difícil prognóstico. Visando melhorar a qualidade da atenção à saúde, essa instituição adquiriu, desde abril de 2014, o aparelho de EMT, uma tecnologia de alto custo, que visa melhorar QV e funcionalidade dos pacientes com alteração neurológica. Atualmente, a EMT é utilizada na reabilitação de pacientes com alterações neurológicas como acidente vascular cerebral (AVC), distonias, depressões uni e bipolar, tratamento de dor neuropática, além de LM.
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Dor neuropática central: implicações na qualidade de vida de pacientes com lesão medular.

Dor neuropática central: implicações na qualidade de vida de pacientes com lesão medular.

Trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva, transversal, de abordagem quantitativa, desenvolvida em duas instituições, sendo um hospital-escola governamental com o instituto especializado no atendimento de pessoas com afecções do aparelho locomotor, loca- lizado no município de São Paulo. A outra é uma instituição benei- cente, particular, de grande porte também localizada no município de São Paulo. A amostra do presente estudo foi composta pela se- leção dos pacientes em ambas as instituições que são referências no tratamento de LM.

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Escalas sobre Qualidade de Vida em pacientes com lesão medular: revisão integrativa.

Escalas sobre Qualidade de Vida em pacientes com lesão medular: revisão integrativa.

satisfação com a vida, além de suporte social e padrão de vida. Instrumentos adequados devem ser necessaria- mente aplicados para avaliar a percepção de cada pato- logia ou condição do tratamento de pacientes. A impor- tância dessa avaliação justifica-se porque, por meio dela, é possível compartilhar resultados oriundos de todo o mundo, viabilizando comparação entre níveis de QV em diferentes culturas e grupos sociais, bem como sobre a eficiência das diversas técnicas de tratamento. (14)

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Influência da , religião e crenças na qualidade de vida de pessoas com lesão medular

Influência da , religião e crenças na qualidade de vida de pessoas com lesão medular

Diversas pesquisas vêm apontando que o fortalecimento do bem-estar espiritual pode auxiliar na redução da angústia relacionada a doenças. Estudos realizados com pessoas portadoras de outras doenças reforçam a necessidade do cuidado de enfermagem voltado para a religião e a espiritualidade. No estudo de Nascimento, Oliveira, Moreno e Silva (2010), constata-se que favorecer o bem-estar global de crianças e adolescentes com câncer e suas famílias constitui-se uma das metas da enfermagem. A religião e a espiritualidade são fontes de conforto e esperança e têm auxiliado na melhor aceitação da condição crônica da criança e do adolescente. Na pesquisa de Hoffmann, Müller, Rubin (2006), os profissionais de saúde precisam ter ciência da responsabilidade sobre o acolhimento continente às pacientes com câncer de mama, compreendendo- as como um ser integral, em seus aspectos biopsicossocial e espiritual.
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Influência dos aspectos clínicos e assistenciais na qualidade de vida das pessoas com doença venosa crônica com e sem úlcera venosa

Influência dos aspectos clínicos e assistenciais na qualidade de vida das pessoas com doença venosa crônica com e sem úlcera venosa

) nas pessoas com úlcera venosa. As características clínicas da lesão mostraram associação com os domínios: os domínios: capacidade funcional (p-valor=0,001), dor (p-valor=0,001), estado geral de saúde (p-valor=0,014), vitalidade (p-valor=0,001), aspectos sociais (p-valor=0,022) e as dimensões saúde física (p-valor=0,001) e saúde mental (p-valor=0,003). O escore de qualidade de vida dos pacientes com úlcera foi menor, comparado ao escore dos pacientes sem úlcera, em todos os domínios e dimensões do SF-36, com destaque para os domínios aspecto físico e capacidade funcional, que foram muito baixos (4,75 e 14,85 respectivamente). Os pacientes com úlcera venosa apresentam prejuízos em todos os domínios da qualidade de vida. As características da assistência e da lesão influenciaram a qualidade de vida deste grupo de pacientes, sugerindo que uma assistência integral e de qualidade pode colaborar na melhoria da qualidade de vida desses pacientes. Os achados podem contribuir para melhor compreensão dos efeitos da doença venosa crônica na qualidade de vida e melhor direcionamento das intervenções terapêuticas nessa população.
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Prevalência do transtorno dismórfico corporal em pacientes dermatológicos e avaliação...

Prevalência do transtorno dismórfico corporal em pacientes dermatológicos e avaliação...

A divulgação dessas técnicas ganhou espaço na mídia de massa, que hoje é frequentemente utilizada pela indústria farmacêutica, hospitais e cen- tros médicos para divulgar esses procedimentos diretamente aos pacientes. Os anúncios lembram os das revistas de moda e beleza com lindas modelos de aspecto diáfano, mostrando resultados pós-operatórios, com a promessa de melhoria da auto-estima e da qualidade de vida, auxiliando na criação de um “novo você”. Os programas de TV fazem demonstrações e alguns acom- panham os indivíduos antes, durante e após os procedimentos. Em 2003, o programa “Extreme Makeover” da rede americana ABC e exibido também no Brasil, foi o segundo programa mais assistido por adultos abaixo dos 50 anos 1 .
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Qualidade de vida, representações da doença, apoio social e relacionamento familiar em pacientes com tumores de pele, em fase de Follow-up

Qualidade de vida, representações da doença, apoio social e relacionamento familiar em pacientes com tumores de pele, em fase de Follow-up

No presente estudo, a qualidade de vida não está associada à localização do tumor. Estes resultados vão de encontro à literatura, em que é referido que a localização do tumor não consiste num preditor da qualidade de vida (Barbato, 2008; Lehto et al., 2007). Barbato et al. (2011) consideraram que o tempo decorrido desde o diagnóstico não era, igualmente, preditor da qualidade de vida, estando de acordo com os resultados deste estudo. Não obstante, Barbato et al. (2011) verificaram que ser casado e ter níveis superiores de escolaridade estavam positivamente associados à qualidade de vida. Neste estudo, porém, o estado civil e o grau de instrução não estão associados à qualidade de vida. A par disso, Rhee et al. (2007) verificaram que os doentes mais novos revelaram melhor qualidade de vida. Contudo, no presente estudo não foi verificada uma associação entre a qualidade de vida e a idade, possivelmente pelo facto de a grande maioria dos participantes ter idade igual ou superior a 65 anos. Para além disso, a evidência, neste estudo, de que a qualidade de vida não está associada a essas variáveis demográficas poderá ser justificada pelo facto de todos os participantes se encontrarem em fase de follow-up da doença e, por isso, a qualidade de vida não se encontrar muito comprometida.
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Estudo da qualidade de vida em pessoas com lesão medular traumática.

Estudo da qualidade de vida em pessoas com lesão medular traumática.

RESUMO - Centros de pesquisa do mundo inteiro vêm realizando estudos sobre qualidade de vida em diversas condições crônicas, com o intuito principal de promover intervenções que venham de encontro à sua melhoria. Este fato se estende aos pacientes port a d o res de lesão medular. Este é um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade de vida das pessoas portadoras de lesão medular traumática, na cidade de F o rtaleza, Ceará, Brasil. Participaram do estudo 32 pacientes paraplégicos adultos com lesão medular completa, de etiologia traumática, a maioria do sexo masculino, idade entre 20 a 47 anos e entre 5 a 10 anos de lesão. O instrumento utilizado para coleta dos dados foi o The MOS 36-item Short - F o rm Health S u rv e y. Como resultado foi encontrado que o paciente com lesão medular traumática possui grande c o m p rometimento de sua qualidade de vida, em todos os seus domínios, principalmente no que se re f e re aos “aspectos sociais”.
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Adaptação transcultural do Quality of Life Index Spinal Cord Injury : sion III

Adaptação transcultural do Quality of Life Index Spinal Cord Injury : sion III

A partir da necessidade de um instrumento específico para avaliar a qualidade de vida de pessoas com lesão medular no idioma brasileiro, realizou-se este estudo que teve como objetivos: traduzir e adaptar culturalmente para a língua portuguesa Ferrans and Powers Quality of Life Index Spinal Cord Injury Version – III e caracterizar a amostra quanto aos aspectos sociodemográficos e clínicos. Estudo do tipo metodológico, no qual obteve-se autorização da autora para utilização do instrumento. Inicialmente procedeu-se a etapa de tradução com a participação de seis tradutores, em seguida a adaptação cultural pela confrontação de cinco juízes. A amostra do pré-teste constituiu-se de 30 pacientes com lesão medular selecionados a partir do banco de dados disponibilizados pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão em Enfermagem Neurológica, e que atenderam aos critérios de inclusão. A coleta de dados ocorreu nos meses de agosto a novembro/2013, por meio da utilização da versão final traduzida para o português denominada de Índice de Lesão Medular e Qualidade De Vida – Versão III e um questionário com dados sociodemográficos e clínicos. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, Parecer nº 344.927/2013. Obteve-se um índice com 74 itens, divididos em duas partes (satisfação / importância), com alguns ajustes para facilitar a compreensão, dos quais resultaram em quatro acréscimos de pronome ou artigo para variação do gênero; nove retiradas de uma palavra ou artigo; duas mudanças de uma palavra para uma expressão; quatro expressões adicionais com o intuito de exemplificar; quatro ajustes em expressões; nove mudanças de apenas uma palavra. Desse modo, obteve-se ao todo 24 modificações. Quanto aos critérios de equivalência semântica do índice observou-se que, em relação a ortografia o percentual de itens avaliados como Tradução
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Qualidade de vida em pacientes com lesão medular.

Qualidade de vida em pacientes com lesão medular.

Objetivou-se medir a qualidade de vida de adultos com lesão medular e identificar os domínios que prejudicam a qualidade de vida desses sujeitos. Estudo epidemiológico, realizado no período 2007-2008, em Unidades Básicas de Saúde de Campina Grande/PB. Participaram 47 sujeitos. Utilizou-se questionário contendo variáveis sociodemográficas, etiologia da lesão; instrumento validado para medir qualidade de vida, contendo quatro domínios: Físico, Ambiental, Relações Sociais e Psicológico, com respectivas facetas. Os dados coletados foram processados por meio de análise descritiva e estatística. Domínios com menores escores: Ambiental (55,20 pontos); Físico (58,59 pontos). Facetas que mais comprometem os domínios: locomoção (55,3%), trabalho (55,3%), dinheiro (80,9%), informações (51%), lazer (68,1%); vida sexual (34%). Os resultados expressam a insatisfação dos investigados com a qualidade de vida. O enfermeiro deve contribuir para a reabilitação e reinclusão social da pessoa com lesão medular, respeitando suas limitações, enfatizando o potencial remanescente e a capacidade para autocuidado.
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Localização da lesão e níveis de stress em pacientes dermatológicos.

Localização da lesão e níveis de stress em pacientes dermatológicos.

O stress repercute nas doenças de pele. A pele é um órgão visível, que tem importância nas relações interpessoais e pode trazer prejuízos quando lesionada. Neste estudo, avaliou-se stress e localização da lesão dermatológica e a associação entre essas variáveis, comparando níveis de stress em pacientes com lesões no rosto e/ou mãos e pacientes com lesões em outras partes do corpo. Tratou-se de um estudo transversal, descritivo, de associação. Participaram 205 pacientes, que responderam ao Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp, às Fichas de Dados Sócio-Demográficos e de Localização da Lesão. Quanto aos resultados, houve presença de sintomas de stress na maioria dos pacientes; a fase de resistência e a sintomatologia psicológica foram predominantes. Na comparação entre grupos com diferentes localizações de lesão, não houve diferenças significativas quanto aos resultados de stress (p=0,495; p=0,873 e p=0,815). Os achados corroboram a necessidade de um atendimento biopsicossocial aos pacientes.
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Qualidade de vida em pacientes com lesão medular

Qualidade de vida em pacientes com lesão medular

O WHOQOL-bref é composto por quatro domí- nios, com os respectivos indicadores: Domínio Físico – dor e desconforto, dependência de medicamentos e de tratamentos, energia e fadiga, sono e repouso, ativi- dades da vida diária, capacidade de trabalho; Domínio Psicológico – sentimentos negativos, auto-estima, imagem corporal e aparência; Domínio Relações Sociais – relações pessoais, vida sexual e apoio social; Domínio Ambiental – segurança física e proteção, ambiente doméstico, recursos financeiros, serviços de saúde e sociais, participação e oportunidades de recre- ação/lazer, ambiente físico e transporte. As respostas a esse instrumento são pontuadas obedecendo a uma escala do tipo Likert com variação de 1 a 5: (1) muito insatisfeito, (2) insatisfeito, (3) nem insatisfeito/nem satisfeito, (4) satisfeito e (5) muito satisfeito (8) .
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Qualidade de vida de pacientes submetidos à descompressão por lesão vertebral metastática.

Qualidade de vida de pacientes submetidos à descompressão por lesão vertebral metastática.

A evolução das terapias oncológicas tem proporcionado maior sobrevida aos pacientes acometidos por lesões metastáticas. Tratamentos mais agressivos e direcionadas à célula tumoral as- sociados a técnicas cirúrgicas eficientes e menos invasivas são fundamentais neste processo. Esse aumento da sobrevida desses pacientes fez com que aumentasse o diagnóstico e acompanha- mento das lesões metastáticas na coluna vertebral tornando a compressão medular uma entidade clínica mais comum. Estima-se, através de estudos realizados em cadáveres, que a frequência de lesão vertebral em pacientes que morrem devido à neoplasia maligna, varie de 30 a 90%. 1,2 A coluna vertebral é reco-
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Depressão e qualidade de vida em pacientes com fibromialgia.

Depressão e qualidade de vida em pacientes com fibromialgia.

O gráfico dos percentis da Figura 1 ilustra o poder discriminatório dos três instrumentos utilizados. Todos se mostraram eficazes para a determinação do grupo que o individuo pertence. Esta qualidade é ilustrada pelas curvas de percentis devido às respectivas diferenças visuais entre as curvas correspondentes. Fica evidente pelas curvas que o FIQ é um instrumento com maior poder discriminatório do que o SF-36 que, por sua vez, tem maior poder do que o BDS. Por exemplo, no percentil 60% o FIQ do grupo teste

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Qualidade de vida de pacientes com deformidade dentofacial

Qualidade de vida de pacientes com deformidade dentofacial

Na última década, um número crescente de estudos enfocando o impacto de deformidades orais na qualidade de vida têm sido publicados,. No entanto, a avaliação de pacientes em fases distintas do tratamento não tem sido realizada. Sendo assim, o propósito deste estudo foi determinar o impacto que as deformidades dentofaciais têm sobre a de qualidade de vida dos pacientes, bem como a influência exercida por fatores sócio-econômico-demográficos e ortodônticos, tipo e severidade da oclusopatia. Foi feito um estudo bicêntrico, envolvendo duas cidades, Natal e Rio de Janeiro, do tipo transversal de painéis repetidos. Um total de 227 pacientes participaram do estudo: 71 pacientes na fase inicial de tratamento (antes de qualquer procedimento orto-cirúrgico), 115 pacientes na fase pré-cirúrgica (com aparelho ortodôntico) e 41 pacientes na fase pós-cirúrgica. A qualidade de vida foi mensurada utilizando o Questionário de Qualidade de Vida para Pacientes Orto-Cirúrgicos (Orthognatic Quality of Life Questionnnaire – OQLQ), traduzido e validado para o Português. A necessidade normativa e estética de tratamento foi avaliada através dos Índice de Necessidade de Tratamento Ortodôntico (IOTN) e do Índice de Estética Dental (DAI). Também foram avaliados os fatores sócio-econômico-demográficos, de acordo com o questionário de classificação econômica do SB-Brasil, 2010, tipo de serviço e principais problemas oclusais. Os dados foram analisados através do teste qui-quadrado/exato de Fisher para buscar a associação entre as variáveis categóricas nominais nas três fases de tratamento, teste de Mann Whitney e Kruskal-Wallis para aferirem a existência de diferença significativa entre dois e três grupos em relação a cada um dos domínios do OQLQ, respectivamente. Para todos os testes foi adotado um nível de significância de 5%. Houve diferença estatisticamente significativa (p<0,001) nos escores gerais do OQLQ, e nos domínios aspectos social, estética facial e função oral, quando o grupo pós cirúrgico foi comparado aos grupos inicial e de preparo ortodôntico. As mulheres, solteiras, com idade entre 31 e 59 anos, residentes em Natal, apresentaram maior impacto na qualidade de vida entre os pacientes do grupo de preparo. Apenas a variável renda ( de 2 a 3 salários mínimos), para o grupo inicial e gênero (feminino) para o pós-cirúrgico, apresentaram associação significativa com a qualidade de vida, sendo a mesma pior nas duas situações. A variável normativa IOTN ( DHC e AC) apresentou associação significativa com o OQLQ no grupo inicial e o IOTN-AC-auto no grupo de preparo ortodôntico. Sendo assim, observa- se que a terapia orto-cirúrgica tem efeitos positivos na qualidade de vida após a cirurgia ortognática, efeitos esses menos pronunciados nas mulheres.
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DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

contribuir para que o índice de desistência diminua: controle rigoroso da frequência com direito a três faltas consecutivas ou cinco alternadas, devendo as mesmas ser justificadas sob pena de desvinculação das atividades dos projetos, incentivar os bolsistas de extensão a desenvolverem suas funções com qualidade para despertar a motivação dos alunos, adoção de avaliações periódicas com o objetivo de apresentar dados referentes aos avanços adquiridos fruto da participação nas atividades dos projetos, orientar os bolsistas de extensão a se comunicarem com os alunos para saberem os motivos da ausência, incentivar os alunos faltosos a permanecerem nos projetos, realizar campanhas de conscientização com o objetivo de disseminar a importância da atividade física e realizar palestras que abordem temas referentes à atividade física tendo como público alvo, principalmente, os alunos inscritos nos projetos de extensão. Por fim, uma interessante proposta é, após a identificação do público desistente, realizar uma pesquisa para descobrir quais são as razões que o leva a desistir de participar das atividades dos projetos de extensão.
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