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Competências que pretendemos desenvolver nas crianças:

Conhecimento subst anti vo - ao s aber identifi car o ovo, a l agart a, a cri sálida e a borbol et a; ao m ost rar conhecer al gum as característi cas e modo de vi da das borbol et as .

Conhecimento processual - ao uti lizar a observação simpl es , a olho nu e represent ar at ravés da pi ntura; ao conhecer os moviment os de locomoção da l agarta e da borboleta; ao conhecer os el em entos ess enci ais para a vida das l agarti nhas no borbol et ári o.

Raciocíni o- ao compreenderem as i nform ações; ao colocar questões.

97 Comuni cação - ao apresent ar i dei as; ao apres ent ar aos out ro s as aprendiz agens que des envolveram .

Atitudes- ao revel ar curiosi dade pelo que observa; ao m ostrar com portam entos de respeit o por este s er vivo.

Avaliação

98 APÊND ICE 6 – Atividade da sal a de doi s anos

Ativi dades s obre os espant al hos - O espantalho brincalhão!

Não há horta s em es pantal ho! O espant al ho prot ege as culturas dos pássaros e torna a horta m ais bonita e engraçada para as crianças.

Finali dade das ati vidades:

Dar a conhecer às crianças o que é um es pant alho e qual a s ua utilidade.

Exploração di dáti ca:

1º Dia - A dança do espantalho brincalhão

Exploramos a canção com o videoclip “O espantalho” de Xana Toc Toc, dançando e fazendo os gestos correspondentes com as cri anças.

2º Dia - Poemas d e espantalhos

Repetim os a m úsi ca faz endo os gestos com as cri anças.

Lemos poesias sobre o espantalho para as crianças, “O Espantalho Trapalhão” e “O Espantalho Fialho”.

3º Dia - A hi stóri a d o espan talho en amorado

Recordamos os poemas com as cri anças , repetindo a sua lei tura e explicando o si gni fi cado de al gumas pal avras novas .

Contamos a história “O espantalho enamorado” utilizando uma apresent ação em PowerPoi nt.

Exploramos a his tóri a tentando que as cri anças percebam para que servem os espantal hos na hort a.

Norm alm ent e os espantalhos est ão nas hort as para afast ar os pássaros que querem com er as sem enti nhas. C omo os páss aros têm m edo das pess oas, não se aproximam . Mas é claro que um a pessoa não pode

99 est ar o di a t odo na hort a a afast ar os pássaros . P or iss o, o espantalho é um boneco do t amanho de um a pessoa que é posto na horta para os ass ust ar.

Os espantal hos t ambém t ornam a hort a m ais bonita.

4º,5ºe 6º Di a - Cons trução d os esp antalh os

Conversamos novament e com as cri anças sobre a his tória do “Espantalho Enamorado” referi ndo a utilidade dos espantalhos.

Construímos com as crianças dois “espantalhos crianças” uma meni na e um menino.

Const rui r espant alhos para a hort a pode ser um a ati vidade muito diverti da, onde a cri ativi dade das educadoras e das crianças s e manifest a em espantalhos muit o ori gi nai s.

Como fazemos os es pantal hos:

Mat eriai s: 4 canas , Roupa Vel ha de cri ança, Bot ões, Tam pas de garrafas, C hapéu de pal ha, Luvas, Cordel , Col a, El ásti cos.

Podem os us ar duas canas, um a para faz er a altura de um a cri ança e outra par a os braços .

Colocam os um a cana sobre out ra, em cruz e li gamos com um cordel.

“Vestimos” este “esqueleto” com colãs velhos e enchemos com um mat eri al de enchim ento para formar o corpo.

Enfiam os a cana mai s comprida numa das pernas, enquant o a outra perna fi ca pendente.

Vestimos este “corpo” com roupa velha de criança.

Colocamos as luvas na ponta dos “braços” e prendemos com el ásti cos.

100 Form amos a cabeça do espant alho usando o m at eri al de enchim ento, em torno da pont a da cana m ais comprida.

Form amos o rosto do espantal ho, us ando botões e tampas de garrafas para os olhos e para a boca.

Colocam os os chapéus de palha para se prot egerem do sol !

O es pant alho es tá pront o para assust ar os páss aros e enfeit ar a hort a!

7º Dia - T eatro com os espan talh os enamorados

Fazem os um t eatri nho para as cri anças com os es pant alhos “menina” e “menino” que construímos com as crianças, tentando recriar a história do “Espantalho Enamorado” que exploramos inicialmente.

8º Dia - Pi ntura de um espant alho e exposição

Fornecemos o des en ho de um espant alho para as cri anças faz erem a pintura, es crevemos o nom e da cri ança e a pal avra espantal ho.

Expomos os trabalhos no átrio da escola: a canção do “Espantalho Brincalhão”, os poemas, a história do “Espantalho Enamorado”, os espant al hos , as p i nturas das cri anças, fotografi as e des cri ção da ativi dade.

9º Dia - Visi ta à h orta “O esp antalho” de “A escola n a horta ”.

Levamos as crianças a visitar a horta “O espantalho” com os espant al hos que cons truím os.

Nesta vi sit a as cri anças terão oport unidade d e conhecer um a hort a com di ferent es es pantalhos e dar a conhecer a hort a aos s eus espantalhos.

Podem os fazer uma animação com os espantal hos na hort a.

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Poesias

O esp antalho trapal hão

“O espantalho é um grande trapal hão.

Us a os s apatos t rocados,

enxuga as mãos no s abão,

com e a sopa com o garfo

e com a faca o feij ão.

Um mundo de confus ão.

A pes ar-l he na s acol a

tinha um prego e um martel o

em vez dos livros da es col a.

Uma vez t rincou os ócul os

enquanto limpava o pão

e m uniu -s e dos binóculos

para ver t elevis ão.

O espant al ho não é bem um t rapalhão,

é m uito dist raído,

pois est á s empre entretido

a pensar num a i nvenção.

Até o S r. Professor,

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Espantalho Fialh o

Fi alho o espant alho É sim pát ico e l eal Ami go dos pas sarinhos Mora l á no meu quintal

Fi alho é fei to de trapos Cabeça de pal ha,

Mas tem coração

De braços abertos e acolhedor Ele é todo emoção

Espera o dia am anhecer

E com olhar feliz acolhe o sol E quando a noit e vem

Nam ora a lua

Encantado por s eu brilho

Fi alho é um espant al ho especi al Às vez es chora got as de orvalho Quando s ent e tri stez a

Por ver est ragado

103 APÊND ICE 7 – Grel ha de avali ação da at ividade da sala de dois anos

Avaliação da atividade “O Espantalho Brincalhã o”:

104 Avali ação da parti ci pação na visi ta à horta (Quadro II).

105 APÊND ICE 8 – Cont eúdos da atividade da sal a de doi s anos

At i vi dad e:

“O Espantalho Brincalhão!”

Do mí ni os Cont eúdos/ Ar t i cul ação

“O Espantalho Brincalhão!”/ Conhecimento do Mundo

Local i zação no espaço e no t empo

-Ut i l i zar noções espac i ai s rel at i vas a part i r da sua per spet i va co mo obse r vador (Ex: e m ci ma / em bai xo, dent ro/ f ora, ent r e, pert o/ l onge, at rás/ á fr ent e, à esquerda/ à di r ei t a) .

-Local i zar el e ment os dos seus espaços de vi vênci a e mo vi ment o (sal a de at i vi dades, a hort a do espant al ho) , associ ando -os às suas fi nal i dades.

-Di st i n gui r uni dades de t e mpo bási cas ( di a e noi t e, manh ã e t ar de, s e mana, est ações do a n o).

Conheci ment o do A mbi ent e Nat ur al e Soci al

- Ident i fi car el eme nt os do ambi ent e nat ural (sol , l ua, ani mai s) .

-For mul ar quest ões so bre o que obser va.

-Est abel ecer se mel ha nças e di ferenças ent re os mat eri ai s e ent re mat er i ai s e obj et os (pl ást icos, t eci dos, pape l …) , se gundo pr opr i edades si mpl es (t ext ur a, cor , cheiro, resistência, forma, dureza, som que produzem…)

- Ident i fi car, desi gnar e l ocal i zar di ferent es par t es ext er nas do cor po co mparando co m o corpo do espant al ho.

-C o mpar ar os ór gãos dos sent i dos do ho me m c o m os do espant al ho, l ocal i zando no corpo , os órgãos dos sent i dos (nari z, ou vi d os, boca, ol hos e mãos ).

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necessi dades hu manas e as do espa nt al ho.

-Rec onhecer a sua i d ent i dade sexual ( meni no ou meni na) co mparando c o m os espant al hos.

-Orde nar acont eci men t os ( canção do espant al ho, história do espantalho, construir o espantalho…) com u ma sequênci a t e mp oral const r ui ndo u ma narrat i va cr onol ó gi ca, mobi l i za ndo l i n gua ge m oral c o mo for ma de expressão.

Di na mi s mo das Int e r -Rel ações Nat ur al -S oci al

- Ident i fi car sequênci as de ci cl os de vi da (noi t e e di a, est ações do an o, est ado do t e mpo ) que est ão r el aci onados co m as at i vi dades a r eal i za r (forma de vest i r dos espant al hos ) .

-Usar e j ust i f i car al gu mas ra zões de prát i cas de hi gi ene cor por al , al i m ent ar, saúde e se guran ça ( l avar as mãos de poi s das t ar ef as de con st rução dos espantalhos…)

Do mí ni os Cont eúdos/ Art i cul ação

“O Espantalho Brincalhão!”/ Linguagem oral e Abord agem à Escri ta

Reconheci ment o e escri t a de pal avr as

-Rec onhecer al gu mas pal avras escri t as ( o seu no me e ES PA NT ALH O).

-C onhecer al gu mas l et r as.

-Usar i nst r u ment os de escri t a (l ápi s de cera). Conheci ment o

das Con venções Gr áf i cas

-Saber que os desen hos t ransmi t e m i nfor mação (desenho do es pant al h o).

-Usar o de se nho para u m fi m especí fi co (ex por o seu espant al ho)

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Co mpr ee nsão de Di scur sos Orai s e Int eração V erbal

-Fa zer per gunt as e responder, de mo nst rand o que co mpreendeu a i nf or mação t r ans mi t i da oral ment e.

-Descr e ver or al ment e os acont eci ment os .

-Rec ont ar par t e s da hi st ór i a e de poema s que ou vi u l er .

-Al ar gar o capi t al l exi cal , expl or ando o si gni f i cado de no vas pal avras (espant al ho , ena mor ado, t rapal hão, bi nócul os, i nve nt or, hort a)

-Usar nos di ál o gos as pal a vras que apr endeu recent e ment e.

Do mí ni os Cont eúdos/ Ar t i cul ação

“O Espantalho Brincalhão!”/ Matemática

Nú mer os e Oper ações

-Cl assi fi car obj et os, faze ndo escol ha s e expl i cando as suas dec i sões.

-En u merar e ut i l i zar o no me d os nú meros.

-Ut i l i zar a l i ngua ge m “ mai s” ou “ menos ” para co mpar ar doi s nú mer o s.

-C ont ar at é 10 o bj et os da at i vi dad e (2 espantalhos, 10 botões…).

Geo met ri a e Medi das

- Ident i fi car se mel han ças e di ferenças entre os obj et os (mat eri ai s p ara const rução do e spant al ho) e agrupá -l os de acord o co m di f er ent es cri t éri os (t a manho , f or ma).

-Rec onhecer a f or ma dos obj et os ( mat ér i as para const r ução do espa nt al ho) e descrever os obj et os

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ut i l i zando os no mes d as f i gur as geo mét ri cas (quadrado, r et ângul o, t r i an gul o, c i rcul o).

-Usar ex pressões co mo mai or que , men o r que, mai s pesado que o u mai s l eve que para co mparar os espant al hos co m as cri anças.

-Descr e ver as posi ções rel at i vas do espant al ho usando os t er mos aci ma de, abai xo d e, ao l ado de, e m f rent e de, at rás de, e a segui r a.

Do mí ni os Cont eúdos/ Ar t i cul ação -“ O Espantalho Brincalhão!”/ Expressões-Expressão plástica

Desen vol vi ment o da capaci dade de expressão e Co mu ni cação

-Re present ar os espant al hos at r avés da const rução de esp ant al hos ut i l i zando di f er ent es mat er i ai s.

Apr opr i ação da l i ngua ge m

el ement ar das ar t es

- Ident i fi car al guns e l eme nt os da Co muni cação vi sual na const r ução dos espant al hos ut i l i zando nas suas co mposi ções pl ást i cas, cores (cores pr i mári as e secundár i as) , t ext ur a ( mol e, ru goso) , l i nhas (r et as, curvas , zi gza g), f or mas geo mét ri cas ( quadrado, r et ângul o, t ri an gul o e ci r cul o).

-Prod u zi r co mp osi ções pl ást i cas a part i r de t e mas r eai s, ut i l i zando os el eme nt os da co muni c ação vi sual e m conj unt o ou de per si .

Desen vol vi ment o da cr i at i vi dade

-E mi t i r j uí zos sobre o s seus t rabal hos e sob re as f or mas vi suai s d os o bj et os, i ndi cand o al guns cri t éri os da sua a val i ação.

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Do mí ni os Ár ea t rans versal : F orm ação P essoal e Soci al Ident i dade/ Aut o

est i ma

-De most r ar co nf i ança e m experi ment ar at i vi dades no vas, pr op or i dei as e fal ar nu m grupo que l he é f a mi l i ar .

Indepe ndênci a/ Aut ono mi a

-De monst rar e mpenho nas at i vi dades pr op ost as, concl ui ndo o que f oi deci di do fazer e procurando f azê -l o co m cui dad o.

-Mani fest ar cur i osi dade pel o mu ndo q ue a rodei a, f or mul ando q uest ões s obre o que obser va.

- Re vel ar i nt er esse e gost o por aprender. -Mani fe st ar as suas o p i ni ões.

Cooperação -Part i l har os mat eri ai s co m os col e gas.

-Dar o port uni dade a os out ros de i nt ervi re m e esper ar a sua ve z.

-De most r ar co mport a ment os de apoi o e i nt e raj uda. -C ol abor ar e m at i vi d ades de pequeno e grande grup o, coo perando n o de senr ol ar da at i vi dad e.

Con vi vênci a De mocrát i ca/ Ci dadani a

-Mani fest ar respei t o pel as necessi dades e sent i me nt os dos out ro s.

-Acei t ar a r esol ução d e confl i t os pel o di ál ogo e as deci sões por conse nso mai or i t ári o.

- Ident i fi car u ma m ani fest ação do pat ri móni o r egi onal (espant al ho da hort a) mani fest and o i nt eresse e preocupando -se co m a sua pr eser vação.

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Competências que pretendemos desenvolver nas crianças:

Conhecimento s ubst anti vo - ao saber identifi car um espant al ho; ao mostrar conhecer as característ icas do es pantal ho e qual a sua utilidade.

Conhecimento processual - ao saber construi r um espant al ho; ao conhecer os m ateri ai s ess enciais para a const rução de um es pant alho.

Raciocíni o- ao compreenderem as i nform ações; ao formul ar questões.

Comuni cação - ao apres ent ar idei as e argument ar; ao apres ent ar aos outros as aprendizagens que desenvolveram.

Atitudes- ao revelar curiosidade pel os es pant alhos; ao m ostrar com portam entos de respeit o pelo espant al ho.

Avaliação

a) Avali ação da parti ci pação na at ividade

111 APÊND ICE 9 – Atividade da sal a de quat ro anos

Ativi dades sobre a germinação e cres ci ment o das pl antas - Como surgem as plantas na horta?

Finali dade das ati vidades

Proporcionar às cri anças a i denti fi cação das s ement es cuj as plant as vão s em ear na hort a.

Realizar as s em entei ras de diferentes es péci es que cons titui rão a hort a.

Prever, experim ent ar, observar e comparar o processo de germinação de sementes e o cres cim ento de pl ant as.

Possibil itar o conhecim ento de di vers as espéci es hort ícolas e o acompanham ento do s eu desenvol vim ent o cri ando uma relação de cui dado const ant e.

Exploração di dáti ca

1º Dia - A hi stóri a d e u ma semente

Contamos a história do “João e o Feijoeiro”.

Pergunt am os às cri anças s e pensam que o feij ão se pod eri a “transformar” numa planta, tal como acontece na história.

Int roduzimos a idei a de que o feijão é a s em ent e da planta “feijoeiro” e pedimos que indiquem outras sementes que conhecem.

2º Dia - Conh ecer al gu mas s emen tes para a h orta

Vam os t rabalhar em gru pos de quat ro.

A cada grupo dist ribuímos uma amostra de vári as sem ent es (abóbora, al face, couve, curgetes, tomat e, feijão, pimento e cebol a) de modo a que reconheçam a sua di versi dade.

112 Pedim os para agruparem as s em ent es segundo crit éri os à sua escolha (t am anho, cor, form a,…).

Distribuímos a cada grupo a ficha “Vamos conhecer as sementes para a nossa horta!” que tem imagens de: abóbora, alface, couve, curget es, tom at e, feij ão, pim ent o e cebol a.

Desafi amos as cri anças a identifi car as sem ent es , colocando cad a uma em cima da im agem respeti va.

Confront amos os res ultados com o grande grupo e garantimos que todas as crianças ficam com a folha “preenchida” de forma correta.

Pedim os às cri anças que diss ert em sobre uma ou out ra s ement e mencionando a sua cor, form a, aparênci a, t extura, cheiro, e outros que eles possam imaginar…

Pedim os às cri anças que mi sturem as s em ent es num mont i nho e que s eparem a que gostari am de culti var na hort a.

Cada criança deve es colher apenas um a s em ent e para a hort a. Devem os ori ent ar as cri anças para a es colha de sementes di ferentes por forma a garantir a di versidade de pl antas na hort a.

Dist ribuímos às cri anças um copi nho para guardarem as s em ent es devidament e identifi cado com o s eu nom e e o nome da s em ente.

Distribuímos a ficha: “As sementes que os meus pais conhecem”, para t rocarem, em casa, os conhecim ent os adqui ridos.

3º Dia - S emear para plantar na p ri mavera

Ent regam os a cada cri ança o copinho com as s ement es que escolheram.

Questionamos as cri anças sobre como pensam que será possí vel “fazer crescer” plantas dentro da sala, a partir daquelas sementes.

113 Ori ent am os as ideias das cri anças por form a a pl ani fi carm os em conjunt o as ativi dades que nos perm it e obs ervar a germi nação e o cres cim ent o das pl antas.

Cada cri ança vai s emear a espéc ie que es colheu em t abul eiros de esferovit e. Ent regam os a cada cri ança um tabul eiro de al véolos chei os de terra para vas os.

As crianças devem faz er um buraquinho na t erra com o dedo e faz em a s em entei ra, colocando um a ou duas sementes em cada buraco confo rm e a es péci e.

Ident ifi camos cada tabul ei ro com o nom e da criança e uma pequena t abul et a que terá o nom e da sem ente e a im agem i dent ifi cat iva.

Colocam os os t abul eiros das cri anças na varanda exterior da sal a (local vi rado ao s ul, abri gado do vent o e prot e gido da chuva).

Exploramos com as cri anças os fat ores que infl uenciam o cres cim ent o e desenvolvimento das pl ant as (a luz, a temperatura, a pluvi osidade, a humidade e o substrat o), tendo atenção às condi ções existentes.

As educadoras t am bém fazem a sua s em ent ei ra e colocam um