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Capítulo 4 Estudos de Casos

4.2. Caso 2: Gerador de 9,125 MVA conectado em 34,5 kV

O segundo estudo de caso apresenta um gerador síncrono distribuído à

biomassa (turbina à vapor) com capacidade de 9,125 MVA, gerando em 13,8 kV, com

conexão na rede de distribuição em 34,5 kV da CELG Distribuição por meio de um

transformador elevador 13,8/34,5 kV, conforme Figura 4.12. Este empreendimento

está localizado na cidade de Goianésia, estado de Goiás, e encontra-se atualmente

em operação. Os dados do gerador estão apresentados na Tabela 4.8.

Figura 4.12: Caso 2 - GD de 9,125 MVA conectado em 34,5 kV

SE Goianésia

CELG-D

52-S1

34,5 kV

Scc = 122 MVA

X/R = 3,23 0 a 11 MVACarga

FP = 0,92 a 1

GD – Biomassa

9,125 MVA

13,8 kV

52-GD

TR1

34,5/13,8kV

Linha 2

Carga

2 a 7 MVA

FP = 0,92 a 1

Linha 1

5km 5km

Fonte: Próprio autor

Este gerador síncrono distribuído, instalado em uma usina de álcool e açúcar,

atende as demandas internas do empreendimento e exporta o excedente da energia

elétrica gerada. A carga própria da usina varia de 2 a 7 MVA, dependendo dos

processos industriais em operação. De acordo com informações de Tavares (2015)

1

,

a carga instalada deste alimentador de 34,5 kV pode chegar a 11 MVA. Assim, a carga

mínima de um possível sistema ilhado neste alimentador será de 4 MVA e a carga

máxima de 18 MVA. Estes valores de potência representarão para a GD um

desbalanço de potência de -56,16% a +97,26% na base do gerador. Portanto, existe

a possibilidade de ocorrer desbalanços de potência pequenos ou até nulos, o que

torna ilhamentos difícil de detectar.

Tabela 4.8: Caso 2 - Dados do Gerador de 9,125 MVA

Parâmetro Dado

Potência aparente nominal 9,125 MVA

Potência ativa nominal 7,30 MW

Máximo fator de potência 0,80

Tensão nominal 13,8 kV

Reatância síncrona de eixo direto (Xd) 126,2%

Reatância transitória de eixo direto (X’d) 17,2%

Reatância subtransitória de eixo direto (X”d) 12,5%

Reatância síncrona de eixo em quadratura (Xq) 124,6%

Reatância subtransitória de eixo em quadratura (X”q) 16,5%

Constante trans. de eixo direto em curto-circuito (T’d) 1,3201 s

Constante subtransitória de eixo direto em curto-circuito (T”d) 23 ms

Constante de inércia H 2 s

Número de polos 2

Rotação nominal 1800 rpm

A Figura 4.13 apresenta o sistema de proteção aplicado para detecção do

ilhamento no ponto de conexão da GD ao sistema de distribuição. As funções

analisadas foram a de sobre e subfrequência (ANSI 81 o/u), ROCOF (df/dt), salto de

vetor (ANSI 78) e direcional de potência reativa (ANSI 32Q).

Para analisar o desempenho das funções de proteção propostas na detecção de

ilhamento, a carga do sistema de distribuição foi variada de 1,37 a 14,6 MVA, com

cargas tipo impedância constante e fator de potência variando 0,92 indutivo e 1. Tal

faixa de potência escolhida para esta simulação impõe desbalanços na ordem de

±80% à GD, que atende perfeitamente aos objetivos deste trabalho de analisar o

desempenho dos relés de proteção anti-ilhamento. O ilhamento foi provocado pela

abertura do disjuntor 52-S1 no instante 0,1 s de um total de 1 s de simulação. Os

ajustes avaliados estão apresentados na Tabela 4.9. O gerador foi simulado

considerando potência ativa nominal e potência reativa nula.

Figura 4.13: Caso 2 - Sistema de Proteção da GD 9,125 MVA conectada em 34,5kV

GD – Biomassa

9,125 MVA

13,8 kV

TR1

34,5/13,8kV

3xTC

3xTP

52-GD

Relé de Proteção 81u 81o 27 df/ dt 78 59N 32Q 59

Rede de Distribuição

Fonte: Próprio autor

Como critério de avaliação, o tempo limite para a detecção do ilhamento foi de

500 ms. Este valor foi escolhido baseado no tempo aplicado por muitas

concessionárias de energia no Brasil que utilizam um tempo morto de 500 ms para a

primeira tentativa de religamento do alimentador (CELG, 2012; CEMIG, 2012; CEMIG,

2013; COPEL, 2013).

Para se analisar o desempenho das funções de proteção na detecção de

ilhamentos, diferentes ajustes foram simulados para que se pudesse observar o

impacto nos tempos de atuação dos relés. A proteção de frequência foi simulada para

atuar em variações de frequência na ordem de 1 a 2 Hz temporizado em 100 ms. O

relé ROCOF foi simulado com ajustes de 1 a 3 Hz/s temporizado em 100 ms. A

proteção de salto de vetor foi simulada com ajustes de 8 a 12° seguindo

recomendações de Jenkins et al. (2000) que sugere ajuste de 8° para redes com fonte

fraca (baixa potência de curto-circuito). Já a proteção direcional de potência reativa foi

simulada para atuar quando o fator de potência de exportação da GD for inferior a

0,98 ou 0,99 indutivo, o que resulta em uma potência reativa de 0,3467 a 0,4941 MVAr

por fase, pois para aplicação deste relé é necessário que o gerador opere com fator

de potência unitário permanentemente. Um resumo dos ajustes é apresentado na

Tabela 4.9.

Tabela 4.9: Caso 2 - Ajustes de proteção definidos

Parâmetro Ajuste

Subfrequência – ANSI 81 u

Frequência de partida 59 / 58,5 / 58 Hz

Temporização 100 ms

Sobrefrequência – ANSI 81 o

Frequência de partida 61 / 61,5 / 62 Hz

Temporização 100 ms

ROCOF – ANSI 81 df/dt

Variação de frequência máxima 1 / 2 / 3 Hz/s

Temporização 100 ms

Salto de Vetor – ANSI 78

Salto vetorial máximo 8° / 10° / 12°

Temporização 100 ms

Direcional de Potência Reativa – ANSI 32Q

Potência reativa máxima por fase 0,3467 / 0,4941 MVAr

Temporização 100 ms

Direcionalidade Direta (Exportação)

O relé de frequência apresentou detecção de ilhamento dentro do limite de

operação de 500 ms para desbalanços de potência ativa a partir de 8,03%, conforme

Tabela 4.10. O desempenho do relé, ajustado conforme Tabela 4.1, pode ser

observado nas Figuras 4.14 e 4.15.

Quando ocorre um ilhamento com excesso de geração (P

G

> P

C

), o fator de

potência mais indutivo das cargas provoca uma maior queda de tensão na rede de

distribuição, logo, a tensão na carga (V) vai ser menor do que a tensão pré-ilhamento

(V

0

), consequentemente, a potência absorvida pela carga (P

C

) vai ser menor do que a

potência pré-ilhamento (P

0

) numa proporção ao quadrado da variação da tensão (V),

conforme (3.1) e (3.2). Logo, o desbalanço de potência vai ser maior do que o nominal.

Portanto, à medida que o FP das cargas se torna mais indutivo, o desbalanço de

potência e a aceleração da máquina aumentam, fazendo o relé de frequência ter uma

detecção mais eficiente para FP mais indutivo, como pode ser observado na Figura

4.14.

Tabela 4.10: Caso 2 - Limites de desbalanços de potência para detecção de ilhamento em 500 ms

pela proteção de frequência ANSI 81 o/u

Limites de desbalanço de potência para detecção de ilhamento

FP da

carga

Ajuste em ± 1 Hz Ajuste em ± 1,5 Hz Ajuste em ± 2 Hz

P

G

> P

C

P

G

< P

C

P

G

> P

C

P

G

< P

C

P

G

> P

C

P

G

< P

C

0,92 8,03% 39,41% 18,03% 53,81% 28,03% 70,41%

1,00 16,95% 18,17% 24,53% 27,27% 32,61% 36,92%

Figura 4.14: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção ANSI 81 o/u versusΔP: carga tipo impedância

constante com excesso de geração (P

G

> P

C

)

Quando ocorre um ilhamento com déficit de geração (P

G

< P

C

), o desempenho

do relé de frequência é o contrário, piora à medida que o FP se torna mais indutivo.

Isso ocorre porque a carga real (P

C

) é menor quando a tensão na rede (V) é menor,

numa proporção ao quadrado da variação da tensão (V), conforme (3.1) e (3.2). A

medida que o FP das cargas diminui, o desbalanço de potência e a desaceleração

(frenagem) da máquina também diminuem, fazendo o relé de frequência ter uma

detecção menos eficiente para FP mais indutivo, como pode ser observado na Figura

4.15.

Figura 4.15: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção ANSI 81 o/u versusΔP: carga tipo impedância

constante com déficit de geração (P

G

< P

C

)

O relé ROCOF ou df/dt apresentou detecção de ilhamento dentro do limite de

operação de 500 ms para desbalanços de potência ativa a partir de 3%, conforme

Tabela 4.11. O desempenho do relé, ajustado conforme Tabela 4.1, pode ser

observado nas Figuras 4.16 e 4.17 para as condições de excesso e déficit de geração,

respectivamente.

Tabela 4.11: Limites de desbalanços de potência para detecção de ilhamento em 500 ms pela

proteção df/dt

Limites de desbalanço de potência para detecção de ilhamento

FP da

carga

Ajuste em 1 Hz/s Ajuste em 2 Hz/s Ajuste em 3 Hz/s

P

G

> P

C

P

G

< P

C

P

G

> P

C

P

G

< P

C

P

G

> P

C

P

G

< P

C

0,92 3% 18,55% 12,94% 47,71% 17,94% 72,59%

1,00 7,77% 7,84% 12,94% 17,77% 22,81% 22,98%

O comportamento do relé ROCOF é similar ao relé de frequência quanto ao

fator de potência da carga, porém, seu desempenho é melhor. Isso se justifica pela

característica de previsão ou tendência de variação da frequência que o ROCOF

possui. Conforme (2.5), a taxa de variação de frequência muda imediatamente após

Figura 4.16: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção ROCOF versusΔP: carga tipo impedância

constante com excesso de geração (P

G

> P

C

)

Figura 4.17: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção ROCOF versusΔP: carga tipo impedância

constante com déficit de geração (P

G

< P

C

)

o ilhamento conforme o desbalanço de potência ativa (ΔP). Se o ΔP for grande o

suficiente para fazer a taxa df/dt superar o ajuste, o relé dispara um comando de

abertura para o disjuntor. Já o relé de frequência é uma resposta dinâmica no tempo,

que tende a ser mais lenta que o df/dt, conforme (2.3) e (2.4).

As características de detecção de ilhamento da proteção de salto de vetor

(ANSI 78) estão apresentadas nas Figura 4.18 e 4.19. Os resultados apresentaram

detecção de ilhamentos num tempo inferior a 500 ms para desbalanços de potência a

partir de 14,73%, conforme Tabela 4.12. O comportamento do relé de salto de vetor

quanto ao fator de potência da carga foi similar ao do relé de frequência. Para a

condição de excesso de geração, o desempenho do relé de salto de vetor melhora à

Tabela 4.12: Caso 2 - Limites de desbalanços de potência para detecção de ilhamento em 500 ms

pela proteção salto de vetor

Limites de desbalanço de potência para detecção de ilhamento

FP da

carga

Ajuste em 8° Ajuste em 10° Ajuste em 12°

P

G

> P

C

P

G

< P

C

P

G

> P

C

P

G

< P

C

P

G

> P

C

P

G

< P

C

0,92 14,73% 45,41% 21,09% 53,99% 27,6% 62,45%

1,00 20,75% 24,43% 26,6% 29,48% 31,97% 35,76%

Figura 4.18: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção salto de vetor versusΔP: carga tipo impedância

constante com excesso de geração (P

G

> P

C

)

medida que o fator de potência da carga se torna mais indutivo, conforme Figura 4.18.

Já para a condição de déficit de geração, o desempenho piora à medida que o fator

de potência se torna mais indutivo, conforme Figura 4.19.

Figura 4.19: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção salto de vetor versusΔP: carga tipo impedância

constante com déficit de geração (P

G

< P

C

)

O relé direcional de potência reativa (ANSI 32Q) tem um desempenho muito

favorável a detecção de ilhamento somente para os casos onde a carga possui um

fator de potência indutivo. Cargas com fator de potência próximo do unitário fazem o

relé 32Q não atuar independente do desbalanço de potência ativa imposto

pós-ilhamento. Na Figura 4.20 é apresentado o seu desempenho para cargas com fator

de potência 0,92 indutivo.

Conforme a Figura 4.20, quanto mais indutivo for o fator de potência da carga,

melhor será o desempenho do relé direcional de potência reativa. Na condição de

déficit de geração e cargas com fator de potência de 0,92, o relé 32Q atua para

qualquer desbalanço de potência ativa, deixando de atuar somente quando houver

excesso de geração superior a 52,2%, quando o relé for ajustado em 0,3647 MVAr

(fator de potência do gerador de 0,99), ou 35,39%, quando ajustado em 0,4941 MVAr

(fator de potência do gerador de 0,98).

Figura 4.20: Caso 2 - Tempo de atuação da proteção ANSI 32Q versusΔP: carga tipo impedância

constante

O relé 32Q atua conforme sua exportação de potência reativa. Quando há

grandes excessos de geração de potência ativa, a potência reativa consumida

localmente pelas cargas pode não ser suficiente para que o fator de potência de

operação do gerador reduza a valores inferiores a 0,98 ou 0,99 indutivo escolhidos

para atuação da proteção direcional de potência reativa. Assim, quando a potência

reativa das cargas não for superior ao ajuste do relé, a proteção 32Q não atua.

Analisando os desempenhos dos relés de sobre e subfrequência, ROCOF, salto

de vetor e direcional de potência reativa, os ajustes definidos para a proteção da GD

do caso 2 estão conforme Tabela 4.13. Optou-se pelos ajustes de valores

intermediários das simulações realizadas, visto que nenhum relé garantiu a detecção

de ilhamento para qualquer desbalanço de potência. A opção de ajustes mais

rigorosos foi descartada porque, tendo em vista que os geradores de GD geralmente

possuem uma inércia pequena, poderia tornar a operação da GD instável com uma

maior probabilidade de falsas atuações da proteção anti-ilhamento.

Tabela 4.13: Caso 2 - Ajustes de proteção definidos

Parâmetro Ajuste

Subfrequência – ANSI 81 u

Frequência de partida 58,5 Hz

Temporização 100 ms

Sobrefrequência – ANSI 81 o

Frequência de partida 61,5 Hz

Temporização 100 ms

ROCOF – ANSI 81 df/dt

Variação de frequência máxima 2 Hz/s

Temporização 100 ms

Salto de Vetor – ANSI 78

Salto vetorial máximo 8°

Temporização 100 ms

Direcional de Potência Reativa – ANSI 32Q

Potência reativa máxima por fase 0,4941 MVAr

Temporização 100 ms

Direcionalidade Direta (Exportação)

A GD do caso 2 terá uma detecção de ilhamento para desbalanços de potência

ativa inferiores a 17,81% quando houver déficit de geração serão detectados e 12,81%

quando houver excesso de geração, todos para os casos de cargas do tipo

impedância constante e fator de potência unitário. Já para cargas com fator de

potência 0,92, a detecção de ilhamento será efetiva para qualquer desbalanço,

independentemente se há excesso ou déficit de geração por causa do relé 32Q. Os

limites deste estudo de caso estão apresentados na Tabela 4.14. O desempenho da

proteção anti-ilhamento da GD do caso 2 pode ser observado na Figura 4.21.

Tabela 4.14: Caso 2 - Limites de desbalanços de potência para detecção de ilhamento em 500 ms

pelo sistema de proteção completo

Limites de desbalanço de

potência para detecção de

ilhamento

FP da carga P

G

> P

C

P

G

< P

C

0,92 0% 0%

1,00 12,81% 17,81%

Neste estudo de caso, observou-se que para cargas com fator de potência

elevado há riscos de não detecção de ilhamentos. Como já exposto, esta GD poderá

ser submetida a desbalanços de potência de -56,16% a +97,26%. Visto que o sistema

de proteção do caso 2 pode não detectar ilhamentos na ordem de 12,81% de

desbalanço de potência conforme Tabela 4.14, pode-se afirmar que problemas

poderão ocorrer e os riscos de um religamento automático fora de fase são reais.

Figura 4.21: Caso 2 - Tempo de atuação do sistema de proteção considerando a sobreposição das

funções 81 o/u, ROCOF, 78 e 32Q versusΔP: carga tipo impedância constante

Se o ilhamento for causado por abertura manual do circuito de distribuição para

manutenção, por exemplo, a GD poderá alimentar continuamente o subsistema

formado. Neste caso, há duas possibilidades de desconexão da GD. A primeira seria

por meio de agendamento de um desligamento onde o agente responsável pela GD

se comprometa a desconectar a usina geradora nos horários programados

devidamente acompanhado por um técnico da concessionária de energia. A segunda

seria a instalação de um sistema de transferência de disparo direto (TDD) por meio

de comunicação via rádio ou GPRS, quando for possível, ou por meio de fibra ótica

com a instalação de cabo OPGW. Esta segunda opção acarretará em aumento nos

custos de implantação.

Para evitar riscos de religamento fora de fase após uma interrupção por falta, a

solução sugerida é a instalação de um relé de verificação de sincronismo (ANSI 25)

para operar em conjunto com o religamento automático. O relé 25 deverá permitir o

religamento para a condição de barra viva – linha morta e barra viva – linha viva para

pequenos desvios de frequência (Δf ≤ 0,05 Hz), módulo (ΔV ≤ 10%) e ângulo da

tensão (Δθ≤ 10°).

Outra alternativa para melhorar o desempenho da detecção de ilhamento é

aumentar o tempo morto do primeiro ciclo de religamento do alimentador de

distribuição da concessionária, o que fará com que as limitações dos relés de detecção

de ilhamento diminuam. Tal procedimento deve ser feito em conjunto com a

concessionária de energia, que é a proprietária e responsável pelo circuito de

distribuição. São conhecidos casos onde foi possível discutir os ajustes da

concessionária para facilitar a detecção de ilhamento e melhorar a segurança

operativa.

Embora seja possível, é improvável encontrar cargas em sistemas de

distribuição com fator de potência superiores a 0,92 indutivo. Logo, para o estudo de

caso 2, a associação das funções de proteção de frequência, ROCOF, salto de vetor

e direcional de potência reativa se apresenta como uma boa solução do ponto de vista

da detecção de ilhamentos de geradores síncronos distribuídos.