4. RESULTADOS & DISCUSSÃO
4.4. b Thiodina melanogaster Mello-Leitão, 1917
Thiodina melanogaster Mello-Leitão, 1917: 132 t fig. 4. Thiodina punctulata Mello-Leitão, 1917: 133, fig. 9. sin. n. ! T. pallida: Mello-Leitão, 1949: 19 (identificação errônea). T. m.: Roewer, 1955: 977. T. p.: Roewer, 1955: 978. T. m.: Bonnet, 1959: 4564. T. p.: Bonnet, 1959: 4564. T. m.: Galiano 1981: 15. T. p.: Galiano, 1981: 15; 1991: 209. (Figs. 15-22, 62)
TIPOS: BRASIL: Rio de Janeiro: Piraí, Pinheiral [Pinheiro]. C. Devoto col. [T.
melanogaster: 1 lectótipo macho designado por Galiano, 1981, MNRJ 13891 (ex 1163)]; idem [T. melanogaster: 2 paralectótipos machos designados por Galiano, 1981, MNRJ s/n (ex 1163), perdidos]; idem, Mello-Leitão col. [Thiodina punctulata: 2 síntipos fêmeas, MNRJ 01140]; Nova Iguaçu. H. Blanc de Freitas col. [T. melanogaster: 1 paralectótipo macho, MNRJ s/n, perdido]; idem, H. Blanc de Freitas col. [T. punctulata: 1 síntipo jovem, MNRJ s/n, perdido].
SINONÍMIA: As espécies T. melanogaster e T. punctulata foram descritas por
Mello-Leitão no mesmo trabalho, com a mesma localidade-tipo. T. melanogaster foi descrita com base em um holótipo macho, enquanto a espécie T. punctulata era conhecida somente por fêmeas. Foram encontrados 6 lotes de localidades distintas com exemplares machos da espécie T. melanogaster associados a fêmeas da espécie T. punctulata. Em
algumas dessas localidades, apenas essa espécie de Thiodina é encontrada. O limite da distribuição geográfica de machos e fêmeas também é coincidente. Com base nesses dados, concluímos que essas espécies são sinônimas.
DIAGNOSE: Espécie relacionada a T. vaccula. Os machos de ambas as espécies
apresentam o ângulo entre os ramos da ART de quase 90o, formando um “L”, ramo superior da ART cilíndrico, longo e com ápice expandido, ramo inferior da ART curto, terminando em ponta curva. T. melanogaster apresenta o ramo superior da ART pouco curvado e com o ápice mais dilatado; o ápice do ramo inferior da ART é muito recurvo, formando um ‘S’ pronunciado, semelhante a um gancho. A base do êmbolo entre essas espécies também é bem diferenciada, já que em T. vaccula ela é dilatada em fita larga, mas possui um calibre normal na presente espécie. Os machos de T. melanogaster apresentam uma reduzida faixa castanho escura na margem do cefalotórax e pontos negros dispersos no abdome, enquanto na espécie relacionada a faixa marginal no cefalotórax é bastante ampla e os pontos negros estão ausentes. Os epíginos das duas espécies apresentam ductos da espermateca com trajetória semelhante. T. melanogaster possui uma carena transversal entre as fossetas copulatórias, que divide um grande escudo esclerotinizado em duas áreas côncavas na região anterior a essas fossetas. Os entalhes em T. melanogaster são mais longos no ápice e mais pontudos, enquanto em T. vaccula os entalhes são mais curtos e arredondados (Figs. 21, 50). As fêmeas de T. melanogaster possuem a região cefálica com manchas inclinadas claramente separadas dos olhos posteriores e o abdome com pontos negros dispostos, grosso modo, em quatro linhas longitudinais, enquanto na espécie relacionada as manchas cefálicas e os pontos negros no abdome estão ausentes.
DESCRIÇÃO: Comprimento total: Macho da série tipo de T. melanogaster
(segundo Mello-Leitão): 6,3. Machos (n=7): 6,4 (5,9-7,1). Fêmea síntipo de T. punctulata (segundo Mello-Leitão): 8,0. Fêmeas (n=6): 7,5 (6,4-9,2).
CEFALOTÓRAX: Macho da série tipo de T. melanogaster (segundo Mello-
Leitão): Comprimento 2,7, largura 2,3. Machos (n=7): comprimento 2,8 (2,6-3,0), largura 2,3 (2,1-2,5). Fêmea síntipo de T. punctulata (segundo Mello-Leitão): 3,1, largura 2,6. Fêmeas (n=6): comprimento 3,0 (2,6-3,4), largura 2,5 (2,2-2,8). Olhos: Diâmetro dos OMA pouco maior que o dobro do diâmetro dos OLA. Quadrângulo ocular: subquadrado. Clípeo: aproximadamente a metade do diâmetro dos OMA e glabro nos machos, cerca de 2/5 do diâmetro dos OMA e com muitos pelos finos, longos, esbranquiçados e reclinados nas fêmeas. Quelíceras: Machos: Comprimento cerca de 2,5 vezes mais longo que largo. Superfície anterior achatada transversalmente, côncava na região interna próxima aos dentes. Promargem do sulco da garra geralmente com 3 dentes contíguos (o mediano ou antepenúltimo maior), às vezes existe um dentículo adicional distal. Retromargem com dois pequenos dentes contíguos ou com apenas 1 dente. Fêmeas: Promargem do sulco da garra geralmente com 3 dentes, às vezes 4 (o mediano ou antepenúltimo maior), retromargem com 1 ou 2 pequenos contíguos (raramente 3 dentes contíguos com 1 diminuto).
ABDOME: Comprimento: Macho da série tipo de T. melanogaster (segundo
Mello-Leitão): 2,9. Machos (n=7): 3,7 (3,3-4,1). Fêmea síntipo de T. punctulata (segundo Mello-Leitão): 4,6. Fêmeas (n=6): 4,4 (3,6-5,8).
PERNAS: Comprimento da tíbia I: Machos (n=6): 1,8 (1,6-2,1). Fêmeas (n=5): 1,6
(1,3-2,0). Flagelo das cerdas bulbosas da tíbia I com comprimento maior que 4x o dos bulbos basais nos machos e 5x nas fêmeas. Espineação: Machos: Perna I: Patela com espinho retrolateral geralmente ausente. Tíbia sem espinhos prolátero-dorsal ou prolateral, com 1 par ventral no final do terço médio e outro próximo à margem apical (o espinho prolateral maior e inserido mais basalmente). Perna II: semelhante à perna I, mas o fêmur com 1 prolateral e 1 retrolateral no final do terço médio adicionais e 1 retrolateral apical, a
patela com espinho retrolateral geralmente presente e a tíbia com 1 prolateral no início do terço distal e 1 ventral ímpar situado na linha mediana no final do terço médio e outro no meio do terço basal do artículo. Perna III: Fêmur semelhante à perna II. Tíbia sem espinho dorsal basal ou muito raramente presente, 1 par lateral no meio do terço basal e outro no início do terço distal, 1 ventral prolateral no final do terço basal e 1 par ventral próximo à margem apical. Metatarso com 1 par látero-dorsal no terço basal e outro no terço distal, 1 par látero-ventral apical, inserido ao lado do par ventral apical, 1 par ventral no final do terço basal do artículo (o prolateral inserido mais basalmente) e outro próximo à margem apical. Os espinhos apicais formam um verticilo. Perna IV: semelhante à perna III, mas o metatarso sem o retrolátero-dorsal no terço basal, com 1 par látero-dorsal adicional no início do terço médio e sem o ventral retrolateral no final do terço basal.
Fêmeas: Na tíbia I, além dos 2 espinhos ventrais prolaterais normais, existe apenas 1
espinho ventral retrolateral diminuto no final do terço médio (às vezes faltam ambos os espinhos ventrais retrolaterais, raramente o ventral retrolateral apical, diminuto, pode estar presente). Na tíbia II, faltam os espinhos prolateral e ventrais situados na linha mediana (raramente aquele situado no final do terço médio presente) e o ventral prolateral no final do terço médio (raramente presente), às vezes todos os ventrais ausentes. Fêmur III sem espinhos retrolateral e retrolátero-dorsais (o espinho retrolátero-dorsal apical pode estar presente). Tíbia III geralmente sem os prolaterais dos terços basal e médio e sem o ventral retrolateral. Metatarso III às vezes sem o ventral basal. Fêmur IV com apenas os 3 espinhos dorsais e 1 retrolátero-dorsal apical (raramente um prolátero-dorsal apical). Tíbia IV às vezes sem o prolateral basal (raramente sem o prolateral apical)e sem o ventral basal. Metatarso IV sem o prolátero-dorsal.
GENITÁLIA MASCULINA (Figs. 17-20): Fêmur raramente com um espinho
mais larga que longa e com o lóbulo prolátero-ventral apical robusto e rombo. Ambos os ramos da ART longos. O ramo superior reto, com o ápice mais largo, com uma expansão dorsal romba, transversal, dirigida para dentro, alcançando quase o meio do tarso. Ramo inferior da ART delgado, conectado à base do ramo superior em um ângulo aproximado de 450, com uma acentuada curva em “S” subapical, formando um gancho, afilando em direção ao ápice, que é mais esclerotinizado que o do ramo superior. Êmbolo apical filiforme, reto, com base não encoberta pelo címbio em visão prolateral, sem carenas, com parte mediana sinuosa e afinando regularmente em direção ao ápice, que é bem fino. Êmbolo em vista ventral mais longo que a largura do subtégulo junto à base do êmbolo. Dutos espermáticos de calibre fino, com 4 voltas, separadas entre si na parte inferior.
GENITÁLIA FEMININA (Figs. 21-22): Epígino com 2 fossetas copulatórias de
tamanho mediano, oblongas, separadas entre si por mais da metade de seu comprimento, com margem posterior mais esclerotinizada. Uma carena mediana pouco elevada separa as 2 fossetas e divide um grande escudo côncavo, oblongo ou cordiforme, anterior às fossetas, em 2 campos. Entalhes situados na margem posterior do epígino, unidos por uma carena esclerotinizada longa, cuja parte mediana é geralmente côncava e cujas laterais geralmente projetam-se sobre o sulco epigástrico. Escavação interna do entalhe pequena, de comprimento variável, geralmente mais longa que larga, mas podendo ser tão larga quanto longa. Genitália interna de porte grande, ocupando a área interna ao entalhe. Dutos da espermateca de calibre grosso, originando-se do lado interno do átrio e dirigindo-se dorsalmente e externamente até o nível do entalhe, fazendo então uma curva ventral e retornando até próximo ao átrio, onde curva-se dorsalmente e então externamente, ligando- se à espermateca, a qual possui calibre semelhante ao dos dutos, em posição transversal e dirigindo-se externamente, passando por dentro da volta inicial dos dutos.
Região cefálica esbranquiçada, com a mancha central castanho escura ou enegrecida (às vezes indistinta). Zona superciliar dos OMA negra nos machos e às vezes mais clara nas fêmeas. Manchas inclinadas podendo confundir-se com as manchas dos OLP e com a mancha escura central. Faixa marginal do cefalotórax estreita, castanho escura, às vezes enegrecida, limitada à borda posterior e aos extremos posteriores das laterais do cefalotórax (às vezes essa faixa é muito reduzida). Pêlos negros recobrindo as manchas inclinadas e junto dos OLP. Clípeo castanho.
Quelíceras amareladas, com as carenas mais escuras. Lábio castanho claro ou amarelado. Palpos amarelados.
Abdome com o dorso podendo apresentar uma faixa longitudinal anterior mediana de cor amarelo acastanhada. Borda anterior enegrecida em alguns exemplares melânicos. Áreas laterais do dorso salpicadas de pontos negros dispersos, dispostos grosso modo em duas linhas longitudinais. Alguns exemplares apresentam uma faixa enegrecida mal definida de cada lado sobre os pontos negros na região média e posterior. Lados do abdome geralmente esbranquiçados, com alguns pontos negros, mas alguns exemplares apresentam uma faixa castanha mais larga anteriormente e que vai afinando em direção posterior. Ventre com uma faixa enegrecida mediana mais larga atrás, de extensão variável, podendo não atingir a região epigástrica.
Pernas amarelo pálidas. Fêmures I-II amarelados com um anel apical castanho. Fêmures III-IV com anel distal mais curto ou inexistente. Membrana articular entre o fêmur e a patela de todas as pernas com um anel negro na face ventral, mas pernas posteriores com anéis menores e, às vezes, inexistentes. Patelas geralmente manchadas de castanho na face dorsal. Tíbias I-II castanhas, com faces laterais e ventrais mais escuras.
Fêmeas: Região cefálica com manchas inclinadas e mancha central claramente
Abdome com as laterais do dorso salpicadas de pontos negros dispersos, em quantidade variável, dispostos grosso modo em duas linhas longitudinais e com faixas esbranquiçadas largas (formadas por manchas de guanina); região mediana com uma faixa fina esbranquiçada, recobrindo os lados do fólio. Pontos negros na região mediana posterior do ventre em alguns espécimes. Manchas negras estreitas próximo à base das fiandeiras.
OBSERVAÇÕES: Um dos machos (Argentina: Santiago del Estero, MACN)
apresenta uma clara anomalia de desenvolvimento, apresentando várias características de fêmeas, como a coloração mais clara, o menor comprimento das tíbias e a espineação reduzida.
DISTRIBUIÇÃO: Brasil, do Amapá ao Rio Grande do Sul, Argentina, Uruguai e
Bolívia.
MATERIAL EXAMINADO: ARGENTINA: Buenos Aires: Delta do Paraná.
16.XII.1924. Daguerre, Jan col. (1 m. MACN); Florêncio Varela. XII.1939. Monros col. (1 f. MACN); Las Conchas. 5.XII.1914. Frers, Arturo G. col. (1 m. MACN 00126); Martínez. 17.XII.1918. Frers, Arturo G. col. (1 m. MACN 37055); Punta Lara. IX.1972. Galiano, M. E. col. (1 m. MACN); San Isidro. XII.1959. Martinez, A. col. col. 1 f. MACN); San Pedro. 27.XII.1913. Frers, Arturo G. col. (1 f. MACN 00140); Tigre, Paraná de Las Palmas. 08.I.1952. Orfila, De Carlo & D'Amico-Viana col. (1 f. MACN); Zelaya. XII.1938. Hepper, H. col. (1 f. MACN 00691); Entre-Ríos: Gualeguaychú - Ñandubayzal. XII.1981. Zanetic, A. (1 f. MACN); Misiones: Corrientes. 21-30.VI.1989. Projeto GARABI col. (1 f. MCNP 00674); San Javier. XII.1948. Birabén, Max col. (1 m. 1 f. T. vaccula: Galiano det. MACN); San Javier. XII.1948. Birabén, Max col. (1 m. MACN); Salta: El Tabacal. VI- VII.1933. Daguerre, Jan et al. col. (1 f. 1 j. MACN 33488); Tartagal. 27.II-10.III.1961. Bachmann col. (1 m. T. vaccula: Galiano det. MACN 05238); Santa Fé: Garay, Colonia Macias. XI.1942. Viana, J. col. (1 f. 1 j. MACN 01368); Santiago del Estero: Parque
Aguirre. 19.IX.1963. Havrylenko col. Sobre "lecheron", em proximidade de galhas de Psyllidae. (1 m. MACN); BOLÍVIA: Cochabamba: Chaparé, Cristal Mayo, 800-1000 m. II.1971. Martinez, A. col. (1 m. MACN); BRASIL: Amazonas: Humaitá. Margem direita do Rio Madeira. 26.II.976. Caramaschi, U. col. (1 m. HEMS 00226); Amapá: Macapá. 3.IV.1980. Oliveira, E. L. col. Coleta de exaustão. (3 m. 1 f. MNRJ s/n); Bahia: VIII.1980. Nunes, T. B. col. (1 m. IBUSP 04805); Espírito Santo: Rio São José 13.IX.1942. Soares, B. A. M. col. (1 m. MZUSP 19658); Goiás: São Domingos. VIII.2000. Rheims, C. A. col. (1 f. IBUSP 26305); Mato Grosso: Rio Koluene (foz), Xingu. Carvalho, J. C. de M. col. (1 m. Thiodina pallida: Mello-Leitão det., 1949. MNRJ 02985); Mato Grosso do Sul: Campo Grande 08.IV.1984. Bento, M. F. col. (1 m. IBUSP 20964); Miranda, Pousada Caiman. 06.V.1991. Meyer, A. C. col. (1 m. MCN 21015; 1 f. MCN 21016); Paranaíba. 1983. Silva, R. R. col. (1 f. IBUSP 06792); Minas Gerais: (1 m. UFMG); Pernambuco: Moreno, Bonança [Tapera]. Pickel, Bento. col. (1 m. MNRJ 01145; 1 m. MNRJ 14053);
Rio de Janeiro:Bom Jesus do Itabapoana, Usina hidrelétrica de Rosal. XI.1999. Knysak, I.
col. (1 f. IBUSP 26439 ); Niterói. Mello-Leitão, C. F. de col. (1 m. MNRJ 01179); Niterói. 10.XII.1986. Baptista, R. L. C. col. (1 m. MNRJ s/n, ex CRB 1269); Rio de Janeiro, Ilha do Fundão, UFRJ. 3.VI.1987. Baptista, R. L. C. col. (1 f. 2 j. MNRJ s/n, ex CRB 1932); Rio de Janeiro, Quinta da Boa Vista, MNRJ. 31.IV.1986. Baptista, R. L. C. col. (1 m. MNRJ s/n, ex CRB 0234); Rio Grande do Norte: Canguaretama. 02.XII.1951. Alvarenga, M. col. (1 f. MZUSP 19667); Rio Grande do Sul. Canoas. 14.XI.1990. Marques, M. A. L. col. (1 m. MCN 20103); idem. 14.XI.1990. Becker, C. J. col. (1 m., 1 f. MCN 20116); idem. 13.XII.1990. Becker, C. J. col. (2 m., 1 f. MCN 20144; 1 m. MCN 20189); Dom Feliciano, Fazenda Chapada. 18-19.III.2000. Bonaldo, A. B. col. (1 f. MCN 32219); Eldorado do Sul, Parque Estadual Delta do Jacuí, Fazenda São José. 12.X.1998. Moura, L. col. (1 m. MCN 30135); Eldorado do Sul, Parque Estadual Delta do Jacuí, Ilha das Garças.
25.XI.1998. Barros, M. P. col. (1 m. MCN 30087); Guaíba. 25.XII. 1988. Bonaldo, A. B. col. (1 f. MCN 17989); idem. 29.X.1994. Laboratório de Aracnologia col. (5 m. 1 f. 2 j. MCNP 05754; 1 f. 2 j. MCNP 05755); Guaíba, Fazenda São Maximiano. 05.XI.1995. Laboratório de Aracnologia col. (1 f. MCNP 07397); Montenegro. 17.XI.1977. Tavares, Mello-Leitão, C. F. de col. (1 m. MCN 07289); Porto Alegre. 25.XI.1993. Xavier, E. col. (1 f. MCN 01790); idem. 09.XII.1983. Brescovit, A. D. col. (1 f. MCN 11871); idem. 27.XI.1993. Braul Jr., A. col. (1 m. MCNP 04504); Santa Cruz do Sul. 06.III.1994. Ott, R. col. (1 f. MCNP 06614A); Santa Maria. 02.XI.1985. Brescovit, A. D. col. (1 f. MCN 14600); São Borja, Garruchos. 08.XI.1979. Lise, A. A. col. (1 f. MCN 08747); São Francisco de Paula. 21-24.III.1995. Ott, R. col. (1 m. MCNP 10413); São Sepé. 12.XI.1985. Bittencourt, V. col. (1 m. 1 f. MCN 15307); Taquara, Igrejinha. 19.X.1967. Biasi, P. col. (1 m. MZUSP 19671); Triunfo. 27.X.1977. Bischoff, H. col. (1 m. MCN 07017); idem. 28.XI.1989. Marques, M. A. L. col. (3 m. 2 f. MCN 19003); idem. 25.I. 1990. Moura, L. col. (1 f. MCN 19407); idem. 21.III.2000. Buckup, E. H. col. (1 f. MCN 32255); Viamão. 25.X.1994. Laboratório de Aracnologia col. (1 m. MCNP 05783); Viamão, Itapuã, Morro da Fortaleza. 21-22.XI.1992. Braul Jr., A. col. (1 m. MCNP 02635); São Paulo: Avaré. 14.IX.1974. Lane, F. col. (1 m. MZUSP 19680); Botucatu. 06.X.1987. Rinaldi, I. M. P. & Forti, L. C. col. Plantação de cana de açúcar. (1 m. HEMS 00210 ); idem. 09.IX.1987. Rinaldi, I. M. P. & Forti, L. C. col. Cerradão. (1 m. HEMS 00211 ); idem. Ribeiro, Luciano col. (apenas palpo de macho. HEMS 00215); Botucatu, Rubião Júnior. 20.XII.1978. Carneiro, N. col. (1 f. HEMS 00220); idem. 20.IV.1964. Mantovan, A. col. (1 m. HEMS s/n); Caraguatatuba. 22.V- 1.VI.1962. Expedição Departamento de Zoologia col. (1 f. MZUSP 19683); Bebedouro. 16.VII. Ribeiro, Luciano col. (1 m. HEMS 00214); Usina Hidrelétrica Três Irmãos. X.1990. Costa & Bertim col. (1 f. IBUSP 04812 ); Tocantins: Porto Nacional. 10-13.XI.1992. Dourado, J. col. 1 m., MCN
22702); URUGUAI: Lavalleja: Arequita, Cerro Arequita. 5.XII.1997. Brescovit, A. D. col. 1 m. IBUSP 14449); idem, Scioscia, C. col. 1 f. MACN.