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Capítulo Quatorze

No documento S. MOOSE. Pegasus Lançamentos (páginas 73-77)

Chelsea

— Você tem certeza?

— Tenho.

Ela pega a minha mão e me puxa para o quarto... nosso quarto.

Quando andamos, ela me guia para nossa cama, senta-se, coloca as mãos na minha cintura, e olha para mim com sua inocência. Tudo dela. Dentro de seus olhos, posso ver diretamente seu coração e alma.

Isto é o que ela quer. E é isso que darei a ela.

— Você parece como um conto de fadas. – Ela sussurra, e ergue-se, apertando seu rosto contra meu peito.

— Só que não sou seu cavaleiro de armadura brilhante.

— Mas você é. – Explica ela, e me puxa mais contra ela. — Eu não sabia o que estava faltando, onde meus sonhos me levariam, até você. Você está aqui de pé, oferecendo-me o mundo, e aqui estou me oferecendo a você.

— E isso significa o mundo para mim, doce Chelsea.

Nossos lábios se encontram e eu aprofundo o beijo. Nossas línguas se tocam, e está levando tudo em mim para me segurar. Eu a aperto pela cintura, a levanto, a coloco na cama, e gentilmente pairo sobre ela. Eu passo minha mão pelo corpo suave, arranco sua calcinha de renda e a jogo para o lado. Ela envolve as pernas ao redor da minha cintura, alcança abaixo do quadril e puxa meu short até a metade das minhas coxas. Não consigo parar de beijá-la, saboreando a doçura de sua boca ansiosa. Puxo seu vestido por cima da cabeça, odiando o tempo que leva para interromper o selo de nossos lábios.

colchão, devorando-a enquanto tiro meus malditos shorts e boxers.

Ela geme e sua língua molhada vibra contra a minha. Tenho uma ereção gigantesca, mas preciso tirá-la desse maldito sutiã primeiro e sentir um seio macio na minha mão. Enfio meus quadris entre as pernas dela; ela grita na minha boca e se contorce contra o meu pau.

Eu me afasto e gemo, já enviando as primeiras ondas de calor tentando segurar minhas bolas.

— Shh... Querida, não. Paciência. Só me deixe... – Chego por trás dela e abro o sutiã. — Isso. Agora estamos chegando a algum lugar.

— Liam, por favor. – Ela está respirando rápido e superficialmente. Seus olhos vidrados estão suplicando, impregnados com jovem paixão. — Sinto dor. Preciso de você. Por favor, não pare.

Ela desenrola as pernas de mim e as abre mais amplamente enquanto guia minha boca para seu mamilo pequeno e excitado.

Adoro-o com a língua e a sinto tremer a cada chupada. Ela beija meu pescoço enquanto eu mudo para outro mamilo, dando a mesma atenção. Eu a beijo por seu corpo para sua boceta nua e vejo seus sucos gotejando com necessidade. Necessidade de mim.

— Você está tão molhada. Deixe-me te limpar.

Meu pau pulsa de desejo enquanto passo minha língua através de suas dobras molhadas e bebo seu suco doce. Eu olho para cima e vejo a emoção nos olhos dela. Ela está se contorcendo debaixo de mim, e continuo comendo e bebendo e depois subo de volta pelo corpo dela.

— Não quero que você goze na minha boca. Quando você gozar, será por todo meu pau.

— Deus, sim. – Ela geme.

Incapaz de aguentar mais, eu lentamente deslizo meu pau em sua boceta apertada e ela estremece.

— Irei devagar, querida. Doerá na sua primeira vez, mas prometo, quanto mais fizermos isso, menos dor você sentirá.

— Eu confio em você. – Ela arfa e engole duas vezes. — Continue.

— Você tem certeza?

Ela sorri e acena com a cabeça. — Sim. – Ela sussurra. — Muita.

As sensações de seu aperto são esmagadoras. Se eu não tomar cuidado, gozarei muito cedo, e não posso permitir que isso aconteça.

Suas paredes virgens me levam, e tento o meu melhor para continuar sendo gentil enquanto a estico.

— Nós faremos isso o tempo todo. Meu cheiro estará sempre em você. Onde quer que você vá, as pessoas cheirarão e saberão que você é minha. Elas saberão que cuido do que é meu e que a marquei.

Ninguém nunca te provará, te sentirá ou te amará. Só eu.

— Sou sua. Tudo de mim. – Ela diz com uma voz ofegante, com os olhos fixos nos meus.

Uma vez que estou totalmente dentro dela, paro e absorvo todo o seu calor e aperto. Nossos lábios se encontram e eu bombeio dentro e fora. Suas unhas arranham minhas costas, e agradeço a dor que ela está causando em mim.

Isso é viciante. Ela é viciante. Isso está me consumindo.

— Está tudo bem? – Ela pergunta.

— Sim.

— Então porque você não está se movendo?

— Sou egoísta e quero tomar meu tempo com você para saborear este momento. Eu quero tudo de você, até mesmo seus pensamentos, tudo que você tem é meu e eu cuidarei bem.

Ela grita quando recuo e empurro com força. Seu corpo continua pulsando, e eu posso ouvi-la gemer desesperada e necessitada. Eles enchem o quarto e me empurram até eu acelerar. Seus gritos apaixonados se transformam em gritos desesperados e suas costas se arqueiam da cama.

— Faça isso, querida. Goze por todo meu pau.

Eu gemo com o aperto. Ela solta um grito mais longo, mais alto, e nós dois trememos do intenso orgasmo. Com ela debaixo de mim, esqueço tudo. Até onde estou. E toda a confusão com seus pais e trabalho. Tudo o que importa é o meu amor por Chelsea, e protegê-la.

Mostrando seu prazer e empurrando-a para o máximo da satisfação.

Os jatos da minha semente a enchem, e eu imediatamente lembro que não estou usando um preservativo. Mas nem consigo pensar nisso agora. Este prazer insano está me deixando selvagem, e quando eu me retiro, me inclino para trás com cuidado e vejo gotas escorrendo para fora de sua vagina nua. A ideia de ela carregar meu bebê me traz felicidade. Felicidade que eu não sabia que queria até agora.

No documento S. MOOSE. Pegasus Lançamentos (páginas 73-77)

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