V.II - No Cais de Capuaba
7.2. Controle de Acessos e de Trânsito de Pessoas
a. Critérios
Os critérios adotados para o acesso e transito de pessoas estão pautados em registro no sistema informatizado. Na falta deste por indisponibilidade temporária, os registros deverão ser feitos por escrito em formulários apropriados que ao final de cada turno devem ser encaminhados à Supervisão da Guarda Portuária. Essas pessoas após identificação na portaria ou portão de acesso receberão um crachá, ficando assim liberado o ingresso e o deslocamento pelas vias de circulação interna até e tão somente às áreas em que prestem serviço ou a que forem autorizadas.
b. Sistemática de controle de acesso e trânsito
A sistemática de controle de acesso e trânsito, está estruturada com equipamento informatizado nas portarias, através de uma rede de computadores ligada ao servidor principal, utilizando para tal um “software” denominado “Suricato”, que observa as seguintes diretrizes:
b.1. Representantes de empresas transportadoras, operadores portuários, profissionais liberais, representantes de empresas contratadas ou prestadores de serviços:
I. A guarda portuária solicita o comprovante de credenciamento do representante que deseja acessar ao porto;
II. Constatando que todas as credenciais estão em conformidade com o PSPP <<Plano de Segurança Pública>> proceder-se-á a revistas em bolsas, sacolas e embrulhos de forma identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.
III. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, representante será instruído a passar pelo portal detector de metais e torniquete, com o seu cartão magnético;
IV. Aqueles representantes não credenciados serão instruídos a procurarem o setor de credenciamento da guarda portuária para fazê-lo;
V. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação>> acionará as autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para o seu afastamento do local. Isto, de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;
VI. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos, e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, e o portador detido impedido de ter acesso ao porto e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais.
b.2. Dos representantes de operadores portuários, profissionais liberais, representantes de empresas contratadas ou prestadores de serviços:
I. O representante deverá estar previamente credenciado pelo setor específico da Guarda Portuária. O setor de credenciamento terá aplicado as normativas da Alfândega do Porto de Vitória para as pessoas aos recintos alfandegados
de zona primária e secundária;
II. A guarda portuária solicita o comprovante de credenciamento daquele que deseja acessar ao porto;
III. Constatando que todas as credenciais estão em conformidade com o PSPP <<Plano de Segurança Pública>> proceder-se-á a revistas em eventuais bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.
IV. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, representante será instruído a passar pelo portal detector de metais e torniquete, com o seu cartão magnético;
V. Aqueles representantes não credenciados serão instruídos a procurarem o setor de credenciamento da guarda portuária para fazê-lo;
VI. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação>> acionará as autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para o seu afastamento do local. Isto, de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;
VII. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos, e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, e o portador detido impedido de ter acesso ao porto e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais.
b.3. Dos visitantes:
I. O visitante ao se apresentar na portaria a guarda portuária faz contato com o CCCOM - <<Centro de Controle de Comunicação >>, que confirmará com o visitado a reunião para a seqüência nos procedimentos de registro;
II. Para as visitas técnicas nos recintos alfandegados de zona primária e secundária, aplicar-se-á, as normas da Alfândega do Porto de Vitória, com o deferimento em formulário próprio daquele órgão;
III. Confirmada a reunião, a guarda portuária efetuará o cadastro no sistema com a gravação dos crachás eletrônicos de visitantes, haja vista o seu treinamento anterior para a questão;
IV. Após a gravação dos respectivos crachás, todos serão instruídos a afixarem os mesmos na roupa, na altura do peito, de forma a fácil identificação por todos os agentes da Unidade de Segurança;
V. Após essa etapa proceder-se-á a revistas, compreendendo: bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.
VI. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, o visitante será instruído a passar pelo portal detector de metais, passar pelo torniquete com o seu cartão magnético (crachá) com a instrução de que deverá afixá-lo na roupa na altura do tórax, de forma a ser facilmente identificado por qualquer agente da unidade de segurança;
VII. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação acionará as autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para o afastamento do mesmo da portaria de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;
VIII. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o portador impedido de ter acesso ao porto, detidos e, o fato alertado ao CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação>>, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado.
b.4. Dos empregados da CODESA:
I. A guarda portuária solicita o crachá eletrônico do empregado que deverá estar em efetivo serviço no porto;
bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.
III. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, o empregado será instruído a passar pelo portal detector de metais, passar pelo torniquete com o seu cartão magnético e a identificação biométrica;
IV. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação acionará a sua chefia imediata para ciência do fato. A autoridade policial local, no caso a Polícia Militar será para afastamento da portaria de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias;
V. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o portador impedido de ter acesso ao porto, detidos e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado.
b.6. Dos representantes dos órgãos intervenientes: Alfândega, Polícia Federal, Ministério da Saúde, Ministério da Agricultura, Ministério do Trabalho.
I. Os servidores devidamente identificados dispensam o credenciamento prévio;
II. Os servidores agentes da “Polícia Federal” e da “Alfândega” terão livre
acesso nas portarias, bem como estarão isentas das revistas rotineiras; III. Esses agentes acessarão através do torniquete com o seu cartão magnético
expedido previamente pelo setor específico da Guarda Portuária;
IV. Nos casos esporádicos a guarda portuária liberará o acesso fazendo o uso do cartão magnético e efetuará o registro no sistema de controle;
V. Para os eventuais casos de resistência aos procedimentos e, identificados as
eventuais “exorbitâncias e abuso de autoridade”, o superior de serviço
enviado para a Coordenação de Segurança Portuária – COSNIP - que enviará para o Diretor Presidente da CODESA, com a solicitação de participação imediata do fato aos superiores legais dos órgãos envolvidos
b.6. Dos representantes da Capitania dos Portos e demais representantes da Marinha de Guerra do Brasil.
I. Os servidores militares devidamente identificados e em serviço dispensam o credenciamento prévio;
II. Os servidores militares em serviço terão livre acesso na portaria, bem como estarão isentos das revistas rotineiras;
III. Esses militares acessarão através do torniquete com o seu cartão magnético expedido previamente pelo setor específico da Guarda Portuária;
IV. Nos casos esporádicos a guarda portuária liberará o acesso fazendo o uso do cartão magnético e efetuará o registro no sistema de controle;
V. Para os eventuais casos de resistência aos procedimentos e, identificados as
eventuais “exorbitâncias e abuso de autoridade”, o superior de serviço
elaborará o devido “boletim de ocorrência”, circunstanciado que será
enviado para a Coordenação de Segurança de Navios e Instalações Portuárias <<COSNIP>>, que enviará para o Diretor Presidente da CODESA, com a solicitação de participação imediata do fato aos superiores legais; VI. Nos casos esporádicos a guarda portuária abrirá a cancela fazendo o uso do
cartão magnético e efetuará o registro no sistema de controle;
VII. Os servidores militares quando de sua estada no porto serão devidamente credenciados, esporadicamente na portaria somente para aquela ocasião; VIII. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu
acesso negado ao porto e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação acionará o oficial de serviço na Capitania dos Portos ou na embarcação para ciência do fato. A autoridade policial local, no caso a Polícia Militar será para o afastamento da portaria de forma a manter a ordem não obstruir as operações portuárias;
IX. Nesse caso a guarda portuária procederá à revista em bolsas sacolas e embrulhos que estes por ventura estiverem portando;
X. Se quando da revista do veículo for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o veículo impedido de ter acesso ao porto, seus condutores detidos e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado;
XI. Todos esses procedimentos se aplicação também quando da saída no portão.
b.7. Dos Trabalhadores Portuários Avulsos – TPAs.
I. O TPA deverá estar previamente escalado para os serviços naquele terno, conforme lista de embarque atualizada a cada 20 minutos, entre o setor de informática do Órgão Gestor de Mão-de-obra e a Coordenação de Tecnologia da Informática da CODESA conforme cadastro biométrico. A liberação do torniquete se dará através do controle por biometria.
II. Em caso de problemas técnicos, o trabalhador deverá apresentar a identidade funcional expedida pelo OGMO, Órgão Gestor de Mão-de-obra, onde o agente da US, deverá examinar a listagem que lhe será entregue, via fax, ou apresentada por quem de direito.
III. Constatando o efetivo serviço no porto proceder-se-á revistas em eventuais bolsas, sacolas e embrulhos de forma a identificar o transporte de mercadorias ou objetos não autorizados.
IV. Não sendo encontrada nenhuma desconformidade na revista, em ambas as situações, o TPA será instruído a passar pelo portal detector de metais, em seguida, pelo torniquete tendo acesso então ao interior do cais. Os procedimentos supra alinhados, aplicam-se tanto para o acesso, quanto para a saída do cais.
V. Aqueles que se recusarem a se submeterem aos procedimentos terão o seu acesso negado ao porto, e a guarda portuária através do CCCOM <<Centro de Controle de Comunicação, acionará a fiscalização do OGMO para ciência do fato e as providências necessárias para o cumprimento das normativas da CODESA. Permanecendo a situação, deverá ainda o agente da US, acionar a autoridade policial local, no caso a Polícia Militar para afastamento daquele trabalhador da portaria, de forma a manter a ordem e não obstruir as operações portuárias.
VI. Se quando da revista for constatada alguma desconformidade, como: arma de fogo, arma branca, mercadorias não autorizadas, contrabando, tóxicos, inflamáveis ou explosivos não autorizados, artefatos e/ou demais substâncias suspeitas, essas serão apreendidas, o portador impedido de ter acesso ao porto, detidos e, o fato alertado ao CCCOM – Centro de Controle de Comunicação, que acionará a autoridade competente para as medidas legais, sempre iniciando pela Polícia Militar do Estado.
b.8. Do pessoal da Unidade de Segurança e da Instalação portuária:
I. - Para o acesso aos cais, todos os integrantes da unidade de segurança deverão apresentar o crachá funcional emitido pela Coordenação de recursos humanos. O acesso dos agentes da US ao Cais só deverá acontecer para a execução do serviço ou para os Guardas Portuários quando para tratar de assuntos administrativos. O pessoal da US de serviço, terá acesso a todas as áreas, exceto ao interior daquelas que estão sob condições particulares de responsabilidade, como por exemplo os armazéns.
b.9. Dos dirigentes e demais funcionários da instalação portuária:
I - Os dirigentes e demais empregados para acesso às instalações dos cais deverão portar o crachá funcional emitido pela Coordenação de Recursos Humanos.
II - Em princípio os empregados só terão acesso aos respectivos locais de trabalhos. Para aqueles que por força de sua função, tenham que se deslocar
para as áreas operacionais, deverão fazer uso do equipamento de segurança (EPI) – Capacete, colete refletivo e etc.
III - A sistemática de avaliação da eficiência e eficácia dos equipamentos/sistemas de controle e acesso, bem como os procedimentos para a identificação e a resolução de possíveis falhas no equipamento, é feita pelos SSP’s Supervisores de Segurança Portuária Credenciados, com designação para os agentes da US – Unidade de Segurança postados nos diversos postos de controle, para comunicação para a Coordenação de Informática, essa designar.
c. Processo para verificar a eficiência e a eficácia
I. A eficiência dos equipamentos de segurança será medida pelo percentual de falhas apresentadas. Ao final de cada mês deverá ser elaborado um Relatório de Falhas e apurado se o equipamento ficou inoperante um percentual igual ou maior que 3% das horas que deveria ter trabalhado.
II. A eficácia destes equipamentos e sistemas deverá ser verificada por observações coletadas no uso diário dos mesmos, avaliando-se se o uso dos equipamentos e sistemas facilitou a execução das ações desejadas, ou se o emprego dos mesmos nas horas e locais em que se dependia de seus funcionamentos deixou a desejar.
c.1. Procedimentos para identificação de falhas
I. As falhas identificadas deverão ser anotadas no Relatório Mensal de Falhas para permitir a perfeita avaliação do equipamento e as providências a serem adotadas, quando necessário.
II. Sempre que identificada uma falha, deverá ser acionado o setor de manutenção para a imediata eliminação da falha.
III. Em função das informações técnicas resultantes da análise do Relatório, o FPIP poderá determinar a mudança ou adaptação de procedimentos de segurança e, se for o caso, solicitar à Presidência da CODESA a aquisição de novos equipamentos ou programas.
c.2. Procedimentos para resolução de falhas
I. O exame dos Relatórios Mensais de Falhas mostrará a eficácia do equipamento e proporcionará uma análise da ocorrência das falhas se são repetitivas ou alternadas.
II. No caso de repetitivas, ficará demonstrada a falha grave de funcionamento do equipamento, que deverá ser sanada com a maior brevidade possível.
III. No caso de alternadas, ficará demonstrada uma falha leve, que demandará um estudo por parte do fabricante, para determinar as causas e saná-las com a maior brevidade possível.
d. Sistemática de divulgação dos procedimentos:
A Sistemática de divulgação dos procedimentos de controle para as pessoas que acessem as instalações portuárias; publico interno de interesse da administração, e para os representantes de empresas e órgãos públicos, está disponibilizado na página inicial da CODESA (www.codesa.gov.br). Condensa assim, todas as informações necessárias relativamente a segurança portuária, traçando diretrizes de conformidade com normas da Comissão nacional de Segurança Pública nos Portos Terminais e Vias Navegáveis – CONPORTOS, de como acessar o porto. Traz ainda notorial, esclarecedor para o Código ISPS. O usuário, ao acessar o site da CODESA, identificará o link – ISPS CODE, com direcionamento dos procedimentos para acesso ao porto e ainda esclarecimentos do que significa o código ISPS.
e. Sistemática de registros e arquivamento dos dados:
As informações colhidas sobre as pessoas por ocasião de acesso e saída da instalação portuária, através dos portões do Cais de Vitória e Capuaba, fica
registrado no sistema informatizado de controle, conforme já descrito no item 7.2,
letras “a” e “b”. Na falta deste por indisponibilidade temporária os registros serão
feitos por escrito em formulários apropriados que ao final de cada turno devem ser
f. A sistemática de troca de informações:
A sistemática de troca de informações com os diversos órgãos públicos se dá através de contacto direto a cargo do CCCOM - Centro de Controle de Comunicações com o CIODES - Centro Integrado Operacional de Defesa Social que congrega Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Defesa Civil e Guarda Civil Municipal de Vitória.
8 CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS AO CONTROLE DE ACESSO DE VEÍCULOS: