E com isso, chegamos onde estamos agora ± Chisana termina de contar sua história. Foi muito divertido, parecia uma professora nos ensinando história. ± Caramba! Que história! ± Sirena bate palmas.
± Hihi ± Chisana fica envergonhada, esfregando sua mão atrás de sua cabeça. ± Nossa! Vocês sofreram e tiveram muitas aventuras! Queria poder embarcar em aventuras, como a de vocês ± Sirena fica animada.
± Que isso! Hihi! Mas... o que foi que aconteceu para você ficar daquele jeito? ± Chisana pergunta curiosa.
± Você estava toda descontrolada que nem um animal raivoso ± explico.
± Bem... não me lembro de muita coisa, a não ser que estava treinando meu canto numa pedra do lado de uma ilha, quando sinto uma presença estranha no ar. Depois disso não me lembro de mais nada, até acordar presa no porão desse navio ± ela explica ± Foi como acordar de um pesadelo.
± E então? Já está tudo sobre controle? ± o capitão nos interrompe preocupado. ± Sim ± Chisana responde.
± Não há mais traços da marca do rei demônio nela ± complemento a resposta. ± Mas, mesmo assim ela ainda é uma sereia, e elas são conhecidas por atrair e afogar os homens ± ele explica com um pouco de receio.
± Pode ficar tranquilo. Eu a conheço desde que tinha dois anos de idade, ela é boazinha, e não é como as sereias das histórias ± Chisana explica tranquilamente para ele.
± Eu sou uma súcubo e vocês confiam em mim, certo? Então, por que vocês não podem confiar nela também? Só por que é uma sereia? ± fico irritada com ele.
± Desculpe. Ainda não me acostumei com o fato de uma sereia estar entre nós ± ele explica.
± Por favor! Não briguem por minha causa! Sei que fiz coisas ruins com vocês, mas eu prometo vou ajudá-los no que puder para me redimir! ± com um olhar triste e com suas mãos segurando uma a outra e sentada no chão, Sirena tenta acalmá-lo.
± Por favor! ± fizemos o mesmo gesto com as mãos de frente pro capitão, com toda a tripulação observando atentamente.
± Está bem! Só não espero me arrepender disso depois! ± ele sai meio ofegante em direção aos seus aposentos.
± EBA! ± Chisana e eu gritamos de felicidade.
± Obrigada, senhor! ± Sirena fica feliz em ouvir isso e agradece ao capitão. Os dias se passam... Sirena tenta ser amigável com a tripulação, participando ou ajudando nas tarefas...
± Ahhhh! Perdi de novo! ± os tripulantes jogando dados.
± Hehe! Quer apostar mais uma vez? ± o vencedor se vangloriando.
± Assim eu vou a falência! ± o marinheiro desesperado ao perder mais uma vez para seu colega.
± Hihi! Que legal. Posso jogar também? ± Sirena estava muito curiosa. ± Her?! ± todos ainda não haviam se acostumado com a presença dela.
± O que vocês acham? Não sei. Vamos dar uma chance ± eles sussurram entre si.
± Está bem ± eles dão uma oportunidade a ela.
± EBA! ± ela fica muito feliz e quase num pulo, abre seus braços fazendo com que seus seios fartos balançassem muito, mesmo debaixo de seu sutiã feito de conchas.
± É bem simples: coloco esses três dados dentro desse copo e chacoalho. Boto o copo virado para baixo na mesa e tentamos adivinhar quais os números que vão estar nos dados. Caso ninguém acerte, valerá os valores ou o valor mais próximo. Entendeu? ± ele explica ainda uma pouco desconfiado.
± Beleza! ± ela fica ainda mais animada. ± Pronta? ± ele chacoalha os dados. ± 2 cincos e 1 de três ± o homem aposta.
± Eu... eu... um, 2 de dois e 1 de três ± ela diz seus números. ± Lá vai! ± ele revela.
± Deu... 1 de um de um e 2 dois ± ela vence.
± O que? Eu venci? ± apesar de possuir um corpo bem desenvolvido, Sirena tinha a mentalidade de uma criança boba.
± Sim ± ele anuncia.
± EBA! ± ela solta um grito bem alto, e novamente seus fartos seios balançam e alguns dos marujos ficam babando e observando.
± Mais uma! Mais uma! ± ela estava muito alegre com aquele jogo de sorte e azar.
± Nossa! Como ela é alegre ± fico observando espantada ao lado de Chisana. ± Hihi. Ela sempre gostou de brincar. E sempre teve um vício por jogos. Às vezes cansava de ficar horas e horas brincando com ela ± Chisana conta um pouco mais sobre seu passado.
± Nossa! ± ficamos a observando.
± EBA! GANHEI DE NOVO! ± ela ganhava todas.
± E que tal agora apostarmos algo? ± agora era o verdadeiro jogo deles.
± Apostar? ± as sereias não tinham um sistema de aquisição de bens ou cédulas. Juntavam o que achavam valioso e guardavam como troféus, principalmente objetos humanos. Era bem comum ver uma sereia carregando alguma jóia ou ouro pelo corpo.
± Apostar? Eu não tenho nada para apostar ± ela usava dois brincos, um colar de rubis e uma tiara de espinhos, todas eram feitos de ouro.
± E que tal esses brincos? ± ela não fazia ideia do tesouro que carregava em seu corpo.
± Isso? Hã... está bem! ± ela retira um dos brincos de uma de suas orelhas que pareciam barbatanas amarelas e rosas.
± Beleza! Eu aposto 50 pts! ± o homem aposta.
± Lá vai! Quero 2 de um e 1 quatro! ± eles começam as apostas.
± Eu quero, quatro, cinco e seis! ± ela lança sua aposta. Cada brinco seu valia uns 100.000 pts.
± Isso é estranho ± Chisana comenta.
± 2 de dois e 1 quatro ± são os números tirados nos dados. ± Parece que eu venci ± o homem recolhe o prêmio.
± Ela estava com muita sorte ainda há pouco ± ela ainda estava preocupada com sua amiga.
± Eu aposto, meu outro brinco. Não tem como eu perder! ± nunca tinha visto uma sereia. Muito menos uma tão agitada.
± Eu aposto 50 pts de novo ± ele faz sua aposta. ± 2 cincos e 1 de um ± ele dá seu lance.
± 3 seis ± ela não usava a lógica. Só lançava números aleatórios. ± 2 quatros e 1 de um ± ela perde de novo.
± Mesmo sendo uma viciada em jogos, ela costumava perder quase todas as partidas contra mim. Algumas vezes a deixava ganhar. É muito azarenta ± Chisana explica.
± Nossa! ± naquele momento, me aproximo da mesa de jogos para observá-la. ± Eu vou apostar 100 pts agora ± ele aumenta as apostas.
± Eu vou com meu colar! EEEEH! ± ela realmente era uma criança boba. Mas tinha algo de errado. Então, só para ter certeza, só fiquei observando.
± Beleza. 3 trios ± ele faz uma jogada arriscada.
± Um, dois e quatro! ± ele estava cercado. Era a chance dela virar o jogo. ± Prontos? ± o colar dela devia valer uns meio milhão de pts ou mais. ± Lá vai! ± estava torcendo muito por ela.
± Deu... 3 trios ± não acreditei quando ela havia perdido. ± Haha! Muito fácil ± ele zomba dela ao vencer.
± Qu-quero mais uma! Não irei perder desta vez! ± percebo que há algo de errado naquele jogo.
± Você não tem mais o que apostar ± ele a olha com desgosto.
± Eu ainda tenho minha tiara, mas... ± ela faz sua aposta mais alta. Chisana me contou que aquela tiara era passada de geração em geração na família de Sirena. Ela valia dois milhões de pts.
± Vai ou não vai? ± ele tenta persuadi-la. ± Está bem! Eu vou! ± ela cai na armadilha.
± ³)ORU´± vou até Chisana e sussurro no ouvido dela.
± Lá vai! Essa eu não tenho como perder! ± era uma cobra sendo pega por um gavião.
± Há! ± o capitão para, para assistir à partida. ± 3 seis! ± ela grita bem alto.
± Hihi! ± o capitão ri ao ver a derrota certa dela. ± Vai! Vai! ± ela estava muito nervosa.
± E os números são... três, quatro e cinco! ± ela perde feio.
± Co-como? ± Sirena fica triste ao perder seu item mais precioso. ± Jogo é jogo ± ele recolhe tudo e prepara para o próximo jogo. ± Jogo é jogo! Hein? ± falo para ele de braços cruzados.
± Como assim? ± ele não entende minha atitude.
± Como assim? ± fico olhando mais um pouco para ele.
± O que? M-mas! ± ele fica surpreso ao ver que tinha entrado em sua mente sem perceber na última rodada.
± Você realmente queria ter todo o tesouro dela. Então roubou! ± falo seu plano. ± Você não tem como provar! ± ele fica todo confiante, mesmo sabendo que havia invadido sua mente.
± Oi! ± Chisana fala de trás dele, com suas asas reveladas brilhando. ± Você se aproveitou dela! Como pode? ± dou uma bronca nele.
± Você está com muita ganancia em seu coração ± Chisana fala com suas asas com um brilho cinza bem forte.
± Como castigo, vou transar sozinha com você essa noite com todas as minhas forças ± para alguns não parecia uma punição, mas quando eles se lembraram de minha força, logo ficam com medo.
± Mas primeiro, devolva seus pertences! ± Chisana fala com autoridade.
± Sim! Eu devolvo, mas não faça isso comigo ± ele realmente não queria morrer. ± É marujo! Hihi! ± capitão tira sarro.
± Capitão! Peça para ela não fazer isso! ± ele implora, enquanto era arrastado por mim até o porão do navio.
± Jogo é jogo! ± Chisana fala ao ver seu desespero.
± Me desculpe! ± ele finalmente disse o que eu queria ouvir. ± Se arrepende? ± o capitão fala.
± Sim ± o homem responde ajoelhado.
± Eu não ouvi ± o capitão queria vê-lo desesperado. ± Sim! ± ele grita.
± EU NÃO OUVI! ± capitão realmente queria que ele pagasse por seus atos. ± SIM! ± ele grita mais alto ainda.
± Muito bom! Agora, pode continuar levando ele para o porão ± era um capitão de poucas palavras.
± Mas... você disse... NÃOOOOO... ± continuo arrastando-o pelo convés, enquanto ele tentava se segurar em qualquer lugar.
± Só de um susto nele, por favor ± desconfiada, uso o mesmo truque para entrar na mente do capitão e ver o que ele queria mesmo.
± Tá! Hihi! ± respondo mentalmente a ele.
Chegando no porão, jogo ele num monte de feno e exibo meus músculos se dilatando. Ele fica apavorado e tenta fugir. Chisana cria uma barreira de gelo na entrada do porão.
± Socorro! Por favor, não me machuque! ± pela primeira vez, me sentia como um carrasco ao vê-lo em desespero.
Agarro pelo pescoço e o levanto. Foi nesse dia que aprendi um truque de súcubo, em que posso deixar o pênis de um homem excitado e duro, ou não excitado e mole, fazendo uma massagem no mesmo. Naquele momento só faço um boquete nele e finjo enfiar minha vagina em seu pênis. Ele estava tão desesperado que nem percebeu que eu não tinha tirado minha roupa e que ele só estava esfregando seu pênis em minha calcinha.
Depois do susto, dou um abraço nele...
± Nunca mais faça isso. Está bem? ± com os meus bíceps que nem umas bolas gigantes em volta dele, pergunto.
± S-sim! ± ele responde com o pênis todo dolorido.
Quebro a barreira de Chisana e volto para o convés lambendo os beiços. Nos dias seguintes, o clima começou a ficar muito quente e sem vento para mover as vê-las do navio.
± Ai, ai que calor ± o capitão fala suando. ± É ± abano meu rosto com minha mão.
± Lalala laaa ± por outro lado, Chisana parecia estar alegre. Nesse momento pedimos a ela que refrescasse o navio um pouco.
Ela fica na sua forma de gelo e senta no meio do navio. Era muito refrescante. Todos da tripulação diziam ter sorte, por ter uma fada de gelo por perto. Mesmo assim o navio não se movia. Então, alguns homens decidem pescar...
± E ai? Teve alguma sorte? ± um dos homens pergunta para o outro, sentados na beira do convés.
± Não ± o outro mostra a isca ainda presa ao anzol. ± Deixa comigo! ± Sirena fala determinada.
± Se o problema é peixe... deixa comigo! ± ela pula no mar e desaparece. ± Há! Sabia que não devíamos ter confiado em uma sereia ± o homem explica. ± Sirena? ± Chisana fica sem entender nada.
± Cadê ela? ± todos os tripulantes correm para o lado em que ela havia pulado, para procurá-la.
± O que é isso? ± de repente, vimos um cardume vindo para a superfície. ± É um milagre! ± o barco é rodeado por peixes.
± VAMOS LÁ! ± todos os marinheiros pegam seus materiais de pesca e começam a pegar cada peixe.
± Ah! Prontinho ± 6LUHQDIDODGHQWURG¶iJXD
± Muito obrigado! Hã? ± os homens agradecem. Mas, uma sombra gigantesca surge e uma barbatana emergi ao lado dela, era um tubarão branco.
Nesse instante, todos começam a gritar vendo o perigo que estava ao seu lado. Foi quando Chisana...
± Não precisam se preocupar. Sereias conseguem se comunicar com seres marinhos, e por isso são grandes amigos ± ela explica.
± É sim. Esse daqui é meu amigo, Gusmão. Foi sorte ele ter ouvido meu chamado e estar próximo ± ela acaricia aquela criatura assassina.
± M-mas... ± os homens ficam com medo.
± Calma. Ele é mansinho. E ele acaba de comer, então podem ficar tranquilos ± ela abraça o tubarão, como se fosse um ursinho de pelúcia ± Não é, meu cuti- cuti.
± Ai, ai! Sereias. Nunca vou entendê-las ± o capitão bota sua mão em sua testa. ± Você está com o dente todo sujo. Deixa eu limpar pra você ± na mesma hora meu coração dispara. Ela começa a limpar a boca aberta de Gusmão. Fiquei meio surpresa ao ver aquela criatura com a aparência assassina se comportando como um cachorrinho bobo.
± Nossa! O que você anda comendo? Se ficar comendo besteiras vai ficar gordo! ± fico ainda mais nervosa, quando ela entra na boca da fera. Seu corpo fica dentro da barriga de Gusmão, enquanto sua parte humana ficava em sua boca aberta limpando os dentes dele. Junta com alguns marinheiros, quase desmaio ao ver tal cena.
Ela volta para o barco para comermos peixe assado e ela pede para o capitão deixar o Gusmão por perto, pois ele nos avisaria se algum perigo viesse, e também para poder ajudar a arranjar comida. Enquanto estava comendo aquele delicioso peixe, vejo Sirena comer que nem uma princesa, o peixe dela. Pensava que ela não fosse uma sereia carnívora.
A noite chega, todos os tripulantes vão dormir, menos Sirena...
± Lalala laaa ± escuto a mesma canção de Chisana, vinda de sua amiga. Sirena tinha uma voz mais madura e encantadora. Acordo meio sonolenta e a vejo cantar para a lua.
± Lalala... Oi. Boa noite ± ela percebe minha presença e sorri para mim.
± Aaaa... boa noite ± bocejo sentando ao seu lado ± Essa canção é a mesma que Chisana tanto canta.
± É! Foi eu que a ensinei ± ela olha para a lua cheia.
± Apesar dela não possuir a voz de sereia... ela canta muito bem. Parece uma menininha mimada ± olho para a lua.
± Hihi. Sim ± rimos ao comentar isso.
± Os homens dizem que sereias tem uma voz linda e sedutora que os atrai para a morte ± falo com um pouco de tristeza.
± Isso é verdade. Algumas subespécies de sereias carnívoras usam sua voz para hipnotizar os homens e levá-los para o fundo do mar para devorá-los. Mas calma, minha não come gente. Pelo contrário... Nós ajudamos quem precisar de ajuda ± ela olha para mim fazendo um gesto com as mãos abertas, como se estivesse abanando de cima para baixo.
± Mas eu vi você comendo peixe ± explico.
± Bem, minha espécie é onívora. Eu como tanto carne quanto vegetais ± ela explica.
± É possível ver a diferença entre carnívoros e onívoros ± Chisana completa ao entrar no convés.
± Nossa! ± fico curiosa.
± Os carnívoros possuem todos os dentes pontudos e afiados, enquanto os onívoros só possuem dois dentes caninos pontudos. Esses daqui, oh ± Chisana abre sua boca para mostrar seus dentes caninos ± corm porntars ± ela explica quase não conseguindo falar de boca aberta.
± Eu só como peixes e algumas subespécies de algas ± ela explica.
± Sirena... como diferencio o canto normal e o hipnótico das sereias? ± pergunto. ± Bem... Como posso te explicar... É um canto mais suave e sedutor... ± ela fica um pouco nervosa juntando seus dedos indicadores.
± Posso escutar? ± eu não media o poder do perigo.
± E-eu acho que não sei se posso... ele funciona melhor em machos ± ela fica com medo.
± Está bem... La, la, la, laaa... venha meu querido amor. Venha... venha... ± ela começa a cantar de olhos fechados. Percebo que a música que Chisana tanto cantava, era parte de uma canção hipnótica das sereias. Sua voz era linda, sentia meu corpo bem leve, quando vejo todos os tripulantes andando que nem zumbis na direção de Sirena.
± AI, ME DESCULPE! ± Sirena percebe que toda a tripulação tinha entrado em seu encanto, sem querer.
± Hã? Onde estou? Como vim parar aqui? ± todos ficam que nem bobos sem entender nada.
± Me desculpe! ± ela se sentia culpada por usar seu poder. ± Você, o que? ± o capitão pergunta.
± Ela me pediu para usar meu canto hipnótico, porque queria muito ouvir como era, e acabei me desculpando ± ela senta de cara no chão pedindo desculpas. ± Está bem... só cuidado para não exagerar de novo. Ainda não me acostumei com os poderes de vocês três ± o capitão volta para seus aposentos e o resto da tripulação volta a dormir.
± Hã? ± fico sem palavras. Pensei que íamos levar uma bronca deles, mas eles já estavam tão acostumados com nossos poderes que nem ligaram para o incidente.
± Hihi ± rimos.
A noite passa e escutamos ela praticar. Suas canções eram relaxantes, tanto que Chisana cai rapidamente no sono. Os dias se passam, e o vento volta a assoprar. Até chegarmos a uma ilha...
± O que houve, Gusmão? ± Sirena fica preocupada com a atitude de sua mascote.
± Algo errado? ± o capitão pergunta.
± Ele diz que tem perigo se aproximando! ± ela explica gritando, enquanto Gusmão fugia.
± O que é? ± pergunto.
Ela mergulha e observa, quando vê sereias emergindo...
± Olá, amigas! ± ela cumprimenta suas amigas sem perceber que estavam possuídas pela marca do rei demônio.
± SIRENA, SAI DAI! ± Chisana grita alertando sobre o perigo.
Ela não ia sair, então fui em sua direção e a puxo da água com minha super força. Ela se debate toda para que a soltasse. Suas ex-amigas começam a pular em nossa direção para nos arranhar. Pareciam estar iguais a ela, quando estava com a marca. Chisana não querendo mais derramamento de sangue, congela
tudo ao nosso redor prendendo todas na água. Imediatamente as hipnotizo de uma vez só, e com um pouco de dificuldade, as liberto. Ela suga seu gelo e as liberta. Nós as pegamos e as trazemos para o barco, antes que afundassem inconscientes.
± Há, há! ± as amigas de Sirena ficam exaustas após as libertar da marca. ± Sirena? O que está fazendo aqui? ± uma de suas amigas pergunta. ± Vocês estiveram possuídas pela marca do rei demônio ± Sirena explica. ± Mas agora estão livres ± concluo.
As sereias descansam no barco o dia todo. Elas ficam um pouco assustadas ao verem os humanos e a mim, mas ficam mais calmas após explicarmos a situação. Depois elas contam que uma a uma foram sendo tomadas pela maldição, ficavam babando e com os olhos vermelhos, começando a matar todos a sua frente.
Sirena pede para suas amigas nos acompanharem...
± Está bem. Vamos te acompanhar até nos aproximarmos do próximo porto. Sereias não são bem-vindas lá ± as amigas de Sirena explicam.
± Compreendo ± o capitão fala.
Viajamos por mais alguns dias sem nenhum problema na companhia delas... ± O que é isso? ± uma delas pergunta ao ver o homem com o anzol para pescar. ± Vamos ver quem pesca mais? ± eles competem.
± Não, não. Vamos ao meu modo ± ele lhe dá uma vara de pescar e ficam sentados esperando uma fisgada.
± Aha! Eu venci! Quero mais uma aposta! ± ao contrário de Sirena, suas amigas tinha muita sorte. E também os homens não trapacearam, pois tinha a mim por perto e elas era muito mais espertas que Sirena.
± Lalala laaa ± houve competições de canto entre as sereias e os juízes eram toda a tripulação.
Foi muito divertido ficar com todos eles, até que avistamos terra... ± Obrigada, por nos ajudar amiga ± as sereias se despedem de Sirena. ± Adeus ± Sirena se despede.
± Tem certeza que quer ir conosco? ± o capitão pergunta ± Não acha que vai ter problemas no porto quando virem que você é uma sereia?
± Não tem problema. Eu quero ficar um pouco com minha amiga ± Sirena estava feliz em ficar junta de sua amiga mais uma vez.
± E eu posso esconder minhas asas e antenas, mas e você? ± Chisana pergunta com receio.
± Esqueci de dizer que você não é a única com habilidades especiais Chisana! ± de repente, a calda de Sirena começa a se transformar em duas pernas