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Confie em Mim

No documento Como te conheci (páginas 39-50)

Após a batalha dura batalha, meio ofegante de exausta começo a me aproximar de Sérgio e sua família rodeada de sangue e destruição, bem devagar mancando um pouco. Olho para eles e...

± Vocês estão bem? ± pergunto preocupada.

± ... ± por um breve momento eles ficam em silêncio e olham um para o outro e depois para mim. Fico com receio de que fiz algo errado.

± Obrigado por nos proteger! ± Sérgio fala com lágrimas em seu rosto e me abraça junto com sua família. No final das contas, me senti por um breve momento que estava entre meus pais de novo.

± De nada ± agradeci com a cara toda ensanguentada.

± Nunca pensei que você fosse tão forte mesmo nesse corpo tão magro e pequeno ± Matheus fala isso para me provocar, mas sua mãe lhe dá cascudo bem forte em sua cabeça.

± Por que fez isso? ± falou Matheus chorando, enquanto colocava suas mãos em sua cabeça onde sua mãe havia lhe dado o cascudo.

Antes que sua mãe pudesse dar alguma resposta, sinto uma dor insuportável por meu corpo todo. Caio no chão me remoendo de dor, quase, como um chilique.

± Ahh! ± gritava muito, reclamando de dores musculares.

± Vamos! Pare de falar mal dela e vamos carregá-la até dentro do depósito! ± gritou Estela para Matheus.

± Eu vou arrumar água! ± Sérgio começa a se mobilizar para me ajudar.

Aos poucos o garoto e sua mãe conseguem me levar para dentro do depósito. Ainda sentindo muita dor muscular, Estela resolve fazer uma massagem em meu corpo.

± O que é isso? Ela é muito dura! ± Estela ficou surpresa quando tocou em meu braço e sentiu que estava muito duro, como pedra.

± Deixa eu ver ± Matheus aperta meu braço e sente a mesma coisa ± Nossa! Como ela ficou tão dura assim? ± falou, enquanto apertava meu outro braço. ± Aqui está a água e o pano! O que houve? ± Sérgio não consegue entender o porquê da situação.

± Ela está muito dura! ± Estela falou, enquanto tentava apertar minhas pernas ± Bem que eu senti que tinha algo errado quando a carregamos.

± Sério mesmo? Deixa eu ver ± Sérgio então resolve dar uns pequenos petelecos ± Nossa! Mas como?

Meu corpo não parava de doer e continuei a gritar.

± Nunca tinha usado tanto meus poderes antes e agora não sei como voltar ao normal ± tentei mentir para manter o disfarce, enquanto me remoía de tanta dor. ± Tente se acalmar e respire fundo! ± falou Sérgio ± Vamos lá, tente relaxar seu corpo. Se seus poderes são seus músculos, tente aliviá-los! Se acalme! ± enquanto me dava conselhos, ele tentava massagear os músculos de meu corpo.

Aos poucos comecei a relaxar e a parar de pensar em socar. Sérgio continuou a me ajudar até que ele começou a sentir meus músculos ficarem normais novamente. A dor havia passado, mas sentia uma leve coceira nas minhas costas e peço para ele ver.

± Não sei o que era, mas não é nada. Só duas marcas de nascença ± falou isso após fazer um carinho e por um pano úmido na minha testa.

Desmaiei de tanto cansaço que estava. Pela manhã, acordo e tento falar com Chisana...

± ³)ORU´³)ORU´$FRUGH± a chamei mentalmente.

± Ai! ± resmungou de dor ± Oi. Ganhamos? ± pergunta ainda meio tonta. ± Sim ± respondo mentalmente.

± Não aguento mais. Vamos nos separar para esticar os nossos corpos ± imediatamente nos separa.

± Ai! Ai! Que dor de cabeça! ± Chisana reclama, enquanto bota sua mão sobre a cabeça.

± Assim está bem melhor! Ficar muito tempo fundido é meio cansativo! ± reclamei sentido novamente a dor nas costas.

± É mes... o que você tem? ± ela perguntou, enquanto olhava para as minhas costas.

± Não sei o que é, mas Sérgio disse que era marca de nascença ± expliquei. ± Deixa eu ver aqui... ± Chisana tira minha camisa ± AHH! ± ela grita, enquanto cai para trás.

± O que houve?! ± senti um leve vento, enquanto tentava olhar para trás. ± Vo-vo-voc-ce-cê ± Chisana gaguejou.

± O que? ± fiquei ainda mais preocupada.

± Su-su-suas a-a-a-asas ± continuou a gaguejar, enquanto apontava para minhas costas.

± Hã? ± sinto algo a mais. Algo que fazia parte de meu corpo.

± Suas asas! Elas nasceram! ± ela finalmente consegue falar tudo o que queria. ± Ahh! Não acredito! Finalmente tenho minhas asas! ± comemoro, enquanto começo a mexer minhas asas pela primeira vez com muita felicidade. Elas eram pretas como minha calda e chifres.

± Sabe o que isso significa? ± ela pergunta.

± Que posso finalmente voar pelos céus! ± respondo, enquanto tento dar meu primeiro voo.

± Bem, é que... ± ela fica um pouco tímida.

± YAHOOL! ± a interrompo, enquanto voo por debaixo do teto do depósito. ± Deixa para lá ± ela desiste de falar comigo para não acabar com a minha felicidade.

± Viu que legal? ± paro de voar e damos as mãos.

Enquanto admirávamos minhas asas novas, a porta se abre lentamente, e Matheus entrar. Ele deixa a bandeja com comida cair no chão e começa a apontar com a boca aberta olhando para nós duas. Demoramos para perceber. ± Vo-vo-vo... ± Matheus começou a gaguejar.

± HÃ? ± ficamos surpresas quando percebemos que éramos observadas. ± O que são vocês? Demônios? ± reparei que todo indivíduo diferente ou muito diferente dos seres humanos, era sempre chamado ou associado a demônios. ± Espere, por favor! ± falei quase gritando.

± Ma-ma-mas... ± ele cai de costas, enquanto tenta entender o que éramos nós duas.

± Por favor, não nos entregue! ± imploramos ajoelhadas.

± Esses chifres, calda e asas. Eu sabia! Você é um demônio! ± ele estava tão apavorado que não conseguia gritar.

± Sim. Eu sou sim, uma súcubo. Mas eu não faço mal a ninguém ± comecei a chorar.

± Mas você é o que? Tem uma pele branca e clara, olhos estranhos e um cabelo branco com um penteado muito estranho ± Matheus se acalma um pouco. ± Hehe. Eu? Eu sou uma fada. Uma de gelo e fogo ± ele enxuga suas lágrimas se vai em direção de Chisana.

± Uma fada? E uma súcubo? Vocês são uma combinação bem estranha ± ele olha para nós duas quase esfregando seu rosto em nós.

Sempre ouvi dizer que demônios são cruéis, e que torturavam ou matavam por diversão suas vítimas ± agora ele estava mais calmo.

± É verdade, mas eu não sou assim ± falo um pouco nervosa.

± Sim. Sim. Ela na verdade é uma medrosa e gentil súcubo. Antes de nos conhecermos, ela se separou de seus pais após ser perseguida por aldeões furiosos. Ela também mendigava todo o dia para sobreviver ± Chisana explicou tudo a ele.

± Mas você ainda confia nela? Não acha isso tudo uma mentira? ± continuou desconfiado.

± Uma de minhas habilidades, é de ver as emoções no coração de cada um. Quer ver só? ± ela abre suas asas e se vira de costas para ele. Então suas asas começam a brilhar.

± O que é isso? ± Matheus fica novamente desesperado.

± Pelo visto você é uma boa pessoa, mas é um cabeça dura ± ela ri graciosamente após ver os seus sentimentos de Matheus.

± Hey! Eu não sou cabeça dura! ± ele de repente fica um pouco nervoso ± Você fez isso com ela também?

± Sim. Quer ver o passado dela e ver que não estou mentindo? ± ela pergunta, e institivamente revela suas antenas para eles.

± O que é isso? ± ele perguntou.

± Isso, é como eu vou te mostrar. Chamo isso de: mente coletiva. Posso te mostrar? ± ela pergunta graciosamente para ele.

± Está bem ± ele aceita, e em pouco tempo ela o devolve a sua forma normal, depois de mostrar suas lembranças e tudo o que havia acontecido até chegarmos naquele momento.

± Me desculpe por duvidar de vocês. Não vou contar o seu segredo para os meus pais. Eles não iriam acreditar como eu ± então ele sai e vai buscar outra bandeja de café da manhã.

± Após tomarmos o café da manhã, nos fundimos de novo para manter o disfarce, e fomos ajudar na reconstrução da fazenda. Ficamos três dias sem um ataque das feras, enquanto Matheus parecia mais amigável a cada dia. Até que no quarto dia...

± Gruunn... AU! AU! ± os lobos resolvem atacar pela manhã e nos pegam de surpresa.

± Sumam daqui! ± Sérgio gritava.

Então, eu e Chisana começamos o contra-ataque em revezamento. Era mais fácil lutar com eles pela manhã, pois não tinham muitas sombras para se esconder e pareciam estar mais fracos também. Mesmo assim não paravam de lutar.

Eles vão embora de novo, mas sem causar muito estrago desta vez. E nisso tudo, percebemos que eles tinham um ponto fraco. Um deles era maior e mais forte. Todos surgiam dele. Então pensamos que era um único lobo que criava vários clones menores de si mesmo, e que devíamos derrotá-lo para acabar com esses ataques. Então decidimos esperar o próximo ataque.

A noite cai, e fomos comer o jantar de Estela. Enquanto comíamos, me sentia um pouco estranha. Mas disfarcei e continuei a comer. Terminamos, demos boa noite, e saíamos da casa de Sérgio em direção ao galpão.

± Arf, arf! ± estava cansada, mesmo após comer muito.

± O que houve? ± preocupada, Chisana encosta sua testa na minha.

± Desde que eu comecei a usar meus poderes, comei a sentir fome ± falo ofegante sem saber ainda o que era aquilo.

± Mas acabamos de comer ± ela preocupada.

± Sim! Mas é uma fome que nunca havia sentido antes. É estranho. Não é vontade comer algo... ± fiquei tentando adivinhar.

± Não posso mais esperar. Eu ia contar para você quando tinha ganho suas asas, mas decidi não estragar seu momento de alegria ± Chisana ficou um pouco nervosa.

± O que que você queria me contar? ± fiquei preocupada, enquanto sentia aquela fome estranha.

± 0LQKD³IORU´,VVRpRVLQDOTXHYRFrHVWiVHWRUQDQGRXPDV~FXERFRPSOHWDH é hora de se alimentar ± ela foi curta e grosa.

± Não! Não! Nunca pensei que esse dia chegaria. Não quero fazer aquilo com ninguém! ± fiquei apavorada.

± Meus pais só falaram disso uma vez, quando perguntei de onde viam os bebês, mas não explicaram como era feito isso: os bebês nasciam de plantas mágicas ao desabrocharem ± Chisana fica tímida e me conta aquilo sem perceber que havia caído na mentira de seus pais.

± Eu só vi aquilo uma vez, numa noite em que fiquei sem sono. Vi meus pais fazendo tal ato selvagem bem na minha frente. Gritei muito e tentando correr, pensando que eles iam me pegar para fazer o mesmo, mas depois eles me explicaram tudo. Que um dia, quando estivesse na puberdade e meus poderes

começassem a surgir, eu teria que fazer isso para sobreviver ± conto sobre o que tinha presenciado.

± Não! Não! NÃ... ± caio no chão sentindo fraqueza.

± Calma, aguente firme! Eu... Eu... ± Chisana ficou olhando para os lados sem saber o que fazer.

± Eu não quero usar ninguém da família do Matheus! ± tento ser sincera no que seriam meus últimos suspiros de vida.

± Tá! Eu te ajudo! Eu tenho mais mana para queimar, então não tem problema! ± ela se dispõe a me ajudar.

± Mas, essa vai ser minha primeira vez ± fiquei cada vez mais nervosa.

± Mas, essa vai ser a minha primeira também ± ela fica com a cara toda vermelha, enquanto tenta juntar seus dois dedos indicadores.

± Com você, minha melhor e única amiga? Não! Não! Tem que haver outra maneir... ± enquanto eu falava, Chisana toma iniciativa e dá um beijo na boca bem molhado em mim.

± O que foi isso? ± pergunto nervosa, enquanto tentava me afastar dela, me arrastando de costas no chão.

± Hum! Isso foi bom! ± ela lambe seus lábios babados com satisfação. Até pensei que ela fosse a súcubo e eu que fosse a fada.

± Mas... Mas... ± estava sem palavras, quando ela se aproxima de mim e olha nos meus olhos com um sorriso sedutor em seu rosto, enquanto botava sua mão em meu rosto.

± 0LQKD³IORU´&RQILHHPPLP± ela diz isso para mim, enquanto olho que nem uma boba chocada para ela. Nisso, tornamos a nos beijar novamente.

Capítulo 8 ± Eu te Amo, Minha ³)ORU´

± Uhh. Uhh! ± Sentindo seus lábios molhados sobre os meus e sua língua penetrante roçando na minha, comecei a sentir uma sensação que nunca tinha sentido antes em minha vida. Era o amor.

Meu coração estava em chamas. Não sabia o que fazer, estava em uma situação onde me sentia bem, mas por outro lado estava apavorada. Violar aquele ser puro, me fez lembrar de quando peguei meus pais transando no meio da madrugada. Isso me fez sentir vontade de parar e chorar.

± Vai sua vagabunda! Vai! ± era o que meu pai dizia, enquanto metia seu enorme pênis na vagina de minha mãe, como se fosse um carrasco batendo com um chicote em um escravo, enquanto gritava.

± Vai! Vai! Isso! Isso! AHH! ± minha mãe parecia estar satisfeita com aquele ato macabro, com seu corpo todo coberto de suor, como sangue de um boi sendo abatido, enquanto meu pai a segurava pela cintura e enfiava seu pênis em sua bunda com ela de quatro. Eles suavam muito e não paravam de gritar e gemer. Era um verdadeiro inferno.

Naquela noite, atrás da porta do quarto de meus pais, pus minhas mãos em minha boca para não vomitar.

± Não! Não! Se afastem de mim! ± corro chorando com medo de ser a próxima. ± Filha, espere! ± meus pais percebem que estava os observando, param e vão correndo em minha direção.

± Filha! Filha! Nos escute! ± papai consegue me agarrar e me abraçar ainda com seu pênis duro e cheio de esperma, e seu corpo suado.

± NÃOOO! ME SOLTE! ± pensei que ia ser a próxima a ser estuprada. Dou uma grande e forte mordida nas mãos de papai, mas eles conseguem me acalmar. ± Desculpe, por não te contar como nossa espécie vive. Você ainda é muito nova para fazer... digo... você ainda é muito nova, não necessita disso para sobreviver ± meu pai explica tudo mesmo com suas mãos sangrando após eu a ter mordido. Começando a lembrar daqueles momentos, e começo a soar. Chisana logo percebe.

± (X WH DPR PLQKD ³IORU´ ± ela diz isso com um olhar penetrante e sedutor, ajoelha, enquanto colocava sua mão em meu rosto.

De repente, todas aquelas lembranças somem e começo a entrar no clima. Avanço nela e fico de quatro sobre ela, enquanto ela fica deitada olhando para mim com um sorriso tímido, com seu rosto vermelho.

± (XWDPEpPWHDPRPLQKD³IORU´± digo isso também com o rosto vermelho de felicidade e timidez.

± Uhuh! ± Voltamos a nos beijar. Minha bunda fica empinada, enquanto nossas línguas se entrelaçavam.

Viramos e trocamos de lugar. Chisana começa a acariciar minha barriga. Sua mão vai subindo lentamente e apertando meus pequenos seios retos e planos como os dela.

± Você é tão macia... ± ela põe sua língua entre meus peitos e começa a lambê- los.

± Ah! ± Dou um leve gemido, após ela apertar meus mamilos. Então, Chisana começa a escorregar lentamente sua mão gelada até minha barriga e depois até minha virilha, no meio das minhas pernas até chagar em minha vagina.

± Ah ± sinto seus leves e penetrantes dedos entrarem, e acariciarem meu corpo. Era como receber facadas em minhas costas. Sentia muita dor, mas era uma dor diferente e nova para mim. Era o prazer.

± Você é deliciosa. Está gostando? ± ela pergunta lambendo todo o meu corpo. ± AH! AH! ± ela então começa a enfiar e a retirar com delicadeza seus dedos de minha vagina, como um martelo batendo em um prego, enquanto gemo de dor e prazer.

Ela morde meus mamilos, enquanto me segura com sua outra mão. Então, ela desce sua língua lentamente até minha vagina. Ela parecia lamber uma folha, como uma abelha tentando abrir suas pequenas camadas até chegar ao pólen. Com a outra mão, pega minha calda e começa a repetir o mesmo, até a enfiar na minha vagina. Não parava de gemer. Sentia meu corpo atacando a mim mesma.

± Hum! Que duro ± Chisana acaricia meus chifres.

± Mais! Mais! ± implorava como no vilarejo pedindo por comida, só que dessa vez era para continuar sentindo aquele prazer.

± Agora é a sua vez ± ela para e nos vira ao contrário. ± É?! E o que eu faço? ± fico sem ação.

± Tente me imitar. Lamba meu corpo ± começo a lamber seu umbigo e sua barriga. Sentia um gosto doce, era uma pele macia e geladinha. Fiquei com água na boca e comecei a lamber seu umbigo até sua pequena e delicada vagina. Eram como pétalas de rosa, fui abrindo uma a uma cuidadosamente e recomecei a lamber. Era como sua barriga, doce e úmida.

± Ah! ± ela dá um pequeno gemido, enquanto tento ir até o final do túnel com minha língua.

Com minhas mãos, acaricio suas pequenas e delicadas pernas. Pareciam ser de pano, de tão lisas que eram. Então pego em seus peitos e tento os puxar para cima, mas eram tão pequenos como os meus que só dava para lamber. Então aperto e puxo bem devagar seus mamilos e depois eu os mordo e puxo de novo. ± Uhh! ± ela tenta segurar o gemido com todas as suas forças.

Penteio seus longos e lisos cabelos com as mãos que tinham um penteado um pouco estranho. Por conta de suas antenas, ela parecia ser um pouco careca onde elas ficavam. Ela então, faz o mesmo com os meus que eram longos e prateados.

Então eu peço para que revele suas antenas. Nisso, começo a fazer movimentos com cada uma mão em cada uma de suas antenas, lembrando muito minha mãe segurando o pênis do meu pai e fazendo movimentos para cima e para baixo. Meus pais o chamavam de boquete. Quando chegava até a ponta que era a maior parte, como uma fruta peluda presa na ponta de um galho, tentava colocar minha boca e chupar toda a antena dela, revezando de uma para a outra. Só conseguia ir até a ponta, minha boca não abria o suficiente, mas já era o bastante. Lembrei então que minha mãe lambia a ponta do pênis do meu pai, e tentei fazer o mesmo. E deu certo.

Chisana então pega minha calda e começa a fazer o mesmo. Ficamos as duas fazendo boquete uma na outra. Eu com suas antenas e ela com minha calda. Ela então abre o meio da minha calda como se fosse uma flor ou uma vagina e começa a lamber de novo.

Ela para de lamber e me bota deitada no chão, enquanto ficava de quatro sobre mim, começando a aproximar sua vagina da minha até que elas se encontrassem. Quando se encostaram, ela começou a levantar e a abaixar sua parte de trás do corpo. Seus movimentos faziam com que sua bundinha fosse para cima e para baixo, suas pernas inclinavam e faziam nossas vaginas se baterem ao encontro, como uma massa de pão sendo batida.

± UH! ± ela começa a chupar meus chifres.

Viro ela e começo a bater nossas vaginas uma na outra também. De repente, um liquido sai de nossas vaginas. Gozamos.

± Humhum! ± ela começa a lamber meu gozo.

± Que gostoso! ± bebo aquele liquido pastoso e gosmento saindo de dentro de sua vagina. Mas que era muito delicioso, era.

± É mesmo! ± ela começa a beber também.

Sentadas com as pernas abertas de frente uma para a outra, esfregamos nossas vaginas uma na outra. Era como se estivessem passando uma pedra de gelo em nós.

± Humhum! ± pegamos os restos de gozo que estava espalhado nos nossos corpos e começamos a dar na boca, uma da outra com as pontas dos dedos e começamos a fazer desenhos em nós.

Fico de quatro, enquanto ela ajoelha e abre minha bundinha para ficar batendo nossas vaginas uma na outra. Ela pega minha calda e tenta imitar um pênis, a colocando entre minhas pernas e começa a enfiar em mim. Trocamos de posição e tento fazer o mesmo na vagina dela com minha calda. Depois, deito e pego uma de suas antenas e meto em minha vagina. Troco para a outra posição, fazendo os mesmos movimentos com ambas, para dentro e para fora, para dentro e para fora.

± Posso pegar suas asas? ± fico deitada com a barriga no chão e ela monta em minhas costas, enquanto começa a esfregar e a lamber minhas asas no seu corpo.

± Posso também? ± pergunto excitada. ± Sim ± então os papeis se invertem.

± Agora, seus chifres ± ela me deita em um canto, enquanto deita com suas pernas abertas sobre minha cabeça. Então ela começa a enfiar um de meus pequenos e grossos chifres redondos com uma pequena ponta em sua vagina.

± AH! AH! Que duro! ± ela parecia estar com um pênis duro e grosso penetrando

No documento Como te conheci (páginas 39-50)