• Nenhum resultado encontrado

5.4 Controle PID e Preditivo

5.4.1 Controlador PI

Segundo (˚ASTR ¨OM; H ¨AGGLUND,1999) o controlador PID ´e, sem d´uvida, o algoritmo

de controle mais comum. A maioria dos sistemas em pr´atica s˜ao controlados por esse algo- ritmo ou pequenas varia¸c˜oes dele. O controlador PID pode ser visto como um dispositivo que opera com certas regras que pode ser implementado de forma paralela e serial. A forma paralela est´a esquematizada na equa¸c˜ao 5.5 em que seu sinal de controle combina as a¸c˜oes proporcional, integral e derivativa.

u(t) = Ke(t) + 1 Ti Rt 0 e(t)dt + Td de(t) dt  (5.5) Em que:

• K ´e o ganho proporcional; • Ti o tempo integral;

• Td o tempo derivativo;

• e(t) o erro entre o valor desejado e o valor lido.

No entanto, em alguns processos ´e poss´ıvel utilizar uma varia¸c˜ao do PID, o PI, que pode ter um custo benef´ıcio maior em processos lentos e na presen¸ca de ru´ıdos. O caso do controle de n´ıvel nos vasos separadores, por exemplo, permite um controle satisfat´orio sem sequer usar uma a¸c˜ao derivativa. A equa¸c˜ao5.6 mostra o resultado da simplifica¸c˜ao do controlador PID para o PI.

u(t) = Ke(t) + Ki

Rt

0e(t)dt (5.6)

5.4.2 Sintonia do Controlador PI com PSO

A planta implementada apresentada na figura 14 mostra um sistema de separa¸c˜ao trif´asica seguido de hidrociclones controlados por PI’s. Em princ´ıpio, a sintonia dos con- troladores foi baseada no trabalho de Teixeira (2010), ou seja, utilizando o m´etodo de

Ziegler-Nichols. Na figura 20, a mesma mostrada para a estima¸c˜ao, ´e poss´ıvel observar o desempenho aproximado do sistema quando controlado com a sintonia adotada. A par- tir desta sintonia, foi introduzido no simulador um algoritmo baseado em PSO, utilizado para otimizar o desempenho dos controladores PI’s levando em considera¸c˜ao a fun¸c˜ao apresentada na equa¸c˜ao 5.7.

JP SO = N1 PNi=0(Yrefi − Yi)T(Yrefi − Yi) + λ N

PN

i=0(∆Ui)T(∆Ui) (5.7)

Onde:

JP SO - Fun¸c˜ao objetivo, que deve ser minimizada;

Yref - Vetor de setpoints desejados, ou seja, referˆencias ´otimas para hw, hl, P e R;

Y - Vetor de sa´ıdas das vari´aveis hw, hl, P e R;

∆U - Vetor formado com as varia¸c˜oes nos sinais de controle So1, So2, So3, Su, Sle Sg.

´

E importante ressaltar que al´em da fun¸c˜ao objetivo implementada tamb´em foi ana- lisado que os ganhos n˜ao deveriam mudar de sinal em rela¸c˜ao `a sintonia original realizada com o m´etodo de Ziegler-Nichols, e isso foi incorporado ao algoritmo como uma restri¸c˜ao. A sintonia ´otimizada encontrada a partir da fun¸c˜ao de custo que e incorpora a restri¸c˜ao pode ser visualizada na tabela7.

Tabela 7 - Compara¸c˜ao entre as sintonias antes e depois da otimiza¸c˜ao com o PSO

Pi’s Sintonia PSO Sintonia Original

P I P I Pi no1(S u) 270,6822 -19,1891 366.228 -0.51559 Pi no2(S g) 1039,3135 -132,7354 366.228 -2.77494 Pi no3(S o3) 20,7138 -0,3760 16.6667 -0.096 Pi no4(S o2) 3,0576 0,32585 8 0.05 Pi no5(S o1) 472,2090 -103,1364 366.228 -2.77494 Pi no6(S l) 493,5059 -4,6197 366.228 -2.77494

Uma compara¸c˜ao entre os desempenhos, antes e depois da otimiza¸c˜ao, em rela¸c˜ao ao sinal de sa´ıda, no modo regulat´orio, e os sinais de controle podem ser visualizadas nas figuras22 e23 respectivamente.

Figura 23 - Sinais de Controle N˜ao Otimizados X Otimizados

Pelos resultados mostrados ´e poss´ıvel perceber que apesar de o sinal de controle permanecer dentro da faixa permiss´ıvel e com baixa oscila¸c˜ao em rela¸c˜ao ao sinal n˜ao otimizado, ´e percept´ıvel a diferen¸ca na sa´ıda de ´oleo. Essa diferen¸ca provoca mudan¸cas

nas outras sa´ıdas, gerando uma melhoria no sistema como um todo. Para ilustrar a me- lhora causada pela otimiza¸c˜ao, um gr´afico “Fun¸c˜ao Objetivo X N´umero de Itera¸c˜oes” ´e apresentado na figura 24.

Figura 24 - Otimiza¸c˜ao do Desempenho dos Controladores PI’s

´

E observ´avel que para esse sistema, considerando todas as entradas e sa´ıdas, a fun¸c˜ao de custo resulta inicialmente um valor pr´oximo a 0,0080 e minimiza a rela¸c˜ao entre esfor¸co de controle e erro de sa´ıda para um valor pr´oximo a 3,7177e-004. Numericamente falando ao final da otimiza¸c˜ao foi percebida uma melhora de 21 vezes em rela¸c˜ao ao sistema com os mesmos PI’s, por´em, com sintonias diferentes.

Outro fator a se analisar quanto a sintonia ´e se a busca realizada pelo algoritmo de otimiza¸c˜ao foi ampla o suficiente para buscar as melhores sintonias poss´ıveis, ou seja, se houve variabilidade o suficiente para garantir que o sistema chegou ao ´otimo global. Por isso, um gr´afico que representa as part´ıculas em fun¸c˜ao das vari´aveis P (proporcional) e I (integrativo) ´e apresentado na figura25

Figura 25 - Dispers˜ao das Part´ıculas

Apesar de o algor´ıtmo de otimiza¸c˜ao por PSO n˜ao garantir que o sistema sempre tender´a ao m´ınimo global, ´e poss´ıvel perceber que em rela¸c˜ao a sintonia anterior a melhoria foi significativa.

5.4.3 Controlador Preditivo

Quanto ao controlador preditivo que aproveita a utiliza¸c˜ao dos modelos n˜ao linea- res implementados para modelar o separador trif´asico, foram implementadas as equa¸c˜oes mostradas no cap´ıtulo4com o intuito de adequ´a-las ao simulador de processos e verificar seu desempenho, comparando-o com o controlador PI j´a otimizado.

Ap´os o desenvolvimento dos algoritmos de controle preditivo, foram inseridos como modelos de predi¸c˜ao os modelos NARX polinomiais, regidos pela equa¸c˜ao 3.2 e que tem por regressores as vari´aveis encontradas em 5.1, 5.2, 5.3, 5.4. Al´em disso, foi utilizado o algoritmo de m´ınimos quadrados recursivo, com o objetivo de tornar o sistema adaptativo. Finalmente, ap´os comprovar o funcionamento do sistema para uma sintonia aleat´oria e inicial dos parˆametros do controlador preditivo, foi utilizado o algoritmo de otimiza¸c˜ao para levar o desempenho desse controlador ao seu estado ´otimo. Os parˆametros antes da sintonia e ap´os podem ser visualizados na tabela8.

Tabela 8 - Compara¸c˜ao entre as sintonias antes e depois da otimiza¸c˜ao com o PSO

Preditivos Sintonia PSO Sintonia Inicial

λ n λ n Predtivo no1(S u) 0, 0843 3 1 3 Predtivo no2(S g) 1, 4169 3 1, 24 3 Predtivo no3(S o3) 0, 5863 3 0, 49 3 Predtivo no4(S o2) 2, 5539 3 2, 35 3 Predtivo no5(S o1) 6, 9008 3 6, 91 3 Predtivo no6(S l) 5, 4109 3 2, 73 3 Onde:

λ - Penaliza¸c˜ao do sinal de controle; n - Horizonte de predi¸c˜ao.

´

E poss´ıvel perceber que o valor de n n˜ao foi considerado na otimiza¸c˜ao, levando em considera¸c˜ao apenas a penaliza¸c˜ao do sinal de controle. Como j´a justificado anteriormente, ambos os controladores deveriam ser comparados justamente. Como consequencia disso, ambos os controlarores utilizados s˜ao monovari´aveis e sintonizados pelo mesmo algoritmo. Os resultados e compara¸c˜ao do controle preditivo otimizado e a sintonia PI, encon- trada em Teixeira (2010), ou seja, n˜ao otimizada, podem ser visualizados nas figuras 26 (que representa as sa´ıdas do sistema de separa¸c˜ao) e 27 (que representa os sinais de controle necess´arios para levar o sistema ao desempenho observado).

Figura 27 - Sinais de Controle PI’s Otimizados X Preditivos Otimizados

As figuras apresentam uma resposta cujos valores da fun¸c˜ao objetivo (3.11) s˜ao bastante inferiores aos apresentados na sintonia encontrada PI original. ´E poss´ıvel perceber que em princ´ıpio o controle preditivo come¸ca oscilat´orio devido a adapta¸c˜ao inicial do

algoritmo de m´ınimos quadrados recursivo. Por´em, em regime permanente, o sistema quase n˜ao possui oscila¸c˜oes (as existentes s˜ao provocadas principalmente por oscila¸c˜oes na entrada de ´agua ´oleo e g´as). A regula¸c˜ao total do sistema, considerando a figura26, ´e relativamente melhor do que na resposta aos controladores PI’s, tanto otimizados quanto n˜ao otimizados.

As principais caracter´ısticas que ressaltam as melhorias na aplica¸c˜ao do controle preditivo s˜ao que n˜ao ´e percept´ıvel o sobresinal, e a melhoria na regula¸c˜ao do n´ıvel de ´oleo. Al´em disso, em termos quantitativos, houve uma minimiza¸c˜ao da fun¸c˜ao JP SO da equa¸c˜ao

5.7de 31 vezes na regula¸c˜ao do preditivo otimizado em rela¸c˜ao ao PI n˜ao otimizado (contra 21 vezes do PI otimizado) e de 1,4766 vezes em rela¸c˜ao ao PI otimizado.

Outro fator que ´e interessante de ser analisado ´e a melhora que o pr´oprio algoritmo do preditivo teve em rela¸c˜ao a sua otimiza¸c˜ao. Um fato que se destaca, nesse caso, ´e que em rela¸c˜ao ao valor inicial do custo houve uma melhora de apenas 1,0042 vezes, o que pode n˜ao justificar a necessidade de uma otimiza¸c˜ao, ou que o espa¸co de busca das part´ıculas n˜ao foi o suficiente. O gr´afico da dispers˜ao das part´ıculas pode ser observado na figura28.

Analisando a figura, percebe-se que o espa¸co de busca ficou restrito a uma faixa entre 2 e 6, o que pode significar baixa variabilidade das part´ıculas. Por´em, a busca em outras faixas sofre algumas limita¸c˜oes no simulador, j´a que quando a variabilidade do algoritmo era aumentada o sistema tendia a instabilidade e provocava erro de simula¸c˜ao. Outro poss´ıvel motivo da baixa taxa de otimiza¸c˜ao ´e o fato de o preditivo j´a possuir em sua estrutura um algoritmo cujo objetivo ´e a minimiza¸c˜ao do erro m´edio quadr´a- tico e do sinal da varia¸c˜ao controle quadr´atico localmente em cada vari´avel de sa´ıda do simulador, tornando m´ınima a necessidade de outra otimiza¸c˜ao.

6 CONCLUS ˜AO

Em rela¸c˜ao ao objetivo geral do trabalho, ou seja, estudar e implementar algoritmos de detec¸c˜ao de estrutura de modelos, identifica¸c˜ao, controle PI e preditivo, aplicando-os em uma combina¸c˜ao de separador trif´asico e trˆes baterias de hidrociclones foi mostrado que ´e poss´ıvel, atrav´es da compara¸c˜ao entre o controle PI n˜ao otimizado, PI otimizado, e Preditivo otimizado, todos utilizando o mesmo algoritmo de otimiza¸c˜ao (com PSO), maximizar o desempenho do sistema de separa¸c˜ao e otimizar o processo de remo¸c˜ao de contaminantes t´oxicos presentes nas ´aguas, otimizar o processo de separa¸c˜ao trif´asico e, consequentemente, melhorando o processo de remo¸c˜ao do petr´oleo da ´agua.

Para os resultados apresentados nas simula¸c˜oes dos separadores trif´asicos os gr´aficos apresentados s˜ao semelhantes `aqueles apresentados nos trabalhos de Filgueiras (2005), Silveira (2006) e Teixeira (2010). Eles mostraram-se consistentes e representam adequa- damente o modelo implementado. As simula¸c˜oes geradas serviram ao prop´osito de fornecer os dados do sistema em malha fechada para que se pudesse verificar a ordem do modelo, e a melhor estrutura que o comporta.

Al´em disso, a partir dos dados coletados o processo foi identificado utilizando o estimador por m´ınimos quadrados recursivo (MQR), que acompanharam o modelo pos- suindo baixo erro de predi¸c˜ao, sendo o seu funcionamento online. Para que todo esse processo fosse realizado, isto ´e, detec¸c˜ao de estrutura, redu¸c˜ao do modelo, e identifica¸c˜ao, foram implementados os m´etodos ERR (Error Ratio Reduction), que analisou e ordenou os regressores conforme sua importˆancia para o modelo, e AIC (Crit´erio de Akaike), que verificou a rela¸c˜ao entre a inser¸c˜ao de um novo parˆametro no modelo e a melhora pro- porcionada por ele e escolheu, dessa maneira, a quantidade de regressores importantes, e, finalmente, como j´a dito anteriormente, foi implementado o MQR.

Quanto aos algoritmos de controle utilizados e analisados, foi poss´ıvel perceber que para os dois implementados e utilizados encontrou-se uma sintonia capaz de regular o sistema de separa¸c˜ao trif´asica de maneira otimizada (utilizando PSO) quando comparada com a sintonia encontrada na literatura. Isso se deveu ao fato de o otimizador analisar a eficiˆencia global do sistema visualizando todos os controladores como um s´o e minimizando o erro total do sistema e as varia¸c˜oes nos sinais de controle. Esse fator mais interessante para o controle PI do que para o preditivo j´a que trabalhando com o controlador preditivo multivari´avel poderia-se conseguir resultados semelhantes.

Nos resultados finais dos controladores otimizados foi poss´ıvel observar que houve uma melhoria no desempenho dos controladores preditivos e dos PI’s, apesar das oscila-

¸c˜oes maiores (mas n˜ao grandes em amplitude para o sistema em quest˜ao) no in´ıcio da adapta¸c˜ao do modelo utilizado no controle preditivo. E, apesar de n˜ao parecer t˜ao sig- nificativa a melhoria, em escala industrial economias que parecem insignificantes s˜ao de extrema importˆancia e podem significar uma economia consider´avel.

REFERˆENCIAS

AGUIRRE, L. A. Introdu¸c˜ao `a Identifica¸c˜ao de Sistemas: T´ecnicas lineares e n˜ao-lineares aplicadas a sistemas reais. Belo Horizonte: UFMG, 2007. 37, 40, 41 AGUIRRE, L. A.; RODRIGUES, G. G.; J´aCOME, C. R. F. Identifica¸c˜ao de sistemas n˜ao-lineares utilizando modelos narmax polinomiais: Uma revis˜ao e novos resultados. Sba Controle & Automa¸c˜ao, p. 90–106, 1998. 37

AKAIKE, H. Information theory as an extension of the maximum likelihood principle. In: Second International Symposium on Information Theory. Akademiai Kiado, Budapest: B.N, 1973. v. 3, p. 267–281. 41

ALVES, V. A. O. Compara¸c˜ao de M´etodos Diretos e de Dois-Passos na

Identifica¸c˜ao de Sistemas em Malha Fechada. Tese — USP, S˜ao Paulo, 2011. 35, 36

ANDERSEN, H. W.; KUMMEL, M. Evaluation estimation of gain directionality - part 2: a case study of binary distillation. Journal of Process Control, p. 67–86, 1992. 35 BAI, L.; COCA, D. Predictive Control based on NARMAX Models. Sheffield: University Of Sheffield, 2008. 45, 46

BAJPAI, A. C.; MUSTOE, L. R.; WALKER, D. M´etodos Num´ericos. S˜ao Paulo, Brasil: Hemus, 1978. 43

BEHIN, J.; AGHAJARI, M. Influence of water level on oil-water separation by residence time distribution curves investigations, separation and purification technology.

Separation and purification technology, v. 64, p. 48–55, 2008. 15, 23

CAVACO, P. C. C.; BARROS, A. B. Gest˜ao de efluentes e recursos h´ıdricos em campos de produ¸c˜ao de petr´oleo terrestres. In: Simp´osio de Excelˆencia em Gest˜ao e

Tecnologia - SEGeT. Rio de Janeiro: [s.n.], 2005. 15

COELHO, A. A. R.; COELHO, L. S. Identifica¸c˜ao de Sistemas dinˆamicos Lineares. Florian´opolis: UFSC, 2004. 42

CORREA J ´UNIOR, C. A. Desenvolvimento de modelo computacional de previs˜ao de quebra de gotas em simulador de separa¸c˜ao de ´oleo e ´agua em um hidrociclone. Disserta¸c˜ao — UERJ, Rio de Janeiro, 2008. 28

DOWBOR, L.; TAGNIN, R. A. Administrando a ´agua como se fosse importante: Gest˜ao ambiental e sustentabilidade. S˜ao Paulo: Senac, 2005. 18

FERNANDES J ´UNIOR, W. E. Planejamento experimental aplicado a um novo separador l´ıquido-l´ıquido utilizado no tratamento de ´aguas residuais

contaminadas com petr´oleo. 125 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Qu´ımica) — UFRN, Natal, 2002. 21

FILGUEIRAS, N. G. T. Modelagem, an´alise e controle de um processo de

separa¸c˜ao ´oleo/´agua. 86 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Qu´ımica) — UFRJ, Rio de Janeiro, 2005. 8, 24,28,29, 30, 32,79

FORSSELL, U. Closed-Loop identifucation: Methods, theory, and aplications. PhD Thesis — Linkoping University, Sweden, 1999. 36

GEVERS, M. A personal view on the development of system identification. In: 13o

IFAC Symposium on System Identification. Rottherdam: Preprints, 2003. p. 773–784. 35

GOMES, C. F. Re-identifica¸c˜ao em malha fechada de uma planta de separa¸c˜ao de g´as usando controle MPC. Mongrafia — Universidade Federal de Sergipe,

Aracaju, 2009. 10, 35, 36

ISERMANN, R.; MUNCHHOF, M. Identification of Dynamic Systems: An introduction with applications. Berlin: Springer, 2011. 35

JACOBSEN, E. Identification for control of strongly interactive plants. In: AIChE Annual Meeting. San Franciso-CA: AIChE, 1994. 35

KENNEDY, J.; EBERHART, R. C. Particle swarm optimization. In: Proceedings Of the IEEE International Conference in Neural Networks. Western Australia: IEEE, 1995. p. 1942–1948. 43

LI, W.; LEE, J. Frequency-domain closed-loop identification of multivariable systems for feedback control. AIChE Journal, p. 2813–2827, 1996. 35

LIMA, L. E.; FILGUEIRAS, N. T.; SILVA, C. M.; NUNES, G. C. Studies for the control of an oil/water separation system. In: Proceedings of the 2nd Mercosur Congress on Chemical Engineering and 4th Mercosur Congress on Process System Engineering (ENPROMER 2005). Rio de Janeiro , Brasil: [s.n.], 2005. 8, 27, 29 LJUNG, L. System identification: Theory for the user. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall, 1999. 35

LJUNG, L.; S¨oDERSTR¨oM, T. Theory and Practice of Recursive Identification. Massachusetts, USA: MIT press, 1983. 42

MACHADO, C. J. S. Meandros do meio ambiente: Os recursos h´ıdricos no direito, na pol´ıtica, nos centros urbanos e na agricultura. Rio de Janeiro: E-pappers, 2004. 18 MALIK, R. F.; RAHMAN, T. A.; HASHIN, S. Z. M.; NGAH, R. New particle swarm optimizer with sigmoid increasing inertia weight. The International Journal of Computer Science and Security (IJCSS), v. 1, p. 10, 2007. 43

MARIANO, J. B. Impactos ambientais do refino de petr´oleo. 289 p. Tese — COOPE/UFRJ, Rio de Janeiro, 2001. 20

MEDEIROS, E. F.; VICENTE, M. A.; SCHENEIDER. Implanta¸c˜ao do programa de gerenciamento de res´ıduos qu´ımicos (PGRQ) produzidos nas atividades de ensino e resumo especialista em engenharia do meio ambiente. Rio de Janeiro: Petrobras - CENPES, 2010. 21

MORAES, C. A. C. Modelo fluidodinˆamico para estimativa da eficiˆencia em hidrociclone para ´aguas oleosas. Disserta¸c˜ao — COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, 1994. 31

MOURA, P. A. P. Responsabilidade civil por danos ambientais na ind´ustria do petr´oleo. Rio de Janeiro: E-pappers, 2007. 18

MRABET, M.; FNAIECH, F.; CHAARI, A.; AL-HADDAD, K. Nonlinear predictive control based on narx models with structure identification. In: IECON - 2002. 2002 28th Annual Conference of the IEEE Industrial Electronics Society. Sevilla, Spain: IEEE, 2003. v. 3, p. 1757 – 1762. 41

NUNES, G. C. Modelagem e simula¸c˜ao dinˆamica de separador trif´asico ´agua-´oleo-g´as. Disserta¸c˜ao — UFRJ, Rio de Janeiro, 1994. 26

NUNES, G. C. Design and Analysis of Multivariable Predictive Control Applied to an Oil-Water-Gas Separator. Ph.D. Thesis — University of Florida, Florida, USA, 2001. 8,45

OLIVEIRA, R. C. G.; OLIVEIRA, M. C. K. Remo¸c˜ao de contaminantes t´oxicos dos efluentes l´ıquidos oriundos da atividade de produ¸c˜ao de petr´oleo no mar. Rio de Janeiro: Petrobr´as, 2008. 20

ORGANIZA ¸C ˜AO DAS NA ¸C ˜OES UNIDAS (ONU). O movimento GAIA: 2005-2015 - a d´ecada da onu ´Agua para a vida. 2005. Dispon´ıvel em:

<www.gaiamovement.org/files/newsletter%20Mar%2005%20Port%20Small.pdf>. Acesso em: 27 de janeiro 2010. 18

PETROBRAS. Medi¸c˜ao de vaz˜ao e propriedades em escoamento multif´asico: Solu¸c˜ao econˆomica para diferentes atividades industriais. Rio de Janeiro, january 2000. 43 p. 21, 23

PINTO, D. D. D. Estrat´egias de controle contra intermitˆencia severa na

alimenta¸c˜ao de separadores offshore. 193 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Qu´ımica) — Universidade Federal do Rio de Janeiro, TPQBq - EQ, Rio de Janeiro, 2009. 8, 15, 24

RACOSKI, B. Viabilidade de aplica¸c˜ao de malhas virtuais na identifica¸c˜ao de sistemas em malha fechada. Disserta¸c˜ao — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. 36

SANTOS, J. D.; SILVA, Z. C. M´etodos Num´ericos. Recife, Brasil: UFPE, 2006. 224 p. 43

S¨oDERSTROM, T.; STOICA, P. System Identification. Cambridge: Prentice Hall, 1989. 36, 37

SEGHOUANE, A. Information theory as an extension of the maximum likelihood principle. In: Sensor Array and Multichannel Processing, 2006. Fourth IEEE Workshop on Sensor Array and Multi-channel Processing. Waltham,

Massachusetts, USA: IEEE, 2006. v. 3, p. 430 – 434. 41

SHI, Y.; SUN, D.; WANG, Q.; NIAN, S.; XIANG, L. A nonlinear predictive control based on least squares support vector machines narx model. In: Proceedings Of The Sixth International Conference On Machine Learning And Cybernetics. Hong Kong: IEEE, 2007. 46

SILVEIRA, M. A. C. R. Controle de um processo de tratamento prim´ario de petr´oleo. 96 p. Disserta¸c˜ao (Mestrado em Engenharia Qu´ımica) — Universidade

Federal do Rio de Janeiro, COPPE, Rio de Janeiro, 2006. 8, 15, 23, 25, 26,29,31,32,79 SPERLING, M. V. Introdu¸c˜ao `a qualidade das ´aguas e ao tratamento de

esgotos. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 18 ˚

ASTR ¨OM, K. J.; H ¨AGGLUND, T. PID Controllers: Theory, design, and tunning. United States of America: Instrument Society of America, 1999. 68

TEIXEIRA, I. Controle de oscila¸c˜oes em sistemas de eleva¸c˜ao artificial de petr´oleo por inje¸c˜ao cont´ınua de g´as (gas-lift). 125 p. Monografia (Engenharia El´etrica) — Universidade Federal de Sergipe (UFS), S˜ao Crist´ov˜ao, 2010. 8,10, 16, 31, 32, 33, 55,57, 68, 74, 79

THOMAS, J. E. Fundamentos de Engenharia de Petr´oleo. Rio de Janeiro: Interciˆencia, 2001. 8, 10,19, 20, 21

VERHAEGEN, M.; VERDULT, V. Filtering and System Identification: A least squares approach. Cambridge: Cambridge University Press, 2007. 34

YAN, Z.; LEI, H.; GUI-LING, W.; PENG, Y. Nonlinear multi-step predictive control based on leaast squares surpport vector machine. In: Proceedings Of The Sixth International Conference On Machine Learning And Cybernetics. Tianjian, China: IEEE, 2009. 46

YEN, J.; WANG, L. Application of statistical information criteria for optimal fuzzy model construction. IEEE Transactions on Fuzzy Systems, v. 6, p. 362 – 372, 1998. 41

ZADEH, L. From circuit theory to system theory. In: IRE. University of California: Berkeley, California, 1962. v. 50, p. 1856–865. 34

ZHU, Y. Multivariable System Identification for Process Control. Eindhoven: Elsevier Science & Technology Books, 2001. 34

A varia¸c˜ao da altura total na cˆamara de separa¸c˜ao ´e dada pela equa¸c˜ao 1: dht dt = Win+Lin−Lweir−Wout Ccs[2√(D−ht)ht] (A.1) Onde:

Ccs - comprimento da cˆamara de separa¸c˜ao;

D - diˆametro do separador.

A Varia¸c˜ao da altura da fase oleosa na cˆamara de ´oleo:

dhl dt =

Lweir−Wout

Ccl[2√(D−hl)hl] (A.2)

Onde:

Ccl - comprimento da cˆamara de ´oleo;

Lweir - vaz˜ao da fase oleosa pelo vertedouro que ´e dada pela equa¸c˜ao A.3.

Lweir = 110,204660 [Cchic− 0.2(ht− hchic)](ht− hchic)(1, 5) (A.3)

hchic- altura da chicana;

Cchic - Comprimento da chicana.

O segundo comportamento observado acontece quando a altura de ´oleo supera a altura da chicana. Para esse sistema:

• A varia¸c˜ao da altura total na cˆamara de separa¸c˜ao:

dht dt =

Win+Lin−Lout−Wout

(Ccs+Ccl[2√(D−ht)ht] (A.4) • E a varia¸c˜ao da altura da fase oleosa na cˆamara de ´oleo:

dhl dt =

dht

dt (A.5)

Como a quantidade de ´agua que entra permanece apenas em um lado do reservat´orio, separado pela chicana:

• A varia¸c˜ao da altura da fase aquosa na cˆamara de separa¸c˜ao ´e comum e, portanto, pode ser expressa pela equa¸c˜aoA.6:

dhW dt =

Win(1−T OGEF LW )−Wout+(LinBSW EF W L)

EFLW - eficiˆencia global de separa¸c˜ao do ´oleo da fase aquosa; EFWL - eficiˆencia global de separa¸c˜ao da ´agua da fase oleosa;

TOG - concentra¸c˜ao volum´etrica de ´oleo na fase aquosa na alimenta¸c˜ao.

• A Varia¸c˜ao do volume de ´agua na fase oleosa da cˆamara de separa¸c˜ao:

dVwf lcs

dt = LinBSW(1 − EF LW ) − LweirXwf lcs (A.7)

Onde:

Xwf lcs - fra¸c˜ao volum´etrica de ´agua na fase oleosa da cˆamara de separa¸c˜ao que ´e

dada pela equa¸c˜ao A.8:

Documentos relacionados