Top PDF Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Sinopse taxonômica de Cactaceae epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil). Um estudo taxonômico de Cactaceae epifíticas foi realizado no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A revisão inclui chaves de identificação, ilustrações, observações ecológicas e taxonômicas, distribuição geográfica e períodos de floração e frutificação das espécies. Foi encontrado um total de seis gêneros e 13 espécies, sendo duas comumente epífitas acidentais, Cereus alacriportanus Pfeiff. e Opuntia monacantha Haw., e 11 epífitas verdadeiras ou habituais, Epiphyllum phyllanthus (L.) Haw., Hatiora rosea (Lagerh.) Barthlott, Lepismium cruciforme (Vell.) Miq., L. houlletianum (Lem.) Barthlott, L. lumbricoides (Lem.) Barthlott, L. warmingianum (K. Schum.) Barthlott, Rhipsalis campos-portoana Loefgr., R. cereuscula Haw., R. floccosa Salm-Dyck ex Pfeiff., R. paradoxa (Salm-Dyck ex Pfeiff.) Salm-Dyck e R. teres (Vell.) Steud. Uma espécie, R. campos-portoana, é referida pela primeira vez para o Estado do Rio Grande do Sul.
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Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil

(Sinopse taxonômica e chave ilustrada dos gêneros de Solanaceae ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil). Este trabalho consiste em uma sinopse taxonômica dos gêneros de Solanaceae no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Constatou-se a ocorrência de 28 gêneros: Acnistus Schott, Athenaea Sendtn., Aureliana Sendtn., Bouchetia Dunal, Browalia L., Brugmansia Pers., Brunfelsia L., Calibrachoa La Llave & Lex., Capsicum L., Cestrum L., Datura L., Dysso- chroma Miers, Grabowskia Schltdl., Jaborosa Juss., Lycianthes (Dunal) Hassl., Melananthus Walp., Nicandra Adans., Nicotiana L., Nierembergia Ruiz & Pav., Petunia Juss., Physalis L., Salpichroa Miers, Schwenckia L., Sessea Ruiz & Pav., Solandra Sw., Solanum L. (incluindo Cyphomandra Sendtn. e Lycopersicon Mill.), Streptosolen Miers e Vassobia Rusby. Destes, 23 apresentam espécies nativas, enquanto cinco estão representados exclusivamente por espécies introduzidas. O número total de espécies é de 149, sendo que 118 são nativas e 31 são introduzidas. Foi elaborada uma chave para identifi cação dos gêneros, fornecidos aspectos taxonômicos relevantes sobre cada um deles e informações sobre as espécies que ocorrem no Rio Grande do Sul.
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Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

Sinopse taxonômica da família Combretaceae R. Brown na Região Sul do Brasil.

Material examinado: BRASIL. Paraná: Dois Vizinhos, 9/XII/1968, G. Hatschbach 20575 (MBM, SP; HBR); Enéas Marques, 11/X/1974, G. Hatschbach 35171 (MBM); Foz do Iguaçu, 2/XI/1998, Acildo 146 (MBM); Nova Prata do Iguaçu, 15/X/1997, J.M. Silva 2213 (MBM). Santa Catarina: Anita Garibaldi, 22/XII/1962, R. Reitz & R.M. Klein 14448 (MBM, HBR); Concordia, 24/X/1964, L.B. Smith & R. Reitz 12935 (HBR, MBM); Itapiranga, Rio Uruguai, 17/X/1964, L.B. Smith & R. Reitz 12644 (HBR). Rio Grande do Sul: Caçapava do Sul, 9/XI/1996, J.A. Jarenkow 3253 (MBM; HPEL); Camaquã, 31/X/1989, J.A. Jarenkow & J.L. Waechter 1370 (MBM; HPEL), Caxias do Sul, Forromeco, 03/I/1949, A. Sehnem s.n. (PACA); Gramado, Gravataí, 11/XI/1949, B. Rambo s.n. (PACA, HAS); Missões, Cerro Largo, 20/XI/1952, B. Rambo s.n. (PACA); Passo Fundo, 20/I/1957, O.R. Camargo 2206 (PACA); Pelotas, 2/XII/1957, J.C. Sacco 776 (PACA; HPEL); Porto Alegre, Ponta Grossa, 14/XI/1948, B. Rambo 38008 (PACA; HBR, HAS); Santa Cruz do Sul, Pardinho, 1/XI/1987, J.A. Jarenkow 790 (PACA, MBM), São Gabriel, Fazenda Santa Cecília, 01/I/1944, B. Rambo s.n. (PACA); São Jerônimo, Mata do Ingá, 18/X/1982, M. Neves 132 (SP); Vacaria, rio Santa Rita, 29/XI/1980, A. Krapovickas & R. Vanni 37040 (ETESN).
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Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil). Realizou-se estudo taxonômico de Orchidaceae terrestres em uma região natural do Rio Grande do Sul, o litoral norte, entre a encosta abrupta da Serra Geral e a linha da costa do Oceano Atlântico (29°10’S a 30°00’S). A área de estudo apresenta clima subtropical úmido do tipo Cfa. Médias anuais de temperatura e precipitação variam de 17,5 a 20,0 °C e de 1.200 a 1.700 mm, respectivamente. A vegetação natural, embora grandemente reduzida e modificada por atividades humanas, é fortemente relacionada às pequenas variações topográficas que afetam a drenagem dos solos. Um total de 42 espécies, incluindo duas novas ocorrências para o Estado, distribuídas em 24 gêneros, foi confirmado como resultado de citações bibliográficas, revisão de herbários e coleta extensiva ao longo da área de estudo. A maioria dos gêneros (17) apresenta uma única espécie, e somente um gênero (Habenaria) concentrou número alto de espécies (8). Os resultados taxonômicos incluem uma nova combinação taxonômica, chaves de identificação para gêneros e espécies, observações taxonômicas e ecológicas, e material examinado.
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Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Foram capturados 40 canídeos silvestres nos municípios de Pedro Osório (32º01’28” de latitude Sul, 52º55’01” de lon- gitude W a 68m de altitude) e Pelotas (31º35’23,7” de latitu- de Sul, 52º20’40,8” de longitude W a 36m de altitude) com autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Re- cursos Naturais Renováveis – IBAMA através das licenças de coleta nº. 112/99 e 022/2002, utilizando-se armadilhas modelo “Live Trap”. Os animais foram eutanasiados com pentobarbital sódico por via endovenosa conforme Conselho Federal de Medicina Veterinária (2002). As necropsias foram realizadas segundo a técnica preconizada por Barros (1988). Fragmentos de fígado com alterações macroscópicas foram coletados, fixados em solução de formol a 10%, posterior- mente incluídos em parafina, cortados em micrótomo a 5 μm
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Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

a dominância dessa espécie é uma tendência mundial. Atualmente, na Europa, os piolhos mastigadores ocorrem somente em criações domésticas de fundo de quintal, onde seu impacto econômico é pequeno. Por isso a maioria dos trabalhos sobre esses piolhos é realizada na África, Índia, Turquia e América do Sul, onde esse tipo de criação tem importância econômica, com indicação de M. gallinae como espécie dominante (S yChra et al., 2008).

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Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da infecção por Gurltia paralysans em gatos.

Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da infecção por Gurltia paralysans em gatos.

In the last 20 years, an unknown neurological disease affected cat populations in the Western Border Region of the State of Rio Grande do Sul, Brazil. The onset of the disease was characterized by tail paralysis, followed by progressive paraparesis in the pelvic limbs, difficulty in ambulation and proprioceptive ataxia. After long prolonged clinical courses (12-24 months), when then affected cats became severely paraparetic and start to deve- lop pressure sores do to decubitus, they were destroyed by the owners. At necropsy there were variable degrees of skeletal muscle atrophy of the pelvic muscles and some degree of reddening of the meninges at the level of T10-L7, due to the presence of a myriad of small blood vessels, as a typical varicose lesion that resembled a vascular hamartoma. Histologi- cally, such lesions consisted of distension of the subarachnoid space due to a collection of dilated, blood-filled, tortuous blood vessels the lumina of which were occasionally partially or completely occluded by thrombi. Those varices were randomly surrounded by a lym- phocytic or granulomatous inflammatory infiltrate with small foci of mature eosinophils. In the lumina of these varicose venules cross and longitudinal sections of nematode para- sites could be observed. Based on the morphology of these parasites, in their anatomical localization (meningeal blood vessels) and in the species (cat) affected the nematode was identified as Gurltia paralysans. This paper describes detailed aspects of the epidemiology, clinical disease and pathology of this intriguing feline myelopathy and the definitive diag- nosis of the condition: Feline crural parasitic paraplegia, a disease first described in Chile in the 1930’s and now, for the first time, in Brazil.
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Sinopse taxonômica de Boraginaceae sensu lato A. Juss. no Estado de Alagoas, Brasil.

Sinopse taxonômica de Boraginaceae sensu lato A. Juss. no Estado de Alagoas, Brasil.

Os tratamentos que enfocam a taxonomia desta família, em sua totalidade, foram elaborados por: De Candolle (1845), Bentham & Höoker (1873-1876) e Gürke (1893). Na América do Sul, podem ser destacados os trabalhos de Macbride (1960), Pérez-Moreau (1979) e Miller et al. (1998). Para o Brasil, o único estudo englobando a família como um todo foi elaborado por Fresenius (1857), na Flora Brasiliensis. Abordagens recentes são ainda escassas e basicamente consistem em levantamentos de floras locais e regionais: Smith (1970), Guimarães et al. (1971), Vitta (1992), Harvey (1995), Costa & Prance (1999), Nagatani & Rossi (2000), Ranga & Cavalheiro (2002), Melo & França (2003) e Cavalheiro et al. (2003). Para o Nordeste, podem ser citados, em especial, os levantamentos de
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

Na imprensa imperial, de matriz nitidamente conservadora, que acompanhou diariamente a guerra, com o atraso da circulação – por cartas da França e telegramas de Lisboa – de informações da época, isto se materializava em posições como a do Diário do Rio de Janeiro, comentando a entrada das tropas alemães em Paris (ocorrida em 1º de março): “Pensávamos até aqui que o governo alemão, inspirado em sentimentos de moderação e de sensatez, se abstivesse de infligir ao povo francês a grave humilhação de ver desfilar pelos boulevards de Paris o Exército prussiano em marcha ostentosa de triunfo.(...) Em todo o caso parece-nos que o ato, se é que na verdade serve para abater a vaidade do povo francês, tem por principal resultado aumentar a indignação do vencido, e este é um germe de
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Ações afirmativas para a população negra nos Centros Federais de Educação Tecnológica

Ações afirmativas para a população negra nos Centros Federais de Educação Tecnológica

trabalhar muitas coisas,eles tinham que tomar posse eles tinham que conhecer é..é..as principais é...é as principais leis que regem o funcionalismo público,aí já tomou um bom tempo né...aí tinha uma palestra com o sindicato,tinha uma palestra com a associação,aí acaba que a própria capacitação ficou descaracterizada,porque a institucionalidade em si acaba...desculpa...tomando um tempo muito grande da parte pedagógica..desculpa...é muito complicado.Bom seria que houvesse um tempo maior,que a gente pudesse trazer esses assuntos pra sala de aula,que são assuntos que fazem parte do nosso cotidiano não é...o..o..a africanidade, ela está nós né..?...ela tá na nossa história e muitas vezes ela passa desapercebida,muitas vezes alguma conduta de algum professor é tem um cunho preconceituoso e se a gente tivesse tido a oportunidade de discutir com esse professor no encontro pedagógico, provavelmente isso não estaria acontecendo,ou então poderia até acontecer porque muita gente ouve mas entra por um ouvido e sai pelo outro né, não internaliza mas de alguma forma ele teria sido tocado né...aí são todas essas questões a...assim,eu acho que a imensidão da instituição o tamanho dela e a complexidade que ela...ela abriga,atrapalha.Porque 6 pedagogos pra essa multidão de coisas é..
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Como caçar (e ser caçado por) imagens: entrevista com W. J. T. Mitchell

Como caçar (e ser caçado por) imagens: entrevista com W. J. T. Mitchell

Ao longo da entrevista que segue, Mitchell fala mais detalhadamente sobre os fundamentos e métodos de sua iconologia crítica e comenta, à sua luz, temas bastante relevantes para as cenas intelectual e midiática contemporâneas. Acreditamos que suas respostas também evidenciam a importância dos estudos por ele desenvolvidos para o debate no campo da Comunicação, iniciativa que se justifica especialmente por estes serem ainda pouco difundidos no Brasil. Como ele próprio nota, seria impossível abordar a mídia sem se referir às imagens que nela transitam e aos regimes de visibilidade que elas engendram. “Como o Deus do Monoteísmo, como a ‘Matrix’ da ficção científica moderna, a mídia está em todos os lugares e em nenhum lugar” (2005, p. 216). Ela “não se localiza em um espaço ou coisa particular, mas é, ela própria, o espaço no qual mensagens e representações circulam e prosperam” (p. 216).
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Conflitos Teóricos na Pesquisa sobre Cinema: em torno de Alphaville, de Godard

Conflitos Teóricos na Pesquisa sobre Cinema: em torno de Alphaville, de Godard

evidente. O Pequeno Soldado, produzido em 1960, imediatamente censurado pelo governo gaullista e lançado comercialmente apenas em 1963, provocou reações ainda mais drásticas. Hoje pouco se recorda que, enquanto Acossado deixou perplexa a crítica francesa (calada pela surpresa e pela aceitação do grande público), filmes posteriores foram alvo de ataques sistemáticos e impiedosos, tanto por parte da crítica de direita como de esquerda, sempre na chave da cultura erudita. O Pequeno Soldado, que ousava tratar o problema da Guerra da Argélia com um mínimo de leveza (pois seu protagonista se define pela cultura industrial), recebeu qualificações tão inequívocas quanto as de “vagabundagem intelectual” e “fascismo nostálgico” (eSQUeNAZI, 2004, p. 99).
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Entretanto, a agroindústria capitalista que se utiliza da mecanização e da automação vive hoje no país uma situação contraditória. Ocorre que a mecanização e a automação da agroindústria estão concentradas em re- giões onde a competição entre os produtos é mais acirrada, como em mui- tas áreas do estado de São Paulo. Este quadro não se repete em outras regi- ões do país. José Martins apresenta números de um estudo do Instituto de Economia Agrícola pelo qual o índice de mecanização mundial, em 1993, foi de 52,2 hectares por trator. No Brasil, o índice em 1995 era de 104 hectares para cada trator. Também em 1993, a média mundial de colheitadeiras foi de 349 hectares por máquina. No Brasil, esse índice foi de 834 hectares por colheitadeira. Martins conclui que o desabamento do índice de mecanização significa que a produtividade da agroindústria bra- sileira entrou em queda livre nos últimos dez anos e que a perda do poder de competição dos produtos agrícolas nacionais no mercado externo se deve à incapacidade dos grandes proprietários agrícolas de elevar, no atual está- gio da globalização, a taxa de acumulação do capital agrário nacional e, conseqüentemente, interromper a crise agrária no país. 8
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Avaliando o conhecimento sobre pré-natal e situações de risco à gravidez entre gestantes residentes na periferia da cidade de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.

Avaliando o conhecimento sobre pré-natal e situações de risco à gravidez entre gestantes residentes na periferia da cidade de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.

A Tabela 2 diz respeito à vida reprodutiva pré- via e alguns aspectos relativos ao conhecimento das gestantes entrevistadas em relação ao pré- natal. Pouco mais de um terço não tinha filho; dentre as que tiveram, 8% já tiveram ao menos um filho morto, cerca de dois terços das gravi- dezes ocorreram na adolescência; 36% delas já tiveram pelo menos um aborto, sendo 31% es- pontâneos e 5% provocados. Em relação ao co- nhecimento sobre pré-natal, a grande maioria (95%) disse saber da sua utilidade, mas somente 41% delas afirmaram que uma mulher deveria ir ao médico no primeiro mês de gravidez. A quase totalidade (96%) disse que toda gestante deveria realizar pelo menos seis consultas durante todo o pré-natal. Ainda nesta mesma tabela, verifica-se que somente 28% sabiam quantas doses de vaci- na antitetânica deveriam receber.
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Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil.

Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil.

Winteraceae apresenta cinco gêneros, dos quais apenas Drimys ocorre na região neotropical. A taxonomia das espécies ocorrentes no Brasil ainda é controversa e dependendo do autor, são aceitas de uma a três espécies. O presente trabalho apresenta o estudo taxonômico de Winteraceae no Rio Grande do Sul, e visa esclarecer acerca das espécies da família no estado. Foram feitas revisões de herbários nacionais e internacionais, além de coletas em diversos pontos do estado para o levantamento de dados para o tratamento taxonômico e a análise morfométrica (ANOVA). Com base nas análises morfométricas, dados fenológicos e morfológicos, aceitamos a ocorrência de duas espécies no Rio Grande do Sul: Drimys angustifolia e D. brasiliensis. É fornecida uma chave de identificação, descrições, comentários, fenologia e ilustrações de ambos os táxons. Palavras-chave: Canellales, Drimys, elemento austro-antártico, Magnoliidae, morfometria.
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FICHA CATALOGRÁFICA

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Drnda. Michelle Carreirão (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: michelle_carreirao@yahoo.com.br Grad. Ismael Andrada Bernardes (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: maelbernardes@gmail.com Grad. Jeferson Vieira Biehl (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: biehl08.02@gmail.com CONSULTORES

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Ms. Lisandra Invernizzi (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: lisandrainvernizzi@gmail.com Drnda. Michelle Carreirão (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: michelle_carreirao@yahoo.com.br Grad. Ismael Andrada Bernardes (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: maelbernardes@gmail.com Msnda. Cecília Nunes da Silva (Universidade Fe- deral do Espírito Santo, UFES, Vitória, ES, Brasil). e-mail: ceciliaef@hotmail.com

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Ms. Lisandra Invernizzi (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: lisandrainvernizzi@gmail.com Drnda. Michelle Carreirão (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: michelle_carreirao@yahoo.com.br Grad. Ismael Andrada Bernardes (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: maelbernardes@gmail.com Msnda. Cecília Nunes da Silva (Universidade Fe- deral do Espírito Santo, UFES, Vitória, ES, Brasil). e-mail: ceciliaef@hotmail.com

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INSATISFAÇÃO COM O PESO E A MASSA CORPORAL EM ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DO SEXO FEMININO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO 51 [Dissatisfaction with mass and body weight among Elementary and High School female students in the city of Rio de Janeiro]

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Drnda. Lisandra Invernizzi (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: lisandrainvernizzi@gmail.com Dra. Michelle Carreirão (Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis, SC, Brasil). e-mail: michelle_carreirao@yahoo.com.br Dr. Eduardo Galak (Universidad de La Plata, UNLP, La Plata, Buenos Aires, Argentina). e-mail: eduardogalak@yahoo.com.ar CONSULTORES

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