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A Vesica Piseis

No documento Flor Da Vida Vol 1 (páginas 62-66)

Na geometria sagrada, existe um padrão que tem a seguinte forma (Ilustração 2-25).J Ele é formado quando os centros de dois cír­ culos de raios iguais são sobrepostos às suas circunferências. A área em que os dois círculos se cruzam forma o que é chamado de vesicd piseis. Essa configuração é uma das mais pre­ dominantes e importantes de todas as relações

da geometria sagrada, conforme começarão »

perceber.

Existem duas medidas na vesica piseis ~~ uma que atravessa o centro da área mais

vesica p/sc/s

Ilustração 2-24. A Árvore da Vida com dois círculos adicionais.

estreita, e a outra que liga um ponto ao seu oposto através do centro — que são as chaves de um grande conheci­ mento dentro dessas informações. O que muitas pessoas não sabem é que cada linha da Árvore da Vida, tenha ela 10 ou 12 círculos, tem a medida ou do comprimento ou da largura de uma vesica piseis na Flor da Vida. E todas elas têm proporções áureas. Se observarem cuidadosa­ mente a Árvore da Vida sobreposta, verão que todas as

linhas coírespondem exatamente ou ao comprimento ou à largura de uma vesica piseis. Essa é

a primeira relação que se toma visível quando saímos do Grande Vazio. (O Grande Vazio é outra chave que dis­ cutiremos em breve.)

Ilustração 2-25. A vesica

piseis com dois eixos-chave.

As Rodas Egípcias e a Viagem Dimensional

i

Essas rodas (Ilustração 2-26) são um dos símbolos mais antigos conheci­ dos. Até o momento elas foram encon­ tradas apenas no teto de determinados túmulos egípcios muito antigos. São sempre encontradas em conjuntos de quatro ou oito e ninguém sabe o que são. Os arqueólogos egípcios mais fa­ mosos do mundo não têm a mais vaga ideia do que elas significam. Mas, para mim, elas são a prova de que os egíp­ cios sabiam que a Flor da Vida era mais do que apenas um desenho interessan­ te e que sabiam da maior parte, talvez até mesmo mais, sobre as informações que serão veiculadas aqui. Para enten­ der onde as rodas entram na Flor da

Vida, vocês precisam estudar os tremendos níveis de conhecimento contidos nelas. Jamais chegarão lá apenas observando os desenhos. Não é nada que possa lhes ocorrer simplesmente — precisam conhecer o antigo segredo da Flor da Vida.

Esta fotografia mostra mais de um conjunto dessas rodas (Ilustração 2-27). A foto­ grafia seguinte (Ilustração 2-28) está muito escura e dificulta a visão dos detalhes. Isso | um teto e estava completamente escuro onde fotografei. Caminhando para a direita na base do desenho veem-se sete pessoas com cabeça de animal. Elas são chamadas

Ilustração 2-28. Rodas,

neters

e a volta de 90 graus à direita. O s círculos escuros estão ac cabeça das imagens, as sete da parte mais baixa tendo ca b e ça s de animais.

neters, ou deuses, e cada uma delas tem uma forma oval vermelho-alaratijada acima da cabeça, o que Thoth chamou de ovo da metamorfose. Os neters se concentram no momento em que atravessamos um determinado estágio da ressurreição, que é uma rápida mudança biológica em uma forma de vida diferente. Eles trazem consigo uma imagem dessa transição à medida que caminham ao longo da linha, então de repente a linha chega ao fim e dá uma guinada rápida de 90 graus para cima, e eles passam a caminhar perpendicularmente à direção anterior.

Esses 90. graus são uma parte muito importante deste trabalho. A guinada de 90 graus é decisiva para a compreensão de como tornar real a ressurreição ou ascensão. Os níveis dimensionais estão separados por 90 graus; as notas musicais são separadas» por 90 graus; os chakras são separados por 90 graus |||os 90 graus sempre continuam aparecendo novamente. Na verdade, para podermos entrar na quarta dimensão (ou em qualquer dimensão, a propósito), devemos dar uma guinada de 90 graus. n

Provavelmente, nesta altura preciso assegurar-me de que estamos tqdos nos enten­ dendo sobre o que são as dimensões — como a terceira dimensão, a quarta dimensão, a quinta dimensão, e assim por diante. Do que estamos falandç? Não estou falando sobre dimensões no sentido matemático normal, como nos três eixos ou as assim chamadas dimensões do espaço: os eixos x, y e z — da frente para trás, da esquerda para a direita e de cima para baixo. Algumas pessoas chamam esses três eixos de terceira dimensão e dizem que o tempo se toma a quarta dimensão. Pois não é disso que estou falando aqui.

D im en sõ es, H arm onia e o U niverso em Form a d e O n d as

O que vejo como os diversos níveis dimensionais têm mais a ver com música e

harmonia do que qualquer outra coisa. Provavelmente também existem diferentes co­ notações em relação ao que estou falando, embora a l

maioria das pessoas que estuda esses assuntos esteja inteiramente de acordo. Um piano tem oito teclas brancas de dó a dó, que é a oitava mais conhecida, e entre essas há cinco teclas pretas. As oito teclas brancas e as cinco teclas pretas produzem todos os sustenidos e bemóis do que chamamos de escala cromática, que tem treze notas (na realidade, doze notas, uma vez que a 13a inicia a oitava seguinte): Assim, de um dó até o seguinte realmente existem treze passos, não simplesmente oito.

Com isso em mente, quero mostrar a vocês o conceito de onda senoidal. As ondas senoidais cor­ respondem | luz (e ao espectro eletromagnético) e

Ilu stração 2 ^ 9 , Exem plos .de gndas se-, noid ais.

í

I vibração do som. A Ilustração 2-29 mostra alguns exemplos. Provavelmente I B temos alguma familiaridade com esse assunto. Em toda 1 Realidade em H 9 | j| l contramos, todas as coisas se baseiam em ondas senoidais. Náo há exceções |ue saiba, a não ser quanto ao vazio em si e talvez ao espírito.

Tudo I que existe nesta Realidade é onda senoidal, ou cosseno, se quiserern ^ B derar dessa maneira. O que faz uma coisa diferente da outra é o comprimento BÉM

e o padrão. O comprimento de onda se estende de um ponto qualquer na J jB

o ponto onde toda a curva começa, como de A para B no comprimento de longo, ou de C para D nos comprimentos de onda mais curtos. Os compriment^® onáa verdadeiramente longos parecem-se c(uase com linhas retas. Por exemplo, a s ã l ondas cerebrais têm cerca de 10 centímetros elevados à décima potência e são quase como linhas retas saindo da sua cabeça. A física quántica, ou a mecânica quântícs 1 considera tudo na realidade segundo uma dessas díaas maneiras. Eles não sabem'!!! que não podem observar a Realidade das duas maneiras de uma só vez, embora as geometrias indiquem por que, sè Vocês as estudarem cuidadosamente. Considere®

qualquer objeto, como este livro, como sendo constituído de minúsculas partículas como átomos; ou podem esquecer essa ideia e simplesmente considerá-lo como uma vibração, uma forma de onda, tal como campos eletromagnéticos ou até mesmo som se preferirem. Se o considerarem como átomos, são observadas as leis que se ajustam a esse modelo; se o considerarem como formas de onda, são observadas as leis que se encaixam nesse modelo.

Tudo no nosso mundo é uma forma de onda (às vezes chamada padrão òú assi*- J natura de onda senoidal) ou pode até mesmo ser considerado som. Todas as coisas — o seu corpo, planetas, absolutamente tudo — são formas de onda. Se escolherem essa maneira particular de observar a Realidade e sobrepuserem essa visão sobre a B realidade da harmonia musical (um aspecto do som), pode começar a falar sobre diínensões diferentes.

No documento Flor Da Vida Vol 1 (páginas 62-66)