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Thoth, Ceometrías e a Flor da Vida

No documento Flor Da Vida Vol 1 (páginas 47-51)

Depois de uns três ou quatro meses do meu regresso do Egito, Thoth apareceu e

me disse: “Quero ver as geometrias que os anjos lhe deram”. Os anjos haviam me dado

informações básicas ou geometrias sobre como a realidade está relacionada ao espirito, e os anjos tinham me ensinado a meditação que vou lhes apresentai. Essa meditação foi uma das primeiras coisas que Thoth quis de mim. Essa era a troca: eu recebia to­ das as lembranças dele e ele recebia a meditação. Ele queria a meditação porque era muito mais fácil do que o método que estava usando. O seu modo de permanecer vivo por 52 mil anos era muito extenuante — era como suspender-se por um fio. Era necessário passar duas horas todos os dias em meditação ou morreria. Ele precisava passar uma hora com a cabeça para o norte e os pés para o-sul*-em uma meditação muito específica; então precisava passar outra hora na posição inversa, fazendo uma meditação diferente. Então a cadâ cinqüenta anos, para manter o corpo regenerado, ele precisava entrar no que é chamado os Salões de Amenti e sentar-se por dez anos mais ou menos diante da Flor da Vida. (Essa é uma chama de consciência pura que reside profundamente no ventre da Terra e da qual o itível de consciência da humani­ dade é completamente dependente para a sua própria existência. Mais adiante falarei mais sobre o assuntó.)v

Thoth estava muitó interessado nessa nova meditação porque o que lhe tomava duas horas para ser feito toma apenas seis respirações com a meditação Mer-Ka-Ba. E rápido, èficiéiite e muito mais èxatoj e õ áeu potencial é muito maior, uma vez que leva a uma modalidade de Consciência permanente. Ássítn, Thoth começotrá transmitir-me quantidades enormes do que sábia. Quando ele aparecia tio ítieu quarto, nãó falava com as palavras como fazemos aqui. Ele fãlava usandò umá cõmbinação de telepatia com imagens holográficas. Os pensamentos dele para mim eram holográficos, imagino que vocês diriam. Mas havia muito máfs em jogo do que isso. Se ele queria descrever algo para mim, eu sentiria o sabor, a textura, ó aroma, os sonhbs^e as imagens dos pensamentos dele.

Ele disse que qüeria ver o qiiè Os anjos me ensinaram em termoà de geometria, assim eu passei para ele telepaticamente, através de uma pequena bola de luz, de ter­ ceiro olho para terceiro olho. Então ele observou a coisá toda, e uns cinco segundos depois disse que estavam faltando para mim muitos níveis de informações intercó- nectadas. Assim, por muitas horas a cada dia, eu me sentava,B

fazendo desenhos è entendendo o que seria tudo aquilo que atualmente chamamos de geometria sagrada.

Na época, éu não tinha palavras para descrever esse modo de ver. Não sabia o que era, e no início I não fazia ideia do que realmente significava. E não conhecia ninguém que soubesse a respeito a não ser no passado. Pensava que eu fosse a única pessoa no mundo. Mas quanto mais ia me envolvendo, mais fui percebendo que isso existe desde sempre e está em toda parte, em toda a história da Terra e em todo p universo.

Ele me ensinou nesse sentid-opor um lon^o, ^ 1 5 A F l o r d a V í d a

ção 1-15), que ele disse que contmha tudo — todo o conhecimento, tanto mascul^g quanto feminino, sem exceções. 1

Sei que essa é uma afirmação alarmante para fazer assim tão cedo neste texto, ^ esse desenho, de acordo com Thoth, e l l tém nas suas proporções cada aspecto par. ticular da vida que existe. Ele contém todas as fórmulas matemáticas, todas as leis da física, todas as harmonias musicais, todas as formas de vida biológicas até chegar ao seu próprio corpo. Ele contém cada átomo, cada nível dimensional, absolutamente tudo o que existe nos universos em forma de onda. (Explicarei dentro de instantes sobre os uni­ versos em forma de onda.) Depois que ele me ensinou, entendi a afirmação acima; mas simplesmente apresentar assim essa afirma­ ção exatamente agora parece inacreditável Se Deus quiser, vou provar o que estou di­ zendo. Obviamente, não posso provar que | esse desenho contém cada um dos aspectos da criação, porque existem coisas demais para fazer isso em um livro. Mas posso mostrar a vocês provas suficientes de modo que vocês serão capazes de ver que podem aplicar essa forma para tudo.

Thoth então me disse que eu encontraria essa imagem da Flor da Vida no Egito. Houve duas ocasiões em que eu duvidei dele em todos os anos que trabalhei com ele, e essa foi uma delas. A minha pequena mente insistia: “Não é possível!”, porque na época eu tinha lido quase todos os livros que havia sobre o Egito e nunca vira essa forma em nenhum lugar. Mentalmente, repassei tudo o que me lembrava de ter visto, Não, pensei, aquele símbolo não se encontra em lugar nenhum do Egito. Mas ele disse que eu encontraria, e então partiu. Eu nem sabia por onde começar a procurar.

Cerca de duas semanas depois, encontrei a minha amiga Katrina Raphaell, que escreveu, creio, três livros sobre cristais*. Ela acabara de voltar do Egito e encontrava- se em um supermercado em Taos, Novo México, quando eu entrei. Ela estava junto ao balcão de revelação de fotografias e acabara de receber as fotos da sua última viagem ao Egito. Tinha uma pilha de uns 25 centímetros de fotografias sobre o balcão e começava a separar 36 fotos de cada vez e empilhá-las. Começamos a conversar e a certa altura ela me disse: “Ah, a propósito, o meu anjo da guarda me disse que eu devia lhe dar ilustração 1 -16. A Flor da Vida em uma pa­

rede em Abidos, fotografada por Katrina Ra­ phaell.

* A Cura pelos Cristais, Propriedades Curativas dos Cristais e das Pedras Preciosas e Transmissões Cristalina todos publicados pela Editora Pensamento.

uma fotografia quando o encontrasse”. Respondi: “Sei, e qual seria? ^ Ela disse: “Não sei”. Ela pegou a pilha de fotos e escondeu-a atrás das costas, puxando de lá uma foto ao acaso e estendeu-a para mim, dizendo: “Esta é a que eu deveria lhe dar”.

No entanto, Katrina não fazia ideia do trabalho que eu vinha fazendo, apesar de sermos amigos havia uns dois anos, porque eu não conversava com muitas pessoas na época sobre o meu trabalho — e sem dúvida nenhuma não tinha contado nada a ela. A fotografia que ela escolheu foi esta — à Flor da Vida numa parede do Egito (Ilustração 1-16)!

Essa parede em especial é provavelmente uma das mais antigas do Egito, de um templo de quase 6 mil anos de idade, um dos templos mais antigos do planeta. Quan­ do vi a Flor da Vida na fotografia, não consegui dizer outra coisa a não ser exclamar: “Uaaaaau!” Katrina quis logo saber: “O que é essa coisa, afinal?” Tudo o que pude dizer foi: “Você não vai entender, mas uaaaau!”

O Segredo da Flor

No documento Flor Da Vida Vol 1 (páginas 47-51)