47.
Resposta: V
Os arquivos médicos possuem documentos agrupados por assunto, logo, são especializados.
48.
Resposta: V
Comentário
Arquivos de engenharia guardam documentos relativos ao mesmo assunto (engenharia). Logo, são especializados.
49.
Resposta: A
Comentário
Fotografias, diapositivos, desenhos e gravuras são exemplos de documentos iconográficos, pois a informação representada neles está na forma de imagem estática (diapositivos = slides).
50.
Resposta: F
Comentário
Memorandos são exemplos de documentos textuais.
51.
Resposta: A
Comentário
Desclassificação é o ato pelo qual a autoridade competente libera à consulta, no todo ou em parte, documento anteriormente sujeito a grau de sigilo
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Dicionário Brasileiro de Terminologia arquivística. Rio de Janeiro.2005
52.
Resposta: E
Comentário
Tal arquivo deve ser considerado especial, pois selecionou os documentos a serem guardados a partir de seu tipo ou suporte, e não pelo assunto.
53.
Resposta: F
Comentário
Um arquivo de documentos audiovisuais deve ser considerado especial, pois agrupa documentos do mesmo tipo, independente do assunto.
54.
Resposta: B
Comentário
Plantas são exemplos de documentos cartográficos.
55.
Resposta: F
Comentário
Cartas são exemplos de documentos textuais.
56.
Resposta: V
Comentário
Mapas são exemplos de documentos cartográficos.
57.
Resposta: B
Comentário
Tipo documental é a divisão de espécie documental que reúne documentos por suas características comuns no que diz respeito à fórmula diplomática, natureza de conteúdo ou técnica do registro. São exemplos de tipos documentais cartas precatórias, cartas régias, cartas-patentes, decretos sem número, decretos-leis, decretos legislativos, etc.
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Dicionário Brasileiro de Terminologia arquivística. Rio de Janeiro.2005
58.
Resposta: B
Comentário
Segundo a natureza da entidade a que estiver vinculado, o arquivo pode ser público ou privado.
59.
Resposta: F
Comentário
Um arquivo de documentos iconográficos deve ser
considerado especial, pois agrupa documentos do mesmo tipo, independente do assunto.
60.
Resposta: E
Os exemplos citados são pertencentes ao grupo de documentos micrográficos.
61.
Resposta: V
Comentário
Plantas são exemplos de documentos cartográficos.
62.
Resposta: A
Comentário
Tipo documental é a divisão de espécie documental que reúne documentos por suas características comuns no que diz respeito à fórmula diplomática, natureza de conteúdo ou técnica do registro. São exemplos de tipos documentais cartas precatórias, cartas régias, cartas-patentes, decretos sem número, decretos-leis, decretos legislativos, etc.
ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Dicionário Brasileiro de Terminologia arquivística. Rio de Janeiro.2005
63.
Resposta: C
Comentário
Segundo a natureza da entidade a que estiver vinculado, o arquivo pode ser público ou privado.
64.
Resposta: F
Comentário
Um arquivo que contenha apenas documentos em CD deve ser considerado especial, pois acumula documentos de apenas um tipo de suporte.
65.
Resposta: D
Comentário
Apostila, ata, termo e auto de infração são exemplos de atos de assentamento.
66.
Resposta: F
Comentário
67.
Resposta: V
Comentário
Tais documentos são representados por imagens estáticas, logo, são exemplos de documentos iconográficos (diapositivos = slides).
68.
Resposta: C
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 29, 2008.
69.
Resposta: F
Comentário
O arquivo citado armazenará documentos referentes a um assunto específico (decisões de tribunais superiores). É, portanto, um arquivo ESPECIALIZADO. Um arquivo especial é aquele que contém documentos relativos a um mesmo tipo ou suporte.
70.
Resposta: B
Comentário
Todos os documentos citados no item são exemplos de
documentos iconográficos (cuja informação esteja em forma de imagem estática).
71.
Resposta: V
Comentário
O arquivo pode guardar documentos textuais, iconográficos, filmográficos e sonoros, além de outros tipos de documentos.
72.
Resposta: C
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 26, 2008.
73.
Comentário
Arquivos públicos são aqueles mantidos por instituições públicas. “Empresas em geral” torna o item incorreto.
74.
Resposta: D
Comentário
“Sonoro” é o único gênero de documento apresentado nos itens desta questão.
75.
Resposta: A
Comentário
Sigilosos, reservados e confidenciais são documentos cuja divulgação é restrita.
76.
Resposta: V
Comentário
Os documentos de arquivo podem ser de vários tipos (textuais, iconográficos, cartográficos, audiovisuais, etc.) e ainda, de acordo com o conteúdo, dividem-se em ostensivos e sigilosos. Os exemplos são adequados para cada tipo citado.
77.
Resposta: A
Comentário
Arquivos públicos: São aqueles mantidos por entidades de caráter público, seja na esfera federal, estadual ou municipal. Ex.: arquivo do STJ, arquivo da Prefeitura de São Paulo e arquivo do Senado Federal.
Arquivos Privados: são aqueles mantidos por instituições de caráter particular. Ex.: arquivo do Bradesco, arquivo das Lojas Americanas e arquivo da Rede Globo.
78.
Resposta: F
Comentário
Arquivos públicos são aqueles mantidos por instituições públicas. “Instituições não governamentais” torna o item incorreto.
Resposta: V
Comentário
Pareceres e relatórios são, realmente, documentos inseridos nos atos enunciativos.
80.
Resposta: F
Comentário
Esta definição é de “arquivo especial” e não de “arquivo especializado”.
81.
Resposta: F
Comentário
Tal definição se refere aos documentos micrográficos
82.
Resposta: F
Comentário
Quanto à extensão de sua atuação, os arquivos dividem-se em setoriais ou centrais.
83.
Resposta: C
Comentário
Chama-se de arquivo especial aquele que tem sob sua guarda documentos de formas físicas diversas - fotografias, discos, fitas, clichês, microformas, slides, disquetes, CD - e que, por esta razão, merecem tratamento especial não apenas no que se refere ao seu armazenamento, como também ao registro, acondicionamento, controle, conservação etc.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 22, 2008.
84.
Resposta: F
Comentário
“Documentos escritos ou textuais” se referem a documentos textuais e não cartográficos.
Resposta: F
Comentário
Esta é a definição de arquivo especial, e não especializado.
86.
Resposta: C
Comentário
VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. 32, 2009.
87.
Resposta: V
Comentário
Arquivos públicos são arquivos mantidos por instituições públicas, conforme o item ressalta, com mais detalhes.
88.
Resposta: D
Comentário
Designação dos documentos segundo seu aspecto formal: ata, carta, certidão, decreto, edital, ofício, relatório, requerimento, gravura, diapositivo, filme, planta, mapa etc.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 26, 2008.
89.
Resposta: F
Comentário
Documentos eletrônicos ou digitais são equivalentes aos documentos informáticos, que podem ser encontrados nos arquivos.
90.
Resposta: C
Comentário
Documentos em suportes sintéticos, em papel emulsionado ou não, contendo imagens estáticas (fotografias, diapositivos, desenhos e gravuras)
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2008.
91.
Comentário
Fotografias, slides, desenhos e gravuras são documentos iconográficos, e não micrográficos.
92.
Resposta: F
Comentário
Quanto à natureza do assunto, e não quanto ao gênero, é que os documentos se dividem em ostensivos e sigilosos.
93.
Resposta: E
Comentário
Documentos em formatos e dimesões variáveis, contendo representações geográficas, arquitetônicas ou de engenharia (mapas, planta, perfis).
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2008.
94.
Resposta: F
Comentário
Documentos que requeiram alto grau de segurança são aqueles classificados como ultra-secretos, e não secretos.
95.
Resposta: B
Comentário
Arquivos setoriais são os localizados junto aos órgãos operacionais, devido ao grande número de consulta aos documentos armazenados pelos diversos setores. Esses arquivos setoriais são descentralizados. Pelo fato de os documentos serem muito consultados, tais arquivos são considerados correntes. Eles podem descartar documentos que não possuem valor administrativo e jurídico para eles, considerados, por isso, documentos de guarda eventual.
VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. 28, 2009.
96.
Resposta: F
Comentário
reservados.
97.
Resposta: V
Comentário
Esta realmente é a definição para documentos confidenciais.
98.
Resposta: A
Comentário
Arquivo especializado é o que tem sob sua custódia os documentos resultantes da experiência humana num campo específico, independentemente da forma física que apresenta, como, por exemplo, os arquivos médicos ou hospitalares, os arquivos de imprensa, os arquivos de engenharia e assim por diante. Esses arquivos são também chamados, impropriamente, de arquivos técnicos.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 23, 2008.
99.
Resposta: F
Comentário
Os documentos sigilosos são classificados em ultra-secretos, secretos, confidenciais e reservados. Ostensivos são os documentos que não tem qualquer grau de sigilo.
100.
Resposta: F
Comentário
Esta é a definição para documentos secretos, e não reservados.
101.
Resposta: D
Comentário
Gênero documental é a designação dos documentos segundo o aspecto de sua representação nos diferentes suportes: textuais, audiovisuais, iconográficos e cartográficos.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p.26, 2008.
102.
Resposta: F
Quanto à natureza do assunto, os documentos se classificam em ostensivos e sigilosos.
103.
Resposta: V
Comentário
Ostensivos são documentos que não apresentam qualquer grau de sigilo, ou seja, sua divulgação não apresenta qualquer
restrição.
104.
Resposta: B
Comentário
Sigilosos: tais documentos são limitados a um número restrito de pessoas. Por essa razão, devem ser adotadas medidas
especiais de salvaguarda (segurança, proteção) na sua custódia e disseminação.
Ostensivos: qualquer pessoa pode consultar o documento ( a sua divulgação não prejudica a instituição).
VALENTINI, Renato. Arquivologia para concursos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. 31 2009.
105.
Resposta: F
Comentário
Tal definição é correta para documentos secretos.
ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE
ARQUIVOS CORRENTE E INTERMEDIÁRIO
106.
Resposta: D
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 55, 2008
107.
Resposta: E
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p.55/56/60, 2008.
108.
Resposta: E
Comentário
Notação é o elemento de identificação das unidades de
arquivamento, constituída de números, letras, ou combinação de números e letras, que permite sua localização.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p.27, 2008.
109.
Resposta: A
Comentário
Denominação geralmente atribuída a setores encarregados do recebimento, registro, distribuição e movimentação de documentos em curso.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 27, 2008
110.
Resposta: B
Comentário É uma rotina do protocolo
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 56, 2008
111.
Resposta: B
Comentário
Projeção é a saliência na parte superior da guia. Pode ser recortada no próprio cartão, ou nele ser aplicada, sendo então de celulóide ou de metal.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 44, 2008
112.
Resposta: B
Comentário
uma instituição, pressupõe o desenvolvimento de várias etapas de trabalho. Estas fases se constituiriam em:
Levantamento de dados; Análise dos dados coletados; Planejamento
Implantação e acompanhamento.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV,p. 35, 2008
113.
Resposta: B
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 55 - 60, 2008
114.
Resposta: D
Comentário
1. Denominação geralmente atribuída a setores
encarregados do recebimento, registro, distribuição e movimentação de documentos em curso;
2. Denominação atribuída ao próprio número de registro dado ao documento.
3. Livro de registro de documentos recebidos e/ou expedidos PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 27, 2008
115.
Resposta: D
Comentário
Guias são instrumentos de pesquisa destinadas à orientação dos usuários no conhecimento e utilização dos fundos que integram o acervo de um arquivo permanente.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 27, 2008
116.
Resposta: B
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 60, 2008
117.
Comentário
1. Denominação geralmente atribuída a setores
encarregados do recebimento, registro, distribuição e movimentação de documentos em curso;
2. Denominação atribuída ao próprio número de registro dado ao documento;
3. Livro de registro de documentos recebidos e/ou expedidos
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 27, 2008
118.
Resposta: B
Comentário
Declaração escrita de se haver recebido alguma coisa
DICIONÁRIO AURÉLIO eletrônico; século XXI. Rio de Janeiro, Nova Fronteira e Lexicon Informática, 1999, CD-rom, versão 3.0.
119.
Resposta: B
Comentário
Avaliação é o processo de análise da documentação de arquivo, visando a estabelecer sua destinação, de acordo com seus valores probatórios e informativos.
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 25, 2008
120.
Resposta: E
Comentário
O diagnóstio faz parte do roteiro básico para organizar arquivos ativos e semi-ativos
121.
Resposta: B
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p.56, 2008
122.
Resposta: B
Comentário
PAES, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Ed. FGV, p. 35, 2008