Top PDF Relações entre fluxos e gradientes sobre floresta.

Relações entre fluxos e gradientes sobre floresta.

Relações entre fluxos e gradientes sobre floresta.

Estimativas de evaporação de floresta na região Amazônica, por procedimentos indj_ retos - formulações que requeiram medidas de gradientes de temperatura, velocidade do vento e umidade[r]

13 Ler mais

Os fluxos, as relações e os agentes envolvidos na produção e comercialização do café produzido atualmente no Brasil

Os fluxos, as relações e os agentes envolvidos na produção e comercialização do café produzido atualmente no Brasil

A produção de café no Brasil é centenária, sua colheita ainda é predominantemente manual, mas o circuito espacial de produção evolui acompanhando tendências de crescente internacionalização. Hoje, como diversos ramos da economia, possui agentes que detem o poder de decisão residindo em locais distintos daqueles onde as ordens são executadas. Os preços pagos ao café brasileiro são determinados nos mercados internacionais, principalmente na Bolsa de Valores de Nova Iorque. As negociações dos preços a serem pagos no futuro acabam por influir no mercado de trabalho (quantidade de pessoas ocupadas, salários, forma de contração que garanta maior rentabilidade), na decisão dos locais de cultivo e tipos de café, na possibilidade de ampliar ou não a industrialização do café verde para o mercado interno, e, principalmente, na quantidade do grão para venda externa. Neste contexto, há diversas relações entre os agentes e fluxos envolvidos, são movimentos dinâmicos com características territoriais que podem ser exploradas.
Mostrar mais

29 Ler mais

DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS DE RUGOSIDADE E RELAÇÕES ENTRE FLUXOS E GRADIENTES SOBRE FLORESTA.

DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS DE RUGOSIDADE E RELAÇÕES ENTRE FLUXOS E GRADIENTES SOBRE FLORESTA.

A utilização desses modelos para estimativas das taxas de evaporação de superfícies naturais, uma das suas aplicações mais importantes, depende do conhecimento dos parâmetros caracterí[r]

12 Ler mais

Fluxos de óxido nitroso e suas relações com atributos físicos e químicos do solo.

Fluxos de óxido nitroso e suas relações com atributos físicos e químicos do solo.

pastagem, em sistema de integração lavoura-pecuária, e sob cerrado nativo usado como referência, bem como identiicar os atributos físicos e químicos do solo que inluenciam ess[r]

8 Ler mais

Relações entre fluxos de óxido nitroso (N2O) com umidade e genes associados à desnitrificação...

Relações entre fluxos de óxido nitroso (N2O) com umidade e genes associados à desnitrificação...

De cada amostra, foram adicionados 250 mg de solo em tubo de 2 mL contendo microesferas de vidro (Glass Tube 0,1 mm). Em seguida, foram pipetados 750 μL de Bead Solution e o tubo foi agitado brevemente. Foram acrescentados 60 μL da solução C1, o tubo foi invertido várias vezes e, então, preso ao adaptador do Vortex-Genie 2 (MoBIO Laboratories, Carlsbad, CA) e agitado por 15 min à velocidade máxima. Após a agitação, o tubo foi centrifugado a 10.000 × g por 3 min. Após essa etapa, 450 μL do sobrenadante foram transferidos para um novo tubo, ao qual foram adicionados 250 μL da solução C2. Para homogeneização, o tubo foi vortexado por 5 s e posteriormente incubado a 4º C por 5 min. A seguir, centrifugou- se a 10.000 × g por 1 min e 600 μL do sobrenadante foram transferidos para um novo tubo. A solução C3 foi adicionada (200 μL) com breve agitação e a mistura foi novamente incubada a 4ºC por 5 min. Logo depois, realizou-se a centrifugação a 10.000 × g por 1 min e 750 μL do sobrenadante foram transferidos para um novo tubo. Neste, foram colocados 1200 μL da solução C4 e procedeu-se uma breve agitação. Após essa etapa, foram carregados 675 μL da solução numa coluna com filtro, disposta sobre um novo tubo. O conjunto foi centrifugado a 10.000 × g por 1 min, o líquido filtrado pela coluna foi descartado, o restante da solução foi carregado na coluna e o processo foi repetido. Depois, adicionou-se 500 µl da solução C5 na coluna e centrifugou-se a 10.000 × g por 30 s. O líquido que passou pelo filtro foi descartado e o tubo foi novamente centrifugado com a coluna vazia por mais 1 min a 10.000 × g. Após essa etapa, a coluna foi transferida para um novo tubo do kit e foram adicionados 100 µl da solução C6 no centro da mesma. Com a centrifugação por 30 s a 10.000 × g foi possível obter, por fim, o DNA da amostra.
Mostrar mais

86 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE ECONOMIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DYEGGO ROCHA GUEDES

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE ECONOMIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DYEGGO ROCHA GUEDES

O objetivo desta dissertação é realizar uma investigação teórica e empírica acerca das relações entre: i) abertura financeira, fluxos de capitais e acumulação de capital, e; ii) abertura financeira, fluxos de capitais e produtividade total dos fatores. O Capítulo 1 faz uma apresentação e discussão da literatura teórica e mostra que não há consenso, dentro da abordagem convencional, de que a abertura financeira e os fluxos de capitais estimulam a acumulação de capital e o crescimento da produtividade total dos fatores das economias em desenvolvimento. O Capítulo 2, por sua vez, apresenta e discute a literatura empírica sobre: i) abertura financeira, fluxos de capital e crescimento econômico, e; ii) abertura financeira, fluxos de capitais, acumulação de capital e produtividade total dos fatores. Ademais, o capítulo analisa, por meio de estatística descritiva, alguns fatos estilizados associados ao comportamento da abertura financeira, dos fluxos de capitais, da acumulação de capital e da produtividade total dos fatores para um conjunto de até 81 países, 22 desenvolvidos e 59 em desenvolvimento. O Capítulo 3, por fim, realiza uma investigação econométrica acerca das relações entre: i) abertura financeira, acumulação de capital e produtividade total dos fatores, e; ii) fluxos de capitais, acumulação de capital e produtividade total dos fatores. A amostra contempla 59 países em desenvolvimento. Os resultados encontrados sugerem, em geral, que: i) não há evidências de que a abertura financeira estimula a acumulação de capital nem o crescimento da produtividade; ii) não há evidências sistemáticas de que o efeito da abertura financeira sobre a acumulação de capital e produtividade depende dos níveis de desenvolvimento institucional e financeiro das economias; iii) não há evidências sistemáticas de que os fluxos de capitais estimulam a acumulação de capital e a produtividade, e; iv) há evidências bastante frágeis de que o efeito dos fluxos de capitais sobre a acumulação de capital e produtividade depende do nível de desenvolvimento institucional e financeiro dos países, de maneira que um maior nível de desenvolvimento institucional e financeiro atenua o efeito positivo dos fluxos de capitais.
Mostrar mais

146 Ler mais

As relações econômicas internacionais do Brasil dos anos 1950 aos 80.

As relações econômicas internacionais do Brasil dos anos 1950 aos 80.

No plano dos intercâmbios de bens e serviços, essa inserção é feita, numa primeira fase, de uma participação limitada nos fluxos mais dinâmicos de comércio, ou apenas relevante em algumas linhas tradicionais de commodities exportadas pelo país, seguida de uma expansão relativamente satisfatória de produtos manufaturados labor ou resource-intensive, com alguma incidência, no período final, de produtos de alta tecnologia como os da indústria aeroespacial, mas aqui limitados às aeronaves civis da Embraer, um dos poucos exemplos de uma indústria de alta tecnologia competitiva no plano internacional. Esses processos são dominados pelo quadro institucional do GATT-1947, passando, depois de 1995, sob a responsabilidade da OMC, que passa a administrar um conjunto mais amplo de acordos econômicos multilaterais. No plano das finanças internacionais, o quadro jurídico é dado pelos arranjos institucionais de Bretton Woods, cujo esquema monetário e cambial, administrado pelo FMI até 1973, converte-se, na verdade, num não-sistema financeiro internacional em virtude da flutuação generalizada das moedas; o Brasil faz apelo freqüente a fontes externas de financiamento internacional, seja sob a forma bilateral de credores oficiais, seja ao abrigo de esquemas multilaterais de financiamento ao desenvolvimento, seja ainda recorrendo aos mercados comerciais de financiamento privado.
Mostrar mais

20 Ler mais

Relatorio Manual de modelacao pduarte

Relatorio Manual de modelacao pduarte

Neste capítulo apresenta-se a metodologia geral de desenvolvimento de um modelo, desde a fase de concepção à fase de implementação, dando ênfase às interacções entre o trabalho de modelação e o trabalho experimental. Descrevem-se as diferentes abordagens disponíveis para a implementação dos modelos em computador tais como programação por símbolos, estruturada e orientada por objectos. Apresentam-se graficamente modelos muito simples, constituídos por uma só variável de estado. Nesta fase, o significado do grafismo utilizado na construção dos diagramas dos modelos é explicado recorrendo-se à simbologia do software Stella. São exemplificados diversos modelos que ilustram algumas das relações entre variáveis e fluxos mais comuns a todos os modelos ecológicos tais como, retroacções positivas e negativas, para representar processos de aumento exponencial e processos de decaimento de primeira ordem. Estes exemplos são utilizados para ilustrar a sequência de passos de implementação de um modelo descrita no início do capítulo. Para uma revisão de parte importante dos conceitos apresentados neste capítulo consultar Jorgensen & Bendoricchio (2001).
Mostrar mais

145 Ler mais

1) Eating Atittudes Test [EAT-26] (Garner, Olms-

1) Eating Atittudes Test [EAT-26] (Garner, Olms-

Diante do exposto, é relevante estudar como se dão as relações entre algumas variáveis que a literatura aponta como relacionadas ao IMC e aos transtornos alimentares. Pressupõe-se que as diferen- ças de gênero ocorrem via variáveis intervenientes distintas, cuja rede de relações pode ser evidenciada por meio da análise de rede (network analysis) (Bors- boom & Cramer, 2013), em que todas as variáveis podem ser consideradas simultaneamente. Assim, este estudo pretendeu verificar as relações diretas e apontar direções de fluxos de informação, por meio de análise que indique sistemas de informações entre a imagem corporal, os comportamentos alimentares (que apontam risco para transtornos alimentares), o estresse percebido, a autoestima e o IMC em jovens, com variações para o sexo dos participantes, utili- zando-se a análise de rede.
Mostrar mais

13 Ler mais

Educação não-formal e divulgação de astronomia no Brasil : atores e dinâmica da área na perspectiva da Complexidade

Educação não-formal e divulgação de astronomia no Brasil : atores e dinâmica da área na perspectiva da Complexidade

Esta pesquisa tem como temática a educação não-formal e divulgação de astronomia no contexto brasileiro. Trata-se de um aprofundamento de uma investigação anterior em que, por meio de um estudo Delphi, obteve-se um panorama dos principais problemas dessa área e algumas das possíveis soluções para os mesmos, segundo a opinião de um conjunto representativo de especialistas no campo da astronomia. O presente estudo teve como objetivo principal construir um retrato da educação não-formal de astronomia no Brasil tendo como base teórica e metodológica a teoria da complexidade. Esse embasamento permitiu lançar um olhar multidimensional sobre esta área, para compreender sua dinâmica por meio das suas estruturas e relações, e identificar padrões, contradições e complementariedades. Foram utilizadas, como fonte de dados, as respostas dos 34 especialistas que participaram desse estudo Delphi até ao final. Por meio de análise de conteúdo, desenvolvemos duas categorizações das opiniões dos especialistas em redes sistêmicas – uma temática e outra complexa. A rede sistêmica temática possibilitou descrever a área em termos das categorias: divulgadores, público, oferta, pesquisa, condições de trabalho, financiamento e relação com a educação formal. A rede sistêmica complexa permitiu olhar para a área como um sistema e analisar as estruturas, as funções, os fluxos e os processos envolvidos, assim como diferentes tempos e níveis escalares em que o sistema se desenvolve. Para além da descrição e compreensão da área que é possível fazer usando estas categorizações, foi possível, por meio de técnicas estatísticas de análise por agrupamentos, interpretar a existência de padrões e perfis de resposta, permitindo uma compreensão mais clara das diferentes dinâmicas e realidades que compõem esta área tão heterogênea. A análise dos resultados das redes sistêmicas foi realizada em conjunto com os dados de caracterização dos especialistas (idade, anos de experiência, área de atuação etc). Este estudo apresenta um contributo para a área da educação não-formal e divulgação de astronomia no Brasil, pois teve como fruto a clarificação de uma reflexão profunda e inédita que a área fez sobre si própria, por meio de seus membros especialistas.
Mostrar mais

309 Ler mais

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

Marcos Aurelio Saquet Doutor em Geografia pela FCTUNESP (2001) Professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq Endereço eletrônico: saquetmarcoshotmail.com Marcos Leandro Mondardo Mestre em Ge

As trajetórias espaciais são fundamentais na constituição das “redes migratórias”. Tais redes, para Fazito (2002), poderiam ser visualizadas como um “circuito elétrico”, por exemplo, no qual diversos pontos (e nós) formam um sistema, conectam-se através de “correntes” ou “fluxos”, nesse caso, fluxo de pessoas, informações, bens de consumo etc. Sob o ponto de vista geográfico, isso criaria a possibilidade de analisar a construção de territórios reticulares, pois é possível identificar padrões de distribuição e localização dos fluxos (relações), das redes e dos nós, possibilitando, ainda, a comparação e compreensão do processo migratório como movimento e interação, isto é, como uma das formas de unidade entre os territórios de origem e de destino, o que ocorre, através da interação em rede, pela construção das relações sociais no processo de desterritorialização- reterritorialização.
Mostrar mais

10 Ler mais

ATRIBUTOS FÍSICOS E QUÍMICOS DE SOLO CULTIVADO COM CANA-DE-AÇÚCAR PRÓXIMO A FRAGMENTO NATIVO

ATRIBUTOS FÍSICOS E QUÍMICOS DE SOLO CULTIVADO COM CANA-DE-AÇÚCAR PRÓXIMO A FRAGMENTO NATIVO

Atualmente, o meio rural é dominado pelas grandes áreas intensamente cultivadas com monoculturas, solo descoberto sofrendo intenso processo erosivo, zonas ripárias sem vegetação, e pequenos fragmentos florestais isolados e perturbados pelas atividades humanas. Esse modelo mostra-se hoje insustentável, com conseqüências ambientais graves e irreversíveis. Este trabalho teve como objetivo caracterizar parâmetros físicos e químicos com a finalidade de explicar a influência de fragmentos florestais nativos sobre a produção e qualidade da cana-de-açúcar cultivada próximo aos fragmentos e, também, comprovar a utilidade da conservação desses fragmentos. O estudo foi realizado em um fragmento no Centro de Ciências Agrárias – Campus de Araras da UFSCar, Estado de São Paulo. Para atingir este objetivo, foi avaliada a qualidade do solo, através de seus componentes: matéria orgânica, pH, P, K, Ca, Mg, S, Al, H+Al, Na, B, Fe, Mn, Zn, m, SB, CTC, V, densidade, macro e microporosidade, em intervalos de 5m até a distância de 50m da borda florestal em direção à área agrícola, adentrando a área cultivada com cana e 10m no interior da mata, sendo a amostragem do solo feita nas profundidades de 0-10 e 10-20 cm. As matrizes de mata e de cana-de-açúcar se mostraram muito diferentes em relação às características do solo. Os efeitos observados no solo cultivado com cana-de-açúcar foram mais nítidos e acentuados nos primeiros 20 metros de distância da mata.
Mostrar mais

10 Ler mais

Cad. Metrop.  vol.19 número39

Cad. Metrop. vol.19 número39

realidade urbana brasileira ainda está distante de ser realizado. Foram apresentadas três ver- tentes de pesquisa comumente associadas à fi- nanceirização (economia política, contabilida- de crítica e financeirização da vida quotidiana) e indicados diálogos existentes e possíveis com base na literatura nacional. Apesar dos avan- ços significativos em várias frentes de pesqui- sa, argumentou-se que o campo do planeja- mento urbano no Brasil teria muito a ganhar com uma abordagem que tentasse um diálogo mais aberto entre os principais conceitos apre- sentados. Foge do nosso objetivo, neste traba- lho, propor uma teoria sobre a financeirização no capitalismo urbano periférico. Não obstan- te, parece óbvio que a financeirização no Brasil segue trajetórias particulares – em termos de volumes, processos, temporalidades, institui- ções, espacialidades, etc. E, mais importante que buscar sua relevância em termos de dina- mismo da securitização e dos mercados secun- dários, é entender sua articulação com o fundo público e com a reestruturação da espacialida- de e escalaridade do Estado.
Mostrar mais

28 Ler mais

Gradientes citológicos e histoquímicos em galhas de insetos

Gradientes citológicos e histoquímicos em galhas de insetos

A hipótese nutricional, que sugere a manipulação dos tecidos vegetais pelos galhadores para a produção de recursos alimentares, se sustenta pela rediferenciação celular levando ao desenvolvimento de um tecido que acumula grande quantidade de nutrientes em relação aos tecidos não galhados, o tecido nutritivo (e.g. Bronner 1992). Segundo Bronner (1992), o tecido nutritivo, em geral, ocorre ao redor da câmara larval de galhas induzidas por cecidomiídios e cinipídios, contudo alguns autores relataram a presença de um tecido acumulador de nutrientes em galhas induzidas por insetos sugadores (Oliveira et al. 2006, Alvarez et al. 2009, Oliveira & Isaias 2010). Embora Stone & Schonrogge (2003) coloquem a hipótese do inimigo como principal fator de seleção para a diversidade de galhas, a hipótese nutricional como potencial para explicar esta diversidade não é descartada. Mesmo que insetos sugadores de floema não se alimentem diretamente do tecido ao redor da câmara ninfal, a presença de um organismo na galha causa injúria nas células. Assim, um gradiente citológico e fisiológico é estabelecido, e este, pode ser o responsável pelo campo cecidogênico na galha (Mani 1964, Shorthouse & Rohfritsch 1992, Oliveira & Isaias 2010, Oliveira et al. 2010) e conseqüente formação do corpo final da estrutura. Em galhas induzidas por cecidomiídios e cinipídios, o tecido nutritivo é o primeiro tecido especializado formado e, muito embora em galhas induzidas por sugadores um tecido nutritivo típico não seja diferenciado, as células ao redor da câmara ninfal podem exibir um gradiente funcional centrípeto. Por conseguinte, análises citológicas e histoquímicas de galhas podem se configurar como uma excelente ferramenta para a compreensão das relações entre o hábito alimentar do galhador e a forma final da galha. Rohfritsch (1992) relata que diversos autores propõem a existência de uma relação entre o modo de alimentação e a complexidade estrutural das galhas de insetos. Nesta proposta, insetos com peças bucais mandibuladas ou sugadoras induziriam galhas irregulares em forma e tamanho, enquanto cecidomiídeos e cinipídeos induziriam galhas estruturalmente complexas. Contudo esta proposta por si só não explica a grande diversidade de formas encontradas na literatura, além do mais, galhadores com hábito alimentar semelhante podem induzir formas completamente distintas.
Mostrar mais

61 Ler mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA

Queremos ressaltar outro ponto interessante, que é a clara tendência encontrada na mudança de padrões com aumento da riqueza (NO-MD-DP-UNI). Observamos que as metacomunidades com maior diversidade de espécies apresentam em quase sua maioria o padrão unimodal de variação na riqueza de espécies com a altitude. Vários modelos teóricos tentam explicar através da Teoria do Ponto Ótimo (ver Lenormand 2002), as condições que as espécies necessitam para se adaptarem a um “ótimo ecológico” que pode variar linearmente no espaço, como no caso desse trabalho em que investigamos a variação encontrada nos gradientes altitudinais. Além disso, a própria estrutura das metacomunidades encontradas nesses gradientes podem ser preditores dos padrões de diversidade encontrados. Várias análises foram desenvolvidas com o objetivo de identificar e/ou quantificar estruturas relacionadas à ocorrência das espécies e ao grau de coesão das mesmas em comunidades locais. As abordagens propostas por Hoagland & Collins (1997), Leibold & Mikkelson (2002) e Hausdorf & Hennig (2007) são exemplos de métodos de análise promissores para estudos da estrutura de metacomunidades em gradientes altitudinais contínuos. Através das análises dessas estruturas, é realizada a identificação de atributos agregados relacionados às espécies (e.g. amplitude de distribuição, sobreposição média, grau de idiossincrasia) e às unidades espaciais que constituem as localidades ou comunidades locais (faixas de altitude, “plots”, transecções). Esses atributos são descritores primários de metacomunidades e podem ser utilizados como variáveis operacionais em testes de padrões.
Mostrar mais

93 Ler mais

Detecção de oclusão via análise de gradientes de superfície sobre um poliedro para geração de ortoimagem verdadeira

Detecção de oclusão via análise de gradientes de superfície sobre um poliedro para geração de ortoimagem verdadeira

Orientação relativa da superfície em relação ao plano da imagem: esta abordagem investiga as orientações de triângulos que representam a superfície em relação à direção dos eixos ópticos das câmaras, no instante de aquisição das imagens. A ideia principal deste procedimento é identificar qual imagem possui o eixo óptico mais paralelo à normal de um triângulo que se quer preencher com informações radiométricas – as quais formarão a imagem de saída. Esta função de custo foi utilizada por Schickler e Thorpe (1λλκ), porém, na ocasião, os triângulos eram obtidos por meio de um MDC. Em Lari e Habib (2015) também é possível verificar tal procedimento, mas esta análise é feita sobre uma superfície plana segmentada (não triangular), com o objetivo de realizar a etapa de texturização de segmentos, extraídos de dados LASER, usando imagens aéreas.
Mostrar mais

115 Ler mais

Fluxos de CO2 do solo na floresta nacional de Caxiuanã, Pará, durante o experimento ESECAFLOR/LBA.

Fluxos de CO2 do solo na floresta nacional de Caxiuanã, Pará, durante o experimento ESECAFLOR/LBA.

MARENGO, J. A.; ALVES, L. M.; VALVERDE, M. C.; LABORBE, R.; ROCHA, R. P. Eventos extremos em cenários regionalizados de clima no Brasil e América do Sul para o Século XXI: Projeções de clima futuro usando três modelos regionais. Relatório 5. Mudanças Climáticas Globais e Efeitos sobre a Biodiversidade. Ministério do Meio Ambiente - MMA, Secretaria de Biodiversidade e Florestas – SBF, Diretoria de Conservação da Biodiversidade – DCBio, São Paulo, SP, 77 p, 2007.

10 Ler mais

Composição florística da floresta estacional decídua montana de Serra das Almas, CE, Brasil.

Composição florística da floresta estacional decídua montana de Serra das Almas, CE, Brasil.

Localização e caracterização ambiental da área de estudo – A área de estudo foi a Reserva Natural Serra das Almas (RNSA), situada na parte centro-sul do planalto da Ibiapaba, que é o bordo oriental da bacia sedimentar do Meio Norte (Lins 1978), na divisa do Ceará e do Piauí, no município de Crateús, Ceará. A reserva foi criada em 1998 (portaria nº 51/00 IBAMA) e abrange uma área de 5646 ha. Na RNSA ocorrem três formações vegetacionais: caatinga, carrasco e floresta estacional decídua. A floresta estacional ocupa uma área de aproximadamente 2.790 ha, dos quais ca. 1.400 ha encontram se em um bom estado de conservação. Foi delimitada uma área de 1 ha na floresta, no interior de um fragmento conservado de 2,8 ha a uma altitude de cerca de 650 m, entre as coordenadas 5°8’29’’S e 40°54’51’’W; 5°8’30’’S e 40°54’45’’W; 5°8’36’’S e 40°54’46’’W e 5°8’35’’S e 40°54’50’’W. A vegetação pela classificação de Veloso et al. (1991) é de floresta estacional decídua, caracterizada por estar submetida a duas estações climáticas: uma chuvosa e outra com um longo período seco, quando mais de 50% dos indivíduos perdem suas folhas. Na floresta estudada foram observados dois estratos: um dominado por indivíduos de até 12 m de altura e outro, mais baixo, com indivíduos de no máximo 8 m, formando uma copa contínua. Alguns indivíduos de Brosimum gaudichaudii, Piptadenia moniliformis e Swartzia flaemingii alcançam até 18 m, sendo considerados como emergentes na comunidade.
Mostrar mais

8 Ler mais

Espaços públicos de São Paulo: o resgate da urbanidade

Espaços públicos de São Paulo: o resgate da urbanidade

A nova vida pública da cidade gerou uma miríade de interações sociais que simplesmente não existiam na época da comunidade. O antigo membro da elite paulistana que se vê num bonde conduzido por um estrangeiro, para quem seus sinais de riqueza e poder não são claros, não tem parâmetros para agir. Da mesma maneira, o antigo proprietário de escravos é obrigado a interagir com um funcionário de um banco, remunerado e, em poucas décadas, defendido por um sindicato. Como se comportar diante da nova situação? Essa passagem histórica pode se uma demonstração tardia do que acontecera décadas antes na Europa, especificamente o processo descrito por Richard Sennet sobre o novo código urbano de comportamento diante da alteridade em países como a Inglaterra e a França.
Mostrar mais

152 Ler mais

Sobre a possibilidade da quantização dos fluxos de campo na radiação eletromagnética.

Sobre a possibilidade da quantização dos fluxos de campo na radiação eletromagnética.

Sendo o car´ater probabil´ıstico a mais desconcertante peculiaridade dessa nova ciˆencia que governa o mundo microsc´opico (a MQ), a origem do nome desta reside entretanto, apenas no conceito de quantiza¸c˜ ao. Ap´os o trabalho de Planck, Einstein apoiou a hip´otese de Planck da quantiza¸c˜ao da energia em seu trabalho de 1905 sobre a explica¸c˜ao f´ısica do efeito fotoel´etrico [3], com a introdu¸c˜ao do conceito de f´ oton - o quantum de luz. Tal ente f´ısico foi provado por Einstein ser essencial para a compreens˜ao da sensitividade e da resposta dos materiais `a irradia¸c˜ao com luz, conforme fora previa- mente verificado em experimentos envolvendo medidas de fotocorrentes. A EC era completamente incapaz de servir de sustent´ aculo a uma explica¸c˜ao para os resul- tados experimentais.
Mostrar mais

4 Ler mais

Show all 10000 documents...