Liam
Estou em casa mais cedo do trabalho. Não consigo parar de imaginar Chelsea e como sua boca apertada me chupou e o sabor dela em meus dedos. Sou um homem com muita fome, e só ela pode satisfazer meu apetite.
Quando percebo que ela e Jack não estão em casa, pego meu telefone para mandar uma mensagem enquanto subo as escadas e em direção ao quarto dela. A porta está aberta, então entro e vou para a penteadeira dela. Abro cada gaveta até encontrar o tesouro escondido.
Uma tanga preta de renda chama minha atenção, e rapidamente a agarro, fecho a gaveta e entro no meu quarto.
Meu telefone vibra dentro de meu bolso e eu pego e abro sua mensagem de texto.
Chelsea: Estaremos em casa mais tarde. Fora com Allison.
Eu: Parece bom. Espero que você esteja se divertindo.
Chelsea: Estou. Vejo você em poucas horas.
Eu: Parece bom.
Coloco meu telefone na minha cabeceira, tiro a calcinha do bolso, levo o material com renda ao nariz e respiro. O tecido macio faz meu pau palpitar. Solto meu cinto e desabotoo minha calça, depois liberto meu pau duro e acaricio-o. A calcinha está na minha cara – debaixo do meu nariz e na minha boca. Porra. Minha mão se move mais rápido até que eu esfregar a calcinha por cima do meu pau e gozo em cima dela. A liberação alivia a tensão no meu corpo e relaxo. Meus olhos ainda estão fechados, lembrando-me de Chelsea, e obcecado
com tudo sobre ela. Os lábios dela. Seus olhos. A maneira como seus longos cabelos ondulados e loiros caem em cascata pelos ombros e pelas costas.
Depois de me limpar e colocar a calcinha no meu cesto de roupa suja, escondida no meu armário, troco de roupa para calça de moletom e uma camiseta branca lisa. Uma vez que ela está fora, eu tenho tempo para trabalhar um pouco e rever alguns arquivos. Vou para o meu escritório, ligo o laptop e espero que ele inicialize.
Pensar em Chelsea me faz pensar por que nunca tive interesse em outras mulheres ou em me estabelecer.
Estar com Sadie era por conveniência. Nunca a amei. Nosso casamento foi para meu benefício, e eu nunca quis nem esperei que ela se apaixonasse por mim. Ela queria mais, mais do que eu poderia dar. Após a finalização do nosso divórcio, a ideia de se estabelecer nunca passou pela minha mente. Tudo na minha vida foi sobre a empresa e promover o sonho do meu pai de expandir em todo o país e ganhar dinheiro. Eu cumpri o que me propus a fazer e mais além. Eu tenho mais dinheiro do que posso imaginar. A súbita necessidade de cuidar de alguém me atingiu inesperadamente. Assim como ela fez.
Eu só quero cuidar dela.
Algumas horas se passam antes de ouvir uma batida leve na porta do meu escritório. Eu levanto minha cabeça e espero até que ela abra.
Chelsea entra.
— Oi.
Respiro fundo, absorvendo o que ela está vestindo e como o vestido rosa claro se encaixa nela, acentuando todas as curvas e sua clavícula. Notei que se destaca. Ela é muito magra. Adoraria vê-la mais cheia e gostosa. Quando ela se aproxima de mim, eu me inclino nela e sinto o cheiro de baunilha. Ela cheira a sobremesa e isso me
faz querer comê-la. Lambê-la. Estimá-la. O sabor dela está na minha língua e quero mais. Estou morrendo de fome por ela.
— Você já comeu? – Pergunto.
— Não desde esta manhã. Jack levou eu e Allison para Syracuse para que pudéssemos fazer algumas compras. Honestamente, não tenho muito apetite.
— Por quê?
Ela encolhe os ombros.
— Apenas não.
Afasto-me da minha mesa e levanto. Nós nos encontramos no centro do meu escritório e eu coloco minhas mãos nos ombros dela, bebo seus traços suaves e levanto o dedo para traçar seu lábio inferior cheio.
— Pedirei ao Chef Michaels que nos traga comida. Você precisa comer. Está muito magra.
Ela empurra o lábio inferior contra o meu dedo em um gesto irritado.
— Você não ama mulheres magras?
— O que te faz dizer isso?
Ela encolhe os ombros novamente, seus pequenos ombros mal levantando minhas mãos pesadas. Seu olhar se afasta do meu.
— Eu... eu vi algumas fotos suas em sites de rede social, e cada vez que você é fotografado, a mulher em seu braço é um galho, como se ela precisasse comer um cheeseburger. Não me comparo a essas mulheres bonitas...
Eu levantei minhas mãos, parando-a ali mesmo.
— Essas mulheres eram apenas enfeites de braço. Não me lembro de nada sobre elas, nem mesmo seus nomes. Acho que uma mulher com curvas é linda e sexy. Se você se sente confortável na sua pele,
Ela suspira e seus olhos se fecham.
— Na verdade, eu adoraria um cheeseburger com bacon, se ele conseguir.
— Ele conseguirá. – Eu sorrio, volto para a minha mesa e pego meu telefone para ligar para a cozinha e pedir ao Chef que nos faça cheeseburgers com bacon e batatas fritas e um lote de cookies.
Quando eu coloquei o telefone de volta no receptor, me viro e vejo Chelsea ainda de pé junto à porta, parecendo nervosa e insegura.
— Você pediu muita coisa para nós. – Ela finalmente diz.
— Na verdade não. Será um almoço de tamanho normal. Você não deve pular refeições, e nem se preocupar de comer na minha frente ou fazer dieta.
Ela não diz nada, e noto a maneira como seu cabelo loiro parece mais solto e como seus olhos azuis estão procurando meu rosto.
— Eu te expliquei que sou responsável por seu bem-estar, que você está sob meus cuidados. Se você pular refeições, haverá consequências. – Eu explico e caminho até ela. — Não tente mentir, porque eu descobrirei.
Suas bochechas ficam vermelhas, e noto a maneira que suas mãos estão atadas, juntas.
— Claro. Eu nunca mentiria ou tentaria enganar você.
— Bom. Isso é o que eu quero ouvir.
Quando seus olhos estão sobre os meus novamente, o calor entre nós aumenta. Eu a alcanço, seguro sua bochecha na minha mão, e sinto a maneira como ela relaxa com o meu toque. Estou louco para fazer mais, mas o som de batida na porta me puxa para longe dela e eu respondo:
— Entre.
Roberta leva um carrinho com a nossa comida e bebidas. Ela coloca os pratos, copos, talheres, bebidas e guardanapos na mesa comprida de madeira contra uma parede lateral do meu escritório.
— Mais alguma coisa? – Ela pergunta, e eu balanço minha cabeça. — Ok. Desfrutem do almoço.
Quando ela sai e somos nós dois novamente, coloco minha mão nas costas dela e a escolto para a mesa. Puxo a cadeira e faço um gesto para ela se sentar. Ela obedece.
— Coma. – Ordeno, e ela pega o hambúrguer, dá uma mordida e outra. — Bom. – Corro os dedos para baixo seus sedosos fios de cabelo despertando o aroma limpo de flores. — Continue comendo.
A cada mordida que ela dá, eu a observo e sinto meu pau ficando duro. Minha fome não é pela comida preparada pelo chef. É para algo mais doce. Algo que eu não sabia que precisava até agora.
— Puxe o seu vestido pelas pernas e abra suas coxas. Mostre-me sua boceta, Chelsea.
Sua boca cai aberta enquanto ela faz uma pausa e olha para mim. Dá um tapinha na sua linda boquinha e lentamente se vira na cadeira para me encarar. Observo com olhos encapuzados enquanto seu vestido se levanta e sua calcinha de renda branca é revelada.
Branca... pura e inocente.
Virginal.
— Eu quero mais. – Resmungo, e a cor rosa em suas bochechas se aprofunda. Quando olho para o tesouro que tenho procurado, percebo um ponto úmido, e isso deixa meu pau em atenção. Ela gosta disso. Quer que eu comande.
Pulo para frente, coloco minhas mãos no topo da cadeira, e empurro-a para trás para que ela fique embaixo de mim.
— É isso que você quer? – Ela pergunta, seu tom rouco e
— Oh, doce garota, é isso. Se isso é demais para você, preciso que você me diga. Nosso relacionamento precisa ser baseado em confiança e comunicação. Não sou um leitor de mentes e acho que você não mentiria para mim.
— Eu não mentiria; serei completamente honesta. Gosto e quero isso.
Minhas mãos fluem da cadeira, descem por suas bochechas pelo seu rosto.
— Tire seu vestido. – Chego para trás e a vejo voar em ação.
Ela se levanta, puxa o vestido por cima da cabeça e o deixa cair no chão. Com a roupa agora caída no chão e os braços apoiados ao lado do corpo, seu olhar finalmente encontra o meu.
Eu ando atrás dela, ponho minhas mãos em seus ombros nus e rolo meus polegares sobre seus músculos tensos. Gentilmente, eu a massageio, focando nos nós e gradualmente liberando cada um com uma ligeira pressão.
— Lembre-se. – Digo, enrolando meus dedos em torno de seus cachos macios — Se você se sentir desconfortável, me diga e pararei.
Eu quero a sua confiança total.
— Eu... eu confio em você.
— Bom.
Passo minhas mãos pelos braços dela, a giro e me ajoelho até meus lábios roçarem a parte superior da calcinha. Eu posso cheirar sua excitação cremosa, e, lentamente, eu corro meus dedos ao longo de suas coxas e volto para seus quadris até alcançar a cós de sua calcinha.
— Continuo?
Ela assente, e eu tiro a roupa dela por suas pernas, puxo-a fora de seus pés, e enfio no bolso.
— Você está pegando minha calcinha?
— Sim. – Simplesmente respondo, e pressiono meu dedo em sua abertura úmida e lisa. Suas dobras brilham com sucos, e observo o jeito que ela joga a cabeça para trás, segurando meu cabelo com as mãos.
— Liam. – Ela murmura, mantendo a cabeça inclinada para trás e os olhos fechados.
Eu levanto a perna dela e a apoio sobre o meu ombro, empurro meu rosto mais perto de sua doce boceta, e respiro sua doçura. Eu poderia transar com ela aqui, mas estou curtindo muito isso.
— Uma boceta tão bonita. – Digo bruscamente antes de lamber entre suas dobras. Seus gemidos são suaves e sensuais enquanto eu lambo e chupo seu clitóris. Seu corpo se contorce e eu me afasto.
— Seja uma boa menina e fique parada.
— Mas isso é tão bom. – Ela suspira.
— Eu sei. – Sorrio. — Mas preciso que você fique quieta... Ou então... – Eu mantenho minha voz exigente e baixa.
Quando a vejo assentindo, cumprindo meu pedido, eu volto para sua boceta. Os gemidos sensuais ficam mais altos e eu chupo com mais força, colocando dois dedos em seu buraco apertado.
— Diga-me. – Eu sussurro. — Eu sou o primeiro homem a provar essa bela boceta?
— Sim. – Ela geme. — Você é o primeiro.
— Só o que eu quero ouvir. E também que serei o último. Certo?
— Sim. Certo. Só você.
Estou perdido nela, na doçura de sua vagina, e na melodia de suas palavras soando em meus ouvidos. Ela está seguindo as instruções e seus gemidos ficam mais altos. Ela aperta em torno de meus dedos e eu sei que está pronta para gozar. Eu diminuo meus movimentos, e, em vez de sugá-la, pressiono meus lábios contra sua
— Por favor, Liam. Eu estava quase lá.
Sem responder, eu espalho suas dobras molhadas e corro minha língua para baixo até que eu possa passar meu dedo sobre seu pequeno buraco traseiro enrugado e chupá-la.
— Isso também será meu em breve.