APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS
BEBIDAS ESPIRITUOSAS
6. AMBIENTE NA ESCOLA
Um ambiente escolar promotor de saúde e de apoio deve ser considerado um recurso para o desenvolvimento de comportamentos de aumento de saúde, saúde e bem estar subjectivo, enquanto que um ambiente sem apoio pode constituir um risco (Samdal e Dür, 2000).
NA ESCOLA: OS ALUNOS TOMAM PARTE NA DECISÃO DE REGRAS
Concordo Não sei Discordo 35.2% 28.7% 36.1%
M F M F M F
36.8% 33.9% 26.4% 30.7% 36.9% 35.4%
11 16 11 16 11 16
39.3% 31.9% 26.5% 32.4% 34.2% 35.7%
NA ESCOLA: OS ESTUDANTES SÃO TRATADOS COM SEVERIDADE
Concordo Não sei Discordo 39.9% 19.6% 40.5%
M F M F M F
42.2% 38.0% 20.0% 19.1% 37.8% 42.8%
11 16 11 16 11 16 35.4% 39.9% 21.8% 19.4% 42.8% 40.7%
NA ESCOLA: AS REGRAS SÃO JUSTAS
Concordo Não sei Discordo 66.2% 11.5% 22.4%
M F M F M F 62.6% 69.4% 12.3% 10.8% 25.2% 19.8%
11 16 11 16 11 16
76.6% 61.3% 8.1% 14.3% 15.3% 24.4%
Quadro 31 - Vida escolar: Regras
DECISÃO DAS REGRAS
Concordo Rapazes / Mais novos
SEVERIDADE
Concordo Rapazes / Mais velhos
REGRAS JUSTAS
Concordo Raparigas / Mais novos
No presente estudo, em relação às regras da escola, as opiniões dos alunos estão muito divididas.
Os rapazes acham que os alunos tomam parte na decisão das regras, acham que os alunos são tratados com severidade e acham que as regras da escola não são justas. Por seu lado, as raparigas referem mais frequentemente não saber se os alunos tomam parte na decisão das regras, concordar que os alunos não são tratados com severidade e acham que as regras da escola são justas.
Os mais novos acham que os alunos tomam parte na decisão das regras e que as regras da escola são justas. Os mais velhos afirmam não saber se os alunos tomam parte na decisão das regras, acham que os alunos são tratados com severidade e não sabem ou acham que as regras da escola não são justas.
A ESCOLA: É UM BOM LUGAR PARA SE ESTAR
Concordo Não sei Discordo 73.6% 5.9% 20.5%
M F M F M F 69.8% 76.9% 7.2% 4.8% 23.0% 18.3%
11 16 11 16 11 16
78.3% 73.0% 5.5% 5.8% 16.2% 21.2%
A ESCOLA: SINTO QUE PERTENÇO À ESCOLA
Concordo Não sei Discordo 75.5% 7.8% 16.7%
M F M F M F 72.8% 77.9% 9.1% 6.6% 18.2% 15.5%
11 16 11 16 11 16
79.9% 73.1% 7.2% 8.5% 12.9% 18.3%
IR À ESCOLA É ABORRECIDO
Sempre / Frequentemente Às vezes Raramente / Nunca
18.0% 40.6% 40.5%
M F M F M F
25.0% 13.6% 39.7% 41.4% 35.4% 45.1%
11 16 11 16 11 16 12.8% 22.4% 26.3% 49.1% 60.8% 28.5%
Quadro 32 - Vida escolar: Ambiente
Apesar de um quarto dos jovens ter dúvidas ou achar que a escola não é um bom lugar para se estar, a maioria acha o contrário.
As raparigas afirmam mais frequentemente que a escola é um bom lugar para se estar, que sentem que pertencem à escola e que ir à escola não é aborrecido, pelo contrário, os rapazes e os mais velhos não concordam.
ESCOLA BOM LUGAR PARA ESTAR
Concordo Raparigas / Mais novos
PERTENÇO À ESCOLA
Concordo Raparigas / Mais novos
IR À ESCOLA É ABORRECIDO
Raramente / Nunca Raparigas/ Mais novos
6.1 AMIGOS
Os companheiros da escola podem proporcionar oportunidades para as interacções sociais, apoio emocional e ajuda tanto nas situações académicas como nas sociais (Hirsch e DuBois, 1989, citado por Samdal e Dür, 2000). Um grande nível de apoio percebido pelo estudante pode sugerir que estes se sintam fortemente integrados e aceites pelos seus pares.
Assim, o sentido de pertença é uma importante parte das relações dos estudantes, quando a interacção lhes permite simplesmente gostar de estar com outros adolescentes (Baumeister e Leary, 1995, Berndt, 1989, citados por Samdal e Dür, 2000).
A maioria dos jovens afirma que os alunos da sua turma gostam de estar juntos. São os rapazes e os mais novos que mais referem esta situação e são as raparigas e os mais velhos que mais discordam dela.
OS ALUNOS DA MINHA TURMA GOSTAM DE ESTAR JUNTOS
Muitas vezes Às vezes Raramente ou nunca
85.1% 5.4% 9.5%
M F M F M F
88.1% 82.5% 4.5% 6.2% 7.4% 11.3%
11 16 11 16 11 16
85.9% 82.2% 6.0% 6.1% 8.1% 11.8%
OS MEUS COLEGAS SÃO SIMPÁTICOS E PRESTÁVEIS
Concordo Não sei Discordo 87.3% 3.7% 8.9%
M F M F M F 88.0% 86.7% 4.3% 3.2% 7.7% 10.0%
11 16 11 16 11 16 87.1% 89.1% 3.5% 3.4% 9.4% 7.5%
OS MEUS COLEGAS ACEITAM-ME COMO EU SOU
Concordo Não sei Discordo 85.0% 9.5% 5.5%
M F M F M F
86.5% 83.7% 8.3% 10.5% 5.2% 5.8%
11 16 11 16 11 16 85.2% 86.2% 8.2% 10.0% 6.6% 3.8%
Quadro 33 - Amigos: Alunos da turma
A maioria dos alunos acha que os seus colegas são simpáticos e prestáveis, ideia esta expressa mais frequentemente pelos mais velhos. Os rapazes são os que mais dúvidas têm quanto a esta questão e as raparigas e os mais novos não concordam que os colegas sejam simpáticos e prestáveis.
Também uma maioria dos jovens inquiridos refere que os colegas os aceitam como são. Os rapazes concordam com esta opinião, os mais novos discordam e as raparigas e os mais velhos não sabem .
ALUNOS GOSTAM DE ESTAR JUNTOS
Concordo Rapazes / Mais novos
OS MEUS COLEGAS SÃO SIMPÁTICOS E PRESTÁVEIS
Concordo Mais velhos
OS MEUS COLEGAS ACEITAM-ME COMO EU SOU
Concordo Rapazes
Um quarto dos jovens diz já ter acontecido os colegas não quererem ficar com eles na escola e acabarem por ficar sozinhos. São os mais velhos que mais frequentemente referem nunca terem passado por esta situação.
Depois das aulas, grande parte dos alunos fica com os amigos. Os rapazes e os mais velhos ficam mais frequentemente com os amigos depois das aulas e as raparigas e os mais novos referem ficar apenas uma vez ou menos por semana.
OS COLEGAS NÃO QUISERAM FAZER COMPANHIA NA ESCOLA
Não aconteceu Algumas vezes 1 ou mais vezes /semana
74.5% 23.0% 2.5%
M F M F M F 74.7% 74.3% 22.8% 23.2% 2.5% 2.5%
11 16 11 16 11 16 71.5% 76.1% 25.4% 22.2% 3.1% 1.7%
FICAR COM OS AMIGOS DEPOIS DAS AULAS SAIR COM OS AMIGOS Não tenho 1 vez /semana ou menos 2 a 5 vezes /semana Média-sair à noite*
0.6% 29.1% 70.3% 2.3%
M F M F M F M F 0.7% 0.6% 23.8% 33.8% 75.6% 65.6% 2.6% 1.9%
11 16 11 16 11 16 11 16 0.8% 0.4% 34.1% 27.5% 65.1% 72.0% 2.3% 2.2%
* t-test - apenas foram incluídos na análise os sujeitos que saem à noite Quadro 34 - Relação com os amigos
Dos jovens que saem à noite com os amigos durante a semana, os rapazes referem sair mais vezes.
OS COLEGAS NÃO QUISERAM FAZER COMPANHIA NA ESCOLA
Não aconteceu Mais velhos
FICAR COM OS AMIGOS
Maior frequência Rapazes / Mais velhos SAIR À NOITE COM OS AMIGOS
Mais saídas Rapazes
6.2 PROFESSORES
As respostas individuais e o acompanhamento dos professores podem fazer sentir aos estudantes que os professores se interessam por eles. Este tipo de «feedback» pessoal pode promover nos estudantes uma auto-estima global,além disso, um grande nível de apoio dos professores em assuntos académicos pode ajudar os estudantes a lidar melhor com as tarefas académicas, que por sua vez pode aumentar tanto o interesse, como a realização na escola (Wentzel, 1998, citado por Samdal e Dür, 2000).
A grande maioria dos alunos é de opinião que os seus professores pensam que ele (aluno) tem uma capacidade boa ou média, quando comparada com a dos outros alunos.
O QUE OS MEUS PROFESSORES ACHAM DAS MINHAS CAPACIDADES Muito bom Bom / médio Inferior à média
6.1% 89.4% 4.5%
M F M F M F 6.5% 5.7% 88.4% 90.4% 5.1% 3.9%
11 16 11 16 11 16
10.4% 3.5% 86.2% 91.0% 3.4% 5.5%
Quadro 35 - Professores: O que pensam das minhas capacidades
São os alunos mais novos que mais referem que os seus professores acham que as suas capacidades são muito boas. Os alunos do sexo feminino acham que os professores pensam que as suas capacidades são boas ou médias e os do sexo masculino e os alunos mais velhos referem com maior frequência que os seus professores acham que as suas capacidades são inferiores à média.
O QUE OS MEUS PROFESSORES ACHAM DAS MINHAS CAPACIDADES
Muito bom Mais novos
Em relação aos professores, cerca de um quarto dos alunos inquiridos afirma não saber ou não concordar que os professores os encorajam a expressar os seus pontos de vista.
Quem mais refere que os professores não os encorajam são as raparigas e os mais velhos. Os mais novos acham o contrário.
Também um quarto dos jovens refere que discorda ou que não sabe, se os professores os tratam com justiça. São os rapazes que mais referem não concordar que os professores os tratem com justiça e são os mais novos, pelo contrário, que defendem a ideia de que os professores os tratam com justiça. Os mais velhos são os mais indecisos neste assunto.
A maioria dos alunos concorda que quando precisam de ajuda dos professores, podem tê-la. As raparigas e os mais novos são aqueles que mais concordam com esta opinião e são os rapazes e os mais velhos que mais frequentemente referem discordar.
PROFESSORES: ENCORAJAM-ME A EXPRESSAR OS MEUS PONTOS DE VISTA
Concordo Não sei Discordo 73.8% 8.5% 17.7%
Concordo Não sei Discordo 74.7% 9.1% 16.2%
M F M F M F 74.1% 75.2% 8.6% 9.6% 17.4% 15.1%
11 16 11 16 11 16
77.4% 73.6% 7.1% 10.3% 15.5% 16.1%
PROFESSORES: QUANDO PRECISO DE AJUDA POSSO TÊ-LA
Concordo Não sei Discordo 85.9% 7.0% 7.2%
M F M F M F 83.8% 87.7% 7.4% 6.6% 8.8% 5.7%
11 16 11 16 11 16
91.5% 81.8% 4.2% 9.6% 4.3% 9.2%
PROFESSORES: INTERESSAM-SE POR MIM COMO PESSOA
Concordo Não sei Discordo 68.7% 21.6% 9.6%
M F M F M F 68.9% 68.6% 19.7% 23.3% 11.3% 8.1%
11 16 11 16 11 16
79.5% 60.6% 13.7% 28.2% 6.9% 11.2%
PROFESSORES: ESPERAM DEMAIS DE MIM EM RELAÇÃO À ESCOLA
Concordo Não sei Discordo 56.3% 27.4% 16.3%
A maioria dos jovens considera que os professores se interessam por eles como pessoas. As raparigas e os mais velhos não têm opinião sobre este assunto. Os rapazes e os mais velhos afirmam mais frequentemente que os professores não se interessam por eles. Os
alunos mais novos referem com maior frequência que os professores se interessam por eles como pessoas.
Mais de metade dos alunos refere que os professores esperam demais deles em relação à escola. São os rapazes e os mais novos que com mais frequência o referem. São também os mais novos que mais discordam e são as raparigas e os mais velhos que com maior frequência afirmam não saber.
PROFESSORES: ENCORAJAM-ME A EXPRESSAR OS MEUS PONTOS DE VISTA
Concordo Mais novos
PROFESSORES: TRATAM-NOS COM JUSTIÇA
Concordo Mais novos
PROFESSORES: QUANDO PRECISO DE AJUDA POSSO TÊ-LA
Concordo Raparigas / Mais novos
PROFESSORES: INTERESSAM-SE POR MIM COMO PESSOA
Concordo Mais novos
PROFESSORES: ESPERAM DEMAIS DE MIM EM RELAÇÃO À ESCOLA
Concordo Rapazes / Mais novos
Cerca de dois terços dos alunos inquiridos afirma sentir-se pressionado com os trabalhos da escola.
PRESSIONADOS COM OS TRABALHOS DA ESCOLA
Não Um pouco Muito 32.2% 51.9% 15.8%
M F M F M F 27.9% 35.7% 53.3% 50.9% 18.8% 13.4%
11 16 11 16 11 16
43.5% 27.6% 42.4% 55.0% 14.1% 17.4%
Quadro 37 - Pressionados com os trabalhos da escola
São os rapazes e os mais velhos que mais frequentemente referem se sentirem pressionados com os trabalhos da escola e, pelo contrário, são as raparigas e os mais novos que também com mais frequência referem não se sentirem pressionadas com os trabalhos da escola que têm que fazer.
PRESSIONADOS COM OS TRABALHOS DA ESCOLA
Não Raparigas / Mais novos
6.3 VIOLÊNCIA
Nos factores de risco referidos por DiClemente, Hansen e Ponton (1996) está incluída a violência.
Através de um questionário anónimo, Singer e Miller (1999) avaliaram 2245 crianças de escolas públicas do 3º ao 8º ano de escolaridade, sobre comportamentos violentos. Uma combinação factores demográficos, monitorização parental, hábitos de ver televisão e exposição à violência, explicam 45% dos comportamentos violentos dos estudantes. Falta de monitorização parental (i.e., conhecimento das actividades das crianças, horas de recolher, e consequências por quebrar as regras) e exposição à violência são os factores que mais explicam os comportamentos violentos. Os estudantes relataram ter testemunhado violência
mais frequentemente na escola do que em sua casa ou no seu bairro, indiferentemente da sua área geográfica.
Ainda segundo Herrenkohl et al. (2000), a hiperactividade (segundo classificação dos pais), a baixa realização académica, a delinquência no grupo de amigos e a facilidade de acesso a drogas no bairro predizem a violência nos 10, 14 e 16 anos de idade. Os jovens expostos a múltiplos riscos têm notavelmente mais probabilidade do que outros a envolver-se em violência .
Sege, Stringham, Short e Griffith (1999) verificaram que o sexo masculino, fumar cigarros, álcool, uso de outras drogas, relações pobres com os pais, não estar na escola ou fracasso na escola e histórias de brigas no último ano, predizem lesões relacionadas com a violência. O número de brigas no último ano aparenta ter efeito no risco de subsequentes lesões relacionadas com a violência. Estes autores sugerem ainda que um instrumento de despiste consistindo em itens que dizem respeito ao «status» escolar, ao uso de drogas, e a histórias passadas de brigas pode ser usado para verificar o risco de lesões futuras relacionadas com a violência.
A luta tem sido apresentada como um marco para outros problemas de comportamento nos adolescentes (Sege, Stringham, Short e Griffith, 1999).
De acordo com o Youth Risk Behavior Survey (1998), os adolescentes que transportam armas envolvem-e mais frequentemente em lutas físicas, do que aqueles que não transportam armas.
Simon, Crosby e Dahlberg (1999) afirmam que o género, os níveis de educação parental baixos, o uso de substâncias na área da escola, o envolvimento em lutas físicas, a exposição ao crime e violência na escola,a frequência de andar com uma arma, e o andar com uma arma de fogo distingue os estudantes que andam com armas na área da escola daqueles que andam com armas fora da área da escola. Ou seja, sugerem estes autores com este estudo que o andar com uma arma na área da escola está associado quer com características individuais quer com características relacionadas com o ambiente da escola.
DuRant, Krowchuk, Kreiter, Sinal e Woods (1999) realizaram um estudo que explora a associação entre transportar uma arma na escola e outros indicadores de comportamentos de risco de saúde entre crianças da escola básica tal como o início do consumo de substâncias.
Entre as conclusões do estudo verificou-se que as crianças das escolas básicas transportam, mais provavelmente para a escola uma faca ou um bastão do que uma arma de fogo. As crianças que iniciam o consumo de substâncias precocemente e consomem substâncias frequentemente, apresentam uma maior probabilidade de transportar armas de fogo ou outras armas para as escolas.
De acordo com os resultados de um estudo de O'Donnell et al. (1999), os programas escolares, quando levados a cabo com intensidade suficiente, que unam os serviços da comunidade com um currículo de saúde na turma podem ter um impacto significativo nos
comportamentos violentos de uma população de jovens adolescentes com alto risco para serem tanto agressores como vítimas de violência de pares.
Após um projecto de prevenção da violência conduzido pelos jovens e realizado na escola (Carroll, Hébert e Roy, 1999), concluiu-se que as actividades de promoção da saúde conduzidas pelos jovens proporcionam excelentes oportunidades para os jovens se tornarem envolvidos e capazes de participar na prevenção da violência. Com efeito, uma das estratégias eficazes para a prevenção da violência foi, neste estudo, proporcionar oportunidades aos estudantes de planearem actividades relacionadas com a saúde, desenvolvendo a sua atenção para a importância da prevenção da violência e identificando maneiras de lidar com o problema.
Passando às questões relacionadas com a violência na escola e acidentes em meio escolar.
Um número significativo de jovens já se envolveu pelo menos uma vez em provocações, quer como "provocador", quer como "provocado".
PROVOCAR
Não fui 1 vez /período a 1 vez /semana Várias vezes /semana
63.8% 34.6% 1.6%
M F M F M F 54.4% 72.1% 43.1% 27.0% 2.5% 0.8%
11 16 11 16 11 16 63.0% 75.0% 35.6% 28.1% 1.5% 1.4%
SER PROVOCADO
Não fui 1 vez /período a 1 vez /semana Várias vezes /semana
52.6% 43.5% 3.9%
M F M F M F 42.0% 61.9% 52.8% 35.3% 5.2% 2.8%
11 16 11 16 11 16 46.8% 63.3% 47.2% 35.1% 6.0% 1.7%
Quadro 38 - Violência
As raparigas e os mais velhos referem com maior frequência não serem provocados nem tomarem parte em provocações a outros estudantes.
Os rapazes e os mais novos envolvem-se mais frequentemente em provocações quer como "provocador" quer como "provocado".
PROVOCAR
Maior frequência Rapazes
SER PROVOCADO
Maior frequência Rapazes / Mais novos
Cerca de um terço dos jovens referem já terem tido a sensação de não estarem seguros na escola. Destes são as raparigas e os mais velhos que mais frequentemente referem só se sentirem seguros na escola às vezes e os rapazes referem que raramente ou nunca se sentem seguros na escola.
SENTIR-SE SEGURO NA ESCOLA
Sempre / Frequentemente Às vezes Raramente / Nunca
65.0% 28.0% 7.1%
M F M F M F 65.1% 64.9% 26.2% 29.6% 8.8% 5.6%
11 16 11 16 11 16
67.8% 65.8% 25.1% 28.0% 7.2% 6.3%
Quadro 39 - Segurança na escola
SENTIR-SE SEGURO NA ESCOLA
Não Rapazes
Quando questionados sobre o seu envolvimento ou não numa luta nos últimos doze meses, cerca de um terço afirma ter estado envolvido numa luta. Aqueles que mais se envolveram em lutas foram os rapazes e os mais novos e, pelo contrário, as raparigas e os mais velhos referem mais frequentemente não terem estado envolvidos em lutas.
ENVOLVIMENTO NUMA LUTA NOS ÚLTIMOS 12 MESES
Não 1 a 3 vezes 4 ou mais vezes
Desconhecido Pai, Mãe, etc Namorado/a Amigo/Conhecido Outros + que 1
7.7% 3.8% 1.4% 20.2% 3.7% 2.0%
M F M F M F M F M F M F 13.8% 2.3% 3.1% 4.4% 1.5% 1.3% 31.4% 10.4% 4.8% 2.8% 2.7% 1.3%
11 16 11 16 11 16 11 16 11 16 11 16 6.0% 8.0% 3.6% 3.5% 1.8% 1.3% 23.9% 15.4% 2.2% 4.3% 1.9% 1.7%
Quadro 40 - Violência: Envolvimento numa luta e pessoa com quem se lutou
Daqueles que afirmaram terem lutado, uma grande parte fê-lo com um amigo ou um conhecido. São os rapazes e os mais novos que mais referem esta situação. Os rapazes e os mais velhos também referem com mais frequência terem lutado com um desconhecido e as raparigas com um membro da família.
ENVOLVIMENTO NUMA LUTA NOS ÚLTIMOS 12 MESES
Sim Rapazes / Mais novos COM QUEM É QUE LUTASTE
Amigo / Conhecido Rapazes / Mais novos
Dos alunos que estiveram envolvidos numa luta, 14% sofreram pelo menos uma vez uma lesão que necessitou de tratamento. São os rapazes e os mais novos que mais afirmam já terem passado por esta situação.
LESAO COM NECESSIDADE DE TRATAMENTO
Não estive 1 a 3 vezes 4 ou mais vezes
Quadro 41 - Violência: Lesão com necessidade de tratamento
ACIDENTES GRAVES
Sim Rapazes / Mais novos
Em relação aos trinta dias anteriores ao preenchimento do inquérito, alguns alunos tinham andado com uma arma (navalha ou pistola) para defesa pessoal. Os rapazes e os mais velhos são os que mais frequentemente confirmam terem andado com uma arma e as raparigas e os mais novos, pelo contrário, referem mais vezes não terem andado com armas.
ANDAR COM UMA ARMA DE DEFESA PESSOAL
Não andei 1 a 5 dias 6 ou mais dias
93.5% 4.0% 2.6%
M F M F M F 87.4% 98.8% 7.4% 0.9% 5.2% 0.2%
11 16 11 16 11 16
95.2% 92.8% 3.6% 3.9% 1.2% 3.3%
Quadro 42 - Violência: Andar com arma de defesa pessoal
ANDAR COM UMA ARMA DE DEFESA PESSOAL
Sim Rapazes / Mais velhos
Relativamente à prevenção de acidentes, através do uso do cinto de segurança quando andam de carro e do uso de capacete quando andam de bicicleta, a maioria coloca o cinto de segurança, mas raramente ou nunca usa capacete.
USAR CINTO DE SEGURANÇA
Sempre/Frequentemente Ás vezes Raramente/Nunca Não há cinto
84.1% 11.2% 3.2% 1.5%
M F M F M F M F 82.7% 85.4% 12.0% 10.5% 4.1% 2.4% 1.3% 1.7%
11 16 11 16 11 16 11 16 78.5% 88.8% 14.7% 8.4% 4.1% 2.3% 2.7% 0.5%
USAR CAPACETE NA BICICLETA
Sempre/Frequentemente Ás vezes Raramente/Nunca Não ando
7.0% 7.7% 70.9% 14.3%
M F M F M F M F 7.5% 6.7% 8.9% 6.7% 75.9% 66.5% 7.8% 20.2%
11 16 11 16 11 16 11 16 10.7% 5.4% 12.0% 4.0% 65.4% 72.7% 11.9% 17.9%
Quadro 43 - Prevenção de acidentes: Cinto de segurança e capacete na bicicleta
Aqueles que mais frequentemente referem usar cinto de segurança são as raparigas e os mais velhos, enquanto que os mais novos só usam cinto de segurança às vezes e os rapazes e, também, os mais novos raramente ou nunca usam.
Os que usam sempre ou frequentemente o capacete quando andam de bicicleta são os mais novos. Mas são os rapazes e os mais velhos que raramente ou nunca usam capacete, e os rapazes e os mais novos que só usam às vezes. As raparigas e os mais velhos são os que com mais frequência referem não andar de bicicleta.
USAR CINTO DE SEGURANÇA
Sim Raparigas / Mais velhos USAR CAPACETE NA BICICLETA
Sim Mais novos