Top PDF Sarcoma de Kaposi clássico fatal.

Sarcoma de Kaposi clássico fatal.

Sarcoma de Kaposi clássico fatal.

Abstract: First described in 1872, Kaposi's sarcoma is defined as a rare multifocal tumor that originates in the endothelial cells and presents with cutaneous and extracutaneous manifestations. The classic form is most common in elderly men and progression is slow. This tumor responds well to chemotherapy and radiotherapy. This report describes a classic case of Kaposi's sarcoma in a woman with skin and visceral manifestations in whom the disease rapidly progressed to a fatal outcome.

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Sarcoma de Kaposi clássico fatal

Sarcoma de Kaposi clássico fatal

Abstract: First described in 1872, Kaposi's sarcoma is defined as a rare multifocal tumor that originates in the endothelial cells and presents with cutaneous and extracutaneous manifestations. The classic form is most common in elderly men and progression is slow. This tumor responds well to chemotherapy and radiotherapy. This report describes a classic case of Kaposi's sarcoma in a woman with skin and visceral manifestations in whom the disease rapidly progressed to a fatal outcome.

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Sarcoma de Kaposi em membros inferiores: relato de caso.

Sarcoma de Kaposi em membros inferiores: relato de caso.

Neste relato de caso buscamos enfatizar as circunstân- cias atípicas nas quais o SK se desenvolveu. A paciente, brasileira com descendência portuguesa, não se enquadra- va perfeitamente em nenhuma das quatro classiicações clínico-epidemiológicas da doença. Geograicamente, a presença do SK clássico predomina em homens de regi- ões do Mediterrâneo, Leste europeu e América do Norte, enquanto o endêmico, nos povos da África, em especial homens jovens e crianças.

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ANAPLASTIC KAPOSI SARCOMA MIMICKING ANGIOSARCOMA

ANAPLASTIC KAPOSI SARCOMA MIMICKING ANGIOSARCOMA

Em relação aos antecedentes pessoais salientava- -se: (1) traumatismo vascular no MSE cerca de 40 anos antes do qual resultou linfedema; (2) sarcoma de Kaposi clássico, localizado aos membros inferiores, diagnosticado 8 anos antes, com evolução indolente, previamente tratado com doxorrubicina lipossómica e interferão-α (3MU sc 3x/semana, posteriormente 6 UM 3x/semana), no hospital de área de residência do doente.

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KAPOSI´S SARCOMA - A CLINICOPATHOLOGICAL REVIEW

KAPOSI´S SARCOMA - A CLINICOPATHOLOGICAL REVIEW

Nos doentes com SK do tipo clássico, o nódulo foi o principal estádio histológico, observando-se em 38 casos (62,3%), seguido da placa, observada em 15 casos (24,6%) e a mancha foi observada histolo- gicamente em 8 casos (13,1%). No SK epidémico, a placa foi o principal estádio histológico, observando-se 13 placas (46,4%), 10 nódulos (35,7%) e 5 manchas (17,9%). Esta diferença de subtipos histológicos entre SK variante clássica e epidémica foi quase estatistica- mente significativa (p= 0,057).

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Estudo dos doentes com sarcoma de Kaposi após a introdução da terapêutica HAART nos últimos 19 anos no Hospital de Santa Maria - Lisboa (1994-2012)

Estudo dos doentes com sarcoma de Kaposi após a introdução da terapêutica HAART nos últimos 19 anos no Hospital de Santa Maria - Lisboa (1994-2012)

O Sarcoma de Kaposi é um tumor vascular de baixo grau de malignidade que acomete principalmente a pele e menos frequentemente as mucosas e órgãos internos 2 . É causado por HHV-8, vírus linfotrópico que também pode ser fator causal de outras doenças, como o linfoma de efusão primária e vários casos da doença multicêntrica de Castleman 7 . Embora a infeção pelo vírus seja fator indispensável para o desenvolvimento da doença, não parece ser o único, sendo a imunossupressão um dos mais importantes identificados até o momento 47,49 . Pode ser dividido de acordo com a epidemiologia em quatro tipos: SK clássico, SK endémico africano, SK iatrogénico e SK epidémico/associado à infeção por VIH. As quatro formas epidemiológicas apresentam as mesmas manifestações clínicas, porém perfis distintos de indivíduos acometidos 1,23 . Pode ter uma relação de até 15 homens para cada mulher afetados pela doença, dependendo da forma clínica 1 . Com o advento da epidemia da SIDA, causada pela infeção por VIH, o número de casos de SK aumentou de forma súbita, fato que inclusive levou à associação do HHV-8 com a doença 3 , no entanto começou a diminuir com o decorrer do tempo, principalmente após a instituição da TARV 42,43 .
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Sarcoma de Kaposi como diagnóstico diferencial de lesões vulvares: relato de caso e revisão bibliográfica

Sarcoma de Kaposi como diagnóstico diferencial de lesões vulvares: relato de caso e revisão bibliográfica

Atualmente e apesar do referido acima, estão definidos quatro subtipos de sarcoma de Kaposi: clássico, endêmico, iatrogênico e epidêmico ou associado com o HIV. Na sua forma clássica este tumor apresenta-se de forma indolente o que ocasionalmente permite o aparecimento de outras neoplasias, o que levanta a dúvida: trata-se apenas de mera coincidência ou há etiopatogenia comum 10 .

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Sarcoma de Kaposi peniano em paciente HIV negativo: relato de caso

Sarcoma de Kaposi peniano em paciente HIV negativo: relato de caso

sua forma clínica em: clássico (afeta principalmente pacientes mais velhos presentes nas regiões do Mediterrâneo e Leste europeu); endêmico (forma agressiva comum na África); epidêmico ou relacionado à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) e a forma iatrogênica que surge em pacientes recebendo terapia imunossupressora. De acordo com sua localização poderemos ter lesões cutâneas e extra-cutâneas. O SK limitado à genitália externa é um achado incomum em pacientes HIV negativos. Mesmo em pacientes com SIDA, o SK como lesão isolada de pênis é encontrado em menos de 3% dos casos. Na maioria dos casos de SK no pênis, as lesões eram descritas como lesões vermelho-arroxeadas, envolvendo principalmente a glande 8 . Outras localizações
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Rev. Assoc. Med. Bras.  vol.45 número1

Rev. Assoc. Med. Bras. vol.45 número1

Sarcoma de Kaposi clássico acomete tipicamente pacientes idosos do sexo masculino de origem do Mediterrâneo e judeus do leste Europeu, apresen- tando-se como uma doença indolente com lesões paranodulares na pele e raramente apresenta envolvimento visceral. A forma endêmica do Sar- coma de Kaposi é vastamente encontrada na re- gião subequatoriana da África entre jovens do sexo masculino e crianças na fase pré-puberal 2 , poden-

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Sarcoma de Kaposi em paciente transplantada renal em uso de Fk-506.

Sarcoma de Kaposi em paciente transplantada renal em uso de Fk-506.

Existem quatro subtipos de sarcoma de Kaposi descritos na literatura. O primeiro, denominado clássico, ocorre com maior freqüência em idosos, acometendo mem- bros inferiores, com curso crônico e incidindo mais sobre os homens do que sobre as mulheres, na razão de 10:1. É descrito também um tipo chamado africano, de curso mais agressivo e com preferência pelo acometimento de crianças. O terceiro subtipo é relacionado à instituição de imunossu- pressão iatrogênica, principalmente em transplantados. O

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Um caso quase clássico de Sarcoma de Kaposi : caso clínico

Um caso quase clássico de Sarcoma de Kaposi : caso clínico

A história natural do Sarcoma de Kaposi pode ser francamente variável e, por esta razão, a decisão terapêutica poderá ser difícil. Na grande maioria dos casos, a escolha do tratamento é baseada na extensão da doença e no estado imunológico do doente. Atualmente, a variante clínica que apresenta o maior desafio no tratamento é a Epidémica (associada à SIDA). A dificuldade do tratamento desta entidade reside no objetivo de se querer tratar o Sarcoma sem piorar o estado imunológico do doente, ou melhor, reconstituindo o seu sistema imunitário.
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Rev. Bras. Hematol. Hemoter.  vol.33 número2

Rev. Bras. Hematol. Hemoter. vol.33 número2

After 30 days, the patient remained asymptomatic. A physical examination revealed enlarged mobile and hard lymph nodes in the left anterior cervical/supraclavicular region. Another analysis of a cervical lymph node was performed with the following result: lymph node diffusely altered by neoplastic malignancy suggestive of histiocytic sarcoma. CT scans showed enlarged retroperitoneal retrocaval lymph nodes with the largest measuring 35 by 30 mm and some lymph nodes measuring 10-15 mm along the ascending aorta. Laboratory tests showed no significant alterations. Salvage chemotherapy using etoposide, cisplatin, cytarabine and methylprednisolone (ESHAP) was begun on October, 7, 2009 with a planned 4-6 cycles.
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Análise da expressão de genes selecionados do herpevírus associado ao sarcoma de Kaposi (KSHV) em células TIVE-LTC expostas à proteína tat do vírus da imunodeficiência humana (HIV-1)

Análise da expressão de genes selecionados do herpevírus associado ao sarcoma de Kaposi (KSHV) em células TIVE-LTC expostas à proteína tat do vírus da imunodeficiência humana (HIV-1)

apresentam risco aumentado de desenvolverem neoplasias malignas ligadas ao herpesvírus associado ao sarcoma de Kaposi (KSHV), entre elas o sarcoma de Kaposi (SK). Digno de nota, o sarcoma de Kaposi associado a aids (SK-AIDS) apresenta-se mais agressivo que as outras formas de SK, sugerindo a existência de interação sinérgica entre os produtos do KSHV e do HIV-1. O ciclo biológico do KSHV é dividido em fase latente e lítica. As proteínas vFLIP e LANA expressas na fase latente e as proteínas líticas Rta, vGPCR e K1, apresentam propriedades oncogênicas. Graças a habilidade da proteína tat do HIV-1 em estimular a angiogênese e outros fenômenos inflamatórios, é plausível que esta proteína modifique significativamente a expressão gênica do KSHV, proporcionando alterações fenotípicas que contribuem para o desenvolvimento do SK-AIDS. Para melhor entendimento dos efeitos da proteína tat do HIV-1 em células infectadas pelo KSHV, por meio da análise das reações em cadeia da PCR quantitativa acoplada a transcrição reversa (Quantitative real time reverse transcriptase polymerase chain reactions - qRT-PCR), o presente trabalho descreveu as
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Flecha FATAL

Flecha FATAL

Sobreviveria o nosso teatro universitário sem o FATAL? Naturalmente que sim, mas não se daria por ele. Muito se perderia, tanto em quantidade como em qualidade, dissipando-se a importante componente de motivação que constitui este espaço privilegiado de partilha e de saudável competição em que grupos de todo o país se encontram e se confrontam, se conhecem, saem do seu isolamento, discutem conceções estéticas e técnicas, veem o trabalho dos outros e assim se enriquecem e se definem. O teatro universitário reduzir-se-ia a fortuitas e simples representações, sem ação cultural, a vagos projetos de “complementaridade cultural” (Ibidem. 336), como muitas outras atividades extracurriculares.
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Sarcoma indiferenciado primário no sistema nervoso central.

Sarcoma indiferenciado primário no sistema nervoso central.

Na avaliação histológica, a neoplasia era hipercelular, fasciculada, com células fusiformes atípicas com numerosas mitoses (38 por 10 campos de grande aumento) e necrose ausente. Na coloração para reticulina, notou-se formação de padrão reticular pericelular. No exame imuno-histoquímico, a neoplasia era positiva para vimentina e S-100. Os mar- cadores antígeno antiepitelial da membrana (antiEMA), proteína glial fibrilar ácida (GFAP), human melanoma black-45 (HMB-45), melan-A, desmina, CD34, fator VIII, Bcl-2 e CD99 foram todos negativos. O índice proliferativo pelo Ki-67 foi de 95% (Figuras 2 a 5). Tendo em vista o quadro morfológico e imuno-histoquímico, o diagnóstico foi de sarcoma indiferenciado de alto grau.
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HHV-8 infection in patients with AIDS-related Kaposi’s sarcoma in Brazil

HHV-8 infection in patients with AIDS-related Kaposi’s sarcoma in Brazil

Kaposi’s sarcoma-associated herpesvirus (KSHV) or human herpesvirus type 8 (HHV- 8) has been frequently detected in lesions and peripheral blood mononuclear cells (PBMC) from patients with all forms of Kaposi’s sarcoma (KS) disease (1,2), as well as in specific types of AIDS-associated lym- phomas (3,4). The prevalence of HHV-8 in the general population is low, and many studies have suggested that there is a close association between HHV-8 and KS (1,5-8). HHV-8 is frequently detected in KS-positive patients with and without HIV infection in Africa (9,10) and in other areas where KS is endemic, such as Mediterranean and eastern European countries (9). In western countries where KS is predominantly associated with HIV infection, HHV-8 is frequently detected in patients with AIDS-related KS (1,5,6,11, 12), though it has also been found in HIV- negative patients with KS, and in healthy individuals the infection is not common (13- 15).
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Mesenchymal-to-endothelial transition in Kaposi sarcoma: a histogenetic hypothesis based on a case series and literature review.

Mesenchymal-to-endothelial transition in Kaposi sarcoma: a histogenetic hypothesis based on a case series and literature review.

Figure 3. Immunohistochemical particularities of a nodular-stage Kaposi sarcoma diagnosed in a 53-year old male that presented a nodule on the thigh (case 3). A - Diffuse expression of COX-2; B – VEGF is diffusely expressed in the spindle-shaped tumor cells with focally slit-like leaky pseudovascular spaces; C - CD34 marks both endothelial cells (e) and the perivascular tumor cells (p) but the middle vascular layer (m) was negative; D - SMA expression can be seen in the middle vascular layer and the perivascular tumor cells.

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Sarcoma sinovial primário da orofaringe: relato de caso .

Sarcoma sinovial primário da orofaringe: relato de caso .

7. Dei Tos AP, Dal Cin P, Sciot R, Furlanetto A, Da Mostro MC, Giannini C, Rinaldo A, Ferlito A. Synovial sarcoma of the larynx ans hypopharynx. Ann Otol Rhinol Laryngol 1998;107(12): 1080-5. 8. Gimenez F, Vera JM, Ibarra F, Perez F, Carbonell R, Lozano I.

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Rev. Hosp. Clin.  vol.57 número4

Rev. Hosp. Clin. vol.57 número4

47. CHATLYNNE LG, LAPPS W, HANDY M et al. - Detection and titration of human herpesvirus-8-specific antibodies in sera from blood donors, acquired immunodeficiency syndrome patients, and Kaposi’s sarcoma patients using a whole virus enzyme-linked immunosorbent assay. Blood 1998; 92:53-8. 48. RABKIN CS, SCHULZ TF, WHITBY D et al. - Interassay correlation of human herpesvirus 8 serologic tests. HHV-8 Interlaboratory Collaborative Group. J Infect Dis 1998; 178:304-9.

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SARCOMA DE EWING EM VULVA METASTÁTICO: UM RELATO DE CASO

SARCOMA DE EWING EM VULVA METASTÁTICO: UM RELATO DE CASO

Como já mencionado, a translocação carac- terística da Família dos Tumores do Sarcoma de Ewing corresponde a fusão do gene EWS com um membro da família ETS, e o FLI-1 como princi- pal representante. As combinações entre esses dois grupos gênicos são específicas para a etiologia do Sarcoma, contudo, quando o gene EWS é combina- do a outros lócus gênicos, originam-se patologias diversas. Assim, presume-se que a família ETS, lo- calizada no cromossomo 11, é a decisiva para o sur- gimento deste tumor 4 . Historicamente, postulava-se

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